Terão direito ao ressarcimento aqueles poupadores que já integram as ações movidas na justiça, sejam elas individuais ou coletivas dos planos Bresser (1987), Verão (1989), Collor 1 (1990); e Collor 2 (1991).

A questão referente aos poupadores que tiveram perdas consideráveis como resultado dos planos econômicos nas décadas de 80 e 90 pode ser resolvida em breve. Foi feito um acordo com os bancos de modo a encerrar as mais de um milhão de ações judiciais ligadas aos casos. Vale destacar que o valor das indenizações deve superar a casa dos R$ 10 bilhões.

Essa batalha judicial entre bancos e poupadores de cadernetas já acontece há mais de vinte anos. O principal objetivo das ações movidas na justiça é quanto ao questionamento das perdas no rendimento das cadernetas como resultado de quatro planos econômicos entre as décadas de 80 e 90: Plano Bresser (1987), Plano Verão (1989), Plano Collor 1 (1990); e Plano Collor 2 (1991).

Com essa notícia, muitas pessoas foram pegas de surpresa e muitas dúvidas surgiram quanto à resolução desse entrave. A principal dúvida em questão é quanto aos poupadores que terão direito ao ressarcimento. O acordo prevê que só terão direito aqueles poupadores que já integram as ações movidas na justiça, sejam elas individuais ou coletivas. Além disso, os herdeiros dos poupadores que já faleceram e que entraram com processos na justiça também poderão optar por aderir ao acordo com os bancos.

Com isso, fica eliminada a possibilidade de participar do acordo aqueles que não entraram com processos na justiça. A explicação para isso é que o direito de entrar na justiça já prescreveu.

Como será efetuado o pagamento?

Os valores referentes ao acordo serão pagos levando em consideração um cronograma, que ainda está sendo realizado, diretamente ao titulares de ações individuais ou aqueles que participam de ações coletivas.

Ficou acordado que valores pequenos deverão ser pagos de forma imediata. Em contrapartida, os maiores montantes serão parcelados. Também ainda está em negociação o período de parcelamento, sendo que a expectativa é que o mesmo fique entre dois e três anos.

Qual foi o plano que impactou negativamente os meus rendimentos?

O primeiro dos planos, o Plano Bresser, foi laçado ainda no primeiro trimestre de 1987. O mesmo estabeleceu o congelamento por 90 dias, seguido de flexibilização e liberação de salários e preços. O plano também foi responsável por estabelecer o reajuste da poupança com base na Obrigação do Tesouro Nacional (OTN), que estava ligada à inflação oficial. Dessa forma, terão direito a revisão das perdas de rendimentos os brasileiros com poupança e aniversário entre o período de 01 a 15 de junho de 1987.

Anunciado em janeiro de 1989, o Plano Verão determinou o congelamento de preços, criação do cruzado novo além da extinção da ONT e da Unidade de Referência de Preços. Portanto, a atualização do saldo da poupança ficou sob a responsabilidade da Letra Financeira do Tesouro no mês de fevereiro. A perda poderá ser ressarcida por aqueles com poupança com aniversário entre 01 e 15 de janeiro. Vale destacar que este é o plano com mais valores envolvidos nas ações.

O terceiro plano envolvido foi o Plano Collor 1, de 15 de março de 1990. Além fazer do cruzeiro a moeda nacional novamente, esse plano também foi responsável pelo confisco por um período total de 18 meses de valores da poupança e de contas correntes com mais de 50 mil cruzeiros. As ações de ressarcimento levam em consideração os meses de abril e maio de 1990.

O último dos planos, Plano Collor 2, lançado em 01 de fevereiro de 1991, determinou a extinção do mecanismo de indexação da economia bem como o Bônus do Tesouro Nacional.

A expectativa é que o acordo final esteja pronto na segunda-feira, 04 de dezembro de 2017. Com isso, o mesmo será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e passa a se tornar oficial.

Por Por Bruno Henrique

Poupança


Saiba aqui como funciona e quais são as vantagens de aplicar o seu dinheiro na poupança.

Se você tem interesse em aprender mais sobre investimentos, confira aqui informações sobre o investimento mais popular no Brasil: a poupança.

Sobre a poupança

A poupança é uma opção de aplicação considerada mais acessível e segura, uma vez que é garantida pelo próprio governo federal. Além disso, é tida como adequada tanto para grandes investidores, quanto para pequenos.

As regras de funcionamento são definidas pelo Banco Central do Brasil (BCB) e há leis que regulamentam seu funcionamento. Atualmente, a remuneração equivale a 0,5% de juros por mês, sobre o montante depositado. Ainda deve ser incluso no cálculo, a variação da taxa referencial (TR).

Assim, quanto mais tempo você deixar o valor aplicado na poupança, maior será seu retorno.

Embora seu retorno seja baixo, comparado com outras aplicações, como por exemplo os títulos públicos, é um investimento considerado simples, isento de imposto de renda e de taxas administrativas.

Como o rendimento depende do valor da taxa básica de juros (SELIC), os ganhos ficam limitados a 6,17% no período de um ano, somando a variação da TR, quando a SELIC supera 8,5% ao ano.

Já no cenário em que a taxa básica de juros do Brasil fica inferior a 8,5%, a correção da poupança é limitada a 70% dessa taxa, mais a TR, calculada pelo BCB. Esse é o cenário atual do país, quando a SELIC está em 7,5%.

Como funciona?

O investidor deposita um montante em dinheiro na conta poupança que tenha em algum banco. A esse valor será adicionado os juros mensais, 30 dias após a data de aplicação, com rendimento regulamentado pelo Banco Central.

Se você não possui conta poupança, mas deseja abrir uma em algum banco, confira o que é necessário fazer:

1) Separar documentos – entre eles RG, CPF e comprovante de residência;

2) Apresentar documentos ao banco para que sua conta poupança seja aberta;

3) Realize seus depósitos – para que seu dinheiro comece a render, é necessário que você faça depósitos na sua conta poupança.

Outra informação que quem investe em poupança precisa saber é que o seu dinheiro não fica parado na conta. Os bancos utilizam os valores depositados para fomentar outros créditos, como o imobiliário, por exemplo. Como retorno de ter usado seu dinheiro, você recebe um rendimento do banco.

Cada banco pode oferecer diferentes modalidades de poupança, considerando vinculação à conta corrente, acessibilidade a outros dependentes e com limites de movimentações por mês para realizar movimentações bancárias, como transferências, pagamentos, vinculação com benefícios de programas do governo, entre outros.

É vantajoso ter poupança?

Apesar de não oferecer uma rentabilidade alta, é indicado para quem não possui um montante grande, mas que deseja guardar seu dinheiro, para aqueles investidores que desejam obter retorno em curto prazo e para as pessoas que preferem ter uma reserva em dinheiro, para situações de emergência, por exemplo, uma vez que o dinheiro da poupança pode ser sacado a qualquer tempo. Assim, não é necessário autorização prévia do banco, como ocorre em outros tipos de investimentos.

Outra vantagem da poupança é que não se exige valor mínimo para começar o investimento. Assim, você pode começar a aplicar seu dinheiro, mesmo que em pequena quantidade. O objetivo é não deixar de investir. Caso a conta passe meses sem movimentação, poderá ser encerrada.

Para ter poupança, não precisa ser maior de idade. Isso permite que os pais ou representantes legais comecem a guardar dinheiro para os filhos ainda que menores de 16 anos.

Histórico da poupança

No Brasil, investir em poupança é algo bem tradicional. Sua criação no país ocorreu no século 19. O objetivo era salvar o dinheiro da inflação para garantir a capacidade de compra.

Melisse V.


Rendimento da poupança poderá ser maior com a Selic a 9% ao ano, podendo superar a renda fixa.

Os juros básicos estão previstos para baterem a marca de 9% ao ano ou até menos no final de 2017 e isso pode fazer com que a caderneta de poupança seja ressuscitada.

Hoje, com a Selic nos 12,25% ao ano, as cadernetas perdem ainda para os fundos mais conservadores, os antigos Curto Prazo ou DI, que possui uma taxa de administração de no máximo 3% para períodos maiores, onde o imposto é um pouco menor, e para todos os prazos de 2%, visando um retorno de cerca de 7,4% líquidos no ano.

Entretanto, caso o juros abaixe realmente para os 9% esperado por vários analistas e bancos, apenas fundos que possuem taxa de administração inferior ou igual a 1% irão ganhar das cadernetas de poupança por qualquer prazo. Os que possuem 1,5% de taxa irão superar a poupança para períodos maiores que 2 anos, onde é mais baixo o imposto.

O fato é que quanto mais baixa for a taxa de juros, o impacto da taxa será maior sobre seu rendimento. Tal taxa de administração cobrada pelo banco incide sobre o valor total e não apenas sobre o quanto rende.

Desta forma, possui um efeito maior no momento que a taxa de juros for menor. Por exemplo, com os juros a 9%, num fundo que cobra 3% no ano, a instituição ficará com 1/3 da rentabilidade da aplicação, deixando para o investidor 6% ao ano, que ainda terá de pagar imposto sobre tal rendimento.

Haverá também casos onde a instituição financeira irá ganhar mais que o próprio aplicador, por exemplo, nas carteiras que possuem taxas nos valores de 5%, 5,5% e 4,5% ao ano.

O investidor também tem seu ganho diminuído pelo imposto de renda, o qual pode variar entre 22,5% para período de seis meses, de seis meses a um ano 20%, 17,5% para um período entre um e dois anos e acima disso, 15%. Quanto menor for o período, o imposto será maior e rendimento menor.

Entretanto as cadernetas contam com a vantagem de um rendimento mínimo ao ano de 6,17% sem IR, somando ainda a taxa referencial.

Por Filipe Silva

Poupança


Valor foi o pior resultado no mês de setembro desde o ano de 1995. No ano, a poupança já soma uma perda correspondente a R$ 53,791 bilhões.

No mês de setembro do ano corrente a caderneta de poupança registrou uma saída líquida de R$ 5,293 bilhões. O montante corresponde ao pior resultado no mês de setembro desde o ano de 1995. No ano, a poupança já soma uma perda correspondente a R$ 53,791 bilhões.

No último dia 6 (terça-feira) o Banco Central informou que o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) teve um prejuízo de R$ 5,377 bilhões no último mês. A poupança rural, ao contrário, obteve saldo positivo de R$ 83,384 milhões.

O desempenho ruim da caderneta de poupança tem múltipla motivação. Uma delas é a persistente alta dos preços, impulsionada pela alta da inflação. Outro fator que contribui é a fraqueza no mercado de trabalho, esses fatores prejudicam o poder de compra do consumidor, que tem como opção a retirada de recursos da caderneta de poupança. A alta da taxa Selic (taxa básica de juros da economia) também pesa contra a poupança, pois faz com que outros investimentos fiquem mais interessantes.

A queda marca o 9º mês seguido que a poupança registra déficit. O investimento, apesar de ser mais conservador e de pouco risco, torna-se cada vez menos atrativo para os investidores.

O cenário atual da poupança reflete diretamente no financiamento imobiliário, uma vez que pelas regras do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), 65% dos recursos da caderneta devem ser direcionados, obrigatoriamente, para o crédito habitacional.

O aspecto que sofre consequências diretas do mau desempenho da caderneta de poupança é a concessão de empréstimos. Com a escassez de recursos, muitos bancos modificam as regras para realizar empréstimos, mudanças essas que dificultam a concessão do crédito por parte do consumidor.

A reação em cadeia provocada pela recessão da economia prejudica o consumidor em vários aspectos: dificuldades para adquirir imóvel próprio, altas sucessivas na inflação, restrições para concessão de empréstimos, alta taxa de juros, dentre outros. Ficamos na expectativa de uma retomada da economia para o ano de 2016.

Por André César

Poupança


Em agosto, o CDB atingiu o valor de R$ 474,37 bilhões.

Conforme o noticiado nos principais meios de comunicação do país, a poupança teve uma grande retirada no último mês. Isso é reflexo da crise econômica do país, que acabou forçando o brasileiro a usar suas reservas para manter suas contas em dia e honrar seus compromissos, e também culpa do baixo rendimento da caderneta de poupança.

Na contramão dessa tendência de queda de investimentos está o CDB. Ao contrário da poupança, que teve dois meses seguidos de queda, o Certificado de Depósito Bancário teve aumento na sua captação pelo segundo mês consecutivo. Os CDBs são a principal fonte de recursos dos bancos.

No final do mês de agosto, o estoque de fundos do CDB era de R$ 474,37 bilhões, R$ 3 bilhões a mais do que no mês de julho, que também já havia registrado uma alta de quase R$ 7 bilhões em relação ao mês anterior.

O superintendente de produtos da Cetip, Fábio Zenaro, acredita que um dos motivos dessa contramão entre os dois fundos de investimento, seja a migração de clientes da poupança para o CDB, que está rendendo bem mais. A taxa utilizada para os rendimentos do fundo é a DI, que estava em 14,13% ao ano, no final do mês de agosto, enquanto que a rentabilidade da poupança atingia apenas 6% ao ano, mais TR.

Zenaro também acredita que o aumento do CDB seja produto do fluxo dos recursos advindos de Letras de Crédito Agrícola, e Letras de Crédito Imobiliário, que possuem isenção no Imposto de renda. Esses fundos perderam alguns investidores, pois no mês de agosto, o governo mudou as regras para resgate das novas emissões. A partir da data, o prazo mínimo para resgate do investimento passou a ser de 90 dias o que diminuiu o interesse do público, segundo o especialista. Então esse público passou a adotar, como alternativa o CDB, que tem um bom rendimento e possibilita o resgate mais cedo.

Por Patrícia Generoso

CDB


No 1º semestre deste ano a retirada dos recursos da poupança superou as aplicações em aproximadamente R$ 48,49 bilhões.

A crise econômica tem atingido também a caderneta de poupança. A alta do desemprego, dos tributos, da inflação e o consequente endividamento das famílias, tem feito com que as retiradas da caderneta de poupança aumentem a cada dia.

Somente no primeiro semestre deste ano, a retirada dos recursos da caderneta superou as suas aplicações em aproximadamente R$ 48,49 bilhões, segundo o divulgado pelo Banco Central, no último dia 4.

No mês passado, as retiradas foram R$ 7,5 bilhões mais altas do que os depósitos. O mês foi o oitavo seguido em que se registrou evasão dos recursos da caderneta.

O atraso na antecipação do 13º salário também pode ter sido uma das causas da grande retirada da poupança.

Saldo em recuo:

Com o grande número de retiradas na caderneta de poupança no acumulado do primeiro semestre deste ano, seu saldo sofreu um recuo. No final do ano passado, os recursos totalizavam R$ 622,7 bilhões e no mês de julho caíram para R$ 648 bilhões. No mês de agosto, a queda continuou, e os recursos fecharam o mês em R$ 645 bilhões.

Os motivos:

Dentre os principais motivos que fizeram com que a população retirasse fundos da poupança está a alta de tributos, o que fez com que a renda da população diminuísse. Além disso, limitações em benefícios sociais, como o auxílio-doença, seguro-desemprego, abono salarial e pensão por morte, além da alta no desemprego (8,3%, o maior desde o começo da série histórica, em 2013), fizeram com que o brasileiro tivesse dificuldade em pagar suas contas, recorrendo ao crédito na poupança para tentar honrar seus compromissos.

Baixa rentabilidade:

Para complementar o quadro que favoreceu as retiradas da poupança neste ano, sua rentabilidade não está das melhores. A caderneta tem ficado muito atrás em retorno, frente a outros investimentos, o que incentiva a população a retirar o dinheiro aplicado, em busca de novas alternativas. Dinheiro aplicado na poupança atualmente fica praticamente “parado”, com um rendimento de apenas 6,17% ao ano, mais TR. Bem pouco, se comparado a outros investimentos seguros, como o tesouro direto, cada vez mais popularizado entre os menores investidores.

Os especialistas recomendam que a caderneta pode ser ainda uma boa opção para quem tem pouco dinheiro investido, para quem deseja uma aplicação de curto prazo, ou para quem deseja somente um fundo de reserva econômica para eventuais emergências. Como a poupança não cobra Imposto de Renda, nem tem um tempo mínimo de resgate, ela ainda é muito utilizada pelo seu alto poder de rotatividade.

Nada mais natural do que numa época em que o crédito está cada vez mais difícil, e as reservas econômicas cada dia mais escassas, que o brasileiro abra mão de sua reserva na caderneta, para cumprir com seus compromissos. Resta a esperança de que tempos melhores cheguem e que a poupança volte a ser novamente um “colchão de segurança” para os brasileiros.

Por Patrícia Generoso

Dinheiro da poupança


Saques da caderneta de poupança registraram R$ 2,453 bilhões a mais que os depósitos no mês de julho de 2015. O acumulado do ano apresenta um saldo negativo de R$ 40,995 bilhões.

Foi realizado um levantamento pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e constatado que  os saques da caderneta de poupança foram bem maiores que os depósitos realizados no mês de julho de 2015.

Para ter uma ideia de como esse levantamento é bem preocupante, o Bacen confirmou que os saques foram bem maiores que os depósitos, onde alcançaram um registro de R$ 2,453 bilhões. Essa marca é considerada a pior para o mês de julho desde o ano de 1995 e ainda foi mostrado que o acumulado do ano apresenta um saldo negativo de R$ 40,995 bilhões.

Poderia ser em um ar bem mais elevado, pois o resultado não ficou tão negativado pelo fato de ter ocorrido uma entrada líquida de exatamente R$ 4,359 bilhões no último dia útil do mês, enquanto que até o dia 29 essa marca já registrava a soma de R$ 6,813 bilhões.

Outra marca ainda registrada é o fato de que no mês de julho do ano passado, ainda teve uma captação líquida que alcançou a marca de R$ 4,028 bilhões, enquanto que nesse mesmo ano a poupança captava uma cifra de R$ 24,034 bilhões, um registro bem menor do que o ano de 2011.

Os motivos apresentados para ocorrer o saque da poupança são:

1.       Inflação elevada;

2.       Aumento do desemprego;

3.       Menor crescimento da renda do trabalhador;

4.       Maiores gastos com tarifas;

5.       Maiores gastos com combustíveis;

6.       A Taxa Selic apresentou uma alta de 14,255% ao ano, fazendo com que deixe de ser atrativa a caderneta, fazendo com que a rentabilidade desse lugar a outros investimentos, mesmo levando em consideração a isenção que trata o Imposto de Renda.

Com tudo isso, o Bacen agora está mudando as regras de compulsórios sobre a poupança, visando fazer com esses recursos sejam responsáveis para melhor a maior parte dos investimentos que dizem respeito aos financiamentos imobiliários.

Outros dados ainda apresentados são que:

  • Saque inferior ao rendimento de R$ 4,138 bilhões;
  • Patrimônio total da poupança chegando ao valor de R$ 648,246 bilhões, no lugar dos R$ 646,561 bilhões;
  • Resgate líquido de R$ 2,372 bilhões (SBPE) no crédito imobiliário;
  • Crédito rural com uma saída líquida de R$ 81,336 milhões (SBPR).

A poupança segue a remuneração desde 2013 correspondente ao valor de 0,5% ao mês mais TR, enquanto que se a Selic ficar abaixo de 8,5% ao ano, esse rendimento vai ser de 70% da taxa básica de juros.

Por Fernanda de Godoi

Saque da poupança


Em junho de 2015, o total de retiradas da poupança foi de R$ 6,26 bilhões, o pior resultado obtido nos últimos 20 anos.

Durante o mês de junho a caderneta de poupança registrou uma das maiores saídas de recursos para esse mês, desde que os valores começaram a ser registrados, no ano de 1995. O Banco Central divulgou os dados na última segunda-feira (dia 6).  O total da saída foi de R$ 6,26 bilhões. O pior resultado havia sido registrado no ano de 1999 quando as saídas registradas foram de R$ 1,4 bilhão. No mês de maio desse mesmo ano, as saídas foram ainda piores, com valores de R$ 11,438 bilhões.

Os números para o primeiro semestre também foram os mais altos desde o começo da série histórica do BC. As retiradas realizadas tiveram seu valor líquido de R$ 38,451 bilhões. Com essa alta retirada no mês de junho, o saldo total da poupança dos brasileiros fechou em R$ 645,56 bi o primeiro semestre do ano. O valor é o menor desde setembro do último ano, quando os saldos das poupanças alcançavam R$ 643,4 bilhões.

A grande saída da poupança, considerada um dos fundos de investimentos mais populares entre os brasileiros é facilmente explicada pela alta dos juros e da inflação, pelo endividamento das famílias e também pela perda da rentabilidade da poupança se comparada a outros investimentos acessíveis.

Embora a poupança esteja menos atrativa pelo menor rendimento, os especialistas afirmam que ela ainda é uma boa opção de investimento em alguns casos. Pequenos poupadores, pessoas que querem um investimento a curto prazo, ou mesmo as que querem apenas um fundo de reserva para emergência. A poupança também pode ser atrativa para quem deseja se livrar dos impostos, pois mesmo os fundos mais simples, como o tesouro direto, por exemplo, possuem cobrança de Imposto de Renda. Em alguns investimentos o valor cobrado pelo IR é menor de acordo com o tempo de investimento. O que não acontece com a poupança, já que esta não cobra impostos. 

Por Patrícia Generoso

Dinheiro


No acumulado do 1º trimestre deste ano o valor das retiradas atingiu R$ 23,230 bilhões

No mês de março foi registrado o pior comportamento da poupança, isso aconteceu devido à cotação do dólar que tem deixado mais atraentes outros investimentos e também por conta da alta dos juros. Outro dado preocupante para a economia brasileira é que o valor dos resgates do mês passado foi bem acima do que a quantia negativa de um ano inteiro, R$ 11,438 bilhões.

O contraste da quantia resgatada em março é assustador ao comparar com os valores retirados durante o ano de 1999 e 2000, R$ 8,769 bi e R$7,541 bi, respectivamente.

Entre os dias 9 e 13 de março foram resgatados R$ 7,552 bilhões, este dado foi divulgado pelo Banco Central. O saldo total da poupança foi de R$ 650,290 bilhões em março, incluindo nessa quantia os rendimentos do período R$ 3,538 bilhões. As retiradas somaram quantias muito mais altas, enquanto a quantia retirada foi de R$ 171,098 bilhões, o valor depositado nas contas poupança foi de R$ 159,660 bilhões.

Segundo os dados informados pelo governo, depois uma pesquisa secundária conferindo os dados desde o ano de 1995, até março de 2015, o mês com maior valor de retiradas tinha sido fevereiro de 2014, contabilizando R$ 6,236 bilhões. Já o panorama deste ano foi bem superior, no primeiro trimestre deste ano, o valor das retiradas somou R$ 23,230 bilhões.

O Ministério da Fazenda divulgou em fevereiro que os rumores de confisco da poupança ou de quaisquer outras aplicações não seria verdade. Ainda sobre o assunto, o Ministério divulgou que a informação seria falsa e que iria contra a política de governo adotada e que não condizia com a real intenção do mesmo ao elevar a taxa da poupança. Sendo assim, a população pode ficar tranquila que o dinheiro continuará rendendo mensalmente e você poderá dispor da sua reserva quando precisar.

Por Melina Menezes

Resgate da poupanca

Foto: Divulgação


Guardar o dinheiro na poupança está cada vez menos interessante para os brasileiros. Pelo terceiro mês seguido, a poupança perdeu para a inflação.

No mês de fevereiro a poupança rendeu 0,59%, mas a inflação ficou em 1,22%. Levando em consideração o prazo de 12 meses, a perda do poder aquisitivo do brasileiro chegou a 0,57%.
Sendo assim, quem tem dinheiro aplicado na poupança teve prejuízo nos últimos 3 meses.

Só no mês de fevereiro a perda do poupador foi de 0,62% o que tem feito com que muitas pessoas começassem a buscar novas formas de investimento.

O poupador perdeu dinheiro também no acumulado de 12 meses, no período de março de 2014 ao mês de fevereiro deste ano, sendo que neste período a poupança teve um rendimento de 7,09% enquanto a inflação chegou a 7,7% de acordo com os índices medidos pelo IPCA.

Além da inflação, outro investimento muito utilizado pelos brasileiros e que também deu prejuízo foi o CDI – Certificado de Depósito Interbancário. O melhor investimento foi o Ibovespa, principal índice da Bolsa no país.

Retirar o dinheiro da poupança é uma medida urgente para não perder mais dinheiro, visto que o cenário tem previsão de uma melhora a curto prazo, porém, antes de transferir o dinheiro da poupança para outra aplicação é preciso avaliar bem todas as opções.

Importante observar que não existe uma aplicação que seja a melhor, há várias aplicações e cada uma tem o seu perfil de investir. É importante conversar com o gerente de seu banco e procurar se informar sobre cada uma destas opções para ver qual delas combina mais com o seu perfil de investidor.

Geralmente, as aplicações onde você pode deixar o dinheiro por um espaço maior de tempo sem mexer nele é que rendem mais, mas esta não é uma regra válida sempre, por isto é preciso cautela na escolha, além de procurar estar sempre se informando e ficar atento ao mercado, acompanhando as informações para saber quais as aplicações estão em alta e aquelas que estão em baixa.

Por Russel

Poupan?a


A poupança registrou um número recorde quando o assunto é a saída líquida de dinheiro, ou seja, as retiradas menos os depósitos.

Ao todo, a caderneta da poupança registrou nada menos que R$ 6,26 bilhões no mês de fevereiro. Vale ressaltar que este é o maior valor para a série histórica para todos os meses. É importante destacar que esta série teve início em janeiro de 1995. O dado aqui informado foi divulgado nesta quinta-feira, 05 de março, pelo Banco Central.

Um detalhe muito importante é que a saída da poupança em fevereiro acabou superando o recorde anterior, que já era do mês de janeiro de 2015. Ou seja, em 2015 já registramos dois valores históricos para a saída da poupança nos dois primeiros meses. O valor de saída em janeiro foi de R$ 5,528 bilhões. É importante ressaltar que esta retirada da mais tradicional modalidade de investimentos do Brasil está ocorrendo em um momento bastante delicado: alta da inflação, alta dos juros, dos tributos, bem como do endividamento das famílias, perda de rentabilidade e etc.

A situação é bastante desconfortante, pois em apenas dois meses o Banco Central já registrou uma retirada de R$ 11,79 bilhões da poupança. Se compararmos com o mesmo período do ano de 2014, apenas R$ 3,6 bilhões foram retirados.

Em números absolutos, o Banco Central informou que os depósitos na caderneta da poupança foram de R$ 135,9 bilhões. Já os saques somaram, ao todo, R$ 142,17 bilhões. Além disso, o Banco Central também informou que o volume total de recursos aplicados na caderneta obteve um recuo em fevereiro. O estoque de recursos em janeiro contava com R$ 660 bilhões, no entanto, em fevereiro passou a ser de R$ 658 bilhões.

É importante ressaltar que em 2014 o saldo encerrou na máxima da série histórica: R$ 662 bilhões. Já o ano de 2015 apresenta cenário bem distinto, haja vista a captação já estar negativa em R$ 11,8 bilhões.

Por Bruno Henrique

Dinheiro da poupan?a


A economia brasileira vem passando por diversas dificuldades desde o ano de 2014. Dessa forma, presenciamos alta nos juros e diversas outras medidas impopulares que o Governo Federal adotou visando superar a atual crise econômica. Um grande exemplo de aumento está na alta da taxa básica de juros da economia, a chamada taxa Selic. Essa taxa já chegou ao valor de 12,75% ao ano. Com isso, a poupança acabou perdendo atração e os investimentos em fundos ganharam mais destaque.

Para aqueles que não sabem, o aumento da taxa Selic para 12,75% ao ano acabou beneficiando os investimentos em renda fixa. Dentre esses investimentos, podemos destacar: DI, CDBs, LCIs e LCAs. Com isso, aqueles que possuem dinheiro para aplicar em tais investimentos poderão ganhar mais juros através de tais modalidades, pois as mesmas pagam uma porcentagem do CDI, uma taxa que é fixada diariamente pelos bancos e sempre acompanha a evolução da Selic.

Apesar do grande destaque dos investimentos em fundos, a poupança perdeu bastante competitividade neste atual cenário. Outro fator que acaba influenciado na baixa da poupança é a inflação. Portanto, os economistas recomendam um investimento baixo em poupanças, sendo que alguns dos economistas sequer cogitam a opção de investimento neste segmento, mesmo que a quantia seja baixa.

Uma das grandes sugestões dos economistas é o investimento em títulos do Tesouro Direto que estiverem atrelados à taxa Selic. No entanto, caso esteja interessado em investir através de fundos, a dica é buscar opções com taxas de administração inferiores a 1%.

O atual cenário é bastante complicado para investimentos, haja vista os juros elevados, pois neste cenário a Bolsa costuma não ter um bom desempenho. "Apesar de termos até ótimas opções de compras em um ambiente de retração econômica, as ações terão perda de valor e os dividendos pagos pelas empresas serão reduzidos frente a resultados ruins em seus balanços", destacou Miguel Ribeiro de Oliveira, economista da Anefac.

Além disso, para aqueles que pretendem investir no dólar, saibam que tal investimento não é aconselhado pelos especialistas. Porém, se o investidor pretende efetuar gastos na moeda estrangeira, o investimento pode ser lucrativo.

Por Bruno Henrique

Investimento

Foto: Divulgação


A moeda nacional do Brasil é o Real. Essa moeda que recebemos pelos trabalhos prestados e que merece melhor investimento para termos um retorno satisfatório. Devemos planejar a vida financeira, porque encontramos muitas mudanças no cenário econômico.

Adquirimos gastos pela indisciplina durante o uso incorreto desta moeda, no entanto, devemos planejar com o que vamos gastar, avaliar a necessidade do gasto e se é de prioridade tal investimento.

A palavra economizar, basicamente, significa que devemos gastar menos com algo do orçamento como, por exemplo, comparar preços antes de efetuar uma compra ou não e gastar menos energia elétrica e água em casa, ensinando ou estabelecendo metas com os demais integrantes da família.

Essa dica também vale para a conta de telefone. O uso deste somente para necessidades e negócios e atentar ao valor da tarifa cobrada. Hoje em dia as empresas de telecomunicações, geralmente, oferecem tarifas melhores para cada orçamento.

Ao economizarmos, tendemos gastar a mais com algo, por isso, é preciso e necessário obter metas voltadas ao hábito da poupança. Quando sobrar algum dinheiro, separe qualquer quantia e faça uma poupança e deixe render. Portanto, é conveniente gastarmos menos do que ganhamos; regrinha básica para o aumento de capital.

Com o dinheiro na poupança, o cliente tem opção de investimento com juros melhores, porém com algumas condições.

Existem várias maneiras de investimentos que podem adequar ao perfil de cada investidor e é importante o cliente manter-se informado desses investimentos com os gerentes dos respectivos bancos, escolhendo o que melhor atenderá cada situação.

Outra dica interessante é a inflação. O investidor deve proteger-se, ou seja, se você não protege o que poupou em investimentos com rendimentos que superem a inflação, terá uma queda no seu padrão de vida ao longo dos anos. Mesmo quando a inflação é baixa, a longo prazo ela pode ter um efeito negativo para seu negócio.

Por Railson Tomás de Araújo Lopes

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Quem tem algum dinheiro guardado na poupança pode investi-lo em outros fundos de investimentos com uma rentabilidade maior. Uma das aplicações que mais tem atraído os brasileiros é o Tesouro Direto. Trata-se dos Títulos Públicos, ativos de renda fixa, ou seja, o rendimento do valor investido é fixo e não variável como a poupança, que muda de acordo com a Taxa Selic. Para não complicar muito, é importante saber que os ativos de renda representam maior segurança e você saberá quanto irá receber no final.

O investidor é quem escolhe como irá investir seu dinheiro, tendo entre as opções mais interessantes as LTN (Letras do Tesouro Nacional), NTN-F (Notas do Tesouro Nacional – Série F) e NTN – B (Notas do Tesouro Nacional Série B). O ideal é que o investidor saiba que a taxa pré-fixada será maior que a taxa de juros básica da economia. Além disso, essas aplicações permitem ter o rendimento é nominal.

A LTN refere-se um título pré-fixado, ou seja, seu rendimento é definido na hora da compra. A vantagem desse tipo de título é o fluxo de pagamento simples, ou seja, o investidor aplica seu dinheiro e o valor de face (valor investido mais a rentabilidade).

A NTN – F refere-se a um título pré-fixado, e não há atualização no valor nominal. A vantagem é que o investidor pode negociar com ágio ou deságio de acordo com a oferta e a procura. O pagamento pode ser feito a cada seis meses a partir da data de emissão do título. No caso da NTN-F os pagamentos são feitos no primeiro dia de cada semestre.

A NTN-B é semelhante a NTN – F. Trata-se do empréstimo ao governo por meio da compra de títulos. Depois o próprio governo paga, mas com juros e é aí que há o retorno do dinheiro investido. Para saber mais sobre como investir, vá até seu banco e converse com o gerente. 

Por Robson Quirino de Moraes


A caderneta de poupança, reconhecida como um bom investimento nos anos 90, quando as altas inflações garantiam uma alta rentabilidade, vive momentos de oscilação, acompanhando a instabilidade do mercado financeiro brasileiro.

O Banco Central revela que, no mês de setembro, os depósitos da poupança superaram os saques em R$ 1,36 bilhão. O saldo total da caderneta passou de R$ 638,474 bilhões no mês de agosto para R$ 643,413 bilhões no mês de setembro. A informação foi divulgada pelo Banco Central na última segunda-feira, dia 06 de outubro.

Foram R$ 145,095 bilhões depositados e R$ 143,725 bilhões sacados. Contudo, no mês de setembro do ano passado, os depósitos superaram os saques em R$ 6,695 bilhões, uma diferença significativa para o mesmo período do ano corrente.

Acumulando os meses de janeiro a setembro de 2014, a poupança obteve captação líquida positiva de R$ 15,5 bilhões.

Mesmo com os altos e baixos, a poupança continua sendo uma boa opção para os investidores, principalmente para os pequenos e médios investidores, com um perfil mais conservador, uma vez que a caderneta de poupança é um investimento de baixo risco e que tem rentabilidade estável e segura.

A poupança chegou a ter sua rentabilidade abaixo da maioria dos investimentos entre os anos de 2011 e 2012, com uma baixa significativa da rentabilidade mensal. Contudo, com as mudanças nas taxas de juros e a taxa Selic, além de algumas mudanças adotadas pelo Governo Federal, a velha poupança voltou a ter rentabilidade mensal na casa de 0,5% ao mês, o que voltou a atrair novos investidores.

Outra vantagem da caderneta de poupança é a isenção de imposto de renda e outros impostos, diferente de outros investimentos que, apesar de ter maior rentabilidade mensal, descontam-se alguns impostos, o que acarreta, em muitos os casos, na equiparação dos lucros mensais ou até mesmo em uma superação da caderneta de poupança, se comparado a investimentos como CDB e CDI.

Por André César

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Os brasileiros estão ficando mais ousados e alguns até deixam a tradicional Poupança para investirem na Bolsa. Mas logo descobrem que investir na Bolsa requer mais trabalho, uma vez que na Poupança basta depositar seu dinheiro e conferir os rendimentos mensais, enquanto que na Bolsa seu dinheiro poderá ter que ficar investido por um longo período até dar um retorno satisfatório. E uma pessoa que conseguiu faturar R$ 420 mil na Bolsa, mas agora pretende sair, qual a melhor opção para investir o dinheiro?

Adquirir um imóvel para alugá-lo é um bom investimento, seja para aluguel residencial ou comercial, mas é preciso ter muito cuidado, verificando a localização do imóvel, vizinhança, infraestrutura do bairro e se há projetos futuros para a região, como a construção de avenidas, aeroportos, parques, shoppings, presídios, etc.

Vale lembrar ainda que, o dinheiro aplicado em um imóvel, para ser recuperado pode levar um bom tempo, já que para que um imóvel seja bem vendido, não pode ter pressa.

Mas, se a pessoa não quiser investir em um imóvel, quais seriam as outras opções? A aplicação sempre depende do aplicar, ou seja, se a pessoa é mais cautelosa, a poupança poderá ser a melhor alternativa, apresentando vantagens e desvantagens. A vantagem seria da praticidade e segurança, além do fato de que, todo mês você tem o seu rendimento, sendo assim, se precisar do dinheiro, basta esperar que se completem os 30 dias, para você ter o seu rendimento e então poderá sacar seu dinheiro. A desvantagem é que a poupança rende cerca de apenas 0,5% ao mês, o que é muito pouco diante de outros investimentos.

Aplicando R$ 420 mil na poupança você terá um rendimento de R$ 2.100,00 mensais. Se a poupança for a sua opção, a dica é não sacar todo o rendimento, procure reduzir suas despesas para que o rendimento de R$ 2.100,00 seja suficiente para você cobrir seus gastos mensais e ainda sobre um pouco, para você deixar em sua poupança e ir aumentando o seu capital. Se puder obter uma fonte de renda, para não mexer no rendimento de sua poupança, então seria perfeito.

Mas com um capital de R$ 420 mil, o LCI/LCA se torna opção de investimento bem melhor que a poupança. Basta conversar com seu gerente para ver as vantagens, sendo que se puder deixar por um período maior nesta aplicação as vantagens serão maiores que na poupança.

Por Russel

Dinheiro

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Você possui caderneta de poupança ou pensa em abrir uma? Se a resposta for positiva, esse artigo certamente irá auxiliá-lo a definir se essa é a melhor escolha. Vamos lá:

Se você parar para avaliar o rendimento da poupança durante alguns meses, perceberá que ele altera mês a mês. Conforme o valor investido, talvez não seja tão fácil notar, mas quem possui um valor relevante certamente perceberá a diferença. Para comprovar essa informação é simples: faça uma simulação do rendimento da poupança, utilizando um mesmo valor, em meses distintos. Isso é possível com a Calculadora do Banco Central, clique aqui para acessá-la.

Embora a caderneta de poupança esteja entre os investimentos favoritos dos cidadãos do Brasil, especialistas afirmam que ela não é 100% segura, tendo seu risco variado entre diferentes bancos.

Em comparação aos demais investimentos, a poupança é vista como segura e prática, porém os ganhos com ela são bem menos significativos que os demais. Exceto se na poupança estiver aplicado um valor alto, isso pode render muito, inclusive há pessoas que utilizam o rendimento como um salário.

Há períodos em que o rendimento da poupança fica menor que o da inflação em alguns produtos, portanto é possível encontrar no mercado financeiro outras aplicações financeiras que ofereçam melhores retornos para quem investe, bem como segurança em relação aos riscos. Para se ter ideia, o rendimento da poupança fica na casa dos 6% ao ano.

Se você está satisfeito com o rendimento da poupança, uma opção para melhorar ainda mais é o Certificado de Depósito Bancário (CDB), papel de renda fixa emitido por bancos. Assim como a poupança, eles são seguros, fáceis de resgatar, mas podem fornecer rendimentos maiores.

Para quem quer uma alternativa melhor que a poupança, são indicadas as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), Títulos do Tesouro Nacional, e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). 

Por Rafaela Fusieger

Investimentos

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Ter um dinheiro guardado na poupança já foi apontado como um dos melhores investimentos, mas isso foi há muitos anos atrás. Atualmente, quem tem dinheiro guardado na poupança pode acabar tendo é prejuízo. O problema é que muita gente acaba optando pela poupança pelo costume e não porque fez uma avaliação e viu que esta seria a melhor opção para o seu caso. Não existe o melhor investimento, existem investimentos que são melhores para uma ou outra situação.

Quem tem uma renda baixa e consegue separar apenas R$ 100 por mês deve pensar muito antes de escolher onde aplicar seu dinheiro. E tem o fato de que em determinado momento um investimento pode ser o melhor, mas depois de certo tempo poderá deixar de ser interessante e então é hora de buscar uma nova opção.

Quem está começando a fazer uma economia agora, com R$ 100 por mês, certamente vai ficar na dúvida se consegue um bom investimento, pois muitas aplicações exigem que o montante tenha um valor mínimo e assim a pessoa acaba ficando mesmo com a poupança.

Realmente, quanto maior for o seu capital, melhores serão as opções de escolha para você aplicar o seu dinheiro, mas nem por isso a poupança é a única alternativa para quem está começando agora. O dinheiro aplicado na poupança está rendendo na média de 0,5% ao mês, mais a Taxa Referencial, o que é muito pouco. Ao ano, a poupança rende pouco mais de 6%. Mas vale lembrar que a poupança é isenta do Imposto de Renda.

Uma boa alternativa é optar pela poupança no início e ir depositando os R$ 100,00 todos os meses. Depois de um tempo, quando tiver um montante maior, poderá optar pelos fundos de investimentos, mas cuidado, pois o Imposto de Renda incide sobre estes fundos, sendo:

  • 22,5% para aplicações até 180 dias;
  • 20,0% para aplicações de 181 a 360 dias;
  • 17,5% para aplicações de 361 a 720 dias;
  • 15,0% para aplicações acima de 720 dias.

Neste caso, quanto mais tempo seu dinheiro ficar aplicado melhor, então tenha a certeza de que neste período você não precisará mexer no seu dinheiro.

E enquanto seu dinheiro fica aplicado, você pode continuar economizando seus R$ 100,00 mensais na poupança, assim, quando sua aplicação vencer, se não estiver precisando do dinheiro, você poderá juntá-lo ao que está na poupança e fazer uma nova aplicação, única e com um montante maior, conseguirá melhores opções.

Por Russel


A poupança já foi um bom investimento. Há alguns anos atrás quem guardava seu dinheiro na poupança poderia fazer uma boa economia. Atualmente, aplicar seu dinheiro na poupança é um péssimo negócio.
Apesar disso, mais da metade da população brasileira que tem um dinheiro para investir, acaba optando pela poupança e o motivo é simples: falta de conhecimento.

O brasileiro tem essa cultura, de poupar na poupança e fica com preguiça de se informar sobre outros investimentos.

Quem aplica seu dinheiro na poupança, tem um rendimento médio ao mês de apenas 0,5%, não chegando nem a 7% ao ano. Quem aplica dinheiro na poupança dificilmente terá seu dinheiro corrigido de verdade.

O LCI e o CDB são ótimas opções de investimentos e que poderiam estar sendo utilizados por muitos brasileiros que continuam preferindo a poupança, por falta de interesse em se informarem sobre essas formas de investimentos.

Para se ter uma ideia, enquanto a inflação garante um rendimento bruto de 6,8%, o CDB quase atinge a casa dos 10%.

Se você reservar um tempo para fazer um controle financeiro, em pouco tempo poderá investir no LCI e LCA, garantindo maior rentabilidade e contando com a mesma segurança oferecida pela poupança.
O importante, ao investir seu dinheiro no LCI e LCA, é que você tenha um controle feito para poder saber que sua aplicação deverá ficar no banco por um período superior a 1 ano.

Outra alternativa mais interessante à poupança, são os CDBs de Liquidez Diária, além dos fundos DI, sendo que estes cobram o IR e também o IOF, mas mesmo assim são mais vantajosos, principalmente para quem precisará retirar parte do dinheiro antes do período de 1 mês.

Poupança hoje em dia, é somente para quem tem uma quantia muito pequena para investir, sendo que muita gente prefere a poupança até mesmo para não gastar o dinheiro, porque sabe que se ficar em casa, vai acabar comprando algo, mesmo sem precisar.

Para garantir maior rendimento então, a dica é “Controle Financeiro”. Se você tem uma poupança, continue depositando seu dinheiro nesta conta até conseguir um montante que lhe permita partir para outra aplicação.

E enquanto isso, gaste um tempo com seu gerente, conversando sobre as aplicações que o banco oferece e converse até com gerentes de outros bancos, para saber quando você poderá deixar de vez a poupança para investir seu dinheiro em uma aplicação que possa, de fato, garantir-lhe melhores rendimentos.

Por Russel

Dinheiro

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No mês de agosto, segundo informações do Banco Central, os depósitos superaram os saques na caderneta de poupança em cerca de R$ 518 milhões. Mas este número não é animador, visto que esta foi a menor entrada de recursos para meses de agosto desde 2006. Na época houve uma retirada de R$ 280 milhões.  

No acumulado deste ano, a captação da poupança somou R$ 14,16 bilhões, a menor entrada de recursos para este período do ano desde 2011. Se comparado ao anterior, houve uma queda bastante acentuada de 66,4%.  

Segundo o Banco Central, em agosto deste ano, os depósitos somaram R$ 135,57 bilhões, enquanto que as retiradas ou saques atingiram o valor de R$ 135,05 bilhões. O volume de rendimento creditado nas contas dos investidores alcançou R$ 3,6 bilhões no mês passado.  

Os números que não são animadores refletem, segundo especialistas, o cenário econômico brasileiro. A alta da inflação e o nível de endividamento das famílias brasileiras contribuíram significativamente para a queda de volume de entrada de recursos na poupança neste ano. Além disso, o processo, de aumento dos juros básicos da economia, conhecido como taxa Selic, diminuiu a rentabilidade da poupança frente a outras alternativas de investimento. Desta forma o brasileiro está optando por utilizar seu dinheiro em outros investimentos e deixando de lado o 'arquivamento' financeiro por meio da caderneta de poupança.  

Segundo cálculos da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), com a aparente estabilidade da taxa de juros em 11% ao ano desde o final do mês de maio, as aplicações na renda fixa mantêm um bom nível de atratividade e ganham do investimento na caderneta de poupança na maioria das situações.  

No entanto, especialistas avaliam que a poupança pode ser uma boa opção de investimento em algumas situações. Para pequenos poupadores o investimento na poupança pode ser o ideal. A opção também é bem-vinda para pessoas que buscam formar uma reserva em dinheiro para emergências.

Por William Nascimento

Poupan?a

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O indivíduo que optou por registrar suas economias na caderneta de poupança no primeiro semestre de 2014, não efetivou um bom desempenho financeiro. Ou seja, tal execução ao invés de propiciar ao investidor um aumento e resultado significante a totalização de um valor abundante e positivo, infelizmente se deparou não com o ganho, mas a perda de dinheiro.

A aplicação designada aos primeiros seis meses deste ano, permitiu a frustração da sociedade que efetivou o dinheiro acumulado à carteira de poupança. Pois, apesar do intuito ser relacionado primordialmente ao investimento e ótima progressão de desenvolvimento financeiro, a redução foi instituída ao quesito, desfavorecendo todos aqueles que compartilharam da aquisição.  

Esse fato ocorreu devido o proveito nominal referenciado pela poupança ter finalizado com grande redução, evidenciando a evolução da inflação. Essa descrição teve afirmação por estatísticas executadas através da empresa de consultoria Economatica.

Concernente a informações mencionadas pela empresa responsável pelos cálculos explicitados, a caderneta propiciou ao sujeito apenas 3,47% no primeiro semestre, enquanto a inflação a qual foi analisada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) obteve um rendimento maior, totalizando propriamente em 3,75%.

Avaliando dados expostos e concretizados a partir do ano de 1994, a empresa argumenta e implica a condição de que a poupança também participou de uma grande diminuição de valores comparada à inflação no início dos anos correspondentes 2003, 2008, 2011 e 2013. A aplicação feita pelo indivíduo diretamente a poupança, ultimamente não tem gerado lucros, e sim redução no valor.

A perda que se tornou mais evidente em relação a todos os anos que foram mencionados e afirmados com dano registrado, foi nos primeiros seis meses do ano de 2003, integrando impreterivelmente uma manifesta diminuição relacionado ao retorno real negativo.

Tal retorno foi interligado pela percentualidade de 0,77%. No primeiro semestre de 2014, a queda foi retribuída a 0,26% propiciando ao ano especificado o segundo lugar no período considerado.  

Por Lorena de Oliveira


Sempre quando pensamos em guardar dinheiro, a primeira palavra que vem à nossa mente é poupança. Mas, o que não sabemos é que com as mudanças que houveram nas regras de rendimento, muitas pessoas ficaram muito confusas a respeito do assunto.

As novas leis da poupança foram instituídas no dia 4 de maio de 2012, mas a rentabilidade só passou a valer quando a taxa básica de juros, denominada de Selic, foi reduzida para 8,5% ao ano. A partir desta mudança, a remuneração da sua poupança vai depender da taxa Selic, que é definida pelo Conselho de Política Monetária (Copom) mensalmente.

Se a Selic for menor que 8,5%, o rendimento passará a ser fixado em 70% da taxa Selic e mais a Taxa Referencial (TR), que será calculada a partir do rendimentos dos CDBs (Certificados e Recibos de Depósitos Bancários) mensais.

Veja agora como ficou na prática para quem aplicava R$ 500 na poupança por mês:

Antes: Com 0,5% ao mês + TR= R$ 2,74 por mês. Depois: Se a taxa Selic chegar a 7,5%, de acordo como previsto pelo governo, a poupança pode pagar até 5,25% + TR: nesse caso, o rendimento será de R$ 2,14 por mês.

Para prazos de investimentos que são inferiores a um período de quatro meses e com taxa Selic abaixo de 8,5% por ano, a conta poupança se torna a melhor opção, pois ela será isenta de Imposto de Renda e ainda oferecerá liquidez imediata.

Para períodos maiores, as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), que pagam normalmente a variação da taxa Selic, tornam-se um negócio mais atrativo, pois todos os custos são embutidos e variam de 0,3% ao ano para taxas de CBLC e de 0,10% do valor total investido no ato da compra.

Você precisa deixar o dinheiro aplicado no Tesouro por um período mínimo de quatro meses. Se você quiser ficar mexendo no dinheiro deverá optar pela poupança mesmo.

Por Daniela Almeida da Silva

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Guardar dinheiroé um fator essencial para quem pretende liderar sua carreira e ter liberdade financeira. Afinal, quem não consegue ter fôlego de sobreviver por pelo menos um ou dois meses sem trabalhar,  acaba não usufruindo de liberdade para tomar suas próprias decisões, como pedir demissão no futuro ou tomar uma atitude com ousadia,  sem perder o sono, com receio de ser demitido.

Fazer uma reserva pode ser mais fácil quando você possui um objetivo definido. O primeiro passo para começar é separar uma parte que deve ser investida, sem pensar nas suas despesas. Para quem ganha uma remuneração bruta de R$ 1,5 mil por mês, por exemplo, a dica é começar a economizar R$ 300 por mês, valor razoável, e que não exige grandes sacrifícios para poupar, podendo chegar a uma boa reserva depois de algum tempo. Quer tentar? Veja alguns exemplos abaixo:

– Guardar R$ 300 por mês:

Quem ganha R$ 1,5 mil por mês de remuneração bruta, pode juntar seus primeiros R$ 100 mil em até 13 anos se souber guardar 20% do seu salário todos os meses. 

– Ganhar R$ 50 mil reais:

Quem quer alcançar os primeiros R$ 50 mil, a dica é trabalhar com fundos de investimento ou poupança. Agora, a poupança se tornou um bom caminho, pois está alcançando rendimentos de 0,5%. Se a taxa de juros estiver baixa, o rendimento da poupança será equivalente ao do fundo fixo. Quando a taxa de juros subir, a poupança virará um mau negócio.

– Guardar de R$ 51 mil a R$ 100 mil:

Após juntar seus primeiros R$ 50 mil, você pode começar a investir a segunda parte deste dinheiro em fundo de ações, por exemplo. Esses investimentos devem ser de longo prazo, ou seja, acima de cinco anos, pois a Bolsa de Valores é uma opção muito interessante e atraente. Só não é bom começar a investir em ações por conta própria. Para pessoas leigas essa pode não ser uma boa opção.

Por Daniela Almeida da Silva


Como investir no tesouro direto?

O Tesouro Direto vendeu em outubro R$ 251,6 milhões em títulos, valor 14,3% superior ao de setembro de 2012. No mês, 4.135 novos participantes se cadastraram na modalidade de investimento de títulos garantidos pelo governo federal e com custos baixos de operação.

O número total de investidores cadastrados ao fim do mês de outubro atingiu 321.667, o que representa incremento de 20,2% nos últimos doze meses. Destaca-se a participação de pequenos investidores. As vendas de título até R$ 5 mil representaram 63,3% do volume aplicado em outubro. O valor médio por operação no mês foi de R$ 13.264.

Os títulos públicos são emitidos pelo governo federal com o objetivo de arrecadar recursos e, em troca, o investidor recebe sua aplicação com adicional, que varia de acordo com taxas de juros, índices de inflação, câmbio ou uma taxa fixa, definida na hora da compra.

Como investir no Tesouro Direto

A compra e venda de títulos públicos pode ser feita pelo próprio investidor ou por um agente autorizado, banco ou corretora. As operações podem ser feitas pela internet, no site do Tesouro ou no site de instituição financeira que tenha seu site integrado ao site do programa.

Em 2012, o Tesouro Direto anunciou medidas para atrair mais investidores. O valor mínimo por aplicação em compras agendadas, que antes era de R$ 100, baixou para R$ 30. Já para as compras não agendadas, o valor mínimo para compra caiu de 20% para 10% do valor total do título. Além disso, o teto mensal de compras por pessoa física subiu de R$ 400 mil para R$ 1 milhão.

Outro incentivo é a redução da taxa de negociação da BMamp;FBovespa. A partir da terceira compra realizada pelo agendamento prévio, a porcentagem cai de 0,10% para 0,05%, e caso o cliente opte pelo reinvestimento de seus rendimentos, será isentado desta taxa de negociação.

Quem não quiser se preocupar em gerenciar as operações poderá autorizar bancos e corretoras a efetuar compras e vendas dos títulos públicos. O site do Tesouro disponibiliza informações sobre esses agentes.

O retorno do investimento dependerá do tipo de título escolhido. Existem títulos prefixados, nos quais o investidor sabe exatamente quanto vai receber na data de vencimento do título já no momento da compra. Esse tipo é adequado para investimentos de médio prazo.

Há também títulos pós-fixados, com a rentabilidade vinculada a um indexador. Essa indexação pode ser à taxa básica de juros, a Selic, ecomendada para investimento de curto e médio prazo. Já os títulos indexados ao IPCA, inflação oficial, são recomendados para investimento de médio longo prazo, como aposentadoria, compra da casa própria ou educação dos filhos.

Confira aqui o quanto cada título rende.

Uma vez comprados, o investidor pode aguardar o vencimento do papel (data predeterminada para resgate do título), quando os recursos são depositados em conta. Os títulos podem ser resgatados sempre que necessário, antes do vencimento, pelo seu valor de mercado, uma vez que o Tesouro Nacional garante a recompra de seu título todas as quartas-feiras.

As taxas de administração e de custódia são baixas mínimo de 0,3% ao ano sobre o valor do título e o Imposto de Renda só é cobrado no momento da venda ou vencimento do título, para títulos pós-fixados.

Conheça os títulos

Entre os títulos prefixados estão as Letras do Tesouro Nacional (LTN), cujo rendimento é recebido no vencimento; e as Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F), com rendimento recebido ao longo do investimento, por meio de cupons semestrais de juros, e na data de vencimento, o que possibilita aumento de liquidez e oportunidade de reinvestimento.

Entre os pós-fixados, estão as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), cuja rentabilidade está atrelada à taxa Selic; as Notas do Tesouro Nacional série B Principal (NTN-B – Principal), atreladas ao IPCA; e as NTN-B, também indexadas ao IPCA, mas com pagamentos de juros semestrais ao investidor.

Balanço

Em outubro, destacou-se a demanda por títulos indexados ao IPCA, cuja participação nas vendas atingiu 77,3%, maior valor desde o início da série. Os títulos prefixados ficaram em segundo lugar entre os mais vendidos, com participação de 17,5% do total das vendas. Os títulos indexados à taxa Selic apresentaram participação de 5,2% nas vendas no mês.

As vendas de títulos com prazo entre 1 e 5 anos representaram 29,4% do total, e os títulos com prazo acima de 5 anos corresponderam a 70,6% do total, maior valor desde o início da série, reafirmando o papel do Tesouro Direto como opção de poupança de médio e longo prazo.

O estoque total do Tesouro Direto, que representa os títulos públicos em poder dos investidores, é de R$ 9,2 bilhões (incremento de 2,7% sobre o mês anterior e de 32,8% sobre outubro de 2011). Para consultar o Balanço do Tesouro Direto em sua versão completa acesse aqui.


Saldo líquido da poupança foi de R$ 8,252 bilhões em julho

O saldo líquido (depósitos menos retiradas) da caderneta de poupança foi de R$ 8,252 bilhões em julho deste ano, segundo informações do Banco Central. Esse foi o melhor resultado para o mês de julho desde o início da série, iniciada em 1995, e o mais alto desde dezembro de 2009.

Até então, a captação líquida no ano da poupança é de R$ 23,736 bilhões.

O saldo do mês passado ficou em R$ 459,442 bilhões, considerando os créditos de rendimentos.

Do total da captação líquida de julho, R$ 6,048 bilhões foram depositados em instituições financeiras que investem em crédito imobiliário. Já, as instituições que destinam o dinheiro ao crédito rural captaram R$ 2,203 bilhões em julho.

A partir do momento que o Governo realizou mudanças nas regras da remuneração da poupança, a captação líquida vem registrando recordes consecutivos. Ou seja, pelas atuais regras, o rendimento da poupança é de 70% da taxa Selic, mais o TR, toda vez que o juro básico registrado for igual ou menor a 8,5% ao ano. Atualmente, a Selic está em 8% ao ano.

Nos últimos três meses, foram depositados na poupança R$ 19,630 bilhões a mais do que as retiradas feitas, contra R$ 1,027 bilhão visto de janeiro a abril.


De acordo com especialistas a redução da taxa Selic em 0,75% irá tornar a aplicação na poupança mais vantajosa do que aquelas feitas em fundos de renda fixa. A conclusão foi divulgada em uma pesquisa realizada pela Anefac – Associação Nacional de Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade.

A discussão veio à tona após a divulgação do Banco Central de que a taxa básica de juros ficou em 9% ao ano.  O motivo da preferência pela poupança é o fato de não ser obrigatório o recolhimento do Imposto de Renda sobre os possíveis rendimentos nesse tipo de transação, além do mais a caderneta também é livre das taxas de administração cobradas por muitas instituições bancárias. Sobre a poupança, a Secretaria da Fazenda cobra uma taxa sobre o valor aplicado de 22,5% para o IR, sendo que após dois anos esse percentual cai para 15%

Para o estudo foram levadas em consideração as taxas arrecadas pelas companhias financeiras que variam de 0,5% a 2,5% por ano. Foi feito também uma simulação, na qual foi observada a rentabilidade da poupança com uma taxa de 0,54% mensais. 

Tendo como base esses parâmetros, os fundos de renda fixa ficariam abaixo dos rendimentos da caderneta, que logo passaria a ser uma opção mais interessante para os investidores. 

Por Joyce Silva


De acordo com dados do Banco Central o número de depósitos na poupança atingiu o valor de R$ 98,940 bilhões em março desse ano. Já as retiradas foram de R$ 96,395 bilhões.

Esses valores representaram uma captação de R$ 2,544 bilhões, sendo o melhor resultado para o período desde o ano de 1995.  Esse resultado contribuiu para compensar os números negativos de janeiro e fevereiro, que foram de R$ 2,838 milhões e R$ 412,520 milhões, respectivamente.

A captação líquida, de acordo com o BC, foi de R$ 2,129 bilhões. Entre os dias úteis do mês de março, 13 deles apresentaram saldos negativos, porém no último dia foi registrada uma entrada incomum de depósitos maiores que os saques. 

A soma dos rendimentos e da captação líquida atingiu o valor de R$ 2,119 bilhões, isso fez com que o estoque da poupança fosse para R$ 428,997 bilhões. Desse valor total, 78,75% são do SBPE – Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, sendo que a maior parte foi usada para financiamento habitacional, e 21,24% são referentes à poupança rural. Sendo que R$ 2,441 milhões são vinculados em contas mais antigas que estão sendo eliminadas com o tempo. 

Por Joyce Silva


As cadernetas de poupança não sofrerão nenhum tipo de alteração, essa foi a informação passada por Guido Mantega, Ministro da Fazenda.

Segundo o Ministro, a atual gestão não pretende adotar nenhuma mudança radical com relação às poupanças.

A justificativa foi dada em meio a uma série de fatores que despertaram a preocupação de especialistas. Segundo alguns profissionais, a crescente redução de juros feita pelo governo poderá fazer com que grandes investidores passem a adotar as cadernetas de poupança em detrimento aos fundos de investimentos. Essa tem sido a principal preocupação de analistas em todo o país.

Com essas seguidas reduções de juros, as poupanças poderão ser um investimento mais vantajoso, principalmente por não haver a necessidade de prestar contas à Receita Federal através do Imposto de Renda, além disso, esse investimento não exige o pagamento de taxas administrativas cobradas pelos bancos.

Outro problema apontado pelos analistas é o fato de que outros fundos são compostos por títulos que pertencem ao governo e que muitas vezes são usados para refinanciar dívidas públicas.

O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, já havia feito um pronunciamento sobre o assunto, na ocasião ele afirmou que os investimentos feitos na poupança não possuem ligação nenhuma com a DPF – renegociação da Dívida Pública Federal, mas a afirmação não acalmou o mercado financeiro que continua preocupado com as medidas que vem sendo adotadas pelo governo.

Por Joyce Silva


Tente imaginar o seu dinheiro sumindo de sua conta para que fosse salva a economia de seu país; não seria algo que te encheria de orgulho; mas esta estratégia não  foi assim tão pacífica. Simplesmente o seu dinheiro foi subtraído e não tinha nenhum plano paralelo para salvar o correntista. Era uma das medidas de um pacote de resgate a uma inflação de quase 29%.

Um prazo foi dado para todos os que sofreram com essa subtração em suas finanças, para entrar com um recurso de indenização até o dia 31 deste mês. Para isso a pessoa interessada tem que fazer um levantamento de toda a sua movimentação bancária nos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 1991 entre outras.

Não será preciso a contratação de advogados para indenizações até 40 salários mínimos, porém acima desse valor, até 60 salários mínimos, será indispensável a figura do profissional. Para muitas pessoas é um tanto complicado entender o cenário daquela economia, mas o importante é que chegou a hora da justiça para todas as pessoas que foram lesadas.

Então se caso tiver alguma dúvida entre em contato com o Banco Central pelo site www.bcb.com.br.

Por Gutenberg Feitosa


Novembro e dezembro são os dois meses em que o pagamento do 13º salário é realizado nas empresas. Levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) assinalou que o intento deverá inserir R$ 102 bilhões na economia brasileira neste ano, montante superior em 20% ao constatado em 2009, quando R$ 85 milhões foram pagos.

Especialistas, antecipando-se à atual euforia dos consumidores, recomendam que cada qual se preocupe em poupar dinheiro. Para Mauro Calil, educador financeiro, é interessante que os cidadãos destinem 50% do valor para aplicações, no entanto, quando há dividas, deve-se descrevê-las e saber a causa do endividamento. Caso sejam constatados gastos acima de ganhos, o consumidor tem de estar atento, cortar despesas e elaborar, deste modo, uma educação financeira.

De acordo com Reinaldo Domingos, consultor financeiro presidente da Dsop Educação Financeira, gastos de final de ano e viagens podem estar na pauta dos consumidores desde que a pessoa já tenha elaborado seu planejamento e, sobretudo, que não precise quitar dívidas contraídas ao longo do ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online


Para começar investir não é muito fácil, é necessário programar-se para fazê-lo.

O primeiro passo é separar as despesas mensais e a quantia o qual você deseja investir seja em ações ou poupança.

Este planejamento deve ser feito minuciosamente para obter uma boa rentabilização durante o mês sobre o valor que foi investido.

Feito todo o planejamento o valor investido futuramente poderá ser utilizado para começar a formar o seu patrimônio, mas atenção é necessária muita disciplina.

Após toda essa análise de gastos mensal e quanto você poderá poupar, é muito mais fácil saber como alcançar os seus objetivos.

Por Paula Ribeiro

Fonte: Ágora


Segundo dados divulgados pelo Banco Central nessa sexta-feira (4), a caderneta de poupança fechou com uma captação positiva de R$ 3,1 bilhões no mês de agosto. O resultado é a diferença entre depósitos e saques efetuados em dias úteis no mês passado.No total do ano, os depósitos superam os saques em  R$ 12,2 bilhões.

No ano passado a marca de R$ 12 bilhões só foi alcançada em novembro. Em Abril, o resultado acumulado estava negativo em R$ 1,5 bilhão. Houve uma recuperação em maio e em agosto o resultado ficou positivo em R$ 13,7. A captação de agosto, segunda maior do ano, ficou abaixo da de julho que foi de R$6,7 bilhões.





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