Saiba aqui como usar o site do Serasa para renegociar suas dívidas.

Atire a primeira pedra quem nunca esqueceu de quitar uma conta ou, ainda, não fez o cálculo exato do dinheiro do mês e acabou deixando vencer um boleto bancário. Se você já passou por qualquer uma dessas situações, deve saber que, em alguns casos, a companhia para a qual você está devendo irá incluir o seu CPF na lista de inadimplentes, como o Serasa. Esses locais são muito utilizados posteriormente como uma referência das instituições ou dos bancos para a garantia de boas qualificações, seja para oferecer empréstimos ou créditos, por exemplo. Então, se o seu nome consta na lista de devedores, é bem possível que você tenha vários problemas na hora de financiar imóveis, obter crédito ou, ainda, solicitar cartões de lojas específicas.

Nome sujo. E agora? Apesar de ser uma situação no mínimo incômoda, “limpar” o seu nome não exige medidas tão drásticas como se imagina, sendo inclusive muito fácil de fazer. Isso porque o próprio Serasa já criou uma ferramenta que possui o nome de “Serasa Limpa Nome”, que ajuda na resolução de tal problema na modalidade online. Sendo assim, a ideia é de que os usuários possam consultar de forma muito prática os seus possíveis débitos que estejam no seu CPF, de forma a renegociar também as suas dívidas com alguns descontos e com o pagamento parcelado.

Porém, é muito importante lembrar que ainda são poucas empresas que estão participando desse sistema. Todavia, sabe-se que esse já abrange boa parte das prestadoras de serviços voltados para as telecomunicações, bancos, companhias de cartão de crédito e instituições de educação. Podem-se citar entre elas as seguintes participantes: Itaú, Santander, Vivo, Porto Seguro Cartões, Recovery, Net/Claro/Embratel, Tricard, CredSystem e Ipanema Credit Management.

Então, se você ficou curioso e quer saber como fazer para limpar o seu nome, fique ligado nas dicas que nós te daremos a seguir. Vamos a elas.

Como faço para “limpar” o meu nome?

Para limpar o nome é muito simples. Se você tiver qualquer dívida, basta se cadastrar na plataforma do Serasa, disponível no site do órgão no endereço eletrônico https://www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online/. Nesse link, é possível consultar o seu número de CPF e, também, se cadastrar na plataforma. Para a última opção, é só clicar em “Cadastre-se”. É possível vincular também à plataforma por meio de uma conta particular no Facebook ou no Google.

Feito o cadastro na ferramenta, o usuário precisa clicar em “Listagem de Ofertas”. Por esse local é possível fazer a checagem das propostas para a renegociação de uma dívida para um determinado CPF. Somente estarão disponíveis tais detalhes se as empresas se dispuserem a renegociar.

No local intitulado “Meus Acordos, ainda é possível consultar pelas dívidas que já foram renegociadas e imprimir os boletos para os pagamentos dos eventuais parcelamentos dos débitos que serão renegociados.

Sem proposta de renegociação: o que fazer? E, além de tudo que já foi citado, no mesmo portal ainda é possível verificar se ainda há dívidas que estão ativas no seu CPF e que ainda não tenham tido quaisquer propostas para renegociação por meio da plataforma “Limpa Nome”. Para visualizar essa opção, basta clicar em “Serasa Consumidor”.

No caso dos débitos sem uma proposta para o seu pagamento, é indicado que o devedor entre diretamente em contato com a própria empresa para que seja feita a renegociação da dívida. Isso porque muitas organizações ainda não estão cadastradas na plataforma, utilizando de outros meios para entrar em contato com o consumidor. Porém, a tendência é de que sempre mais empresas acabem se cadastrando para esse sistema. Com isso, o futuro nesse sentido é tanto o de facilitar a vida de quem tem as contas a receber, como de garantir praticidade para aqueles que possuem as dívidas pendentes de pagamento.

Kellen Kunz


Confira aqui algumas dicas para melhorar a organização de suas contas.

O final de ano se aproxima e isso é sinônimo de aumento de gastos para a maioria dos Brasileiros. Nessa época do ano, as pessoas começam a se preparar para as festas, compram presentes para amigos e familiares, roupas para usar no Natal e Ano Novo, investem na reforma da casa, entre outros gastos. Em muitos casos, esses gastos excedentes acabam indo parar na fatura do cartão de crédito, ou pior, novos empréstimos são contratados, o limite do cheque especial vira opção ou dívidas importantes são deixadas de lado.

Para não cair nas armadilhas de final de ano e acabar gastando mais do que ganha, é preciso ter muita cautela. Ainda mais quando o comércio se organiza para atrair a atenção de potenciais compradores, oferecendo vantagens, promoções e liquidações que podem fazer o consumidor perder o foco e o controle das finanças. Se você quer saber como se organizar de forma a começar 2019 no azul, acompanhe nossas dicas e veja como manter o orçamento na palma das mãos.

Organizando a vida financeira

Não é muito difícil encontrar pessoas que não têm ideia de quanto gastam por mês. A água e chocolate comprados no trajeto de casa para o trabalho, a cerveja ou refrigerante com os amigos no fim do expediente e a pizza com a família aos finais de semana compõem a lista de despesas não contabilizadas durante o mês. A maioria das pessoas costuma anotar apenas as despesas mais básicas, como a conta de luz, água e internet, por exemplo. Esse costume configura erro, pois, os pequenos gastos podem se transformar em valores exorbitantes quando calculados.

A solução para manter tudo em ordem é colocar na planilha todos os gastos, pequenos ou grandes. Após somados, eles precisam ser debitados da quantia líquida arrecadada por mês e o saldo final precisa ser positivo. Se ao contabilizar você perceber que só conseguirá pagar o valor mínimo das compras com o cartão de crédito, deixando parte da dívida para o mês seguinte, sentimos informar que seu orçamento não fecha e, talvez, a solução seja deixar de fazer compra com essa modalidade de pagamento. Na dúvida prefira pagamentos em dinheiro, mas somente se estiver sobrando. Tentar não cair na ilusão do cheque especial é outra dica importante.

Cartão de crédito não significa mais dinheiro

Algumas pessoas entendem o cartão de crédito como complemento de renda. É essa mentalidade que leva o consumidor a ir ao supermercado e utilizar o crédito como forma de pagamento, por exemplo. É preciso entender que os gastos com alimentos se repetirão todos os meses, portanto, se houver necessidade de usar a modalidade de crédito, evite parcelar, deixando parte da dívida para o mês seguinte.

Segundo especialistas, cerca de 40% da renda mensal é gasta com a compra de alimentos e esse valor deve estar incluso no orçamento mensal. Se o valor destinado às compras de mês não for suficiente, o ideal é rever a lista de compras e evitar o que for dispensável. Refrigerantes, salgadinhos e aperitivos podem ser deixados de lado, nesse caso. Se houver a possibilidade de mudar para uma marca mais barata, mas com qualidade similar, não hesite em mudar. Outra opção é ir atrás das promoções agendadas que alguns mercados fazem e, quem sabe, ir em mais de um supermercado ou ir também no dia das promoções mais vantajosas.

Imponha limite ao orçamento

Como já ressaltamos, a planilha de gastos é a única forma de saber se seu salário cobre todas as despesas. Feito isso, você poderá saber onde você pode reduzir gastos ou em que área você pode investir mais dinheiro.
Se você planeja viajar no final do ano, determine previamente um valor para gastar enquanto estiver viajando. Isso evitará surpresas e aperto financeiro ao retornar. Além disso, você precisa estar ciente que a chegada de um novo ano é sinal de reajuste. Aumento na mensalidade do colégio ou da faculdade e até mesmo reajuste nos serviços prestados por companhias de água e luz precisam ser previstos antes de gastar demais no passeio.

Não há nada de errado com as lembrancinhas

Se você já anotou, somou e debitou todas as despesas do salário e descobriu que precisa mesmo economizar, comece a cortar despesas imediatamente. Se a intenção é presentear os entes queridos nas festas de final de ano, considere dar apenas lembranças ao invés de presentes muito caros. No entanto, se você está com o orçamento estourado, o ideal é descartar os mimos esse ano.

Boas marcas também entram em liquidação. Através do site da sua loja preferida você pode pesquisar as opções de roupas e montar um look para o fim de ano gastando menos. Ir à loja tendo em mente o que procura ajuda a evitar o excesso na hora da compra. Dá para se vestir bem gastando pouco e a internet pode ser sua aliada nesse momento.

Tome medidas radicais

Se é tempo de radicalizar, radicalize. Ruas e edifícios comerciais são uma tentação nessa época. Esses locais estão sempre tumultuados e repletos de promoções irresistíveis. Portanto, se houver a possibilidade de trocar o trajeto, mude. Você pode guardar uma pequena quantia em dinheiro na carteira somente para emergências, evitando carregar muitos cartões e se tornar presa fácil na hora da tentação.

Em tempos de crise, o consumidor precisa policiar as finanças rigorosamente. O ideal é tentar pagar todas as dívidas ou boa parte dela. Renegocie, se houver essa possibilidade. Reserve uma parte da renda para possíveis despesas, compra de remédios, por exemplo, e pense no décimo terceiro salário como um dinheiro extra e não como parte do orçamento, mas, se precisar, use para quitar as dívidas e começar 2019 no azul.

Por Nanny Cunha


Saiba aqui o que é e as principais diferenças entre o Depósito DOC e TED.

Com o avanço da tecnologia nas últimas décadas, algumas tarefas como, por exemplo, transações financeiras, se tornaram cada vez mais comuns e simples. Dessa forma, é bastante comum hoje em dia usuários em todo o mundo optarem pela Transferência Eletrônica Disponível (TED) ou Documento de Ordem de Crédito (DOC) quando o assunto é transferir dinheiro de sua conta para outra conta que pertence a um banco diferente do seu. Apesar de ser algo presente na vida das pessoas, muita gente ainda não sabe diferenciar exatamente estes dois tipos de operações.

A Transferência Eletrônica Disponível, ou simplesmente TED, permite com que o cliente do banco possa fazer transferências para contas de outros bancos sem nenhum limite de valor pré-estabelecido. Vale destacar que antes de janeiro de 2016, quando entrou em vigor a nova regra, os usuários que optavam pelo TED deveriam fazer transações entre R$ 250,00 e R$ 30.000,00.

Dentre as principais vantagens do TED, não podemos deixar de destacar o fato de o dinheiro ser depositado na conta destinada minutos depois de a operação ser confirmada. Isso ocorrerá desde que a transferência seja realizada antes das 17h00. Caso contrário, o agendamento do TED implicará no depósito do valor na conta apenas no dia seguinte.

O Documento de Ordem de Crédito, ou DOC, é uma transação financeira com limite superior pré-estabelecido: R$ 4.999,99. Assim como o TED, o DOC é destinado aos usuários que desejam depositar ou transferir dinheiro para uma conta pertencente a um banco diferente do seu. Sendo restrito apenas para instituições devidamente autorizadas pelo Banco Central, o DOC é depositado na conta do destinatário no dia útil seguinte a operação, caso a transação em questão tenha sido confirmada até às 21h59. Do contrário, o valor será depositado apenas no segundo dia útil ao da realização da transação.

Diferença entre as duas operações

A grande diferença entre o DOC e o TED é de fato o tempo para que o dinheiro seja depositado na conta desejada. Além disso, como destacados nos parágrafos acima, o valor a ser depositado também diferencia as duas operações: o DOC é restrito a transações de valores até R$ 4.999,99, sendo que o TED, depois de passar por mudanças, não dispõe de valores mínimos ou máximos para que a operação seja efetuada.

Onde as transações via DOC e TED podem ser realizadas?

Outro detalhe bastante interessante quanto a esses dois serviços é que ambos podem ser feitos através de agências presenciais ou virtuais. Dessa forma, o usuário pode efetuar o DOC ou o TED através de sua agência física, utilizando o serviço internet banking, postos eletrônicos de autoatendimento ou por meio do aplicativo de seu banco.

A opção por meio do aplicativo do banco ou através do internet banking vem se tornando bastante popular. Além da praticidade e maior rapidez na conclusão do serviço, as taxas cobradas pelo serviço costumam cair pela metade quando o mesmo é realizado pela internet.

Melhores horários para realizar o TED

Se efetuado num determinado horário, o TED será depositado na conta desejada no mesmo dia da transação, em questão de minutos. Por isso, é importante saber os melhores horários para realizar tal transação. Vale destacar que o horário varia bastante de acordo com o banco do usuário. Confira aqui os principais bancos e seus respectivos horários para o TED seja concluído no mesmo dia:

  • Caixa Econômica Federal: Das 7h00 às 17h00;
  • Banco Santander: Das 8h00 às 17h00;
  • Banco do Brasil: Das 7h30 às 17h00;
  • HSBC: Das 8h00 às 16h30;
  • Banco Itaú: Das 8h00 às 17h00.

Tarifas cobradas pelos principais bancos

Ao realizar uma das operações aqui destacada, o usuário estará sujeito à cobrança de taxas pelo serviço. Tal taxa pode variar de acordo com o seu banco. Confira abaixo os valores praticados atualmente:

  • Banco Itaú: R$ 15,50 (modalidade presencial) ou R$ 8,50 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Banco Santander: R$ 16,30 (modalidade presencial) ou R$ 8,80 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Caixa Econômica Federal: R$ 15,50 (modalidade presencial) ou R$ 8,65 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Banco Bradesco: R$ 16,30 (modalidade presencial) ou R$ 8,80 (autoatendimento, internet e meios eletrônicos).
  • Banco do Brasil do Brasil: R$ 18,70 (modalidade presencial) ou R$ 8,80 (autoatendimento, internet e meio eletrônicos).

Por Bruno Henrique


Confira aqui os principais pontos que mudam nos direitos dos trabalhadores com a Reforma Trabalhista.

Na noite da última terça-feira, dia 11 de julho de 2017, depois de mais de 10 horas de reuniões, o Senado Brasileiro votou e decidiu aprovar novas reformas trabalhistas. A votação teve 50 votos a favor e 26 votos contra. As reformas já passaram pela Câmara dos Deputados e segue agora para a aprovação do presidente Michel Temer.

Os pontos aprovados foram os seguintes:

– A quantidade de horas de trabalho passa a ser um acordo entre patrão e empregado.

– Férias, parcelamentos e participação nos lucros também vai ser decidido entre empregado e empregador.

– A jornada de trabalho vai ser de 30 ou 26 horas semanais, com mais dias, o empregado vai ter mais dias de férias.

– O período de férias poderá ser dividido em até 3 vezes.

– As grávidas e as lactantes apresentando riscos de se expor a riscos físicos e químicos podem pedir afastamento do emprego.

– Contribuir com o sindicato de cada profissão, passa a ser uma decisão do trabalhador.

– Trabalhadores que exercem suas funções em casa, também passam a ter normas próprias.

– O período para intervalo de almoço passa a ser um acordo entre patrão e funcionário.

– Foram também mudadas normas para trabalhos que forem não contínuos, aqueles que podem sofrer paralisação.

– O tipo de roupa usada no local de trabalho, passa a ser decidido pelo empregador.

– Autônomos podem ser contratados para realizar trabalhos particulares.

– O patrão vai ser o único responsável pelo transporte do empregado.

– A contratação de demitidos por uma empresa e ser contratada por uma organização terceirizada precisará de um prazo de 18 meses para essa contratação.

Essas reformas têm o prazo de 120 dias, ou seja, 4 meses para serem adotadas e elas serão obrigatórias. Elas ainda vão ser publicas no Diário da União. Os políticos que votaram a favor acreditam que essas leis vão beneficiar os trabalhadores e deixar as regras mais modernas, além de aumentar o número de vagas de empregos. Já os que votaram contra alegam que essas reformas vão minimizar o direito dos trabalhadores e prejudicar as suas condições nas empresas que trabalham. Ainda precisa do veredicto final, do presidente Michel Temer. Espera-se que essas reformas ajudem aos trabalhadores brasileiros ou estrangeiros que atuem no país.

Isabela Castro.


Saiba o que é criptomoeda e para que serve.

Criptomoeda é uma espécie de moeda virtual que faz uso de criptografia para se manter seguro. Da mesma forma que a moeda impressa tem listras ocultas na parte interna e números de série para que se evitem falsificações, a moeda virtual faz uso de códigos difíceis de quebrar.

Para que serve?

Assim como outros tipos de dinheiro, a moeda virtual é usada para fazer o intercâmbio de serviços e bens. As empresas grandes como Tesla e DELL já estão permitindo o pagamento na criptomoeda Bitcoin, que é considerada a maior no mercado. Além dessas, há outras que também aceitam Bitcoin para compra de serviços, como por exemplo, o Soundcloud e o WordPress.

As moedas virtuais também são usadas para realizar transferência de dinheiro na Internet sem pagar tarifas cobradas por bancos ou instituições financeiras.

Onde consigo criptomoedas?

É possível conseguir Bitcoins no mercado brasileiro de Criptomoedas, fazendo conversão de moeda física para moeda digital (compra) ou então minerando, ou seja, ajudando no processamento da mesma através de seu computador, porém, é necessário que ele seja potente.

Por que usar criptomoeda?

Uma vez adquiridas, é muito difícil de que alguém te roube e não precisa de um caixa forte para protegê-la. É segura e privada. Não sofre com a inflação e não há intervenção de qualquer tipo de instituição reguladora.

Ela também tem segurança maior do que cartões de crédito. Utilizar a criptomoeda não exige que se preencha formulário informando seus dados pessoais para cada compra, pois a mesma funciona no anonimato. Pelo contrário, elas fazem uso de criptografia assimétrica, sendo uma chave privada e uma pública.

Há um motivo pelo qual não deveria utilizar criptomoeda?

Esta modalidade de dinheiro ainda é muito nova. É impossível prever exatamente o futuro dela e se continuará funcionando como hoje. Estudos sobre o quão anônimas são as transferências são realizados, além de analisar estabilidade e segurança da moeda. Nenhum governo ou instituição monitora o Bitcoin, por isso, a mesma pode ser utilizada também para atividades ilegais. Alguns governos já tem estudado o fato de taxar ou regular a mesma, embora seja difícil, ainda deixa o futuro da moeda indefinido.

FILIPE R SILVA


Saiba aqui como funciona e como se cadastrar no MEI.

Muitas pessoas tem um grande objetivo que é ser dono(a) do seu próprio negócio. Trabalhar com o que gosta de fazer, exercer suas habilidades, conquistar independência financeira, entre muitos outros benefícios.

O mundo empresarial é visto por muitos como a oportunidade para ter uma empresa, ser reconhecido e ter muito sucesso fazendo o que ama de verdade.

No entanto, se aventurar nesse caminho sem ter um plano de negócios e também, não buscar informações antes para se formalizar como empresário, é um risco muito alto e uma tendência para falência em pouco tempo.

Quer saber como se formalizar como empresário? Continue lendo este artigo e saiba quais passos são necessários para iniciar suas atividades neste mundo dos negócios.

Como a informalidade virou oportunidade

Muitos trabalhadores no Brasil trabalham de maneira informal, ou seja, não tem uma carteira assinada, um registro de empregado em empresa ou até mesmo uma licença para trabalhar como autônomo ou constituir uma empresa.

Para que esses trabalhadores pudessem estar dentro da legalidade, foi criado no Brasil em Julho de 2009 o MEI (Microempreendedor Individual), com o objetivo de legalizar os autônomos e micro empresários e provar que é muito mais rentável do que o serviço informal.

O que é o MEI?

O MEI no Brasil é o empresário que trabalha individualmente, por conta própria e está legalizado como pequeno empresário.

A atuação do MEI independe de estabelecimento fixo, como no caso das empresas virtuais, que direcionam totalmente seus negócios na internet.

Características do MEI

O Microempreendedor Individual possuí algumas características que são muito importantes saber antes de se tornar realmente um empresário formalizado. Vejam quais são elas:

· É uma empresa individual, sem sócios;

· Seu faturamento médio é aproximadamente R$ 5.000,00 por mês;

· É possível ter um empregado com salário de até 1(hum) salário mínimo ou o piso da categoria, o que vale é o de maior vencimento;

· A atividade da empresa tem que estar enquadrado dentro do Anexo XIII do Simples Nacional;

· É proibido ter outra empresa em seu nome ou participar como sócio ou administrador.

Como se tornar MEI?

A partir de julho de 2009, se tornar um empresário no Brasil ficou muito simples e fácil, é a porta que permite a entrada de novos empreendedores neste mundo empresarial.

A formalização pode ser feita pelo próprio empreendedor. O Sebrae possuí diversos canais de informação, na qual é possível tirar todas as dúvidas para seguir este caminho.

Para saber mais e se formalizar acesse este endereço: http://www.portaldoempreendedor.gov.br/mei-microempreendedor-individual.

Existem alguns passos e cuidados que devem ser seguidos para se tornar um MEI. A primeira a se observar é a atividade comercial.

Qual é a minha atividade comercial?

Não são permitidas todas as atividades comerciais para se tornar MEI. Para saber se sua atividade comercial se enquadra nos requisitos, é preciso consultar no Portal do Empreendedor a lista de atividades.

A lista completa das atividades permitidas ao MEI está neste endereço eletrônico: http://www.portaldoempreendedor.gov.br.

Essa atitude deve ser a primeira coisa a ser feita, mesmo antes de criar seu plano de negócio.

Minha atividade não está na lista, o que fazer?

Se a atividade que você quer exercer não estiver relacionada na lista, o empreendedor então deverá procurar outra formalização, nestes casos, uma Sociedade Limitada ou uma Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada).

Quais são os limites para se tornar um Microempreendedor Individual?

Como esta modalidade de empresa não permite sociedade, ou seja, sócios, também existe um limite de faturamento anual para continuar como MEI.

O faturamento permitido pode chegar até R$ 60.000,00 por ano, não podendo ultrapassar este valor. Por conta disso, segundo os consultores do Sebrae, é muito importante saber realmente se a modalidade do negócio está correta.

Quais são as taxas que o MEI tem que pagar?

Como o MEI está enquadrado no Simples Nacional, as taxas federais são isentas. Desta forma, o único valor mensal a ser debitado será de R$ 47,85 para comércio ou indústria, R$ 51,85 no caso de prestação de serviços ou R$ 52,85 se for comércio e serviços.

Todas estas quantias serão atualizadas anualmente de acordo com o salário mínimo e também estas taxas são destinadas ao ICMS ou ISS e a Previdência Social.

Através destas contribuições o Microempreendedor poderá gozar dos benefícios que o Governo Federal oferece que são: auxílio doença, maternidade, aposentadoria, entre outros mais.

Documentos para Formalização

Quando acessar o site do portal http://www.portaldoempreendedor.gov.br tenha em mãos CPF, Título de Eleitor e número do recibo do imposto de renda do responsável pela empresa.

Emissão de Nota Fiscal é possível?

Sim, é possível, desde que haja a formalização junto à esfera Federal e Estadual, no entanto, é necessário ir até a Prefeitura do seu município e fazer o CCM (Cadastro de Contribuinte Mobiliário).

Com esta inscrição, você poderá emitir nota fiscal para comprovar a prestação dos serviços, tendo em vista que esta atividade recolhe impostos para o município.

Meu negócio está crescendo e agora?

Ultrapassou os limites permitidos de R$ 60.000,00, haverão taxas proporcionais pelos valores excedentes, desde que estes valores não ultrapassem os R$ 72 mil permitidos.

No ano seguinte, automaticamente o MEI passa para ME (Micro Empresa). Além disso, deverá pagar os valores retroativos ao faturamento do ano anterior.

Devido à cobrança deste retroativo, ser tudo de uma vez só, muitas empresas fecham as portas por não conseguir arcar com estes custos.

Este artigo foi útil para você? Então compartilhe com todos os interessados em se tornar um empresário individual.

Marcio Ferraz


Presidente Michel Temer assina decreto que aumenta salário mínimo para R$ 937 em 2017.

Está confirmado, o valor do salário mínimo deve subir para R$ 937. O decreto que determina o aumento foi assinado na última quinta-feira, dia 29 de dezembro, pelo Presidente da República Michel Temer.

Com o aumento de 6,5% o salário mínimo brasileiro, que atualmente possui o valor de R$ 880, passa para R$ 937,00 a partir de janeiro de 2017.

O "Diário Oficial da União" deve publicar o novo salário na sexta-feira, dia 30 de dezembro.

O valor estipulado tem o aumento de 57 reais, se configurando em R$ 8,80 a menos que o que havia sido anunciado no mês de agosto pelo próprio governo federal.

O cálculo do reajuste do salário mínimo é feito a partir da soma da variação do INPC, que é Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do ano antecedente com o resultado do PIB, que é o Produto Interno Bruto de dois anos antecedentes.

Diante disso, com o recuou de 3,8% do PIB no ano de 2015, que é o valor utilizado no cálculo, o salário de 2017 leva em consideração o valor da inflação de 2016. O que ocorre na verdade é que o aumento de 2017 não cobre realmente a inflação, apenas se atualiza em relação a ela.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo site G1, até o momento 16 estados brasileiros irão manter o salário proposto pela União, para o ano de 2017. São eles os estados de Alagoas, Acre, Amapá, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Rondônia, Sergipe, Roraima e Tocantins.

Embora o aumento não seja tão relevante, o Dieese, que é o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos, deixa claro dados de que desde o ano de 1998 os reajustes do salário mínimo, autorizados pelo governo, garantiram aumento real no salário do brasileiros.

Somente uma vez, mais precisamente no ano de 1997, que a correção do salário mínimo ficou numa posição abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor, ficando 0,98% mais baixo.

Em contrapartida, de acordo com os dados fornecidos pelo Dieese, nos últimos anos o salário mínimo brasileiro teve um aumento equivalente a 77,18%, numa crescente que foi de R$ 200,00 até R$ 880,00.

Sirlene Montes


Confira aqui quais são as melhores cidades para empreender.

Em tempos de crise abrir um negócio parece ser uma atitude nem um pouco apropriada. Porém, para quem está motivado a empreender um novo negócio, veja em quais cidades é mais recomendável para se instalar.

A Endeavor, organização que apoia empreendedores, onde promove a cultura do empreendedorismo em diversos países, efetuou um estudo que identificou as melhores cidades para abrir um negócio.

Este estudo feito pela organização já é conhecido por diversas cidades do Brasil e utilizam este guia para que possam se esforçar e melhorar suas condições para que novos empreendedores tenham condições de criar seus negócios locais.

Desafio para as cidades

O grande desafio das cidades em uma época de conturbação política e econômica é oferecer melhores condições para as empresas se manterem ativas.

Em um tempo em que o país possui um dos maiores índices de desemprego, ultrapassando a marca de 12 milhões pessoas, será possível para ajudar estas empresas que querem se desenvolver?

Criar alternativas para as empresas poderem crescer é o papel das cidades que querem ser polo para o empreendedorismo, ou seja, necessita muito esforço e comprometimento dos governos.

Exemplo de Porto Alegre

Um dos exemplos que as cidades poderiam seguir é Porto Alegre, ao longo dos últimos 15 meses, ela se esforçou na redução da burocracia para que houvesse a abertura de empresas.

Em anos anteriores,quando foram iniciados estes estudos, a capital gaúcha, levava mais de 200 (duzentos) dias para que fosse registrado um negócio. No entanto, até o fim deste ano, empresas que oferecem baixo risco, farão o registro em até 5 dias.

Ranking das melhores cidades para abrir um negócio segundo Endeavor

Para formar o ranking das melhores cidades para se montar um negócio, foi desenvolvido alguns critérios, na qual foi estruturado 7 (sete) pilares: ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura empreendedora.

Ao todo são 32 cidades que constam o ranking, vejam a seguir quais são elas e em que se destacam:

1º lugar – São Paulo

Em anos anteriores, Florianópolis (2ª colocada) se destacava no ranking. Porém, no ano de 2016, São Paulo abriu boa vantagem sobre a cidade do Estado de Santa Catarina. O destaque da cidade paulistana é por conta da sua potência econômica, além das boas condições de mercado, acesso a capital e sua conectividade, motivo este que eleva o nível de todo estado. Atração para empreendedores de alto impacto. Destaca-se também por sua infraestrutura.

2º lugar – Florianópolis

Uma ilha localizada mais distante, porém, ainda é empreendedora. Nas edições dos estudos feitos nos anos de 2014 e 2015, no primeiro ano liderou e no segundo, ficou empatada com São Paulo. Já neste ano, ficou um pouco mais distante de São Paulo e ocupa o 2º lugar.

Embora continuando com seus resultados muito bons no que diz respeito a planejamento e na importância do desenvolvimento econômico com políticas públicas, perdeu a briga para o item que trata a inovação. A proporção de mestres e doutores é a maior por empresa.

3º lugar – Campinas

Qualidade de vida, custos mais baixos, capital humano e inovação. Campinas é a cidade do interior paulista, junto com São José dos Campos (6ª colocada) e Sorocaba, melhor colocada e que põe o estado de São Paulo bem mais forte no ranking. Campinas foi a cidade eleita como a que possui o menor tempo para que seja regularizado um imóvel, cerca de 94 dias.

A lista segue…

Em 4º lugar Joinvile com 6,962 pontos, subindo cinco posições em relação as edições dos outros anos, seguida por: Vitória, São José dos Campos, Porto Alegre, Sorocaba, Maringá, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Caxias do Sul, Blumenau, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Uberlândia, Recife, Londrina, Aracaju, Goiânia, Natal, Teresina, Cuiabá, Salvador, Belém, João Pessoa, Manaus, Fortaleza, São Luis, Campo Grande e por último Maceió.

Conforme dito, no estudo as cidades apresentaram melhorias, reinventaram iniciativas para melhorar o ambiente para os empreendedores, bons exemplos copiados para inspirar.

Se você ou sua empresa quer se instalar em uma dessas cidades, analise de acordo com suas necessidades e procure nos governos.

Marcio Ferraz


Confira aqui algumas dicas para economizar nas compras de fim de ano.

Com os dias contados para a chegada do Natal, muitas pessoas já começam a fazer seus planos para as compras de fim de ano. Depois de uma alta taxa de endividamento que atingiu uma parte considerável da população em 2012, dos índices de inadimplência alarmantes de 2013, da falta de oportunidades no mercado de trabalho em 2014 e 2015, do aumento do desemprego e da crise econômica que perdura neste ano, nada mais normal (e ideal) do que controlar os gastos.

Em dezembro o aumento de determinadas despesas é significativo e os especialistas em planejamento financeiro chamam a atenção para os chamados gastos excessivos (ou seja, aqueles que poderiam ser de alguma forma evitados) de uma família que podem, nessa época, representar de 30% a 40% da renda mensal.

Entretanto, para não se enrolar nas contas, é necessário saber quais são as despesas que realmente não podem ser adiadas. Sabendo disso, fica mais fácil se prevenir para não começar o ano no vermelho.

Nesse artigo trazemos algumas dicas para você para aproveitar as ofertas e as festas sem problemas.

1 – Planeje os Gastos

Essa é uma boa época para se familiarizar e usar uma planilha de orçamento familiar. Para se organizar da melhor forma, coloque na planilha escolhida todos os ganhos (renda fixa mensal, rendimentos extras, etc). Depois liste todas as despesas desde as fixas até as variáveis. Sempre confira se existe alguma pendência financeira. Depois de fazer tudo isso fica mais fácil saber o quanto você gasta e quanto será possível guardar.

2 – Não faça Compras por Impulso

Antes de ir às compras, é interessante criar uma lista com tudo o que de fato precisa para o período. Com isso, quando chegar na loja ou na rede supermercado a chance de escolher um produto por impulso cai assim como as compras de algo “que não tinha certeza de que precisa”.

3 – Seja Original

Essa é uma alternativa interessante para quem quer economizar na hora de presentear os amigos. Em muitos casos, uma lembrancinha personalizada para eles garante maior sucesso do que um presente um pouco extravagante.

4 – Planeje sua Celebração

Fazer um jantar no Natal ou uma celebração no Ano Novo não é sinônimo de gastar muito. Antes de sair às compras coloque em uma lista tudo que será necessário sempre pensando a quantidade de pessoas que estarão presentes. Assim fica mais fácil comprar apenas o necessário e claro, evitar os gastos.

5 – Aproveite a Internet

A Internet é uma “mão na roda” na hora de economizar. O final de ano é uma época onde muitas lojas online fazem promoções e descontos especiais. Porém, é bom ter cuidado. Não se leve por ofertas que parecem muito atraentes, podem ser falsas! Sempre pesquise sobre a reputação da loja ou do serviço que irá adquirir. Busque também por opiniões de quem já comprou para não cair em golpes.

Por Denisson Soares


Auxílio visa beneficiar famílias de baixa renda na reforma de suas residências.

O Governo Federal, nesta quarta-feira (9), lançou um benefício que vai ajudar famílias de baixa renda e tem o objetivo de alavancar os empregos no setor da construção civil.

O Ministério das Cidades informou que 7,8 milhões de residências no Brasil necessitam ser reformadas, sendo que cerca de 3,8 milhões são de famílias cuja renda se enquadram nas regras do programa. O orçamento de 2017 reservou para esta iniciativa R$ 500 milhões.

Lançamento

O presidente da república, Michel Temer, destacou no Palácio do Planalto durante o lançamento que esta ação gerará muitos empregos e que o objetivo do cartão reforma é : “fazer com que a pessoa tenha cada vez mais condições dignas”.

Afirmou ainda: “Não há outra fórmula de gerar emprego senão incentivar a iniciativa privada”, alertou que quando milhares de pessoas vão às lojas de construção, elas estão contratando mais funcionários.

O que é o programa?

O programa deverá fornecer um valor cerca de R$ 5.000,00, em média, aquelas pessoas que pretendem reformar seus imóveis residenciais. Será concedido este beneficio à partir de 2017 às famílias com renda total de até R$ 1.800,00 por mês, exclusivamente para a aquisição de materiais de construção.

Para quem for contemplado não precisará comprar os materiais em uma loja específica. Poderão escolher a loja de sua preferência.

Como funciona?

As regras do programa do cartão reforma determina que os Estados e municípios farão a seleção de quem será beneficiado com o cartão.

A responsabilidade também conta a “indicação dos locais” para compra dos materiais, além do mais, fornecer assistência técnica e fiscalizar a obra. A indicação não é obrigatória para escolha do estabelecimento.

O programa é para quem construiu suas casas, porém, mantém condições precárias e que precise melhorar a qualidade de sua residência.

Lojas Cadastradas

Apenas as lojas de construção cadastradas pela Caixa (Construcard) poderão comercializar os materiais para a reforma.

Existe a preocupação do uso da verba de forma adequada e segura, proporcionando melhor experiência para o beneficiário e que o programa funcione corretamente.

Regiões de Risco

Áreas de risco não poderão receber o benefício, salvo se receberem obras de infraestrutura adequadas e deixem de ser consideradas regiões de risco.

Este programa, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas em suas moradias, é um incentivo a indústria da construção civil.

Marcio Ferraz


Evento busca negociar dívidas dos consumidores e limpar o nome no Serasa.

Para quem deseja retirar o nome do Serasa e deixar de ter restrições de crédito, está previsto para o período que vai do dia 08 até o dia 26 deste mês, o Super Feirão Limpa Nome, serviço que será disponibilizado para pessoas de todo o Brasil, através do site www.serasaconsumidor.com.br/feirao, oferecendo propostas de negociação de dívidas.

Ao negociar suas dívidas em atraso, o cidadão pode contar com condições de pagamento favoráveis e ainda descontos acordados diretamente com os seus credores.

Em uma pesquisa realizada pelo Serasa Experian, o equivalente a 59,3 milhões de pessoas se encontram com dívidas atrasadas, o que significa que 40% da população brasileira faz parte do quadro de inadimplentes.

O Super Feirão em sua versão online possui parceria com muitas empresas credoras, que estarão à disposição de quem quiser negociar suas dívidas. O site funcionará 24 horas por dia, para assim facilitar o contato e o acordo entre as partes, sem cobrar nada pelo serviço.

Para fazer uma negociação é muito simples, basta acessar o link www.serasaconsumidor.com.br/feirao e preencher um cadastro com seus dados pessoais. O sistema realizará uma busca no Serasa onde aparecerá as dívidas constantes em seu nome e estabelecerá uma conexão com as empresas credoras, deixando a disposição telefone, e-mail e chat, para que ocorra a negociação.

Dessa forma, o cidadão devedor e seus credores estarão em contato direto e podem chegar a um acordo, sendo que nesses casos as empresas oferecem descontos relevantes e formas diferenciadas de pagamento, facilitando ao consumidor a quitação da dívida e a remoção do nome na lista do Serasa. E em alguns casos todo o processo da negociação pode ser feito pela internet, até mesmo a emissão dos boletos já com os descontos.

O Super Feirão Limpa Nome se configura em uma forma inteligente de negócio, que beneficia todas as partes envolvidas no processo, pois com o nome “limpo” o consumidor não passa mais a ter restrição de crédito, podendo realizar novas aquisições ou negociações em bancos. Já as empresas credoras, por sua vez, não ficam com o prejuízo financeiro.

Se você está com o seu nome negativado no Serasa Experian, não perca a oportunidade de limpar o seu nome. Acesse e site e saiba mais informações.

Sirlene Montes


Confira aqui uma lista com as piores cidades para empreender no Brasil.

Os especialistas são unânimes quando afirmam que antes de abrir qualquer negócio o novo empreendedor deve fazer uma pesquisa sobre a atividade a ser desenvolvida, público e ponto. É bem comum vários empreendimentos que tinham tudo para dar certo, fecharem as portas antes mesmo de um ano de atividades. O motivo do fracasso? A região em que se encontram.

Enquanto existem cidades em que os empreendimentos crescem e se desenvolvem, há também aquelas que não são tão favoráveis na abertura de novos negócios. Neste post você vai conhecer as 10 capitais que se encaixam nesse perfil desfavorável aos empreendimentos novos.

  • Fortaleza: é uma capital que possui muitos problemas como uma infraestrutura deficiente, em que os centros comerciais estão muito distantes. Além disso, existe a falta de segurança pública.
  • Teresina: se enquadra no mesmo perfil de Fortaleza, uma capital com problemas de infraestrutura.
  • Cuiabá: não atrai investidores, sofrendo um abandono econômico que não estimula a abertura de um novo empreendimento.
  • Belém: também não é uma boa opção, considerando o número de leis relacionadas a tributação, diante de tantas adversidades o empreendedor não consegue se manter.
  • São Luís: a falta de segurança pública e o aumento da violência influenciam na abertura de novos empreendimentos.
  • Manaus: além de problemas de infraestrutura, os entraves burocráticos também não estimulam novos empresários.
  • Salvador: embora seja muito badalada, para novos negócios não oferece atrativos, pois a começar pela burocracia, a insegurança pública leva a não atração de investidores.
  • Aracaju: apesar de possuir pontos negativos como as demais, ainda apresenta uma receptividade maior.
  • Natal: tão linda, mas ainda tão fechada para novos empreendimentos pelos mesmos motivos das demais capitais.
  • Maceió: de todas, é apontada como a pior, possuindo problemas de estrutura, falta de investimentos e segurança pública.

A listagem acima, feita com base do levantamento anual sobre capitais e empreendedorismo (Endeavor), mostra cidades lindas, muito conhecidas e surpreendentemente com baixos índices de empreendedorismo. Os motivos são claros, mas poderiam ser eliminados se houvesse um apoio maior a essas capitais, cujos empreendedores esbarram nos problemas de responsabilidade pública e de entraves legais. Fatores que não atraem novos investidores e nem favorecem o desenvolvimento dos poucos empreendimentos presentes nessas regiões.

Sirlene Montes


Receita Federal passará a excluir Empresas com Débitos do Simples Nacional.

A Receita Federal do Brasil informou que empresas do Simples Nacional serão notificadas, a partir de setembro, caso seja encontrado pendências tributárias ou previdenciárias. De forma que as empresas precisam correr para se regularizar, senão sofrerão exclusão por ofício do Regime Simplificado de Tributação. Diante disso, quem não pagar o débito pode perder todos os benefícios, sendo assim, o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, dá o seu alerta a pessoa jurídica que precisa verificar sua tributação.

NÃO SEJA NOTIFICADO

A notificação da exclusão do Regime Simplificado se dará a partir de 26 de setembro de 2016 em todo Brasil, porém, os peritos da Confirp recomendam que as empresas que possuem débitos paguem ou parcelem imediatamente o valor pendente. 

ACESSE O PORTAL DO SIMPLES NACIONAL

Para visualizar a notificação que será dada por Ato Declaratório Executivo (ADE), basta entrar no endereço eletrônico tributário (DTE-SN – Domicílio Tributário Eletrônico) no qual fazem parte todas às empresas do Simples Nacional, com exceção dos MEI, lá encontrarão um anexo único do ADE com o valor da pendência. Também é possível fazer isso pelo Atendimento Virtual (e-CAC), no site da Receita Federal, através de certificado digital ou código de acesso.

REGULARIZE SUAS PENDÊNCIAS

As empresas que no prazo de 30 dias, depois de notificadas pelo ADE através da plataforma eletrônica, efetuarem a regularidade total de seus débitos, tornarão sua exclusão sem efeito, por extinção da causa, não precisando dispor-se a qualquer procedimentos relativo a RFB, ou seja, não constará mas nenhuma irregularidade e ainda se dará como se nunca tivesse havido irregularidade. Caso contrário, tornará efeito a partir de 1º de janeiro de 2017.

Enfim, a regularização das pendências frente à exclusão no Regime Simplificado de Tributação é dos males o melhor para as empresas, pois a perda dos benefícios são diversas, exemplificando temos a redução de encargos previdenciários e a forma simplificada de recolhimento dos tributos. Por isso é melhor prevenir e verificar se a empresa possui notificações, pois algumas as vezes nem sabem que estão com pendências ou porque esqueceram ou porque calcularam errado o tributo.

ELIZA MARIA AVOLIO DE SOUZA


Linha de Crédito visa incentivar o empreendedorismo e ampliar as rendas das famílias.

O Governo Federal deve lançar em setembro uma linha de crédito especial para os beneficiários do programa social Bolsa Família. A linha visa incentivar as atividades produtivas formais, com a finalidade de reaquecer o mercado interno, ampliar a rendas das famílias e incentivar o empreendedorismo.

A ideia do serviço é estimular o mercado formal. Assim, a iniciativa servirá para fornecer crédito à atividade produtiva e propiciar a compra de materiais de trabalho, prestação de serviços e outras atividades que gerem uma renda formal. Quem receber o crédito não perderá o benefício do Bolsa Família. A medida tem como uma das principais intenções incentivar a entrada dos beneficiários do programa social no mercado formal. Muitas dessas pessoas têm medo de entrar em uma atividade formal e perder a bolsa.

A fim de acabar com esses temores, o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, afirmou que o governo dará a garantia de dois anos no Bolsa Família às famílias que pegarem crédito no programa. Caso o beneficiário perca o emprego depois deste prazo, ele será reintegrado ao Bolsa Família.

Segundo o ministro, em entrevista ao Broadcast, o aporte pode ir de R$ 100 milhões a mais de R$ 1 bilhão. A medida terá grande restrição na exigência de garantias e, de acordo com o site Terra, está descartada a hipótese de que a linha possa beneficiar o microcrédito ou o consumo.

O programa está sendo planejado em conjunto com bancos públicos, como o BNDES, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, além de outros bancos regionais. Os valores finais ainda serão definidos. O Governo Federal irá criar um fundo de aval para garantir os empréstimos. Em caso de inadimplência, o pagamento das dívidas aos bancos sairá deste fundo de investimentos.

Por outro lado, os municípios que conseguirem aumentar o número de famílias emancipadas do Bolsa Família ganharão prêmios. O valor dessa premiação pode variar entre R$ 100 mil até R$ 3 milhões.

O programa de linha de crédito a famílias beneficiárias do Bolsa Família vem em conjunto com outro programa da mesma natureza, porém, para famílias beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida. Ambos fazem parte da estratégia do presidente em exercício Michel Temer conseguir o apoio das camadas mais pobres da população, caso o impeachment da presidente Dilma Rousseff seja consumado na próxima semana.

Renato Senna Maia


Instituição oferece cerca de 50 mil vagas em cursos para diversas áreas.

O Sebrae irá disponibilizar 50 mil vagas para cursos nos próximos 12 (doze) meses. As vagas serão destinadas aos empreendedores cadastrados no programa chamado "Super MEI".

Ser um "MEI" significa ser um Microempreendedor Individual, onde este será enquadrado no Simples Nacional, ficando isento dos tributos federais, como o PIS, IPI, Cofins, CSLL e Imposto de Renda. A característica monetária de um MEI é que o seu faturamento não seja superior a R$ 5 mil por mês ou R$ 60 mil por ano e quanto ao quadro de funcionários, ter no máximo um empregado recebendo o piso da categoria ou um salário mínimo. A taxa mensal para ser um MEI é de R$ 45,00 para comércio ou indústria, R$ 49,00 para prestadores de serviços e R$ 50,00 para comércio e serviços.

Para se cadastrar no MEI, o futuro empreendedor individual deve acessar o site www.portaldoempreendedor.gov.br e fazer a inscrição conforme os formulários de cadastro. Após este processo e o recolhimento da guia de pagamento, o MEI já cadastrado com o seu CNPJ deve agora acessar o site www.supermei.sebraesp.com.br, ligar para a central de atendimento do Sebrae (0800 570 0800) ou comparecer em algum dos escritórios regionais do Sebrae no estado de São Paulo e se cadastrar para ter acesso exclusivo ao conteúdo do "Super MEI". O mesmo processo de inscrição neste programa pode ser feito por Microempreendedores Individuais já cadastrados anteriormente.

Havendo a formalização do MEI cadastrado, este receberá um curso com 8 (oito) horas de duração em gestão comercial e financeiro para se preparar com os conceitos básicos em administração. Após este passo, o Senac e o Centro Paula Souza farão a capacitação técnica com os cursos de 20 (vinte) a 50 (cinquenta) horas, preferencialmente no período noturno.

São 160 (cento e sessenta) cursos nas áreas de agricultura, alimentos e bebidas, artesanato, automotivo, beleza, comércio varejista, construção civil, couro e calçados, eletroeletrônica, eventos, informática, madeira, metalmecânica, serviços diversos, turismo e vestuário.

Escolhendo a área de interesse, conforme as opções oferecidas de cada região, as turmas serão formadas e terão de 16 (dezesseis) a 20 (vinte) pessoas. No site do Sebrae podemos encontrar os cursos oferecidos e o seu conteúdo programático.

Os cursos oferecidos serão gratuitos e o Sebrae de São Paulo irá investir cerca de R$ 25 milhões. Os cursos, caso fossem pagos, custariam de R$ 300,00 a R$ 1.000,000.

Por Fernando Dias


Confira aqui algumas dicas para diminuir as despesas com o Carro.

No atual momento pelo qual o país está passando em termos econômicos e juntando-se a isso o crescimento do desemprego, um dos principais objetivos das pessoas tem sido realizar o maior corte de gastos possíveis. Se o cidadão possuir um carro próprio deve parar um pouco e pensar no fato de que seu veículo pode estar sendo um dos grandes vilões do orçamento doméstico.

Márcia Dessen, que atualmente ocupa o cargo de diretora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros, destaca que muitas pessoas já tiraram seus filhos de escolas privadas, cortaram gastos com o plano de saúde, mas ainda assim continuam com o carro. O pior é que a maioria nem percebe que ele é um grande peso para o orçamento.

Em uma simulação breve feita por Dessen os gastos mensais com o veículo podem ultrapassar os R$1.200,00. Isso se ainda não contarmos as parcelas de um possível financiamento e o fato de que quanto mais caro o carro mais pesado são os impostos.

Mesmo assim se a pessoa não estiver mesmo em condições de abrir mão do carro, há algumas medidas que podem ser tomadas para tornar os gastos menores. Abaixo selecionamos algumas dicas para você. Confira.

Realizar Manutenção

Alguns especialistas apontam para o fato de que o brasileiro criou o hábito de trocar de carro com frequência. Com isso ele acaba perdendo muito dinheiro. Isso pelo simples fato de que cada carro que sai da concessionária perde entre 15% e 20% de seu valor. Fazer a manutenção do carro pode estender seu tempo de uso para um período de cinco anos. O que na realidade é um tempo mínimo podendo até durar mais.

Optar por Modelos Menores

Quem possuir um carro grande o melhor é que faça a troca por um menor. Isso é bem simples de se entender o motivo: Quando maior o carro maiores serão também os gastos. Uma boa saída é dar uma olhada na tabela do Inmetro e verificar se o veículo é econômico ou não. Você poderá ver essas informações no link: http://zip.net/bhtnrJ.

Não deixe de Pegar Carona

Uma boa idéia para diminuir as despesas no transporte é dividir as mesmas. Para isso vale de tudo: Carona com colegas do trabalho, rodízio para levar as crianças para a escola e por aí vai.

Use o táxi ou o Uber

Pode parecer que não, mas em grande parte dos casos os gastos com esses tipos de transporte saem mais baratos no final do mês para quem os usa em comparação com quem prefere circular pela cidade com veículo próprio.

Essas são apenas algumas dicas. Optar pela bicicleta, compartilhar o carro e até mesmo alugar um também pode contribuir para a economia no final das contas.

Por Denisson Soares


Confira aqui algumas dicas e cuidados ao usar o Cartão de Crédito.

Hoje em dia quase todas as pessoas possuem cartões de créditos, seja pela facilidade de uso ou pelas parcelas “milagrosas”, mas em tempos de crise vale a pena ficar ligado para não ser passado para trás. Veja agora 10 dicas valiosíssimas para você usufruir de seu cartão sem surpresas quando chegar à fatura.

1 – Um Cartão de Crédito é Suficiente

Com tantas bandeiras no mercado fica difícil escolher apenas uma, ainda mais com promessas que uma empresa oferece que a outra não possui, por isso, é de extrema importância tomar cuidado com a quantidade de cartões de créditos que você possui. Se você possui apenas um salário, para que vários cartões? Isso apenas lhe renderá mais juros no final do mês atrapalhando sua organização financeira.

2 – Evite Parcelar as suas Compras

Não é surpresa para ninguém que as lojas comem juros e mais juros em cima de compras parceladas, mas por que então não paramos de dividir o valor total da mercadoria? Muito simples, com uma boa estratégia de marketing até o mais sábios dos economistas pode cair na tentação de pagar em 12 vezes. Além de pagar mais caro, com compras parceladas apenas o valor da primeira parcela é descontado no limite atual do cartão, lhe possibilitando fazer mais e mais compras, o que quando a fatura fechar lhe renderá muito mais do que o seu limite.

Uma boa dica é comprar em lojas que ofereçam serviços sem juros, pois dessa forma apenas o valor real do produto irá ser debitado dos créditos do cartão, evitando um amontoado de contas no fim do mês.

3 – Limite do Cartão

Muitas pessoas se iludem em confiar no seu cartão de crédito quando o assunto é limite, tendo em mente de que nunca passarão o limite, como se o cartão “travasse” ao chegar a certo valor, mas infelizmente não funciona assim. As empresas de cartões de crédito, ao criar seu cadastro, lhe empurram limites altos e exorbitantes, que quando não pagos no dia do vencimento da fatura são cobrados juros por cada dia, então ao final de um mês uma fatura que era de R$ 880,05 se torna R$ 1.557,17. Fique atento! Se você tem um salário legal não tenha isso como alicerce para crer que pode ter um limite alto. Procure algum sempre na margem de seu salário ou de quanto está disposto a gastar.

4 – Uma boa Pesquisa

Essa é sempre uma boa aliada, a pesquisa. Economia sempre é vantagem e para se dar bem nesse ponto conte com uma boa pesquisa em diferentes lugares. Não tenha vergonha de comprar em mercados atacadistas, pois os grandes mercados também compram deles. Compare os preços e se divirta com isso. Na situação atual toda economia conta, então vale a pena economizar nas compras comprando em lugares mais baratos.

Na hora de abastecer seu veículo é imprescindível ficar de olho nos preços para não cair no golpe de cartéis, sempre prefira abastecer com dinheiro vivo.

5 – Cartões de Loja

Toda pessoa já foi abordada por lojas varejistas como a Riachuelo, Renner, Ricardo Eletro e diversas outras com ofertas de cartões de crédito. Por mais que os benefícios existam nesse tipo de cartão, como descontos na loja, milhagem e promoções, os juros tendem a ser altíssimos.

Por mais que eles na realidade tenham uma bandeira comum, são propícios a taxas por serviço, o que torna a fatura ainda mais cara no final do mês. Se você já possui um cartão de crédito ou está pensando em criar um, fique longe dos cartões de lojas, pois eles possuem um sistema tentador de crédito rotativo, que implica em utilizar o crédito de um cartão para pagar o outro, entrando assim em uma linha paradoxal sem fim.

6 – Pague a Fatura Total

É de suma importância você em hipótese alguma parcelar sua fatura (sim, é possível parcelar o faturamento de crédito). Se não conseguir pagar tudo, pague o máximo que conseguir, pois se pagar um valor baixo, na próxima fatura você vai se deparar com o montante do mês atual e o que deixou de pagar do mês passado, fora os juros pela dívida. Então procure sempre dar o máximo que conseguir para se ver livre e com o crédito livre no próximo mês.

7 – Consulte sua Fatura

Hoje em dia pode se checar as faturas de seus cartões e o que foi movimentado com o crédito através da internet, por isso não há mais desculpas para ser pego de surpresa no final do mês. Leia detalhe por detalhe de suas faturas a fim de encontrar alguma cobrança errada ou valor mais alto.

Caso seja leigo nesse assunto, pode usar planilhas baixadas na internet ou até mesmo o próprio Microsoft Excel para controle do seu movimento mensal financeiro.

Cuidado ao sincronizar dados bancários com seu celular, pois você está vulnerável a qualquer momento de ser roubado, por isso desative o preenchimento automático dos seus dados para não ser roubado duas vezes.

8 – Benefícios

Por mais terríveis que os cartões possam parecer, eles lhe oferecem alguns benefícios que valem a penas serem usados.

O famoso sistema de milhagem não é apenas o único aspecto em você pode investir seus benefícios. Atualmente já é possível utilizar os seus pontos para serviços como estacionamento, restaurantes, produtos eletrônicos, ingressos para shows, entre outros. Veja mais AQUI.

Ligue para a bandeira do seu cartão ou consulte no site todos os serviços que você pode usar.

9 – Desconfie

Sempre desconfie de promessas utópicas, lembre-se, nada nessa vida é de graça, por que o cartão seria? Por isso tenha em mente sempre procurar criar seu cartão em grandes bancos ou nas empresas das bandeiras, evite criar em “lojas de esquina” ou em qualquer lugar que lhe ofereçam. Esses cartões podem ser clonados de outras pessoas, podem ter juros sem limites ou até mesmo serem duplicados, onde enquanto você paga a fatura outras pessoas usam. Portanto tome cuidado!

10 – Deixe o Cartão no Descanso

Se a situação realmente ficou difícil e está cortando gastos, considere antes de qualquer coisa dar umas boas “férias” para seu cartão até a situação melhorar. Se cortar o cartão parece muito agressivo e radical, tente deixa-lo realmente em descanso, sem uso até que as coisas melhorem. Até lá, faça de forma “primitiva”, pague à vista, dessa forma juros não existirão e você terá na ponta do lápis exatamente quanto está gastando.

Wendel Dias Quaresma


Equação leva em conta o mercado norte-americano e nele o valor do imóvel não pode ultrapassar a soma de 15 anos de aluguel mensal.

Será que vale mais a pena comprar ou alugar um imóvel? Essa pergunta é comum e especialistas da área de investimentos contam com opiniões distintas. Para Erik Brynjolfsson, que é economista do MIT, a melhor opção é comprar se fizer uma observação no ponto de vista de dívidas. Outros já apontam que é uma má ideia investir na compra.

Os dois lados apresentam bons argumentos. No mercado brasileiro de imóveis, os especialistas dão conta que há de se ter um cuidado no momento que fará o investimento em um imóvel. O autor do livro "How Millenials Can Get Rich Slowly", William Bernstein, aponta que há uma equação para esse tipo de pensamento antes de colocar dinheiro no investimento. A equação foi retratada em uma das edições do New York Times.

A publicação apresenta que a pessoa não deverá gastar na compra de um imóvel um valor que supera os 15 anos do aluguel mensal. O motivo para isso seria que um comprador que invista mais que esse tempo citado de aluguel poderia fazer uso melhor desse dinheiro com no mercado imobiliário (sempre observando o custo de uma casa própria).

Em um apartamento que tem o custo do aluguel mensal em quatro mil dólares, por exemplo, a pessoa não deveria, segundo a equação de Bernstein, pagar um valor maior que 720 mil dólares em uma propriedade equivalente.

A reportagem do New York Times aponta que o cálculo a ser feito é: 180 vezes o preço do aluguel mensal do imóvel que será igual ao preço máximo da compra. Esse cálculo é bom ressaltar, é feito com base nos valores do mercado dos Estados Unidos. A dica dos especialistas nesse caso é procurar por investimentos que façam sentindo frente ao seu perfil e realizar uma análise da rentabilidade dos mesmos em 180 meses.

Especialistas do mercado brasileiro apontam que um cálculo destes é complicado de se fazer para a nossa realidade. Isso acontece pois os prazos de financiamento, exigência da comprovação de renda, taxas do financiamento, entre outros detalhes, são distintos no Brasil em relação aos Estados Unidos.

No mercado norte-americano, por exemplo, não existe um custo alto do cartório, o que já apresenta uma grande parte dos ganhos em uma operação de imóveis.


Banco realizou mudanças no sistema de financiamento de imóveis. Confira aqui quais são as novidades.

Muitas pessoas receberam com alegria as últimas notícias veiculadas na última terça-feira, 8 de Março, referente aos novo método de financiamento de imóveis da Caixa Econômica Federal (CEF). De acordo com a Instituição, a partir do dia 24 de Março deste ano o percentual de financiamento de imóveis para trabalhadores do setor privado passa de 50% para 70% e para os do setor público, de 60% para 80%.

A principal objetivo desta mudança é movimentar o setor imobiliário, que vem passando pelos tempos da “vaca magra” desde 2015. A nova linha de crédito serve para financiamento de imóveis de até R$ 750.000,00 nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais. Já para os demais Estados, o valor de imóvel pode ser de até R$ 650.000,00.

Os financiamentos devem ser realizados pelo SAC (Sistema de Amortização Constante), que é o mais praticado atualmente no setor imobiliário, que consiste na diminuição dos valores das parcelas ao longo do tempo.

Outra oportunidade é que a Caixa agora também volta a oferecer a chance de financiar um segundo imóvel utilizando os recursos a poupança. Este tipo de transação estava suspensa desde de 2015, com isso se torna possível realizar o financiamento de dois imóveis até que um deles possa ser vendido.

No anúncio o banco reafirmou também que irá oferecer novamente o financiamento através da Linha Pró-Cotista, que torna possível utilizar os recursos do FGTS que possui taxa de juros entre 7,85% e 8,85% a.a e vale para compra de imóveis no valor de até R$ 750.000,00 e o prazo máximo para financiamento é de 30 anos para quitação.

Com as novas tabelas de financiamento,  especialistas de mercado acreditam que será possível reaquecer o setor da construção civil através de criação de novas vagas de emprego. Nos últimos 12 meses, a construção civil foi um dos segmentos que sofreram impactos assustadores em relação a taxa de desemprego, o que não vinha sendo uma realidade da área antes do início da crise no país.

Alguns especialistas acreditam também que as mudanças são apenas uma medida emergencial na tentativa de salvar o setor, visto que no passado a CEF já ofereceu melhores condições de financiamento. As condições devem favorecer uma forte fatia de faixa de cliente que busca imóveis em média de R$ 400.000,00.

Por Jaime Pargan


Queda do PIB deve-se ao resultado negativo dos investimentos, explica IBGE.

No Brasil a economia teve queda de 3,8% no decorrer de 2015 comparando ao ano anterior, conforme números anunciados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) nesta quinta-feira (3). Ainda de acordo com o instituto, essa é a maior queda sofrida por nossa economia desde 1990, quando despencou 4,35%. Somente no quarto trimestre, comparado ao mesmo período de 2014, é que a retração foi de 5,9% e sobre o ano anterior teve uma baixa de 1,4%.

Alguns setores tiveram um ligeiro crescimento no ano de 2015, como a Agropecuária com 1,8%. Porém, a indústria encolheu 6,2% e os serviços tiveram redução de 1,4%. O PIB do ano anterior totalizou em valores correntes 5,9 trilhões de reais. Já o PIB per capita somatizou 28,87 mil reais, com uma queda de 4,6% se comparado com 2014.

Segundo o IBGE, a queda do PIB foi guiada por resultados negativos de investimentos. Este retrocesso tem justificativa pelo fato da produção interna e importação de bens de capital terem sofrido uma queda, com influência negativa da Construção no decorrer do ano”.

Por outro lado, o consumo das famílias tiveram queda de 4% se comparado a 2014 (quando o crescimento foi de 1,3%). Os gastos de consumo do governo deram uma desacelerada comparado a 2014, tendo uma baixa de 1,2%. Analistas não ficaram surpresos com resultado tão negativo.

“Não se pode dizer que esse desastre não foi anunciado. Muitos indicadores já indicavam que haveria uma retração em 2015, só não se sabia a gravidade”. Diz Luiz Alberto Machado, Conselheiro do Cofen (Conselho Federal de Economia).

“Ainda não dá para festejar a economia do país em 2016, mas destacamos o dólar em alta como um fator que deve motivar a exportação industrial. Porém, é certo que será um ano negativo para o Brasil. Nosso país tem uma líder que não comanda nem a base do seu governo”, critica Luiz Alberto.

O IBGE ainda informa que as exportações de bens e serviços, no setor externo, tiveram ligeiro crescimento de 6,1% enquanto que as importações caíram 14,3%. Já o petróleo, a soja, os produtos siderúrgicos e o minério de ferro foram os que mais cresceram.

Confira abaixo alguns números divulgados pela IBGE:

  • PIB 2015: -3,8%
  • Agropecuária: +1,8%
  • Indústria: – 6,2%
  • Serviços: – 2,7%
  • Investimentos: -14,1%
  • Consumo das Famílias: – 4,%

Por Ruth Galvão


Votação do Supremo Tribunal Federal considera válido o acesso de dados bancários sigilosos pela Receita Federal.

O Supremo Tribunal Federal votou e decidiu nesta semana que o direito da Receita Federal de acessar dados bancários sigilosos de pessoas jurídicas e físicas independente de autorização da justiça é constitucional e, portanto, válido.  

A decisão contou com 09 votos a 02 e a maior parte dos ministros compreendeu que como a análise era liberada apenas para a Receita, ela não se caracteriza como uma quebra de dados, e sim uma espécie de transferência do sigilo bancário.

Foi com base nesta norma que a Receita passou, a partir desse ano, a ampliar o controle sobre as movimentações financeiras. Agora, ela receberá informações sobre transações mensais que ultrapassem a casa dos R$ 6.000 no caso de empresas e de R$ 2.000,00 para pessoas físicas.

Segundo os ministros, a medida não fere nossos princípios constitucionais de privacidade nem tampouco são abusivas. Ainda de acordo com eles, o interesse público deve prevalecer. A decisão contou ainda com os argumentos de que esse tipo de informação auxilia no combate de crimes como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e corrupção.

Outro ponto de destaque levantado pelos ministros é o de que caso haja algum tipo de irregularidade ou vazamentos de dados, estes serão apurados não só administrativamente como também criminalmente.

A discussão girou em torno de 05 ações que foram apresentadas por entidades, partidos e também a de um contribuinte que se tornou alvo da Receita por conta da norma. O pedido principal era de que o Supremo Tribunal Federal desconsiderasse por meio de invalidação o trecho da lei que prevê a autorização de quebra de sigilo em alguns casos.

O STF discutiu cinco ações que foram apresentadas por partidos e entidades, como a Confederação Nacional do Comércio, a Confederação Nacional da Indústria e o Partido Social Liberal, além de um contribuinte que foi alvo da Receita por causa da norma.

Jorge Rachid, secretário da Receita, compareceu pessoalmente para tratar sobre o assunto com os ministros. Ele alegou que caso a anulação da fiscalização fosse realizada, esta poderia prejudicar grandes operações da Polícia Federal, como por exemplo, a Lava Jato, Zelotes, entre outras.

Durante a sessão, os ministros Ricardo Lewandowski, Luiz Fux e Gilmar Mendes defenderam a medida e afirmaram que não estão duvidando que os indivíduos tenham direito de proteger assuntos pessoais como finanças, no entanto, eles alegam que esse tipo de informação não poderia ser negada ao Fisco.

Marco Aurélio Mello e Celso de Mello foram os dois ministros que votaram contra a permissão de concessão das informações bancárias à Receita. Segundo Celso de Mello, a medida pode acabar abrindo lacunas para devassa em dados sigilosos por outras instituições. 

Por Beatriz


Confira aqui mais detalhes sobre o Fundo PIS/Pasep.

Muitos trabalhadores, às vezes por falta de informação, não sabem que podem ter um saldo a receber do Fundo PIS/Pasep.

Mas o que realmente é o Fundo PIS/Pasep? Até o ano de 1988, tanto empresas privadas como órgãos públicos em geral depositavam dinheiro no Fundo PIS/Pasep em nome dos funcionários (no caso de empresas) e servidores públicos correspondentes (no caso de órgãos públicos) assim que eram contratados. Cada trabalhador era um cotista deste Fundo, ou seja, ele era parte de uma despesa provinda dessas contratantes.

Quem pode receber? Apenas quem estava devidamente contratado por uma empresa ou um órgão público antes do ano de 1988 e não efetuou saque do fundo ainda.

Quanto e como receberei deste Fundo? Quem tem direito ao Fundo PIS/Pasep recebe na verdade uma quantia de sua parte todos os anos. Vale lembrar que é diferente do abono salarial do PIS, no qual o trabalhador recebe um fundo do Ministério do Trabalho e Emprego, caso ele tenha trabalhado um mês ou mais registrado durante o ano. Os trabalhadores com direito de receber do Fundo PIS/Pasep poderão efetuar o saque do valor total, mas somente quando se aposentarem ou caso se vitimarem de alguma doença grave, ou ainda quando completam 70 anos de idade. No caso de óbito, quem recebe o dinheiro são os dependentes comprovados pelo beneficiado, como filhos, esposa ou esposo, etc.

Como posso ver se tenho direito ou não? Se você trabalhou registrado em uma empresa privada antes de 1988, procure imediatamente uma agência da Caixa Econômica Federal mais próxima. Se você trabalhou como servidor público, então procure uma agência do Banco do Brasil para colher maiores detalhes sobre o benefício. Em ambos os casos esteja munido de documento com foto (como o RG ou a carteira de trabalho) e o número do PIS (se não tiver ou não souber, é só informar o número do CPF que o atendente procura no sistema).

De acordo com a CGU, essas informações deverão ser cada vez mais divulgadas, pois o Órgão realizou uma auditoria do Fundo recentemente. Entre o período de julho de 2013 e julho de 2014, o Fundo tinha a participação ativa de mais de 31 milhões de trabalhadores cadastrados, sobre o número de 37,5 milhões de trabalhadores no total. Deste número total de trabalhadores, 26 milhões tinham sido registrados em empresas privadas e cadastrados também no PIS (Programa de Integração Social). Outros 5 milhões foram servidores públicos e registrados no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público).

A CGU afirma que mais de 15,5 milhões de cotistas ainda não sabem que têm direito aos Fundos do PIS/Pasep. É por esse motivo que o TCU (Tribunal de Contas da União) tem a intenção de promover o assunto cada vez mais, para que todos os trabalhadores possam ter acesso ao benefício. Quem quiser saber mais informações é só acessar o site oficial do Tesouro Nacional, no seguinte endereço eletrônico: http://zip.net/blsNBG.

Por Daniela Almeida da Silva


Remuneração passa de R$ 788 para R$ 880, um aumento de 11,6%.

O novo valor do salário-mínimo já está em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2016. O mínimo atual tem o valor de R$ 880,00 e representa um reajuste de 11,6% em comparação com o valor antigo, que era de R$ 788,00. O impacto desta diferença no reajuste tende a ser de R$ 30,2 bilhões na conta do Governo.

O decreto já foi publicado no Diário Oficial da União e assinado pela presidente Dilma Rousseff. O pagamento do reajuste será feito aos trabalhadores a partir de fevereiro e segundo o Ministério do Trabalho, vai representar um incremento de R$ 51,5 bilhões na renda da população. Além disso, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) foi de 10,28% no acúmulo que foi medido em novembro do ano passado, e nos últimos doze meses este índice correspondeu a 10,97%.

Com o novo valor de R$ 880,00, o dia de trabalho passa a ser de R$ 29,33 e por hora de R$ 4,00. O Governo também fez uma nota explicativa informando que o reajuste atua a fim de dar continuidade à política de valorização do salário. As contas municipais também serão afetadas pelo reajuste do salário mínimo, pois segundo o levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), a medida deve causar um impacto estimado de R$ 2,6 bilhões às Prefeituras.

Entre outras mudanças, o valor do seguro-desemprego também aumentou com o reajuste do salário mínimo. O seguro é concedido aos trabalhadores que foram demitidos sem justa causa. Além disso, benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também serão reajustados. Um dos exemplos é o abono salarial, que corresponde ao valor de um salário mínimo, sendo pago de forma anual aos profissionais que recebem mensalmente o valor de até dois salários mínimos. O abono sobe de R$ 788,00 – antigo valor – para R$ 880,00 com o reajuste.

Por Babi


Manter as contas em dia depois de perder o emprego requer disciplina e cuidados. Confira aqui algumas dicas do que fazer nesta situação.

A economia brasileira vive uma fase muito delicada, o desemprego já alcançou sua maior taxa em oito anos e a previsão de inflação para os próximos meses é iminente, então se você já sente os efeitos da atual recessão econômica, leia esta matéria e confira dicas preciosas para manter o seu orçamento em dia, mesmo estando fora do mercado de trabalho.

Faça uma avaliação minuciosa de sua atual situação financeira:

Depois do choque de ficar sem emprego, é necessário reunir a família e fincar os pés no chão. Aceitar a nova realidade e se unir com as pessoas que convivem com você. Faça uma reunião familiar e descreva todas as suas despesas. Estabeleça suas despesas fixas (despesas de sobrevivências como: água, luz, alimentação, etc.) e despesas variáveis (telefone, tv a cabo, combustível, etc.). Calcule os valores e tenha em mente o montante necessário mensal para você sobreviver com sua família.

Defina o novo padrão de vida:

Estabeleça a quantia mensal ideal para você viver mensalmente com sua família. É importante ter em mente a quantia mensal que deverá ser desembolsada para que você mantenha o seu padrão de vida a partir da nova realidade. Você deverá cortar despesas, vai ser um momento difícil, porém, acredite que será temporário e que essas atitudes serão necessárias para a manutenção da saúde financeira da família.

Defina a sua reserva de emergência:

Não é aconselhável utilizar os valores recebidos na quitação para o pagamento de dívidas contraídas quando se estava empregado. O ideal é manter um montante guardado de no mínimo seis meses, que garanta o sustento de sua família durante o período em que estiver sem receber receita de nenhuma fonte.

Não utilize cartão de crédito e nem cheque especial:

Utilizar cheque especial e cartão de crédito são atitudes muito arriscadas em tempos de crise. Praticamente se torna inviável, pois os juros são os maiores do mercado, principalmente o do cheque especial. Prefira pagar tudo no dinheiro vivo e evite contrair dívidas com coisas supérfluas que não agregam valor em sua vida nesse momento tão delicado.

Além das dicas acima, não se desespere, encare a realidade com serenidade e acredite que será passageiro. A união da família nesse momento é muito importante, então economize e busque formas alternativas de contrair novas receitas, faça pesquisa na internet, assista vídeos, se matricule em cursos e converse com pessoas que possam oferecer oportunidades de trabalho.

Por Rodrigo da Silva Monteiro


Veja aqui algumas dicas para aproveitar os descontos em imóveis na Black Friday 2015.

A Black Friday também vai contar com ofertas de imóveis que são realizadas por sites, construtoras e incorporadoras. São várias as empresas que prometem os descontos nesse segmento, mas alguns cuidados devem ser tomados.

Mas será que vale a pena?

A principal dica é que a pessoa observe se realmente o desconto acontece. Se sim, é uma boa oportunidade, uma vez que a economia não está boa e encalha a venda de alguns imóveis.

Internet:

Utilize a web para fazer uma pesquisa sobre como estão os preços do imóvel que procura.

Conheça o Imóvel:

O consumidor deverá visitar a região do imóvel para observar se tudo está de acordo com o que busca (tamanho, vagas da garagem, entre outros). Outro ponto a se verificar é a localização do mesmo dentro do condomínio, por exemplo. Alguns imóveis podem se apresentar em andares mais baixos do prédio ou de frente para ruas, por exemplo, o que ocasionam mais barulho e fazem o preço ser menor. Os especialistas dão conta que essas são as unidades que são as que mais encalham.

Como estão as ofertas no prédio?

Você deve verificar se no local existem outras ofertas, pois elas podem ter preços melhores. A crise faz com que o repasse de imóveis seja maior, o que resulta em custo menores.

Conheça a empresa:

Você deverá pesquisar como é o histórico da empresa. Faça uma pesquisa sobre reclamações no Procon e em outros sites. Observe também ações judiciais da companhia nos sites do Tribunal de Justiça da região.

Caso seja um imóvel já mais antigo, você deverá pedir uma ajuda para algum engenheiro ou arquiteto para verificar a estrutura. A documentação também deve estar em dia.

Pagamento:

Verifique se você tem realmente condições de pagar o imóvel. Observe qual é o que você deseja e peça crédito pré-aprovado para o banco. Não se deve confiar apenas em avaliação feita por simulador, pois as mesmas não vão considerar a real situação de dívidas do consumidor. 


Inscrições para os cursos podem ser feitas neste mês de novembro.

Estão abertas inscrições para quem desejar aprender mais sobre como investir em ações e educação financeira. Os cursos serão disponibilizados pela BM&FBovespa.

Os cursos serão disponibilizados de duas maneiras distintas. A primeira na modalidade presencial e a segunda em ensino a distância, onde o ensino se dará de forma virtual.

Para aulas de forma presencial estão disponíveis os cursos “Educação Financeira – Módulo Mulheres em Ação” e “Educação Financeira – Módulo Master”. O primeiro terá uma carga horaria de 4 horas e o segundo 6 horas. Aos que desejam participar dos módulos presenciais, as inscrições podem ser realizadas até os dias 16 de novembro (para o módulo mulheres em ação) e 24 de novembro (para o módulo máster). O foco destes dois cursos é no ensino de como pode ser feita a elaboração de um orçamento familiar e pessoal, explicando também como funcionam os mais variados tipos de investimentos.

Para o curso presencial de “Como investir em ações” as inscrições vão até o dia 5 dezembro. Este curso terá uma carga horaria de 5 horas. O objetivo principal desse curso se baseia em ensinar detalhadamente ao aluno como adquirir ações e vendê-las, bem como os valores envolvidos na negociação e diferentes maneiras de se negociar os papéis.

Para as pessoas que desejam participar, porém, não podem se deslocar de sua cidade para aprender, existe a possibilidade de realizar o curso no formato digital. O curso disponível virtualmente é sobre “Finanças pessoais e investimento em ações”. No formato online, serão disponibilizadas vídeo aulas explicativas, quizzes, entre diversos materiais. A plataforma utilizada pelo curso será a Veduca.

Para se inscrever, o candidato pode acessar o site do Instituto Educacional BM&FBovespa, pelo link https://educacional.bmfbovespa.com.br/home. Quaisquer outras dúvidas sobre os cursos podem ser sanadas através dos telefones de contato da companhia, que são o (11) 2565-6313, (11) 2565-6826 e (11) 2565-6586, ou ainda através do e-mail de contato da empresa, que é o cursosie@bvmf.com.br.

Não perca essa chance de aprender mais sobre um assunto tão importante como este.

Por Igor Furraer


Tesouro Direto é um ótimo investimento para aqueles que possuem um perfil conservador e não querem aplicar o dinheiro na poupança.

Para quem possui um perfil mais conservador e não arrisca em investimentos mais arriscados como os papéis da Bolsa de Valores, o Tesouro Direto sempre foi um dos investimentos mais visados. O Tesouro Direto é um programa de compra e venda de títulos do Governo Federal. Os títulos públicos são bem mais seguros que a maioria dos outros investimentos e trazem um bom retorno ao investidor. E as notícias são excelentes para quem escolheu esse papel: na última segunda-feira (dia 21), os títulos que são oferecidos pelo Tesouro Direto e que tem vencimento previsto para o ano de 2025 apresentaram uma rentabilidade de 16,08%.

Segundo Daniel Zamboni, assessor de investimentos da BR Investe, é um bom momento para aplicar nesse título. Ele aconselha os investidores a escolherem esse papel para seus investimentos pessoais.

Os títulos do Tesouro Direto são pré-fixados e caso a inflação recue num futuro próximo, o Banco Central deverá optar pela redução das taxas de juros do país e isso irá favorecer quem tiver um maior investimento nesse tipo de papel.

Porém, mesmo que o investimento seja empolgante, o especialista diz que o investidor precisa ter cautela. Como muitas pessoas não conhecem bem a marcação de mercado, vender o título antes que ele vença pode significar um bom ganho ou um prejuízo. Segundo ele, o melhor a se fazer é ir investindo nesses fundos com cuidado, aumentando gradualmente o valor do investimento, de acordo com queda da taxa de juros. Caso haja uma grande queda, quem se garantiu com uma taxa prefixada terá um bom lucro.

Assim como o tesouro Direto, o Tesouro IPCA+ pode render até 7,7% de forma real. Uma taxa excelente, mas assim como nos prefixados, é preciso estar atento às oscilações do mercado.

E em épocas de crise, o especialista afirma que o Tesouro Direto é a aplicação mais segura do país no momento (e também uma das melhores em rentabilidade). Segundo ele, o Tesouro Nacional é o melhor credor atualmente no país.

Por Patrícia Generoso





CONTINUE NAVEGANDO: