Evento irá até o final do mês de novembro de 2017.

A grande maioria das pessoas passa por dificuldades financeiras em algum momento da vida e com isso não conseguem arcar com seus compromissos financeiros. Devido a isso, acabam deixando de fazer pagamentos a certas instituições e com isso a suas despesas e dívidas só vão aumentando. Uma forma de solucionar essa falta de pagamento que dos credores é a renegociação da dívida. Muitas empresas fazem esse procedimento nos dias atuais, usando recursos como: diminuir os juros, parcelando em mais vezes o valor total da conta, dentre outros. Muitas organizações fazem essa renegociação através do Serasa. Já que de tempos em tempos, a empresa de negociação realiza o seu tradicional feirão de renegociação de dívidas. Popularmente conhecido como “feirão limpa nome”, tem previsão de início no próximo dia 06 de novembro de 2017.

A edição deste ano vai começar no dia 06 de novembro, como dito acima, e vai durar até o último dia do mês de novembro, ou seja, dia 30. Os consumidores que possuem dívidas e querem renegociar suas contas, através desta iniciativa promovida pelo Serasa, precisam seguir este passo a passo:

– Primeiramente, eles precisam consultar a instituição em que existe o débito, se eles vão participar do feirão.

– Caso a resposta seja positiva, o consumidor deve acessar o seguinte endereço eletrônico: https://www.serasaconsumidor.com.br/feirao/. No site, o consumidor deve informar o número de seu Cadastro de Pessoa Física, o CPF e através dessa plataforma vai se ter o início a renegociação com a supervisão do Serasa. Para que tanto o consumidor quanto a empresa consigam um acordo em que nenhuma das partes saíam prejudicadas.

Nesta edição, o número de empresas está maior ainda. Visto que as organizações estão vendo que essa pode ser uma solução mais rápida e menos burocrática do que entrar com uma ação judicial contra o cliente, por exemplo. Já que pendências como essa podem levar anos na justiça nacional.

Nesta edição, vão participar entidades de diferentes setores, como: bancos, lojas, empresas de telefonia, dentre outras. Além disso, uma outra vantagem desse “feirão limpa nome” é que todo o procedimento de renegociação da dívida é feito através da internet. Então, você consumidor, não precisa nem sair de casa. Tudo é feito com a maior segurança, protegendo os seus dados. E também, segundo o Serasa, os descontos neste ano podem chegar até 90%.

As empresas também estão dispostas a renegociar prazos, valores, a conversa pode ser feita ainda por telefone, chat ou até por troca de mensagens eletrônicas, os e-mails.

Para facilitar ainda mais a vida do consumidor, algumas empresas já saíram na frente e já disponibilizaram exemplos de acordo e até os boletos de pagamento, que o consumidor pode imprimir em casa e pagar em casas loterias ou instituições bancárias. Para se ter uma ideia do sucesso dessa iniciativa, no feirão do ano de 2016, mais de 300 mil pessoas conseguiram tirar os seus nomes na lista de credores inadimplentes no Brasil e puderam voltar a comprar normalmente, sem nenhum problema. Pessoas que não possuem dívidas, mas querem consultar como está a situação de seu nome, também podem informar o número do CPF na plataforma.

Para a edição deste ano, estima-se que o número de participantes do “Feirão Limpa Nome da Serasa” deve ser maior ainda. Visto que o número de pessoas com dívidas cresceu, em relação ao ano passado. Hoje, no Brasil existem mais de 60 milhões de pessoas que possuem algum débito em aberto. A dívida dessas pessoas chega ao montante de mais de R$ 200 bilhões de reais. Esse tipo de serviço prestado pelo Serasa se mostra bastante eficiente. Você que possui alguma dívida, faça os seus cálculos, pense quanto do seu orçamento familiar você pode destinar para pagar suas contas sem fazer com que você e sua família passem por grandes dificuldades. Boa sorte!

Isabela Castro.


Evento para renegociar dívidas acontece de 27 de março a 2 de abril de 2017.

O Serasa Experian, por meio do Serasa Consumidor, estará promovendo entre os dias 27 de março e 02 de abril, o Liquida Dívidas. Vai ser uma oportunidade para que pessoas que estejam em situação inadimplente possam renegociar suas dívidas e ter a possibilidade de limpar o nome.

De acordo com a entidade, serão oferecidos descontos que poderão variar conforme o credor e a situação da dívida. Mas, a depender do caso, eles poderão chegar até 90%.

A campanha Liquida Dívidas irá possibilitar ao consumidor, além de fazer a renegociação dos valores, de efetuar o pagamento das contas vencidas no site da entidade ou até mesmo pessoalmente naquelas empresas que estiverem participando do projeto. Ainda para este fim, serão colocados a disposição 20 mil postos e canais exclusivos de atendimentos.

Quem quiser consultar os endereços e horários de funcionamento poderá verificar essas informações no site www.liquidadividas.com.br.

O número de inadimplentes no Brasil

De acordo com estudo realizado pela Serasa Experian, em janeiro deste ano, o recorde de inadimplência foi batido. Os números apontam para 59,7 milhões de pessoas com as contas atrasadas em todo o Brasil. Para se ter uma ideia mais ampla da gravidade da situação, basta dizer que 40% dos adultos estão com problemas para quitar suas contas.

Para regularizar tudo e voltar a ter o nome limpo o consumidor deverá fazer uma consulta no site www.liquidadividas.com.br. Isso para saber se a empresa para a qual deve está participando do projeto.

Outra orientação para o inadimplente é revisar as contas antes de acessar o serviço. Ou seja, analisar tudo com atenção para saber o quanto dispõe para o pagamento das contas sem que o orçamento fique ainda mais comprometido.

No espaço de tempo que compreende a realização do evento, aquelas empresas que estiverem participando irão apresentar propostas exclusivas para os seus clientes que estão com as contas atrasadas.

Algumas das empresas que estão participando do Liquida Dívidas são as seguintes: Pernambucanas, Portocred, Cemig, Kredilig, Bemol, Compesa, Koerich, Calcard, Tricard, Qualicorp, BV Financeira, TIM, SKY, Banco Honda, Enel, Oi, Caixa Econômica Federal, AES Eletropaulo, Unibanco, Recovery e Banco Itaú.

Lembrando aos interessados que as renegociações das dívidas poderão ser feitas diretamente com cada credor que irá oferecer opções de atendimento pessoal nas lojas, por chat ou por telefone.

Para saber mais acesse o site do serviço: www.liquidadividas.com.br.

Por Denisson Soares


Evento busca negociar dívidas dos consumidores e limpar o nome no Serasa.

Para quem deseja retirar o nome do Serasa e deixar de ter restrições de crédito, está previsto para o período que vai do dia 08 até o dia 26 deste mês, o Super Feirão Limpa Nome, serviço que será disponibilizado para pessoas de todo o Brasil, através do site www.serasaconsumidor.com.br/feirao, oferecendo propostas de negociação de dívidas.

Ao negociar suas dívidas em atraso, o cidadão pode contar com condições de pagamento favoráveis e ainda descontos acordados diretamente com os seus credores.

Em uma pesquisa realizada pelo Serasa Experian, o equivalente a 59,3 milhões de pessoas se encontram com dívidas atrasadas, o que significa que 40% da população brasileira faz parte do quadro de inadimplentes.

O Super Feirão em sua versão online possui parceria com muitas empresas credoras, que estarão à disposição de quem quiser negociar suas dívidas. O site funcionará 24 horas por dia, para assim facilitar o contato e o acordo entre as partes, sem cobrar nada pelo serviço.

Para fazer uma negociação é muito simples, basta acessar o link www.serasaconsumidor.com.br/feirao e preencher um cadastro com seus dados pessoais. O sistema realizará uma busca no Serasa onde aparecerá as dívidas constantes em seu nome e estabelecerá uma conexão com as empresas credoras, deixando a disposição telefone, e-mail e chat, para que ocorra a negociação.

Dessa forma, o cidadão devedor e seus credores estarão em contato direto e podem chegar a um acordo, sendo que nesses casos as empresas oferecem descontos relevantes e formas diferenciadas de pagamento, facilitando ao consumidor a quitação da dívida e a remoção do nome na lista do Serasa. E em alguns casos todo o processo da negociação pode ser feito pela internet, até mesmo a emissão dos boletos já com os descontos.

O Super Feirão Limpa Nome se configura em uma forma inteligente de negócio, que beneficia todas as partes envolvidas no processo, pois com o nome “limpo” o consumidor não passa mais a ter restrição de crédito, podendo realizar novas aquisições ou negociações em bancos. Já as empresas credoras, por sua vez, não ficam com o prejuízo financeiro.

Se você está com o seu nome negativado no Serasa Experian, não perca a oportunidade de limpar o seu nome. Acesse e site e saiba mais informações.

Sirlene Montes


Segundo o indicador Serasa Experian, agência de informação financeira do Serasa associada a empresa internacional de dados financeiros Experian, a procura por crédito por parte dos consumidores caiu em 16,5% no mês de setembro deste ano em relação ao mês passado. Isso interrompeu uma seqüência de duas altas nos meses anteriores. De acordo com a pesquisa, isso representa uma queda de 9,0% em comparação com o ano passado, no mesmo período.

A Serasa Experian afirma que esse resultado deveu-se aos dias úteis de setembro serem em número excepcionalmente pequeno. Em setembro de 2012 foram apenas 19 dias úteis, enquanto em setembro de 2011 foram 21 dias e agosto deste ano 23. Quando os dados sobre consumidores buscando crédito são analisados por dia o mês de setembro apresenta uma de 1,1% em relação ao mês de agosto. O que demonstra que a queda expressiva não revela uma fuga dos consumidores do mercado de crédito.

Segundo os economistas da Serasa Experian esse crescimento é o produto de diversas causas: “as reduções das taxas de juros, o recuo gradual da inadimplência e a manutenção de taxas de desemprego historicamente baixas".  Na análise por região os dados mostram que a menor queda no mês de setembro se deu na região sul, menos 14,5%, e a maior no nordeste com menos 17,6% de consumidores à procura de crédito.

 Por Matheus Camargo


Inadimplência do consumidor teve queda em julho deste ano

Segundo a Serasa Experian, a inadimplência do consumidor apresentou queda de 1,5% em julho deste ano em relação a junho. Essa baixa foi a segunda mensal consecutiva do indicador, pois em junho houve uma queda de 0,5% ante maio. Porém, na comparação anual houve uma alta de 10,5%, mas ela foi a menor desde julho de 2010, de acordo com a Serasa.

Já, no acumulado do ano até julho em relação ao mesmo período de 2011, a inadimplência cresceu 17,8%.

A queda em julho deste ano foi um fato atípico, pois, de acordo com a Serasa, normalmente no mês de julho sempre há alta na inadimplência, pois são realizados os pagamentos das compras parceladas do Dia das Mães, Dia dos Namorados e dos gastos com as férias escolares.

Porém, neste ano a queda ocorreu pelo fato do recuo no comprometimento da renda, dos lotes recordes de restituição do IR (que ajudaram no pagamento das dívidas), e dos juros mais baixos, evitando uma ampliação da inadimplência.

Dívidas:

A queda da inadimplência nas dívidas com os bancos fez com que o indicador da Serasa caísse em julho, com variação negativa de 4%. Já, a inadimplência no pagamento das dívidas não bancárias (financeiras, lojas em geral, cartões de crédito, prestadoras de serviço como telefonia e fornecimento de água e energia elétrica) caiu 0,8%.

Os cheques sem fundos e os títulos protestados registraram variações positivas e contribuíam para que a queda da inadimplência não fosse maior.

Segundo a Serasa, o valor médio das dívidas com bancos apresentou queda de 1% de janeiro a julho deste ano, indo para R$ 1.295,34, em relação ao mesmo período de 2011. Já, as dívidas não bancárias, os títulos protestados e os cheques sem fundos tiveram alta de 16,6%, 6,8% e 11,4%, indo para R$ 351,20, R$ 1.423,57 e R$ 1.476,45, respectivamente.


Busca por crédito subiu 8% em julho

Segundo a Serasa Experian, a quantidade de pessoas que buscaram por crédito em julho avançou 8% ante junho, e em relação a julho de 2011, a alta foi de 2%. Porém, a demanda por crédito no ano apresenta queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Essa alta vista em julho é reflexo dos impactos feitos pelas reduções das taxas de juros, pelos incentivos fiscais através do corte do IPI e pela redução da inadimplência do consumidor.

Na comparação entre as classes de renda, a maior alta verificada na busca por crédito ocorreu entre os consumidores que ganham entre R$ 1.000 e R$ 2.000 mensais (8,2%), os que apresentam renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000 avançaram 8%, e os que ganham até R$ 500 mensais aumentaram a demanda em 7,9%.

De acordo com a análise, a alta da procura por crédito foi maior em todas as regiões do Brasil na comparação com junho. O Sul ficou com 8,8%, o Centro-Oeste com 8,7%, o Nordeste com 8,6%, o Sudeste com 7,7% e o Norte com 3,8%.


Dados divulgados pela Serasa Experian revelam que durante o mês de abril a quantidade de cheques sem fundo diminuiu em relação a março deste ano.

No mês de abril, foram devolvidos 2,08% dos cheques em todo o Brasil. Em março de 2012 esse número foi de 2,19%.

Os economistas da Serasa Experian explicam que normalmente o mês de março costuma ter uma taxa de devolução de cheques um pouco maior devido à última parcela do IPVA e de algumas despesas escolares, como renovação da matrícula e compra de material escolar, por exemplo. Esses compromissos acabam alterando o orçamento.

O Acre, durante o primeiro quadrimestre deste ano, foi o estado que teve o maior número de cheques devolvidos, com 15,78%. Já o Rio de Janeiro foi o estado oposto e teve o menor número, com apenas 1,65%.

No comparativo entre as regiões, a Nordeste apresentou o maior percentual, com 2,04%. Já a região Sudeste teve o menor índice, com apenas 1,52%.

Esses e outros dados podem ser encontrados no site da Serasa Experian.

Por Natali Alencar


A qualidade de crédito das empresas subiu para 95,8 pontos nos três primeiros meses deste ano, segundo dados divulgados pela Serasa Experian na última sexta-feira (27).

Este resultado foi a primeira alta apresentada pelo indicador desde o quarto trimestre de 2010.

A qualidade de crédito avalia a probabilidade de inadimplência das empresas, sendo que, quanto mais alto foi o resultado, menor é a probabilidade (a escala varia de zero a 100).

De acordo com os especialistas da Serasa Experian, os motivos que impulsionaram a alta do indicador foram as medidas de estímulo à produção das empresas, a retração do nível de inadimplência dos consumidores, a retomada do crescimento da economia e a redução dos juros da taxa básica, a Selic.

A análise por porte das empresas apresentou que as micro e pequenas empresas (MPEs) tiveram melhora no índice de qualidade de crédito, sendo que passaram de 95,66 pontos (registrados no quarto trimestre do ano passado) para 95,72 pontos (apresentado nos três primeiros meses deste ano).

Apesar disso, as MPEs ainda têm maior risco de inadimplência do que as empresas de grande porte (que fecharam o valor com 98,3 pontos) e das médias (98,4 pontos).

 

Fonte: Serasa Experian


Jovens entre 18 e 25 anos estão participando mais da procura por crédito no Brasil. Segundo a Serasa Experian, em dados divulgados na quinta-feira (dia 22 de março), 18% dos consumidores nesta faixa etária buscam crédito. Esta foi a maior demanda desde 2008, quando o levantamento começou a ser realizado.

Na comparação com o ano passado, o índice cresceu, passando de 14,3% para 18%. Em 2010, a taxa era de 14,3%, em 2009 de 14,4% e em 2008 era de 15,7%.

De acordo com o presidente da Serasa Experian na América Latina, um dos fatores que têm impulsionado a procura por crédito entre os 18 anos e os 25 anos é a formalização do mercado de trabalho, que permite acesso ao comprovante de renda, documento necessário para poder comprar parcelado.

Entre os produtos mais procurados pelos jovens estão carros, celulares e motos.

De acordo com a Serasa Experian, a maioria dos jovens que procuraram por crédito pertence ao grupo social “Periferia Jovem”, que inclui Jovens na Informalidade, Excluídos do Sistema, Jovens Trabalhadores de Baixa Renda, Trabalhadores de Baixa Qualificação, Famílias Assistidas da Periferia e Estudantes da Periferia. Além disso, os dados apontaram que grande parte dos jovens credores é do sexo masculino (60,6%).

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


Levantamento erguido pela Serasa Experian mostra que a perspectiva do crédito às empresas arrefeceu 0,5% entre fevereiro e março de 2011, para 100,8 pontos, em outras palavras a sexta baixa mensal seguida do indicador. Deste modo, o ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, e as medidas de restrição ao crédito começaram a ser mais sentidas pelos empresários.

De acordo com a Serasa, o ambiente de desaceleração da economia, sobretudo no segundo semestre de 2011, deve exercer pressão sobre o crédito focado à atividade produtiva. Economistas da entidade preveem que a demanda das companhias por capital de giro propende a ser mais modesta.

Diferentemente do observado entre as empresas, o Indicador de Perspectiva do Crédito ao Consumidor apresentou estabilidade entre fevereiro e março após 11 baixas mensais seguidas, culminando em 99,6 pontos. Entretanto, o crédito ao consumidor deverá, no decorrer dos meses, manter o desenho de paulatina desaceleração.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um negócio nem sempre é bem sucedido. Sonhos e idealizações podem se transformar em cinzas caso um planejamento ocorra de forma irregular, além do próprio mercado de atuação de determinado empreendimento, que dita regras tanto explicáveis como inexplicáveis.

A crise financeira do biênio 2008 e 2009 expôs ao mundo o quanto o cenário internacional pode afetar o sucesso de negócios. Entretanto, como para o Brasil os principais efeitos do colapso são praticamente situações do passado, cabe enumerar, aqui, alguns dados da atualidade.

O Indicador de Inadimplência das Empresas divulgado pela Serasa Experian ilustra elevação de 1,5% na inadimplência das empresas entre janeiro e março de 2001. Considerando-se apenas o mês passado, a instituição registra baixa de 0,6% no confronto anual e salto de 16,3% na base comparativa mensal.

Os economistas da Serasa creditam ao resultado o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, além da valorização do real e a paulatina recuperação mundial como motivadoras sobre os caixas das empresas (por isso o aumento de 1,5% da inadimplência). Mesmo em meio a esse conjunto de fatores, a atividade econômica no país tem segurado com unhas e dentes a configuração de um cenário pior.

A inadimplência nas micros e pequenas empresas subiu 1,7% entre fevereiro e março, taxa superior à registrada nas médias empresas, que descreveram recuo de 3,0%. Nas grandes empresas o índice ascendeu 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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