Confira aqui algumas dicas para diminuir as despesas com o Carro.

No atual momento pelo qual o país está passando em termos econômicos e juntando-se a isso o crescimento do desemprego, um dos principais objetivos das pessoas tem sido realizar o maior corte de gastos possíveis. Se o cidadão possuir um carro próprio deve parar um pouco e pensar no fato de que seu veículo pode estar sendo um dos grandes vilões do orçamento doméstico.

Márcia Dessen, que atualmente ocupa o cargo de diretora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros, destaca que muitas pessoas já tiraram seus filhos de escolas privadas, cortaram gastos com o plano de saúde, mas ainda assim continuam com o carro. O pior é que a maioria nem percebe que ele é um grande peso para o orçamento.

Em uma simulação breve feita por Dessen os gastos mensais com o veículo podem ultrapassar os R$1.200,00. Isso se ainda não contarmos as parcelas de um possível financiamento e o fato de que quanto mais caro o carro mais pesado são os impostos.

Mesmo assim se a pessoa não estiver mesmo em condições de abrir mão do carro, há algumas medidas que podem ser tomadas para tornar os gastos menores. Abaixo selecionamos algumas dicas para você. Confira.

Realizar Manutenção

Alguns especialistas apontam para o fato de que o brasileiro criou o hábito de trocar de carro com frequência. Com isso ele acaba perdendo muito dinheiro. Isso pelo simples fato de que cada carro que sai da concessionária perde entre 15% e 20% de seu valor. Fazer a manutenção do carro pode estender seu tempo de uso para um período de cinco anos. O que na realidade é um tempo mínimo podendo até durar mais.

Optar por Modelos Menores

Quem possuir um carro grande o melhor é que faça a troca por um menor. Isso é bem simples de se entender o motivo: Quando maior o carro maiores serão também os gastos. Uma boa saída é dar uma olhada na tabela do Inmetro e verificar se o veículo é econômico ou não. Você poderá ver essas informações no link: http://zip.net/bhtnrJ.

Não deixe de Pegar Carona

Uma boa idéia para diminuir as despesas no transporte é dividir as mesmas. Para isso vale de tudo: Carona com colegas do trabalho, rodízio para levar as crianças para a escola e por aí vai.

Use o táxi ou o Uber

Pode parecer que não, mas em grande parte dos casos os gastos com esses tipos de transporte saem mais baratos no final do mês para quem os usa em comparação com quem prefere circular pela cidade com veículo próprio.

Essas são apenas algumas dicas. Optar pela bicicleta, compartilhar o carro e até mesmo alugar um também pode contribuir para a economia no final das contas.

Por Denisson Soares


Paulistanos podem economizar até R$ 1.700 no ano se pesquisarem os preços em mercados.

A maior e mais populosa capital do Brasil, conhecida por ser uma cidade que nunca dorme, pois tem diversos ramos da economia durante todo o dia em funcionamento, também tem vivido sua má fase na geração de emprego e renda.

Em tempos como esse, o estado de São Paulo não tem vivido seus dias de glória econômica e, com isso, os paulistanos amargam também a decisão de fazer ajustes nas contas. Então, a palavra de ordem é economizar.

Claro que em uma cidade tão agitada como São Paulo, fazer economias usando o método de pesquisas de preço não é uma missão nada fácil. No entanto, para quem não deseja entrar na forca das dívidas, essa é uma alternativa bem eficaz.  

Como a vilã da inflação tem estado em torno de 8,5%, essa taxa tem colocado as garras principalmente em produtos alimentícios, o que explica a alta no preço de itens básicos da cesta básica como feijão, arroz, macarrão, frango e carne – até os produtos mais supérfluos como iogurtes, biscoitos e outros itens de lanches. Tudo está com o preço elevado e os paulistanos precisam se levantar da cadeira, pegar o caderninho de notas e fazer uma visita em mercados e atacados da sua região. A finalidade? Saber onde se pode comprar comida mais barata.  

Uma atitude como essa pode trazer para o trabalhador paulistano uma economia anual de R$ 1.700,00. Isso é o que afirma a Proteste Associação de Consumidores, que fez uma pesquisa e descobriu que, de um estabelecimento com a distância de poucos metros um do outro, pode-se comprar biscoitos da mesma marca e peso com a diferença de até 134%, traduzindo isso em números, significa que um pacote de biscoito pode custar de R$ 2,09 a R$ 4,90. O frango nosso de cada dia, muito comprado em épocas que carne vira iguaria de luxo, pode chegar a custar por 1 Kg o preço de R$ 7,35; enquanto em outro mercado chega a R$ 15,97.  

Claro que se leva em consideração a região onde está localizado o mercado ou atacado – quanto mais em área nobre estiver situado, mais caro tende a ficar suas compras no local. Porém, é importante entender que mesmo localizados na mesma região em São Paulo – seja ela norte, sul, leste ou oeste – sempre vai existir quem venda mais caro e mais barato.  

Atitudes como essa, de fazer um simples conhecimento de preços, pode gerar para o paulistano a média de R$ 1.700,00 de economia ao ano. Agora, imagine que, com esse valor, dá para se pagar duas parcelas do financiamento do seu carro popular, ou quem sabe custear os primeiros meses de uma pós-graduação a distância ou quem sabe até mesmo poupar para fazer uma viagem em um fim de semana.

Pense nisso! Em tempos de arrocho financeiro, pesquisar é uma medida sábia, que dá retorno e pode ajudar você a manter suas contas sempre em dia.

Por Michelle de Oliveira

Economizar no mercado


Dependendo da situação econômica do aposentado, a 1ª parcela do 13º salário pode ser usada para quitar as dívidas ou ser colocada em algum investimento.

O Governo havia ameaçado não pagar a primeira parcela integral do 13º salário dos aposentados e pensionistas, pagando somente 25% agora, os outros 25% mais adiante e só no final do ano os 50%, indo contra uma tradição de mais de 9 anos. Porém, o Governo recuou diante da pressão e os aposentados irão receber a primeira parcela do 13º salário como nos outros anos. Agora que essa questão foi resolvida, o importante é que os aposentados decidam-se sobre o que fazer com a primeira parcela recebida.

Há uma polêmica muito grande sobre o que fazer com o dinheiro extra que vai entrar, que é a primeira parcela do 13º. Para alguns, os aposentados devem quitar suas dívidas, que roubam o seu dinheiro através dos altos juros cobrados. Mas para outros, o dinheiro extra deve ser poupado para a realização de um sonho, por exemplo, uma viagem mais diante, uma televisão nova, um veículo, ou qualquer outro sonho que o aposentado tenha.

Na verdade, não existe uma regra que traga a "melhor dica", pois cada caso merece uma atenção especial. O importante é que o aposentado analise com muita cautela sua situação financeira e defina, desde agora, o que fazer com esta primeira parcela.

Para os aposentados que conseguiram chegar até esta segunda metade do ano sem dívidas, então o melhor a ser feito agora é realmente economizar. Deixar o dinheiro na poupança ou aplicá-lo, dependendo do valor, em algum investimento seguro que renda ao menos um pouco mais que a poupança. Assim, quando o aposentado receber a 2ª parcela do 13º salário, poderá juntar o montante e comprar algo que esteja querendo muito, ou então, realizar a viagem dos seus sonhos, ou ainda, deixar o 13º salário todo aplicado, até o ano que vem, assim, quando receber o 13º em 2016, poderá juntá-lo com o valor recebido este ano e terá o dobro do valor para fazer o que desejar.

No caso dos aposentados que, infelizmente, estão com dívidas, pode-se utilizar a primeira parcela do benefício para quitar a dívida, pois nenhum rendimento bancário será maior que os juros cobrados, por isso, a dica é sempre quitar as dívidas primeiro, mas fique muito atento à negociação, pois tendo o dinheiro em mãos, você pode exigir que a empresa lhe ofereça um bom desconto, para que assim você possa quitar sua dívida ou, ao menos, boa parte dela.

Por Russel

13° salário dos aposentados

Foto: Divulgação





CONTINUE NAVEGANDO: