O BCE (Banco Central Europeu), em sua última reunião, manteve a taxa básica de juros na Zona do Euro em 0,75%. A decisão já era prevista por analistas financeiros. A medida foi tomada mesmo com a previsão de que a economia europeia está entrando em uma rota de recessão expressiva.

Mario Draghi, presidente do BCE, deu uma entrevista coletiva depois que a medida foi anunciada e disse estar afastada a ameaça de um aumento da inflação na Zona do Euro. A inflação para a região, segundo ele, deverá cair para baixo da meta de 2% no ano de 2013.

Draghi afirma que os riscos para a economia europeia estão inclinados para o lado negativo. Segundo o presidente do BCE, apesar do mau tempo no crescimento econômico europeu, isso não deverá impactar a inflação, que está amplamente equilibrada em previsões para o médio prazo.

A decisão do Banco Central Europeu de manter a taxa básica de juros em 0,75% é efetuada pelo quinto mês consecutivo. Com a taxa em 0,75%, apresenta-se a menor taxa de juros já estabelecida pelo BCE em sua história. Economistas avaliam que um novo corte de juros não teria seria benéfico para as transações financeiras na Zona do Euro.

Fonte: G1

Por Matheus Camargo


Os juros cobrados pelas instituições financeiras referentes aos empréstimos pessoais apresentaram índice estável no mês de março no estado de São Paulo, a informação foi divulgada através de uma pesquisa realizada pela Fundação Procon.

De acordo com o estudo, o valor médio das taxas de juros foi de 5,87%, o que representa um acumulado de 98,31% ao ano.

Outro ponto abordado pela pesquisa foi com relação aos juros do cheque especial, a média nesse caso foi de 9,54%, o que representa 198,4% ao ano. A variação foi de 0,01% na comparação com janeiro e fevereiro, a média foi considerada estável pelos especialistas.

A pequena alta na taxa cobrada no cheque especial teve como principal causa a elevação de 0,03% nos juros cobrados pelo HSBC, sendo que as outras instituições financeiras não apresentaram variação.

Ao analisar os bancos isoladamente, a menor taxa cobrada foi apresentada pelo Banco do Brasil e a maior pelo Itaú.

O estudo contou com a participação de sete bancos que atuam no Brasil, foram eles: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Safra, Santander e HSBC.

Por Joyce Silva


De acordo com o que divulgou o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a taxa básica de juros brasileira deverá cair durante o ano de 2012.

Já no ano passado a taxa de juros anual registrou uma queda de 11% para 10,5%, a expectativa é que nesse ano a taxa não chegue a 10%.

Segundo as informações do Copom, a redução das taxas de juros se deve as transformações que estão ocorrendo no mercado financeiro, principalmente na bolsa de valores e na política de superávits primários.

Nessa previsão de queda da taxa, o Copom já conta com a desaceleração da economia e a crise internacional. Leva-se em consideração ainda que os fatores que movem a economia podem mudar, com isso a previsão também pode passar por transformações e não sair como o esperado.

O objetivo é driblar a inflação e a economia global restrita, fazendo assim ajustes moderados nas taxas de juros.

A taxa Selic deve cair para 9,5% ao ano, até abril, mas os analistas já preveem que em 2013 a taxa voltará aos dois dígitos.

Fonte: G1

Por Jéssica Posenato





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