Márcio Zimmermann, ministro de Minas e Energia, afirma que gostaria que a Cemig, empresa concessionária do setor elétrico, pleiteasse novo prazo para renovar suas concessões nas hidrelétricas de Miranda, Jaguara e São Simão. Para Zimmermann, não é possível que a Cemig renove automaticamente as concessões com a manutenção dos valores antigos das tarifas, como quer a empresa.

O prazo para a requisição das concessões encerrou-se dia 15 de outubro e a Cemig não fez o requerimento para nova concessão na expectativa da renovação automática das concessões. Com a nova legislação do setor, regrada pela MP 579 da presidenta Dilma Rousseff, as nova concessões terá um teto máximo de tarifa e cobraram padrões de eficiência e desempenho das companhias do setor de geração e distribuição de energia elétrica no país.

No começo de novembro, o governo divulgou as novas tarifas, receitas e indenizações para as empresas concessionárias para elas renovarem suas concessões. Agora as empresas tem até o dia 4 de dezembro para decidir sobre a assinatura dos contratos de renovação das concessões.

O ministro afirma que seria muito positivo por parte da Cemig pedir a renovação do contrato dentro do novo modelo.

Por Matheus Camargo


Nesta quarta feira, dia 31 de outubro, o presidente da Eletrobrás afirmou que a companhia espera receber por parte do governo federal indenizações na ordem  30 bilhões de reais. Segundo José da Costa Carvalho Neto, as indenizações são devidas pelo governo por causa de ativos ainda não amortizados na área de geração de energia elétrica e da sua rede de transmissão.

O governo federal publica na quinta-feira, dia primeiro de novembro, as novas tarifas das indenizações que as empresas do setor elétrico terão direito a receber sobre os ativos. A publicação da nova tarifa de indenizações sobre ativos será sobre as concessões de energia elétrica que vence a partir de 2015. Indenizações do governo pode chegar a até 21 bilhões de reais no setor elétrico

Diversas autoridades do governo federal que são responsáveis pelo gerenciamento do setor elétrico já anunciaram anteriormente que o volume das negociações sobre os ativos não amortizados deverá ser bem menor do que as companhias estão esperando. O Ministério de Minas e Energia calcula que o total dos ativos a serem pagos para as companhias concessionárias do setor elétrico deverá ficar no montante de 21 bilhões de reais.

Por Matheus Camargo


O Ministério de Minas e Energia disse que divulgaria nesta quarta-feira, 24 de outubro, uma série de medidas que visam a melhoria do sistema elétrico do Distrito Federal. Desde o começo da semana, o ministro responsável pela pasta, Márcio Zimmermann, vem discutindo ações com a empresa que fornece energia ao DF a Companhia Energética de Brasília (CEB).

O ministro também deve reuniões com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a geradora de energia que abastece o capital federal, Furnas, e a Empresa de Pesquisa Energética.

Na última sexta-feira, 19 de outubro, houve queda de energia no DF. O Operador Nacional do Sistema Elétrico, esperava-se, divulgaria estudo sobre o que ocorreu na sexta para que houvesse a queda de energia. Entretanto, do documento só sairá nos próximos quinze dias.

A queda de energia elétrica da sexta-feira já é a segunda que ocorre em um mês em Brasília. A queda anterior, foi noticiado, teria ocorrido em virtude de problemas com as redes de transmissão. De acordo com Zimmermann, diferentemente de outras quedas de energia recentes no país, os problemas de abastecimento em Brasília seriam sistêmicos.

Por Matheus Camargo


Na tarde de sexta-feira, 19 de outubro, o Ministério de Minas e Energia informou que passará a monitorar estado do país onde esta havendo escassez de combustíveis. Os estados mais afetados são o Amapá e o Rio Grande do Sul.

De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo), o Amapá vive problemas no suprimento de biodiesel e etanol, que são misturados no diesel e na gasolina comum. Segundo a ANP o problema seria na dificuldade de encontrar a contratação de caminhões para realizar o transporte entre a unidade produtora em Belém e as bases que realizam o processamento e a distribuição no estado do Amapá.

A BR distribuidora de combustíveis que atende a região disse ao jornal O Estado de São Paulo que a situação no estado deve se normalizar até o começo dessa semana, 22 à 26 de outubro. O problema na distribuição teria sido resolvido com a contratação de uma balsa com capacidade de 1,5 milhão de litros de combustível, que já teria chegado em Macapá, capital do Amapá.

Já no Rio Grande do Sul, o problema teria sido as más condições climáticas do terminal marítimo de Tramandaí, norte do estado. Isso teria impedido que navios petroleiros descarregassem a matéria-prima para a fabricação do combustível que alimenta o estado. O processamento é feito na Refinaria Alberto Parqualini e a situação já estaria sendo revertida com a melhora da situação climática na região.

Por Matheus Camargo





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