Dicas de empréstimos interessantes e com juros baixos.

Por vezes uma pessoa está com suas finanças em baixa e necessita um empréstimo para equilibrar isso. Porém, você deve observar alguns pontos para não ficar com uma dívida maior ainda devido a contratar um empréstimo errado.

Primeiro vamos entender como estão os juros, segundo dados do Banco Central:

Cheque Especial – por volta de 230% ao ano.

Cartão de crédito rotativo (cobrança quando a fatura do cartão não consegue ser paga) – por volta de 360% ao ano.

Crédito Consignado Privado – O juro médio fica por volta de 40% no ano.

Os juros vão começar a aparecer quando a pessoa se encontra no negativo ou não paga a sua fatura. Porém, alguns clientes pagam juros de valores elevados, mas não percebem que há outras opções de empréstimo que são mais baratas.

Os especialistas apontam que a pessoa deve, primeiramente, observar se as suas dívidas podem ser sanadas em um empréstimo. Caso não seja possível, ela deve fazer uma avaliação sobre as linhas de crédito que possam ser mais vantajosas.

Nenhum tipo de empréstimo é muito barato, mas alguns apresentam taxas de juros mais baixas em comparação como o cheque especial, por exemplo.

O Crédito Consignado:

Os especialistas indicam muito essa modalidade, pois apresenta no mercado com juros mais reduzidos. As parcelas da dívida ficam descontadas na folha salarial da pessoa endividada. Os bancos contam com uma garantia maior de que vão receber e as taxas ficam menores.

Porém, nem todos os clientes contam com o acesso ao crédito consignado. Essa modalidade é voltada para aposentados do INSS e aos pensionistas.

Sites que disponibilizam crédito pessoal:

Certos portais oferece o crédito pessoal com uma taxa de juros reduzida em relação aos bancos de renome. Os sites não apresentam custos de manutenção com as agências físicas e ficam com um rigor maior em termos da concessão do crédito. Os sites contam com uma parceria com bancos médios e pequenos do mercado.

O ponto negativo é uma análise rigorosa do crédito que se faz, o que pode deixar algumas pessoas de fora.

Imóvel refinanciado:

Nessa modalidade de empréstimo o proprietário vai apontar o seu imóvel para ser uma garantia de dívida. O banco pode retomar o imóvel, uma vez que não tenha o pagamento da dívida. Com juros mais reduzidos, os valores do empréstimo chegam a ultrapassar os R$ 20 milhões com prazos bem longos.

O seu ponto negativo é o não pagamento da dívida e o banco retomar o imóvel.

O 13° salário antecipado:

Conta com a contrapartida do décimo terceiro salário e apresenta taxas de juros bem baixas em comparação com os outros empréstimos pessoais. O seu ponto de desvantagem é que, uma vez que o empregador não faça o depósito do 13° salário, a dívida será descontada na conta da pessoa com a dívida na data acordada.

A restituição do Imposto de Renda antecipada:

O pagamento da dívida é feito na conta do devedor quando acontece o depósito da restituição do Imposto de Renda. Com isso, os bancos também possuem maior garantia que vão receber e as taxas são reduzidas (a partir de 1,93% por mês e 25,78% anual).

Porém, caso aconteça uma inconsistência na declaração do seu Imposto de Renda, a pessoa poderá ficar na Malha Fina e o valor da restituição fica reduzido, ou então, nem é depositado.

Empréstimos


O programa seguro desemprego trouxe mudanças para 2016. Confira quais foram.

Garantido pelo artigo 7° dos Direitos Sociais da Constituição Federal, o programa Seguro Desemprego é um direito do trabalhador, que trata de um auxílio financeiro temporário. Através dele, o trabalhador, calmamente, consegue buscar uma nova colocação no mercado de trabalho.

O programa seguro desemprego trouxe mudanças para 2016. Com isso muitas dúvidas se apresentaram. Por isso, vamos fornecer detalhes de quem pode ter direito ao Seguro Desemprego; se o profissional está habilitado para receber; informações sobre a data de pagamento, como sacar e as novas regras de parcela do seguro 2016.

Quem tem Direito ao Seguro Desemprego 2016?

Foi demitido sem justa causa? Então você tem direito a receber a remuneração do seguro desemprego 2016. Além do trabalhador demitido, o programa também beneficia os empregados domésticos; os pescadores na época do defeso, que é nada mais que a proibição da pesca; e os que foram resgatados de trabalho similar ao escravo.

Habilitação do Seguro Desemprego 2016:

Para fazer a solicitação do seguro, o desempregado deve verificar se sua situação está entre as definidas pela nova legislação. Caso negativo, a solicitação não será agendada pelo Ministério do Trabalho e Emprego – processo esse que deve ser realizado exclusivamente pelo site do órgão.

Caso positivo, o próximo passo é fazer o agendamento, como informamos acima. O site do Ministério do Trabalho e Emprego irá solicitar as informações, como dados do último contratado de trabalho e detalhes de alguns documentos pessoais.

Como Receber e Parcelas das Novas Regras Seguro Desemprego 2016:

Antigamente era necessário ir até a agência da Caixa para que o agendamento do seguro desemprego fosse processado. Em 2016 tudo mudou. Como informamos acima, através do site do MTE, é possível realizar o próprio agendamento. Depois daí é só aguardar que o sistema irá calcular todas as informações para definir a data em que o trabalhador poderá comparecer à agência da Caixa Econômica.

Por lá, o demitido irá dar entrada nos documentos. Depois daí, o brasileiro irá obedecer as novas regras do Seguro Desemprego, que deverá será pago em 3, 4 e 5 parcelas, dentro de algumas exigências feitas por lei:

– 3 parcelas – depois de ter atuado com registro em carteira de trabalho entre 6 e 11 meses, para ter o terceiro pedido de Seguro Desemprego;

– 4 parcelas – para ter o primeiro pedido, o profissional deve ter atuado entre 18 e 23 meses nos últimos 36 meses; Enquanto ao segundo pedido, o prazo é de 12 a 23 meses, depois de ter registro em carteira. Já o terceiro pedido, só é processo depois de ter registro em carteira entre 12 e 23 meses;

– 5 parcelas – é exigido no mínimo 24 meses com registro, para executar o segundo pedido; já o terceiro pedido do seguro é calculado após registro em carteira de também 24 meses.

Por Flavinha Santos

Seguro Desemprego


Foi aprovado o reajuste médio de 16,78% na tarifa da conta de luz no estado do Rio de Janeiro.

Está previsto mais um aumento na conta de luz, dessa vez o estado afetado será o Rio de Janeiro.

Conforme a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), foi aprovado no dia 4 de novembro um reajuste médio 16,78% na tarifa.

Essa aprovação influencia nas tarifas da distribuidora de energia elétrica Light, com atuação no estado do Rio de Janeiro. A mesma empresa já teve sua tarifa reajustada no mês de março deste ano.

A partir de sábado, dia 7 de novembro, já entra em vigor a alta de 17,2% para tarifas para clientes residenciais e de 15,9% para as tarifas de clientes industriais.

Serão afetados 31 municípios em todo o estado do Rio de Janeiro, compreendendo 3 milhões e 700 mil clientes residenciais e industriais.

Como justificativa, a Aneel alega aumento no custo da compra e no transporte da energia em virtude da baixa do nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do Brasil, incluindo o pagamento de encargos setoriais.

O valor pago pela Light pelo megawatt-hora subir de 123 reais para 147 reais, gerando uma alta de 19,5%. O aumento do custo médio fica compatível com o aumento repassado ao consumidor final.

A Agência Nacional de Energia Elétrica define o percentual como um teto a ser aplicado pelas distribuidoras, mas cada distribuidora tem autonomia para definir o percentual a ser aplicado, podendo ser um percentual inferior ao indicado pela Aneel.

É comum todo ano as tarifas sofrerem um reajuste, dependendo do índice que for indicado pela Aneel. Desde 2014, as tarifas de energia elétrica estão sendo encarecidas devido ao baixo nível de água dos reservatórios.

O objetivo das distribuidoras não é o lucro com a revenda da energia comprada das usinas, mas lucrar com o transporte e distribuição aos seus clientes. Então já era esperado que todo aumento no custo da energia seja repassado ao cliente final.

Por Jean Fretta Pereira

Conta de luz


Aposentados e pensionistas do INSS que quiserem realizar um empréstimo pessoal consignado terão que arcar com juros mais altos, que passou a ser de 2,34% ao mês.

Na última quinta-feira, 29 de outubro de 2015, o Conselho Nacional de Previdência Social aprovou o aumento das taxas de juros do crédito consignado. A medida é válida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. É importante destacar que tal medida já vinha sendo discutida há alguns meses.

Dessa forma, com as mudanças anunciadas, o empréstimo pessoal passou a ter taxa de juros de 2,34% ao mês, sendo que anteriormente essa taxa era de 2,14% ao mês. O resultado final é ainda pior quando consideramos a taxa de juros para empréstimos feitos através do cartão de crédito: a mesma passou de 3,06% para 3,36%.

É importante destacar que a medida ainda não é válida, haja vista ser necessário que seja feita a publicação no Diário Oficial da União de Resolução do Instituto Nacional do Seguro Social. É esperado que a resolução seja publicada nos próximos dias.

Como já citado nesta matéria, essa era uma pauta bastante antiga e que vinha sendo discutida com frequência. O Conselho Nacional de Previdência Social já estava debatendo tal assunto desde maio de 2015. Além disso, o Ministério da Previdência destacou que o sistema financeiro que opera o crédito consignado para aposentados e pensionistas estava exigindo um aumento ainda maior que o resultado final divulgado, no entanto, os órgãos responsáveis pelo aumento decidiram não atender a tal exigência.

Outro detalhe muito importante é que o limite do crédito consignado também sofreu aumento, sendo que o mesmo passou de uma taxa de 30% da renda para 35%.

O texto da lei sancionada que estabeleceu o aumento de 5% no limite do crédito consignado destaca que o percentual de aumento apenas deve ser usado para quitar despesas com cartão de crédito. Portanto, o trabalhador terá o direito de solicitar juntamente com o seu banco o valor de até 30% de seu salário, sendo que os outros 5% disponíveis poderão ser usados para que o mesmo possa pagar suas dívidas juntamente com o cartão de crédito.

Por Bruno Henrique

Dinheiro


Em setembro, a taxa de juros dos empréstimos bateu recorde dos últimos 6 anos.

A taxa de juros em empréstimos bateu recorde no mês de setembro de 2015. Desde junho de 2009 a elevação dos índices não alcançava esses patamares.

A taxa média acumulada no ano chegou a 131,1%, com alta de 1,26% se comparado ao mês de agosto do mesmo ano, conforme a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade).

O empréstimo para financiamento de automóveis foi o índice que apontou maior correção com 2,7% de aumento no mês.

O juro do cartão de crédito chegou a 13,59%, com alta de 1,65% se comparado a agosto de 2015. O acumulado de 361,40% ao ano faz do juro do cartão de crédito o maior desde março de 1996.

Foi constatada elevação nas taxas nas seguintes modalidades de crédito para pessoa física: juros do comércio em geral (crediário), cartão de crédito rotativo, empréstimo pessoal de bancos, cheque especial, empréstimo pessoal de financeiras e CDC bancos para financiamentos de veículos.

Alguns bancos já tinham anunciado a elevação da taxa de juros do cheque especial. O consumidor deve estar em alerta com as facilidades promovidas na aquisição de crédito pelas instituições financeiras. Inclusive o Procon pede que retardem certas compras que dependam dessa situação para quando a conjuntura econômica estiver mais favorável, pois a situação deve continuar mais delicada por algum tempo.

Para pessoa jurídica houve aumento nas linhas de conta garantida, capital de giro e desconto de duplicatas.  A linha de conta garantida apresentou o maior aumento desde outubro de 1999.

Segundo a Anefac, em virtude do atual cenário econômico o risco de inadimplência se torna maior, acarretando na permanência dos altos índices das taxas de juros para os próximos meses. A turbulência econômica e também política, a alta carga tributária e a queda da nota de crédito do país, ajudam a manter os índices altos.

Por Jean Fretta Pereira

Empréstimo


Valor foi o pior resultado no mês de setembro desde o ano de 1995. No ano, a poupança já soma uma perda correspondente a R$ 53,791 bilhões.

No mês de setembro do ano corrente a caderneta de poupança registrou uma saída líquida de R$ 5,293 bilhões. O montante corresponde ao pior resultado no mês de setembro desde o ano de 1995. No ano, a poupança já soma uma perda correspondente a R$ 53,791 bilhões.

No último dia 6 (terça-feira) o Banco Central informou que o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) teve um prejuízo de R$ 5,377 bilhões no último mês. A poupança rural, ao contrário, obteve saldo positivo de R$ 83,384 milhões.

O desempenho ruim da caderneta de poupança tem múltipla motivação. Uma delas é a persistente alta dos preços, impulsionada pela alta da inflação. Outro fator que contribui é a fraqueza no mercado de trabalho, esses fatores prejudicam o poder de compra do consumidor, que tem como opção a retirada de recursos da caderneta de poupança. A alta da taxa Selic (taxa básica de juros da economia) também pesa contra a poupança, pois faz com que outros investimentos fiquem mais interessantes.

A queda marca o 9º mês seguido que a poupança registra déficit. O investimento, apesar de ser mais conservador e de pouco risco, torna-se cada vez menos atrativo para os investidores.

O cenário atual da poupança reflete diretamente no financiamento imobiliário, uma vez que pelas regras do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), 65% dos recursos da caderneta devem ser direcionados, obrigatoriamente, para o crédito habitacional.

O aspecto que sofre consequências diretas do mau desempenho da caderneta de poupança é a concessão de empréstimos. Com a escassez de recursos, muitos bancos modificam as regras para realizar empréstimos, mudanças essas que dificultam a concessão do crédito por parte do consumidor.

A reação em cadeia provocada pela recessão da economia prejudica o consumidor em vários aspectos: dificuldades para adquirir imóvel próprio, altas sucessivas na inflação, restrições para concessão de empréstimos, alta taxa de juros, dentre outros. Ficamos na expectativa de uma retomada da economia para o ano de 2016.

Por André César

Poupança


No acumulado do ano até agosto, a busca por crédito por parte dos consumidores teve uma redução de 9,2%.

Continua em queda a procura do consumidor por crédito no Brasil. De acordo com a Boa Vista SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito, o acumulado do ano até o mês de agosto já chega a apresentar uma redução de 9,2% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Neste último mês de agosto a queda por crédito apresentou uma queda de 4,5% em relação a julho, já dando sinais claros de que o brasileiro está cada vez mais preocupado com os próximos meses e a crise que não quer passar. Vale ressaltar que entre agosto e julho de 2014 a queda chegou a 4%.

E no acumulado dos últimos 12 meses a redução na procura por crédito foi de 9,9% sendo que entre todos os seguimentos que formam este indicador, a procura por crédito nas instituições financeiras ficou entre as que apresentaram maior baixa, com uma redução de 4,8% de agosto para julho e no setor financeiro a queda chegou a 4,3%.

A redução na busca por crédito demonstra claramente como o consumidor brasileiro está cauteloso em uma época em que o país atravessa uma forte crise.

Outros motivos também estão contribuindo para manter o consumidor afastado do crédito, por exemplo, o crescente desemprego. O comércio continua com as vendas em baixa, as indústrias produzindo menos e ambos os setores estão demitindo. Final de ano é uma época em que há um número maior de contratações, mas para este ano não há expectativa que sejam oferecidos muitos novos empregos e sem remuneração, as pessoas acabam não tendo como buscar por crédito, mesmo que esta seja sua vontade.

Outra questão que tem afastado o consumidor da busca por crédito é a questão dos juros que continuam altos.
As pessoas, em muitos casos, preferem ficar inadimplentes, com o nome cadastrado nas empresas de proteção ao crédito, do que buscar por crédito e mais adiante se complicarem ainda mais.

Diante deste cenário a expectativa é que a busca do consumidor brasileiro por crédito continue em queda pelo menos até o segundo semestre do próximo ano.

Por Russel

Busca por crédito


Países com o maior potencial para os próximos anos são: China, Índia, Indonésia, Nigéria e Filipinas.

Você saberia dizer quais são os países emergentes e com as classes médias mais promissoras atualmente? Dificilmente saiba, porque isso é feito por meio de pesquisas, levantamentos de dados e estatísticas – e não é um mero fato que se possa classificar como curiosidade e sim, uma informação de grande importância para formuladores de políticas e também para empresas.

Quem fez esse trabalho foi a consultoria Euromonitor, e por meio dele, conseguiu identificar os países com o maior potencial para a próxima década ou mais, tomando como base os domicílios de classe média, seu crescimento e também o aumento de renda.

O Brasil não está na lista, que tem quatro países asiáticos e um africano, países que têm grandes populações e forte potencial de crescimento. O Boston Consulting Group emitiu um relatório recentemente onde consta que a região Ásia-Pacífico (menos o Japão), já ultrapassa a Europa e deve ainda superar a América do Norte, como sendo a região mais rica do mundo – isso em bem pouco tempo: até 2019.

Veja quais são os cinco países emergentes:

China – com o desafio que o país tem em fazer a transição de uma economia de investimento para um que seja focada em consumo e em serviços –  e isso significa o quê? Mais dinheiro no bolso deles, que já são, atualmente, a maior classe média mundial. 

Índia – estima-se que a Índia tenha um crescimento médio de 5% ao ano, o que fará com que, em 2050 ela pule do 10º para o 3º e que garanta um lugar entre as maiores economias mundiais. Indiretamente, quem também ganhará com isso? O Brasil, que exporta alimentos e minério de ferro, pois com todo esse crescimento, a renda aumenta, assim como aumentará a ingestão de calorias (nossos alimentos exportados) e eles precisarão melhorar sua infraestrutura (nosso minério).

Indonésia – o país, que pelas previsões também será uma das maiores economias mundiais até 2050, ocupará a 4ª posição, atualmente está na 16ª e já tem a 4ª maior classe média mundial, logo atrás dos Estados Unidos, Índia e China.

Nigéria – o país já tem a maior população, a maior economia e o maior mercado de consumo do mundo. O seu crescimento se dará principalmente no aumento de gastos na área de comunicação e isso virá como reflexo do cenário otimista de telecom no país.

Filipinas – o país entra na lista pela sua enorme população, crescimento econômico estável e porque tem uma das melhores distribuições de renda mundial. Estima-se que a renda mediana cresça 70% entre 2015 e 2030, o que a faz pular para o quinto lugar na lista de países emergentes com as classes médias mais promissoras.

Por Elia Macedo

Países emergentes


Reservando apenas 8% do seu salário todo mês é possível garantir uma aposentadoria tranquila.

Com a crise financeira e o futuro incerto, tem mais brasileiro se preocupando com o futuro e, claro, com a aposentadoria. Só que com um salário pequeno não é possível economizar muito, então como seria possível fazer um bom investimento para garantir a aposentadoria?

Quando se fala em aposentadoria o melhor investimento é a longo prazo e, claro, encontrando uma forma de fazer suas economias renderem mais ao longo dos anos em que você estará juntando o dinheiro.
Até bem pouco tempo atrás, as pessoas abriam uma poupança e iam depositando um pouquinho todos os meses, mas isso não compensa mais, porque o dinheiro na poupança sofre desvalorização, então quem coloca dinheiro na poupança está é perdendo dinheiro.

Outra dica muito importante é aprender a gastar menos do que você ganha. Ninguém consegue planejar um futuro seguro que os gastos excedem o salário. Você não precisa deixar de comprar as coisas que precisa para economizar, basta reservar cerca de 8% do seu salário todo mês, reservando este valor para um investimento que garanta rendimento para seu dinheiro até sua aposentadoria.
Claro que, quanto mais novo o trabalhador for, melhor será sua aposentadoria, porque conseguirá juntar um montante maior, mas nunca é tarde para começar a pensar no futuro.

Uma boa alternativa para investir o seu dinheiro é em "títulos públicos", por exemplo, o Tesouro IPCA+ oferece bons juros acrescidos da inflação. Você deve escolher os que têm vencimentos mais distantes e todo mês comprar mais títulos.

Importante também é que a pessoa tenha disciplina, porque no início ela está pensando na aposentadoria e começa a juntar dinheiro, só que quando ela consegue atingir um valor mais alto já muda os planos, pensa em comprar um carro 0Km, um imóvel ou fazer uma viagem para o exterior.

É preciso definir que o dinheiro separado mensalmente para a aposentadoria não será utilizado para outro propósito. Mesmo recebendo um salário pequeno você pode e deve já começar a pensar em sua aposentadoria. Acesse o site do Tesouro e veja como é fácil começar um investimento seguro com apenas R$ 30,00www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto.

Por Russel

Investir na aposentadoria


Em agosto, o CDB atingiu o valor de R$ 474,37 bilhões.

Conforme o noticiado nos principais meios de comunicação do país, a poupança teve uma grande retirada no último mês. Isso é reflexo da crise econômica do país, que acabou forçando o brasileiro a usar suas reservas para manter suas contas em dia e honrar seus compromissos, e também culpa do baixo rendimento da caderneta de poupança.

Na contramão dessa tendência de queda de investimentos está o CDB. Ao contrário da poupança, que teve dois meses seguidos de queda, o Certificado de Depósito Bancário teve aumento na sua captação pelo segundo mês consecutivo. Os CDBs são a principal fonte de recursos dos bancos.

No final do mês de agosto, o estoque de fundos do CDB era de R$ 474,37 bilhões, R$ 3 bilhões a mais do que no mês de julho, que também já havia registrado uma alta de quase R$ 7 bilhões em relação ao mês anterior.

O superintendente de produtos da Cetip, Fábio Zenaro, acredita que um dos motivos dessa contramão entre os dois fundos de investimento, seja a migração de clientes da poupança para o CDB, que está rendendo bem mais. A taxa utilizada para os rendimentos do fundo é a DI, que estava em 14,13% ao ano, no final do mês de agosto, enquanto que a rentabilidade da poupança atingia apenas 6% ao ano, mais TR.

Zenaro também acredita que o aumento do CDB seja produto do fluxo dos recursos advindos de Letras de Crédito Agrícola, e Letras de Crédito Imobiliário, que possuem isenção no Imposto de renda. Esses fundos perderam alguns investidores, pois no mês de agosto, o governo mudou as regras para resgate das novas emissões. A partir da data, o prazo mínimo para resgate do investimento passou a ser de 90 dias o que diminuiu o interesse do público, segundo o especialista. Então esse público passou a adotar, como alternativa o CDB, que tem um bom rendimento e possibilita o resgate mais cedo.

Por Patrícia Generoso

CDB


Com o rebaixamento da nota do Brasil, o dólar disparou e atingiu o valor de R$ 4,35.

Um acontecimento negativo e que trouxe diversos impactos indesejados para a economia brasileira foi o rebaixamento da nota brasileira pela Standard & Poor’s. dentre as principais consequência tivemos a grande alta do dólar que ultrapassou o patamar de R$ 4,00 ao bater R$ 4,35. Portanto, esse é um impacto forte no câmbio e que acaba prejudicando diversos setores de nossa economia.

Vale ressaltar que as consequências do rebaixamento da nota brasileira, o que acabou retirando o selo de bom pagador do Brasil, foram imediatas. Portanto, o Governo Federal logo foi em busca de alternativas para conter a alta do dólar. Uma das primeiras medidas em repostas a alta da moeda norte-americana foi o leilão de US$ 1,5 bilhão de linhas de crédito por parte do Banco Central.

Apesar da medida destacada acima, os impactos do aumento do dólar não cessaram. Para se ter uma ideia, o dólar que é vendido aos turistas, ou seja, aquele que engloba tanto o valor da taxa de câmbio à vista como as taxas e margem de lucro de corretoras, alcançou alta de 3% em relação ao valor da semanada retrasada.

Levando em consideração o valor em espécie, às 11h da quinta-feira, 10 de setembro, o valor do dólar chegou a variar entre R$ 4,05 e R$ 4,10 quando as contas foram feitas com a alíquota de 0,38% do Imposto sobre Operações Financeiras. Porém, o resultado foi ainda maior quando o assunto é o cartão pré-pago, haja vista a tributação de nada menos que 6,38%. Nessa categoria o dólar chegou a variar entre R$ 4,25 e R$ 4,35.

Apesar do grande aumento no valor do dólar, as corretoras também acabaram enfrentando problemas. O grande motivo para isso está relacionado à queda na procura do dólar que soma 30%. Com isso, as corretoras buscam oferecer descontos tanto na cotação, bem como a serviços oferecidos aos clientes.

Por Bruno Henrique

Dólar


Os alimentos tiveram queda nas vendas e redução nos preços, e isso poderá aliviar a inflação do mês de agosto.

Com a redução nas compras dos brasileiros quando estes vão ao supermercado, os alimentos apresentaram uma queda nas vendas e, consequentemente, tiveram uma redução nos preços e é esta redução que deverá aliviar a inflação do mês de agosto.

Já próximo do dia de divulgação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, as informações obtidas através de duas pesquisas mostram que a inflação poderá ter uma queda no mês de agosto.

Os itens que são considerados como "essenciais" tiveram uma redução no preço em quase todas as 18 capitais onde o Dieese realiza a "Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos".

E o IGP-DI – Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, também desacelerou neste mesmo período. O cálculo é feito pela FGV – Fundação Getúlio Vargas e a redução foi de 0,58% para 0,40%, sendo mais uma vez uma queda que foi puxada pelo "grupo de alimentação".

Mas os analistas já avaliaram estes resultados e alertam que esta é uma queda pontual, não sendo suficiente para compensar a alta que vem sendo registrada nestes últimos meses.

Os dados obtidos pelo Dieese apontaram que esta queda teria sido graças aos produtos 'in natura' e a cidade de Fortaleza foi a que registrou uma queda maior, com uma redução média em torno de 4,6%, sendo que o tomate se destacou pela queda no preço de 23,53%. Já no Rio de Janeiro, a queda foi menor, ficando em 2,77% e o preço do tomate caiu 23,88%.

A Fundação Getúlio Vargas, através de suas pesquisas, obteve resultado bastante semelhante, pois os alimentos que em julho tiveram uma alta no preço de 0,79% em agosto tiveram uma deflação de 0,11%. Pelos dados da FGV, o tomate teve uma queda de 17,06% no preço e a batata uma deflação de 20,28%.

Mas o motivo desta queda não é apenas pelo fato dos consumidores estarem comprando menos, tem ainda outros fatores ajudando, como a redução dos preços agrícolas e a boa safra registrada.

O único problema é que esta queda não é uma tendência, é só um movimento rápido, ou seja, não tem como afirmar que a inflação já está controlada, pois espera-se alta para os últimos meses de 2015 e também no início de 2016.

Por Russel

Preço dos alimentos

Foto: Divulgação


Governo pretende aumentar a tributação nos smartphones e nas bebidas. Isso seria uma das soluções encontradas para tentar frear a crise que o País está atravessando.

O Governo está prevendo alta nos impostos para dois setores que certamente não agradarão muito o brasileiro: o projeto do Governo é aumentar a tributação nos Smartphones e nas Bebidas, duas das grandes paixões do brasileiro.

Ao perceber essa tendência de consumo do brasileiro, o Governo percebeu que pode ser uma boa fonte de arrecadação para o ano de 2016, e que ajudaria a frear a crise econômica que estamos vivendo.

A notícia foi divulgada na última segunda-feira (dia 31), onde foi apresentado o projeto do orçamento federal para o próximo ano. Além de rever a política de benefício fiscal do programa de inclusão digital, que reduzia as alíquotas de PIS/Cofins sobre a venda de computadores e notebooks (e outros eletrônicos), o Governo também pretende aumentar os impostos sobre as bebidas quentes, como destilados e vinhos.

No caso da tributação sobre os aparelhos eletrônicos, o ministro disse que uma Medida Provisória será enviada ao congresso, a fim de que seja revista a política de redução de impostos que vigora atualmente. Porém, o ministro não deixou claro se o benefício acabaria ou se seria apenas reduzido.

O corte de despesas e o arrocho parecem estar só começando. O Governo já prevê que mesmo com todas as medidas previstas para tentar reequilibrar a economia, o próximo ano começará com um déficit de R$ 30,5 bilhões no orçamento. O índice é inédito, e vem assustando os brasileiros, que pouco a pouco vem perdendo a confiança no governo.

Mas, segundo o ministro da fazenda, Joaquim Levi, todas as medidas e sacrifícios são bem pensados e necessários para que o país saia do cenário pessimista e volte a crescer. Segundo ele, o orçamento apresentado pode ser considerado transparente, e provoca reflexão em todos os brasileiros, em um momento em que o país enfrenta mudanças significativas de seu ambiente econômico.

Por Patrícia Generoso

Impostos sobre smartphones e bebidas

Foto: Divulgação


Governo decidiu que o pagamento de 50% do adiantamento do 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS será feito a partir de 24 de setembro.

O Palácio do Planalto divulgou na noite desta segunda-feira (24/08) a decisão sobre o pagamento do adiantamento da metade do 13º salário dos pensionistas e aposentados que recebem do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): será pago em uma só vez a partir do dia 24 de setembro.

Depois de já ter se pronunciado sobre parcelar o adiantamento, 25% seria pago na folha de setembro e os outros 25% na folha de outubro, o Governo voltou atrás e decidiu pagar como habitualmente faz: 50% em uma só parcela. Diluir o adiantamento em duas parcelas era uma tentativa do Governo de passar pelas dificuldades que está tendo com a arrecadação. Acontece que essa decisão foi bastante criticada e como o Governo não está em um de seus melhores momentos, está enfrentando uma grave crise política e os governantes estão com seus nomes envolvidos nos escândalos de corrupção – frente a isso a presidente Dilma Rousseff decidiu manter o pagamento integral (50%) do adiantamento dos aposentados.

Caso fosse mantida a decisão de pagar o adiantamento em duas parcelas, como fora decidido anteriormente, o Governo certamente enfrentaria um grande desgaste, pois essa é uma medida muito impopular. Já havia sido modificada, pois esse adiantamento é sempre pago em agosto (desde 2006) e isso já foi considerado uma medida impopular. O Sindicato dos Aposentados, Pensionistas e Idosos se pronunciou, acusando o Governo de criar um colapso nas finanças dos aposentados e pensionistas, uma vez que contavam com o valor e uma grande maioria já o havia até empenhado.

Quem também se pronunciou na semana passada foi a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), alertando para o risco de haver um grande número de ações judiciais, caso não fosse revista essa medida de parcelar o adiantamento.

Essa decisão é a última, depois de tantas idas e vindas o Governo bateu o martelo. A outra parcela será paga como de costume, no mês de novembro.

Por Elia Macedo

13º salário dos aposentados


Brasileiros emitiram 1,3 cheques sem fundos no mês de julho, segundo a Serasa. O que representa 2,29% do total de cheques compensados durante o mês.

Nunca se emitiu tanto cheque sem fundos quanto no último mês de julho. Um levantamento feito pela empresa Serasa, revelou que os brasileiros emitiram 1,3 cheques sem fundos somente no último mês. A pesquisa foi divulgada na última terça-feira (dia 18).

O número corresponde a um recorde para o mês de julho, desde 1991, quando a série foi criada. O número registrado corresponde a 2,29% do total de cheques compensados durante o mês.

Desde o começo deste ano, cerca de 8,75 milhões de cheques já foram devolvidos à sua origem, por falta de fundos. O número corresponde a 2,2% do total de cheques compensados. O resultado é o segundo maior percentual para o período do primeiro semestre do ano, desde que o levantamento começou a ser feito. O percentual só foi maior no ano de 2009, quando chegou aos 2,29%. No ano passado o percentual era de 2,11% de cheques sem fundos.

Segundo a Serasa, a culpa pela falta de pagamentos dos consumidores é o aumento das taxas de desemprego, e também a atual situação econômica do País, que está marcada pela recessão pelo aumento dos juros e da inflação.

Com esse cenário pessimista, os consumidores acabam tendo “sérias dificuldades” para honrar seus pagamentos, e mesmo quem tem boas intenções ao passar um cheque, às vezes pode não conseguir os fundos necessários para cobrir o seu valor. Dessa forma aumenta o número de devoluções.

Inadimplência não-bancária:

O Serasa Experian também avaliou que os índices da chamada inadimplência não-bancária, que englobam cartões de crédito, lojas em geral, financeiras e concessionárias de serviços, também aumentaram na passagem do mês de junho para o mês de julho. Com as dificuldades enfrentadas pelos brasileiros em honrar suas contas, a alta do mês foi de 0,6%.

Se comparado com o período do ano passado o número chega a 19,4% a maior alta desde 2011. Ao compararmos com o acumulado para o primeiro semestre, a inadimplência não-bancária subiu 16,8%.

Por Patrícia Generoso

Cheques sem fundos

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Saques da caderneta de poupança registraram R$ 2,453 bilhões a mais que os depósitos no mês de julho de 2015. O acumulado do ano apresenta um saldo negativo de R$ 40,995 bilhões.

Foi realizado um levantamento pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e constatado que  os saques da caderneta de poupança foram bem maiores que os depósitos realizados no mês de julho de 2015.

Para ter uma ideia de como esse levantamento é bem preocupante, o Bacen confirmou que os saques foram bem maiores que os depósitos, onde alcançaram um registro de R$ 2,453 bilhões. Essa marca é considerada a pior para o mês de julho desde o ano de 1995 e ainda foi mostrado que o acumulado do ano apresenta um saldo negativo de R$ 40,995 bilhões.

Poderia ser em um ar bem mais elevado, pois o resultado não ficou tão negativado pelo fato de ter ocorrido uma entrada líquida de exatamente R$ 4,359 bilhões no último dia útil do mês, enquanto que até o dia 29 essa marca já registrava a soma de R$ 6,813 bilhões.

Outra marca ainda registrada é o fato de que no mês de julho do ano passado, ainda teve uma captação líquida que alcançou a marca de R$ 4,028 bilhões, enquanto que nesse mesmo ano a poupança captava uma cifra de R$ 24,034 bilhões, um registro bem menor do que o ano de 2011.

Os motivos apresentados para ocorrer o saque da poupança são:

1.       Inflação elevada;

2.       Aumento do desemprego;

3.       Menor crescimento da renda do trabalhador;

4.       Maiores gastos com tarifas;

5.       Maiores gastos com combustíveis;

6.       A Taxa Selic apresentou uma alta de 14,255% ao ano, fazendo com que deixe de ser atrativa a caderneta, fazendo com que a rentabilidade desse lugar a outros investimentos, mesmo levando em consideração a isenção que trata o Imposto de Renda.

Com tudo isso, o Bacen agora está mudando as regras de compulsórios sobre a poupança, visando fazer com esses recursos sejam responsáveis para melhor a maior parte dos investimentos que dizem respeito aos financiamentos imobiliários.

Outros dados ainda apresentados são que:

  • Saque inferior ao rendimento de R$ 4,138 bilhões;
  • Patrimônio total da poupança chegando ao valor de R$ 648,246 bilhões, no lugar dos R$ 646,561 bilhões;
  • Resgate líquido de R$ 2,372 bilhões (SBPE) no crédito imobiliário;
  • Crédito rural com uma saída líquida de R$ 81,336 milhões (SBPR).

A poupança segue a remuneração desde 2013 correspondente ao valor de 0,5% ao mês mais TR, enquanto que se a Selic ficar abaixo de 8,5% ao ano, esse rendimento vai ser de 70% da taxa básica de juros.

Por Fernanda de Godoi

Saque da poupança


Governo liberou instituições financeiras a concederem crédito consignado para refinanciamento de dívidas de cartão de crédito.

As dívidas dos brasileiros podem estar com os seus dias contados. É o que diz a mídia recentemente, sobre o Governo ter liberado instituições financeiras a concederem crédito consignado para refinanciamento de dívidas de cartão de crédito.

A medida foi sancionada por nada mais nada menos que a presidenta Dilma Rousseff, que assinou um decreto que passou a valer a partir do mês de julho.

Apesar do crédito ser consignado, ou seja, descontado no holerite do trabalhador – o que facilita para muitos – as taxas de juros poderão vir absurdamente altas, pois se trata de um empréstimo. Alguns críticos temem o aumento da dívida ao invés de saná-la, pois muitas pessoas não têm educação financeira para lidar com um recurso a mais para pagar, aumentando ainda mais as despesas pessoais do trabalhador.

Outro fator preocupante desse recurso além da taxa alta, é a qualidade dos empréstimos da maioria dos bancos brasileiros, pois dependerá muito da proporção do valor inteiro recorrido pelo trabalhador. Esse decreto permite que as instituições de crédito liberem empréstimos de até 35% do valor total do salário do trabalhador.

Mesmo o empréstimo consignado sendo de pouco risco, é preciso ter muita cautela na hora de escolher uma instituição financeira para recorrer ao recurso. Só para ilustrar como exemplo, nos EUA, os bancos cobram apenas 15% ao ano de juros de cartões de crédito, enquanto no Brasil, os consumidores pagam cerca de 85% dos cartões de crédito e 27% de juros só de empréstimos consignados. Nos EUA o porcentual maior de crédito são as hipotecas, que equivalem cerca de 70% da economia americana, enquanto aqui no Brasil esse valor cai para 32%.

Vale lembrar que esse recurso pretende beneficiar primordialmente pessoas físicas, e com dívidas acumuladas de cartão de crédito.

Por Daniela Almeida da Silva

Empréstimo consignado


Alguns tipos de empréstimos contam com juros mais baixos e facilitam a condição de pagamento dos clientes.

Quem está com o orçamento mais baixo, por vezes tem que optar pela opção de empréstimos, para suprir alguma emergência financeira que surja. Só que os juros de algumas opções de empréstimos podem ser tão altos que o valor pago ao final, em alguns casos, pode ser maior que o dobro do valor contratado inicialmente, trazendo assim prejuízo ao consumidor. Para ficar atento às taxas de juros e não cair em uma furada, confira abaixo algumas opções de empréstimos que oferecem juros mais baixos:

1-      Crédito consignado:

Se você é aposentado, recebe por cartão eletrônico ou é servidor público, pode optar por essa linha de crédito que dentre as outras é a que oferece a menor taxa de juros. Isso acontece porque as parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento do devedor, evitando assim inadimplência. Como os funcionários públicos e aposentados possuem salário fixo, os empréstimos são seguros para os bancos, que não precisam cobrar juros por possíveis faltas de pagamento.

2-      Refinanciamento de imóvel:

O cliente oferece seu imóvel como garantia da dívida, e o banco tem a certeza de que tem uma forma de compensar a dívida, caso o cliente não pague as parcelas que deve. Em alguns casos, os juros do refinanciamento podem ser menores que a do crédito consignado, estando na faixa entre 19,56% e 26,82% ao ano, sem contar os outros custos da operação, que podem encarecer o contrato.

O cliente tem que ficar atento, já que o risco de perder o imóvel existe e é grande. Caso as parcelas não sejam pagas, corre-se o risco de ter o imóvel tomado pelo banco.

3-      Antecipação da Restituição do Imposto de Renda:

Como também é um fundo que o banco sabe que o cliente terá no futuro os juros costumam cobrir somente as tarifas da transação bancária. As taxas ficam por volta de 1,93% ao mês o que equivale a 25,87% ao final do ano.

A única desvantagem é que se houver algum problema com a sua declaração e seu nome cair na malha fina, o seu valor de restituição pode ser menor ou mesmo não ser devolvido e o banco continuará cobrando a sua dívida, mesmo que você não receba a restituição. Por isso todo o cuidado é necessário para que seu nome não caia na malha fina.

4-      Antecipação do 13º:

Assim como a antecipação do Imposto de renda, a antecipação do 13º salário oferece menor risco aos bancos e, portanto, menor juros para o consumidor. Os riscos são a de o empregador não depositar o benefício, o que pode deixar o trabalhador sem saldo para quitar sua dívida.

Além disso, antecipar o seu 13º salário é uma medida que deve ser tomada só em casos extremos já que no final do ano costuma-se gastar muito mais do que em outras épocas do ano, e caso  o13º já tenha sido usado, o trabalhador  corre o risco de adquirir mais dívidas para cobrir sua dívida.

5-      Crédito oferecido por sites:

Como não são aliados a uma instituição bancária, nem a uma loja física, alguns custos com manutenção de agências não existem, o que faz com que os juros sejam reduzidos. A concessão de empréstimos ,no entanto, é um pouco mais rigorosa, gerando um processo de muita burocracia, que pode aborrecer alguns clientes. O processo de análise é necessário para garantir a confiabilidade dos clientes. Como o ambiente é virtual, desconfie de sites pouco conhecidos e que ofereçam grandes vantagens logo a princípio.

Mesmo com essas opções, os especialistas aconselham a só pegar empréstimos em último caso, em casos extremos ou de emergência, para não comprometer o orçamento familiar.

Por Patrícia Generoso

Empréstimo


Queda no percentual das famílias com dívidas é a segunda consecutiva de 2015.

Com o aumento da taxa de desemprego e a inflação subindo era esperado que o brasileiro ficasse endividado, porém uma a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostrou que o percentual de famílias com dívidas caiu para 61,9% este mês. Essa é a segunda queda consecutiva de 2015.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor foi realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. No mês passado, 62% das famílias se encontravam com dívida, em 2014, no mesmo mês, o percentual era de 63%.

De acordo com a Confederação a alta das taxas de juros, a moderação do crescimento do crédito, a alta de inflação e a queda real da remuneração dos trabalhadores provocaram impactos nos índices de inadimplência de forma negativa. A pesquisa mostrou que 77,4% das famílias endividadas estão devendo faturas do cartão de crédito. Financiamento de carro atrasado representa 13,5% das famílias e carnês representam 16,3%.

Brasileiro permanece com dívidas:

Mesmo com a queda no percentual de endividados, o índice dos brasileiros que permanecerão com dívidas subiu para 8,1%, ou seja, são pessoas que sabem que não conseguirão quitar os débitos. Essa é a maior alta desde outubro de 2011, esse percentual em julho de 2014 era de 6,65% enquanto no mês passado era de 7,9%.

A quantidade de famílias que responderam que estão com muitas dívidas também aumentou chegando ao total de 12,9%.

Essa pesquisa também revelou que o tempo médio de atraso no pagamento é de 59,8 dias, enquanto em 2014 o atraso médio era de 61,3 dias. O comprometimento da renda com pagamento de dívidas em atraso é de 7,1 meses para a maioria dos endividados, porém 33,7% deles responderam que vão demorar mais de um ano para conseguir deixar as contas em dia como o desejado.

Para sair das dívidas a melhor opção é aposentar o cartão de crédito e só voltar a gastar depois de já ter quitado as contas que estão em aberto.

Por Jéssica Posenato

Endividamento das famílias

Foto: Divulgação


Limite foi ampliado para 35% da renda do trabalhador, porém, esses 5% a mais de crédito somente pode ser utilizado para quitar dívidas do cartão de crédito.

O crédito consignado, que vem sendo cada vez mais utilizado, é aquele que mensalmente é descontado da folha de pagamento do trabalhador, teve o seu limite de crédito ampliado, através de medida provisória, subindo de 30% para 35% da renda do trabalhador que precisa do empréstimo. A medida provisória foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, dia 13.

Porém, de acordo com o texto que já está valendo desde sua publicação, estes 5% a mais só pode ser utilizado se for para quitar as despesas no cartão de crédito, assim o trabalhador brasileiro passa a contar com um empréstimo exclusivo para as dívidas do cartão de crédito, porém com taxas de juros mais baixas.

Todo trabalhador continua tendo direito aos 30% de crédito consignado mais 5% para uso na quitação das dívidas referentes ao seu cartão de crédito.

Dilma Rousseff vetou no mês de maio um aumento no crédito consignado que iria dos 30% para 40% da renda dos trabalhadores brasileiros. Dilma se justificou afirmando que ainda não há uma proteção para o trabalhador que precisa de empréstimos, o que iria comprometer a renda de muitas famílias.

De acordo com pesquisa realizada pelo Banco Central, hoje no Brasil, quase metade das famílias estão com a renda comprometida com dívidas. Em abril chegou a 46,3% o endividamento das famílias, sendo este o maior percentual desde 2005.

Os especialistas criticam duramente o aumento do limite de crédito, uma vez que isso gera a uma ilusão de que a pessoa terá mais dinheiro, quando na verdade, ela apenas estará trocando uma dívida com juros mais altos por outra com juros mais baixos, mas que será paga de todo jeito, porque todos os meses terá aquele valor da parcela para pagar a dívida, descontada de seu salário.

Ainda de acordo com a medida provisória nº 681, o servidor poderá efetuar o empréstimo em favor de terceiros, o que pode ser um risco ainda maior, já que assumirá a dúvida caso a outra pessoa não honre com seus compromissos.

Por Russel

Dinheiro


O segmento que apresentou o maior aumento de inadimplência foi o de recursos livres.

O mês de maio registrou mais um dado negativo: pelo segundo mês consecutivo a inadimplência no mercado de crédito registrou aumento. Em maio o aumento foi significativo no segmento de recursos livres. Com isso, este passa a ser o maior patamar desde o ano de 2013. O cenário é bastante preocupante, pois em meio ao aumento da inadimplência também temos o aumentos dos juros, bem como o forte aperto monetário do Banco Central visando ao controle da inflação.

Como já foi destacado, um dos seguimentos que mais registrou aumento de inadimplência foi o de recursos livres. Vale ressaltar que este segmento se destaca pelas taxas de juros bastante livres, ou seja, as próprias instituições financeiras são quem decidem as taxas nestes segmentos. Neste segmento tivemos a taxa de inadimplência passando de 4,6% em abril para 4,7% em maio.

Seguindo a linha do aumento da taxa de inadimplência, a taxa de juros também não ficou para trás no segmento de recursos livres: foram registrados 42,5% em maio, sendo que a taxa em abril era de 41,8%.

Vale ressaltar que toda essa movimentação no segmento de recursos livres é consequência direta da elevação da taxa Selic promovida pelo Banco Central desde outubro de 2014. O objetivo do BC era controlar a inflação, que já chegou a 8,47% em maio, sendo que a meta do governo era de 4,5%.

Além disso, saiba que o cenário ainda pode piorar, pois o BC já anunciou no Comitê de Política Monetário que elevou a Selic para 13,75% ao ano. Esse aumento nada mais é que um índice de que novos aumentos devem surgir nessa missão do BC para amenizar a inflação que já estourou a meta.

A boa notícia do Banco Central é quanto ao segmento de recursos direcionados. Segundo a entidade, esse segmento conseguiu manter sua taxa de inadimplência, 1,2% no mês de maio. No entanto, a taxa de juros no segmento conseguiu elevação para 9,3%. Caso não saiba, o segmento de recursos direcionados conta com operação que dispõem de taxas ou recursos que são previamente definidos através de normas do governo.

Por Bruno Henrique

Inadimplência


Os bancos apostam na facilidade da tecnologia para oferecer empréstimos por meio dos smartphones.

Cada dia mais as funcionalidades nos celulares estão crescendo. O celular atualmente é praticamente uma extensão do computador e para alguns usuários o substitui completamente.

Os bancos sabem dessa funcionalidade crescente dos aparelhos e atualmente já oferecem serviços de movimentações simples de conta bancária, como consultas, pagamentos e transferências.  E agora uma novidade pretende revolucionar a forma como os usuários utilizam o celular para acesso a conta. A opção de solicitar um empréstimo estará disponível também via celular!

Atualmente o número de empréstimos pessoais vem crescendo, mas as pessoas ainda têm algumas barreiras, como ter que ir à sua agência, ou chegar em algum local com computadores com acesso à internet para solicitar o empréstimo.  O problema é que com a cultura imediatista implantada nos dias atuais, as pessoas querem cada vez mais acessibilidade imediata. Os bancos apostam nessa tendência ao oferecer essa nova funcionalidade. A expectativa é que aumentam ainda mais os pedidos de empréstimo com essa nova facilidade.

O perigo dos empréstimos por celular ainda deve ser medido. O acesso instantâneo a opção de empréstimo com apenas um toque na tela do celular, pode causar o perigo do consumo excessivo. Apesar de ser uma facilidade que ajudará em casos de emergência, por exemplo, alguns clientes podem acabar lesados por tamanha facilidade. Chegará ao fim, por exemplo, o momento de decisão antes de contratar um pacote financeiro de emergência.

O empréstimo pessoal é um recurso para momentos de crise e emergência financeira e deve ser usado com cautela pelos usuários. É preciso ter a consciência de que o empréstimo não é renda extra. Todo o dinheiro emprestado a você deverá ser pago em um prazo determinado para o banco. Mesmo que a tentação de pegar um empréstimo seja grande é preciso pensar se ele é realmente necessário e principalmente se você terá a possibilidade de pagar as parcelas sem maiores prejuízos para sua a renda familiar.

Por Patrícia Generoso

Empréstimo por celular

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Com as mudanças os trabalhadores deverão ter, no mínimo, 12 meses de trabalho para ter acesso ao benefício.

As condições para ter acesso ao benefício do seguro-desemprego estão mudando.  A partir de agora os trabalhadores terão que  ter, no mínimo, 12 meses de trabalho para ter acesso ao benefício, ao contrário dos anteriores 3 meses de exigência mínima. Para a segunda requisição, o período mínimo trabalhado deverá ser de 9 meses.

A medida foi sancionada pela presidente Dilma e publicada no Diário Oficial neste dia 17 de junho. A MP foi convertida na Lei 13.134. A presidente, no entanto, antes de sancionar a lei, vetou dois pontos desta:

– O artigo 4° – O trabalhador rural teria direito a auxílio desemprego se tivesse trabalhado no mínimo seis meses de forma remunerada mensalmente e também ao trabalhador que tivesse sido empregado por pelo menos 15 meses nos últimos 24 meses anteriores. A justificativa para o veto seria a quebra da isonomia em relação ao trabalhador urbano. Outra razão é que a proposta não trazia parâmetros sobre o tempo e o número de parcelas a serem pagas aos trabalhadores rurais.

– O segundo veto foi feito no inciso 1° do artigo 9° em acordo com o senado ainda durante a votação. O inciso trata do pagamento do abono salarial. A presidente esclareceu que o veto ocorreu por acordo realizado com o senado durante a tramitação da medida. A questão irá ser analisada pelo Fórum de debates dobre Políticas de Emprego, Trabalho e renda da Previdência Social.

Essa foi a primeira medida aprovada pelo governo em relação ao ajuste fiscal. A presidente tem por frente grandes desafios pelos próximos dias. Ela tem por frente ainda a aprovação da MP 664, que restringe o acesso à pensão por morte e também por auxílio doença. O Congresso Nacional, no entanto, aprovou uma emenda a fim de flexibilizar o fator previdenciário, que tem sido foco de muitos embates entre o governo e os parlamentares.

Por Patrícia Generoso

Seguro-desemprego

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Valor da dívida pública chegou a R$ 2,451 trilhões. O aumento está relacionado com a apropriação dos juros, ou seja, os juros agora também fazem parte da dívida, o que faz com que ela seja maior.

A dívida pública, aquela que registra as dívidas interna e externa do governo federal, teve uma grande alta este ano. Em apenas um mês (de março para abril) teve aumento de 0,42%, o valor chegou a R$ 2,451 trilhões, contra os R$ 2,441 trilhões do final do mês anterior. Os dados foram informados pela secretaria do Tesouro Nacional.

Como a dívida pública é dividida em duas áreas é necessário o entendimento do ocorrido nessas áreas: Segundo o governo, o aumento da dívida está relacionado com a apropriação dos juros, ou seja, os juros agora também fazem parte da dívida, o que faz com que a dívida seja maior. Já a dívida externa sofreu uma redução de 5,64%, devido a uma valorização do Real entre as moedas que compõem o estoque da dívida. Ainda segundo o governo, o aumento da dívida só não foi maior por causa dessa pequena valorização do Real.

Ainda de acordo com o Tesouro Nacional, a dívida pode chegar ao máximo de R$ 2,6 trilhões até o final deste ano. R$ 305 bilhões acima do fechamento de 2014. Para amenizar o crescimento da dívida, o governo prevê o uso de R$ 147,1 bilhões dos recursos do orçamento, para pagar os vencimentos deste ano.

Vale lembrar que o orçamento para o ano de 2015 foi votado em março, com quase três meses de atraso e o contingenciamento do orçamento no último dia 21/05, com um corte de quase R$ 70 bilhões, que afetaram os mais diferentes setores da economia. Se o governo deseja utilizar os recursos do orçamento para pagar os vencimentos da dívida pública deste ano e o orçamento está curto, somos levados  aos seguintes questionamentos: as contas dos cofres públicos fecharão no ano de 2015? Qual será o valor realmente abatido dessa dívida até o final do ano? Qual será o futuro da nossa economia?

Por Patrícia Generoso

Dívida pública


Quanto mais cedo começar a planejar a aposentadoria, melhor. Para isso, alguns pontos devem ser analisados para fazer um bom planejamento.

Falar sobre aposentadoria é sempre necessário. E isso não é algo que deve ser considerado apenas por pessoas que já atingiram uma determinada idade ou que trabalham em uma empresa e querem saber sobre os planos oferecidos. Os mais novos, principalmente, tentam evitar pensar sobre isso e vão deixando para depois. Entretanto, especialistas advertem: quanto mais cedo começar a planejar a aposentadoria melhor! Com isso em vista selecionamos algumas dicas para você que quer saber mais sobre o assunto e como dar o primeiro passo. Confira:

–  Saiba sua meta final:

Planejar a aposentadoria não é diferente de muitas coisas do dia a dia onde é preciso contar com um objetivo. Ou seja, planejar a aposentadoria está intimamente ligado ao fato de se saber o objetivo final. O objetivo é necessário, pois sem ele fica muito complicado traçar um plano e desenvolvê-lo. Para fazer isso considere coisas como quando pretende se aposentar. Aliás, esse é um dos principais pilares de uma aposentadoria e por isso mesmo não deve ficar de fora de nenhum planejamento.

– Quanto guardar:

Uma boa aposentadoria é algo que todo mundo quer. Por isso mesmo saber exatamente quanto isso vai pesar no bolso atualmente é essencial. E como saber se a aposentadoria (valor) estimada será o suficiente? Bom, para isso é necessário se imaginar no futuro. Pensar que tipo de gastos deverá ter. Na medida em que o tempo passar alguns gastos deixarão de existir enquanto que outros surgirão. Por exemplo, os filhos crescem e os gastos caem, mas os gastos relacionados à saúde tendem a aumentar com a idade.

– Faça as contas:

Depois que a meta de aposentadoria é definida é hora de saber quanto será necessário investir. Uma boa ideia é saber quanto terá que guardar até o tempo estimado para a aposentadoria. Depois, converta esse valor em uma espécie de poupança. Assim, já estará definido quanto por mês será necessário reservar.

– Quanto antes melhor:

Com todas as informações primordiais em mãos (vistas e revistas para não ter erro) é hora de colocar o plano em ação. Nesse ponto é preciso considerar alguns aspectos fundamentais como a regularidade. Para aquelas pessoas que têm uma certa dificuldade de criar uma estratégia para guardar dinheiro opte por algo que seja um investimento automático. Como exemplo, temos os planos de previdência dentre outros.

Por fim, mais duas observações para quem quer planejar uma aposentadoria: Se ainda não começou, comece. Lembre-se do “antes tarde do que nunca”. Em segundo lugar é muito importante não se esquecer de sempre rever a estratégia. Ter certeza de que está tudo indo como o planejado é garantir o futuro.

Por Denisson Soares

Planejar aposentadoria

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