A empresa Vagas Tecnologia anunciou uma pesquisa que aponta quem um em cada quatro trabalhadores busca um emprego temporário para pagar dívidas. Os dados são sobre os currículos cadastrados em sua base de dados.

De acordo com a pesquisa, cerca de 59% dos trabalhadores que buscam empregos temporários já tem outra fonte de renda fixa. Estes profissionais estariam à procura de uma renda extra para conseguir quitar dívidas acumuladas.

Esses dados estão em consonância com as análises sobre o grau de endividamento das famílias brasileiras. De acordo como informações do Banco Central, cerca de 22,44% das famílias no Brasil estão comprometidas com o pagamento de dívidas. Entre julho e setembro, o grau de inadimplência dos contratos de empréstimo realizados no país ficou em 7,9%.

Fernanda Diez, da Vagas Tecnologia, afirma que houve uma mudança no perfil dos candidatos aos empregos temporários. Segundo ela, anteriormente essas vagas de trabalho eram buscadas por pessoas que não tinham uma renda fixa, ou seja, estavam desempregas e buscavam obter alguma renda com as oportunidades de trabalho no final do ano. Agora, os candidatos estão mais interessados em arrumar uma complementação em sua renda já existente.

Esses candidatos que já possuem renda fixa geralmente tendem a buscar empregos temporários em setores com horários flexíveis de trabalho, como no setor de comércio e de serviços.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nessa segunda-feira, dia 5 de novembro, uma pesquisa sobre o  Índice de Confiança do Comércio. De acordo com os dados da pesquisa, o indicador ficou em 130,6 pontos em outubro, uma subida diante dos 128,0 pontos do mês anterior.

Com isso, o índice de confiança dos empresários do comércio nacional está chegando perto do patamar histórico, segundo a FGV. Esse patamar é de 130,8 pontos. Esse dado indica para a fundação um sinal de aquecimento no setor.

Esses resultados foram obtidos após sucessivas quedas da confiança dos comerciantes sobre os resultados do setor no Brasil. Comparado com os meses de agosto a outubro de 2011, os resultados que fecharam outubro desse ano apresentam uma queda de 0,7 por cento. Em relação às médias do indicador entre julho e setembro de 2011, no mesmo período desse ano a queda é de 3,1 por cento.

Com a diminuição da queda em comparação com os mesmos períodos do ano passado, o comércio parece ver suas expectativas de bons negócios avançarem nos últimos meses de 2012. No setor do varejo restrito, varejo ampliado (setor de venda de automóveis e materiais de construção) e no setor de atacado, houve índices melhores nessas bases de comparação.

Por Matheus Camargo


Segundo pesquisas da Fiesp, Federação das Industrias do Estado de São Paulo, a fatia da participação da indústria no PIB deve cair para 14% no brasil este ano. Paulo Francini, diretor de pesquisas da Fiesp afirma que a participação do setor industrial no PIB, Produto Interno Bruto,  brasileiro deve cair dos atuais 14 , 6% para um valor de 14 por cento.

De acordo com Francini, os dados coletados pela Fiesp apontam para uma desindustrialização do país. O indicador de atividade industrial medidor da produção industrial no Brasil tem apresentado constantes recuos quando comparado com a evolução do BIP. Segundo ele em 2002 a indústria representava cerca de 18% do PIB nacional.

Os dados da Fiesp apontam também que o setor deverá empregar menos gente em 2012. Pelas perspectivas de Francini poderá haver um recuo de 75 mil vagas de emprego na área da industria de transformação. Segundo ele 2012 “está condenado” em relação ao níveis de emprego industrial.

A situação complicada da indústria de transformação no país se deve a retração econômica da Europa e a desaceleração do crescimento da China. Francini declara que haveria uma capacidade instalada excedente de indústria de transformação para os níveis de consumo mundial.

Por Matheus Camargo


Pesquisa da ABECS, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, aponta que 75% da população economicamente ativa no Brasil já possui um cartão bancário, ou de crédito ou de débito.

Em 2008 a parcela da população que utilizava algum tipo de cartão em suas compras era de 68%. De acordo com a pesquisa atual em 2012 essa parcela chegará a 75%. Ainda segundo a Associação, o uso de papel moeda em espécie nas transações comerciais no país caiu para 38% contra uma subida de 23% nas transações financeiras com cartão de débito.

A ABECS realizou a pesquisa em parceria com o Datafolha e ela foi publicada em seu site.  Avaliando a série histórica da pesquisa, que já está em sua quinta edição, o presidente da ABECS afirma que a tendência de crescimento de transações financeiras com cartão no Brasil  deve continuar em 2013.

A pesquisa informa também que a forma de pagamento mais comum nos estabelecimentos comerciais são os cartões, com uma participação de 58% nas transações. De todos os meios de pagamento aquele que perdeu mais espaço foram os cheques, que apresentaram uma queda na participação de 7% para 3% em relação ao ano de 2008.

A pesquisa mostra ainda que o Brasil é o sétimo país no ranking mundial de transações financeiras com cartões de crédito em volume de dinheiro.

Por Matheus Camargo


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, auferido pelo IBGE teve uma variação positiva de 0,57% em setembro. O índice é 0,16% acima dos 0,41% registrados no mês de agosto. O acumulado do IPCA de 2012 esta agora em 3,77%. O que representa uma expressiva queda em relação ao mesmo período do ano passado, quando o incide alcançou 4,97%.

Os grupos de produtos que apresentaram as maiores altas foram a alimentação (com 1,26%), seguido dos itens de despesas pessoais (com 0,73%) e a habitação que ficou 0,71% mais cara.

Repetiu-se em setembro o que aconteceu com o IPCA de agosto, os alimentos ficaram  na liderança da alta de preços. No mês anterior, os preços de alimentos ficaram 0,88% mais caros de acordo com o índice.

Nesse mês, o produto que teve maior impacto na subida no IPCA foram as carnes, que subiram individualmente 2,27%. Outros produtos que fazem parte da alimentação básica das famílias também tiveram altas expressivas, como o arroz com 8,21%, em média, o pão francês com 3,17% e o frango, cujos preços subiram 4,66%.

No terceiro grupo de produtos e serviços que mais subiram foi a habitação. Nesse grupo as maiores altas de preços foram observadas com gastos em energia elétrica, com uma elevação de 0,83%. Na seqüência os serviços que apresentaram maior aumento de preços foram os  alugueis residenciais com 0,61% e condomínio, com uma taxa de aumento de 1,19% no mês de setembro.

O único grupo de produtos e serviços cujos preços apresentaram queda em setembro foram os transportes, com uma variação negativa de 0,08%.

Por Matheus Camargo


Previsão da inflação para 2012 foi elevada novamente

Segundo a pesquisa Focus do Banco Central divulgada no dia de hoje (10/08), a projeção para a inflação neste ano foi elevada pela 5ª vez seguida, para 5,11% ante 5% na semana anterior.

Já, a perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi reduzida, para 1,81% ante 1,85% de antes.

A expectativa para a Selic ficou mantida em 7,25% no final deste ano.

E a produção industrial teve um ajuste de -1% neste ano em relação à retração de -0,69% de antes. De acordo com o IBGE, a produção da indústria apresentou queda de 3,8% no 1º semestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

Por fim, a projeção para o crescimento do PIB em 2013 ficou mantida em 4%, e a previsão para a expansão da indústria caiu de 4,4% para 4,3% para o ano que vem.


Segundo a pesquisa anual realizada pela consultoria Kelly Services, a maior parte dos trabalhadores em todo o mundo pensa em mudar de emprego. Os entrevistados também fizeram revelações sobre os fatores que influenciam na hora de optar por uma determinada empresa ou vaga específica.

Ao todo foram entrevistadas 170 mil pessoas de diferentes faixas etárias e de 30 países das regiões da Ásia, Europa, África, Oriente Médio e Américas.

Segundo a pesquisa, 44% dos entrevistados se sentem desvalorizados pelas empresas em que trabalham. Além disso, 66% das pessoas expressaram a vontade de procurar uma nova colocação no próximo ano.

Ainda de acordo com a pesquisa, os profissionais da Geração X (que abrange a faixa etária de 31 a 48 anos) são os mais propícios a pedir demissão.

Com relação aos pontos importantes na hora de escolher um novo emprego, a pesquisa revelou que a reputação corporativa é o principal atrativo levado em consideração, esse fator foi apontado por 58% dos entrevistados. Em segundo lugar está a localização com 52%.

Com relação à qualidade de vida, o grupo que mais valoriza esse aspecto é o dos Baby Boomers (profissionais com idade entre 49 e 66 anos), sendo que a Geração Y (com idade entre 19 e 30 anos) procura maior crescimento profissional e pessoal na hora de escolher um novo emprego.

Fonte: Marketwire

Por Joyce Silva


A cidade de São Paulo apresentou um aumento no custo de vida no mês de março de 0,59% quando comparado ao mês anterior. As informações fazem parte do ICV (Índice do Custo de Vida), calculado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O estudo também apresentou o ICV acumulado nos últimos 12 meses, nesse caso o aumento foi de 5,49%.

Analisados separadamente, os grupos que mais influenciaram o resultado foram o de habitação (com alta de 1,19%) e o de alimentação (com alta de 0,62%).

No grupo de habitação, os maiores responsáveis foram os valores referentes ao condomínio e aos impostos, juntos esses dois fatores tiveram um aumento de 1,57%.

Já com relação à alimentação, os maiores aumentos foram encontrados nos produtos considerados in natura e semielaborados, que tiveram alta de 0,59%.

Pesaram também os gastos referentes à saúde, os reajustes dos convênios e seguros médicos tiveram alta de 0,68% e as consultas médicas aumentaram 0,74%.

Por Joyce Silva


Recentemente a plataforma para sites Vtex fez uma pesquisa com seus clientes para analisar o crescimento do número de acessos aos sites de e-commerce via dispositivos móveis. A empresa está presente em 150 países e é base para sites como Polishop, Daslu, Walmart, Nokia e Trip Linhas Aéreas.

O resultado da pesquisa mostrou que os dispositivos móveis (tablets, celulares e smartphones) são responsáveis por uma porcentagem entre 10% e 15% do número de acessos aos sites de comércio eletrônico no Brasil.

De acordo com Geraldo Thomaz, CEO da Vtex, até dezembro deste ano os dispositivos móveis representarão 20% dos acessos aos sites de clientes da sua plataforma. E, conforme ele, esse número não é devido apenas ao grande número de smartphones no mercado, mas também ao fato de aumentar o número de novos projetos para sites em versão mobile.

Com certeza isso nos mostra que o mercado mobile vem crescendo constantemente e não pode passar despercebido.

Por Guilherme Marcon


Apesar de outras formas de pagamento disponíveis, o cheque continua sendo bastante utilizado.

De acordo com uma pesquisa feita pela TeleCheque, empresa que analisa o crédito para esta modalidade de pagamento, o aumento do pagamento de compras via cheque no ano passado foi de 27,62%.

O estudo ainda apontou que, em média, o valor das compras foi de R$ 279,95, também registrando aumento se comparado a 2010, quando foi R$ 219,37. Nesta avaliação, o crescimento foi de R$ 60,58.

A empresa que realizou a pesquisa utilizou como base as transações relacionadas aos setores de alimentação, calçados, educação, combustíveis, automotivos, joalheria, eletroeletrônicos, máquinas e peças, material de construção, loja de departamentos, móveis, saúde, decoração, turismo, serviços, vestuário e entretenimento.

Segundo o estudo, em São Paulo, as compras à vista pagas com cheque tiveram valor médio de R$ 348,57. A prazo, o valor médio foi de R$ 255,85, registrando alta de 38% se comparado ao ano de 2010.

Com essa alta na preferência por compras a cheque, o brasileiro fica sujeito a pagar cada vez mais juros, o que, para o bolso do brasileiro, não é nada interessante.

Fonte: TeleCheque

Por Matheus Camargo


Segundo um levantamento realizado pela Abima (Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias), o setor de pães industrializados no Brasil cresceu 56% no período de quatro anos, o estudo foi realizado em parceria com a empresa de consultoria Nielsen e levou em consideração os anos de 2007 a 2011.

O valor das transações envolvendo o setor chegou a atingir R$ 3,2 bilhões. Foram analisados também os bolos feitos industrialmente, que cresceram 46% (levando em consideração o mesmo período) e atingiram um patamar de R$ 590 milhões no ano passado.

Com relação ao volume comercializado, o pão de forma alcançou um valor superior a 990 milhões de toneladas, já os bolos alcançaram a marca de 299 milhões.

Para o presidente da Abima, Claudio Zanão, esse resultado é o reflexo da procura das pessoas por uma alimentação mais saudável, o que fez com que o consumo de pão aumentasse nos últimos anos. Para ele, os brasileiros procuram variedade de pães, como os integrais e os com grãos, por esse motivo as empresas costumam lançar diversas novidades constantemente.

A pesquisa também analisou o consumo per capita dos pães. De acordo com os dados divulgados, cada habitante consumiu 5,2 kg de pão em 2011, sendo que em 2007 esse valor era de 4,2 kg. Já com relação aos bolos, o consumo subiu de 1,2 kg em 2007 para 1,6 kg em 2011.

Por Joyce Silva


A Secretaria de Assuntos Jurídicos da cidade de Santo André divulgou o resultado da pesquisa feita pelo Procon da cidade referente aos valores cobrados pelos ovos de Páscoa na região.

De acordo com os dados revelados pela instituição, a diferença de preços entre as lojas ultrapassou o teto de 50%

Ao todo foram pesquisados doze estabelecimentos. O produto que mais apresentou diferença nas lojas físicas foi o Nestlé Classic 9, que em alguns lugares foi encontrado com o preço de R$ 3,15 e em outros com o preço de R$ 4,99, o que corresponde a uma diferença de 58,41%. Além desse, também foram registradas diferenças significativas no Kinder Ovo Max (cujo preço variou de R$ 22,80 a R$ 34,90, o que corresponde a uma diferença de 53,7%) e no Lacta Trakinas (que variou de R$ 9,90 a R$ 14,90, o que corresponde a uma diferença de 50,50%).

O levantamento também foi feito junto às lojas virtuais que vendem esse tipo de produto, nesse caso a diferença média chegou a 60%. O ovo de Páscoa Lacta ao Leite estava sendo vendido a R$ 20,49 em um determinado portal, enquanto em outro o valor era de R$ 32,90, ou seja, uma diferença de preços de 60,57%. Ao todo foram consultadas cinco lojas virtuais.

Por Joyce Silva


O estudo "O Observador Brasil 2012", realizado por empresas privadas, apontou que a classe C continua crescendo no Brasil. Cerca de 2,7 milhões de pessoas foram incorporadas a este segmento, totalizando 103,054 milhões de brasileiros no ano passado.

A classe DE diminuiu, sofrendo uma redução de 47,948 milhões de pessoas para 45,243 milhões. Já a classe AB sofreu alta, mas num ritmo menor, passando de 42,195 milhões de brasileiros para 42,434 milhões.

Todos os dados são relativos ao período de 2010 para 2011.

De acordo com o levantamento, os dados demonstram que a estrutura das classes econômicas brasileiras continua sendo na forma de um losango, deixando para trás a tradicional forma de pirâmide.

Em porcentagem, a classe C agora detém 54% da população, sendo que em 2010 era de 53%. Comparando com o primeiro ano do estudo, feito em 2005, o aumento deste segmento de renda foi de 20 pontos percentuais, indo de 34% para 54%.

Em contrapartida, a classe DE encolheu muito no período, o que demonstra que o nível econômico dos brasileiros vem aumentando. Em 2005, a classe DE representava 51% do total e hoje está em 24%. Já a classe AB cresceu de 15% para 22%.

Fonte: O Observador Brasil

Por Matheus Camargo


Os juros cobrados pelas instituições financeiras referentes aos empréstimos pessoais apresentaram índice estável no mês de março no estado de São Paulo, a informação foi divulgada através de uma pesquisa realizada pela Fundação Procon.

De acordo com o estudo, o valor médio das taxas de juros foi de 5,87%, o que representa um acumulado de 98,31% ao ano.

Outro ponto abordado pela pesquisa foi com relação aos juros do cheque especial, a média nesse caso foi de 9,54%, o que representa 198,4% ao ano. A variação foi de 0,01% na comparação com janeiro e fevereiro, a média foi considerada estável pelos especialistas.

A pequena alta na taxa cobrada no cheque especial teve como principal causa a elevação de 0,03% nos juros cobrados pelo HSBC, sendo que as outras instituições financeiras não apresentaram variação.

Ao analisar os bancos isoladamente, a menor taxa cobrada foi apresentada pelo Banco do Brasil e a maior pelo Itaú.

O estudo contou com a participação de sete bancos que atuam no Brasil, foram eles: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Safra, Santander e HSBC.

Por Joyce Silva


De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceira com o SPC Brasil, o número de consumidores inadimplentes apresentou a segunda alta consecutiva. O aumento chegou a 0,97%, quando comparado os meses de fevereiro de 2012 e 2011.

Segundo a Confederação, a pesquisa revela uma situação persistente de endividamento por parte da população nesses primeiros meses do ano.

Ainda segundo a instituição, duas variantes contribuíram para essa situação. A primeira variante corresponde à combinação das altas taxadas de juros e da retirada de incentivos para o consumidor, essa medida estava em vigor até meados do ano de 2011. A outra variante aconteceu no segundo semestre do ano passado, quando o crescimento econômico do país foi considerado abaixo do esperado devido à crise que atinge países europeus, ou seja, o agravamento da crise econômica mundial.

Outro ponto abordado pelo estudo foi com relação às vendas a prazo, que apresentaram uma queda superior a 5%, quando comparados os meses de fevereiro e janeiro desse ano.

Uma boa notícia para o setor foram os números referentes aos cancelamentos de registros, esse índice mede o crédito e sua recuperação no segmento de varejo. De acordo com o estudo, esse número foi positivo e fechou o mês com alta de 0,27%.

Por Joyce Silva


Um levantamento realizado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) apontou que o preço de certos medicamentos pode variar em até 200% de farmácia para farmácia.

Foram selecionados 24 medicamentos para análise, durante o período de 20 de dezembro a 09 de janeiro.

Ao todo, foram observados 91 valores distintos e a diferença entre o menor e o maior preço chega a ultrapassar 60%.

Tais discrepâncias nos valores acabam causando certo desconforto no consumidor, uma vez que, caso ele não saiba se o preço estipulado em determinada drogaria é apropriado ou não, ele pode vir a pagar muito mais pelo produto.

Um dos piores casos listados foi o de antibióticos. A amoxicilina, por exemplo, variou de R$ 6,03 a R$ 20,09. Isso mesmo, uma diferença de mais de R$ 14,00!

O Idec acredita que o motivo para perceptíveis diferenças de preços se deve ao fato da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) estabelecer valores máximos. No entanto, certas drogarias comercializam o produto 80% mais barato. Infelizmente, esse desconto pode ser retirado a qualquer instante, o que acarreta na variação de preços.

Por Nestor Turano Junior


Os gastos com acampamentos de carnaval devem movimentar cerca de R$ 500 milhões neste ano de 2012. O motivo desse valor é a alta procura por esse tipo de atividade entre jovens e adolescentes. Segundo dados fornecidos pelo portal CREIO, cerca de 1/3 dos jovens religiosos irão aproveitar a semana de folia para participar de acampamentos da igreja.

Esse valor calculado pelo CREIO é referente não só aos gastos diretos como os indiretos (como o aluguel de sítios, ônibus, além da contratação de serviços temporários).

A previsão de especialistas no assunto é que cerca de 5 milhões de pessoas aproveitem o período para confraternizarem com outras congregações.

Assim como outras datas grandiosas no país, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o carnaval também é considerado como um dos períodos mais favoráveis para a geração de empregos, negócios e renda.

De acordo com dados divulgados pela Sedeis (Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro), espera-se que esse ano o carnaval movimente mais de US$ 628 milhões somente no estado do Rio de Janeiro.

Vale lembrar que os retiros não entram na contagem do governo, o que faz com que esse valor seja ainda maior.

Por Joyce Silva


Quem está acostumado a comprar pela internet deve saber que está contribuindo para o crescimento do comércio online, principalmente relacionado ao próprio território brasileiro.

Por falar em números, estudos indicam que no ano passado as vendas pela internet movimentaram exatos R$ 18,7 bilhões, com crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a e-bit, empresa especializada em informações sobre o comércio virtual. A meta principal das empresas virtuais para este ano é lucrar 25% a mais do que os valores já indicados.

De acordo com a pesquisa, 32 milhões de consumidores fecharam negócios nos sites de comércio eletrônico cadastrados na empresa. A maioria dos sites são de compras coletivas, que fornecem promoções diversas pela web e movimentam grande parte do comércio online. Em 2010, os números correspondiam a 23 milhões.

A maior surpresa revelada pela pesquisa é que os maiores consumidores de produtos pela web são da classe C. O ranking das mercadorias mais vendidas foi mudando de ano para ano, até que os registros feitos para chegar a tais resultados pudessem ser comprovados.

Fonte: Brasil 247

Por Jéssica Monteiro


De acordo com o cálculo do Índice do Custo de Vida (ICV) realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o custo de vida na cidade de São Paulo teve alta de 1,32% em janeiro, sendo que em dezembro de 2011 a taxa ficou em 0,5%. O grande responsável por esse aumento foram os gastos com educação e leitura, que tiveram um aumento de 7,17%.

Os reajustes de mensalidades, de acordo com o Dieese, foram os que mais pesaram no bolso dos paulistas, em cursos formais o aumento de mensalidades chegou a 8,5%.

Na área de educação, o maior aumento se deu nas escolas de educação infantil (com 10,17%), em seguida aparecem as instituições de ensino fundamental (com 9,9%) e as de ensino médio (com 9,88%).

O acúmulo total da taxa do ICV foi de 6,12% nos últimos 12 meses.

Já a taxa anual no transporte sofreu uma queda, passou de 7,83% para 4,44% em 2011, o motivo foi a saída do aumento de 11,11% nas tarifas dos ônibus municipais, que vigorou em janeiro do ano passado.

Por Joyce Silva


A renda média dos trabalhadores do Rio de Janeiro teve uma alta de 33,8% entre 2003 e 2011, é o que revela a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice ficou acima dos apresentados por outras cidades, a cidade maravilhosa ultrapassou pela primeira vez a metrópole São Paulo, cidade que costuma apresentar o maior índice de renda do Brasil.

Com relação ao poder de compra, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro teve um aumento de 33,8%, em segundo lugar aparece a cidade de Belo Horizonte com 32,1%, seguida por Porto Alegre (com 25,5%), Recife (com 21,1%) e São Paulo (com 13,8%).

Devido à boa fase da economia fluminense, houve uma redução da diferença de renda entre os moradores do Rio de Janeiro e de São Paulo. Os paulistas ganhavam em média R$ 234,99 a mais em 2003, sendo que em 2011 essa diferença caiu para R$ 10,87.

A renda média do carioca passou de R$ 1.284,93 (em 2003) para R$ 1.719,35 (em 2011). Em São Paulo a renda passou de R$ 1.519,92 para R$ 1.730,22.

De acordo com uma nota divulgada pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, o desempenho apresentado é uma reunião de esforços do governo do estado em áreas importantes como infraestrutura e segurança.

Por Joyce Silva


Seja para morar ou investir, o mercado imobiliário e a construção civil registraram surpreendente crescimento nos últimos anos, sobretudo pelas facilidades oferecidas pelos bancos e pelo Governo Federal para financiamento. Aliás, os preços continuam subindo. No entanto, os economistas registram hoje o que já parecia inevitável: uma desaceleração do crescimento.

Um dos índices que mede os preços é o FipeZap Composto. Ele registra o preço médio do m² de apartamentos das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador e do Distrito Federal.

Em janeiro, o índice teve alta de 1,1% em comparação com o mês de dezembro. A mesma alta ocorreu em dezembro, com relação a novembro.  

Isso indica uma desaceleração do crescimento e várias comparações sustentam a previsão. De setembro de 2010 a setembro de 2011, por exemplo, a variação acumulada foi de 30%. Já nos últimos doze meses (janeiro de 2011 a janeiro de 2012), o acumulado foi de 25,5%.

É claro que os índices variam de acordo com a região, pois há especificidades em cada uma delas, de acordo com a oferta e a procura.

Para conferir informações mais detalhadas sobre cada uma das regiões analisadas pelo FipeZap, clique aqui.

Por Géssica Valentini 


Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostrou que a capital paulista tem renda per capita maior que a média nacional, assim como o índice de desemprego.

A pesquisa mostrou ainda que em 2009 a renda per capita do Brasil era de pouco mais de R$600, enquanto na cidade de São Paulo a média da renda por pessoa já passava dos R$800.

Tal situação por ser vista como contraditória, visto que a taxa de desemprego registrada em São Paulo é 9,34%, enquanto que no resto do país a média é de 8,16%. O que prova que embora o desemprego seja um problema a ser resolvido, os que estão empregados tem ganhado salários razoáveis.

Esse estudo faz parte das pesquisas da “Situação Social nos Estados”, com base nas estatísticas do IBGE. O objetivo é pesquisar a qualidade de vida dos moradores de cada estado, para assim obter uma visão geral da situação do país.

A pesquisa também mostrou que no ano passado cerca de 4,2% da população paulistana vivia na pobreza extrema, enquanto que no resto do Brasil o índice é de 10,5%.

Fonte: IPEA

Por Jéssica Posenato


No mundo capitalista em que vivemos, quem tem dinheiro é rei. Imagine galgar o status de viajar quando quiser, para onde quiser e sem ter que medir os gastos, afinal, o problema é a falta que o dinheiro nos faz quando precisamos dele, não quando ele sobra.

Carlos Slim que o diga. Segundo divulgado no ranking dos mais ricos em 2011, ele é o mais bem provido com a singela poupança de US$ 74 bilhões. O ilustre é dono da Embratel, Claro e Telmex.

Em segundo lugar está ele, que ano a ano se mantém presente na lista dos cheios da grana: Bill Gates.

Nesse ranking quem ganha menos tem cerca de US$ 21,3 bilhões. Já dá pra começar a brincar de ter dinheiro, não é?

Mas ter muito dinheiro é uma realidade que pode estar mais próxima. Conforme a empresa de auditoria Deloitte, o número de famílias ricas subirá para 10 milhões até 2020. A pesquisa levou em conta ações, investimentos e outros ativos não financeiros, como residências e bens duráveis.

Dos países analisados, o que está no topo das possibilidades é a China, cuja riqueza deve passar dos 3,5 milhões de dólares em 9 anos. Logo em seguida vem o Brasil e a Rússia.

Por isso, maquinem bem suas ideias, as chances de enriquecer tendem para o nosso lado, segundo as estatísticas.

Por Gabriel Motta


O consumo da carne se tornou mais brando no transcorrer de 2010. A alta geral nos preços ultrapassou o índice de 30%, e o filé mignon, singularmente, chegou a apresentar expansão superior a 60% em seu custo, por quilo. Por isso e outros motivos, novas realidades passaram a figurar, tais como maior disposição do frango sobre a mesa dos brasileiros e mais além, modificação dos gastos para outros setores.

Segundo estudo encomendado pelo Credit Suisse Research Institute, 74% dos consumidores brasileiros com rendimento mensal acima de R$ 3,3 mil aspiram comprar tênis de marca – ou seja, aqueles mais caros – em relação à carne, durante os próximos 12 meses.

O levantamento, que também relacionou sondagens na Arábia Saudita, China, Egito, Índia, Indonésia e Rússia, revela que entre os egípcios o índice, baseado nessa comparação de ramos, decresce para 67% e entre os indianos, para 24%.

Fora incluído na pesquisa a constatação de que 27% dos brasileiros com a renda mensal acima assinalada anseiam consumo de laticínios, ao mesmo instante em que 21% almejam adquirir refrigerantes e outros 18%, diferentemente, acreditam que beberão mais água mineral.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra





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