Correção do FGTS foi equiparada ao rendimento da poupança.

Nesta última terça-feira (18), a Câmara dos Deputados, realizou uma votação simbólica onde foi aprovado um projeto de lei que regulariza o aumento para a correção do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – que agora é equiparado ao rendimento da poupança.

Esta proposta estava entre os itens da "pauta bomba" que tanto vem sendo criticado pelo Planalto e um dos motivos é que estes projetos têm um impacto muito grande nos cofres públicos e o Governo está com muitas dívidas, arrecadando menos e não acha certo que estes projetos sejam aprovados no meio de uma crise.

O rendimento do FGTS hoje, é de 3% acrescido da TR – Taxa Referencial, que tem ficado em 0%. Agora, com a aprovação deste novo projeto, a remuneração do FGTS vai aumentar de forma gradual até alcançar a marca de 6% e isso fará com que o dinheiro do trabalhar tenha um rendimento maior.

Nos 12 primeiros meses, a correção do FGTS será de 4% acrescido da TR. No segundo ano, o rendimento do fundo, será de 4,75% mais a TR. Já no terceiro ano, o rendimento passa para 5,5% mais a TR e já no quarto ano, o rendimento do FGTS passa a contar com as mesmas regras válidas para a poupança.

Esta nova taxa para o FGTS ainda precisa ser aprovada pelo Senado e se for aprovada, passa a valer para os depósitos que forem realizados a partir do próximo ano.

Antes deste novo projeto ser aprovado, várias propostas de mudanças foram apresentadas, mas acabaram sendo excluídas. Uma questão mencionava que toda operação que estivesse relacionada a empréstimo do BNDES deveria ser impedida, mas acabou sendo rejeitada.

Para o Executivo, esta proposta não deve ser aprovada pelo Senado, pois compromete vários programas habitacionais que hoje são bancados pelo FGTS, entre eles o "Minha Casa, Minha Vida".

O Governo poderá vetar partes do projeto, pois tem uma proposta diferente para o projeto, onde o escalonamento seria realizado em 8 anos e não apenas em 4, pois assim conseguiria minimizar o impacto das correções do FGTS.

Por Russel

FGTS


O indivíduo que optou por registrar suas economias na caderneta de poupança no primeiro semestre de 2014, não efetivou um bom desempenho financeiro. Ou seja, tal execução ao invés de propiciar ao investidor um aumento e resultado significante a totalização de um valor abundante e positivo, infelizmente se deparou não com o ganho, mas a perda de dinheiro.

A aplicação designada aos primeiros seis meses deste ano, permitiu a frustração da sociedade que efetivou o dinheiro acumulado à carteira de poupança. Pois, apesar do intuito ser relacionado primordialmente ao investimento e ótima progressão de desenvolvimento financeiro, a redução foi instituída ao quesito, desfavorecendo todos aqueles que compartilharam da aquisição.  

Esse fato ocorreu devido o proveito nominal referenciado pela poupança ter finalizado com grande redução, evidenciando a evolução da inflação. Essa descrição teve afirmação por estatísticas executadas através da empresa de consultoria Economatica.

Concernente a informações mencionadas pela empresa responsável pelos cálculos explicitados, a caderneta propiciou ao sujeito apenas 3,47% no primeiro semestre, enquanto a inflação a qual foi analisada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) obteve um rendimento maior, totalizando propriamente em 3,75%.

Avaliando dados expostos e concretizados a partir do ano de 1994, a empresa argumenta e implica a condição de que a poupança também participou de uma grande diminuição de valores comparada à inflação no início dos anos correspondentes 2003, 2008, 2011 e 2013. A aplicação feita pelo indivíduo diretamente a poupança, ultimamente não tem gerado lucros, e sim redução no valor.

A perda que se tornou mais evidente em relação a todos os anos que foram mencionados e afirmados com dano registrado, foi nos primeiros seis meses do ano de 2003, integrando impreterivelmente uma manifesta diminuição relacionado ao retorno real negativo.

Tal retorno foi interligado pela percentualidade de 0,77%. No primeiro semestre de 2014, a queda foi retribuída a 0,26% propiciando ao ano especificado o segundo lugar no período considerado.  

Por Lorena de Oliveira


Nesta última quarta-feira, o Banco Central anunciou o aumento da taxa básica de juros, a Taxa Selic, que passa de 10% para 10,50%. Embora sendo considerada uma das maiores taxas de juros no mundo, é possível ganhar dinheiro com este cenário. O aumento na taxa de juros permite que investimentos em fundos fixos e  DI se tornem vantajosos para aqueles que querem ganhar dinheiro com o movimento dos mercados e suas aplicações.

Os mais rentáveis em longo prazo seria a compra de Títulos do Tesouro Nacional, cuja compra se caracteriza como sendo um empréstimo ao governo, com as taxas definidas e valores fixos proporcionarão a garantia de lucro ao final do período. Segundo os analistas financeiros o mais viável é dissolver seus investimentos em várias modalidades, tais como: fundos fixos, DI, Títulos do Tesouro, Poupança e Ouro.

De acordo com os especialistas em Economia, para aqueles que desejam investir seu dinheiro, há duas modalidades que são: os títulos pré-fixos e os pós-fixos. Nos títulos pré-fixos o lucro é calculado referente ao valor da taxa básica de juros no momento da compra, mas é um investimento que corre o risco de ganhar menos, porém, gera menos incerteza devido ao seu valor já estar estabelecido pela taxa de juros no momento do investimento, ou seja, no momento da aplicação você já sabe o seu rendimento. Em relação aos títulos pós-fixos é um investimento mais interessante e de maior risco, devido ao mesmo acompanhar os movimentos do mercado e das variações da taxa básica de juros, corre-se o risco de ganhar mais ou perder investimentos em momentos de queda de juros.

De acordo com as projeções econômicas, as taxas de juros tendem a subir, pois a Taxa Selic também é utilizada para conter as altas de preços e serviços no mercado, garantindo assim um controle maior da inflação.

 Por Claudemir Pereira

Ganhar dinheiro

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