Nesta última quarta-feira, o Banco Central anunciou o aumento da taxa básica de juros, a Taxa Selic, que passa de 10% para 10,50%. Embora sendo considerada uma das maiores taxas de juros no mundo, é possível ganhar dinheiro com este cenário. O aumento na taxa de juros permite que investimentos em fundos fixos e  DI se tornem vantajosos para aqueles que querem ganhar dinheiro com o movimento dos mercados e suas aplicações.

Os mais rentáveis em longo prazo seria a compra de Títulos do Tesouro Nacional, cuja compra se caracteriza como sendo um empréstimo ao governo, com as taxas definidas e valores fixos proporcionarão a garantia de lucro ao final do período. Segundo os analistas financeiros o mais viável é dissolver seus investimentos em várias modalidades, tais como: fundos fixos, DI, Títulos do Tesouro, Poupança e Ouro.

De acordo com os especialistas em Economia, para aqueles que desejam investir seu dinheiro, há duas modalidades que são: os títulos pré-fixos e os pós-fixos. Nos títulos pré-fixos o lucro é calculado referente ao valor da taxa básica de juros no momento da compra, mas é um investimento que corre o risco de ganhar menos, porém, gera menos incerteza devido ao seu valor já estar estabelecido pela taxa de juros no momento do investimento, ou seja, no momento da aplicação você já sabe o seu rendimento. Em relação aos títulos pós-fixos é um investimento mais interessante e de maior risco, devido ao mesmo acompanhar os movimentos do mercado e das variações da taxa básica de juros, corre-se o risco de ganhar mais ou perder investimentos em momentos de queda de juros.

De acordo com as projeções econômicas, as taxas de juros tendem a subir, pois a Taxa Selic também é utilizada para conter as altas de preços e serviços no mercado, garantindo assim um controle maior da inflação.

 Por Claudemir Pereira

Ganhar dinheiro

Foto: Divulgação


Mário Mesquita, economista e ex-diretor do Banco Central, afirmou que a taxa de juros da Selic deve continuar baixa até o término do mandato da presidenta Dilma Rousseff, em 2014, ou em caso de sua reeleição, em 2018. Ele disse que a taxa da Selic, descontada a inflação medida pelo IPCA, vai continuar na casa dos 2% até 4%.

Para ele a incógnita está na  variação nominal da taxa de juros. Mesquita, afirmou ainda que o PIB brasileiro deverá ficar em 3,5% ou 4% em 2013. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, indicativo de inflação medida pelo IBGE, deverá ficar em 5,5% tanto esse ano quanto no ano que vem.

Ele cogitou que com a estabilidade da inflação nesses dois anos o Banco Central não deverá alterar drasticamente o valor da Selic até o final de 2013. Para o economista no caso de uma situação econômica que obrigue o BC a subir os juros isso deverá ocorrer a partir do início de 2014.

O ex-diretor do BC avaliou que os juros não são um instrumento prioritário do governo no controle da inflação. Para ele, a contenção da inflação por parte do Governo Federal se dá por medidas macroeconômicas de caráter prudencial. Em especial, a manutenção da taxa de câmbio do real em relação ao dólar no patamar de R$ 2,00 para cada dólar. O Governo deve continuar intervindo no câmbio para que esse patamar se estabilize no ano que vem.

Por Matheus Camargo

Fonte:  R7


O Banco Central do Brasil sinalizou na quinta-feira, dia 18 de outubro, que o ciclo de redução da taxa de juros Selic, referência para os juros cobrados no mercado interno, teria chegado ao fim.

Na última reunião do Copom, Conselho de Política Monetária do BC, decidiu-se com divergência pela redução da taxa Selic pela décima vez seguida, o que fez que ela atingisse um mínimo histórico de 7,25%. A decisão deixou o comitê dividido em 3 contra e 5 a favor de reduzir as taxas em 25 pontos.

Menores taxas de juros têm sido uma das principais prioridades da presidente Dilma Rousseff. Ela tem insistido em trazer de volta as taxas de crescimento expressivo para o Brasil e considera o barateamento dos juros no país uma questão chave para fazer isso.

Os mais recentes dados econômicos mostram que a enxurrada de medidas de estímulo do Governo Federal tem tido um efeito limitado no crescimento do PIB entre janeiro e setembro desse ano. As medidas de incentivos fiscais no montante de bilhões de reais em empréstimos mais baratos oferecidos pelos bancos públicos, não surtiram o feito esperado e o PIB de 2012 deve ficar abaixo das previsões iniciais do governo.

Fonte: Reuters

Por Matheus Camargo


De acordo com especialistas a redução da taxa Selic em 0,75% irá tornar a aplicação na poupança mais vantajosa do que aquelas feitas em fundos de renda fixa. A conclusão foi divulgada em uma pesquisa realizada pela Anefac – Associação Nacional de Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade.

A discussão veio à tona após a divulgação do Banco Central de que a taxa básica de juros ficou em 9% ao ano.  O motivo da preferência pela poupança é o fato de não ser obrigatório o recolhimento do Imposto de Renda sobre os possíveis rendimentos nesse tipo de transação, além do mais a caderneta também é livre das taxas de administração cobradas por muitas instituições bancárias. Sobre a poupança, a Secretaria da Fazenda cobra uma taxa sobre o valor aplicado de 22,5% para o IR, sendo que após dois anos esse percentual cai para 15%

Para o estudo foram levadas em consideração as taxas arrecadas pelas companhias financeiras que variam de 0,5% a 2,5% por ano. Foi feito também uma simulação, na qual foi observada a rentabilidade da poupança com uma taxa de 0,54% mensais. 

Tendo como base esses parâmetros, os fundos de renda fixa ficariam abaixo dos rendimentos da caderneta, que logo passaria a ser uma opção mais interessante para os investidores. 

Por Joyce Silva


O COPOM (Comitê de Política Monetária) está reunido nesta quarta-feira para definir o novo índice da taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).

O novo índice é aguardado com grande expectativa pelo mercado financeiro que anseia por ter seu crescimento alavancado a partir das novas decisões do COPOM. Contudo, não é de se esperar por grandes mudanças já que o novo índice pode ficar em torno de  8,75% ao ano.

Embora toda a especulação que existe em torno da nova decisão, a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) não opera com grande movimentação e no Mercado Financeiro tudo transcorre dentro da normalidade.

Deve ser ressaltado que o papel do COPOM é da maior relevância para o país, pois lá são estabelecidas as bases e diretrizes da Política Monetária e da Taxa de Juros.





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