A ANP (Agência Nacional do Petróleo) afirmou nessa última terça-feira, 23 de outubro, que irá acompanhar a desapropriação da refinaria de Manguinhos pelo governo do Rio de Janeiro. Na semana passada Sergio Cabral, governador do Rio, anunciou a medida em discurso em comunidade próxima à refinaria.

Hoje, no dia 24 de outubro, ocorrerá uma reunião entre a diretoria da ANP para debater o caso. Alla Kardec, um dos diretores da APG afirmou que já receberam o decreto de Sergio Cabral que institui a desapropriação. Kardec afirma que o decreto "certamente" estará na pauta da reunião da ANP.

Além dos problemas com o pagamento de imposto por parte da refinaria de Manguinhos ao governo do Rio de Janeiro, motivo da desapropriação, o governador do Rio afirma que o combustível vendido pela refinaria é de baixa qualidade. Recentemente, denúncias de adulteração de combustíveis vinham sendo feitas contra Manguinhos. Fato que a empresa negou em nota.

Já a ANP, de acordo com Kardek, tem feito fiscalizações periódicas nos produtos vendidos pela refinaria. Segundo ele, teriam sido 49 fiscalizações nos últimos 22 meses. Com uma média de fiscalizações superior a duas por mês, enfatizou.

Por Matheus Camargo


Petrobras afirma ter encontrado na Bacia de Santos um novo poço com petróleo de alta qualidade. O poço denominado tecnicamente pela empresa de 3-BRSA-1101-SPS é conhecido como Carioca Norte e faz parte do sistema de exploração do pré-sal na bacia petrolífera de Santos.

De acordo com a empresa petroleira brasileira, o poço esta em águas ultra-profundas com 5.576 metros de profundidade máxima. O poço Carioca Norte esta localizado a uma distância de 275 km do litoral norte de São Paulo.

Esses resultados são importantes para a exploração, pois o sistema do pré-sal possuiu altos custos de operação e com uma baixa qualidade do petróleo nos poços poderia elevar ainda mais os custos com a necessidade processos adicionais de beneficiamento. Com esse resultado, segundo a empresa, a estrutura petrolífera de Carioca confirma a boa qualidade do petróleo, esse é o quarto posso perfurado a apresentar bons resultados na região.

A área petrolífera Carioca é denominada tecnicamente como bloco BM-S-9 e é explorada pela Petrobras em parceria com a BG E&P Brasil e a Repsol Sinopec Brasil. A Petrobras é a petroleira com participação majoritária contando com 45%, seguida de 30% da BG e 25% da Repsol.

Por Matheus Camargo
 


A Refinaria de Petróleo de Manguinhos, a única não controlada pela Petrobras no país, pediu para que a Bolsa de Valores de São Paulo interrompesse as negociações de suas ações nessa segunda-feira. O motivo, segundo a empresa, é que o governo do Rio de Janeiro anunciou que irá entregar com ação para pedir a expropriação das terras da refinaria para a construção de um programa habitacional público.

O motivo da interrupção do comércio de ações da empresa foi justificado por ela para obter informações mais detalhadas sobre o plano do governo carioca. A refinaria de Manguinho foi responsável pelo processamento de 3,5 milhões de barris de petróleo no último ano. Segundo os dados de produção da empresa.

As operações de Manguinho, no entanto, vêm sofrendo com a política de preço de combustíveis levada pela Petrobras. Isso se deve ao fato de que a Petrobras vende os combustíveis no mercado interno a um preço inferior ao do mercado internacional.

Como a Refinaria de Manguinhos não possui ativos de produção de petróleo, ela é obrigada a pagar os preços internacionais do produto e não consegue fazer-se competitiva frente à Petrobras.

O governo do Rio disse que a expropriação do terreno da empresa deve custar 170 milhões de reais e outros 200 milhões devem ser gastos para a limpeza de matéria tóxica no local.

Por Matheus Camargo


Nesta terça (11), os preços dos contratos futuros de petróleo terminaram o dia em alta em Nova York.

O mercado está apostando em uma intervenção do banco central norte-americano e também por uma queda das reservas de petróleo.

O barril de “light sweet crude” (WTI) com entrega no mês de outubro, teve uma elevação de 63 centavos de dólar com relação ao fechamento de segunda no New York Mercantile Exchange (Nymex), com o valor de US$ 97,17.

Já no Interncontinental Exchange (ICE), o barril de Brent do Mar do Norte teve alta de 59 centavos de dólar, a US$ 115,40.

Segundo especialistas, as medidas de estímulo do Fed, sendo principalmente as injeções de liquidez, conseguem debilitar o dólar e favorecem as matérias-primas, o que faz impulsionar as compras de petróleo.

Os investidores também tomaram posições a favor para uma queda das reservas norte-americanas, pois a produção deve ter sido afetada pela passagem do furacão Isaac pelo Golfo do México.

Nesta quarta, o Departamento de Energia (DoE) vai publicar as cifras semanais e operadores esperam uma queda significativa, podendo ser até a mínima em cinco meses.


Economia.

Nesta segunda (27), os preços dos contratos futuros do petróleo finalizaram o dia em queda em Nova York.

O mercado se apresentava mais calmo frente ao impacto da tormenta tropical Isaac na infraestrutura petroleira do golfo do México.

De acordo com os dados, o barril de West Texas Intermediate para a entrega no mês de outubro teve queda de 0,7%, ou em US$ 0,68, para US$ 95,74, no New York Mercantile Exchange (Nymex).

Tal resultado teve influência pelo fechamento de refinarias do Gol do México devido a aproximação da tempestade Isaac na costa americana.

No mercado de Londres, o comércio esteve fechado com o feriado que acontecia na região.

Com relação as operações eletrônicas, o barril de Brent do mar do Norte que é negociado no Intercontinental Exchange (ICE) para a entrega no mês de outubro teve queda de US$ 1,25 frente ao fechamento de sexta, que tinha cotação a US$ 112,26.





CONTINUE NAVEGANDO: