O novo Maracanã ficou conhecendo nessa quinta-feira o novo consórcio que administrará e explorará suas dependências. O grupo formado pela Odebrecht, pela empresa americana AEG e pela IMX, empresa de Eike Batista, será responsável pelo estádio durante 35 anos.

A reforma do Maracanã está sendo feita pela Odebrecht e orçamento da obra até o momento é de R$ 1,1 bilhão. Um valor considerado muito alto para uma reforma. Mas, alguns números podem nos ajudar a entender o tamanho da obra em questão.

Desde 2009 até maio de 2013, foram gerados 6,5 mil empregos diretos responsáveis por construir um estádio de 78.639 lugares, uma estrutura multimídia de quatro telões com 100 metros quadrados de área de projeção, 60 bares de alimentação, estacionamento no interior do estádio que terá capacidade para guardar 358 automóveis e uma área construída que passará de 112 para 124 metros quadrados.

No entanto, muita controvérsia tem sido gerada desde o início do projeto, já que foi estimado em R$ 859,4 milhões, mas em 2013 já ultrapassou um R$ 1 bilhão. Além disso, a polêmica gerada na licitação da concessão coloca em cheque o futuro do estádio.

Por BCC


Sergio Odilon dos Anjos, do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, diz que sistema financeiro nacional necessita de reformas. Segundo Anjos, isso poderia aumentar a capacidade de liquidez das instituições. Ainda de acordo com o funcionário do BC, as instituições financeiras do país apresentam bons resultados em testes de estresse, mantendo sua solvência financeira.

De acordo com dados analisados do BC ,não preocupa a subida do crédito no país. A dívida bruta do país está em 98% do PIB, o que é considerado um “patamar confortável”, segundo Anjos. A dívida da zona do euro alcança 161% do PIB da região.

A reforma do sistema financeiro viria a garantir a liquidez das instituições no país. E seria parte de um esforça para evitar que “uma instituição financeira quebre", afirma o chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do BC.

Alguns analistas recentemente expressavam sua preocupação com a expansão das carteiras de crédito no Brasil. Inclusive o FMI, em seu relatório sobre a estabilidade financeira global de setembro, alertava que a expansão de crédito no Brasil poderia vir a se tornar um epicentro de uma crise econômica no país.

Por Matheus Camargo





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