Os ministros de finanças da União Européia está examinando saídas diferentes para a Grécia, que não um novo abatimento da dívida pública do país. Afirma a revista alemã Spiegel, em sua edição de domingo, 4 de novembro.

Uma das saídas para evitar novo abatimento da dívida grega pode ser o corte das taxas de juros dos empréstimos realizados ao país durante a operação de resgate internacional quando do colapso do pagamento da divida externa grega.

O  Banco Central Europeu, BCE, analisa a aceitação de títulos da dívida grega de curto prazo para garantir financiamento ao país. Outra medida estuda é a devolução, por parte do BCE, dos dividendos ganhos os títulos da dívida grega de volta ao governo do país.

Segundo a publicação alemã, os  ministros de finanças da União Européia estariam  buscando um forma de dar maiores garantias de sobre os papeis da divida grega para facilitar sua venda. Dessa forma garantindo outra fonte de financiamento da dívida grega.

Eles estudariam ainda, de acordo com a publicação alemã, uma recapitalização dos bancos gregos com recursos do fundo de resgate da União Européia. Esse é um dos recursos previsto pelo Mecanismo de Estabilidade Européia.

Em reunião no dia 4 de novembro o G-20, grupo dos vinte países mais ricos do mundo, deve começar a exercer pressão sobre a Europa para definir a situação da dívida grega. Atualmente não se considera que a dívida da Grécia esteja dentro de patamares sustentáveis.

Por Matheus Camargo


UE e BCE estão prontos para ajudar a zona do euro

Nesta terça-feira (14/08), o comissário de Assuntos Econômicos e Monetários da União Europeia, Olli Rehn, afirmou que assim que algumas condições forem cumpridas, a União Europeia (UE) e o Banco Central Europeu (BCE) podem agir para conter a crise da zona do euro.

Segundo Rehn, não há dúvidas de que os líderes políticos da Alemanha estão comprometidos em apoiar o euro.

O presidente do BCE, Mario Draghi, já havia dito este mês que o banco central poderá intervir no mercado de títulos para reduzir os custos de empréstimos da Espanha e Itália, caso esses países pedissem por ajuda semelhante dos fundos de resgate da zona do euro.

Informações divulgadas no dia de hoje revelaram que a economia da zona do euro diminuiu 0,2% no 2º trimestre deste ano, após ter apresentado crescimento zero no 1º trimestre.


Uma medida a ser adotada, ainda em processo de definições, poderá afetar as atividades de várias empresas brasileiras para além das fronteiras. A União Europeia (UE) almeja ostentar uma lei que comportará a eliminação de companhias do Brasil de licitações públicas no continente europeu, em resposta a iniciativas apreciadas protecionistas. Além da nação gerida por Luiz Inácio Lula da Silva, outras fazem parte da ideia.

Segundo reportagem apregoada pelo Estadão, a medida faz parte da tática de comércio exterior lançada recentemente pela UE para a próxima década, pois os europeus acreditam estarem perdendo campo internacional, tanto que para combater essa tendência, a União Europeia está disposta a enfrentar os obstáculos conferidos por Brasil, Rússia, Índia e China (BRICs), além de outros emergentes.

No total são seis os países inclusos nas pretensões do bloco. Além do já citado BRIC, figuram também Japão e Estados Unidos. A abrangência do Brasil assinala que a nação precisa alargar, abrir seu mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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