Em nossa vida sempre nos deparamos com vários paradigmas e problemas e, cada vez fica mais difícil tomar decisões em um mundo em que a informação e conhecimento se desenvolvem muito rápido.

Temos tempo para tudo, mas nem sempre sabemos como organizar e planejar nossa vida e, principalmente nosso futuro.

Com o desenvolvimento da ciência e da medicina, o homem moderno criou a possibilidade de viver cada vez mais. Neste ponto temos um impasse a respeito de nosso futuro, a tão sonhada aposentadoria. Quem não quer se aposentar aos 40 anos e viver os outros muitos anos viajando e fazendo tudo que sempre sonhou.

Obviamente, ninguém se aposentará aos 40 anos, tradicionalmente todos trabalham e pagam seus tributos até os 65 anos e no máximo até os 70 anos. Com isso, todo cidadão espera uma aposentadoria digna, mas o que vemos atualmente é um sistema público falido e que não terá capacidade para absorver toda a população que entrará com este  processo em um futuro breve.

Uma das saídas para não ficar a mercê do governo é investir em uma conta para a previdência privada. Hoje em dia inúmeras instituições bancárias e financeiras oferecem inúmeros serviços, cabe ao cliente saber avaliar e escolher o melhor plano para a sua vida.

Uma pergunta que nos tira o sono é: qual a melhor forma de investimento, previdência privada ou investir por conta própria? Pois bem, depende muito de pessoa para pessoa, se no seu caso, você sabe como fazer e acompanha as variações de mercado, invista em uma conta própria e em fundos fixos que lhe renderão lucro com o tempo, caso contrário, contrate uma instituição adequada, que cuidará de seu dinheiro e de seu plano até a sua aposentadoria, apenas tome cuidado e estabeleça tudo em um contrato bem detalhado. Ambas as possibilidades renderão a você o benefício de uma aposentadoria plena e satisfatória.

Por Claudemir Pereira

Investimentos para a aposentadoria

Foto: Divulgação


Muitos brasileiros vêm investindo em previdências privadas para completar seu rendimento no futuro, já que consideram a Previdência Pública como insuficiente quando desejarem se aposentar. Porém, com diversos tipos de investimentos existentes no mercado, existe uma forte dúvida em qual seria o melhor (e obviamente) mais rentável investimento para dedicar suas finanças. Existem alguns conhecimentos básicos que são necessários na hora de optar pela escolha adequada.

Primeiramente, a Previdência Privada é complementar, não sendo vinculada ao INSS. O Susep (Superintendência de Seguros Privados) é seu órgão fiscalizador. A quantia investida varia de acordo com sua renda, mas existem especialistas que aconselham o investimento de acordo com a idade, ou seja, quem está na casa dos 20, investe menos do que quem já passou dos 50. Ou ainda, subtrai-se 20 anos da sua idade e essa é a porcentagem ideal do seu salário que deverá ser poupado. Com 23 anos tenho que investir 3% ao mês da minha renda para ter um futuro tranquilo. Essa porcentagem aumenta anualmente.

Na hora de escolher um plano é fundamental prestar atenção em alguns detalhes: imposto e resgate. Existe a forma Progressiva e a Regressiva: quem pretende resgatar toda a renda de uma única vez, deve optar pela Regressiva, e, quem deseja retirar aos poucos, mês a mês, por exemplo, deve optar pela Progressiva. Se tiver dúvidas, o ideal é analisar com calma a variação dos impostos cobrados ao longo dos anos.

Após a decisão da retirada, vamos aos tipos existentes. Existe o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Geradora de Benefício Livre). O PGBL é mais indicado para pessoas com rendas elevadas, pois, pode ser abatido do Imposto de Renda, se tiver no mínimo, 12% da sua renda bruta anual e a taxação incide sobre seu valor total, ou seja, se no total tiver um milhão de reais acumulados, o imposto incidirá sobre esse valor. Já o VGBL, não pode abater do IR, mas quando for resgatar o total, o imposto só incide sobre o que acumulou.

Exemplificando, uma pessoa de 30 anos, com renda de R$ 3.000 que deseja fazer um investimento a curto prazo, deve optar por Progressivo/VGBL pois, a tabela de tributação varia de 0% a 27%, de acordo com o tempo que foi investido e por ser uma pessoa com renda baixa, não precisará pagar uma imensa quantia de impostos posteriormente, apenas sendo taxado do rendimento.

Por Deise Gomes

Previdência Privada

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