Os juros do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas registrou queda e passa operar em 363,3% ao ano.

Com o menor valor registrado em dois anos, a taxa média de juros do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas sofreu recuo e passa operar em 363,3% ao ano. Vale destacar que, segundo o Banco Central, os dados são de maio, que por sinal é o segundo mês em que vigoram as novas regras da referida modalidade. Trata-se de um resultado muito bom para aqueles que utilizam o cartão de crédito com frequência. A última vez que essa taxa ficou abaixo do patamar indicado foi no mês de maio de 2015 quando chegou a 355%.

Vale destacar que 2017 vem registrando quedas sucessivas da taxa de juros do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas. No mês de abril, por exemplo, os juros recuaram de 490% para 422,5% ao ano. Vale destacar que o mês de março foi o último a operar antes das mudanças nas regras que estabelecem tal taxa de juros.

Em resumo, a nova regra estabelecida para o cálculo da taxa destaca que o rotativo só poderá ser utilizado até a data do vencimento da fatura seguinte. Dessa forma, caso o cliente não tenha efetuado o pagamento total da fatura na data de vencimento prevista, o restante deverá ser parcelado ou quitado.

Além disso, saiba que a expectativa do governo federal é que tais medidas acarretem na queda brusca dos juros do cartão de credito em comparação com a atual taxa praticada. Com isso, a taxa deve recuar para 245% ao ano. Porém, é importante destacar que mesmo se essa queda acontecer, a taxa de juros cobrada no Brasil ainda será bastante elevada se comparada com os padrões internacionais.

O Banco Central ainda destaca que no mesmo período, maio de 2017, os juros anuais do cheque especial pessoas físicas registram queda de 328% para 325% ao ano.

Outro parâmetro que registrou queda foi o juro bancário médio. Com isso, a taxa média de juros referentes às operações de crédito vinculadas ao sistema financeiro recuou um ponto percentual em maio, passando a operar em 29,2% ao ano. A taxa média no credito livre, por sua vez, ficou em 46,8% ao ano após uma queda de 2,5 pontos percentuais.

Por Bruno Henrique

Cartão de crédito


Juros do cartão de crédito encerraram 2015 com o índice de 431,4% ao ano e os do cheque especial, 287% ao ano.

Levando em consideração nosso atual momento econômico é comum que vários fatores oriundos de tal crise comecem a surgir. Um dos principais destaques é, sem sombra de dúvidas, as altas taxas de juros praticadas no Brasil. Dentre tais taxas, podemos destacar os juros do rotativo do cartão de crédito, bem como do cheque especial que encerraram 2015 como as taxas mais altas registradas, segundo o Banco Central através de relatório divulgado em 27 de janeiro de 2016.

Com isso, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito cresceu nada menos que 16,1% apenas de novembro para dezembro de 2015, chegando assim ao seu patamar de 431,4% ao ano. Se compararmos com a mesma taxa em dezembro de 2014 o aumento é de 99,8%. Dessa forma, trata-se da maior taxa registrada na série histórica do Banco Central. Para aqueles que não sabem, o rotativo é a taxa a ser paga pelo consumidor quando o mesmo não efetua o pagamento integral de sua fatura de cartão de crédito.

Porém, não é apenas o juros do rotativo do cartão de crédito que anda em alta. Como destacado no início desta matéria, a taxa do cheque especial também segue em alta. A taxa chegou a impressionantes 287% ao ano em dezembro de 2015, isso significa um aumento de 2,1% em relação a novembro do mesmo ano. Com isso, temos o maior valor desta taxa desde abril de 1995, na ocasião a taxa alcançou o patamar de 288% ao ano. Quando efetuamos a comparação da taxa do cheque especial com dezembro de 2014 o aumento é de 86%.

Além disso, também podemos destacar a subida de 0,4% na taxa do crédito consignado que passou para 28,8% ao ano de novembro para dezembro de 2015. A taxa do crédito pessoal, por sua vez, registrou queda de 2,8% no mesmo período. A taxa média de juros cobrada das famílias também registrou um recuo no período avaliado: queda de 1,1% passando para 63,7% ao ano.

Por Bruno Henrique

Juros


Aposentados e pensionistas do INSS que quiserem realizar um empréstimo pessoal consignado terão que arcar com juros mais altos, que passou a ser de 2,34% ao mês.

Na última quinta-feira, 29 de outubro de 2015, o Conselho Nacional de Previdência Social aprovou o aumento das taxas de juros do crédito consignado. A medida é válida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. É importante destacar que tal medida já vinha sendo discutida há alguns meses.

Dessa forma, com as mudanças anunciadas, o empréstimo pessoal passou a ter taxa de juros de 2,34% ao mês, sendo que anteriormente essa taxa era de 2,14% ao mês. O resultado final é ainda pior quando consideramos a taxa de juros para empréstimos feitos através do cartão de crédito: a mesma passou de 3,06% para 3,36%.

É importante destacar que a medida ainda não é válida, haja vista ser necessário que seja feita a publicação no Diário Oficial da União de Resolução do Instituto Nacional do Seguro Social. É esperado que a resolução seja publicada nos próximos dias.

Como já citado nesta matéria, essa era uma pauta bastante antiga e que vinha sendo discutida com frequência. O Conselho Nacional de Previdência Social já estava debatendo tal assunto desde maio de 2015. Além disso, o Ministério da Previdência destacou que o sistema financeiro que opera o crédito consignado para aposentados e pensionistas estava exigindo um aumento ainda maior que o resultado final divulgado, no entanto, os órgãos responsáveis pelo aumento decidiram não atender a tal exigência.

Outro detalhe muito importante é que o limite do crédito consignado também sofreu aumento, sendo que o mesmo passou de uma taxa de 30% da renda para 35%.

O texto da lei sancionada que estabeleceu o aumento de 5% no limite do crédito consignado destaca que o percentual de aumento apenas deve ser usado para quitar despesas com cartão de crédito. Portanto, o trabalhador terá o direito de solicitar juntamente com o seu banco o valor de até 30% de seu salário, sendo que os outros 5% disponíveis poderão ser usados para que o mesmo possa pagar suas dívidas juntamente com o cartão de crédito.

Por Bruno Henrique

Dinheiro


Em setembro, a taxa de juros dos empréstimos bateu recorde dos últimos 6 anos.

A taxa de juros em empréstimos bateu recorde no mês de setembro de 2015. Desde junho de 2009 a elevação dos índices não alcançava esses patamares.

A taxa média acumulada no ano chegou a 131,1%, com alta de 1,26% se comparado ao mês de agosto do mesmo ano, conforme a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade).

O empréstimo para financiamento de automóveis foi o índice que apontou maior correção com 2,7% de aumento no mês.

O juro do cartão de crédito chegou a 13,59%, com alta de 1,65% se comparado a agosto de 2015. O acumulado de 361,40% ao ano faz do juro do cartão de crédito o maior desde março de 1996.

Foi constatada elevação nas taxas nas seguintes modalidades de crédito para pessoa física: juros do comércio em geral (crediário), cartão de crédito rotativo, empréstimo pessoal de bancos, cheque especial, empréstimo pessoal de financeiras e CDC bancos para financiamentos de veículos.

Alguns bancos já tinham anunciado a elevação da taxa de juros do cheque especial. O consumidor deve estar em alerta com as facilidades promovidas na aquisição de crédito pelas instituições financeiras. Inclusive o Procon pede que retardem certas compras que dependam dessa situação para quando a conjuntura econômica estiver mais favorável, pois a situação deve continuar mais delicada por algum tempo.

Para pessoa jurídica houve aumento nas linhas de conta garantida, capital de giro e desconto de duplicatas.  A linha de conta garantida apresentou o maior aumento desde outubro de 1999.

Segundo a Anefac, em virtude do atual cenário econômico o risco de inadimplência se torna maior, acarretando na permanência dos altos índices das taxas de juros para os próximos meses. A turbulência econômica e também política, a alta carga tributária e a queda da nota de crédito do país, ajudam a manter os índices altos.

Por Jean Fretta Pereira

Empréstimo


Taxa de juros do cheque especial registrada em setembro foi a maior desde setembro de 1995.

A taxa dos juros do cheque especial é de 12,28% neste mês de outubro, de acordo com a pesquisa do Procon de SP, é o maior índice registrado desde setembro de 1995.

As pesquisas foram realizadas com sete instituições financeiras e foi verificado que cinco bancos aumentaram a taxa do cheque especial e o aumento superou o mês de setembro que foi em torno de 11,90%.

A CEF (Caixa Econômica Federal) passou de 10,35% para 11,38% ao mês, o Santander de 4,21% em relação a setembro, o Banco do Brasil, 3,69%, o Itaú 2,58%, o Bradesco 2,4%. O empréstimo pessoal obteve alta de 6,27% am na média bancária. 

O Banco Bradesco apresentou a maior alta de 6,57% para 6,61% e as demais instituições financeiras permaneceram estáveis, sem alterações.

De acordo com os economistas, as altas taxas de juros acabam prejudicando o crédito no Brasil e impedem a retomada do crescimento da economia, reflexo da taxa Selic. Outra taxa que sofreu aumento foi a do cartão de crédito rotativo que atingiu 345,8% ao ano

As altas taxas de juros comprometem o crédito e vários ramos são afetados dentro da economia como, por exemplo: a produção, as vendas, a antecipação de pagamentos das contas, e, com isso, não se gera uma rotatividade no comércio. O consumidor passa a ter receio na hora de adquirir um empréstimo, um financiamento, pois os juros em caso de atrasos aumentarão a conta, e o consumidor fica mais previnido na hora de contratar um serviço financeiro. 

Com a restrição do crédito o consumidor passa a comprar menos, pois os altos juros consomem as finanças, e faz com que haja o aumento da inadimplência e do calote, e esses índices de aumento das instituições bancárias é uma forma de prevenção e precaução a esses fatores. 

O governo, visando arrecadar mais, aumentou as taxas para que arrecadem mais e possam cumprir com os gastos, mas ao mesmo tempo coloca o consumidor em uma situação difícil, pois o mesmo não poderá continuar consumindo muito, e passa a ficar restrito e à mercê das taxas abusivas dos juros. 

Por Marisa Torres

Dinheiro


Juros do cartão de crédito e do cheque especial aumentaram no mês de agosto, ficando em 350,79% ao ano e 218,17% ao ano, respectivamente. As Pessoas físicas foram as que mais sentiram a alta, pois o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual.

As coisas não vão bem para o consumidor brasileiro. A média de juros para o cartão de crédito chegou a impressionantes 350,79% ao ano. Os números são de um levantamento feito pela Anefac – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e foram divulgados à imprensa no dia 14 de setembro. Ao mês, a taxa de juros do cartão foi de 13,37%, o que representa 0,34% em relação ao mês de julho.

O cheque especial também não ficou para trás e a taxa ficou em 218,17% ao ano. Uma taxa de 10,14% ao mês, representando um aumento de 0,04 ponto percentual na comparação com o mês anterior. As pessoas físicas são as que mais sofreram, uma vez que o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual, entre os meses de julho e agosto, representando 128,78% ao ano e 7,14% ao mês.

Os juros para pessoas jurídicas foram menores, sendo que a taxa média de juros subiu 0,03 ponto percentual. Em agosto chegou a 61,77%. A pesquisa leva em consideração os juros do cartão de crédito, o cheque especial, o crédito para automóveis, o financiamento pessoal, entre outros indicativos. No caso do cheque especial a taxa foi de 6,99% ao mês.

A CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – também aumentou para os bancos e estes devem repassar uma parcela para os clientes. A medida que aumenta o tributo para 20% (antes era 15%) começou a valer no começo de setembro. Alguns clientes já sentem as medidas adotadas pelas instituições bancárias.

Segundo a Anefac, o aumento dos juros ocorre, principalmente, pelo cenário econômico de incertezas. A alta do dólar, da inflação, o aumento dos impostos e juros foram determinantes para a diminuição do poder aquisitivo das rendas das famílias. Em nota a associação afirmou que o baixo crescimento econômico pode levar a alta do desemprego. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Juros do cartão de crédito


Taxa de juros atingiu seu maior nível dos últimos 9 anos. Como não houve redução, apenas uma paralisação nas altas, os juros seguem altos, os maiores desde julho de 2006.

Depois de ter 7 altas consecutivas em 2015, o Copom – Comitê de Política Monetária – agora mantém os juros em 14,25% ao ano, o maior nível dos últimos 9 anos!

O Banco Central optou por "frear" as altas em uma reunião que foi realizada na última quarta-feira, dia 2 de setembro. Como não houve redução, apenas uma paralisação nas altas, os juros seguem altos, os maiores desde julho de 2006.

Em setembro de 2014, a taxa básica de juros chegou a 11% ao ano, por isso, nestes últimos meses a taxa Selic teve um avanço de 3,25%. Ao término da reunião do dia 2, o Banco Central informou que, após uma análise do cenário macroeconômico, juntamente com as perspectivas para a inflação no país e até do balanço de riscos, por unanimidade o BC iria optar por manter a taxa Selic neste patamar.

Para o Copom, é importante deixar a taxa em 14,25% ao ano por um período mais prolongado, para conseguir combater a inflação, trazendo-a novamente para o controle do Governo até o final do próximo ano.
De acordo com os dados divulgados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil está atravessando uma "recessão técnica" e, por isso, já se esperava a manutenção dos juros, sem avanço, mas também sem recuo.

No último mês de julho o Banco Central chegou a anunciar a necessidade da manutenção da taxa básica de juros em 14,25% ao ano, por isso os economistas não esperavam um outro resultado para o fim desta reunião.
A intenção do BC é conseguir controlar o crédito e também o consumo, o que possibilitaria o controle da inflação. Só que existem os contras, por exemplo, deixando o crédito mais caro, os juros elevados vão prejudicar a atividade econômica e o país precisa crescer e gerar novos empregos.

O Banco Central já admite que a inflação vai ultrapassar o teto de 6,5%, podendo chegar, de acordo com as mais recentes previsões, a 9% em 2015.

Agora a entidade quer fazer com que o IPCA chegue a 4,5% até o final do ano que vem, sendo que para este ano a previsão é que o IPCA acumule uma alta de 9,56%.

Por Russel

Taxa de juros


Com a constante alta dos juros, os brasileiros tendem a utilizar o cheque especial ou o cartão de crédito, e isso faz com que o risco de ficarem endividados aumente.

Com a taxa Selic chegando novamente a níveis exorbitantes, a ideia de utilizar opções como o cheque especial ou o crédito rotativo do cartão de crédito é uma péssima opção para o consumidor. O Copom elevou a taxa de juros em 0,5% ao mês, podendo chegar a 13,75% ao ano, o que fez com que os juros médios cheguem ao patamar de 11,49% ao mês somente durante o mês de julho. Isso quer dizer que quem pegou R$ 100 no cheque especial no começo do mês, parará R$ 111,49 ao virar do mês.

É importante a conscientização do consumidor quanto aos riscos do ciclo do endividamento durante épocas de alta nos juros. Geralmente a dívida tende a crescer cada dia mais, como uma “bola de neve”, o que compromete não só a vida econômica, mas também setores, como a vida familiar, profissional e até mesmo a área da saúde.

O consumidor brasileiro tem a cultura do consumismo, onde armadilhas financeiras, como o crédito do cheque especial ou do cartão de crédito, são usadas indiscriminadamente, fazendo com que as dívidas cresçam em uma proporção assustadora. Funciona mais ou menos assim: se falta dinheiro para pagar uma conta, o consumidor utiliza o cartão de crédito ou o cheque especial, como uma forma de “complementar a renda”. Só que no próximo mês, o dinheiro gasto para o pagamento das dívidas do mês anterior fará falta para os compromissos do mês vigente, fazendo com que outras linhas de crédito sejam acionadas, o que gera um ciclo vicioso sem fim. Quando se dá conta, o consumidor está sem saída para quitar suas dívidas.

Para evitar o ciclo do endividamento é necessária uma série de medidas, como fazer um levantamento de todas as dívidas, dando prioridade as que têm juros maiores e, portanto, crescem com mais rapidez, aliado ao pagamento das contas, o consumidor deve fazer uma reeducação financeira, cortando gastos desnecessários e aprendendo a viver com o que tem.

Para quem deseja sair do ciclo do endividamento, ou mesmo não entrar neste, algumas financeiras oferecem cursos de educação financeira. Uma das iniciativas mais famosas são os cursos oferecidos gratuitamente pela BM&FBovespa, na modalidade presencial e a distância. Investir seu tempo em um desses cursos pode ser o diferencial para uma vida financeira mais saudável.

Por Patrícia Generoso

Dívidas


Alguns tipos de empréstimos contam com juros mais baixos e facilitam a condição de pagamento dos clientes.

Quem está com o orçamento mais baixo, por vezes tem que optar pela opção de empréstimos, para suprir alguma emergência financeira que surja. Só que os juros de algumas opções de empréstimos podem ser tão altos que o valor pago ao final, em alguns casos, pode ser maior que o dobro do valor contratado inicialmente, trazendo assim prejuízo ao consumidor. Para ficar atento às taxas de juros e não cair em uma furada, confira abaixo algumas opções de empréstimos que oferecem juros mais baixos:

1-      Crédito consignado:

Se você é aposentado, recebe por cartão eletrônico ou é servidor público, pode optar por essa linha de crédito que dentre as outras é a que oferece a menor taxa de juros. Isso acontece porque as parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento do devedor, evitando assim inadimplência. Como os funcionários públicos e aposentados possuem salário fixo, os empréstimos são seguros para os bancos, que não precisam cobrar juros por possíveis faltas de pagamento.

2-      Refinanciamento de imóvel:

O cliente oferece seu imóvel como garantia da dívida, e o banco tem a certeza de que tem uma forma de compensar a dívida, caso o cliente não pague as parcelas que deve. Em alguns casos, os juros do refinanciamento podem ser menores que a do crédito consignado, estando na faixa entre 19,56% e 26,82% ao ano, sem contar os outros custos da operação, que podem encarecer o contrato.

O cliente tem que ficar atento, já que o risco de perder o imóvel existe e é grande. Caso as parcelas não sejam pagas, corre-se o risco de ter o imóvel tomado pelo banco.

3-      Antecipação da Restituição do Imposto de Renda:

Como também é um fundo que o banco sabe que o cliente terá no futuro os juros costumam cobrir somente as tarifas da transação bancária. As taxas ficam por volta de 1,93% ao mês o que equivale a 25,87% ao final do ano.

A única desvantagem é que se houver algum problema com a sua declaração e seu nome cair na malha fina, o seu valor de restituição pode ser menor ou mesmo não ser devolvido e o banco continuará cobrando a sua dívida, mesmo que você não receba a restituição. Por isso todo o cuidado é necessário para que seu nome não caia na malha fina.

4-      Antecipação do 13º:

Assim como a antecipação do Imposto de renda, a antecipação do 13º salário oferece menor risco aos bancos e, portanto, menor juros para o consumidor. Os riscos são a de o empregador não depositar o benefício, o que pode deixar o trabalhador sem saldo para quitar sua dívida.

Além disso, antecipar o seu 13º salário é uma medida que deve ser tomada só em casos extremos já que no final do ano costuma-se gastar muito mais do que em outras épocas do ano, e caso  o13º já tenha sido usado, o trabalhador  corre o risco de adquirir mais dívidas para cobrir sua dívida.

5-      Crédito oferecido por sites:

Como não são aliados a uma instituição bancária, nem a uma loja física, alguns custos com manutenção de agências não existem, o que faz com que os juros sejam reduzidos. A concessão de empréstimos ,no entanto, é um pouco mais rigorosa, gerando um processo de muita burocracia, que pode aborrecer alguns clientes. O processo de análise é necessário para garantir a confiabilidade dos clientes. Como o ambiente é virtual, desconfie de sites pouco conhecidos e que ofereçam grandes vantagens logo a princípio.

Mesmo com essas opções, os especialistas aconselham a só pegar empréstimos em último caso, em casos extremos ou de emergência, para não comprometer o orçamento familiar.

Por Patrícia Generoso

Empréstimo


Banco do Brasil e Santander registraram as maiores altas em nos juros para o cheque especial em maio. No empréstimo pessoal as maiores alta foram na Caixa, no Banco do Brasil e no Itaú.

Mais uma vez os brasileiros são surpreendidos com a  alta dos  juros nas  instituições  financeiras, onde tem atingido o empréstimo pessoal e o cheque especial elevando significativamente as taxas de juros.

Está cada vez mais claro que os  dias vindouros estão cada vez mais nebulosos, onde ficaremos presos a  juros elevados sem ao menos termos uma expectativa de melhora da nossa economia.

E a tendência é que  essa situação se arraste assim por todo o ano de 2015, com a alta das taxas de  juros mês a mês.

De acordo com o PROCON-SP, que realizou uma pesquisa  no último dia  5,  em sete bancos onde a  taxa de  juros para  empréstimo pessoal e  do cheque especial tiveram altas significativas.

No empréstimo pessoal a taxa pesquisada subiu de 6,02% ao mês para 6,10% no período, já a taxa do cheque especial, que estava com 10,9% em abril, teve um aumento para 11% no mês de maio.

Das sete instituições financeiras onde foi realizada a pesquisa somente duas elevaram as  taxas no cheque especial no mês de maio. O Banco do Brasil, que tinha a taxa em 9,86%, passou para 10,34% no mesmo período. E o Banco Santander, que elevou a  sua  taxa, que era de 13,49%, em 0,25 pontos percentuais, para algo em torno de 13,74% ao mês.

Os demais bancos como o Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Safra, mantiveram as  suas  taxas sem qualquer alteração.

Já no empréstimo pessoal, onde a procura tem sido maior, tivemos o aumento registrado em  três bancos, sendo que a  maior  taxa  ficou  registrada em um banco público.

A Caixa Econômica Federal registrou um aumento de 0,36 pontos percentuais no período de abril e maio, onde passou de 4,04% e alcançou  a marca de  4,4% ao mês.

Os outros  dois  bancos que  tiveram  suas  taxam  aumentadas  foram o Banco do Brasil, com um aumento de  5,15% para 5,25% ao mês, seguido do  Banco Itaú, que passou de 6,22% para 6,26% ao mês, os  outros quatro bancos mantiveram suas  taxas  sem alteração.

Por André Escobar

Juros


Em abril, os juros do cartão de crédito atingiram 12,14%, levando à média de 300% ao ano. Principais fatores para esta alta são a elevação da Selic, o aumento nos índices de inflação e a falta de perspectiva para que a inflação recue.

Desde 1999, conforme informa a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), o cartão de crédito nunca foi tão pior negócio para se investir quando o assunto é economia. A entidade afirma que após levantamento de dados feitos com pesquisas apuradas, os juros do cartão de crédito estão em 300%, referente a abril de 2015.

Para se traduzir melhor em números essa verdadeira “bomba” que leva ao endividamento, os juros do cartão que antes estavam em 12,02% no mês de março, perfazendo o total de 290,43% ao ano, agora em abril foi conduzido à elevação de juros de 12,14%, chegando até aos caminhos que levaram à média de 300% ao ano.

Para quem gosta de fazer suas compras em cartão de crédito – seja de alto valor até a compra daquele cafezinho – desde que pagando a fatura rigorosamente em dia, não haverá prejuízos, pois pode ser essa compra considerada como o mesmo se paga em dinheiro, ou, em cash (expressão muito usada para citar dinheiro vivo ou dinheiro na hora).

No entanto, se a pessoa faz parte de um grupo que compra desregradamente; não tem hábito de fazer planilha com os gastos do mês e por isso se vê na situação de não ter condições de pagar a fatura do cartão, no dia do seu vencimento, pode esperar porque vai entrar no que já foi citado acima nesse artigo: no pior negócio econômico de sua vida.

A culpa dessa alta de juros em 300% ao ano não é exclusivamente do consumidor, que não consegue honrar o pagamento das suas dívidas no cartão. Conforme a Anefac, embora eles estejam sim entre as razões dos bancos elevarem as taxas a níveis tão estratosféricos, outros fatores como a elevação da taxa básica de juros (Selic), aumento nos índices de inflação e falta de perspectiva para que essa inflação recue, também têm colaborado para que a taxa de juros do cartão de crédito chegasse ao alarmante.

Com essas informações, cabe aos consumidores decidirem se devem ou não comprar no cartão de crédito, algo que é mais aconselhável como citam os economistas da Anefac, quando o consumidor tem um salário fixo por mês e ainda tem controle dos seus gastos. Do contrário, ainda segue como uma boa opção se fazer compras à vista – o que irá livrar de juros tão altos e ainda, quem sabe, pode render um bom desconto que geralmente é oferecido para quem faz compras à vista.

Por Michelle de Oliveira

Cartão de crédito

Foto: Divulgação


Segundo economistas, os juros continuarão altos até que a economia consiga controlar a inflação em 4,5%, fato que não deve ocorrer antes de 2017.

O ex-diretor do BC (Banco Central), Paulo Vieira da Cunha, disse em entrevista para a Bloomberg Brief Latin America na data de 29 de abril do ano corrente, que os juros devem manter taxas altas até que a economia consiga trazer a inflação para a casa de 4,5%.

Segundo o economista os juros devem ser mantidos com taxas altas até a inflação atingir o índice informado. Vieira da Cunha afirma ainda que não acredita que essa taxa de inflação possa ser alcançada antes de 2017.

A inflação anual tem superado a meta do Brasil, de 2,5% para 6,5%. Um aumento considerável que tem pesado no bolso do brasileiro, que tem feito muitas contas para que o orçamento mensal consiga suprir com todos os gastos básicos. O aumento dos preços tem atingidos diversas áreas, inclusive o setor alimentício. Neste mês, só o tomate aumentou até 60% em algumas regiões do país por causa da estiagem.

A economia tem feito algumas manobras para controlar a inflação. Na última semana o BC aumentou pela quinta vez seguida a Selic, que passou de 12,75% para 13,25%. Esse índice não era atingido desde o ano de 2009. Com o aumento as taxas de juros tendem a aumentar, assim como a valorização da moeda norte-americana (dólar).

Joaquim Levy, ministro da Fazenda, comprometeu-se publicamente a trazer a inflação para a marca de 4,5% até o fim de 2016. Em contrapartida, analistas afirmam que a economia passará por uma retração que não era vista desde 1990.

Vieira da Cunha espera que a recessão entre em curso mais acentuado no terceiro ou no quarto trimestre. Segundo o economista apesar da pressão que deve sofrer o BC para realizar corte de juros, não seria uma estratégia, pois a inflação ainda não estaria ancorada.

A expectativa do brasileiro é que a economia se estabilize o mais rápido possível, mas a tendência é que isso só ocorra em médio ou longo prazo. Enquanto isso as contas de ajuste de orçamento continuam.

Por André César

Juros

Foto: Divulgação


Taxa atingiu seu maior valor em 6 anos, após acumular sua quinta alta consecutiva.

A taxa Selic está próxima de alcançar o seu índice histórico de 2009, quando atingiu a marca de 13,75%. Como previa os “gurus” do mercado financeiro, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) deu o seu aval para mais uma subida na taxa de juros. Com uma alta 0,50 ponto percentual ela atingiu o seu maior valor em 6 anos, 13,25% de acordo com anúncio feito pelo comitê na última quarta-feira (29/04).

A Selic acumula a sua quinta subida consecutiva: a primeira foi em outubro do ano passado quando alcançou 11,25%, em dezembro foi elevada a 11,75%, janeiro e março atingiu 12,25% e 12,75%, respectivamente. Vale ressaltar um detalhe, as subidas têm mantido uma constância no seu valor, todas foram de 0,50 ponto percentual.

A subida da taxa é a principal ferramenta utilizada pelo Banco Central para controlar o consumo e consequentemente a inflação, que atingiu agora em março um recorde em 20 anos, 1,32%; elevada em sua maior parte devido à subida dos preços dos combustíveis e energia elétrica autorizadas pelo governo.

Esse controle inflacionário através da Selic se dá da seguinte forma: quando os juros sobem as pessoas consomem menos forçando assim os preços em geral a caírem, todavia, se por um lado controla, em parte, a inflação por outro trava o Produto Interno Bruto, já que a economia não cresce, não gera empregos e o País fica estagnado.

Em contrapartida quando os juros estão baixos as pessoas passam a consumir mais, as empresas crescem e geram mais empregos e, com isso, o PIB do País se eleva, porém, como as empresas brasileiras não estão preparadas para um grande aumento de demanda por produtos e serviços, os preços sobem gerando a inconveniente inflação.

Apesar dos pesares, a poupança, que é o único investimento da maioria dos brasileiros, continua rendendo a mesma coisa, pois de acordo com uma regra do ano de 2012 este investimento só renderá menos quando a Selic estiver em valor menos que 8,5% ao ano, como não é o caso ela permanece rendendo os seus habituais 6,71%.

Mas há mais alguém que se beneficia, e muito, com a alta da Selic: os bancos, pois com ela vem o aumento de algumas tarifas bancárias como o cheque especial, que chegou a 220,4% em março, de acordo com o Banco Central.

A alta da Selic até agora tem sido um mal necessário, mas que nunca será bem aceito, principalmente pela classe trabalhadora desse País.

Por Édson Dassib

Alta da Selic


Alta nos juros do cheque especial atingiu o percentual de 10,9% ao mês entre março e abril

Seguindo a onda de aumento nas taxas de juro médio, a taxa de juros do cheque especial também registrou aumento. Vale ressaltar que esta é a modalidade de crédito mais cara do mercado ao lado do rotativo do cartão de crédito. Tal resultado foi constatado através de pesquisa realizada pelo Procon-SP e divulgada na quinta-feira, 16 de abril.

É importante destacar que a pesquisa realizada pelo Procon-SP deixou claro que os maiores bancos do Brasil praticaram aumento na taxa do cheque especial. O juro médio desta modalidade de crédito registrou um pulo de 10,55% ao mês para 10,90% ao mês entre março e abril. Levando em consideração o aumento individual dos bancos, a maior alta foi registrada pelo Banco do Brasil que subiu a taxa de juro para 9,68% ao mês contra 9,16% os anteriores.

Confira abaixo a variação constatada pelo Procon-SP nos principais bancos do país:

– Bradesco: de 10,55% para 10,63% ao mês;

– Caixa Econômica Federal: de 8,19% para 8,65% ao mês;

– HSBC: de 12,37% para 12,62% ao mês;

– Itaú: de 10,56% para 10,64% ao mês;

– Safra: de 9,75% para 10,40% ao mês;

– Banco do Brasil: de 9,16% para 9,86% ao mês;

– Santander: 13,24% para 13,49% ao mês.

Com tal resultado, o Banco Santander continuou com a maior taxa praticada do mercado, 13,49% ao mês na modalidade do cheque especial.

Além disso, é importante destacar que a pesquisa também analisou dados referentes à taxa praticada sobre o crédito pessoal. O juro médio nesta modalidade é de 6,02% ao mês. Nesta modalidade, apenas um banco registrou aumento de tal taxa, o Banco do Brasil passou de 5,15% ao mês contra 5,11% que era a taxa praticada anteriormente.

Tais resultados do Procon-SP comprovam a preocupação dos especialistas que afirmam que o cheque especial não deve ser utilizado. Dessa forma, os economistas alertam que em situações de emergência é indicado que o consumidor pegue empréstimos pessoais ou crédito consignado.

Por Bruno Henrique

Juros do cheque especial


Juro do rotativo do cartão de crédito subiu para 290,43% ao ano

Através de uma pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, a Anefac, ficou constatado que pelo sexto mês consecutivo as taxas de juros relativas à operação de crédito aumentaram. Os dados da pesquisa foram divulgados na quinta-feira, 9 de abril. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Com a elevação das taxas pelo sexto mês consecutivo, os juros médios para pessoas física atingiram 6,71% ao mês, o que representa uma taxa de 118% ao ano. Vale ressaltar que este é o maior nível das taxas de juros médios desde agosto de 2011. Em fevereiro deste ano a taxa tinha chegado a 6,60%, ou seja, 115,32% ao ano.

É importante destacar que a pesquisa da Anefac registrou dados de seis linhas de crédito e o resultado foi que todas essas linhas pesquisadas registraram aumento das taxas médias. Um dos maiores aumentos foi registrado no juro do rotativo do cartão de crédito. Tal taxa que era de 11,67% (276,04 ao ano) em fevereiro pulou para 12,02% ao mês que representa nada menos que 290,43% ao ano. Dessa forma, esta é a maior taxa registrada desde abril de 1999.

Além disso, também podemos destacar o aumento registrado na modalidade de cheque especial, que é uma das mais caras. A mesma também contou com elevação da taxa de juros mensal em março. Dessa forma, a nova taxa registrada é de 9,64% contra os 9,44% em fevereiro.

Vale ressaltar que outros juros médios também sofreram aumento. Um dos exemplos é o empréstimo pessoal, bem como os juros do comércio que registram uma leve alta nas taxas. O juro médio do crédito pessoal passou para 3,90% em março, sendo que em fevereiro essa taxa era de 3,64%.

Outro detalhe muito interessante é quanto às causas dos aumentos das taxas de juros em diversas modalidades. Segundo a Anefac um dos principais motivos para a elevação de tais taxas está no atual cenário econômico ao qual estamos inseridos. Com o cenário de inflação alta é comum os bancos e demais serviços elevarem as taxas de juros médios.

Por Bruno Henrique

Cartão de crédito

Foto: Divulgação


Fevereiro teve alta nos juros bancários, nos juros de cartões de crédito e na inadimplência

Os juros cobrados pelos bancos para pessoas físicas seguem em alta. No mês passado, a taxa atingiu 54,3%, mais alta do que em janeiro, que foi de 52%.

Segundo o Banco Central (BC), esse aumento de 2,3% em relação ao mês passado é o maior patamar atingido desde o início da série, em 2011.  Em janeiro deste ano, a autoridade monetária realizou uma alteração na metodologia de cálculo dos juros bancários. Para o Banco Central, esta mudança integra o processo de aprimoramento das estatísticas, que deverá ser permanente.

No entanto, além do aumento dos juros bancários, a taxa básica da economia também aumentou. Esta, foi criada, também pelo Banco Central, para tentar conter as pressões inflacionárias e é revista a cada 45 dias.  De acordo com uma matéria publicada no G1, o aumento de juros por parte da Instituição Bancária vem acontecendo desde outubro do ano passado, quando a taxa beirava os 11% ao ano e, em janeiro, aumentou em 1,25%.

Além disso, os juros dos cartões de crédito também tiveram aumento – 342,2% em fevereiro – o que significa que o consumidor está pagando, em média, 0,4138% ao dia. Em termos práticos, se o cliente dever R$ 1.000,00 no início do mês, no final, estará devendo R$1.127,00. Ou seja, pagará R$ 127,00 apenas em juros. Já a inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas ficou em 4,4%, valor considerado estável em relação a janeiro deste ano e a fevereiro de 2014.

Analisando os números, pode-se perceber que esse aumento de juros, por parte dos bancos, tem sito feito de forma intensa, o que, muitas vezes, pode deixar o consumidor nervoso.  Ainda,  a rentabilidade dos grandes bancos que possuem capital aberto no Brasil foi, no ano passado, de 18,23%, valor duas vezes superior ao dos bancos americanos, que foi de 7,68%. O levantamento foi realizado pela consultoria Economatica para a BBC Brasil.

Por Andréa Corneli Ortis

Juro bancário


A semana  começou com notícias  não muito agradáveis para os  brasileiros, que  se  depararam com as altas  das  taxas de empréstimo pessoal e cheque especial

Nessa  segunda (09/03), voltou a  subir as  taxas de  empréstimos pessoais e do cheque  especial, registrando a  segunda  alta consecutiva  dos juros nessas duas modalidades, segundo pesquisa do Procon-SP.

De acordo com  a  pesquisa  realizada no dia 3 de março, os sete bancos analisados foram Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

Sendo que dois  bancos (Bradesco e  Santander) aumentaram as taxas do cheque especial e um (Bradesco) aumentou a do empréstimo pessoal.

Os demais  bancos mantiveram  os índices do mês  anterior.

Segundo a fundação, a taxa média do  cheque especial atingiu 10,55% ao mês, superando a do mês anterior, quando a  taxa era de 10,50% ao mês.

Já na  taxa de empréstimo pessoal alcançou 6,02% ao mês, um pouco acima dos 6,01% cobrados no mês anterior.

A maior alta verificada foi no Santander que alterou de 12,99% para 13,24% a.m., o que significa uma variação positiva de 1,92% em relação à taxa de fevereiro. A outra alta constatada foi no Bradesco que registrou variação positiva de 0,96%.

Por causa da alta dos juros, a  fundação alerta ao consumidor para ter cautela antes de  contratar alguma linha de  crédito.

Sugere-se que avalie bem a real necessidade de empréstimo e compare as  taxas cobradas pelos bancos, pois os  juros estão elevados principalmente para os  usuários de  cheque especial.

DEMONSTRATIVO DAS TAXAS DE JUROS PRATICADAS:

Bancos

Empréstimo Pessoal (ao mês)

Cheque Especial (ao mês)

Banco do Brasil

5,11%

9,16%

 Bradesco

6,57%

10,55%

Caixa E. Federal

4,04%

8,19%

HSBC

7,30%

12,37%

Itaú

6,22%

10,56%

Safra

5,40%

9,75%

Santander

7,49%

13,24%

Os  dados acima referem-se às  taxas máximas pré-fixadas para cliente (pessoa física) não preferenciais, independente do canal de  contratação, sendo que, para cheque especial, foi considerado o período de 30 dias e para o empréstimo pessoal, o prazo  de  contrato é de 12 meses.

Por André Escobar

Juros


Janeiro marcou a maior alta dos juros do cheque especial desde abril de 1996, os números divulgados pelo Banco Central na última quarta-feira, dia 25, mostram que os juros chegaram a 208,7% ao ano. Há 18 anos, em 1996, os números chegaram a 212,2% ao ano.

Isso se deve ao crescimento dos juros cobrados pelos bancos nos últimos meses. Em dezembro de 2013, essa linha de crédito estava com taxa de 148,1% ao ano. Levando em consideração os últimos 13 meses, o aumento foi de 60,6 pontos percentuais.

A partir de fevereiro, passaram a ser divulgadas também dados a respeito dos juros bancários do cartão de crédito. Conforme informações do Banco do Brasil, quando os clientes não pagam o valor total da fatura, o valor dos juros chegou a 334% ao ano. O índice mais alto desde junho de 2012, quando marcou 334,3% ao ano. Essa incidência faz com que o cartão de crédito esteja no topo das modalidades de crédito mais caras.  

Os juros altíssimos já foram comentados, inclusive, pelo jornal norte-americano “The New York Times”. Conforme mencionado por eles, determinadas linhas de crédito oferecidas no Brasil “fariam um agiota americano sentir vergonha”. A relação foi feita devido aos cartões de crédito que possuem taxa de juros de mais de 240% ao ano e dos empréstimos bancárias que em determinados casos possuem juros de 100%.

Com todas as taxas, os especialistas são unânimes na questão de que as alternativas como cartão de crédito e cheque especial só devem estar utilizadas em situações de necessidade extrema, com período curtíssimo de uso.

Em relação à taxa média de juros para pessoas físicas, no momento da compra de automóveis, a soma dos juros chegou a 23,8% ao ano em janeiro. Em dezembro de 2014 a taxa era de 22,3%. O atual número é o maior desde fevereiro de 2014. 

Por Rafaela Fusieger

Juros cheque especial


A taxa de juros rotativos do cartão de crédito subiu em janeiro para 334% ao ano, ante 309,5% ao ano no mesmo período de 2014. Em dezembro, essa taxa era de 331,6%.

O juro rotativo se trata da linha de crédito pré-aprovada no cartão e inclui também saques na função crédito do meio de pagamento. A média de juros para pessoas físicas com recursos livres alcançou 52,6% ao ano no mês de janeiro. Tal taxa subiu 2,5% em ralação à de dezembro e 6,9 pontos percentuais em 12 meses. O patamar de janeiro é o maior desde o início da nova série histórica do Banco Central, em março de 2011. Antes, a maior taxa de juros, de 51,25% ao ano, havia sido registrada em outubro de 2011.

O Banco Central revisou as séries históricas relativas aos juros devido à mudança de metodologia.   A principal mudança em relação à nova metodologia foi a introdução dos juros do cartão de crédito, que subiram 2,7% em janeiro na comparação ao mês de dezembro de 2014, ficando em 73,3% ao ano.  

A taxa de juros do cartão é dividida em dois: crédito rotativo e crédito parcelado. Em relação à taxa específica do crédito rotativo no cartão, os juros atingiram em janeiro 334% ao ano, crescendo 2,4 pontos percentuais sobre dezembro e 24,5% pontos percentuais em 12 meses. Já os juros do cheque especial ficaram em 208,7% ao ano, uma alta de 7,7 pontos percentuais no mês e 54,6 pontos percentuais em 12 meses. Tal patamar atingido em janeiro é o maior desde abril de 1996, quando os juros da modalidade alcançaram 212,26% ao ano.

Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, admitiu que houve aumento "em quase todas as modalidades de taxas de juros" praticadas no país. De acordo com ele, o movimento pode estar relacionado ao ciclo de política monetária, ou seja, à política de elevação da Selic, taxa básica de juros da economia, adotada nos últimos meses pela autoridade monetária. "É possível que parte da alta de juros reflita mudanças anunciadas nas taxas em programas no âmbito do BNDES", acrescentou.   O Banco Central também informou que o mês de janeiro registrou queda na inadimplência das pessoas físicas.

O indicador relativo aos débitos com recursos livres ficou em 5,4%, ante 5,5% em dezembro. O patamar atingido no mês anterior é o menor desde o início da série histórica, em março de 2011.

Por William Nascimento

Cart?o de Cr?dito


As taxas que os bancos cobram através da solicitação do Cheque Especial são os maiores do mercado, pois existem instituições financeiras que já cobraram até 200,6% de juros ao ano, sendo essa a maior porcentagem desde 1999.

Isso significa que entrar o ano no vermelho está cada vez mais caro, e os brasileiros precisam se atentar a quais são os melhores e os piores bancos para fazer a solicitação desse tipo de empréstimo.

A taxa de juros para aqueles que solicitam o cheque especial pode variar até 100% entre os principais bancos do Brasil.

Em uma pesquisa realizada pela Exame.com foi possível constatar que hoje a Caixa Econômica Federal é a que oferece as menores taxas de juros, e em contrapartida, o Santander é a instituição financeira com as maiores cobranças.

Um cliente que pega hoje o valor de R$ 500 na Caixa vai ter o total a pagar de R$ 529. Sendo isso avaliado após o período de um ano. Porém, se o cliente optar em pegar o mesmo valor no Santander, o valor final que o correntista vai pagar será de R$ 1.061, sendo 100,35% a mais.

Todas as informações sobre o valor cobrado de taxa de juros de cada banco foram fornecidas pelo Banco Central (BC), sendo isso referente ao período de 26 a 30 de janeiro de 2015.

Veja abaixo quais são os melhores e piores bancos para cair no cheque especial:

– A Caixa Econômica Federal cobra 7,34% de juros ao mês e 133,83% ao ano.

– Em segundo lugar vem o Banco do Brasil com a cobrança de 8,53% ao mês e 166,93% ao ano.

– Depois vem o Bradesco com 9,84% ao mês, e juros de 208,38% ao ano.

– O Itaú cobra 9,89% ao mês e 210,12% ao ano.

– O HSBC tem 12,54% de cobrança de juros ao mês e 312,77% por ano.

– E o último banco analisado é o Santander com o total de 12,81% ao mês e 324,69% por ano.

Dessa forma você pode comparar qual é a melhor instituição financeira para você fazer a aquisição do valor emergencial.

Por Yasmin Fernandes Robles

Cheque especial

Foto: Divulgação


Para os consumidores que pretendem utilizar o cheque especial ou empréstimo segundo as pesquisas realizadas recentemente pela Fundação Procon/SP, o momento é de bastante cautela, haja vista que no mês de fevereiro em alguns bancos foi verificado que os juros dessas modalidades de empréstimos subiram.

Após a realização das comparações na pesquisa foi constatado que no Banco do Brasil foram verificados os maiores aumentos das taxas do cheque especial, sendo que a taxa que era de 9,12% passou para 9,16% ao mês. A título de conhecimento nas outras instituições as taxas ficaram da seguinte forma: no Bradesco a taxa que era de 10,41% foi reajustada para 10,45%, já na Caixa Econômica Federal a taxa que era de 7,64% passou a ser de 8,19% e no Banco Safra ela era de 9,5% passou para 9,75%. O certo é que com estes reajustes a taxa média cobrada pelos bancos pelo uso do cheque especial subiu de 10,37% para 10,5%.

Já para o empréstimo pessoal, as alterações também foram significativas, haja vista que os juros dessa modalidade no Banco do Brasil passaram de 5,07% para 5,11% ao mês, já no Bradesco a taxa que era de 6,49% subiu para 6,53%, na Caixa Econômica Federal de 3,91% passou para 4,04% e no HSBC a taxa que era de 6,39% passou a ser de 7,3%. O fato é que a taxa média que os bancos cobram pelo empréstimo pessoal passou de 5,85% para 6,01%.

Sendo assim devido a estes reajustes e a estes aumentos dessas modalidades de crédito, o momento é de bastante cautela para o consumidor que deve fazer uma reflexão e verificar a real necessidade de fazer ou contratar um empréstimo.

Uma boa dica é que o consumidor faça a análise das suas finanças e caso haja a ocorrência de pendências em cartões de créditos ou até mesmo no cheque especial a melhor saída é procurar outras linhas de crédito que tenham juros mais baratos para realizar a quitação das pendências. 

Por Adriano Oliveira

Juros


As taxas de juros das operações de crédito apresentaram redução pelo oitavo mês consecutivo, de acordo com pesquisa feita pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Para a pessoa física, caiu de 5,81% ao mês em setembro para 5,5% em outubro. Para a pessoa jurídica, passou de 3,31% ao mês em setembro para 3,17% ao mês em outubro.

Os números mostram que, pela primeira vez, a taxa de juros média do cartão de crédito rotativo ficou abaixo de 10% ao mês devido à redução de 9,99% nas taxas agora em outubro.

Segundo a Anefac, as reduções estão ligadas à melhora dos indicadores econômicos e à maior competição no sistema financeiro depois de os bancos públicos diminuírem os juros. A expectativa dos executivos em finanças é que as taxas de juros continuem caindo nos próximos meses.


A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira, dia 29 de outubro, o Cartão Turismo Caixa Platinum. O cartão possui uma linha de crédito com taxa de juros de 1,85% ao mês no rotativo e um limite de  parcelamento de compras em até 48 vezes com taxa de 0,82% ao mês.

O cartão poderá ser usado tanto para compra de serviço ou produto quanto para compra em contratações de pagamento do dia a dia. Nas compras relacionadas com estabelecimentos de turismo o cliente recebe 1,8 ponto no programa de relacionamento para cada dólar gasto. Nas demais transações a relação é de 1,5 ponto para cada real gasto.

De acordo com a Caixa a anuidade do cartão estará em R$ 307. Fabio Lenza, vice-presidente do departamento de relações de pessoas físicas da Caixa Econômica disse que a quantidade de parcelas pode ser dividida em até 6 vezes nos pagamentos e custos das compras podem fazer parte do programa de pontos do cartão.

A Caixa conta com outro cartão de crédito similar, porém com padrão mais barato. Ele se chama Cartão Turismo Caixa. O banco emitiu, até setembro de 2012, cerca de 773 mil unidades do produto. Desde o lançamento do cartão, em 2004, foram emitidos mais de 3 milhões de unidades.

Os cartões destinados ao turismo da Caixa representam cerca de 20,1% do total das de unidades de cartão de clientes do banco.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Segundo dados do governo federal o setor público gastou cerca de 13,844 bilhões de reais no mês de setembro somente com o pagamento de juros. As informações foram publicadas nesta última terça feira, dia 30 de outubro, pelo Banco Central. Esses dados mostram que em relação a agosto de 2012 houve uma queda do pagamento de juros da divida da pública nacional. Em agosto, foram pagos cerca de  19,118 bilhões de reais.

Os dados mostram que o governo central gastou em agosto cerca de 4,805 bilhões de reais com pagamento de juros. Já os estados e municípios gastaram juntos cerca de 8,827 bilhões de reais com pagamento de juros neste mês.

No resultado acumulado do ano os gastos com juros do setor público brasileiro consolidou o montante de 161,424 bilhões de reais. Isto é equivalente a 4,96 % do Produto Interno Bruto brasileiro. Para os valores acumulado nos últimos 12 meses, os gastos do setor público com o pagamento da dívida está em 220,623 bilhões de reais ou um montante equivalente a 5,08% do PIB.

Segundo o Banco Central, o gasto total com juros no ano de 2012 está abaixo do total gasto no ano de 2011. Este resultado é proporcionado pela trajetória de queda da taxa básica de juros Selic que tem impacto nos cálculos da dívida pública.

Por Matheus Camargo


No dia 25 de outubro, o Conselho Monetário Nacional declarou que reduziu juros de empréstimos feitos a partir de fundos constitucionais para 2,94%. A medida é temporária e tem ação retroativa. Segundo a declaração os juros de 2,94% terão efeito para os empréstimos realizados entre 1º de outubro a 31 de dezembro desse ano.

As taxas de juros para os empréstimos em adimplência feitos a partir dos fundos poderão cair ainda mais, indo para o patamar de 2,50%. Bruno Leal, assessor do Tesouro Nacional afirma que os mecanismos de redução da taxa para empresas adimplentes, que pagam suas parcelas em dia, funcionam como um bônus para os bons pagadores. Leal disse que a redução vem acompanhar as medidas do governo de melhoria das taxas de juros no país.

Os fundos constitucionais foram criados a partir da constituição de 1988 e reservam 3% da arrecadação de impostos federais para investir em financiamento das regiões menos industrializadas do país. A motivação para a criação dos Fundos Constitucionais foi a possibilidade de gerar um mecanismo de integração nacional e correção de desigualdades econômicas. Os fundos são destinados para as regiões Nordeste, Norte e Centro Oeste.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


No final das negociações de terça-feira, 23 de outubro, da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) associada a Bovespa, a projeção da taxa DI para janeiro de 2013 estava em 7,10 por cento.

A taxa DI indica as projeções prefixadas de juros em contratos com liquidação futura. Atingindo a média de 7,10 por cento ontem com 655.330 mil contratos negociados. Já as taxas prefixadas em contratos para janeiro de 2014 estavam em 7,39 por cento, uma queda de 0,01% para os 268.350 mil contratos fechados na segunda-feira.

Esses números relevam uma trajetória de queda das taxas prefixadas de juros nos contratos futuros. Os motivos da queda são indicados como a deteriorização da situação na Europa com o anuncio do Banco Central da Espanha sobre o aprofundamento da recessão no país. 

A queda teria sido forçada também pelas previsões dos índices inflacionários no Brasil, com os últimos dados, mostrando que o ritmo de aceleração do crescimento da taxa de inflação começava a ser revertido na terceira semana de outubro, o que levou Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, a afirmar que o país vai conseguir manter-se dentro da meta do governo para a inflação acumulada em 2012.

Por Matheus Camargo


Mudanças no Construcard

Foi anunciado hoje (23/07) que o Construcard, serviço de financiamento de materiais de construção oferecido pela Caixa Econômica Federal, teve um corte nos juros que eram cobrados. Além disso, a CEF aumentou o prazo máximo de financiamento do serviço.

A taxa mínima que era de 1,96%, passou para 1,40% ao mês, e a máxima, passou de 2,35% para 1,85% ao mês.

O prazo máximo de financiamento passou para até 96 meses, sendo que antes este prazo era de até 60 meses.

Essas novas mudanças passam a valer a partir do dia de hoje (23/07) em todo o território nacional.

Sobre o Construcard:

Esta forma de financiamento já beneficiou mais de 1,2 milhão de famílias, emprestando aproximadamente R$ 15 bilhões.

O Construcard é destinado à compra de materiais de construção em estabelecimentos conveniados com a Caixa, e não há limite máximo de financiamento.


Diminuição nas taxas de juros

O corte feito na Selic na semana passada, de 8,5% para 8% ao ano, anunciado pelo Copom, influenciou positivamente na movimentação econômica brasileira.

Os juros de empréstimos e financiamentos dos principais bancos privados e públicos do Brasil foram reduzidos.

O Santander começou o dia de hoje (20/07) operando com suas novas taxas. Para o crédito pessoal, a taxa mínima para pessoa física passou a ser 1,75% ao mês (era 1,79%), e a máxima, 6,89% ao mês (era 6,93%).

Quem também aproveitou para lançar as novidades foram o Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e a Caixa Econômica Federal.

Portanto, o Itaú agora oferece taxas para crédito pessoal de 1,91% a 4,85% ao mês (era de 1,95% a 4,89% ao mês). No Bradesco as taxas ficaram de 1,93% a 1,89%.

Já a Caixa reduziu as taxas do Crédito Aporte Caixa (refinanciamento de imóveis), indo de 1,35% a 1,55% ao mês, mais TR, para 1,31% a 1,51% ao mês, mais TR. A redução foi feita também para operações de financiamento de veículos.

Por fim, o Banco do Brasil cortou os juros das linhas BB Crédito Material de Construção para pessoas físicas (variando de 1,53% a 1,98%) e BB Crédito Benefício para aposentados e pensionistas do INSS (variando de 2,21% a 3,79%).


Cartões de crédito: juros de 323,14% ao ano

A Associação de Consumidores Proteste divulgou nesta terça-feira (17/07) que no Brasil os juros no rotativo do cartão de crédito é 7 vezes maior do que os cobrados nos países da América Latina.

Mesmo com a taxa básica de juros ter sido reduzida, ficando em 8% ao ano, a taxa média anual dos financiamentos dos cartões de crédito é de 323,14% no Brasil. Ou seja, por mês a taxa média atual fica em 12,77%, fazendo com que uma dívida de R$ 100 no rotativo se transforme em R$ 423.

As taxas praticadas nos países da América Latina ficam assim distribuídas:

  • Peru (55%); Chile (54,24%); Argentina (50%), México (33,8%), Venezuela (33%) e Colômbia (29,33%).

Sendo assim, a média da taxa anual deles fica em 42,54%, ou seja, 7,6 vezes menor que a do Brasil.

Segundo a Proteste, não há uma justificativa que explique essa diferença entre as taxas dos outros países em comparação a taxa praticada no Brasil. As diferenças entre os indicadores econômicos dos países citados não são significativas, o que indica que há um grande exagero das taxas de juros de cartões de crédito cobradas no Brasil.


Após o anúncio da baixa de juros feito por diversos bancos brasileiros, públicos e privados, o Banco do Brasil reduziu ainda mais a sua taxa de juros.

A segunda baixa é uma consequência da redução da taxa Selic divulgada pelo Governo Federal. Os juros, assim como da primeira vez, serão menores tanto para clientes Pessoa Física quanto Jurídica.

É importante ressaltar que essa baixa de juros é voltada para os correntistas que optarem pelo pacote de serviço Bom para Todos. As novas taxas passarão a valer a partir do dia 23 de abril, segunda-feira.

A cesta de serviço Bom para Todos começou a vigorar no dia 12 de abril após o primeiro anúncio de redução feito pela instituição, sendo que foram reduzidos os juros para o cheque especial, crédito pessoal, entre outras operações. 

Os mais favorecidos com a nova taxa foram os beneficiados do INSS que efetuaram empréstimos consignados. Antes da nova baixa de juros, as taxas cobradas eram de 0,85% ao mês, com esse novo pacote o percentual caiu para 0,79% mensais.

Para aqueles que pretendem financiar um veículo, as taxas nesse caso também serão reduzidas, de 0,99% para 0,95%. Já o cheque especial terá a taxa de 1,38%

Por Joyce Silva


A Caixa Econômica Federal anunciou que a liberação de crédito para Pessoa Física aumentou 17% após o anúncio do seu pacote de redução de juros. Ao todo o volume de empréstimos somou R$ 518 milhões.

A comparação foi feita com a semana anterior ao anúncio da redução de juros. Com relação aos empréstimos liberados para empresas, esse valor foi de R$ 323 milhões, o que representou um crescimento de 9%.

Antes da redução, a linha Crédito Direto Caixa liberava em média R$ 10 milhões por dia, sendo que com o novo pacote, as contratações dobraram, vale lembrar que a redução da taxa nesse caso foi de 28% por ano.

A taxa anual cobrada para as empresas teve redução de 65% ao ano, isso fez com que a média de procura diária subisse de R$ 5,3 milhões para R$ 39,2 milhões, as campeãs de solicitação são as micro e pequenas empresas que totalizaram juntas um valor de R$ 196 milhões a serem aplicadas no capital de giro.

Os recursos de linha de crédito consignado foram os que tiveram maior volume de contratações, muito por causa da garantia atrelada ao salário, nesse caso as taxas foram reduzidas em 31%, a média de contratações antes era de R$ 77 milhões por dia, com as novas taxas esse valor passou para R$ 135 milhões.

Por Joyce Silva


Seguindo o exemplo de outras instituições financeiras do Brasil, o Banco Itaú também anunciou a redução das suas taxas de juros. As novas regras começam a valer a partir do dia 23 de abril.

A taxa com relação ao financiamento de veículos foi reduzida em 8% e passou para 0,99% mensais, sendo que para aproveitar essa redução é necessário possuir uma conta corrente há pelo menos um ano. Essa redução será aplicada somente nos casos em que o cliente tenha dado pelo menos 50% de entrada e parcelado o restante do valor em no máximo 24 vezes.

Já os empréstimos concedidos para beneficiários do INSS de forma consignada, a taxa de juros cobrada ficará entre 0,89% e 2,2% dependendo das cláusulas contratuais, sendo a primeira o valor mínimo e a última o valor máximo, ou seja, fica proibido ultrapassar esse teto estabelecido pelo banco.

Os profissionais que recebem os seus salários no Itaú contarão com benefícios extras, o pacote para esses clientes terá taxas de juros ainda mais reduzidas, sendo que serão incluídas nessas cestas de serviços mais transações bancárias. Esses clientes também poderão optar por receber mensagens de textos em seus celulares para ajudar a controlar toda a movimentação da conta. Os interessados poderão começar a usar o pacote a partir do dia 2 de maio.

Por Joyce Silva


Depois da Caixa Econômica Federal, do Santander e do HSBC anunciarem seus pacotes de redução nas taxas de juros em seus produtos, o banco Bradesco também anunciou cortes expressivos em suas taxas.

Segundo a instituição, a taxa sobre o crédito pessoal irá passar de 2,66% para 1,97% mensais, já a linha CDC Bens a nova taxa de juros será de 2,97%, anteriormente os juros eram de 3,54%.

Com relação ao financiamento de veículos, a taxa passou de 1,35% para 0,97%. Os aposentados que possuem operações com crédito consignado contarão com uma taxa de 0,9%. Os cartões de créditos feitos em parceria com as redes varejistas também terão taxas de juros menores no caso de parcelamento, as taxas cobradas serão de 2,49% para um prazo de 24 meses, vale lembrar que nesse caso poderá haver alguma variação.

O Bradesco também anunciou que haverá uma ampliação no limite de crédito, o aumento será superior a R$ 15 bilhões, sendo que desse valor R$ 5 bilhões serão voltados para Pessoas Jurídicas e R$ 9 bilhões para Pessoas Físicas.

As micro e pequenas empresas também serão beneficiadas com esse novo pacote, o Banco criou uma linha de crédito para CDC e Capital de Giro no valor de R$ 1 bilhão, nesse caso a taxa de juros a ser cobrada é de 2,9%.

Por Joyce Silva


Os juros cobrados pelas instituições financeiras referentes aos empréstimos pessoais apresentaram índice estável no mês de março no estado de São Paulo, a informação foi divulgada através de uma pesquisa realizada pela Fundação Procon.

De acordo com o estudo, o valor médio das taxas de juros foi de 5,87%, o que representa um acumulado de 98,31% ao ano.

Outro ponto abordado pela pesquisa foi com relação aos juros do cheque especial, a média nesse caso foi de 9,54%, o que representa 198,4% ao ano. A variação foi de 0,01% na comparação com janeiro e fevereiro, a média foi considerada estável pelos especialistas.

A pequena alta na taxa cobrada no cheque especial teve como principal causa a elevação de 0,03% nos juros cobrados pelo HSBC, sendo que as outras instituições financeiras não apresentaram variação.

Ao analisar os bancos isoladamente, a menor taxa cobrada foi apresentada pelo Banco do Brasil e a maior pelo Itaú.

O estudo contou com a participação de sete bancos que atuam no Brasil, foram eles: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Safra, Santander e HSBC.

Por Joyce Silva


As cadernetas de poupança não sofrerão nenhum tipo de alteração, essa foi a informação passada por Guido Mantega, Ministro da Fazenda.

Segundo o Ministro, a atual gestão não pretende adotar nenhuma mudança radical com relação às poupanças.

A justificativa foi dada em meio a uma série de fatores que despertaram a preocupação de especialistas. Segundo alguns profissionais, a crescente redução de juros feita pelo governo poderá fazer com que grandes investidores passem a adotar as cadernetas de poupança em detrimento aos fundos de investimentos. Essa tem sido a principal preocupação de analistas em todo o país.

Com essas seguidas reduções de juros, as poupanças poderão ser um investimento mais vantajoso, principalmente por não haver a necessidade de prestar contas à Receita Federal através do Imposto de Renda, além disso, esse investimento não exige o pagamento de taxas administrativas cobradas pelos bancos.

Outro problema apontado pelos analistas é o fato de que outros fundos são compostos por títulos que pertencem ao governo e que muitas vezes são usados para refinanciar dívidas públicas.

O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, já havia feito um pronunciamento sobre o assunto, na ocasião ele afirmou que os investimentos feitos na poupança não possuem ligação nenhuma com a DPF – renegociação da Dívida Pública Federal, mas a afirmação não acalmou o mercado financeiro que continua preocupado com as medidas que vem sendo adotadas pelo governo.

Por Joyce Silva


De acordo com o que divulgou o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a taxa básica de juros brasileira deverá cair durante o ano de 2012.

Já no ano passado a taxa de juros anual registrou uma queda de 11% para 10,5%, a expectativa é que nesse ano a taxa não chegue a 10%.

Segundo as informações do Copom, a redução das taxas de juros se deve as transformações que estão ocorrendo no mercado financeiro, principalmente na bolsa de valores e na política de superávits primários.

Nessa previsão de queda da taxa, o Copom já conta com a desaceleração da economia e a crise internacional. Leva-se em consideração ainda que os fatores que movem a economia podem mudar, com isso a previsão também pode passar por transformações e não sair como o esperado.

O objetivo é driblar a inflação e a economia global restrita, fazendo assim ajustes moderados nas taxas de juros.

A taxa Selic deve cair para 9,5% ao ano, até abril, mas os analistas já preveem que em 2013 a taxa voltará aos dois dígitos.

Fonte: G1

Por Jéssica Posenato


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no início desta semana voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011, tendência que já se repete pela sexta semana seguida. A taxa anterior, de 6,26%, foi majorada para 6,29%. A 2012, por outro lado, o índice se manteve em 5,00% pela segunda semana seguida.

Em relação à taxa básica de juros da economia, a Selic, o BC manteve a taxa de 2011 em 12,25% pela terceira semana consecutiva, mas para 2012 aumentou a perspectiva para 11,75%, comportamento que se repete desde o levantamento anterior.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi mantida em 4,00%. Para o próximo ano, o BC elevou sucintamente o índice, de 4,24% da última semana para 4,25% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal avançaram levemente em fevereiro em comparação a janeiro.

Segundo a fundação, o cheque especial foi aquele que registrou a maior variação já constatada desde julho de 2010, ao mesmo tempo em que apresentou incremento de 0,16% em relação aos índices de janeiro de 2011. No empréstimo pessoal, particularmente, a alta chegou a 5,39% ao mês, meio ponto percentual acima do resultado anterior.

Na modalidade cheque especial, o Bradesco conduziu o maior avanço entre as demais redes sondadas, com diferença de 0,34%, para 8,79% ao mês. No Santander a taxa subiu de 9,66% para 9,96% ao mês, no HSCB o índice passou de 9,55% para 9,80%, no Banco do Brasil a alteração foi de 8,05% para 8,15% ao mês, e no Itaú, de 8,75% para 8,85%.

O consumidor deve ter maior atenção neste início de ano, principalmente porque muitos optam por parcelar o IPVA e IPTU, situação que comprime a renda mensal. Uma indicação para este período é contratar uma linha de crédito com taxas mais brandas e focá-la ao pagamento das dívidas, embora o recomendado seja mesmo evitar seu uso por agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon


Em meio à expectativa pela cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff, indicações de quem viria a compor a base de seu governo permearam os noticiários de vários portais de comunicação entre novembro e dezembro. Guido Mantega, por exemplo, foi mantido como Ministro da Fazenda, enquanto Henrique Meirelles deixou o cargo de presidente do Banco Central (BC) para o funcionário de carreira Alexandre Tombini.

E se o início deste artigo tende a convergir ao tema econômico, eis que no mês passado, por sinal, a taxa média de juros do crédito ao consumidor avançou de 39,1% para 40,6% ao ano, a mais alta constatada desde maio de 2010, conforme informações registradas pelo BC.

Essa constatação reflete a intenção de o governo frear o alto consumo interno e controlar a tão temida inflação. Para José Pereira da Silva, professor especialista em crédito da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), a taxa de juros deve permanecer nesse nível em 2011, refletindo em alta e menor oferta de crédito para o consumidor.

Para as pessoas que querem contrair empréstimos, Pereira avalia como melhor solução o crédito consignado, por conter, justamente, a menor taxa de juros praticada no mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Insight Engenharia de Comunicação-SP


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e dos empréstimos pessoais aumentaram no início de 2011. O estudo assinala que ao primeiro o índice subiu para 9,13% ao mês, contra 9,12% de antes, enquanto ao segundo o avanço chegou a 5,34% ao mês, ante 5,27% registrado anteriormente.

Segundo matéria da Agência Brasil, a instituição bancária Bradesco foi a precursora pelo progresso das taxas. No banco, os juros do cheque especial saltaram para 8,45% (antes era 8,4%), enquanto as taxas dos empréstimos pessoais pularam para 6%, 0,5% acima do índice anterior (5,5%).

Santander, Safra, Itaú, HSBC, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil sustentaram suas taxas de juros. O Bradesco, contrariado com o estudo, assegurou à Agência Brasil não ter alterado seus índices.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A taxa de juros do empréstimo pessoal nas instituições financeiras brasileiras teve queda neste mês, de acordo com informações levantadas pela Fundação Procon de São Paulo.

Segundo a pesquisa divulgada pelo Procon nesta semana, a taxa média dos juros cobrados pelos bancos foi de 5,35% ao mês. O levantamento foi feito entre os dias 2 e 3 de setembro.

Participaram da pesquisa o Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander. Os bancos Unibanco e Banco Real não participam mais da pesquisa do Procon-SP.

Dos bancos pesquisados pela Fundação Procon, apenas o Itaú aumentou sua taxa de juros de 5.98% para 6,02% ao mês.

Por Luana Neves


É verdade que a cada vez mais difícil economizar mais dinheiro, visto que os juros estão cada vez mais baixos e os produtos cada vez mais atraentes.

Quem não gostaria de adquirir um novo televisor para assistir aos jogos da copa de 2010? Ou quantas pessoas já adquiriram esse sonho?

Bom, para quem ainda não realizou esse sonho, olho vivo, porque embora os juros estejam mais baixos, os preços estão lá em cima, e o que era um sonho pode se tornar um pesadelo sem fim.

Mas calma, até mesmo os sonhos mais caros podem se tornar realidade se planejado corretamente, pois, mais vale poupar do que acabar em dívidas.

Cuidado com os crediários sem entrada, porque podem não ter saída também.

Por Sulamita Filisbelo

Fonte: VOCÊ S/A





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