Confira aqui algumas dicas do que fazer quando a empresa atrasa o pagamento do salário.

O atraso do salário é uma das maiores preocupações de muitos trabalhadores. Grande parte dos empregados depende totalmente de seus rendimentos e quando não o recebem na data planejada acabam sendo lesados, não conseguindo pagar suas contas e nem se manter enquanto o dinheiro não aparecer. Perante a lei, o empregado tem direito a receber seu ordenado até o quinto dia útil de cada mês, porém, cada empresa possui uma data limite estipulada no momento da contratação. Quando o prazo não é respeitado, o empregado pode questionar a justificativa pelo atraso, principalmente no caso de instituições particulares, em que é mais viável chegar até o seu superior ou chefe. Quando se trata de instituições públicas, as complicações são maiores, pois em alguns casos o dinheiro é repassado por esferas do governo que não atendem as inquietações do funcionário.

Para ambos os casos, a justiça é a opção quando a conversa e acordos não forem o suficiente para a resolução do problema, lembrando que atualmente o atraso de apenas um mês de salário já justifica a procura por recurso judicial, diferente de antigamente, em que a procura pelos direitos só poderia ser feita após três meses de atraso do salário. Pois bem, mesmo conversando com chefe ou buscando ajuda na legislação, as contas estão apertando e falta dinheiro até para comprar alimento. A principal opção até que as pendências sejam resolvidas é priorizar quais são os gastos que não podem ser adiados, preocupe-se com a alimentação e saúde primeiramente, para dívidas no comércio e de terceiros é possível a tentativa de renegociação, esclareça sua situação e tente reagendar a dívida, nem que isso custe um valor extra por respeito a espera do credor.

Quando todas as tentativas de ajuste de quitação não funcionarem e não for possível renegociar ou atrasar por um período maior as dívidas, além de não haver mais fontes de renda, a ajuda a recorrer são os empréstimos bancários. Os empréstimos bancários são a opção para os devedores não terem seus nomes colocados em cadastros como do SPC e SERASA. Existem vários tipos de empréstimos específicos para cada caso e necessidade. Os mais recorridos pela população são o empréstimo consignado e o empréstimo do cheque especial.

O crédito consignado pode ser feito por pessoas físicas que são servidores, funcionários, pensionistas ou aposentados que possuem vínculo com entidades públicas ou do governo. Neste caso o valor emprestado é parcelado e debitado direto da folha de pagamento do devedor, conforme o acordo feito com o banco ou empresa credora. Já o empréstimo do cheque especial também podem ser utilizado por pessoas físicas que abram e possuam determinados tipos de conta em banco. Nesta situação, o banco libera um valor limitado além do que o indivíduo possui depositado em sua conta e este valor extra que for gasto será cobrado com juros automaticamente da conta no mês seguinte. Existem riscos com juros abusivos em ambos os tipos de empréstimos, que devem serem feitos somente em situações de extrema necessidade, para evitar novas dívidas futuras.

Em todo caso, o planejamento das contas de acordo com a renda disponível e a elaboração de uma reserva financeira sempre que possível é fundamental para evitar turbulências para o bolso do funcionário.

Fabiana da Rosa


Fazer algumas adaptações pode garantir um final de ano mais tranquilo em relação às finanças.

As férias de final de ano chegaram, mas muitas pessoas sofrem com a crise econômica do país. Com isso, o dinheiro falta e a dificuldade de ter fundos para as despesas que dezembro e janeiro trazem se mostra um grande problema.

Confira algumas dicas para ter um bom final de ano com pouco dinheiro:

Presentes para o Natal:

Geralmente, as crianças são as mais difíceis para fazer entender que presentes mais simples também são bons. Essa pode ser uma oportunidade para que os pais ensinem aos pequenos, questões envolvidas às finanças.

Uma opção é deixar para fazer as compras de Natal é esperar alguns dias depois das festas. Isso pode favorecer a encontrar preços mais em conta. Dê livros para seus filhos para que já tenham esses hábitos culturais. Em sebos, você encontrará vários livros por preços mais baixos.

Para os presentes aos mais grandinhos, uma sugestão é a troca das coisas tradicionais para bebidas, chocolates e pequenas lembranças como chaveiros. Outra dica é questionar a pessoa sobre algo que seja mais simples, mas que ela possa estar precisando como roupas íntimas e outros acessórios.

Vamos sair para as férias:

Viajar no final de ano é, na maioria das vezes, um ato bem caro. Mas algumas dicas podem fazer com que isso seja menos doloroso para o seu bolso. Uma dica é buscar passagens em horários alternativos. De acordo com o SerasaConsumidor, esse ano pode ter uma falta de demanda e isso pode ocasionar em promoções de última hora das empresas.

Caso o seu destino não seja tão longe e o seu carro tenha um razoável consumo de gasolina, viajar com o automóvel pode ser uma opção viável. No carro você levará cinco pessoas e elas poderão também ajudar com o combustível.

Hospedagem é algo que também exige uma quantia razoável. Casas de amigos e parentes pode ser uma opção para quem tem essa possibilidade. Campings em praias e hostels também podem ser alternativas com um custo menor.

E a ceia de Natal e Ano Novo?

A melhor saída, caso os fundos não sejam os necessários para se comer fora, é comprar os alimentos e você mesmo preparar a ceia com a ajuda da família. Vai ser muito mais barato. Não tenha medo de tirar o peru e colocar um frango no lugar ou uma pescada substituindo o bacalhau. 

Economizar dinheiro


Juros do cartão de crédito e do cheque especial aumentaram no mês de agosto, ficando em 350,79% ao ano e 218,17% ao ano, respectivamente. As Pessoas físicas foram as que mais sentiram a alta, pois o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual.

As coisas não vão bem para o consumidor brasileiro. A média de juros para o cartão de crédito chegou a impressionantes 350,79% ao ano. Os números são de um levantamento feito pela Anefac – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e foram divulgados à imprensa no dia 14 de setembro. Ao mês, a taxa de juros do cartão foi de 13,37%, o que representa 0,34% em relação ao mês de julho.

O cheque especial também não ficou para trás e a taxa ficou em 218,17% ao ano. Uma taxa de 10,14% ao mês, representando um aumento de 0,04 ponto percentual na comparação com o mês anterior. As pessoas físicas são as que mais sofreram, uma vez que o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual, entre os meses de julho e agosto, representando 128,78% ao ano e 7,14% ao mês.

Os juros para pessoas jurídicas foram menores, sendo que a taxa média de juros subiu 0,03 ponto percentual. Em agosto chegou a 61,77%. A pesquisa leva em consideração os juros do cartão de crédito, o cheque especial, o crédito para automóveis, o financiamento pessoal, entre outros indicativos. No caso do cheque especial a taxa foi de 6,99% ao mês.

A CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – também aumentou para os bancos e estes devem repassar uma parcela para os clientes. A medida que aumenta o tributo para 20% (antes era 15%) começou a valer no começo de setembro. Alguns clientes já sentem as medidas adotadas pelas instituições bancárias.

Segundo a Anefac, o aumento dos juros ocorre, principalmente, pelo cenário econômico de incertezas. A alta do dólar, da inflação, o aumento dos impostos e juros foram determinantes para a diminuição do poder aquisitivo das rendas das famílias. Em nota a associação afirmou que o baixo crescimento econômico pode levar a alta do desemprego. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Juros do cartão de crédito


Dependendo da situação econômica do aposentado, a 1ª parcela do 13º salário pode ser usada para quitar as dívidas ou ser colocada em algum investimento.

O Governo havia ameaçado não pagar a primeira parcela integral do 13º salário dos aposentados e pensionistas, pagando somente 25% agora, os outros 25% mais adiante e só no final do ano os 50%, indo contra uma tradição de mais de 9 anos. Porém, o Governo recuou diante da pressão e os aposentados irão receber a primeira parcela do 13º salário como nos outros anos. Agora que essa questão foi resolvida, o importante é que os aposentados decidam-se sobre o que fazer com a primeira parcela recebida.

Há uma polêmica muito grande sobre o que fazer com o dinheiro extra que vai entrar, que é a primeira parcela do 13º. Para alguns, os aposentados devem quitar suas dívidas, que roubam o seu dinheiro através dos altos juros cobrados. Mas para outros, o dinheiro extra deve ser poupado para a realização de um sonho, por exemplo, uma viagem mais diante, uma televisão nova, um veículo, ou qualquer outro sonho que o aposentado tenha.

Na verdade, não existe uma regra que traga a "melhor dica", pois cada caso merece uma atenção especial. O importante é que o aposentado analise com muita cautela sua situação financeira e defina, desde agora, o que fazer com esta primeira parcela.

Para os aposentados que conseguiram chegar até esta segunda metade do ano sem dívidas, então o melhor a ser feito agora é realmente economizar. Deixar o dinheiro na poupança ou aplicá-lo, dependendo do valor, em algum investimento seguro que renda ao menos um pouco mais que a poupança. Assim, quando o aposentado receber a 2ª parcela do 13º salário, poderá juntar o montante e comprar algo que esteja querendo muito, ou então, realizar a viagem dos seus sonhos, ou ainda, deixar o 13º salário todo aplicado, até o ano que vem, assim, quando receber o 13º em 2016, poderá juntá-lo com o valor recebido este ano e terá o dobro do valor para fazer o que desejar.

No caso dos aposentados que, infelizmente, estão com dívidas, pode-se utilizar a primeira parcela do benefício para quitar a dívida, pois nenhum rendimento bancário será maior que os juros cobrados, por isso, a dica é sempre quitar as dívidas primeiro, mas fique muito atento à negociação, pois tendo o dinheiro em mãos, você pode exigir que a empresa lhe ofereça um bom desconto, para que assim você possa quitar sua dívida ou, ao menos, boa parte dela.

Por Russel

13° salário dos aposentados

Foto: Divulgação


Com a crise econômica, os consumidores estão mais cautelosos e não estão buscando mais crédito.

Com a crise econômica que assola o Brasil, o consumidor tem se mostrado cada vez menos interessado em adquirir crédito e, enquanto isso, a taxa de famílias brasileiras que se encontram endividadas subiu para 62,4%. Quem não se endividou "ainda", está evitando entrar nesta difícil situação, porque os juros estão cada vez mais altos e a situação econômica do país não tende a melhorar tão cedo.

Em maior, o porcentual de famílias brasileiras que estão endividadas, seja com cartão de crédito, cheque especial ou até mesmo com cheque pré-datado já ultrapassou os 60% e especialistas dizem que este número tende a aumentar neste segundo semestre.

O PEIC – Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, que foi divulgada pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, deixou isso claro, que é muito grande o número de famílias endividadas, inclusive com empréstimos pessoais, prestação do carro, carnês de loja, entre outras dívidas e isso está afastando as pessoas de buscarem crédito.

Uma outra pesquisa, esta feita pelo Boa Vista SCPC, apontou que no segundo trimestre deste ano, a busca por crédito caiu 1,2% e em 12 meses a queda chega a 10,2%. É uma queda recorde, desde que o indicador foi criado, há 5 anos atrás.

Em tempos de crises e, principalmente, de incerteza quanto ao futuro econômico do país, o consumidor brasileiro tem se mostrado muito mais cauteloso.

E outro fator que tem contribuído muito para a queda na busca por crédito, é a alta das taxas de juros, um mal considerado necessário pelo Governo.

E tem ainda, um outro fator que faz com que o consumidor pense melhor antes de buscar por crédito, que é a insegurança no mercado de trabalho. O número de trabalhadores demitidos continua aumentando e quem ainda tem o seu emprego sabe que é melhor não fazer novas dívidas agora, pois o melhor a ser feito é aguardar um pouco mais para ver se a situação melhora ou ao menos, dê sinal de que vai melhorar.

E, por fim, números que tornam o cenário ainda mais assustador: o porcentual de famílias brasileiras que estão assumindo não terem condições de pagar suas contas está aumentando e isso, somando aos fatores anteriores, faz com que a busca por crédito caia ainda mais nos próximos meses.

Por Russel

Famílias endividadas


A alta nos preços das faturas da conta de luz está assustando os brasileiros, mas seguindo algumas dicas é possível economizar energia e segurar os altos valores que aparecem na conta de luz.

De janeiro de 2015 até então, os brasileiros têm ouvido, com temor e desapontamento, a expressão “bandeira vermelha” sobre a conta de luz. Essa expressão sempre advém de representantes de órgão do governo federal para anunciar algo que todo cidadão abomina: aumento na conta de luz. Meses se passaram e a verdade é que os reajustes já podem ser sentidos em torno de 30% a 40% ao mês.

A explicação do governo para isso é bem simples – tarifa vermelha é sinal de que está muito cara a produção de energia no país, um cálculo cujo resultado sempre recai no bolso dos usuários de energia.

No entanto, como brasileiro sabe driblar as situações adversas, já estão atrás de boas dicas para não sofrer tanto quando a conta de luz chegar à sua residência. São sugestões simples de serem seguidas e que resultarão em valores menores a serem pagos na conta do final do mês.

A primeira dica, altamente válida, é fazer uma troca na iluminação da casa. Por exemplo, se as luzes de cada ambiente do seu lar forem incandescentes faça uma experiência e troque pelos modelos fluorescentes, os quais não necessitam sugar tanta energia para gerar uma iluminação eficiente.

A segunda dica é lhe aconselhar a parar com a mania de deixar o carregador do celular sempre na tomada, mesmo que não esteja usando. Atitudes como essas são responsáveis pelo aumento no consumo de energia, o que vai refletir no seu bolso. Ponha o carregador do celular na tomada só quando for realmente abastecer a bateria do seu celular, pois aparelhos em modo stand-by tendem a consumir 12% de energia.

A terceira dica é que, por mais que seja funcional, evite colocar a geladeira perto do fogão na arrumação da cozinha. Acredite, o fogão pode influenciar no consumo de energia da geladeira. Ainda se tratando de eletrodomésticos, deixe para lavar roupas e passá-las quando tiver uma boa quantidade acumulada para o serviço, já que máquinas de lavar e ferro são os grandes vilões no aumento do valor nas contas de luz. Com isso, melhor que o uso desses eletrodomésticos seja feito de uma única vez do que aos poucos.

A quarta e última dica além de ser bem prática também será um apoio para a boa higiene de sua casa: mantenha o filtro do seu ar-condicionado sempre limpo (livre de poeira) para evitar que ele seja sobrecarregado na hora do uso. Também mantenha sempre limpo, igualmente, os lustres e abajures da sua casa – principalmente os transparentes – pois assim eles aproveitarão a máxima potência que a lâmpada tem para oferecer sem necessariamente aumentar o consumo de energia.

Seguindo essas instruções, os resultados serão positivos na economia de energia de sua casa, algo que não apenas o país agradece como também o seu bolso. Afinal, nunca foi tão complicado se estar em dia com o pagamento da conta de luz em meio a uma crise econômica que vem assolando o Brasil com suas altas taxas de desemprego e arrocho fiscal.

Por Michelle de Oliveira

Conta de luz


Limite foi ampliado para 35% da renda do trabalhador, porém, esses 5% a mais de crédito somente pode ser utilizado para quitar dívidas do cartão de crédito.

O crédito consignado, que vem sendo cada vez mais utilizado, é aquele que mensalmente é descontado da folha de pagamento do trabalhador, teve o seu limite de crédito ampliado, através de medida provisória, subindo de 30% para 35% da renda do trabalhador que precisa do empréstimo. A medida provisória foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, dia 13.

Porém, de acordo com o texto que já está valendo desde sua publicação, estes 5% a mais só pode ser utilizado se for para quitar as despesas no cartão de crédito, assim o trabalhador brasileiro passa a contar com um empréstimo exclusivo para as dívidas do cartão de crédito, porém com taxas de juros mais baixas.

Todo trabalhador continua tendo direito aos 30% de crédito consignado mais 5% para uso na quitação das dívidas referentes ao seu cartão de crédito.

Dilma Rousseff vetou no mês de maio um aumento no crédito consignado que iria dos 30% para 40% da renda dos trabalhadores brasileiros. Dilma se justificou afirmando que ainda não há uma proteção para o trabalhador que precisa de empréstimos, o que iria comprometer a renda de muitas famílias.

De acordo com pesquisa realizada pelo Banco Central, hoje no Brasil, quase metade das famílias estão com a renda comprometida com dívidas. Em abril chegou a 46,3% o endividamento das famílias, sendo este o maior percentual desde 2005.

Os especialistas criticam duramente o aumento do limite de crédito, uma vez que isso gera a uma ilusão de que a pessoa terá mais dinheiro, quando na verdade, ela apenas estará trocando uma dívida com juros mais altos por outra com juros mais baixos, mas que será paga de todo jeito, porque todos os meses terá aquele valor da parcela para pagar a dívida, descontada de seu salário.

Ainda de acordo com a medida provisória nº 681, o servidor poderá efetuar o empréstimo em favor de terceiros, o que pode ser um risco ainda maior, já que assumirá a dúvida caso a outra pessoa não honre com seus compromissos.

Por Russel

Dinheiro





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