Para aproveitar as ofertas da Black Friday é preciso tomar muitos cuidados e, assim, não cair em falsas ofertas e armadilhas.

Quem não gosta de obter um bom desconto em qualquer loja? Talvez aquele sonho de consumo que jamais foi realizado porque os preços estão realmente altos e impraticáveis.

Quem sabe chegou a hora de trocar de geladeira, fogão, TV? O momento de comprar por um preço compensador pode ser esse!

Foi pensando nesse público que as Black Fridays foram criadas. Na verdade, o termo surgiu nos Estados Unidos nos idos de 1869, e tinha um significado bem distinto naquele período. O termo estava sempre ligado a fatos desagradáveis, como os problemas nas bolsas de valores americanas.

Com o passar do tempo, passou a significar momento de pechinchar. Por lá, por volta de 1939, o mês de novembro, próximo ao Dia de Ações de Graças, foi escolhido para oferecer ofertas arrasadoras.

De lá pra cá, boa parte do mundo adotou o evento, sendo muito aguardado por consumidores e comerciantes.

O fato é que, de fato, as vendas “bombam” em todo lugar neste período. Mas por conta dessa suposta avalanche de ofertas, muitos cuidados precisam ser tomados. É sabido, por exemplo, que muitos comerciantes aumentam seus preços pouco antes do evento a fim de que o preço promocional pareça de fato arrasador.

Os especialistas apontam alguns caminhos que o consumidor deve trilhar para fugir das armadilhas das promoções miraculosas. Dentre elas, eis algumas importantes:

1) Mesmo sendo produtos promocionais, os mesmos não estão isentos das regras que regem os direitos do consumidor. Ou seja, a loja deve cumprir todos os itens legais com relação à venda do produto;

2) É preciso ter cuidado ao fornecer informações pessoais aos sites na internet. Tente escolher lojas conhecidas e consagradas por sua capacidade de cumprir as normas legais;

3) Muitos sites ficam estranhamente fora do ar por horas, e quando retornam, as promoções já não mais existem;

4) Procure conhecer o produto desejado, seu preço normal, e o que pode ser entendido como um bom desconto. Não acredite nos “milagres de venda”. Saiba discernir um bom desconto e aquilo que é bom demais para ser verdade;

5) Guarde todos os comprovantes das compras realizadas e certifique-se dos prazos das garantias dos produtos.

No mais, boas compras!

Por Dan Dias

Black Friday


Confira aqui algumas dicas de como aumentar as vendas de sua empresa neste período de crise econômica.

Não é novidade de que a crise está afetando a todos. Desemprego, inflação e corrupção, tem frustrado a população. Mas como vender bem em tempos de crise? Existem técnicas e novidades que você pode fazer suas vendas alavancar mesmo diante da atual situação. Ideias que talvez antes você não tinha pensado e que podem fazer muita diferença neste Natal.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a Intenção de consumo das famílias brasileiras (ICF) caiu pelo nono mês seguido em outubro deste ano, com 78,4 pontos, percentual menor que 100 pontos, isto significa insatisfação dos consumidores.

Veja 12 dicas de como vender bem neste Natal em tempo de crise:

  • Comece as vendas em novembro (incentiva os consumidores a comprar antecipadamente).
  • Ofereça produtos na promoção (aproveite principalmente os produtos natalinos que sobraram do ano passado, a promoção incentiva ao consumo).
  • Divulgue seus produtos através das mídias sociais (uma forma moderna, sem custo e muita atrativa de divulgação, através do Facebook, Twitter, Blog, Site, crie uma página destinada a sua empresa e alimente-a com informações dos seus produtos, como fotos e valores que custam).
  • Entregue panfletos (não podemos esquecer desta forma tradicional de divulgação e que dá resultados).
  • Esteja atento ao estoque (mantenha ele sempre cheio para não correr o risco de deixa de vender mais produtos).
  • Ajude os funcionários (deixe o orgulho de lado e venda também, caso não tenha condições de contratar mais funcionários).
  • Contrate mais profissionais (devido ao pouco lucro e menos consumidores nas lojas, então contrate poucos funcionários para este período).
  • Contrate um locutor de loja (um locutor chamará atenção para seu estabelecimento, ofuscando as lojas que estão ao redor da sua, mas essa forma de divulgação depende do público que você almeja atingir e do perfil de sua empresa).
  • Fique de olho nos funcionários (Procure observar se todos os seus funcionários estão trabalhando bem e tratando bem os clientes).
  • Faça um sorteio (divulgue através de um cartaz em frente da loja, locutor ou mídias sociais sobre este sorteio, e explique que quem comprar na SUA LOJA, estará concorrendo a um prêmio, você escolhe o prêmio, pode ser um fogão, viagem, depende do público que você tem e do orçamento de sua empresa).
  • Decore sua loja (a aparência desperta atenção das pessoas).
  • Padronize seus funcionários (transmita um clima natalino, cheio de harmonia e alegria, através de acessórios e roupas natalinas).

Maria de Lurdes, 44 anos, pernambucana, comerciante, relata o que fez para melhorar as vendas de Natal. “No meu estabelecimento não tinha locutor de loja, então contratei um rapaz que já tinha essa experiência em lojas e através dele a situação melhorou, pois ele é bastante animado e extrovertido, isso chama a atenção dos clientes que passam, estou vendendo bastante atrativos natalinos”, comentou.

Por Erika Amanda Silva de Souza


Comércio varejista registrou o pior índice desde 2006, com uma queda de 4,7% na semana que antecedeu o Dia das Crianças.

De acordo com a Serasa Experian (empresa voltada para informações de crédito), o comércio varejista teve o pior índice desde 2006, com uma queda em torno de 4,7% na semana que antecedeu o Dia das Crianças.  

Os demonstrativos na análise de desempenho não foram favoráveis, com queda de 3,3% na semana das crianças em comparação ao ano de 2014.

Fatores que influenciaram na hora das compras e causaram a baixa no comércio e nas vendas foram: o alto índice da inflação e taxa de juros, os preços caros dos produtos, a taxa de desemprego, a falta de expectativa das pessoas com relação aos acontecimentos relacionados à economia, falta de otimismo e confiança no governo. Todos esses fatores pesam no bolso do consumidor que avalia a atual situação do país e prefere não gastar com medo de gerar dívidas e inadimplência.   

O consumidor não sabe o que esperar com relação à economia do país e se vê as voltas com incertezas, reflexo de uma política de má gestão, com os preços em constantes aumentos, ele recua e se previne, pois não sabe o que o aguardar no futuro, assim evita gastos e endividamentos.   

Pesquisas registraram que desde 2006 não havia queda do comércio neste período e lojistas consultaram o banco de dados de informações do serviço da Serasa Experian para obterem mais informações.

Nota-se que o movimento das pessoas para ir às compras está em curva descendente, não há uma expectativa para o consumidor gastar, pois o momento é de crise e de cautela.   

Com o comércio em baixa quem perde é o comerciante que vê os seus lucros em baixa. As vendas fracas fazem o comércio contratar menos e agora, principalmente, para o final de ano, com as vagas temporárias. Muitos estão reduzindo o quadro de funcionários para cortar custos e esses procedimentos acabam gerando uma bola de neve, pois o comércio sobrevive dos consumidores.   

É preciso que o governo invista em políticas públicas mais eficazes, e que crie melhores expectativas na área econômica, e favoreça a expectativa dos consumidores, para que o mesmo se sinta atraído a comprar. Uma boa opção seria baixar os juros e o parcelamento para que o consumidor tenha condições de arcar com o crediário.                       

Por Marisa Torres

Vendas do Dia das Crianças

Foto: Divulgação


Previsão é de queda de até 4,1% nas vendas no comércio neste Natal, sendo um dos piores resultados da última década.

Como já é esperado, o Natal deste ano terá um péssimo desempenho para o comércio, podendo ser um dos piores da última década e o recuo em relação ao último ano poderá ser de até 4,1%, sendo esta a primeira vez, desde 2004, em que é registrado um resultado negativo.

As informações são da Confederação Nacional do Comércio que ainda informou que nos últimos dez anos as vendas sempre foram superiores em relação ao ano anterior, por isso a época de Natal é tão aguardada pelos comerciantes, pois sabem que por mais difícil que seja o ano, no último mês sempre era época de recuperar as perdas, mas este ano, infelizmente, não será assim.

A crise continua afetando todos os setores e o comércio de um modo especial, fazendo com que a expectativa para este Natal tenha um resultado negativo, com um recuo bastante atípico nesta que é a principal data para o setor.

E os estragos desta expectativa já começaram, com muitas empresas definindo que não irão contratar para este fim de ano, nem mesmo funcionários temporários, além daquelas que vão ter que reduzir nas compras, pois sabem que se no final de ano as vendas serão ruins assim, o que dizer então de janeiro, onde é comum para o comércio registrar uma baixa muito grande nas vendas.

O início do ano é mês dos pais se preocuparem com a volta às aulas, IPTU, IPVA, entre outros impostos mais as faturas dos cartões referentes às compras do fim de ano. Ficar com um estoque para janeiro, definitivamente, não vai ser um bom negócio para o comerciante.

De acordo com a CNC – Confederação Nacional do Comércio, as vendas no varejo terão um recuo de 4,1% no último mês do ano, em relação ao mesmo período de 2014. Ainda de acordo com a CNC, o desempenho do Natal será tão ruim, que ficará pior do que o recuo deste ano até o mês de agosto.

Victor França, assessor econômico da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, confirmou esta projeção e disse ainda que o segundo semestre terá um desempenho pior do que o registrado no primeiro semestre deste ano e que o desemprego vai chegar ao seu pior momento agora no fim do ano, o que vai piorar ainda mais para o comércio, já que com um maior número de desempregados, serão menos consumidores fazendo compras e isso vai gerar mais desemprego e muito menos contratações.

Por Russel

Vendas no Natal


Queda de 1% registrada foi maior baixa desde o ano de 2000.

Como já era de se esperar, a economia brasileira sofreu mais um baixa: as vendas no comércio nacional no mês de julho sofreram uma queda de 1% se comparada com o mês de junho. Essa foi a maior baixa desde o ano de 2000.

Essa foi a sexta queda consecutiva no varejo, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. No total deste ano, a queda foi de 2,4%, ou seja, quase metade dessa baixa aconteceu entre os meses citados acima. Se compararmos com o mesmo período do ano passado, 2014, a queda foi ainda maior, de 3,5%. No acumulado do ano, esses dados só perdem para o mês de março de 2003, quando a diminuição foi de 6,1%, um número muito expressivo e que pode chegar próximo ao que talvez venhamos a sofrer até o fim de 2015.

Desde que o IBGE iniciou essa medição, a diferença entre o período de junho/julho de 2015 para o pico máximo das vendas no comércio varejista foi de 7,2%. Esse índice máximo foi alcançado em novembro de 2014.

O que mais preocupa é que o mês de julho de 2015 não deveria ter sido tão ruim se comparado com o mesmo período no ano passado, já que em 2014 o comércio sofreu um grande impacto devido às especulações da Copa do Mundo que não atingiram a expectativa e o excesso de feriados. De acordo com Isabella Nunes, gerente de serviços e comércio do IBGE, essa comparação deixa o resultado negativo atual ainda mais expressivo.

Apesar de ter refletido em quase todos os seguimentos, o que mais sofreu no varejo foi o seguimento de materiais para escritório, informática e comunicação, com uma queda de 5,5%, seguido pelo de móveis e eletrodomésticos, com baixa de 1,7%. Segundo a última pesquisa, outro seguimento, que até então não sentia tanto essa crise e começou a ter números negativos foi o de supermercados, que registrou uma queda de 1,0% em suas vendas.

Por Felipe Villares

Vendas no comércio


Queda registrada foi de 5,1%, surpreendendo até mesmo os mais pessimistas.

A crise no Brasil continua complicando a vida de todo mundo. Não tem um setor sequer que não tenha sido atingido pela queda nas vendas e nem as datas comemorativas, que geralmente aquecem o comércio, estão dando conta de fazer com que a crise dê um alívio e as vendas melhorem.

No Dia dos Pais, uma data que sempre foi considerada muito boa para as vendas no comércio, a queda nas vendas foi de 5,1% surpreendendo até os mais pessimistas.

Este número mostra a gravidade da situação, pois nem mesmo uma data como o Dia dos Pais foi capaz de trazer um certo alívio para os comerciantes.

Desde 2005 que as vendas no comércio na época do Dia dos Pais não apresentava um resultado tão ruim. Em todo o Brasil, a queda nas vendas chegou a 5,1% de acordo com o Serasa Experian que tem um indicador de atividade do comércio no País.

A porcentagem da queda, de 5,1%, é referente às vendas que antecederam a data, indo do dia 3 ao dia 9 de agosto e, assim, estas vendas foram comparadas com a mesma semana que antecedeu o Dia dos Pais em 2014, mostrando que este ano as vendas ficaram abaixo do esperado e abaixo do que foi registrado no ano passado.

Mesmo em São Paulo, onde as vendas costumam ficar acima da média, neste Dia dos Pais a queda chegou a 4,7% também levando em consideração o critério de comparação da semana que antecede a data este ano, com a semana que antecedeu o Dia dos Pais em 2014.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o motivo para a queda nas vendas no Dia dos Pais é devido à crise econômica que assola o País, onde a inflação está bem acima do que foi registrado nesta mesma data no ano passado, além dos juros no crediário também estarem bem acima do esperado e tem ainda o fato do desemprego continuar crescendo. Ainda existe o fato de que os consumidores continuam não confiando na melhora da economia em um curto espaço de tempo.

Por Russel

Vendas do Dia dos Pais

Foto: Divulgação


A FENEBRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) indicou que, na comparação anual entre maio de 2013 e 2014, aconteceu queda de 7,2% nas vendas de veículos leves no Brasil.

A entidade que representa as concessionárias e lojistas de carro, FENEBRAVE, indica a perspectiva de acontecer queda em torno de 3% até o final do ano de 2014. No índice de 7,2% há contagem de carros comerciais leves, caminhões e ônibus zero quilômetro.

De certa forma o mercado foi pego de surpresa. Até o mês de abril a taxa de vendas estava estável, Montadoras apostaram em pacotes para atrair clientes, como as garantias estendidas de cinco para seis anos, em homenagem à seleção brasileira que luta para conquistar o hexacampeonato mundial na Copa do Mundo Brasil 2014. Porém, o mês de maio chegou e trouxe a época fria que congelou as compras de veículos novos em terras nacionais.

Não se pode ignorar o fato de que maio teve um dia útil a menos do que abril, o que no setor de vendas de automóveis consiste em fator considerável. Mas, esta não é a principal causa, apenas uma delas.

Em termos práticos, representantes das concessionárias pressionam o governo para conceder incentivos fiscais, como no caso do adiamento das cobranças de alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Flávio Meneghetti, presidente da FENABRAVE, indica que gostaria de ver o adiamento, mas não acredita na hipótese ao considerar o posicionamento contrário por parte do governo federal. Ele indica que até o final do ano deve acontecer queda nas vendas em 3,24% ao comparar com 2013, o equivalente em valor além do que 3,5 milhões de unidades.

Depois da Copa do Mundo, a FENABRAVE afirma trabalhar em novos estudos para divulgar projeções atualizadas da estimativa de vendas para 2014.

O número de licenciamentos de veículos no Brasil em maio de 2014 foi de 293.383 unidades.

Por Renato Duarte Plantier

Venda de carros em maio de 2014

Foto: Divulgação


A Petrobras está tentando realizar vendas de ativos financeiros de sua propriedade noexterior. A operação visa reforçar o caixa da empresa estatal. Os potenciais compradores estão aproveitando a oportunidade para barganhar os preços adiando a compra dos ativos da empresa.

Segundo o plano de negócios da Petrobras entre 2012 e 2016 as vendas de ativos financeiros deveriam arrecadar um montante no valor de US$ 4,8 bilhões. A maioria dessa quantia seria arrecada em 2012. Com esse dinheiro a empresa pretende financiar os investimentos na exploração do pré-sal. O pré-sal, já há alguns anos, tem sido um dos projetos prioritários para a Petrobras.

Apesar do bom desempenho da empresa no último trimestre, apresentado no balanço financeiro de julho a setembro na última sexta-feira, 26 de outubro, a Petrobras está encontrando dificuldades para vender os ativos.

As vendas dos ativos no exterior estão relacionadas com a redução de investimentos externos da companhia em suas participações em outras empresas petrolíferas no mundo. Como a compra da refinaria de Pasadena no Texas, Estado Unidos e participações em blocos de exploração de petróleo no Golfo do México.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Lucro líquido da Avon registrou queda no 2º trimestre de 2012

No segundo trimestre deste ano as vendas da Avon no Brasil caíram 19%. Influenciado por esse resultado, o lucro líquido mundial da empresa foi 70% menor no período, alcançando US$ 61,6 milhões. Outro fator que também influenciou esse resultado foi o recuo das vendas na Europa. O lucro diluído também apresentou queda, indo de US$ 0,70 para US$ 0,14.

Na América Latina, o recuo em vendas foi de 9%, ficando em US$ 1,2 bilhão. Porém, o número de revendedoras aumentou em 1%.

Já, em volume, a Avon vendeu 3% menos se comparado ao mesmo período de 2011. O lucro operacional também foi menor, ficando em US$ 115 milhões.

A receita líquida global da empresa caiu 10%, registrando US$ 2,54 bilhões, se comparado aos US$ 2,81 bilhões vistos no 2º trimestre de 2011.

Os preços da Avon, na média global, aumentaram 3%, e o número de revendedoras recuou também 3%, na comparação anual.


As vendas para a Páscoa no Rio de Janeiro deverão crescer 9% esse ano, em comparação ao mesmo período do ano de 2011, essa é a previsão do CDL-Rio (Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro).

Para a pesquisa, o Centro consultou 500 lojistas que possuem estabelecimentos na capital do Rio de Janeiro.

De acordo com Aldo Gonçalves, presidente da CDL-Rio, o crescimento ocorre devido à Páscoa não ser restrita apenas aos ovos feitos de chocolate. No mesmo período, também cresce a procura por brinquedos, roupas e bichos de pelúcia. A data é comemorada tanto por crianças quanto por adultos.

Ainda segundo Aldo, o comércio tem se voltado para outros produtos, além dos infantis, principalmente para os casais de namorados.

Outro assunto abordado pela pesquisa foi com relação ao otimismo dos lojistas. Os dados mostraram que mais de 50% dos lojistas confiam na elevação do volume de vendas esse ano, sendo que 51,4% admitiram que aumentaram a variedade de produtos oferecidos e 15,4% treinaram os funcionários a fim de oferecer um atendimento mais eficiente aos clientes.

Destaque também para as contratações temporárias, dos 500 lojistas ouvidos, mais de 40% afirmaram ter contratado mão de obra temporária.

Por Joyce Silva


Os supermercadistas devem obter êxito com as vendas de Páscoa neste ano de 2012.

De acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), é esperada uma alta de 11% nas vendas em relação ao mesmo período de 2011. O período é o segundo melhor para o setor, ficando atrás apenas do Natal.

Conforme a pesquisa, todos os produtos analisados tiveram um aumento de encomenda aos fornecedores, isso quer dizer que os supermercados já estão se preparando para uma maior demanda, com uma superior quantidade de produtos à venda. Nesta análise, o bacalhau se destacou em primeiro lugar com um aumento de 11,3%.

Os preços dos itens analisados também tiveram um aumento, o que garante maior lucratividade aos supermercados. Nesta análise, a cerveja liderou com uma alta de 7,7%.

Nas duas análises, os ovos de Páscoa ficaram em terceiro lugar, com 9,4% e 5,9%, respectivamente.

Tudo leva a crer que em 2012, o sentido da Páscoa e a celebração em família serão regados a muita fartura e variedade de compras, resta agora se preparar para os gastos extras não planejados e também, é claro, para as calorias dos chocolates.

Por Anne A. Matioli Dias


Se depender da expectativa dos vendedores, as pessoas não deixarão de lado os chocolates na Páscoa de 2012.

De acordo com uma pesquisa, 85% dos supermercadistas acreditam que as vendas deste ano irão superar o mesmo período do ano passado. A expectativa com isso é que haja um crescimento de 11,1% nas vendas dos produtos relacionados ao período.

Já os outros 15% dos entrevistados pensam que as vendas ficarão no mesmo patamar.

O estudo foi realizado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Além da espera de um grande público consumidor, também foi constatado um aumento de pedidos de produtos pelos supermercados, dentre eles estão o bacalhau, refrigerante, azeites, peixes em geral e, claro, os ovos de páscoa.

Outro dado interessante do estudo é que os preços não são a causa do aumento da procura. Diversos produtos tiveram aumento com relação à Páscoa de 2011. Dentre eles, a maior alta se concentra nas bebidas como cerveja (7,7% mais caro) e refrigerante (com alta de 5,9%). No caso do bacalhau, peixe muito consumido no feriado da sexta-feira santa, o aumento foi mais tímido (1,5%).

Em geral, os ovos de páscoa estão 5,9% mais caros do que no ano passado.

Por Paulo Talarico


Os produtos comercializados pela internet apresentaram deflação de 10% no ano passado, os dados são do Índice Fipe.

Segundo as informações do Fipe, entre o período de janeiro do ano passado e janeiro desse ano, os preços apresentaram quedas mensais, porém nos meses de agosto de 2011 e janeiro de 2012 houve um ligeiro aumento de 0,59% e 0,90%, respectivamente.

Foram pesquisadas ao todo 151 categorias, sendo que em 84% desse total a queda foi de 10,3% em média, em 24 das categorias houve aumento nos valores de 3,1%.

A telefonia encabeça a lista dos produtos que mais apresentaram queda, com 18,1%. Para especialistas, essa queda expressiva foi influenciada pelos aparelhos de celulares, que apresentaram queda de mais de 20%.

Em segundo lugar aparecem os eletrônicos, que ficaram 16,7% mais baratos. Os aparelhos de televisão foram os que mais apresentaram desvalorização, com 17,7%, acompanhados pelos aparelhos de Blu-ray e GPS, com quedas de 22,5% e 15,6%, respectivamente.

Com relação aos eletrodomésticos, que tem como forte concorrente os eletrônicos, a queda foi de 6,2%. Um dos responsáveis por essa queda, nesse caso, foi o Governo Federal e seus incentivos, em especial a redução do IPI.

Por Joyce Silva


Uma recente pesquisa divulgada pela empresa eMarketer apontou um crescimento de 21,9% no segmento de compras feitas pela internet no Brasil, esse percentual representa efetivamente um acréscimo de US$ 19 bilhões se comparado ao ano de 2011.

Ainda segundo o estudo, em 2013 o país poderá ser o responsável por mais da metade das transações online na América Latina.

A explicação para esse bom momento do mercado de e-commerce é o crescimento da economia brasileira.

Apesar dos dados positivos, uma das preocupações do mercado é com relação à chegada de empresas internacionais, porém especialistas apontam que esses investimentos serão vantajosos para o comércio eletrônico no Brasil.

Segundo profissionais de e-commerce, as empresas que pretendem fazer parte do segmento precisam ficar atentas a alguns pontos importantes, como por exemplo, a satisfação do cliente final, esse ainda é um dos maiores motivos de reclamação dos consumidores.

Outro ponto é com relação à segurança desse tipo de site, como essas transações exigem que os usuários informem dados, é importante que o empresário tenha uma loja segura e sem riscos de vazamento de dados.

Por Joyce Silva


O país experimenta, nos dias atuais, um ambiente de desaceleração econômica, situação salientada anteriormente por especialistas no tema. Mesmo assim, os shoppings centers estão otimistas com relação ao Dia das Mães, que será comemorado no próximo domingo, 08 de maio.

Após os bons números contabilizados pelos setores que participaram diretamente da Páscoa, a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) aguarda vendas 13% maiores para a data das mães de 2011 em comparação à mesma ocasião de um ano antes.

Para Luiz Fernando Veiga, presidente da associação, além dos presentes obtidos nos grandes centros de consumo, outras áreas devem também tirar proveito, tais como empreendimentos relacionados a serviços de refeição e lazer. Por isso e por outros motivos é que os shoppings centers tanto atraem os consumidores, uma vez que eles podem realizar uma série de atividades num só local.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o comércio varejista brasileiro registrou variação de 0,0% em dezembro de 2010 em comparação ao mês imediatamente anterior no quesito volume de vendas, com ajuste sazonal. Na mesma base, a receita nominal cresceu 1,0%.

Sem o ajuste sazonal, ilustra o instituto, a aceleração relacionada ao volume de vendas chegou a 10,1% em dezembro passado, ante o período igual de um ano antes e outros 10,9% no acumulado anual, incidindo, deste modo, no maior índice constatado desde o início da série histórica, em 2001. A receita nominal, por sua vez, progrediu 15,6% e 14,5%, respectivamente.

O IBGE revela que na série com ajuste sazonal, apenas dois ramos de atividades que integram o dito varejo contabilizaram variações negativas, que são ‘Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo’, com queda de 0,3%, e ‘Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico’, com recuo de 1,0%.

Os demais ramos, diferentemente, apresentaram crescimento. O maior ficou a cargo de ‘Tecidos, Vestuário e Calçados’, com alta de 3,4%, seguido por ‘Equipamentos e Material para Escritório, Informática e Comunicação’, com incremento de 2,8%, ‘Livros, Jornais, Revistas e Papelaria’, 2,3%, e ‘Artigos Farmacêuticos, Médicos, Ortopédicos, de Perfumaria e Cosméticos’, 1,6%.

Por último figuraram, na série positiva, ‘Móveis e Eletrodomésticos’, com avanço de 1,4%, e ‘Combustíveis e Lubrificantes’, com salto de 1,1%. De acordo com o instituto, no confronto com dezembro de 2009, as oito atividades apresentaram incremento em seus dados, com índices superiores a 6,2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Uma das satisfações da grande maioria dos brasileiros é percorrer corredores de supermercados em busca de alimentos, bebidas, apetrechos para festas, promoções nos setores de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, além de informática, entre outros. Ir para o lar com o carro lotado é o grande sonho, mas nem todos assim podem.

Com a ascensão da classe média, a mesma que já adquire bens duráveis e serviços antes não visitados, deixou para trás os produtos mais básicos, corriqueiros, para apostar em mercadorias incrementadas. O número de empregos criados e o acesso ao crédito durante 2010 são algumas das justificativas para essa disposição.

O aumento das carnes brecou consideravelmente a intenção de consumo do item, obrigando os consumidores a recorrerem a frangos. Em meio a esse cenário, as vendas reais do segmento supermercadista avançaram 4,2% em 2010 sobre 2009. Apenas no mês de dezembro, a alta no confronto anual abraçou índice de 3,16%.

Segundo Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), apesar dos números positivos o crescimento ficou abaixo das perspectivas. A elevação dos preços, principalmente das commodities, exerceu influência sobre os dados. Além dessa constatação, o brasileiro comprometeu sua renda por causa da ampla oferta de crédito no mercado.

O Índice de Vendas da Abras abarcou, em dezembro do ano passado, expansão de 34,71% em comparação ao mês imediatamente anterior e 9,25% no confronto com o mesmo período de 2009. No acumulado de 2010 outra alta, de 9,46%.

Apesar de emitir bons sinais para 2011, Sussumu prevê que o aumento do preço das commodities no contexto global e a oferta de crédito devem influenciar os próximos resultados, mesmo com a renda e aumento dos postos de trabalho em evidência.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Abras


As obras inoculadas dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a ampliação nas vendas de residências a partir do “Minha Casa, Minha Vida” e a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a alguns setores suplantaram expectativas diversas, tanto que a comercialização interna de materiais de construção cresceu 9,43% em julho ante período igual do ano passado.

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), de acordo com a agência de notícias Reuters, relacionou, também, que as vendas acumuladas entre janeiro de 2010 até o mês passado atingiram ascensão de 18,1% em comparação ao mesmo intervalo de 2009. A entidade revelou, consequentemente, que a comercialização de materiais dito básicos sobrepujaram os de acabamento.

Um fator relevante não somente aqueles que dependem da vendas de materiais de construção, mas outros diretamente ligados à confecção de cada um dos itens, foi o aumento de empregos formais em 11,7% no mês de junho. A Abramat estima que esses dados refletem o novo crescimento consecutivo observado na indústria de materiais. Melvyn Fox, presidente da entidade, assegura que o segmento já superou os efeitos da crise financeira econômica mundial.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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