A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira, dia 29 de outubro, o Cartão Turismo Caixa Platinum. O cartão possui uma linha de crédito com taxa de juros de 1,85% ao mês no rotativo e um limite de  parcelamento de compras em até 48 vezes com taxa de 0,82% ao mês.

O cartão poderá ser usado tanto para compra de serviço ou produto quanto para compra em contratações de pagamento do dia a dia. Nas compras relacionadas com estabelecimentos de turismo o cliente recebe 1,8 ponto no programa de relacionamento para cada dólar gasto. Nas demais transações a relação é de 1,5 ponto para cada real gasto.

De acordo com a Caixa a anuidade do cartão estará em R$ 307. Fabio Lenza, vice-presidente do departamento de relações de pessoas físicas da Caixa Econômica disse que a quantidade de parcelas pode ser dividida em até 6 vezes nos pagamentos e custos das compras podem fazer parte do programa de pontos do cartão.

A Caixa conta com outro cartão de crédito similar, porém com padrão mais barato. Ele se chama Cartão Turismo Caixa. O banco emitiu, até setembro de 2012, cerca de 773 mil unidades do produto. Desde o lançamento do cartão, em 2004, foram emitidos mais de 3 milhões de unidades.

Os cartões destinados ao turismo da Caixa representam cerca de 20,1% do total das de unidades de cartão de clientes do banco.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


O presidente do banco Santander do Brasil, Marcial Portela, afirmou em entrevista a jornalista na manhã de quinta-feira, 25 de outubro, que a taxa de inadimplência deve cair no último trimestre do ano. Ela apresentou que os resultados do banco Santander mostram que a taxa de não pagamento do banco subiu no terceiro trimestre desse ano.

Segundo os dados o indicador de inadimplentes no Santander entre julho e setembro de 2012 ficou em 5,1 por cento, contra 4,9 por cento no segundo trimestres.

Portala advertiu que a inadimplência no país é o resultado do endividamento excessivo das famílias. Ele pontuou que das sessenta milhões de famílias, entre oito e dez milhões, haviam contraído dívidas que não podiam pagar. Porém essa quantidade deve se reduzir no último trimestre do ano.

Um dos motivos da redução é a injeção de dinheiro no orçamento das famílias, com o pagamento do décimo terceiro. Muitas pessoas aproveitam também os pagamentos extras do final do ano para quitar suas dívidas e regularizar sua situação financeira.

O presidente do Santander estima que o banco deve alcançar uma participação de oito a dez por cento no mercado de credenciamento de lojistas brasileiro no ano que vem. Atualmente, o Santander subiu sua participação para quatro por cento, em fins de setembro, contra os 2,06 por cento no mês período do ano passado.

Por Matheus Camargo


Diminuição nas taxas de juros

O corte feito na Selic na semana passada, de 8,5% para 8% ao ano, anunciado pelo Copom, influenciou positivamente na movimentação econômica brasileira.

Os juros de empréstimos e financiamentos dos principais bancos privados e públicos do Brasil foram reduzidos.

O Santander começou o dia de hoje (20/07) operando com suas novas taxas. Para o crédito pessoal, a taxa mínima para pessoa física passou a ser 1,75% ao mês (era 1,79%), e a máxima, 6,89% ao mês (era 6,93%).

Quem também aproveitou para lançar as novidades foram o Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e a Caixa Econômica Federal.

Portanto, o Itaú agora oferece taxas para crédito pessoal de 1,91% a 4,85% ao mês (era de 1,95% a 4,89% ao mês). No Bradesco as taxas ficaram de 1,93% a 1,89%.

Já a Caixa reduziu as taxas do Crédito Aporte Caixa (refinanciamento de imóveis), indo de 1,35% a 1,55% ao mês, mais TR, para 1,31% a 1,51% ao mês, mais TR. A redução foi feita também para operações de financiamento de veículos.

Por fim, o Banco do Brasil cortou os juros das linhas BB Crédito Material de Construção para pessoas físicas (variando de 1,53% a 1,98%) e BB Crédito Benefício para aposentados e pensionistas do INSS (variando de 2,21% a 3,79%).


De acordo com especialistas a redução da taxa Selic em 0,75% irá tornar a aplicação na poupança mais vantajosa do que aquelas feitas em fundos de renda fixa. A conclusão foi divulgada em uma pesquisa realizada pela Anefac – Associação Nacional de Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade.

A discussão veio à tona após a divulgação do Banco Central de que a taxa básica de juros ficou em 9% ao ano.  O motivo da preferência pela poupança é o fato de não ser obrigatório o recolhimento do Imposto de Renda sobre os possíveis rendimentos nesse tipo de transação, além do mais a caderneta também é livre das taxas de administração cobradas por muitas instituições bancárias. Sobre a poupança, a Secretaria da Fazenda cobra uma taxa sobre o valor aplicado de 22,5% para o IR, sendo que após dois anos esse percentual cai para 15%

Para o estudo foram levadas em consideração as taxas arrecadas pelas companhias financeiras que variam de 0,5% a 2,5% por ano. Foi feito também uma simulação, na qual foi observada a rentabilidade da poupança com uma taxa de 0,54% mensais. 

Tendo como base esses parâmetros, os fundos de renda fixa ficariam abaixo dos rendimentos da caderneta, que logo passaria a ser uma opção mais interessante para os investidores. 

Por Joyce Silva


Seguindo o exemplo de outras instituições financeiras do Brasil, o Banco Itaú também anunciou a redução das suas taxas de juros. As novas regras começam a valer a partir do dia 23 de abril.

A taxa com relação ao financiamento de veículos foi reduzida em 8% e passou para 0,99% mensais, sendo que para aproveitar essa redução é necessário possuir uma conta corrente há pelo menos um ano. Essa redução será aplicada somente nos casos em que o cliente tenha dado pelo menos 50% de entrada e parcelado o restante do valor em no máximo 24 vezes.

Já os empréstimos concedidos para beneficiários do INSS de forma consignada, a taxa de juros cobrada ficará entre 0,89% e 2,2% dependendo das cláusulas contratuais, sendo a primeira o valor mínimo e a última o valor máximo, ou seja, fica proibido ultrapassar esse teto estabelecido pelo banco.

Os profissionais que recebem os seus salários no Itaú contarão com benefícios extras, o pacote para esses clientes terá taxas de juros ainda mais reduzidas, sendo que serão incluídas nessas cestas de serviços mais transações bancárias. Esses clientes também poderão optar por receber mensagens de textos em seus celulares para ajudar a controlar toda a movimentação da conta. Os interessados poderão começar a usar o pacote a partir do dia 2 de maio.

Por Joyce Silva


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal avançaram levemente em fevereiro em comparação a janeiro.

Segundo a fundação, o cheque especial foi aquele que registrou a maior variação já constatada desde julho de 2010, ao mesmo tempo em que apresentou incremento de 0,16% em relação aos índices de janeiro de 2011. No empréstimo pessoal, particularmente, a alta chegou a 5,39% ao mês, meio ponto percentual acima do resultado anterior.

Na modalidade cheque especial, o Bradesco conduziu o maior avanço entre as demais redes sondadas, com diferença de 0,34%, para 8,79% ao mês. No Santander a taxa subiu de 9,66% para 9,96% ao mês, no HSCB o índice passou de 9,55% para 9,80%, no Banco do Brasil a alteração foi de 8,05% para 8,15% ao mês, e no Itaú, de 8,75% para 8,85%.

O consumidor deve ter maior atenção neste início de ano, principalmente porque muitos optam por parcelar o IPVA e IPTU, situação que comprime a renda mensal. Uma indicação para este período é contratar uma linha de crédito com taxas mais brandas e focá-la ao pagamento das dívidas, embora o recomendado seja mesmo evitar seu uso por agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon





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