Paulistanos podem economizar até R$ 1.700 no ano se pesquisarem os preços em mercados.

A maior e mais populosa capital do Brasil, conhecida por ser uma cidade que nunca dorme, pois tem diversos ramos da economia durante todo o dia em funcionamento, também tem vivido sua má fase na geração de emprego e renda.

Em tempos como esse, o estado de São Paulo não tem vivido seus dias de glória econômica e, com isso, os paulistanos amargam também a decisão de fazer ajustes nas contas. Então, a palavra de ordem é economizar.

Claro que em uma cidade tão agitada como São Paulo, fazer economias usando o método de pesquisas de preço não é uma missão nada fácil. No entanto, para quem não deseja entrar na forca das dívidas, essa é uma alternativa bem eficaz.  

Como a vilã da inflação tem estado em torno de 8,5%, essa taxa tem colocado as garras principalmente em produtos alimentícios, o que explica a alta no preço de itens básicos da cesta básica como feijão, arroz, macarrão, frango e carne – até os produtos mais supérfluos como iogurtes, biscoitos e outros itens de lanches. Tudo está com o preço elevado e os paulistanos precisam se levantar da cadeira, pegar o caderninho de notas e fazer uma visita em mercados e atacados da sua região. A finalidade? Saber onde se pode comprar comida mais barata.  

Uma atitude como essa pode trazer para o trabalhador paulistano uma economia anual de R$ 1.700,00. Isso é o que afirma a Proteste Associação de Consumidores, que fez uma pesquisa e descobriu que, de um estabelecimento com a distância de poucos metros um do outro, pode-se comprar biscoitos da mesma marca e peso com a diferença de até 134%, traduzindo isso em números, significa que um pacote de biscoito pode custar de R$ 2,09 a R$ 4,90. O frango nosso de cada dia, muito comprado em épocas que carne vira iguaria de luxo, pode chegar a custar por 1 Kg o preço de R$ 7,35; enquanto em outro mercado chega a R$ 15,97.  

Claro que se leva em consideração a região onde está localizado o mercado ou atacado – quanto mais em área nobre estiver situado, mais caro tende a ficar suas compras no local. Porém, é importante entender que mesmo localizados na mesma região em São Paulo – seja ela norte, sul, leste ou oeste – sempre vai existir quem venda mais caro e mais barato.  

Atitudes como essa, de fazer um simples conhecimento de preços, pode gerar para o paulistano a média de R$ 1.700,00 de economia ao ano. Agora, imagine que, com esse valor, dá para se pagar duas parcelas do financiamento do seu carro popular, ou quem sabe custear os primeiros meses de uma pós-graduação a distância ou quem sabe até mesmo poupar para fazer uma viagem em um fim de semana.

Pense nisso! Em tempos de arrocho financeiro, pesquisar é uma medida sábia, que dá retorno e pode ajudar você a manter suas contas sempre em dia.

Por Michelle de Oliveira

Economizar no mercado


Os alimentos tiveram queda nas vendas e redução nos preços, e isso poderá aliviar a inflação do mês de agosto.

Com a redução nas compras dos brasileiros quando estes vão ao supermercado, os alimentos apresentaram uma queda nas vendas e, consequentemente, tiveram uma redução nos preços e é esta redução que deverá aliviar a inflação do mês de agosto.

Já próximo do dia de divulgação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, as informações obtidas através de duas pesquisas mostram que a inflação poderá ter uma queda no mês de agosto.

Os itens que são considerados como "essenciais" tiveram uma redução no preço em quase todas as 18 capitais onde o Dieese realiza a "Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos".

E o IGP-DI – Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, também desacelerou neste mesmo período. O cálculo é feito pela FGV – Fundação Getúlio Vargas e a redução foi de 0,58% para 0,40%, sendo mais uma vez uma queda que foi puxada pelo "grupo de alimentação".

Mas os analistas já avaliaram estes resultados e alertam que esta é uma queda pontual, não sendo suficiente para compensar a alta que vem sendo registrada nestes últimos meses.

Os dados obtidos pelo Dieese apontaram que esta queda teria sido graças aos produtos 'in natura' e a cidade de Fortaleza foi a que registrou uma queda maior, com uma redução média em torno de 4,6%, sendo que o tomate se destacou pela queda no preço de 23,53%. Já no Rio de Janeiro, a queda foi menor, ficando em 2,77% e o preço do tomate caiu 23,88%.

A Fundação Getúlio Vargas, através de suas pesquisas, obteve resultado bastante semelhante, pois os alimentos que em julho tiveram uma alta no preço de 0,79% em agosto tiveram uma deflação de 0,11%. Pelos dados da FGV, o tomate teve uma queda de 17,06% no preço e a batata uma deflação de 20,28%.

Mas o motivo desta queda não é apenas pelo fato dos consumidores estarem comprando menos, tem ainda outros fatores ajudando, como a redução dos preços agrícolas e a boa safra registrada.

O único problema é que esta queda não é uma tendência, é só um movimento rápido, ou seja, não tem como afirmar que a inflação já está controlada, pois espera-se alta para os últimos meses de 2015 e também no início de 2016.

Por Russel

Preço dos alimentos

Foto: Divulgação


Novo reajuste pode chegar a 9% aos consumidores residenciais, caso uma decisão judicial tenha de ser cumprida a favor de algumas indústrias de grande porte.

Os brasileiros já podem separar uma fatia maior do seu salário para o pagamento da sua conta de energia elétrica, pois um novo aumento já está bem próximo de ser anunciado.

Este novo reajuste que pode chegar a 9% vai pesar mais ainda na já tão cara conta de luz dos consumidores residenciais, caso uma decisão judicial tenha de ser cumprida. Esta decisão beneficia algumas indústrias de grande porte do País em relação a um encargo que saíra das suas contas de luz e que será pago mais uma vez pela população em geral.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) está realizando uma audiência pública para debater como será cumprida esta liminar judicial conseguida pela ABRACE, uma associação que representa grandes indústrias como a Ambev, Alcoa, Dow e Albras, que utilizam uma grande quantidade de energia elétrica.

De acordo com André Pepitone, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, já foram realizados alguns estudos que indicam que o cumprimento desta decisão judicial obtida pela ABRACE – Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres irá gerar um prejuízo de até 4% ou cerca de R$ 1,1 bilhão entre as distribuidoras de energia, que num primeiro momento ficariam com este encargo oriundo da liminar e num segundo momento, este prejuízo seria repassado aos consumidores residenciais nos próximos aumentos de tarifas.

O diretor geral da Aneel, Romeu Rufino lamentou esta decisão durante uma reunião da Aneel e disse que esta desoneração obtida pela ABRACE para as grandes indústrias causará um enorme impacto entre as distribuidoras de energia e se for repassado em caráter extraordinário para os consumidores causará um impacto muito grande para quem já anda com dificuldades em pagar suas contas de energia elétrica.

Segundo Aline Bagesteiro, coordenadora jurídica da ABRACE, o CDE – Conta de Desenvolvimento Energético, tornou-se um encargo insuportável para a grande indústria e esta liminar obtida nesta segunda-feira (24) teria de ser cumprida em até 72 horas.

André Pepitone lembrou que ainda resta R$ 1,8 bilhão referentes ao período de desoneração de impostos que ainda precisam ser distribuídos nas contas de energia dos consumidores residenciais até o final deste ano e que este rateio terá proporções diferentes de acordo com cada região do País, dependendo de onde se encontre os associados da ABRACE. Os consumidores que mais serão afetados serão aqueles que vivem em áreas de baixa tensão, onde o aumento pode ser superior a R$ 50 por megawatt-hora para cada consumidor.

Por André F.C.

Conta de luz


A área da saúde irá passar por algumas mudanças nos próximos anos. Os gastos com planos de saúde podem triplicar nos próximos 15 anos e irão afetar grande parte da população brasileira.

Uma projeção muito preocupante pegou muitos brasileiros de surpresa recentemente. Uma pesquisa constatou que a área de saúde deve passar por um grande problema no futuro, mais exatamente daqui a 15 anos.

Segundo a projeção, nos próximos 15 anos iremos presenciar um grande aumento de despesas na área privada da saúde, com isso, os gastos devem triplicar nos próximos anos. O atual valor gasto pelas empresas privadas gira em torno de R$ 106 bilhões, sendo que a nova projeção prevê um gasto de R$ 283 bilhões nos próximos anos.

Levando em consideração esses gastos, é esperado que os valores de planos de saúde também registrem aumento. Além disso, é importante destacar que toda a área suplementar do setor privado deve ser afetada, portanto, 54 milhões de beneficiários devem ser atingidos em todo o Brasil.

O estudo aqui destacado foi realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, o IESS. O IESS destacou que esse enorme aumento num curto espaço de tempo é consequência da mudança brusca na demografia brasileira. O problema não é exclusivo do envelhecimento da população brasileira, haja vista a mesma também ter uma maior expectativa de vida, ou seja, os brasileiros estão envelhecendo e vivendo cada vez mais.

O cenário de um futuro próximo na área privada da saúde é bastante preocupante, pois o tempo para mudança é bastante curto. Muitos especialistas destacam a necessidade de clientes e empresas estarem preparados, do contrário pode estourar uma bolha neste setor tão importante para a economia brasileira.

É importante destacar que uma população mais velha requer maiores gastos com saúde. Um dado bastante interessante é que beneficiários com menos de 18 anos chegam a custar R$ 1.000 por ano com plano de saúde. Já os idosos acima de 80 anos, por exemplo, ultrapassam o valor de R$ 1.000 em apenas um único mês.

O gasto médio anual de um adulto com idade entre 30 e 50 anos é de R$ 2.500.Já quando o mesmo chega aos 60 anos esse gasto salta para R$ 4.000 anuais. E dados mostram que aos 75 anos a média anual passa a ser de R$ 9.000. Ou seja, os números comprovam que quanto mais se envelhece maiores são os gastos com a saúde.

Por Bruno Henrique

 

Preços dos planos de saude


Com a crise econômica e a alta na inflação, os brasileiros estão perdendo a noção dos preços dos produtos. Por isso, é essencial fazer muitas pesquisas em mercados antes de comprar qualquer item.

O brasileiro está ficando literalmente perdido na hora de fazer suas compras, pois com a disparada da inflação, o consumidor já não consegue mais ter um controle de seus gastos, pois a cada compra são novos preços e é preciso retornar com os velhos hábitos de pesquisar muito antes de comprar qualquer coisa.

E com a volta da inflação, o brasileiro está perdendo a noção dos preços, já não sabe se um determinado produto está realmente custando caro por causa da alta ou se é aquele estabelecimento que está cobrando um valor abusivo e isso acaba prejudicando na hora de economizar.

O pior de tudo é que o consumidor brasileiro está perdendo algo importante para manter o controle financeiro, que é a referência de preço e, com isso, acabamos pagando mais caro em produtos supérfluos que até bem pouco tempo atrás, eram comprados com facilidade e que hoje já começam a sumir dos carrinhos de compra, dando lugar àqueles que não podem faltar no dia a dia do brasileiro.

E com uma inflação de quase 10% ao ano, o consumidor brasileiro já não sabe mais dizer o que é caro ou barato e é justamente nesta hora que surgem os oportunistas que vão aumentando o preço além do que deveria e como o consumidor está ciente de que os preços estão subindo, acaba não reparando que os preços estão subindo, porém, muito mais do que deveriam.

Temos como exemplo o preço do kg de tomate que está custando quase o mesmo que o kg da carne.
E aí, os oportunistas alegam que é culpa da inflação, do clima, mas na verdade, os valores estão ficando acima do que deveriam.

O brasileiro perdeu a noção dos preços, não tem como fazer uma referência para saber se um produto realmente vale o que está sendo pedido.

Pesquisar os preços ainda continua sendo a melhor arma para acabar com este oportunismo que tanto prejudica o país. Não acredite quando lhe disserem que um produto está mais caro por causa da inflação, do clima, da gasolina ou algum outro fator.

Faça cotação em vários lugares, anote os preços e compre onde for mais barato, pois só agindo desta forma, os brasileiros conseguirão retomar o controle dos preços e ter forças para continuar combatendo a inflação.

Por Russel

Compras no mercado

Foto: Divulgação


Alta registrada foi de 2,46%. Itens como cebola, tomate e carne foram os que mais apresentaram alta em seus preços.

A Abras – Associação Brasileira de Supermercados – informou que o preço dos itens que compõem a cesta básica nos supermercados por todo o Brasil teve um aumento em maio de 2,46%.

O estudo realizado pela Abras se baseia em uma cesta básica composta por 35 produtos que são amplamente consumidos pelos brasileiros. A pesquisa foi realizada pela GFK e a Abras fez a análise dos resultados obtidos.

Em abril deste ano o preço da cesta básica composta pelos produtos indicados pela Abras, era de R$ 396,44. Esta mesma cesta básica, em maio, já custava R$ 406,20, o que gerou um aumento de 2,46%. Se for compararmos o valor da cesta básica de abril deste ano com o mês de maio do ano passado, o aumento obtido é de 7,48%.

Ainda, levando em consideração os 35 produtos da cesta básica montada pela Abras, os itens que mais tiveram aumento no preço foram:

– Cebola – aumento de 39,33%;

– Tomate – aumento de 14,73%;

– Carne – aumento de 10,23%.

Alguns itens chegaram a apresentar queda no preço, são eles:

– Farinha de mandioca – queda no preço de 11,37%;

– Ovo – queda no preço de 4,58%;

– Margarina – queda no preço de 1,88%.

Outra avaliação realizada, agora pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – também apontou aumento no preço da cesta básica.

A pesquisa realizada pelo Dieese apontou aumento na cesta básica em 12 capitais brasileiras, sendo que o maior deles foi em Florianópolis, chegando a 4,44%. Já a cidade de Goiânia teve uma variação negativa, ficando em -3,23%.

Além de Florianópolis, outras capitais que apresentaram aumento na cesta básica, foram:

– Fortaleza: 3,64%;

– João Pessoa: 3,02%;

– Recife: 2,88%;

– Natal: 2,53%;

– Porto Alegre: 2,46%;

– Manaus: 1,94%;

– Belém: 1,31%;

– Belo Horizonte: 0,34%;

– São Paulo: 0,18%.

Além de Goiânia, Manaus também apresentou deflação no preço da cesta, sendo que nesta pesquisa do Dieese a cesta foi composta por 13 itens.

São Paulo não teve o maior aumento na cesta básica, mas em compensação é a cidade com a cesta básica mais cara do país. Em São Paulo, a cesta básica do Dieese, formada por 13 produtos, chegou a R$ 273,48 no mês de junho, com uma alta de 0,18% em relação a maio. No período de 12 meses, a alta chega a 9,80%.

Por Russel

Cesta básica


Visto como uma alternativa competitiva para o consumo de combustível, o etanol continuou valendo a pena nos estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Os dados são da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que apontam ainda que o Gás Natural e Biocombustíveis também é uma opção vantajosa. Nos demais estados e no Distrito Federal a gasolina permaneceu mais competitiva. 

Pelo fato do carro gastar mais combustível quando abastecido com álcool, somente será uma vantagem se o preço não ultrapassar 70% do valor cobrado pela gasolina. O levantamento apontou que o valor do etanol equivale a 67,91% do preço da gasolina no estado de Goiás. Em São Paulo este percentual é de 66,71%. Em Mato Grosso esta relação é de 63,37%; em Mato Grosso do Sul é de 69,56% e de 68,49% no Paraná.

Vale ressaltar que de acordo com o modelo, o álcool também é vantajoso, contudo é importante avaliar o desempenho do modelo no manual do veículo. Já em estados como o Amapá, em que o preço do álcool representa 94,84% do preço da gasolina, é bem mais em conta abastecer com o combustível a base de petróleo.

A proporção não é mais interessante, pois o preço do etanol hidratado subiu nos postos de 19 estados. Em outros seis e no Distrito Federal, o preço caiu, enquanto no Tocantins não houve alteração no preço. Os dados são ANP, e ainda apontou que, nas últimas semanas, o preço do etanol subiu nos 24 estados, caiu na Bahia e em Pernambuco e ficado estável no Distrito Federal. No período de um mês houve alta nos preços em todos os estados e também no Distrito Federal.

São Paulo, que é o maior consumidor contou uma cotação de 0,57% superior na semana passada, fazendo com que o preço nas bombas fosse de R$ 2,116 o litro. No período de um mês, a alta acumulada é de 9,18%. Na última semana, a maior cotação foi registrada no Amapá, quando foi registrada alta de 6,67%. A maior alta do mês foi no Paraná, cujo percentual do preço na bomba aumentou em 11,06%. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Abastecer com Etanol

Foto: Divulgação


Na última sexta-feira, 13 de fevereiro, foi divulgada pela Agência Efe uma nota na qual consta que os alimentos podem ter seus preços modificados severamente pela alta do Dólar no Brasil. Desde o ano de 2004 não era registrado um valor tão alto da moeda americana. Os alimentos que mais serão impactados nestas alterações do Dólar são legumes, verduras e hortaliças, devido às mudanças de preço dos insumos que são utilizados para a sua produção.

Na sexta, o dólar fechou em R$ 2,834 para venda, esta taxa poderá alterar o valor dos insumos de produção e, consequentemente, espelhar-se no valor dos produtos finais. Essa taxa de câmbio comercial, incentiva à importação de elementos que são usados na produção dos vegetais.

Conforme as informações cedidas pelo Vice-Presidente do Banco Indusval & Partners (BI&P), André Mesquita, os produtos que receberão maior impacto devido às alterações do dólar são verduras, hortaliças e legumes, estes são os que sentirão mais impacto em seus preços. Já alguns commodities como soja, milho, café e também açúcar não serão tão afetados e ainda serão os responsáveis por equilibrar os gastos com os insumos para produzir os outros produtos já que estes são exportados para o exterior. Ainda sobre este assunto André Mesquita afirma que o aumento do dólar é interessante para determinados produtores exportadores e sobre o repasse dos valores que sempre é o consumidor final quem arca com as oscilações.

Por mais que as perspectivas para certos setores possam até parecer positivas, outros não estão sendo beneficiados e encontrarão dias difíceis se tiverem que alterar em muito os seus preços. 

Segundo José Augusto Castro, atual Presidente da Associação de Comércio Exterior no Brasil, a desvalorização da moeda brasileira poderá ser importante para um superávit na balança comercial já que em 2014 esta fechou o ano com um déficit de mais de US$ 3 milhões.

Por Melina Menezes

 

Pre?os dos alimentos


O ano de 2015 acabou de começar e já foram anunciados vários tipos de aumentos nos setores mais importantes da economia. Dessa forma, a tendência é que o consumidor vai sentir um prejuízo ainda maior em 2015, haja vista os aumentos já efetuados, bem como os futuros.

Um dos principais aumentos foi relacionado ao Crédito Pessoal. O Governo Federal anunciou o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras, IOF. Esse imposto incide nas operações de crédito para o consumidor. Dessa forma, a alíquota do referido imposto saltou de 1,5% para 3% ao ano. Apenas através desse aumento é esperado o arrecadamento de R$ 7,38 bilhões neste ano.

A Taxa de Juros também sofreu aumento neste início de 2015. Esse aumento foi resultado da decisão do Comitê de Política Monetária, o Copom, de elevar os juros básicos da economia de 11,75% para 12,25% ao ano. Com o aumento da taxa Selic, os juros passaram a ser os maiores desde 2011.

Além disso, saiba que a Caixa Econômica Federal anunciou no dia 19 de janeiro o aumento das taxas de juros do financiamento imobiliário para os novos contratos. No entanto, vale ressaltar que as taxas de juros dos financiamentos habitacionais com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS não foram alteradas. A nova taxa de juros deve afetar aqueles que possuem renda acima de R$ 5,4 mil e que não usam os financiamentos habitacionais através do FGTS.

Os combustíveis também sofreram aumentos, haja vista a tributação incidente sobre a gasolina e o diesel ter sido elevada. Com isso, foi registrado o aumento de R$ 0,22 para a gasolina e R$ 0,15 para o diesel. Através deste aumento é esperado um arrecadamento de R$ 12,18 bilhões.

Com a exceção do Amazonas, Amapá e de Roraima, todos os demais estados brasileiros tiverem a bandeira tarifária de cor vermelha fixada para a conta de luz no mês de janeiro. Dessa forma, houve um acréscimo de R$ 3,00 por cada quilowatts-hora consumido. Além disso, a conta de luz deve subir quase 40% nos próximos meses.

O setor de transporte também é destaque quando o assunto é aumento de tarifas. Cidades como, por exemplo, Boa Vista (RR), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP) já efetuaram seus respectivos ajustes na tarifa de ônibus.

Além disso, saiba que a partir de maio, as alíquotas do Imposto de Importação irão subir de 9,25% para 11,75%. O motivo desse aumento é compensar a exclusão do ICMS das importações por parte do Supremo Tribunal Federal. Com isso, o Governo Federal espera arrecadar R$ 694 milhões em 2015 através dessa taxa.

Por Bruno Henrique

Tarifas


Não apenas a conta de luz teve alteração nos valores. As tarifas de água também constam na lista dos serviços que sofrerão aumento, e isso ocorre não apenas para diminuir o consumo, assim como acontece em São Paulo.

Conforme informações do Banco Central prevê-se um aumento de 27,6% na conta de energia em 2015. Com o aumento desta conta, as empresas de saneamento sofrem também grande impacto nas suas operações. Até o ano passado, os fornecedores de água absorviam essa diferença de custos, porém, agora começará a pesar também no bolso dos consumidores.

Em Campinas (SP), os consumidores já sentirão em fevereiro aumento na conta de água em 11,98%, em 2014 já havia ocorrido aumento de 6,63%. No Distrito Federal a diferença é ainda maior, ocorrerá reajuste de 16,20% no mês de março, em 2014 o aumento foi de 7,39%.

Há cidades em que os fornecedores de água ainda estão avaliando o impacto do gasto com energia, como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Após a avaliação será divulgado o aumento nas tarifas ao consumidor. Lembrando que em novembro de 2014, a Sabesp reajustou a conta de água em 6,49%, aumento que não levou em consideração o aumento no custo com energia. Em Belo Horizonte, os impactos na conta de água deverão ser sentidos a partir do mês de maio. Em Pernambuco o reajuste passa vigorar em 17 de fevereiro, inicialmente o impacto seria de 6,5%, porém, devido ao aumento da luz considerado desproporcional, a Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe) está reavaliando valores.

Gastos dos fornecedores de água:

Os gastos com energia figuram na 2ª colocação de maiores despesas das empresas de saneamento, ficando atrás apenas dos gastos com folha de pagamento. Cerca de 20% dos recursos das empresas são utilizados para quitar a conta de luz. Os vencimentos dos colaboradores ficam em 40%. 

Por Rafaela Fusieger

?gua


Preço do etanol subiu 0,11% na semana encerrada em 11 de agosto

No Estado de São Paulo o preço do etanol é o mais barato do Brasil. De acordo com a ANP, o valor médio do combustível no Estado citado é de R$ 1,755 por litro, sendo mais vantajoso que a gasolina, que custa em torno de R$ 2,628 por litro, com base nos dados analisados na semana encerrada no dia 11 de agosto.

Além de São Paulo, a vantagem permanece em mais dois Estados brasileiros apenas: Goiás, com o etanol custando R$ 1,840 e a gasolina, R$ 2,735, e Mato Grosso, com o valor do etanol em R$ 1,887 e o da gasolina em R$ 2,975.

Nesse contexto, a proporção etanol/gasolina ficou em 66,78% em São Paulo, 67,28% em Goiás, e 63,43% em Mato Grosso. Com isso, abastecer com etanol é mais econômico nesses Estados, pois, se a proporção ficar menor que 70% a vantagem é abastecer com etanol, caso ultrapasse essa porcentagem, a vantagem fica com a gasolina.

No geral, o valor do etanol aumentou 0,11% na última semana, indo de R$ 1,894 para R$ 1,896. O maior preço do combustível foi encontrado no Acre (R$ 2,532).


Alta nos preços dos alimentos foi a maior desde 2009

Em todo o mundo os preços dos alimentos tiveram a maior alta desde 2009 com a seca danificando as plantações, provocando um período de valorização recorde na soja e no milho.

Segundo a ONU, um índice de 55 itens alimentícios para Alimentos e Agricultura subiu 6,12%, indo para 213,15 pontos em julho em relação aos 200,8 pontos registrados em junho. Com isso, houve a maior alta vista desde novembro de 2009.

O trigo, a soja e o milho sofreram com a estiagem, e tiveram as maiores altas neste ano entre as 24 commodities acompanhadas pelo índice Standard & Poor’s GSCI.

Portanto, isso influenciou na aceleração da inflação em julho em países como Indonésia, Turquia, Sudão, Filipinas, e inclusive, Brasil.


Guido Mantega disse que não há previsão para o reajuste nos preços dos combustíveis

Opondo-se às informações ditas pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que não há previsão para o aumento nos preços dos combustíveis neste ano.

Ontem pela manhã, Lobão disse que existia a possibilidade de um novo reajuste nos preços dos combustíveis no segundo semestre deste ano, fazendo com que as ações da Petrobras disparassem na Bovespa. Os papéis preferenciais fecharam em alta de 4,59%, a R$ 21,18, e as ações ordinárias subiram 5,43%, a R$ 22,14, influenciando positivamente no fechamento do Ibovespa, que encerrou o dia com alta de 2,12%, a 58.950 pontos.

Porém, no mesmo dia, o ministro Guido Mantega, que é o presidente do Conselho de Administração da Petrobras, afirmou que não garantiu ao comando da estatal o reajuste dos preços dos derivados. Portanto, a decisão final ainda não está tomada, mas está sendo discutida entre os Ministérios (da Fazenda e de Minas e Energia).

A Petrobras precisa do aumento, pois compra combustível com o preço mais alto do que o de revenda. Com isso, a defasagem de preços é grande, e foi um dos fatores que influenciou no prejuízo de R$ 1,3 bilhão da estatal no segundo trimestre deste ano.


Preços dos presentes para o Dia dos Pais variam em até 100% em São Paulo

Segundo uma pesquisa divulgada pela Fundação Procon-SP, a variação dos preços dos presentes para o Dia dos Pais chega a 100% na capital paulista.

Do total dos produtos comparados, o Ponto Frio apresentou o menor preço em 17 deles.

A análise foi feita entre os dias 10 e 11 de julho, em dez lojas de São Paulo. A pesquisa abrangeu 63 produtos, entre smartphones, tablets, barbeadores, máquinas fotográficas digitais, etc.

O Procon aconselha que os “filhos” pesquisem muito antes de concretizar a compra, pois as diferenças são realmente grandes. O ideal é negociar descontos, prazos para pagamento e comparar juros.


Cesta básica mais cara foi encontrada em Porto Alegre (RS)

As 17 capitais brasileiras pesquisadas mensalmente pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentaram alta no preço do conjunto da cesta básica de alimentos em julho deste ano.

As maiores altas foram registradas em Belo Horizonte (8,41%), Rio de Janeiro (7,5%) e Porto Alegre (7,03%). Já, as menores foram vistas em Manaus (1,95%) e João Pessoa (1,61%).

O maior valor da cesta básica foi encontrado em Porto Alegre, com o preço de R$ 299,96, seguido de São Paulo, com R$ 299,39. Separados por questão de centavos, São Paulo deixou de ser a capital com o maior custo desde novembro do ano passado, quando o preço da cesta era de R$ 276,31, contra os R$ 279,64 da capital gaúcha (que também era a mais cara do país na época).

Os outros preços mais altos foram vistos em Vitória (R$ 290,80) e Rio de Janeiro

(R$ 290,64).

Do outro lado, os menores preços foram encontrados em Aracaju (R$ 208,14), Salvador (R$ 218,78) e João Pessoa (R$ 233,25).

Com esse resultado, pode-se verificar a alta nos preços no acumulado de janeiro a julho, sendo que os resultados mais expressivos ficaram em Natal (15,45%), Aracaju e João Pessoa (ambas com 14,22%), Fortaleza (11,89%) e Brasília (11,17%). Já, as menores altas ficaram em Florianópolis (1,50%), Salvador (4,77%) e Goiânia (4,85%).

O Dieese também estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário para se viver. Sendo assim, para julho o valor calculado ficou em R$ 2.519,97.

Esse cálculo é feito com base no maior valor registrado para a cesta básica e de acordo com a determinação constitucional, que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as necessidades e despesas do trabalhador e sua família com alimentação, saúde, moradia, vestuário, educação, transporte, higiene, lazer e previdência.


Preço do Etanol caiu em 14 Estados

O preço do litro do Etanol apresentou queda em 14 Estados na semana passada (de 15 a 21 de julho). Segundo a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Bicombustíveis), o valor do Etanol subiu em 11 Estados e no Distrito Federal, e se manteve estável somente em 1.

O valor médio do combustível caiu 0,37% no período analisado, passando a custar R$ 1,909 (era R$ 1,916 na semana anterior a pesquisa).

Porém, o preço da Gasolina subiu em 15 Estados e no Distrito Federal, e caiu em 11 Estados, no mesmo período analisado. O valor médio deste combustível aumentou 0,11%, custando R$ 2,732.

De acordo com a ANP, o menor valor encontrado do Etanol foi no Estado de São Paulo, custando R$ 1,769. Já o maior preço foi verificado em Roraima, custando R$ 2,554.

A Gasolina teve seu maior preço visto no Acre, custando R$ 3,127, e o menor valor foi encontrado no Piauí, por R$ 2,557.


Preços dos combustíveis não terão alta em 2012

O Bacen reafirmou nesta quinta-feira (19/07) a sua percepção sobre os preços dos combustíveis para esse ano. Segundo ele, a inflação acumulada em 12 meses continuará em declínio, não havendo alta nos preços.

A ata da última reunião do Copom informou que as projeções para o reajuste nos preços do gás de bujão e da gasolina foram mantidas em 0%, no acumulado de 2012, além da taxa Selic ter sido reduzida para 8% ao ano.

Já a Petrobras vem sofrendo com o congelamento de preços nos últimos anos, fazendo com que os recursos do seu caixa sejam reduzidos, ocasionando mais dificuldades à empresa, segundo o Bacen. Ou seja, ela importa gasolina e diesel para atender a demanda interna, portanto, compra a preços internacionais e vende a preços defasados aqui no Brasil.

Isso é feito, pois a Petrobras segue uma determinação federal, que faz com os preços não sejam reajustados para não gerar inflação.

Segundo a empresa, essa defasagem fica em 17% para o diesel e em 14% para a gasolina.

No último dia 25 de junho, o preço do diesel foi elevado em 3,94% nas refinarias, e o da gasolina, em 7,83%. Porém, para evitar um impacto para o consumidor e na inflação, a alíquota da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que incide sobre os derivados do petróleo, ficou zerada, por determinação do governo.


O último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) sofreu variação positiva de 0,6%. O resultado da última semana de março é 0,09 pontos percentuais mais alto do que o índice registrado na semana imediatamente anterior. Nos últimos 12 meses, o índice já acumula alta de 5,5%. Já nos três primeiros meses deste ano, a taxa acumulada chega a 1,66%. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo estudo do IPC-S.

Todos os segmentos pesquisados pela FGV sofreram alta, sendo que são avaliadas sete classes. No entanto, a maior variação positiva ficou com o segmento de Alimentos, que passou de 0,52% para 0,63%. O crescimento foi influenciado principalmente pelas carnes (de -2,06% para -1,05%), carnes e peixes industrializados (de 0,51% para 1,04%) e laticínios (de 0,17% para 0,49%).

Os outros itens ficaram com os seguintes resultados: Educação, Leitura e Recreação (de 0,28% para 0,46%), Vestuário (de 0,27% para 0,61%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,60% para 0,71%), Transportes (de 0,20% para 0,26%), Comunicação (de -0,28% para -0,21%), Habitação (de 1,02% para 1,03%) e Despesas Diversas (de 0,12% para 0,14%).

A próxima avaliação do IPC-S será divulgada no dia 9 de abril, com avaliação até o dia 7 do mesmo mês.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo


A Secretaria de Assuntos Jurídicos da cidade de Santo André divulgou o resultado da pesquisa feita pelo Procon da cidade referente aos valores cobrados pelos ovos de Páscoa na região.

De acordo com os dados revelados pela instituição, a diferença de preços entre as lojas ultrapassou o teto de 50%

Ao todo foram pesquisados doze estabelecimentos. O produto que mais apresentou diferença nas lojas físicas foi o Nestlé Classic 9, que em alguns lugares foi encontrado com o preço de R$ 3,15 e em outros com o preço de R$ 4,99, o que corresponde a uma diferença de 58,41%. Além desse, também foram registradas diferenças significativas no Kinder Ovo Max (cujo preço variou de R$ 22,80 a R$ 34,90, o que corresponde a uma diferença de 53,7%) e no Lacta Trakinas (que variou de R$ 9,90 a R$ 14,90, o que corresponde a uma diferença de 50,50%).

O levantamento também foi feito junto às lojas virtuais que vendem esse tipo de produto, nesse caso a diferença média chegou a 60%. O ovo de Páscoa Lacta ao Leite estava sendo vendido a R$ 20,49 em um determinado portal, enquanto em outro o valor era de R$ 32,90, ou seja, uma diferença de preços de 60,57%. Ao todo foram consultadas cinco lojas virtuais.

Por Joyce Silva


Um levantamento realizado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) apontou que o preço de certos medicamentos pode variar em até 200% de farmácia para farmácia.

Foram selecionados 24 medicamentos para análise, durante o período de 20 de dezembro a 09 de janeiro.

Ao todo, foram observados 91 valores distintos e a diferença entre o menor e o maior preço chega a ultrapassar 60%.

Tais discrepâncias nos valores acabam causando certo desconforto no consumidor, uma vez que, caso ele não saiba se o preço estipulado em determinada drogaria é apropriado ou não, ele pode vir a pagar muito mais pelo produto.

Um dos piores casos listados foi o de antibióticos. A amoxicilina, por exemplo, variou de R$ 6,03 a R$ 20,09. Isso mesmo, uma diferença de mais de R$ 14,00!

O Idec acredita que o motivo para perceptíveis diferenças de preços se deve ao fato da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) estabelecer valores máximos. No entanto, certas drogarias comercializam o produto 80% mais barato. Infelizmente, esse desconto pode ser retirado a qualquer instante, o que acarreta na variação de preços.

Por Nestor Turano Junior


Cumprindo seu papel de posicionar a população não apenas quanto aos dispositivos enquadrados pelo Censo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na última quarta-feira (20) informações sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de abril.

De acordo com o estudo, o indicador apresentou variação de 0,77% no mês, superior em 0,17% ao constatado em março. No acumulado anual, o IPCA-15 registra taxa de 3,14% e levando-se em apreço os doze últimos meses encerrados em abril, o índice atinge 6,44%.

Dois grupos pressionaram com ímpeto mais elevado o indicador. A taxa em Alimentos e Bebidas ascendeu de 0,46% de março para 0,79% em abril, enquanto a elevação em Transportes, na mesma base comparativa, passou de 1,11% para 1,45%. Na última categoria, vale destacar a atuação dos combustíveis, sobretudo o etanol, que variou de 4,68% para 16,40%.

Ainda abrangendo o IPCA-15, o grupo Habitação sofreu alta de 0,39% para 0,72% em função do aluguel residencial e do condomínio. O grupo Vestuário também acelerou no período, para 1,46% (em março ocorreu recuo de 0,37%). Variação positiva também foi constatada em Saúde e Cuidados pessoais, de 0,35% para 0,57%.

O grupo Artigos de Residência sofreu baixa de 0,26% para -0,07% entre março e abril. Em Despesas Pessoais a desaceleração registrada foi de 1,04% para 0,51%, enquanto em Educação ocorreu arrefecimento de 1,03% para 0,07% e em Comunicação de 0,44% para 0,06%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O início de cada ano marca novas perspectivas à população, bem como os famigerados impostos relacionados a veículos automotores e habitação, além de materiais escolares.

Até o final de janeiro, as lojas com produtos escolares devem receber grande fluxo de compradores. Avaliação realizada pelo site de comparação de preços Buscapé revela que a diferença de valores pode chegar a até 188%, como é o caso da calculadora HP12C Gold Financeira, que num local é comercializada por R$ 136, mas em outro por R$ 297.

Entre os produtos de uso comum, o Buscapé constatou diferença de 30% no caderno Capricho espiral (Capa dura de 96 folhas), pois num estabelecimento é encontrado por R$ 11,40, mas em seu concorrente por R$ 14,90. Existe diferença, também, no Minidicionário da Língua Portuguesa Aurélio, mais exatamente de 18% (R$ 32 contra R$ 38).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Firstcom Comunicação


O setor de telefonia fixa e móvel cresce a cada ano no Brasil. Se relacionados somente aparelhos celulares, já são mais de 202,9 milhões de acessos registrados em 2010, indicando, assim, o grande potencial e o longo caminho a ser traçado pelo segmento para dar vazão à expansão.

Mesmo assim, parte da sociedade enfrenta dificuldades no ingresso aos serviços de telecomunicações. De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os elevados preços ainda afastam os consumidores, principalmente aqueles de baixa renda. A Pro Teste, por sua vez, reportou existir exclusão dos menos favorecidos em termos financeiros nos meios de comunicação.

O Idec ressalta ser o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), uma das bandeiras ostentadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela atual líder do país, Dilma Rousseff, inviável com relação às suas opções fornecidas. Possivelmente, conexão de até 512 kbps será ofertada por R$ 15, enquanto para 512 até 784 kbps a projeção de custos abraça a casa dos R$ 35.

Para o Idec, em ambos os casos o mínimo a ser ofertado deve ser a conexão de 1 Mpbs, devido aos custos versus conteúdos, informações e aplicativos dispostos na rede mundial de computadores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL





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