Decreto autoriza menor aumento do Salário Mínimo desde a introdução do Plano Real.

Foi assinado nesta última sexta–feira, dia 29 de dezembro, pelo presidente Michel Temer, um decreto que reajusta o salário mínimo brasileiro, que passa para o valor de R$ 954 para o ano de 2018. Desse modo, quem recebia o valor de R$937, passará a receber a partir de janeiro de 2018 R$ 17 a mais.

Uma vez assinado o decreto, o documento que determina o valor do reajuste foi oficialmente publicado no Diário Oficial da União, passando a ter validade em todo o país a partir do dia 1º de janeiro. De acordo com um levantamento realizado pelo governo, em um período de 24 anos esse é o menor reajuste de salário que os brasileiros já receberam.

Aliás, esse valor também foi menor do que o próprio governo esperava. Já que durante os últimos meses várias estimativas surgiram inclusive uma em que o valor do mínimo seria de R$979, que acabou sendo diminuído para R$969 e parecia estar definido em R$965. Contudo, de acordo com os cálculos realizados pelo governo, esse aumento era inviável, uma vez que geraria muitos gastos para o governo, que desde o ano de 2016 tem enfrentado uma forte crise econômica, que vem de certa forma atingindo o país todo.

A assessoria de imprensa do governo informou que para cada um real que seja aumentado no salário mínimo os gastos anuais somam-se em mais de R$ 301,6 milhões, pois o número de brasileiros que recebem o salário mínimo, o que inclui pensionistas do INSS e aposentados, passa de 45 de milhões.

E diante de um quadro de crise o governo busca por uma economia no ano de 2018 de até R$ 3,3 bilhões, buscando ainda outras formas de diminuir seus gastos e manter certa estabilidade econômica.

Como o salário mínimo teve um reajuste de 1,81%, outros valores também foram reajustados, como o valor diário que foi para R$ 31,80 e o valor da hora que passa a ser de R$ 4,34.

Embora muitos valores tenham sido considerados para o salário mínimo de 2018, este valor é determinado baseado em um cálculo já utilizado há muito anos. Dessa forma, na hora de considerar o valor que será reajustado o mínimo, utiliza-se para o cálculo o valor do INPC, que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que é a inflação referente ao ano anterior e que sempre é calculado pelo IBGE e também o valor do PIB, que é o Produto Interno Bruto dos dois últimos anos.

O resultado do PIB do ano de 2016 foi muito baixo, em decorrência da crise econômica do país e por isso não pode ser utilizado no cálculo. Sendo considerado para calcular o mínimo de 2018 apenas o valor do INPC.

Assim, até o mês de novembro deste ano o valor do INPC foi de 1,81%, mesmo percentual utilizado para o reajuste do mínimo de 2018.

O Dieese, que é o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do governo, afirma que esse reajuste está abaixo da variação do INPC de 2017, fato que não ocorria desde o ano de 2003. Mas o governo não teve outra opção a não ser esta, mas o ponto positivo nisso é de que o INPC apontou que a inflação durante o ano de 2017 esteve controlada, o que foi muito bom para os brasileiros que tiveram que enfrentar outros problemas como a falta de emprego. Se a inflação durante o ano for menor, principalmente no setor alimentício, o salário mínimo recebe um reajuste também menor.

Contudo, o resultado verdadeiro do INPC só será conhecido mesmo no mês de janeiro, de modo que esses 1,81% é apenas uma estimativa do governo, considerando os resultados até o mês de novembro.

Enfim, o salário mínimo brasileiro a partir do dia 1º de janeiro será no valor de R$954.

Sirlene Montes


O valor final do salário mínimo de 2018 ainda não foi definido, mas poderá chegar a R$ 1.020,00.

Entra ano e sai ano e a expectativa de reajuste do salário mínimo sempre é a mesma. Todos sabemos que um aumento no salário beneficia muitos trabalhadores em todo país.

Neste artigo vamos trazer algumas informações sobre o reajuste do salário mínimo para 2018. Continue lendo o texto e saiba mais.

Em abril, o governo federal através do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, propôs salário mínimo de R$ 979 para o ano de 2018. Este valor foi apresentado de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias que prevê o reajuste com base no índice da inflação e também o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, segundo canais da imprensa, está previsto que o valor do salário mínimo para 2018 será R$ 1.020,00 com base na LDO.

O valor do reajuste ainda não foi divulgado para o ano de 2018. A divulgação normalmente ocorre entre os meses de novembro e dezembro pelo governo federal. Não há certeza até o momento, no entanto, o governo já manifestou que pretende aumentar o salário que atualmente está valendo R$ 937,00.

Caso o valor do reajuste seja confirmado, o novo salário mínimo será R$ 66,00 a mais em relação ao atual.

Algumas estimativas estão sendo feitas pelo governo para 2018 e 2019 e os valores das correções poderão ser entre R$ 1.002,00 e R$ 1.067,00. Hoje o salário é de R$ 937,00 por mês, o equivalente a R$ 31,23 por dia e por hora R$ 4,26.

Salário Mínimo dos Estados

Alguns estados do país não seguem o mesmo índice que o Governo Federal estabelece. A legislação de cada região estabelece o salário mínimo regional 2018, ou seja, este valor deverá ser respeitado e promovido dentro de todo o estado. O piso estadual tem como regra que nunca poderá ser inferior ao estabelecido pelo Governo Federal.

A seguir veja quais estados possuem um piso salarial estabelecido como regional, alista segue em ordem decrescente:

  • Paraná: R$ 1.223,20;
  • Rio Grande do Sul: R$ 1.175,15;
  • Rio de Janeiro: R$ 1.136,53;
  • Santa Catarina: R$ 1.078,00;
  • São Paulo: R$ 1.076,20.

Uma observação referente aos benefícios trabalhistas que o Governo Federal propõe é que os trabalhadores recebem de acordo com o piso nacional, independente que seu estado estabelece um piso superior ao em vigor no país.

Isso ocorre porque os estados devem respeitar a hierarquia diante da legislação Federal, nunca o contrário.

Descontos diminuem o valor bruto

Um detalhe que muitas pessoas não visualizam é que este valor proposto pelo governo não é recebido totalmente pelo trabalhador. Existe uma série de descontos no holerite e que no final, acaba recebendo bem menos do que esperava.

Os vencimentos que chegam às mãos de todos os trabalhadores recebem o nome de Salário Líquido. Abaixo segue quais descontos são feitos dos trabalhadores que retornam para o governo:

  • Alíquota de INSS: o desconto está entre 8 e 11% sobre o valor do salário bruto;
  • Imposto de Renda Retido na Fonte: é variável, de acordo com o valor que cada trabalhador recebe. Se o valor do salário é 1 salário mínimo, o trabalhador está isento;
  • Vale Transporte: está entre 0 e 6%;
  • Vale Refeição: entre 0 e 20%;
  • Pensão alimentícia: quando há herdeiros é obrigado a pagar pela justiça;
  • Assistência médica: quando há acordo coletivo entre empresa e sindicatos;
  • Faltas e atrasos.

O trabalhador deve ficar atento aos descontos que são feitos em folha. Em alguns casos podem ser cobrados indevidamente, onerando o salário líquido final. Portanto, confira seus rendimentos e descontos ao receber seu holerite.

Benefícios reajustados

Alguns benefícios que o trabalhador tem direito também serão reajustados que são: seguro desemprego, salário maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, por idade, por tempo de contribuição, PIS e Reabilitação Profissional.

Após sancionado os reajustes do salário mínimo para 2018, passam a vigorar já em 1º de janeiro de 2018.

Por Marcio Ferraz

Salário mínimo


Valor teve um aumento real de R$ 101,48.

Foi liberado pelo Ministério do Trabalho, o lote de pagamento do famoso seguro-desemprego com um pequeno reajuste das parcelas que o trabalhador tem direito a receber. O benefício concedido ao trabalhador que perdeu o emprego, sofreu reajuste de acordo com o salário mínimo e que acompanhou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

O novo reajuste de valores vale para as parcelas que forem pagas a partir do dia 11 de janeiro deste ano, sendo a maior parcela fixada no valor de R$ 1.643,72, ou seja, um aumento real de R$ 101,48 em relação ao valor pago no ano passado e a menor parcela foi fixada no valor de um salário mínimo, R$ 937,00.

Vale lembrar que todos os trabalhadores demitidos sem justa causa e que tenham trabalhado com carteira de trabalho assinada, por no mínimo 12 meses no ano passado, tem direito de receber o seguro. Ainda tem direito de receber o benefício do seguro-desemprego, trabalhadores que são resgatados do trabalho escravo ou com condições precárias para as atividades, pescadores que enfrentam o período de defeso e profissionais cujo contrato de trabalho estava suspenso.

Por causa da crise financeira que assola o Brasil e do alto número de pedidos de concessões do seguro-desemprego, o Ministério do Trabalho determinou que o benefício fosse concedido, entre os dias 11 e 22 de janeiro, de acordo com o número final do PIS do trabalhdor. Todo o benefício é pago em qualquer agência da Caixa Econômica Federal e as datas para pagamento estão fixadas no inteiror de cada agência.

Para dar entrada no requerimento do seguro-desemprego, o trabalhador deve se dirigir a qualquer posto de atendimento da Superintendência Regional do Trabalho (STRE) ou agências do Sistema Nacional de Empregos (SINE) da sua cidade, munido de carteira de trabalho e demais documentos pessoais.

É bom lembrar que quando o trabalhador é demitido, o mesmo tem no máximo, dois meses, para dar entrada no requerimento do benefício e aquele trabalhador que tenha alguma empresa em seu nome, mesmo que esteja sem movimento ou inativa, não terá direito do seguro-desemprego.

Por Rodrigo Souza de Jesus

Seguro-Desemprego


Presidente Michel Temer assina decreto que aumenta salário mínimo para R$ 937 em 2017.

Está confirmado, o valor do salário mínimo deve subir para R$ 937. O decreto que determina o aumento foi assinado na última quinta-feira, dia 29 de dezembro, pelo Presidente da República Michel Temer.

Com o aumento de 6,5% o salário mínimo brasileiro, que atualmente possui o valor de R$ 880, passa para R$ 937,00 a partir de janeiro de 2017.

O "Diário Oficial da União" deve publicar o novo salário na sexta-feira, dia 30 de dezembro.

O valor estipulado tem o aumento de 57 reais, se configurando em R$ 8,80 a menos que o que havia sido anunciado no mês de agosto pelo próprio governo federal.

O cálculo do reajuste do salário mínimo é feito a partir da soma da variação do INPC, que é Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do ano antecedente com o resultado do PIB, que é o Produto Interno Bruto de dois anos antecedentes.

Diante disso, com o recuou de 3,8% do PIB no ano de 2015, que é o valor utilizado no cálculo, o salário de 2017 leva em consideração o valor da inflação de 2016. O que ocorre na verdade é que o aumento de 2017 não cobre realmente a inflação, apenas se atualiza em relação a ela.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo site G1, até o momento 16 estados brasileiros irão manter o salário proposto pela União, para o ano de 2017. São eles os estados de Alagoas, Acre, Amapá, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Rondônia, Sergipe, Roraima e Tocantins.

Embora o aumento não seja tão relevante, o Dieese, que é o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos, deixa claro dados de que desde o ano de 1998 os reajustes do salário mínimo, autorizados pelo governo, garantiram aumento real no salário do brasileiros.

Somente uma vez, mais precisamente no ano de 1997, que a correção do salário mínimo ficou numa posição abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor, ficando 0,98% mais baixo.

Em contrapartida, de acordo com os dados fornecidos pelo Dieese, nos últimos anos o salário mínimo brasileiro teve um aumento equivalente a 77,18%, numa crescente que foi de R$ 200,00 até R$ 880,00.

Sirlene Montes


Confira aqui algumas dicas do que fazer quando a empresa atrasa o pagamento do salário.

O atraso do salário é uma das maiores preocupações de muitos trabalhadores. Grande parte dos empregados depende totalmente de seus rendimentos e quando não o recebem na data planejada acabam sendo lesados, não conseguindo pagar suas contas e nem se manter enquanto o dinheiro não aparecer. Perante a lei, o empregado tem direito a receber seu ordenado até o quinto dia útil de cada mês, porém, cada empresa possui uma data limite estipulada no momento da contratação. Quando o prazo não é respeitado, o empregado pode questionar a justificativa pelo atraso, principalmente no caso de instituições particulares, em que é mais viável chegar até o seu superior ou chefe. Quando se trata de instituições públicas, as complicações são maiores, pois em alguns casos o dinheiro é repassado por esferas do governo que não atendem as inquietações do funcionário.

Para ambos os casos, a justiça é a opção quando a conversa e acordos não forem o suficiente para a resolução do problema, lembrando que atualmente o atraso de apenas um mês de salário já justifica a procura por recurso judicial, diferente de antigamente, em que a procura pelos direitos só poderia ser feita após três meses de atraso do salário. Pois bem, mesmo conversando com chefe ou buscando ajuda na legislação, as contas estão apertando e falta dinheiro até para comprar alimento. A principal opção até que as pendências sejam resolvidas é priorizar quais são os gastos que não podem ser adiados, preocupe-se com a alimentação e saúde primeiramente, para dívidas no comércio e de terceiros é possível a tentativa de renegociação, esclareça sua situação e tente reagendar a dívida, nem que isso custe um valor extra por respeito a espera do credor.

Quando todas as tentativas de ajuste de quitação não funcionarem e não for possível renegociar ou atrasar por um período maior as dívidas, além de não haver mais fontes de renda, a ajuda a recorrer são os empréstimos bancários. Os empréstimos bancários são a opção para os devedores não terem seus nomes colocados em cadastros como do SPC e SERASA. Existem vários tipos de empréstimos específicos para cada caso e necessidade. Os mais recorridos pela população são o empréstimo consignado e o empréstimo do cheque especial.

O crédito consignado pode ser feito por pessoas físicas que são servidores, funcionários, pensionistas ou aposentados que possuem vínculo com entidades públicas ou do governo. Neste caso o valor emprestado é parcelado e debitado direto da folha de pagamento do devedor, conforme o acordo feito com o banco ou empresa credora. Já o empréstimo do cheque especial também podem ser utilizado por pessoas físicas que abram e possuam determinados tipos de conta em banco. Nesta situação, o banco libera um valor limitado além do que o indivíduo possui depositado em sua conta e este valor extra que for gasto será cobrado com juros automaticamente da conta no mês seguinte. Existem riscos com juros abusivos em ambos os tipos de empréstimos, que devem serem feitos somente em situações de extrema necessidade, para evitar novas dívidas futuras.

Em todo caso, o planejamento das contas de acordo com a renda disponível e a elaboração de uma reserva financeira sempre que possível é fundamental para evitar turbulências para o bolso do funcionário.

Fabiana da Rosa


Remuneração passa de R$ 788 para R$ 880, um aumento de 11,6%.

O novo valor do salário-mínimo já está em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2016. O mínimo atual tem o valor de R$ 880,00 e representa um reajuste de 11,6% em comparação com o valor antigo, que era de R$ 788,00. O impacto desta diferença no reajuste tende a ser de R$ 30,2 bilhões na conta do Governo.

O decreto já foi publicado no Diário Oficial da União e assinado pela presidente Dilma Rousseff. O pagamento do reajuste será feito aos trabalhadores a partir de fevereiro e segundo o Ministério do Trabalho, vai representar um incremento de R$ 51,5 bilhões na renda da população. Além disso, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) foi de 10,28% no acúmulo que foi medido em novembro do ano passado, e nos últimos doze meses este índice correspondeu a 10,97%.

Com o novo valor de R$ 880,00, o dia de trabalho passa a ser de R$ 29,33 e por hora de R$ 4,00. O Governo também fez uma nota explicativa informando que o reajuste atua a fim de dar continuidade à política de valorização do salário. As contas municipais também serão afetadas pelo reajuste do salário mínimo, pois segundo o levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), a medida deve causar um impacto estimado de R$ 2,6 bilhões às Prefeituras.

Entre outras mudanças, o valor do seguro-desemprego também aumentou com o reajuste do salário mínimo. O seguro é concedido aos trabalhadores que foram demitidos sem justa causa. Além disso, benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também serão reajustados. Um dos exemplos é o abono salarial, que corresponde ao valor de um salário mínimo, sendo pago de forma anual aos profissionais que recebem mensalmente o valor de até dois salários mínimos. O abono sobe de R$ 788,00 – antigo valor – para R$ 880,00 com o reajuste.

Por Babi


A licença maternidade segue algumas regras que devem ser respeitadas para as futuras mamães tenham seus direitos preservados.

A licença maternidade é um assunto que ainda gera muitas dúvidas para a maior parte das trabalhadoras no país. Apesar de ocuparem cada vez mais os cargos e posições executivas, as mulheres sofrem com uma discrepância na política de aplicação da licença maternidade de cada empresa.

As regras para a licença maternidade são bem claras. Contudo, elas nem sempre são respeitadas pelas empresas, que usam do famoso “jeitinho brasileiro” para burlar a normatização que trata do assunto.

Esta licença é de suma importância para as mulheres, assim como diz o advogado trabalhista, Luiz Marcelo Góis ao site GNT (globo.com): “a legislação é bastante clara, mas nem sempre é respeitada pelas empresas ou mesmo pelas gestantes”. Afirma o advogado, que é sócio do escritório Felsberg & Associados.

Para auxiliar as trabalhadoras genitoras e futuras mães, iremos esclarecer as principais questões sobre a licença maternidade para evitar que seus direitos sejam violados.

A licença maternidade tem duração de 120 dias, podendo ser iniciada em até 28 dias antes da data de previsão para o parto.

Esse período pode ser prorrogado nos seguintes casos: no caso da empresa que faz adesão ao Programa Empresa Cidadã do Governo Federal (o prazo é estendido para 180 dias); prescrição médica, desde que seja de até 4 semanas (duas antes e duas após o parto); por norma coletiva estipulada pelo sindicato da categoria; caso a empresa decida prorrogar a licença, desde que em comum acordo com a lactante.

No caso em que a função exercida seja prejudicial à saúde da futura mãe, esta poderá solicitar mudança de função, uma vez que o desempenho da função pode acarretar em prejuízos para a saúde da mãe e do bebê.

Outro aspecto importante é quanto à demissão. A futura mãe não poderá ser demitida do momento em que for confirmada a gravidez até cinco meses após o parto.

É importante enfatizar também que durante a licença a trabalhadora tem direito de receber vencimento integral (mesmo salário que recebia antes da licença).

Por fim, informamos que a mãe adotiva tem os mesmos direitos de qualquer outra mãe. Não há qualquer exceção para esse caso.

Por André César

Licença maternidade


Infelizmente, a realidade brasileira no que se refere ao mercado de trabalho é um pouco carrasca com as mulheres. As diferenças inerentes ao gênero são refletidas não somente no menor número de vagas disponíveis para o público feminino nos setores estratégicos das empresas como também na incoerência dos níveis salariais.

Mesmo que segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego do Sistema Estadual de Pesquisa de Dados e do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, indique que a diferença entre os salários de mulheres e homens na região metropolitana da cidade de São Paulo tenha diminuído, é fato que continua sendo assunto de diversos debates a nível nacional. 

De acordo com os dados fornecidos pela Pesquisa realizada no ano de 2014, os níveis de remuneração entre trabalhadores e trabalhadoras estão mais semelhantes. Em 2014, as mulheres receberam uma remuneração média de R$ 9,80 por hora trabalhada e os homens, R$ 12,04. A hora trabalhada feminina aumentou 5,3% comparado com o resultado de 2013, já a dos homens diminuiu em 0,2%. Comparando os valores atualizados, percebe-se que o valor atual da remuneração feminina é 81,4% dos vencimentos masculinos por cada hora de trabalho. Em 2013, este valor era bem inferior (77,1%).

No que tange ao salário mensal médio, o das mulheres foi de 71,96% dos vencimentos masculinos, as mulheres têm remuneração média de R$ 1.594 e os homens R$ 2.215. Ainda que este parâmetro indique uma diferença bastante importante, ao comparar os salários de cada gênero, ele não serve para conseguir um bom entendimento da situação, já que a carga horária semanal das mulheres é de 38 horas em média, sendo a dos homens de 43 horas. 

O panorama no que diz respeito aos salários melhorou e hoje em dia estão menores as divergências, em detrimento, o nível de desemprego das mulheres aumentou. Na região metropolitana da capital paulista, ouve um aumento de 0,5% na falta de oportunidades laborais femininas, fechando 2014 com 12,2%. No ano anterior, a marca do desemprego era de 11,7%.

Outro dado informado pelo estudo foi que a participação dos homens no mercado de trabalho caiu 0,1% e a participação das mulheres subiu 1% entre 2013 (55,1%) e 2014 (56,1%).

Por Melina Menezes

Diferenca sal?rio homem e mulher


Nos dias de hoje existem dois tipos de benefícios para trabalhadores que cumprem horas extras. Conforme o regime da empresa é possível pagar em dinheiro ou oferecer o banco de horas.

De acordo com o art. 56 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) apenas pode acontecer aumento de duas horas extras no trabalho, com exceções de regras previstas nos contratos coletivos ou acordo entre empregado e patrão.

As regras gerais do Brasil indicam que o valor da hora extra deve ser no mínimo 20% superior do que a quantia paga por conta das quantias integrais. Empregadores que não seguem a ordem legal ficam sujeitos às multas do poder público em consequência de não seguirem regras da CLT.

Por outro lado, empresas também podem dispensar pagar valor adicional, desde que ofertem o banco de horas, no qual a quantia de tempo adicional no trabalho se equivale ao valor para folgar. Esse tipo de atividade acontece ao levar em conta que tem aparato da Lei 9.601/1998.

Regras possuem exceções e no caso da hora extra não é diferente. De acordo com a legislação trabalhista que existe em terras nacionais fica terminantemente proibido o saldo de horas compensadas além do que um ano.

Não se pode ignorar o fato de que empregadores precisam pagar a restituição dos dias compensados caso decidam despedir funcionários sem antes acontecer a compensação integral da hora compensada.

Outro ponto a se considerar está no fato de que conforme as regras da lei trabalhista os empregados que trabalham em regime parcial não podem prestar horas extras.

Porém, na vida real a regra quase não é cumprida por parte dos empregadores de trabalhadores informais no país, que aplicam regimes de trabalho além de oito horas ao dia sem pagar extra. A lei indica que o regime de tempo parcial não pode ultrapassar a casa das 25h por semana na mesma empresa para funcionários sem carteira assinada.

Por Renato Duarte Plantier


A lista de jogadores que receberam maiores salários do mundo em 2013 traz nomes novos e antigos. Nas duas primeiras posições o destaque permanece o mesmo, ou seja, Lionel Messi lidera na frente de Cristiano Ronaldo, embora o jogador português do Real Madrid tenha ganhado o prêmio Bola de Ouro FIFA.

Há pouca diferença no salário dos dois principais jogadores de futebol nos dias de hoje. Messi ganhou 41 milhões de euros ao ponto de que Ronaldo recebeu 39,5 milhões de euros, conforme indica a pesquisa da revista France Football. O estudo leva em conta não apenas salários como também prêmios e contratos com publicidade.

De novidade na lista vale o destaque ao companheiro de Lionel Messi no ataque no Barcelona, ou seja, Neymar, com 29 milhões de euros. O jogador da seleção brasileira aparece pela primeira vez no ranking entre os três futebolistas que receberam maior renda no mundo em 2013.

Depois de Neymar e na quarta posição está Wayne Rooney, atacante da seleção inglesa e do Manchester United. Com idade de 28 anos representa a grande esperança da Inglaterra na Copa do Mundo no Brasil em 2014. Ele ganhou 24 milhões de euros no ano de 2013.

Com 32 anos e a imagem de ser um dos mais conhecidos atacantes suecos de todos os tempos, Zlatan Ibrahimovic ganhou no ano passado a quantia de 23,5 milhões de euros do PSG.

Na sexta posição se encontra o atacante do Mônaco, Radamel Falcão, colombiano com 28 anos de idade. Ele ganhou 21,2 milhões de euros no ano de 2013. Ao sétimo lugar está Sergio Agüero, centroavante do Manchester City, com 19,7 milhões de euros.

Não se pode ignorar o fato de que também existe outro jogador brasileiro no ranking, o zagueiro Thiago Silva recebeu quase 17 milhões de euros e se encontra no oitavo lugar.

Por Renato Duarte Plantier


Chegaram os últimos meses do ano e com ele o tão esperado 13° salário. Em tempos de promoções e festas como Natal e Ano Novo, parece que em todo espaço de mídia existem chamarizes para gastarmos nosso dinheiro tão difícil de ganhar. Por isso, resolvemos elencar algumas dicas úteis:

Evite fazer as compras dos alimentos da ceia de Natal e Final de Ano com fome. Sério! Um estudo realizado pela Cornell University, no ano de 2013, revelou que se uma pessoa ficar 5 horas sem se alimentar e for ao supermercado fazer as compras, a tendência será a de comprar mais do que realmente necessita. Para piorar, a pessoa irá procurar subconscientemente por alimentos de maior teor calórico.

Separe uma parte do 13° salário e faça um investimento cuja facilidade de saque não seja muito grande. Explico: muitas pessoas depositam até mesmo o valor integral do abono de fim de ano em uma poupança, apenas para sacar alguns dias depois para comprar o presente dos filhos. Essa prática faz com que o valor tenha um rendimento baixo e gera um sentimento de incapacidade em relação à capacidade de economia. Aplicações em médio prazo podem ser mais indicadas para, pelo menos, não cair em tentações.

Em relação aos presentes, use da criatividade. Ao invés do videogame, podemos ter um livro, que será muito mais útil a evolução da criança. No lugar da roupa de grife, busque opções populares que não saiam do estilo do ente querido a ser presenteado. O carinho e principalmente o presente de acordo com o estilo da pessoa pode fazer mais sucesso do que a marca ou a tecnologia.

Estas simples dicas podem não somente fazer com que você economize o seu 13º salário, mas também ajudam a reinventar a maneira como você enxerga as festas de final de ano. Afinal, festejar nunca foi sinônimo de gastos e sim de alegria compartilhada!

Sal?rio.


É muito comum no Brasil encontrarmos pessoas que possuem profissões com salários distintos a depender de um estado para outro. Contudo, isso pode variar conforme a demanda que temos de uma cidade para outra. Podemos citar o caso do Acre que possui poucos Médicos e há pouca demanda para a região.

Entretanto, ter um salário que proporcione tranquilidade e estabilidade é o que muitos desejam, porém, nem sempre é possível quanto a cidade já está saturada daqueles profissionais. Sendo assim, vamos abordar nesta matéria as cidades que possuem o mais elevado salário, sendo que a cidade que ficou em primeiro lugar possui renda per capita duas vezes maior que a média nacional. Vale lembrar que as cidades que serão citadas possuem alto índice de Desenvolvimento Humano Municipal e a ONU também avalia além da renda, o nível de educação e a expectativa de vida.

Assim, a que ficou em primeiro lugar foi a cidade de São Caetano do Sul (SP), seguida por Niterói (RJ). Para se ter uma base, elas possuem 2,5 vezes a renda maior que a média do país. Enquanto a renda por pessoa no Brasil é de R$ 793,00, em São Caetano do Sul (SP) ela chega a R$ 2.043,74.

Em terceiro lugar temos a cidade de Vitória (ES); seguidas por Santana de Parnaíba (SP); Florianópolis (SC); Porto Alegre (RS); Nova Lima (MG); Brasília (DF); Santos (SP); e, por último, em 10º lugar, Balneário Camboriú (SC).

A renda per capita é obtida através da soma de todos os salários ganhos pelos habitantes de cada município dividido pelo número total de habitantes. Ressalte-se que, o resultado é considerado não apenas por quem possui qualquer tipo de renda, mas são incluídos na divisão os desempregados, estudantes, entre outros. É ela quem avalia o indicador de riqueza, porém, nada diz sobre a distribuição dela. Além disso, a pesquisa tem mostrado que nessas cidades as pessoas têm uma maior qualidade de vida.

Por Luciana Viturino

Renda per capita

Foto: Divulgação


O salário mínimo é um valor que deveria ser estipulado para atender todas as necessidades básicas do cidadão, porém, os vencimentos aprovados no orçamento da União não cobrem todas as despesas, além de também não ser o suficiente para os gastos com a cesta básica. Qual deveria ser o valor ideal para uma pessoa viver com mais dignidade e conforto?

O salário mínimo deveria ser 4 vezes maior do que é atualmente. O valor de R$ 724,00 não atende todas as condições de subsistência para uma pessoa sobreviver, pois o custo de uma cesta básica está cada vez mais alto. Os alimentos básicos como carnes, cereais, legumes, verduras e frutas estão com preços que impossibilitam as pessoas de levarem tudo que precisam. A população que recebe o valor atual estipulado, sempre precisa fazer trabalhos informais para ganhar uma renda extra e conseguir manter todas as despesas da casa em dia.

Segundo as pesquisas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) sobre o valor ideal do salário mínimo, seria preciso aumentar o salário em 3,7 vezes (R$ 2.748,22) para suprir as necessidades básicas da população. O vencimento citado seria muito produtivo no bolso dos brasileiros, caso fosse o mínimo estipulado.

O salário mínimo já está vigorando com vencimento de R$ 724,00, mas é uma tabela estipulada para o nível nacional, lembrando que cada Estado pode determinar o valor mínimo desde que seja acima deste já mencionado. O Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul, estipulam suas tabelas de acordo com as categorias profissionais de cada área, porém, muitos Estados ainda não tinham definido o reajuste para iniciar este ano.

Portanto, o salário mínimo não atende todas as condições básicas de sobrevivência do povo brasileiro, mas espera-se que sejam realizadas intervenções do Governo para chegar a um subsídio justo para todos.

Por Jaqueline Mendes


Uma pesquisa realizada pela Mercer em dez países mostrou que a maioria dos trabalhadores prefere ter aumento salarial a ter mais tempo de férias ou folgas adicionais. O objetivo da pesquisa foi delinear os tipos de incentivos e benefícios que os funcionários preferem.

Foram entrevistados mais de dez mil trabalhadores no Reino Unido, Itália, Irlanda, Hong Kong, China, Estados Unidos, Espanha, Canadá, França e Brasil. Os participantes da pesquisa tiverem que enumerar por ordem de preferência treze benefícios que as empresas poderiam oferecer.

De todos os países o único em que a maioria dos trabalhadores preferia ter mais férias a ganhar mais foi o Canadá. Entre os brasileiros, 16% dos entrevistados marcaram como primeira opção de benefício o aumento do salário mensal de R$ 300, 13% escolheram vale-alimentação mensal no valor R$ 300, e 12% escolheram o investimento de R$ 300 mensais no plano pessoal de aposentadoria. Apenas 9% dos brasileiros preferiam ter mais dez dias de férias a ganhar um salário maior.

Outras opções de benefício eram horário de trabalho flexível, menos trabalho na sexta-feira e clínicas médicas dentro da empresa.

Por Jéssica Posenato


Foi anunciado no dia 24 de dezembro pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que o valor do salário mínimo em 2013 passará a valer R$ 678,00 tendo um aumento de cerca de 9% em relação ao salário pago atualmente, que é de R$ 622,00.

O aumento real anunciado acabou sendo maior do que o valor orçado para o ano de 2013, que inicialmente era de R$ 674,96, conforme havia sido divulgado no dia 30 de agosto.      

Muita gente pode achar que esse valor ainda é pouco, o que realmente é, mas se pararmos para pensar, estamos melhorando muito nos últimos anos. Se compararmos esse valor com o valor do salário mínimo de dez anos atrás veremos que houve um reajuste em torno de 239%, pois no ano de 2002 o valor do salário mínimo era de R$ 200,00.

Sem contar que o Brasil não sentiu fortemente os efeitos da crise e que o país continua a crescer, contratar e a procurar mão de obra qualificada e especializada. Sendo assim, a maioria das empresas deverá também dar um aumento maior de salário e algumas bonificações para não perder esses profissionais qualificados que conquistou, pois a procura no mercado por profissionais capacitados esta cada vez maior.      

Por Ana Carolina  


Homens e mulheres: diferenças no salário médio de admissão  

O Ministério do Trabalho divulgou nesta segunda-feira (23/07) os dados sobre os salários médios de admissão das mulheres e dos homens, referentes ao primeiro semestre deste ano.

Para elas, a valorização foi de 6,15%, e para eles, a alta ficou em 5,94%. Porém, apesar da alta, a média salarial de admissão das mulheres ainda representa 86,42% da média dos salários dos homens. No ano passado essa proporção era de 86,25%.

Segundo o MTE, essa valorização apresentou um aumento real, ou seja, acima da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), de 5,90% no 1º semestre. Isso representa, em reais, R$ 946,79 em 2011, para R$ 1.002,64 nos primeiros seis meses deste ano.

Entre os Estados brasileiros, houve uma elevação generalizada. Os maiores salários foram verificados nos Estados do Acre (+13,48%), Pará (+9,18%), Sergipe (+9,92%), Pernambuco (+8,41%), Rio Grande do Norte (+8,92%), Distrito Federal (+8,32%) e Mato Grosso (+8,19%).

Já, de acordo com o nível de escolaridade, as mulheres com grau de instrução menor apresentaram uma maior valorização real nos salários médios, indo do nível alfabetizado (92,88%), até o quinto ano do nível fundamental (82,89%). Contudo, as menores representações foram observadas nos níveis superior incompleto (78,55%) e superior completo (61,18%), onde a quantidade de mulheres é maior do que a dos homens.


A Constituição Brasileira versa a garantia de inúmeros direitos aos brasileiros, entre eles acesso a saúde, moradia, estudos, transportes públicos e alimentação. Entretanto, parte da população não tem seus benefícios, grosso modo, assegurados, principalmente porque o salário mínimo não é suficiente para o alcance de todos os recursos. Estudos indicam que para passar bem o mês, cada pessoa deveria ser remunerada com, aproximadamente, R$ 2 mil em diante.

O salário mínimo, atualmente em R$ 510 (quase cinco vezes abaixo do valor ideal), deverá ser ampliado no próximo ano. Nesta terça-feira, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, encaminhou a José Sarney, presidente do Congresso, Projeto de Lei do Orçamento Anual 2011. De acordo com o projeto, o salário mínimo deverá ser ajustado para R$ 538,15.

Outro tema, a estimativa inflacionária, de acordo com o portal de Economia Terra, também foi mensurado, com previsão para 4,5%. Segundo Bernardo, com a expectativa de crescimento da economia em 5,5% em 2011, o superávit primário (lucro, numa concepção simplificada) poderá chegar a R$ 125,5 bilhões, mas em novembro deverá ser revisto, chegando, possivelmente, abaixo da meta de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Embora tenha estipulado índices – geralmente mais elucidativos – o ministro endossa que o superávit seja conjeturado em valores nominais.

Conforme pedido recente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro tem procurado atuar com segurança até o final deste ano. O reajuste dos servidores do Judiciário, segundo Bernardo, poderá ser incluído no Orçamento 2011, embora o ex-sindicalista tenha pedido, anteriormente, que o tema viesse à tona somente após as eleições de outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quando um estudante conclui o Ensino Médio, geralmente um bombardeio de novas informações surge a partir do meio em que vive, tais como “e agora, o que fazer da vida?”. Parte dos estudantes decide recorrer aos cursos para vestibulares, outros decidem lançar-se diretamente ao mercado de trabalho e outros, por sua vez, ingressar em faculdades.

Com o passar dos anos, independente das opções e tomadas de decisões iniciais, estabelecer-se num emprego fixo e bem remunerado é o que todos querem, de fato, independente do segmento de atuação. Dependendo da companhia o salário não é elevado, acarretando em mudanças de serviços caso exista insatisfação ou, aos mais otimistas, aumento salarial. Nessa última questão, entre janeiro e junho deste ano houve performance recorde de negociações entre empresas e sindicatos.

Reportagem expelida pelo portal de notícias G1 aponta que 97% dos acordos trabalhistas do primeiro semestre de 2010 conquistaram reajuste igual ou superior à inflação, dos quais 88% pelo menos 0,01% acima dela, a melhor rentabilidade já vista na última década e meia.

José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), avalia que para o próximo período, entre julho e dezembro, os resultados poderão ser ainda melhores, pois a atividade econômica brasileira está aquecida e a inflação, recuando.

Por Luiz Felipe T. Erdei


No Brasil é vergonhoso que se paga  de Carga Tributária, nesse país chega ser uma aberração, quando o assunto carga tributária trabalhista ai o bicho pega , “Segundo o Profº Marcos Cintra – Um em cada três empregados não tem carteira assinada” O Professor é Vice-Presidente da Fundação Getúlio Vargas

Se todos os impostos que nós pagamos fossem bem aplicados, nós seriamos o único país da América Latina no primeiro mundo, não precisaríamos dos vergonhosos “projetos sociais” como bolsa família e outros tantos que na verdade são projetos eleitoreiros ,  se fossem bem aplicados garanto que a educação era uma das melhores do mundo , a saúde não seria esta vergonha a segurança haveria e tantas coisas mais , a mais importante não estaríamos na era do coitadinho que virou presidente,  com essa mentalidade de "prego" , não vai a lugar nenhum .

Existem alternativas , mas o governo quer uma economia travada e o políticos também. Se o governo quiser fazer a reforma Tributária , começaria  com desoneração  das empresa com os encargos sociais , para melhor entender o que se gasta como um funcionário para mantê-lo  é muito alto, veja 35% sobre o salário dele é o INSS, pois se houvesse uma extinção dessa contribuição a redução seria de 60%, pois já está provado que se paga muito e o trabalhador quando se aposenta é o maior prejudicado. 

Por Carla Gisele Leme





CONTINUE NAVEGANDO: