No dia 19 de outubro, o IBGE divulgou o resultado do indicador IPCA-15, com os resultados do índice de preço ao consumidor de espectro amplo para os primeiros quinze dias do mês. O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação do mês medida pelo IPCA.

O IPCA-15 para os primeiros quinze dias de outubro apresentou uma alta média de 0,65 pontos percentuais. Esse valor é o teto das estimativas projetadas para o índice no período, que variavam entre 0,55% e 0,65%. O dado preocupa, pois parece consolidar uma tendência de alta de preços, com os índices inflacionários aumentando sucessivamente.

Pelos os dados, os alimentos novamente lideram o ranking da alta de preços. Esse grupo de produtos pesquisados subiu 1,56% na primeira quinzena de outubro, acima dos 1,08% apresentado no mesmo período em setembro. Um dos itens que mais subiram dentro do grupo foi o arroz, com uma alta de impressionantes 11,91%. Houve também uma subida expressiva do preço da batata-inglesa, que ficou em média 19,23% mais cara no período. No conjunto das fortes altas dos preços dos alimentos há ainda a cebola, com 9,97% e as carnes, que ficaram 2,92% mais caras.

Como ocorreu no índice do IPCA-15 de setembro, outro grupo que puxou a inflação para cima foi a habitação. Esse grupo também apresentou uma alta em outubro superior a alta de setembro, ficando agora 0,72% mais cara frente aos 0,43% do mês passado.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Cumprindo seu papel de posicionar a população não apenas quanto aos dispositivos enquadrados pelo Censo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na última quarta-feira (20) informações sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de abril.

De acordo com o estudo, o indicador apresentou variação de 0,77% no mês, superior em 0,17% ao constatado em março. No acumulado anual, o IPCA-15 registra taxa de 3,14% e levando-se em apreço os doze últimos meses encerrados em abril, o índice atinge 6,44%.

Dois grupos pressionaram com ímpeto mais elevado o indicador. A taxa em Alimentos e Bebidas ascendeu de 0,46% de março para 0,79% em abril, enquanto a elevação em Transportes, na mesma base comparativa, passou de 1,11% para 1,45%. Na última categoria, vale destacar a atuação dos combustíveis, sobretudo o etanol, que variou de 4,68% para 16,40%.

Ainda abrangendo o IPCA-15, o grupo Habitação sofreu alta de 0,39% para 0,72% em função do aluguel residencial e do condomínio. O grupo Vestuário também acelerou no período, para 1,46% (em março ocorreu recuo de 0,37%). Variação positiva também foi constatada em Saúde e Cuidados pessoais, de 0,35% para 0,57%.

O grupo Artigos de Residência sofreu baixa de 0,26% para -0,07% entre março e abril. Em Despesas Pessoais a desaceleração registrada foi de 1,04% para 0,51%, enquanto em Educação ocorreu arrefecimento de 1,03% para 0,07% e em Comunicação de 0,44% para 0,06%.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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