Decreto autoriza menor aumento do Salário Mínimo desde a introdução do Plano Real.

Foi assinado nesta última sexta–feira, dia 29 de dezembro, pelo presidente Michel Temer, um decreto que reajusta o salário mínimo brasileiro, que passa para o valor de R$ 954 para o ano de 2018. Desse modo, quem recebia o valor de R$937, passará a receber a partir de janeiro de 2018 R$ 17 a mais.

Uma vez assinado o decreto, o documento que determina o valor do reajuste foi oficialmente publicado no Diário Oficial da União, passando a ter validade em todo o país a partir do dia 1º de janeiro. De acordo com um levantamento realizado pelo governo, em um período de 24 anos esse é o menor reajuste de salário que os brasileiros já receberam.

Aliás, esse valor também foi menor do que o próprio governo esperava. Já que durante os últimos meses várias estimativas surgiram inclusive uma em que o valor do mínimo seria de R$979, que acabou sendo diminuído para R$969 e parecia estar definido em R$965. Contudo, de acordo com os cálculos realizados pelo governo, esse aumento era inviável, uma vez que geraria muitos gastos para o governo, que desde o ano de 2016 tem enfrentado uma forte crise econômica, que vem de certa forma atingindo o país todo.

A assessoria de imprensa do governo informou que para cada um real que seja aumentado no salário mínimo os gastos anuais somam-se em mais de R$ 301,6 milhões, pois o número de brasileiros que recebem o salário mínimo, o que inclui pensionistas do INSS e aposentados, passa de 45 de milhões.

E diante de um quadro de crise o governo busca por uma economia no ano de 2018 de até R$ 3,3 bilhões, buscando ainda outras formas de diminuir seus gastos e manter certa estabilidade econômica.

Como o salário mínimo teve um reajuste de 1,81%, outros valores também foram reajustados, como o valor diário que foi para R$ 31,80 e o valor da hora que passa a ser de R$ 4,34.

Embora muitos valores tenham sido considerados para o salário mínimo de 2018, este valor é determinado baseado em um cálculo já utilizado há muito anos. Dessa forma, na hora de considerar o valor que será reajustado o mínimo, utiliza-se para o cálculo o valor do INPC, que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que é a inflação referente ao ano anterior e que sempre é calculado pelo IBGE e também o valor do PIB, que é o Produto Interno Bruto dos dois últimos anos.

O resultado do PIB do ano de 2016 foi muito baixo, em decorrência da crise econômica do país e por isso não pode ser utilizado no cálculo. Sendo considerado para calcular o mínimo de 2018 apenas o valor do INPC.

Assim, até o mês de novembro deste ano o valor do INPC foi de 1,81%, mesmo percentual utilizado para o reajuste do mínimo de 2018.

O Dieese, que é o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do governo, afirma que esse reajuste está abaixo da variação do INPC de 2017, fato que não ocorria desde o ano de 2003. Mas o governo não teve outra opção a não ser esta, mas o ponto positivo nisso é de que o INPC apontou que a inflação durante o ano de 2017 esteve controlada, o que foi muito bom para os brasileiros que tiveram que enfrentar outros problemas como a falta de emprego. Se a inflação durante o ano for menor, principalmente no setor alimentício, o salário mínimo recebe um reajuste também menor.

Contudo, o resultado verdadeiro do INPC só será conhecido mesmo no mês de janeiro, de modo que esses 1,81% é apenas uma estimativa do governo, considerando os resultados até o mês de novembro.

Enfim, o salário mínimo brasileiro a partir do dia 1º de janeiro será no valor de R$954.

Sirlene Montes


O Governo baixou novamente o valor do salário mínimo para 2018. Antes o estipulado estava em R$ 969, agora está em R$ 965.

Na última segunda-feira, dia 30 de outubro, o Ministério do Planejamento informou publicamente que o governo baixou novamente o valor do salário mínimo previsto para o ano de 2018. Com a decisão, o valor que estava estipulado em R$ 969 passará para R$ 965.

Essa estimativa consta na mensagem modificada relacionada à proposta do orçamento do próximo ano, sendo que essa ainda será enviada para o Congresso Nacional. Na mensagem, o governo informará também a previsão de gastos, sendo essa de R$ 44,5 bilhões.

Salário mínimo no Brasil

Atualmente, cerca de 45 milhões de pessoas recebem o salário mínimo, sendo essa distribuição realizada entre pensionistas e aposentados, cujos benefícios são, em grande parte, pagos pelo próprio governo federal. Sendo assim, uma vez que o salário mínimo será menor, o governo conseguirá economizar em suas despesas com a realização do pagamento dos benefícios.

Como expectativa e com a revisão do salário mínimo, o Ministério do Planejamento prevê uma economia aproximada em R$ 1,2 bilhão.

Como é definido o salário mínimo?

O reajuste do salário mínimo não é feito aleatoriamente, mas sim levando em conta uma fórmula que soma diversos fatores importantes. Sendo assim, a primeira variação é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, do ano anterior, calculado esse pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Ainda, outro fator é o resultado de dois anos anteriores do Produto Interno Bruto, o PIB.

Com isso, no caso do ano de 2018, será somado o resultado obtido no PIB de 2016, que teve queda de 3,6%, com o INPC do ano de 2017. Esse último somente será conhecido oficialmente no início do próximo ano.

É importante ressaltar que, uma vez que o PIB teve uma retração em 2016, sabe-se que a correção do mínimo do próximo ano somente levará em conta a variação do INPC deste ano. Porém, entende-se que o governo já está prevendo uma variação do INPC menor que aquela estimada anteriormente. Por esse motivo, a correção do salário mínimo no próximo ano deve ser igualmente menor.

O que diz o governo sobre isso

Até o momento do anúncio feito essa semana, o governo fazia uma estimativa de que o INPC teria uma significativa alta neste ano, ficando em 3,5%. Porém, na mensagem modificada feita no orçamento, foi feita uma previsão menor de aumento, sendo essa de 3,1% para 2017. Porém, esse valor ainda poderá mudar nos próximos e últimos meses, conforme a variação do próprio INPC.

Para o Ministro do Planejamento Dyogo Oliveira, esse valor somente poderá ser considerado definitivo no mês de janeiro do ano que vem, quando esse será publicado oficialmente. O mesmo ressalta ainda que as definições que envolvem salário mínimo não estão sendo definidas pelo governo, uma vez que esse não possui qualquer liberdade para fazê-lo, mas sim para previsão de fins orçamentários.

Segunda redução

Sobre a estimativa do salário mínimo para o próximo ano, é importante lembrar que o valor já havia sido reduzido no mês de agosto de 2017, quando o governo baixou a previsão para 2018 de R$ 979 para R$ 969. Na ocasião, a economia estipulada era de cerca de R$ 3 bilhões em gastos.

Outro fato levantado na ocasião foi relacionado à disparidade entre o valor do salário mínimo proposto e o valor considerado necessário, conforme um cálculo gerado pelo Departamento Intersindical de Estatística e de Estudos Socioeconômicos, o Dieese.

De acordo com o órgão, para suprir todas as despesas básicas de uma família composta por quatro pessoas, como saúde, alimentação, moradia, educação, higiene, vestuário, lazer, transporte e previdência, o valor do salário mínimo deveria ser, em julho, de R$ 3.810,36. Porém, esse fato não reflete a realidade, uma vez que o salário mínimo no Brasil é, atualmente, de R$ 937.

Por Kellen Kunz

Dinheiro


O piso salarial regional de São Paulo teve um reajuste de 7,62% em 2017. Confira o salário para cada categoria.

Em dezembro do ano passado o governador de São Paulo Geraldo Alckmin propôs à assembleia legislativa o projeto que visava ao aumento do salário mínimo regional, ou conhecido também como piso salarial regional num total de 7,62%.

Em março de 2017, Geraldo Alckmin, conseguiu a aprovação da lei que reajustou o piso salarial dos trabalhadores do estado em 7,62%, que passou a valer a partir do dia 1º de abril.

O reajuste feito equivale ao reajuste anual regional.

A lei

Apesar de ser previsto em lei o direito do trabalhador receber um salário mínimo nacional que atualmente está em R$ 937,00, os governos podem criar projetos de lei para os empregados sem piso salarial definido em lei federal, ou acordo coletivo de trabalho.

Valores Reajustados

A primeira faixa de trabalho que inclui trabalhadores domésticos, pescadores, trabalhadores agropecuários e florestais, auxiliares de serviços gerais, cabeleireiros, telefonistas, motoboys, marceneiros, costureiros, manicure, pedicure e entre outros que antes recebiam R$1.000,00 passaram a receber R$ 1.076,20.

A segunda faixa R$ 1.017,00 para R$ 1.094,00, e atinge os trabalhadores das áreas de administração pecuária e florestal, representantes comerciais, supervisores de compra e venda, radialistas, chefes de comunicação, dentre tantas outras redes de trabalhadores que hoje estão podendo desfrutar deste aumento aprovado pelo governo do Estado de São Paulo.

O estado paulista é um dos poucos beneficiados onde o salário mínimo é maior que o salário nacional, ou seja, os servidores beneficiados com esse aumento podem comemorar. Pois além de conseguir a aprovação do aumento do piso salarial regional, o governador também conseguiu validação do projeto que abona complementarmente os funcionários públicos a terem salários igualados a esse mínimo regional.

Com esse pequeno aumento, porém significativo, é possível que os trabalhadores que são regidos por lei estadual, consigam esticar um pouco mais o salário até o fim do mês, mesmo com a inflação acima de 7%.

Vale ressaltar que é importante a participação dos trabalhadores na fiscalização do valor pago por seus superiores e do valor pago para seus empregados. Pois a lei deve ser utilizada de forma a beneficiar os servidores, e o valor mínimo que deve ser pago as determinadas faixas. Para que a lei funcione é preciso à colaboração dos envolvidos e interessados.

Passados cinco meses da validação e recebimento do reajuste regional, é possível observar efeito positivo que teve sobre a população que tem desfrutado desse aumento.

O reajuste salarial pode auxiliar também na geração de lucros e de empregos em uma época de crise e de desempregos, podendo ajudar também na economia do estado. Mas como? O aumento do piso salarial regional pode ser um atrativo para pessoas que estão em busca de uma nova vida em uma cidade grande, como São Paulo. Pois, os empreendedores e donos de lojas, mercados e etc, podem aproveitar o momento para desembolsar um valor um pouco maior, porém com uma chance de conseguir recuperar todo o valor investido em novas contratações.

Quando uma população recebe mais, tende a gastar mais. Ou seja, pode ser uma chance de conseguir gerar lucros para o governo e vendas para os donos de negócios e também gerar empregos para pessoas que estão em busca de uma oportunidade. Em uma situação como essa, todos podem ganhar. É preciso pensar na sociedade como um todo, para assim conseguirmos tornar o país com geração de lucros e oportunidades de emprego para quem precisa.

Pensando nisso, é preciso mostrar resultados para incentivar outros estados a seguirem os mesmo passos. A longo prazo pode ser uma das soluções para a economia do país.

Por Fabiane de Barros Coelho

Salário mínimo


O valor final do salário mínimo de 2018 ainda não foi definido, mas poderá chegar a R$ 1.020,00.

Entra ano e sai ano e a expectativa de reajuste do salário mínimo sempre é a mesma. Todos sabemos que um aumento no salário beneficia muitos trabalhadores em todo país.

Neste artigo vamos trazer algumas informações sobre o reajuste do salário mínimo para 2018. Continue lendo o texto e saiba mais.

Em abril, o governo federal através do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, propôs salário mínimo de R$ 979 para o ano de 2018. Este valor foi apresentado de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias que prevê o reajuste com base no índice da inflação e também o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, segundo canais da imprensa, está previsto que o valor do salário mínimo para 2018 será R$ 1.020,00 com base na LDO.

O valor do reajuste ainda não foi divulgado para o ano de 2018. A divulgação normalmente ocorre entre os meses de novembro e dezembro pelo governo federal. Não há certeza até o momento, no entanto, o governo já manifestou que pretende aumentar o salário que atualmente está valendo R$ 937,00.

Caso o valor do reajuste seja confirmado, o novo salário mínimo será R$ 66,00 a mais em relação ao atual.

Algumas estimativas estão sendo feitas pelo governo para 2018 e 2019 e os valores das correções poderão ser entre R$ 1.002,00 e R$ 1.067,00. Hoje o salário é de R$ 937,00 por mês, o equivalente a R$ 31,23 por dia e por hora R$ 4,26.

Salário Mínimo dos Estados

Alguns estados do país não seguem o mesmo índice que o Governo Federal estabelece. A legislação de cada região estabelece o salário mínimo regional 2018, ou seja, este valor deverá ser respeitado e promovido dentro de todo o estado. O piso estadual tem como regra que nunca poderá ser inferior ao estabelecido pelo Governo Federal.

A seguir veja quais estados possuem um piso salarial estabelecido como regional, alista segue em ordem decrescente:

  • Paraná: R$ 1.223,20;
  • Rio Grande do Sul: R$ 1.175,15;
  • Rio de Janeiro: R$ 1.136,53;
  • Santa Catarina: R$ 1.078,00;
  • São Paulo: R$ 1.076,20.

Uma observação referente aos benefícios trabalhistas que o Governo Federal propõe é que os trabalhadores recebem de acordo com o piso nacional, independente que seu estado estabelece um piso superior ao em vigor no país.

Isso ocorre porque os estados devem respeitar a hierarquia diante da legislação Federal, nunca o contrário.

Descontos diminuem o valor bruto

Um detalhe que muitas pessoas não visualizam é que este valor proposto pelo governo não é recebido totalmente pelo trabalhador. Existe uma série de descontos no holerite e que no final, acaba recebendo bem menos do que esperava.

Os vencimentos que chegam às mãos de todos os trabalhadores recebem o nome de Salário Líquido. Abaixo segue quais descontos são feitos dos trabalhadores que retornam para o governo:

  • Alíquota de INSS: o desconto está entre 8 e 11% sobre o valor do salário bruto;
  • Imposto de Renda Retido na Fonte: é variável, de acordo com o valor que cada trabalhador recebe. Se o valor do salário é 1 salário mínimo, o trabalhador está isento;
  • Vale Transporte: está entre 0 e 6%;
  • Vale Refeição: entre 0 e 20%;
  • Pensão alimentícia: quando há herdeiros é obrigado a pagar pela justiça;
  • Assistência médica: quando há acordo coletivo entre empresa e sindicatos;
  • Faltas e atrasos.

O trabalhador deve ficar atento aos descontos que são feitos em folha. Em alguns casos podem ser cobrados indevidamente, onerando o salário líquido final. Portanto, confira seus rendimentos e descontos ao receber seu holerite.

Benefícios reajustados

Alguns benefícios que o trabalhador tem direito também serão reajustados que são: seguro desemprego, salário maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, por idade, por tempo de contribuição, PIS e Reabilitação Profissional.

Após sancionado os reajustes do salário mínimo para 2018, passam a vigorar já em 1º de janeiro de 2018.

Por Marcio Ferraz

Salário mínimo


Presidente Michel Temer assina decreto que aumenta salário mínimo para R$ 937 em 2017.

Está confirmado, o valor do salário mínimo deve subir para R$ 937. O decreto que determina o aumento foi assinado na última quinta-feira, dia 29 de dezembro, pelo Presidente da República Michel Temer.

Com o aumento de 6,5% o salário mínimo brasileiro, que atualmente possui o valor de R$ 880, passa para R$ 937,00 a partir de janeiro de 2017.

O "Diário Oficial da União" deve publicar o novo salário na sexta-feira, dia 30 de dezembro.

O valor estipulado tem o aumento de 57 reais, se configurando em R$ 8,80 a menos que o que havia sido anunciado no mês de agosto pelo próprio governo federal.

O cálculo do reajuste do salário mínimo é feito a partir da soma da variação do INPC, que é Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do ano antecedente com o resultado do PIB, que é o Produto Interno Bruto de dois anos antecedentes.

Diante disso, com o recuou de 3,8% do PIB no ano de 2015, que é o valor utilizado no cálculo, o salário de 2017 leva em consideração o valor da inflação de 2016. O que ocorre na verdade é que o aumento de 2017 não cobre realmente a inflação, apenas se atualiza em relação a ela.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo site G1, até o momento 16 estados brasileiros irão manter o salário proposto pela União, para o ano de 2017. São eles os estados de Alagoas, Acre, Amapá, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Rondônia, Sergipe, Roraima e Tocantins.

Embora o aumento não seja tão relevante, o Dieese, que é o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos, deixa claro dados de que desde o ano de 1998 os reajustes do salário mínimo, autorizados pelo governo, garantiram aumento real no salário do brasileiros.

Somente uma vez, mais precisamente no ano de 1997, que a correção do salário mínimo ficou numa posição abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor, ficando 0,98% mais baixo.

Em contrapartida, de acordo com os dados fornecidos pelo Dieese, nos últimos anos o salário mínimo brasileiro teve um aumento equivalente a 77,18%, numa crescente que foi de R$ 200,00 até R$ 880,00.

Sirlene Montes


Medida proposta pelo ministro Nelson Barbosa visa equilibrar as contas neste período de crise.

Visando conter os gastos públicos e minimizar a atual crise econômica, o Governo Federal está cogitando até mesmo o congelamento do Salário Mínimo. Essa é uma das medidas propostas por Nelson Barbosa, ministro da Fazenda, que se encontra na proposta de reforma fiscal que foi divulgada em 19 de fevereiro. Segundo o ministro, a ação seria executada de forma gradual, ou seja, ir tomando algumas medidas como, por exemplo, controle do crescimento nominal das empresas, suspensão de reajustes a salários de servidores, etc. A consequência desses fatos seria no caso de o governo não conseguir manter o teto estipulado em relação às despesas públicas.

É importante destacar que o congelamento do salário mínimo seria apenas uma das muitas ações que o governo terá de cumprir caso o projeto proposto por Nelson Barbosa seja admitido pelo Congresso Nacional. A proposta em si prevê que à medida que o governo perceba que não será possível cumprir o teto estipulado das despesas públicas para o referido ano, o mesmo terá de por em prática algumas medidas de contingenciamento que são separadas em três estágios.

O primeiro estágio é o responsável pela suspensão de aumentos reais das despesas discricionárias e de custeio, realização de concursos, bem como contratações e aumentos reais de salários dos respectivos servidores. O segundo estágio, por sua vez, seria marcado pela suspensão da ampliação de subsídios e altas nominais de despesas e remunerações. O terceiro e último estágio corresponde ao recuo das despesas com funcionários públicos temporários, suspensão de benefícios a servidores e congelamento do aumento real do salário mínimo.

Trata-se de uma manobra bastante delicada e de cunho impopular. É importante destacar que, segundo a lei, a política de valorização do salário mínimo está definida até 2019. A referida lei ainda destaca que o salário mínimo é fixado levando-se em consideração como principal base para cálculo a variação da inflação mais a variação do PIB de dois anos anteriores.

Além disso, o ministro também voltou a falar da reforma da previdência para 2016. Para ele a aprovação de tal reforma trará um resultado positivo de forma imediata, sinalizando maior estabilidade das contas e maior sustentabilidade. Dessa forma, o ministro também considera extremamente importante a aprovação da reforma da previdência.

Por Bruno Henrique


Remuneração passa de R$ 788 para R$ 880, um aumento de 11,6%.

O novo valor do salário-mínimo já está em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2016. O mínimo atual tem o valor de R$ 880,00 e representa um reajuste de 11,6% em comparação com o valor antigo, que era de R$ 788,00. O impacto desta diferença no reajuste tende a ser de R$ 30,2 bilhões na conta do Governo.

O decreto já foi publicado no Diário Oficial da União e assinado pela presidente Dilma Rousseff. O pagamento do reajuste será feito aos trabalhadores a partir de fevereiro e segundo o Ministério do Trabalho, vai representar um incremento de R$ 51,5 bilhões na renda da população. Além disso, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) foi de 10,28% no acúmulo que foi medido em novembro do ano passado, e nos últimos doze meses este índice correspondeu a 10,97%.

Com o novo valor de R$ 880,00, o dia de trabalho passa a ser de R$ 29,33 e por hora de R$ 4,00. O Governo também fez uma nota explicativa informando que o reajuste atua a fim de dar continuidade à política de valorização do salário. As contas municipais também serão afetadas pelo reajuste do salário mínimo, pois segundo o levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), a medida deve causar um impacto estimado de R$ 2,6 bilhões às Prefeituras.

Entre outras mudanças, o valor do seguro-desemprego também aumentou com o reajuste do salário mínimo. O seguro é concedido aos trabalhadores que foram demitidos sem justa causa. Além disso, benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também serão reajustados. Um dos exemplos é o abono salarial, que corresponde ao valor de um salário mínimo, sendo pago de forma anual aos profissionais que recebem mensalmente o valor de até dois salários mínimos. O abono sobe de R$ 788,00 – antigo valor – para R$ 880,00 com o reajuste.

Por Babi


Governo Federal propõe aumento do salário mínimo de R$ 788 para R$ 854 em 2016

Uma nova proposta do Governo Federal propõe que o salário mínimo passe a ser de R$ 854,00. Vale ressaltar que o salário mínimo serve de referência para mais de 46 milhões de brasileiros. A medida do Governo Federal visa entrar em vigor em janeiro de 2016, sendo que o primeiro pagamento do novo salário mínimo seria em fevereiro de 2016. Dessa forma, com tal proposta a correção do salário mínimo registraria um aumento de 8,37%, haja vista o atual valor de R$ 788,00.

Vale ressaltar que esta proposta está presente na Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO, e foi divulgada nesta quarta-feira, 15 de abril. O documento foi divulgado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Além disso, é importante destacar que já existe expectativa de aumento do salário mínimo para os anos de 2017 e 2018. Em 2017, por exemplo, a estimativa do governo é que o salário mínimo passe a ser de R$ 900,01. Já em 2018 o valor deve chegar a R$ 961.

Outro grande destaque que veio a tona por meio do projeto da LDO foi justamente o governo admitir publicamente que a inflação de 2015 deve acumular 8,2%, dessa forma, a mesma estourando o teto do sistema de metas.

Caso não saiba, a correção do salário é feita com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior ao reajuste do valor, bem como somada ao aumento do PIB de dois anos antes. O objetivo é que os assalariados tenham ganhos reais, ou seja, acima da inflação.

Além disso, saiba que o atual valor proposto também pode sofrer alterações, haja vista os critérios pré-estabelecidos para o aumento do salário mínimo. Só no ano passado o PIB brasileiro registrou crescimento de 0,1% e em 2015, como já foi ressaltado nesta matéria, a expectativa é que a inflação feche o ano em 8,2%.

Em 2012, o Governo Federal tinha expectativa de que o valor do salário mínimo ultrapassasse a casa dos R$ 800 em 2015. No entanto, o crescimento do PIB foi abaixo do esperado e isso resultou num crescimento inferior ao previsto para o salário mínimo. O mesmo pode acontecer este ano.

Por Bruno Henrique

Salário mínimo

Foto: Diulgação


Pesquisa feita pelo Serasa aponta que os brasileiros que ganham até um salário mínimo são os que mais procuram financiamentos. Para muitos, o fato de ganharem apenas R$ 724 por mês só é possível comprar parcelado e não comprometer o orçamento doméstico. Entre os bens mais procurados para parcelamento, por pessoas com essa faixa de renda, estão os móveis, eletrônicos, roupas e material de construção.

De acordo com a pesquisa, "a demanda do consumidor por crédito cresceu em todas as faixas de renda durante o mês de agosto/14. A maior alta foi de 7,4% para as pessoas que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais, seguida pela alta de 6,4% para os consumidores com renda mensal compreendida entre R$ 1.000 e R$ 2.000. Nas demais camadas de rendimento mensal, a procura do consumidor em agosto apresentou resultados bastante próximos, indo de 5,5% (faixa de renda mensal abaixo de R$ 500) até 5,9%, para os consumidores que recebem entre R$ 2.000 e R$ 5.000 por mês", afirma a pesquisa da Serasa

Os economistas da Serasa Experian indicam que as medidas de estímulo ao crédito anunciadas pelo Banco Central a partir do final de julho/14 impulsionaram os consumidores a buscar crédito com um pouco mais de ímpeto ao longo do mês de agosto. 

Para a Serasa, as pessoas que se enquadram nessa faixa de renda ou terminam o mês com pouco dinheiro, devem ser cautelosas para não atrasar as contas, para isso requer um orçamento doméstico mais planejado. O risco de inadimplência nessa situação é grande, pois de acordo com levantamento feita pela empresa responsável pela pesquisa, 40% dos brasileiros que ganham até um salário mínimo não sabem calcular juros simples. 

Um dado preocupante levantado pelo SPC e divulgado nessa semana, refere-se à inadimplência que aumentou em 5% no mês passado e que 55 milhões de brasileiros não conseguem pagar as contas em dia, principalmente as de água e luz.

Por Jana da Silva Barbosa Mendes Lopes


O salário mínimo é um valor que deveria ser estipulado para atender todas as necessidades básicas do cidadão, porém, os vencimentos aprovados no orçamento da União não cobrem todas as despesas, além de também não ser o suficiente para os gastos com a cesta básica. Qual deveria ser o valor ideal para uma pessoa viver com mais dignidade e conforto?

O salário mínimo deveria ser 4 vezes maior do que é atualmente. O valor de R$ 724,00 não atende todas as condições de subsistência para uma pessoa sobreviver, pois o custo de uma cesta básica está cada vez mais alto. Os alimentos básicos como carnes, cereais, legumes, verduras e frutas estão com preços que impossibilitam as pessoas de levarem tudo que precisam. A população que recebe o valor atual estipulado, sempre precisa fazer trabalhos informais para ganhar uma renda extra e conseguir manter todas as despesas da casa em dia.

Segundo as pesquisas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) sobre o valor ideal do salário mínimo, seria preciso aumentar o salário em 3,7 vezes (R$ 2.748,22) para suprir as necessidades básicas da população. O vencimento citado seria muito produtivo no bolso dos brasileiros, caso fosse o mínimo estipulado.

O salário mínimo já está vigorando com vencimento de R$ 724,00, mas é uma tabela estipulada para o nível nacional, lembrando que cada Estado pode determinar o valor mínimo desde que seja acima deste já mencionado. O Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul, estipulam suas tabelas de acordo com as categorias profissionais de cada área, porém, muitos Estados ainda não tinham definido o reajuste para iniciar este ano.

Portanto, o salário mínimo não atende todas as condições básicas de sobrevivência do povo brasileiro, mas espera-se que sejam realizadas intervenções do Governo para chegar a um subsídio justo para todos.

Por Jaqueline Mendes


Foi anunciado no dia 24 de dezembro pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que o valor do salário mínimo em 2013 passará a valer R$ 678,00 tendo um aumento de cerca de 9% em relação ao salário pago atualmente, que é de R$ 622,00.

O aumento real anunciado acabou sendo maior do que o valor orçado para o ano de 2013, que inicialmente era de R$ 674,96, conforme havia sido divulgado no dia 30 de agosto.      

Muita gente pode achar que esse valor ainda é pouco, o que realmente é, mas se pararmos para pensar, estamos melhorando muito nos últimos anos. Se compararmos esse valor com o valor do salário mínimo de dez anos atrás veremos que houve um reajuste em torno de 239%, pois no ano de 2002 o valor do salário mínimo era de R$ 200,00.

Sem contar que o Brasil não sentiu fortemente os efeitos da crise e que o país continua a crescer, contratar e a procurar mão de obra qualificada e especializada. Sendo assim, a maioria das empresas deverá também dar um aumento maior de salário e algumas bonificações para não perder esses profissionais qualificados que conquistou, pois a procura no mercado por profissionais capacitados esta cada vez maior.      

Por Ana Carolina  


Salário Mínimo é muito baixo para os brasileiros.

O valor do salário mínimo brasileiro mal dá para o trabalhador se manter e sustentar a sua família e, para comprovar isso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sociorconômicos (Dieese) fez uma pesquisa que constatou que o valor do salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ser de R$ 2.617,33, ou seja, 4,21 vezes maior do que o valor do salário mínimo atual, que é de R$ 622,00.

Este valor foi estimado baseando-se na constituição brasileira, no preceito de que o salário mínimo deva ser suficeinte para suprir os gastos do trabalhador e de sua família com alimentaçção, moradia, educação, saúde, transporte, vestuário, higiene, lazer e previdência social.

No ano passado o valor estimado para o salário mínimo era de R$2.329,94, ou seja, 4,28 vezes maior do que o piso vigente na época, que era de R$545.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o trabalhador precisatrabalhar, em média, 95 horas e um minuto para conseguir comprar produtos alimentícios essenciais presentes na cesta básica. No ano passado esta jornada era de 94 horas e quatro minutos.

O Dieese apontou ainda que o trabalhador brasileiro comprometeu, no mês de outubro deste ano, 46,95% do seu salário com a compra de produtos da cesta básica. No ano passado este percentual foi de 46,48%, para a compra dos mesmos produtos.


Salário Mínimo 2013

Foi aprovado hoje (17/07) por unanimidade, pela Comissão Mista de Orçamento, o texto-base da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2013. O texto visa aumentar o valor do salário mínimo para R$ 667,75, crescendo 7,36% em relação aos R$ 622,00 atuais.

Depois que a LDO for aprovada, o Governo terá até o dia 31 de agosto de 2012 para encaminhar ao Congresso o Projeto de Lei Orçamentária. O documento deverá conter a estimativa das receitas que o Governo espera arrecadar durante o ano, além de fixar os gastos a serem feitos.

Um dos assuntos polêmicos discutidos foi o reajuste salarial dos servidores das três esferas da União. O Palácio do Planalto autorizou que o Governo analise os recursos destinados aos reajustes dos servidores no Orçamento 2013, mas isso não torna obrigatório o aumento. Porém, o Governo poderá não incluir no Projeto de Lei Orçamentária a estimativa de recursos para este reajuste salarial dos servidores.

A presidente Dilma Rousseff poderá, ainda, vetar a emenda.


A Constituição Brasileira versa a garantia de inúmeros direitos aos brasileiros, entre eles acesso a saúde, moradia, estudos, transportes públicos e alimentação. Entretanto, parte da população não tem seus benefícios, grosso modo, assegurados, principalmente porque o salário mínimo não é suficiente para o alcance de todos os recursos. Estudos indicam que para passar bem o mês, cada pessoa deveria ser remunerada com, aproximadamente, R$ 2 mil em diante.

O salário mínimo, atualmente em R$ 510 (quase cinco vezes abaixo do valor ideal), deverá ser ampliado no próximo ano. Nesta terça-feira, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, encaminhou a José Sarney, presidente do Congresso, Projeto de Lei do Orçamento Anual 2011. De acordo com o projeto, o salário mínimo deverá ser ajustado para R$ 538,15.

Outro tema, a estimativa inflacionária, de acordo com o portal de Economia Terra, também foi mensurado, com previsão para 4,5%. Segundo Bernardo, com a expectativa de crescimento da economia em 5,5% em 2011, o superávit primário (lucro, numa concepção simplificada) poderá chegar a R$ 125,5 bilhões, mas em novembro deverá ser revisto, chegando, possivelmente, abaixo da meta de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Embora tenha estipulado índices – geralmente mais elucidativos – o ministro endossa que o superávit seja conjeturado em valores nominais.

Conforme pedido recente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro tem procurado atuar com segurança até o final deste ano. O reajuste dos servidores do Judiciário, segundo Bernardo, poderá ser incluído no Orçamento 2011, embora o ex-sindicalista tenha pedido, anteriormente, que o tema viesse à tona somente após as eleições de outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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