O valor final do salário mínimo de 2018 ainda não foi definido, mas poderá chegar a R$ 1.020,00.

Entra ano e sai ano e a expectativa de reajuste do salário mínimo sempre é a mesma. Todos sabemos que um aumento no salário beneficia muitos trabalhadores em todo país.

Neste artigo vamos trazer algumas informações sobre o reajuste do salário mínimo para 2018. Continue lendo o texto e saiba mais.

Em abril, o governo federal através do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, propôs salário mínimo de R$ 979 para o ano de 2018. Este valor foi apresentado de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias que prevê o reajuste com base no índice da inflação e também o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, segundo canais da imprensa, está previsto que o valor do salário mínimo para 2018 será R$ 1.020,00 com base na LDO.

O valor do reajuste ainda não foi divulgado para o ano de 2018. A divulgação normalmente ocorre entre os meses de novembro e dezembro pelo governo federal. Não há certeza até o momento, no entanto, o governo já manifestou que pretende aumentar o salário que atualmente está valendo R$ 937,00.

Caso o valor do reajuste seja confirmado, o novo salário mínimo será R$ 66,00 a mais em relação ao atual.

Algumas estimativas estão sendo feitas pelo governo para 2018 e 2019 e os valores das correções poderão ser entre R$ 1.002,00 e R$ 1.067,00. Hoje o salário é de R$ 937,00 por mês, o equivalente a R$ 31,23 por dia e por hora R$ 4,26.

Salário Mínimo dos Estados

Alguns estados do país não seguem o mesmo índice que o Governo Federal estabelece. A legislação de cada região estabelece o salário mínimo regional 2018, ou seja, este valor deverá ser respeitado e promovido dentro de todo o estado. O piso estadual tem como regra que nunca poderá ser inferior ao estabelecido pelo Governo Federal.

A seguir veja quais estados possuem um piso salarial estabelecido como regional, alista segue em ordem decrescente:

  • Paraná: R$ 1.223,20;
  • Rio Grande do Sul: R$ 1.175,15;
  • Rio de Janeiro: R$ 1.136,53;
  • Santa Catarina: R$ 1.078,00;
  • São Paulo: R$ 1.076,20.

Uma observação referente aos benefícios trabalhistas que o Governo Federal propõe é que os trabalhadores recebem de acordo com o piso nacional, independente que seu estado estabelece um piso superior ao em vigor no país.

Isso ocorre porque os estados devem respeitar a hierarquia diante da legislação Federal, nunca o contrário.

Descontos diminuem o valor bruto

Um detalhe que muitas pessoas não visualizam é que este valor proposto pelo governo não é recebido totalmente pelo trabalhador. Existe uma série de descontos no holerite e que no final, acaba recebendo bem menos do que esperava.

Os vencimentos que chegam às mãos de todos os trabalhadores recebem o nome de Salário Líquido. Abaixo segue quais descontos são feitos dos trabalhadores que retornam para o governo:

  • Alíquota de INSS: o desconto está entre 8 e 11% sobre o valor do salário bruto;
  • Imposto de Renda Retido na Fonte: é variável, de acordo com o valor que cada trabalhador recebe. Se o valor do salário é 1 salário mínimo, o trabalhador está isento;
  • Vale Transporte: está entre 0 e 6%;
  • Vale Refeição: entre 0 e 20%;
  • Pensão alimentícia: quando há herdeiros é obrigado a pagar pela justiça;
  • Assistência médica: quando há acordo coletivo entre empresa e sindicatos;
  • Faltas e atrasos.

O trabalhador deve ficar atento aos descontos que são feitos em folha. Em alguns casos podem ser cobrados indevidamente, onerando o salário líquido final. Portanto, confira seus rendimentos e descontos ao receber seu holerite.

Benefícios reajustados

Alguns benefícios que o trabalhador tem direito também serão reajustados que são: seguro desemprego, salário maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, por idade, por tempo de contribuição, PIS e Reabilitação Profissional.

Após sancionado os reajustes do salário mínimo para 2018, passam a vigorar já em 1º de janeiro de 2018.

Por Marcio Ferraz

Salário mínimo


A área da saúde irá passar por algumas mudanças nos próximos anos. Os gastos com planos de saúde podem triplicar nos próximos 15 anos e irão afetar grande parte da população brasileira.

Uma projeção muito preocupante pegou muitos brasileiros de surpresa recentemente. Uma pesquisa constatou que a área de saúde deve passar por um grande problema no futuro, mais exatamente daqui a 15 anos.

Segundo a projeção, nos próximos 15 anos iremos presenciar um grande aumento de despesas na área privada da saúde, com isso, os gastos devem triplicar nos próximos anos. O atual valor gasto pelas empresas privadas gira em torno de R$ 106 bilhões, sendo que a nova projeção prevê um gasto de R$ 283 bilhões nos próximos anos.

Levando em consideração esses gastos, é esperado que os valores de planos de saúde também registrem aumento. Além disso, é importante destacar que toda a área suplementar do setor privado deve ser afetada, portanto, 54 milhões de beneficiários devem ser atingidos em todo o Brasil.

O estudo aqui destacado foi realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, o IESS. O IESS destacou que esse enorme aumento num curto espaço de tempo é consequência da mudança brusca na demografia brasileira. O problema não é exclusivo do envelhecimento da população brasileira, haja vista a mesma também ter uma maior expectativa de vida, ou seja, os brasileiros estão envelhecendo e vivendo cada vez mais.

O cenário de um futuro próximo na área privada da saúde é bastante preocupante, pois o tempo para mudança é bastante curto. Muitos especialistas destacam a necessidade de clientes e empresas estarem preparados, do contrário pode estourar uma bolha neste setor tão importante para a economia brasileira.

É importante destacar que uma população mais velha requer maiores gastos com saúde. Um dado bastante interessante é que beneficiários com menos de 18 anos chegam a custar R$ 1.000 por ano com plano de saúde. Já os idosos acima de 80 anos, por exemplo, ultrapassam o valor de R$ 1.000 em apenas um único mês.

O gasto médio anual de um adulto com idade entre 30 e 50 anos é de R$ 2.500.Já quando o mesmo chega aos 60 anos esse gasto salta para R$ 4.000 anuais. E dados mostram que aos 75 anos a média anual passa a ser de R$ 9.000. Ou seja, os números comprovam que quanto mais se envelhece maiores são os gastos com a saúde.

Por Bruno Henrique

 

Preços dos planos de saude


Com o grande capital de giro presente atualmente no Brasil, não é surpresa que haveria um aumento nos IPVA's do país.

Podemos destacar que, dentre os 10 lugares com o IPVA mais caro do país, claro que São Paulo estaria no meio, já que, a cidade é sempre castigada com os grandes valores em seus impostos, não só por ser uma das capitais do país, mas por ser a cidade onde se tem o maior giro de capital da América Latina, por exemplo.

Nessa cidade, o maior IPVA terá o valor de R$ 101 mil, que será do carro esportivo, Ferrari F12berlinetta, logo atrás, temos o Estado do Rio de Janeiro, ao lado de Minas Gerais, que há uma pequena redução de preço para o IPVA do mesmo esportivo, que será de R$ 100 mil. O mesmo carro no Estado do Rio Grande do Sul terá o IPVA no valor de R$ 87 mil. Na Bahia, vemos redução de 5% no valor do IPVA, mas ainda assim, o preço do IPVA da moto Honda Gold Wing é de R$ 81 mil.  

No Mato Grosso, o IPVA mais caro será de R$ 32 mil para o Lamborghini que vale um pouco mais de um milhão de reais. No Paraná também haverá uma redução nos valores de 5,6% para os carros, onde é possível ver o valor do seu IPVA no site da Secretaria da Fazenda e consultar a tabela FIPE tendo o documento do carro em mãos.

No Espírito Santo não houve um aumento nem uma redução como aconteceu nos outros Estados, o preço está estável sendo o mesmo que no ano passado. Só é possível ver os preços a partir de uma consulta também. Em Santa Catarina irá ocorrer uma redução de 3,8%, juntamente com o Distrito Federal, que terá uma redução de 4,5%, já que, na visão dos especialistas, diminuir o IPVA pode beneficiar a frota atual.  

Por Mariana Caetano

IPVA 2014

Foto: Divulgação





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