Pesquisa revelou que ter dinheiro investido em ações ou investimentos traz mais felicidade para as pessoas do que possuir bens. Outra observação é que as pessoas preferem gastar dinheiro com viagens do que comprar coisas materiais.

Será que dinheiro traz felicidade? Tudo indica que sim, devido a um estudo britânico que foi realizado no Reino Unido. Segundo a pesquisa, o dinheiro não só aumenta a felicidade, mas como também reduz a ansiedade das pessoas. Uma das conclusões mostra que quanto maior é a riqueza da pessoa, maior é o nível de satisfação com a vida e também com a felicidade pessoal. Além disso, sentimentos como a ansiedade é menor nos indivíduos.

Outro indicativo do estudo mostrou que a riqueza financeira presente nos bancos, ações ou investimentos tende a trazer mais felicidade para a vida do indivíduo do que bens como, por exemplo, imóveis ou carros.

Os dados do estudo são de 2011 e 2012, mas a pesquisa foi divulgada recentemente. Esta pesquisa foi realizada pelo escritório de estatísticas nacionais do Reino Unido, o Office for Nacional Statistics (ONS).

A felicidade mostrada pelo estudo foi analisada tendo como base as seguintes perguntas:

  • Quão satisfeito está com a sua vida pessoalmente?
  • Até quanto sente que as coisas que faz em sua vida valem a pena?
  • Quão feliz se sentiu ontem?
  • Quão ansioso se sentiu ontem?

Durante a entrevista, os candidatos deram uma nota que corresponde de 1 a 10 para cada pergunta feita.

Outra pesquisa realizada mostrou que é melhor gastar dinheiro com viagens do que comprando coisas materiais. O estudo foi realizado pela Universidade de Cornell, em Nova York, sendo divulgado pela FastCo.

Para fazer o estudo, os participantes fizeram um relato da própria felicidade listando seus principais bens materiais em comparação com experiências realizadas como, por exemplo, viagens. A conclusão é que ao longo do tempo a satisfação com os objetos comprados diminuiu, mas com as experiências aumentou. Desta forma, segundo a pesquisa, vale mais a pena gastar com viagens para adquirir experiências, do que comprando bens materiais.

Gostou de conhecer sobre estes estudos? Você acha que dinheiro traz felicidade? Prefere gastar viajando ou comprando? Compartilhe a sua opinião!

Por Babi

Dinheiro traz felicidade


No 1º semestre deste ano a retirada dos recursos da poupança superou as aplicações em aproximadamente R$ 48,49 bilhões.

A crise econômica tem atingido também a caderneta de poupança. A alta do desemprego, dos tributos, da inflação e o consequente endividamento das famílias, tem feito com que as retiradas da caderneta de poupança aumentem a cada dia.

Somente no primeiro semestre deste ano, a retirada dos recursos da caderneta superou as suas aplicações em aproximadamente R$ 48,49 bilhões, segundo o divulgado pelo Banco Central, no último dia 4.

No mês passado, as retiradas foram R$ 7,5 bilhões mais altas do que os depósitos. O mês foi o oitavo seguido em que se registrou evasão dos recursos da caderneta.

O atraso na antecipação do 13º salário também pode ter sido uma das causas da grande retirada da poupança.

Saldo em recuo:

Com o grande número de retiradas na caderneta de poupança no acumulado do primeiro semestre deste ano, seu saldo sofreu um recuo. No final do ano passado, os recursos totalizavam R$ 622,7 bilhões e no mês de julho caíram para R$ 648 bilhões. No mês de agosto, a queda continuou, e os recursos fecharam o mês em R$ 645 bilhões.

Os motivos:

Dentre os principais motivos que fizeram com que a população retirasse fundos da poupança está a alta de tributos, o que fez com que a renda da população diminuísse. Além disso, limitações em benefícios sociais, como o auxílio-doença, seguro-desemprego, abono salarial e pensão por morte, além da alta no desemprego (8,3%, o maior desde o começo da série histórica, em 2013), fizeram com que o brasileiro tivesse dificuldade em pagar suas contas, recorrendo ao crédito na poupança para tentar honrar seus compromissos.

Baixa rentabilidade:

Para complementar o quadro que favoreceu as retiradas da poupança neste ano, sua rentabilidade não está das melhores. A caderneta tem ficado muito atrás em retorno, frente a outros investimentos, o que incentiva a população a retirar o dinheiro aplicado, em busca de novas alternativas. Dinheiro aplicado na poupança atualmente fica praticamente “parado”, com um rendimento de apenas 6,17% ao ano, mais TR. Bem pouco, se comparado a outros investimentos seguros, como o tesouro direto, cada vez mais popularizado entre os menores investidores.

Os especialistas recomendam que a caderneta pode ser ainda uma boa opção para quem tem pouco dinheiro investido, para quem deseja uma aplicação de curto prazo, ou para quem deseja somente um fundo de reserva econômica para eventuais emergências. Como a poupança não cobra Imposto de Renda, nem tem um tempo mínimo de resgate, ela ainda é muito utilizada pelo seu alto poder de rotatividade.

Nada mais natural do que numa época em que o crédito está cada vez mais difícil, e as reservas econômicas cada dia mais escassas, que o brasileiro abra mão de sua reserva na caderneta, para cumprir com seus compromissos. Resta a esperança de que tempos melhores cheguem e que a poupança volte a ser novamente um “colchão de segurança” para os brasileiros.

Por Patrícia Generoso

Dinheiro da poupança


Dependendo da situação econômica do aposentado, a 1ª parcela do 13º salário pode ser usada para quitar as dívidas ou ser colocada em algum investimento.

O Governo havia ameaçado não pagar a primeira parcela integral do 13º salário dos aposentados e pensionistas, pagando somente 25% agora, os outros 25% mais adiante e só no final do ano os 50%, indo contra uma tradição de mais de 9 anos. Porém, o Governo recuou diante da pressão e os aposentados irão receber a primeira parcela do 13º salário como nos outros anos. Agora que essa questão foi resolvida, o importante é que os aposentados decidam-se sobre o que fazer com a primeira parcela recebida.

Há uma polêmica muito grande sobre o que fazer com o dinheiro extra que vai entrar, que é a primeira parcela do 13º. Para alguns, os aposentados devem quitar suas dívidas, que roubam o seu dinheiro através dos altos juros cobrados. Mas para outros, o dinheiro extra deve ser poupado para a realização de um sonho, por exemplo, uma viagem mais diante, uma televisão nova, um veículo, ou qualquer outro sonho que o aposentado tenha.

Na verdade, não existe uma regra que traga a "melhor dica", pois cada caso merece uma atenção especial. O importante é que o aposentado analise com muita cautela sua situação financeira e defina, desde agora, o que fazer com esta primeira parcela.

Para os aposentados que conseguiram chegar até esta segunda metade do ano sem dívidas, então o melhor a ser feito agora é realmente economizar. Deixar o dinheiro na poupança ou aplicá-lo, dependendo do valor, em algum investimento seguro que renda ao menos um pouco mais que a poupança. Assim, quando o aposentado receber a 2ª parcela do 13º salário, poderá juntar o montante e comprar algo que esteja querendo muito, ou então, realizar a viagem dos seus sonhos, ou ainda, deixar o 13º salário todo aplicado, até o ano que vem, assim, quando receber o 13º em 2016, poderá juntá-lo com o valor recebido este ano e terá o dobro do valor para fazer o que desejar.

No caso dos aposentados que, infelizmente, estão com dívidas, pode-se utilizar a primeira parcela do benefício para quitar a dívida, pois nenhum rendimento bancário será maior que os juros cobrados, por isso, a dica é sempre quitar as dívidas primeiro, mas fique muito atento à negociação, pois tendo o dinheiro em mãos, você pode exigir que a empresa lhe ofereça um bom desconto, para que assim você possa quitar sua dívida ou, ao menos, boa parte dela.

Por Russel

13° salário dos aposentados

Foto: Divulgação


Economia brasileira sofreu retração no 1º trimestre e destaque ficou para os investimentos em produção.

A retração na economia brasileira no primeiro trimestre já foi anunciada e o principal destaque negativo foram os investimentos em produção. Com isso, o segmento em questão registrou nada menos que a sua sétima queda consecutiva. Portanto, os economistas avaliam que o atual cenário econômico de estagnação é resultado direito da queda de investimentos.

Um dos principais motivos para a sétima queda consecutiva nos investimentos são as incertezas da economia brasileira, haja vista o ajuste fiscal, bem como o atual cenário político de conflito entre legislativo e executivo.  Além disso, outro grande destaque contribui para a fragilidade dos investimentos são as investigações do esquema de corrupção na Petrobras, pois com a operação Lava Jato em andamento vários contratos foram paralisados entre a Petrobras e as grande empreiteiras do país.

Vale ressaltar que as denúncias envolvendo a Petrobras estão trazendo mais consequências negativas para a nossa economia que até mesmo o ajuste fiscal promovido por Dilma Rousseff e sua equipe econômica. É importante destacar que os negócios da Petrobras representam nada menos que cerca de 2% do PIB brasileiro. Já os negócios das empreiteiras representam 3%, portanto, os contratos entre ambos cancelados trazem diversas consequências a nossa economia, dentre eles a queda nos investimentos.

Os economistas também destacam que os investimentos são uma das principais bases da economia brasileira. Por isso, essa queda excessiva vem trazendo tantos problemas e representando a estagnação de nossa economia, antes consequência do baixo consumo. Caso não saiba, todo que é investido com objetivo de produzir acaba entrando para a Formação Bruta de Capital Fixo, FBCF.

A taxa de investimentos do Brasil em relação ao PIB começou a ganhar força em 2006, com pico em 2010. Em tal período, os investimentos chegaram a um aumento de 29%. No entanto, o período de euforia logo acabou e os números voltaram a cair. São nada menos que sete trimestres de queda seguidas entre 2013 e 2015.

Por Bruno Henrique

Economia

Foto: Divulgação





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