Busca por crédito subiu 8% em julho

Segundo a Serasa Experian, a quantidade de pessoas que buscaram por crédito em julho avançou 8% ante junho, e em relação a julho de 2011, a alta foi de 2%. Porém, a demanda por crédito no ano apresenta queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Essa alta vista em julho é reflexo dos impactos feitos pelas reduções das taxas de juros, pelos incentivos fiscais através do corte do IPI e pela redução da inadimplência do consumidor.

Na comparação entre as classes de renda, a maior alta verificada na busca por crédito ocorreu entre os consumidores que ganham entre R$ 1.000 e R$ 2.000 mensais (8,2%), os que apresentam renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000 avançaram 8%, e os que ganham até R$ 500 mensais aumentaram a demanda em 7,9%.

De acordo com a análise, a alta da procura por crédito foi maior em todas as regiões do Brasil na comparação com junho. O Sul ficou com 8,8%, o Centro-Oeste com 8,7%, o Nordeste com 8,6%, o Sudeste com 7,7% e o Norte com 3,8%.


IPCA de julho subiu para 0,43%

O índice que mede a inflação oficial do Brasil usada como base para as metas do governo, IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), avançou para 0,43% em julho deste ano, sendo que em junho havia registrado 0,08%.

Segundo dados do IBGE, no ano o IPCA acumula uma variação de 2,76%, abaixo dos 4,04% vistos no mesmo período de 2011, e em 12 meses, a variação é de 5,20%, acima dos 4,92% registrados no mesmo período do ano passado.

Os preços das despesas pessoais e dos alimentos puxaram a inflação de julho, pois os dois apresentaram uma alta de 0,91% e foram os que mais aumentaram no mês passado.

No grupo de alimentos e bebidas, a taxa passou de 0,68% para 0,91%, sendo o tomate o maior influenciador, com alta de 50,33% em julho.

Já, no grupo despesas pessoais, a variação passou de 0,47% para 0,91%, com a principal influência dos preços dos serviços de empregados domésticos (alta de 1,37% em julho).

Em relação aos preços do grupo habitação, que aumentaram de 0,28% para 0,54%, os maiores impactos foram dos valores do aluguel residencial (1,16%), condomínio (0,96%) e artigos de limpeza (0,50%).

Os gastos com a saúde e cuidados pessoais diminuíram, indo de 0,38% para 0,36%.

O grupo de transportes manteve a queda, passando de -1,18% para -0,03%, sendo que os automóveis ficaram 5,48% mais baratos em junho mostrando estabilidade nos preços em julho.

Já, os gastos relacionados à residência passaram de -0,03% para -0,01%, ficando os eletrodomésticos 0,22% mais caros em julho.

Por fim, o grupo de vestuário apresentou variação de 0,04% em julho contra 0,39% de junho.

Observando o comportamento do IPCA pelo país, a maior variação foi encontrada em Goiânia (0,61%), e a menor ficou em Belém (0,22%).


Empresários do comércio: confiança caiu 7,9% em julho

A insatisfação quanto ao cenário atual e o pessimismo quanto ao futuro foram as realidades dos empresários do comércio em julho deste ano.

Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou queda de 7,9% em julho em comparação a junho, e diminuiu 9,1% em relação a julho de 2011.

O Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec), um dos três subíndices que compõe o Icec, caiu 14,9% em julho ante junho, mostrando uma queda de 23,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Para o CNC, o menor impulso da economia brasileira reflete no desempenho do setor varejista, fazendo com que o bom humor do empresário fique reduzido, influenciando a avaliação do mesmo sobre o andamento atual do seu negócio.

Outro componente do Icec, o Ieec (Índice de Expectativas do Empresário do Comércio), também caiu em julho (8%) ante junho, e teve queda de 5,6% se comparado a julho de 2011.

Porém, apesar de todas essas quedas, a entidade acredita que as medidas de estímulo fiscais, ao consumo e monetárias, devem influenciar positivamente as vendas do varejo neste segundo semestre.

Entretanto, nem todos os dados do Icec de julho ficaram no vermelho. O IIEC (Índice de Investimentos do Empresário do Comércio), caiu 1,7% em julho ante junho deste ano, porém, em relação a julho do ano passado apresentou alta de 0,3%. Isso se deve ao fato da melhora da percepção do empresário quanto ao nível dos estoques, agindo favoravelmente até o final deste ano.


Saldo líquido da poupança foi de R$ 8,252 bilhões em julho

O saldo líquido (depósitos menos retiradas) da caderneta de poupança foi de R$ 8,252 bilhões em julho deste ano, segundo informações do Banco Central. Esse foi o melhor resultado para o mês de julho desde o início da série, iniciada em 1995, e o mais alto desde dezembro de 2009.

Até então, a captação líquida no ano da poupança é de R$ 23,736 bilhões.

O saldo do mês passado ficou em R$ 459,442 bilhões, considerando os créditos de rendimentos.

Do total da captação líquida de julho, R$ 6,048 bilhões foram depositados em instituições financeiras que investem em crédito imobiliário. Já, as instituições que destinam o dinheiro ao crédito rural captaram R$ 2,203 bilhões em julho.

A partir do momento que o Governo realizou mudanças nas regras da remuneração da poupança, a captação líquida vem registrando recordes consecutivos. Ou seja, pelas atuais regras, o rendimento da poupança é de 70% da taxa Selic, mais o TR, toda vez que o juro básico registrado for igual ou menor a 8,5% ao ano. Atualmente, a Selic está em 8% ao ano.

Nos últimos três meses, foram depositados na poupança R$ 19,630 bilhões a mais do que as retiradas feitas, contra R$ 1,027 bilhão visto de janeiro a abril.


IPC-S: 4ª prévia de julho desacelerou ante a 3ª prévia

Na 4ª quadrissemana de julho, correspondendo ao fechamento do mês, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou alta de 0,22%, segundo a FGV. Isso representa uma desaceleração em relação a 3ª quadrissemana de julho, quando foi registrada a alta de 0,28%. Porém, se comparado a junho, que registrou alta de 0,11%, ocorreu uma aceleração nos preços no mês passado.

No acumulado anual, o IPC-S apresenta alta de 3,06% e de 5,65% nos últimos 12 meses.

Dos 8 grupos que compõem o indicador, 5 desaceleraram a alta de preços em relação a 3ª quadrissemana de julho, ficando o destaque para ao grupo Alimentação, com 1,02%. No item “carnes bovinas” a variação passou de -0,39% para -0,77%.

Também apresentaram decréscimo os grupos: Vestuário (-0,73% para -0,88%), Transportes (-0,41% para -0,49%), Educação, Leitura e Recreação (0,35% para 0,27%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,27% para 0,23%).

Já, os grupos que registraram acréscimo nas taxas de variação, foram: Despesas Diversas (0,41% para 0,42%) e Comunicação (0,19% para 0,28%). O grupo Habitação apresentou a mesma taxa vista na última apuração, de 0,18%.

O IPCA-15 também voltou a mostrar uma aceleração, subindo 0,33% em julho ante 0,18% visto em junho.

Neste contexto, analistas afirmam que isso não deve modificar a política do Bacen de reduzir a taxa básica de juros com a meta de estimular a economia. Atualmente, a Selic está em 8%.


Dólar encerrou o dia em alta de 0,52%

A moeda norte-americana encerrou o mês de julho com uma valorização de 2% sobre o real. Pelo terceiro dia seguido, o dólar encerrou em alta, registrando hoje (31/07) uma valorização de 0,52%, cotado a R$ 2,049 na venda.

O mercado estava atento às atuações do Bacen, em promover a rolagem dos contratos de swap tradicional que vencem amanhã (1º/08), o que não ocorreu até o fechamento da Bovespa de hoje. Houve influência, também, das expectativas de novas medidas de estímulos que deverão ser realizadas nos próximos dias pelo Fed e BCE.

Portanto, o dólar acumula no semestre uma valorização de 9,66% sobre o real.


Dólar opera em alta nesta terça-feira

Após encerrar o dia de ontem (30/07) em alta de 0,74%, cotado a R$ 2,0383 na venda, o dólar continua avançando nesta terça-feira (31/07).

Às 10h45, a moeda norte-americana subia 0,38%, a R$ 2,0461 na venda.

Os investidores continuam cautelosos, na expectativa de novas medidas de estímulo na zona do euro e com a possibilidade da rolagem dos contratos de swap tradicional, que deverá ser feita amanhã (1º de agosto). Porém, analistas acreditam que o Bacen não fará tal operação, pois com a grande possibilidade de estímulos monetários anunciados no exterior o dólar poderá ficar abaixo de R$ 2, e o governo não quer que isso aconteça.


Ibovespa registrou a maior alta desde 09 de agosto de 2011

O principal índice da Bovespa fechou o dia de hoje (27/07) em grande alta de 4,72%, a 56.553 pontos. Durante o dia houve oscilações, e o Ibovespa chegou a registrar alta de mais de 5%.

Esta foi a maior alta diária vista desde 09 de agosto de 2011, quando o índice registrou 5,1%.

O giro financeiro foi de R$ 9,1 bilhões. Porém, no acumulado anual a bolsa ainda registra desvalorização de 0,36%. No mês de julho a alta é de 4,04%, e na semana, é de 4,35%.

A influência dos comentários de Mario Draghi, presidente do BCE, de fazer o possível para evitar um colapso na zona do euro, começando pela proposta de comprar os títulos da dívida da Espanha e Itália, aqueceram todos os mercados, amenizando os temores de calote nessas regiões.

Os destaques do Ibovespa hoje foram as ações da OGX, com alta de 12,75%, a R$ 5,75, e as da Usiminas, com alta de 11,56%, a R$ 6,66. Já, as que fecharam no negativo foram as ações da Natura, com queda de 1,29%, a R$ 51,03, e as da Redecard, com queda de 0,05%, a R$ 32,95.


Dólar opera em queda nesta sexta-feira

Os investidores permanecem cautelosos com a possibilidade de que o Federal Reserve e o Banco Central Europeu anunciem novas medidas de estímulo monetário na semana que vem, podendo incrementar o fluxo do dólar em mercados emergentes como o Brasil.

Isso está influenciando na cotação do dólar comercial, que às 13h30 de hije (27/07) registrou queda de 0,37%, a R$ 2,0149 na venda.

Ontem, a moeda norte-americana também encerrou o dia em desvalorização, registrando baixa de 0,71%, cotada a R$ 2,0224 na venda.


Ibovespa: alta de 1,52% às 13h40

A Bovespa opera em alta nesta sexta-feira (27/07) estimulada pelas boas expectativas de que o Federal Reserve e o Banco Central Europeu possam anunciar novas medidas de estímulo monetário.

Às 13h40, o Ibovespa subia 1,52%, a 54.825 pontos. A maior alta do índice foi registrada pela Cia Hering, com alta de 5,6%, seguida pela OGX, com 4,12%. Já, do lado oposto, a principal queda foi alcançada pela Localiza, com baixa de 3,04%.

Ontem, o índice registrou alta de 2,65%, a 54.002 pontos, sendo sua maior valorização desde 29 de junho, quando alcançou uma alta de 3,23%.


Dólar fechou em queda pelo segundo dia consecutivo

Hoje, 26 de julho, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,71%, cotada a R$ 2,0224 na venda.

Pelo segundo dia seguido o dólar encerrou em queda, impulsionado pelo otimismo gerado na zona do euro, depois da notícia dada pelo presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, de que irá fazer o que for necessário para impedir que ocorra um colapso na região.

Os mercados ficaram animados com as declarações feitas por Draghi, pois a injeção de liquidez nos mesmos fará com que sejam direcionados fluxos para os mercados emergentes, sendo que esses países apresentam taxas de juros mais elevadas e oferecem aos investidores remunerações mais altas.


Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira

Influenciada pela melhora dos mercados externos, o principal índice da Bovespa encerrou o dia de hoje (26/07) em alta de 2,65%, a 54.002 pontos.

As ações da Vale, que durante do dia apresentaram oscilações, impedindo uma alta maior ainda da Bovespa, também encerraram o dia no positivo. Segundo informações preliminares, os ativos da mineradora fecharam em alta de 0,94%, a R$ 35,45.

O alívio para os investidores e a expressiva melhora na Bolsa de Valores de São Paulo, foram influenciados pelos comentários de Mario Draghi, presidente do BCE, que prometeu fazer o possível para evitar um colapso na zona do euro.


Dólar opera em queda de 0,68% nesta quinta-feira

Após comentários do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que afirmou que fará o possível para preservar o euro e conter os altos custos de financiamento de países da região, a moeda norte-americana segue operando em queda nesta quinta-feira (26/07).

Aproximadamente às 10h, o dólar estava cotado a R$ 2,0229 na venda, com queda de 0,68%.

O fator predominante para essa baixa da moeda continua sendo o apetite pelo risco nos mercados internacionais, ainda mais depois dos comentários feitos por Draghi, e pela expectativa da rolagem dos swaps cambiais, que vencem em 1º de agosto.


Ibovespa opera em alta nesta quinta-feira

Depois de encerrar o dia de ontem em queda, o principal índice da Bovespa está operando em alta nesta quinta-feira (26/07), seguindo com otimismo em relação à melhora dos mercados externos.

Às 11h00, o Ibovespa apresentava alta de 0,64%, aos 52.946 pontos.

O otimismo citado deve-se a afirmação feita pelo presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, que indicou que a autoridade monetária fará o possível para evitar um colapso na zona do euro. Com isso, as bolsas de valores e as moedas de risco seguem com expressiva valorização, amparadas pelos comentários feitos por Draghi, que amenizaram as preocupações existentes nos últimos dias.


Bovespa fechou em queda de 0,06% nesta quarta-feira

Pelo quarto dia seguido o Ibovespa fechou em queda nesta quarta-feira (25/07), mesmo iniciando o dia em alta.

Após novos indícios de fraqueza econômica vistos na zona do euro e nos  Estados Unidos, os investidores permaneceram cautelosos à espera de que novas medidas de estímulo sejam adotadas nessas regiões.

Com isso, o principal índice da Bovespa recuou 0,06%, a 52.607 pontos. A queda acumulada anual ficou em 7,31%. Em julho, a queda fica em 3,21%, e nesta semana, em 2,93%.

Os grandes fatores influenciadores nessas quedas continuam sendo os problemas na Grécia e na Espanha, que permanecem afetando todos os mercados.


Cotação do dólar: queda de 0,34% em 25/07

O dólar fechou o dia de hoje (25/07) em queda de 0,34%, cotado a R$ 2,0368 na venda, e R$ 2,0363 na compra.

As grandes influências para essas consecutivas baixas ainda são a expectativa pela rolagem dos US$ 4,6 bilhões em swaps cambiais, que irão vencer em 1º de agosto, e a notícia que um membro do BCE deu sobre a licença bancária que irá aumentar o “poder de fogo” do fundo de resgate permanente da zona do euro.

O euro, por sua vez, fechou em alta de 0,18%, cotado a R$ 2,4739 na venda.


Bovespa: alta nesta quarta-feira

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo abriu o dia de hoje (25/07) em alta de 0,89%, aos 53.105 pontos, depois de três dias seguidos de queda.

Já, por volta das 10h25, o Ibovespa subia 1,09%, aos 53.211 pontos.

Os temores sobre a crise na zona do euro foram amenizados depois das declarações feitas pelo integrante do conselho do Banco Central Europeu, Ewald Nowotny, que apresentou argumentos favoráveis à concessão de uma licença ao Mecanismo Europeu de Estabilidade, permitindo um empréstimo ao fundo permanente de resgate, para ajudar os países com dificuldades.

No Brasil, as expectativas são para os números da mineradora Vale, que  os anunciará hoje após o fechamento do mercado. As previsões dos analistas indicam que o lucro líquido poderá ficar entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões no 2º trimestre.


Dólar opera em queda nesta quarta-feira

A moeda norte-americana opera em queda nesta quarta-feira (25/07). Às 09h20 o dólar caía 0,04%, a R$ 2,040 na venda. Na BM&F (Bolsa de Mercadoria e Futuro), o dólar futuro para agosto também recuava em 0,48%, a R$ 2,0405.

A previsão é de que hoje a moeda mantenha essa trajetória de queda, conforme ativos de risco ensaiam uma recuperação internacional.

A aparente queda começou a ser visualizada após os argumentos de Ewald Nowotny, membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE) e presidente do Banco Central da Áustria, que se mostrou a favor da concessão ao fundo permanente de resgate do local de uma licença bancária. Ou seja, aumentaria o “poder de fogo” desse fundo na zona do euro, elevando os riscos e alavancando o euro.

Com isso, os investidores voltaram a comprar euro, fazendo a moeda avançar nesta manhã em 0,64%, a US$ 1,2140.

Outro fator de influência é a expectativa de venda dos swaps cambiais, que equivalem US$ 4,6 bilhões, com o vencimento marcado para o dia 1º de agosto.


Cotação do dólar: R$ 2,0438 na venda

A moeda norte-americana apresentou pouca variação comparada ao real no fechamento do dia de hoje (24/07), ficando em R$ 2,0438 na venda, com alta de 0,09%. No mês a valorização fica em 1,69%, e no ano, em 9,38%.

O dia estava instável e os investidores permaneceram cautelosos, preocupados com a situação da Espanha, que está influenciando o mercado externo.

Outro fator para a pouca valorização do dólar registrada hoje, foi a expectativa de que o Bacen possa trazer ao mercado os contratos de swap cambial (venda do dólar no mercado futuro) que vencem no dia 1º de agosto. Porém, se o Banco Central não fizer isso, o efeito líquido no mercado será de compra, e como a posição comprada (que ganha com a alta do dólar) tem forte atuação, o risco aumenta e o potencial de retorno diminui.


Bovespa opera em alta nesta terça-feira

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo está operando em alta nesta terça-feira (24/07), após dois dias seguidos de queda.

Às 10h25, o Ibovespa apresentava alta de 0,54%, aos 53.321 pontos.

Ontem, a bolsa caiu, sentindo os reflexos dos problemas internacionais. O Ibovespa fechou o dia em queda de 2,14%, aos 53.033 pontos, sendo considerado o menor índice registrado desde 28 de junho, quando a Bovespa fechou aos 52.652 pontos.


Dólar é cotado a R$ 2,0430 nesta terça-feira

Após dois dias de alta, o dólar mantém sua trajetória e segue subindo nesta terça-feira (24/07).

Às 09h12 a cotação da moeda norte-americana estava em R$ 2,0430, com variação positiva de 0,05%.

Ontem, o dólar fechou o dia com alta de 0,9%, cotado a R$ 2,042.

Pelos problemas em vários países do mundo e a situação da Espanha, que vem preocupando todos os mercados atualmente, o dia de hoje está sendo seguido com cautela.


Ações: valorização e desvalorização em 23/07

O principal índice da Bovespa fechou o dia em queda de 2,14%, aos 53.033 pontos.

Sendo assim, as ações preferenciais da Vale caíram 2,64%, a R$ 36,88, seguidas dos ativos da Petrobras, com queda de 1,15%, a R$ 18,96. A OGX também encerrou o dia de hoje (23/07) em queda de 3,67%, a R$ 5,25, e o Bradesco caiu 4,78%, a R$ 29,07.

Por outro lado, 15 dos 67 ativos do Ibovespa encerraram em alta, ficando na liderança a LLX (empresa do grupo de Eike Batista), com uma valorização de 12,12%, a R$ 2,59. Já, fora do índice, a CCX (também pertencente a Eike Batista), registrou alta de 11,24%, a R$ 4,75.


Cotação do dólar em 23/07: alta de 0,9%

Os investidores estão preocupados com a situação econômica da Espanha, fazendo com que a moeda norte-americana se torne mais interessante e vantajosa para os mesmos.

Sendo assim, o dólar fechou o dia de hoje (23/07) em alta de 0,9%, cotado a R$ 2,042 na venda. Com esse resultado, a valorização da moeda fica em 9,3% no ano, e no mês chega a 1,60%.

Além das preocupações com o estado da Espanha, outro fator que os investidores estão levando em conta é a possível saída da Grécia da zona do euro. Ou seja, o grande temor é que essa situação resulte em uma ruptura do bloco, mexendo bruscamente nos mercados acionários.


Ibovespa: queda de 2,14% em 23/07

As preocupações com os acontecimentos nos mercados internacionais (problemas na Espanha e Grécia), refletiram no fechamento da Bovespa nesta segunda-feira (23/07).

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o dia em queda de 2,14%, aos 53.033 pontos. O Ibovespa chegou a cair 3,66% na mínima do dia. Já, a movimentação financeira do pregão foi de R$ 5,4 bilhões.

Portanto, neste mês de julho a Bovespa acumula perdas de 2,43% e no ano as perdas são de 6,55%.


Dólar em alta

As informações atuais dos problemas econômicos enfrentados na Espanha e a possibilidade da Grécia sair da zona do euro, refletiram na valorização da moeda norte-americana nesta segunda-feira (23/07).

Às 10h55 o dólar subia 1,05%, cotado a R$ 2,0445 na venda.

Na sexta-feira (20/07), após cinco dias de queda o dólar começou a subir, fechando o dia em alta de 0,47%, a R$ 2,0233 na venda.

Portanto, as dificuldades que estão surgindo nos últimos dias na Europa estão fazendo com que os investidores apostem no dólar como uma boa opção de investimento.


Ibovespa opera em queda nesta segunda-feira

Após as notícias de que a Espanha poderá pedir ajuda internacional, a Bovespa segue o ritmo de sexta-feira (20/07) e continua em queda nesta segunda-feira (23/07).

Às 11h29 o Ibovespa operava em queda de 3,22%, aos 52.451 pontos. Na sexta-feira o índice fechou em baixa de 2,08%, aos 54.194 pontos.

Além do temor pelo que possa ocorrer na Espanha, as preocupações também se voltam à Grécia, pois o país poderá sair da zona do euro por não conseguir cumprir as condições de um acordo internacional de resgate.


Cotação do dólar: alta de 0,47% em 20/07

As preocupações com a situação da Espanha no dia de hoje (20/07) fizeram com que a moeda norte-americana fechasse em alta de 0,47%, a R$ 2,023, em relação ao real. Com isso, a moeda acumula alta de 8,28% no ano, e queda de 0,68% na semana.

Mesmo com a aprovação de um empréstimo de 100 bilhões de euros feita à Espanha, os investidores ficaram receosos quanto à situação do país, que poderá se unir aos países que buscaram ajuda internacional.

Aumentando as preocupações, a região de Valência afirmou que irá solicitar ajuda financeira de Madri, medida que assustou os mercados e prejudicou os esforços do governo em evitar uma ajuda mais ampla.

Portanto, o temor com a crise europeia fez com que o dólar ficasse mais rentável aos investidores.


Ibovespa 20/07: queda de 2,08%

Após três altas seguidas o Ibovespa encerrou o dia de hoje (20/07) em queda de 2,08%, aos 54.194 pontos.

Com isso, a bolsa acumula queda anual de 4,5% e semanal de 0,25%.

O fator influenciador, que fez com que o principal índice acionário da Bovespa caísse, foi o temor de que a Espanha seja o próximo país europeu a procurar resgate internacional.

Essa preocupação estremeceu uma possibilidade de empréstimo de até 100 bilhões de euros a bancos do país, fazendo com que a Espanha possa se unir aos países que buscaram ajuda internacional (incluindo Portugal, Grécia, Irlanda e Chipre). Ou seja, os custos de empréstimos da Espanha foram pressionados, deixando a negociação dos yields dos títulos de 10 anos acima de 7%.

Portanto, a expectativa para a semana que vem é que o Ibovespa continue oscilando entre 53 mil e 58 mil pontos.


Dólar encerrou o dia em queda

A moeda norte-americana encerrou o dia de hoje (19/07) em queda de 0,39%, cotado a R$ 2,0138 na venda.

Os investidores estavam mais otimistas com os resultados financeiros de empresas norte-americanas, e menos preocupados com a crise na zona do euro.

Esta é a quinta sessão seguida em que o dólar registra baixa, acompanhando uma evolução no mercado externo. Sendo assim, nestas últimas sessões, a moeda recuou aproximadamente 1,3% em relação ao real.

Portanto, o que vem ajudando o dólar a permanecer entre os R$ 2,00 e R$ 2,10 estabelecidos por intervenções do Banco Central, é a trégua existente nos últimos dias de notícias negativas do cenário externo.


Ibovespa fechou em alta de 1,40%

O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira (19/07), de 1,40%, aos 55.346 pontos, reagindo positivamente pela valorização das commodities no mercado internacional, pela divulgação da ata do Copom, que informou que a Selic poderá alcançar patamares mais baixos, e pela boa reação dos investidores a balanços  corporativos nos EUA.

Com essa alta, o índice acumula ganho de 1,87% na semana.

As ações mais negociadas foram as da Petrobras, que subiram 1,50%, para R$ 19,62, as da Vale PN, com baixa de 0,07%, para R$ 38,57, e as da OGX, com alta de 0,52%, para R$ 5,70.

Já, as ações da Rossi Residencial ON foram as que apresentaram o maior ganho do dia de hoje, com alta de 9,13%, para R$ 4,30, seguidas pelos ativos da PDG Realt ON, com alta de 4,89%, para R$ 3,43, e pelas ações da Gafisa ON, com alta de 6,55%, para R$ 2,60.


Bovespa segue em alta nesta quinta-feira

A Bolsa de Valores de São Paulo abriu em alta nesta quinta-feira (19/07) e segue assim após dois dias de altas, acompanhando os mercados externos, depois da ata da Copom ter indicado que poderia ocorrer mais um corte na taxa de juros brasileira.

Às 10h30 o Ibovespa subia 0,60% aos 54.909 pontos.

Ontem (18/07) o índice fechou o dia em alta de 1,25%, com 54.583 pontos. O fato que chamou a atenção foi a baixa das ações das empresas de telefonia TIM e Oi, caindo 2,77%, a R$ 9,46 e 4,47%, a R$ 9,17, respectivamente.


Cotação do dólar: R$ 2,0175

Ontem (18/07), o dólar encerrou o dia quase estável, em R$ 2,0216, com uma pequena baixa, e hoje (19/07) essa queda ainda continua, fazendo com que os investidores procurem ativos de maior risco.

Às 09h22 a moeda norte-americana registrou baixa de 0,20%, chegando a R$ 2,0175 na venda.

Já, os mercados acionários europeus operavam em alta, e os índices futuros das bolsas de Nova York indicavam que abririam o dia no positivo.


IGP-10: alta em julho de 2012

O IGP-10 (Índice Geral de Preços-10) apresentou crescimento de 0,96% no mês de julho de 2012, segundo informações da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgadas na terça-feira (17/07). Em comparação ao mês passado, o levantamento apontou uma alta de 0,74% no índice.

A principal influenciadora para esta elevação foi a aceleração dos preços no atacado.

No acumulado deste ano a alta registrada foi de 3,84%. Porém, desde julho de 2011 a inflação ficou em 6,03%.

Já, o IPA-10 (Índice de Preços ao Produtor Amplo-10), um dos componentes do IGP-10, também subiu 1,23%, se comparado ao mês de junho, que registrou alta de 0,73%.

O IPC-10 (Índice de Preços ao Consumidor-10), que também compõe o IGP-10, avançou 0,19%, ante a alta de 0,33% visto no mês passado. Nesse caso, o grupo Despesas Diversas contribuiu para a aceleração, passando de 3,03% para 0,11%.

Por fim, o INCC-10 (Índice Nacional de Custo da Construção-10), apresentou alta de 0,84%, contra 1,67%.

Sobre o IGP-10:

O índice calcula os preços ao consumidor, ao produtor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior ao dia 10 do mês de referência.


Ações da Oi e TIM caem em 18/07

Após a Anatel punir as operadoras de telefonia móvel Claro, Oi e TIM, que terão as vendas de chips suspensas a partir do dia 23 de julho por apresentarem constantes reclamações por falhas nos serviços prestados aos consumidores, estas últimas apresentaram grandes perdas entre as ações do Ibovespa.

As ações preferenciais da Oi caíram 4,47%, indo para R$ 9,17 e as da TIM foram para R$ 9,46, caindo 2,77%. A Claro não teve este impacto, porque não participa da bolsa.

As empresas de telefonia não serão multadas, a não ser que não cumpram a determinação de suspender as vendas dos chips.

Já, o principal índice da Bovespa fechou o dia em alta de 1,25% com 54.583 pontos, acompanhando o comportamento do Wall Street, estimulado pelos dados de moradia dos EUA.





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