Valor teve um aumento real de R$ 101,48.

Foi liberado pelo Ministério do Trabalho, o lote de pagamento do famoso seguro-desemprego com um pequeno reajuste das parcelas que o trabalhador tem direito a receber. O benefício concedido ao trabalhador que perdeu o emprego, sofreu reajuste de acordo com o salário mínimo e que acompanhou também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

O novo reajuste de valores vale para as parcelas que forem pagas a partir do dia 11 de janeiro deste ano, sendo a maior parcela fixada no valor de R$ 1.643,72, ou seja, um aumento real de R$ 101,48 em relação ao valor pago no ano passado e a menor parcela foi fixada no valor de um salário mínimo, R$ 937,00.

Vale lembrar que todos os trabalhadores demitidos sem justa causa e que tenham trabalhado com carteira de trabalho assinada, por no mínimo 12 meses no ano passado, tem direito de receber o seguro. Ainda tem direito de receber o benefício do seguro-desemprego, trabalhadores que são resgatados do trabalho escravo ou com condições precárias para as atividades, pescadores que enfrentam o período de defeso e profissionais cujo contrato de trabalho estava suspenso.

Por causa da crise financeira que assola o Brasil e do alto número de pedidos de concessões do seguro-desemprego, o Ministério do Trabalho determinou que o benefício fosse concedido, entre os dias 11 e 22 de janeiro, de acordo com o número final do PIS do trabalhdor. Todo o benefício é pago em qualquer agência da Caixa Econômica Federal e as datas para pagamento estão fixadas no inteiror de cada agência.

Para dar entrada no requerimento do seguro-desemprego, o trabalhador deve se dirigir a qualquer posto de atendimento da Superintendência Regional do Trabalho (STRE) ou agências do Sistema Nacional de Empregos (SINE) da sua cidade, munido de carteira de trabalho e demais documentos pessoais.

É bom lembrar que quando o trabalhador é demitido, o mesmo tem no máximo, dois meses, para dar entrada no requerimento do benefício e aquele trabalhador que tenha alguma empresa em seu nome, mesmo que esteja sem movimento ou inativa, não terá direito do seguro-desemprego.

Por Rodrigo Souza de Jesus

Seguro-Desemprego


No Distrito Federal o reajuste na conta da energia elétrica foi de 18,66% e na Paraíba, foi de 10,79%.

Com a atual situação do Brasil com relação à energia elétrica, grande parte do País já sofre os efeitos do aumento do preço do consumo. Agora esse aumento chegou mais uma vez a estados como o Distrito Federal e a Paraíba.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou na última terça-feira (dia 25), reajustes para esses dois estados. São 18,66% para a distribuidora CEB, responsável pela distribuição da energia do Distrito Federal, e 10,79% para a empresa Energisa Paraíba, que fornece a eletricidade em 216 cidades da Paraíba.

No Distrito Federal, os clientes que tiverem a rede de baixa tensão (110 volts) terão um efeito de 18,36% de aumento em suas contas, e os que estiverem na rede de alta tensão (220 volts) sofrerão um pouco mais, om 19,25% de aumento nas contas. O reajuste começou a valer na última quarta-feira e foram atingidas cerca de 960 mil unidades que são atendidas pela concessionária.

Já na Paraíba, os clientes de baixa voltagem terão efeito de aumento em suas contas de 10,51%, e os que estiverem na rede de alta tensão também perceberão um aumento maior: 11,47%. Os novos índices de cobrança começarão a valer somente na próxima sexta-feira (dia 28).

Mas nem todos os estados que estavam na lista do aumento sofreram o reajuste: a Aneel não reajustou as tarifas da Cepisa, distribuidora do grupo Eletrobras, que é responsável pelo fornecimento elétrico do estado do Piauí. Outra distribuidora que não recebeu reajustes foi a Ceal, também do grupo Eletrobras, responsável pelo fornecimento no estado de Alagoas.

Segundo a Aneel, o motivo dessas duas distribuidoras não sofrerem reajustes, foi o elevado índice de inadimplência com encargos do setor elétrico. A agência considerou arriscado elevar ainda mais a conta de estados com históricos de inadimplência.

Resta saber quem pagará a conta. Já que segundo a agência o reajuste é necessário para suprir as demandas de geração de energia atuais.

Por Patrícia Generoso

Reajuste na conta de luz


Sergio Odilon dos Anjos, do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do Banco Central, diz que sistema financeiro nacional necessita de reformas. Segundo Anjos, isso poderia aumentar a capacidade de liquidez das instituições. Ainda de acordo com o funcionário do BC, as instituições financeiras do país apresentam bons resultados em testes de estresse, mantendo sua solvência financeira.

De acordo com dados analisados do BC ,não preocupa a subida do crédito no país. A dívida bruta do país está em 98% do PIB, o que é considerado um “patamar confortável”, segundo Anjos. A dívida da zona do euro alcança 161% do PIB da região.

A reforma do sistema financeiro viria a garantir a liquidez das instituições no país. E seria parte de um esforça para evitar que “uma instituição financeira quebre", afirma o chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro do BC.

Alguns analistas recentemente expressavam sua preocupação com a expansão das carteiras de crédito no Brasil. Inclusive o FMI, em seu relatório sobre a estabilidade financeira global de setembro, alertava que a expansão de crédito no Brasil poderia vir a se tornar um epicentro de uma crise econômica no país.

Por Matheus Camargo


Guido Mantega disse que não há previsão para o reajuste nos preços dos combustíveis

Opondo-se às informações ditas pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que não há previsão para o aumento nos preços dos combustíveis neste ano.

Ontem pela manhã, Lobão disse que existia a possibilidade de um novo reajuste nos preços dos combustíveis no segundo semestre deste ano, fazendo com que as ações da Petrobras disparassem na Bovespa. Os papéis preferenciais fecharam em alta de 4,59%, a R$ 21,18, e as ações ordinárias subiram 5,43%, a R$ 22,14, influenciando positivamente no fechamento do Ibovespa, que encerrou o dia com alta de 2,12%, a 58.950 pontos.

Porém, no mesmo dia, o ministro Guido Mantega, que é o presidente do Conselho de Administração da Petrobras, afirmou que não garantiu ao comando da estatal o reajuste dos preços dos derivados. Portanto, a decisão final ainda não está tomada, mas está sendo discutida entre os Ministérios (da Fazenda e de Minas e Energia).

A Petrobras precisa do aumento, pois compra combustível com o preço mais alto do que o de revenda. Com isso, a defasagem de preços é grande, e foi um dos fatores que influenciou no prejuízo de R$ 1,3 bilhão da estatal no segundo trimestre deste ano.


INSS pagará atrasados e dará aumento a 491 mil segurados 

O INSS fechou um acordo ontem (1º/08) que visa dar aumento a 491 mil segurados que recebem benefício por incapacidade (como o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez) ou por pensão originado entre 1999 e 2009.

O pagamento do reajuste será feito em janeiro e terá um impacto mensal de R$ 56 milhões nas contas da Previdência Social.

Além desse reajuste, o INSS irá pagar os atrasados para 2,296 milhões de segurados que receberam o benefício, mas tiveram o pagamento cancelado. Esses atrasados são referentes aos valores que não foram pagos nos últimos 5 anos, contados a partir de maio de 2012 (quando ocorreu a citação do instituto na ação que deu origem à revisão). Os pagamentos serão feitos até 2022. O INSS estima que com os atrasados, os gastos serão de R$ 7,7 bilhões.

Os segurados que têm direito ao reajuste ou aos atrasados receberão uma carta do INSS informando o valor e a data do pagamento, que será feito automaticamente.

A previsão é de que o acordo seja assinado pelo Ministério Público, o INSS e a AGU (Advocacia-Geral da União) no dia 10 de agosto, sendo protocolado na Justiça no dia 13 do mesmo mês.


Os debates para o reajuste do salário mínimo do ano que vem já começaram bem antes de a presidente eleita, Dilma Rousseff, assumir a função de sucessora de Luiz Inácio Lula da Silva. Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, acredita que o atual valor, de R$ 510, será substituído a partir de 1º de janeiro por algo em torno de R$ 540.

Enquanto esse tema é discorrido e ainda o será durante alguns dias, a equipe de transição da ex-ministra da Casa Civil pondera reajuste aos beneficiários do Bolsa-Família acima da inflação de 9% acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os envolvidos nas discussões assinalam que um reajuste próximo desse índice não conseguiria erradicar a situação de pobreza para 8,9 milhões de pessoas.

Reportagem esmiuçada pelo Estadão assevera que o Nordeste contempla 85% dos participantes do Bolsa-Família. Apesar dessa ampla fatia, os R$ 70 per capita destinados a cada um desse total são insuficientes para os atendidos superarem a situação de pobreza mais aguda.

Informações reunidas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assinalam que a situação de extrema pobreza prossegue pelo Brasil porque o benefício do programa de transferência de renda do governo tem valor insuficiente e porque grande parte dos pobres não são atendidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quando um estudante conclui o Ensino Médio, geralmente um bombardeio de novas informações surge a partir do meio em que vive, tais como “e agora, o que fazer da vida?”. Parte dos estudantes decide recorrer aos cursos para vestibulares, outros decidem lançar-se diretamente ao mercado de trabalho e outros, por sua vez, ingressar em faculdades.

Com o passar dos anos, independente das opções e tomadas de decisões iniciais, estabelecer-se num emprego fixo e bem remunerado é o que todos querem, de fato, independente do segmento de atuação. Dependendo da companhia o salário não é elevado, acarretando em mudanças de serviços caso exista insatisfação ou, aos mais otimistas, aumento salarial. Nessa última questão, entre janeiro e junho deste ano houve performance recorde de negociações entre empresas e sindicatos.

Reportagem expelida pelo portal de notícias G1 aponta que 97% dos acordos trabalhistas do primeiro semestre de 2010 conquistaram reajuste igual ou superior à inflação, dos quais 88% pelo menos 0,01% acima dela, a melhor rentabilidade já vista na última década e meia.

José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), avalia que para o próximo período, entre julho e dezembro, os resultados poderão ser ainda melhores, pois a atividade econômica brasileira está aquecida e a inflação, recuando.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com o fim da longa discussão sobre o reajuste dos aposentados e pensionistas que ganham acima de um salário mínimo, que teve seu capítulo final no último dia 15 de junho, quando presidente Lula sancionou a decisão do congresso nacional que estabeleceu o reajuste no percentual de 7,72%, o governo já se programa para realizar os pagamentos nas folhas da Previdência Social a partir do pagamento de julho.

Para entender como ficou a situação de aproximadamente 8,3 milhões de aposentados e pensionistas em relação a este reajuste, basta lembrar que os aposentados e pensionistas que recebem acima de um salário mínimo tiveram no início deste ano um reajuste de 6,14%. Enquanto isso se discutia no congresso outro valor durante o trâmite da medida provisória que estabeleceu este percentual inicial. Após muitas discussões e negociações foi aprovado o percentual de 7,72%, que em princípio o governo não aceitava em função do impacto, algo em torno de 1,6 bilhões de reais, nas contas da Previdência Social.

Mas os 7,72% foi aprovado e enviado para a sanção do presidente da república que ainda poderia vetá-lo. Mas após reuniões com os ministros da previdência e da área econômica, o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, não vetou o que foi aprovado pelo congresso.

Desta forma a diferença entre os 6,14% do início do ano e os 7,72% aprovados agora, conforme informações do Ministro da Previdência Social serão pagos na folha do mês de agosto, que é paga no final de agosto e início de setembro. Esta diferença gira em torno de 800 milhões. E conforme já informado pelo governo, o novo reajuste já será pago na folha de julho, que é recebida no início do mês de agosto.

Para equilibrar as contas da Previdência e arcar com esta nova despesa o governo pretende realizar cortes no orçamento, reduzindo despesas. Cortes estes que segundo o governo não atingirão os investimentos sociais.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1





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