O IPC (Índice de Preços ao Consumidor), na cidade de São Paulo, apresentou uma aceleração de subida e ficou em 0,84% na 3ª semana de outubro.

Os números são da FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

De acordo com o índice medido pela FIPE, há uma trajetória de aceleração da subida da inflação na cidade. Na segunda quadrissemana de outubro, o IPC de São Paulo alcançou uma variação positiva de 0,77%. Em relação a terceira parcial de setembro a inflação medida pelo IPC ficou 0,41% superior.

Com esse resultado o indicador está no teto das previsões das instituições financeiras do país que esperavam um valor entre 0,85% e 0,74%. Entre os grupos de produtos e serviços pesquisados aquele que teve maior subida foram os gastos com alimentação. O grupo apresentou uma alta de 2,28% no período. Na segunda semana de outubro a alimentação subiu 2,12%.

Segundo a pesquisa, ficou 0,51% mais caro morar em São Paulo na terceira semana de outubro. O índice é maior do que os 0,41% apresentados na segunda quadrissemana de outubro. Já, os gastos com saúde ficaram 0,21% mais baratos neste terceiro levantamento de outubro. Os vestuários também apresentaram um recuo da ordem de 0,45%.

Por Matheus Camargo


IPC registrou alta de 0,16% na 1ª quadrissemana de agosto

O indicador que mede a inflação da cidade de São Paulo, IPC (Índice de Preços ao Consumidor), registrou alta de 0,16% na primeira prévia de agosto deste ano, em comparação ao mês de julho, que apresentou 0,13%. Porém, segundo a Fipe, em relação à taxa de 0,19% da primeira prévia de julho, o índice teve uma desaceleração.

O grupo habitação registrou variação positiva no período analisado, ficando em 0,16% ante 0,09% visto em julho. Já, o grupo alimentação registrou queda, indo de 0,53% em julho para 0,36% na 1ª semana de agosto.

O grupo transporte permaneceu na escala negativa, saindo da deflação de 0,36% em julho para uma deflação de 0,32% na 1ª quadrissemana deste mês.

Despesas pessoais apresentou aceleração, passando de 0,33% visto em julho para 0,52% na prévia de agosto. O item saúde também subiu, de 0,39% (julho) para 0,54% (1ª prévia deste mês).

O grupo educação teve baixa, indo de 0,31% (julho) para 0,26% (1ª semana de agosto). Por fim, o item vestuário permaneceu em deflação, de 0,63% (julho) para 0,33% (1ª parcial deste mês).


A atenção do consumidor deve ser redobrada no atual momento, pois com o início da desaceleração econômica os preços de muitos produtos passaram a sofrer variação, mesmo que ínfimas e oscilantes. Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) variou para 0,83% em 15 de abril, 0,06% inferior ao índice constatado no último levantamento.

De acordo com a FGV, somente o grupo Alimentação pressionou o IPC-S para baixo ao passar de 1,50% para 1,10%. Dos 21 componentes analisados, 13 registraram baixas em suas taxas, ficando a hortaliças e legumes o mais severo arrefecimento, de 8,86% para 5,53%. O índice das frutas, logo em seguida, decresceu de 0,56% positivo para 1,02% negativo, enquanto em pescados frescos a variação deixou 4,49% para abraçar 4,77%.

O único grupo a manter o mesmo índice do levantamento anterior para o mais recente foi Habitação, com taxa de 0,35%.

Os demais grupos, por outro lado, registraram acelerações em suas taxas de variação. O destaque ficou por conta de Transportes, que subiu de 1,49% para 1,71%. Em Despesas Diversas o índice cresceu de 0,16% para 0,34%, enquanto Educação, Leitura & Recreação delineou progresso de 0,34% para 0,48%. Saúde e Cuidados Pessoais, com avanço de 0,73% para 0,81%, e Vestuário, de 1,03% para 1,08%, completam a lista.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) enunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,82% em 15 de fevereiro, ante índice de 1,16% calculado no último levantamento. A entidade assinala que das sete classes de despesas sondadas, cinco contraíram baixa em suas taxas.

O grupo Alimentação, que no transcorrer de 2010 chegou a altas espantosas, foi o grande destaque no atual levantamento ao decrescer de 1,15% para 0,55%. Nesta categoria, o índice de hortaliças e legumes caiu de 11,22% para 8,39%, assim como frutas, de 0,17% para -1,59%, e carnes bovinas, de -1,85% para -2,70%.

Acompanhando a Alimentação, o grupo Educação, Leitura & Recreação registrou baixa de 2,92% para 1,95%, seguido, portanto, pela categoria Transportes, que arrefeceu para 2,21%, contra 2,80% de antes.

Vestuário e Saúde & Cuidados Pessoais registraram abrandamento respectivo de -0,06% para -0,47 e de 0,39% para 0,32%. Diferentemente desses, os grupos Habitação e Despesas Diversas sentiram alta nos índices de variação. O primeiro passou de 0,39% para 0,46% e o segundo, de 1,41% para 1,48%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Dados referentes à segunda quadrissemana de fevereiro indicam que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC), calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe), apresentou variação de 0,95%, contra taxa de 1,12% da leitura precedente.

Dos sete grupos presentes no IPC da Fipe, três apresentaram baixa em seus índices. Da primeira para a segunda leitura do mês, a categoria Alimentação registrou baixa de 0,29% para 0,06%, assim como Transporte, de 3,24% para 2,47%. A Educação, por sua vez, contraiu a queda mais significativa, de 4,81% da primeira quadrissemana do mês para 3,48%.

Diferentemente dos índices das categorias acima, a taxa do grupo Habitação saltou de 0,58% para 0,67%, a de Despesas Pessoais de 0,89% para 0,90%, a de Saúde de 0,73% para 0,92% e a de Vestuário de 0,15% para 0,28%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe


Grande parte da sociedade brasileira pertence à classe C. Dados recentes indicam que a população inserida nesse contexto corresponde a 50,5% do total, esta que também tem aumentado significativamente seus gastos e remunerações na medida em que as oportunidades de emprego e o maior acesso ao crédito avançam. O mesmo, em menor escala, tem ocorrido às classes D e E, efeito constatado, por exemplo, na diminuição das pessoas em situação de extrema pobreza.

As despesas com alimentação e educação cresceram no mês passado para as pessoas que possuem remuneração mensal de um a 2,5 salários mínimos, ou seja, fatia da descrição assinalada anteriormente. De acordo com informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) abraçou o índice de 0,80%.

No acumulado do ano até outubro, exprime o portal de notícias R7, o IPC-C1 aglomera progresso de 5,02% e nos últimos dozes meses encerrados no período em questão, avanço de 5,43%.

Legumes & hortaliças e material escolar (com exceção dos livros) foram os componentes que mais apresentaram crescimento. Nos grupos de Transportes e Despesas Diversas também ocorreu alta, com grande destaque para a cerveja e a gasolina.

Diferentemente, Saúde & Cuidados Pessoais e Vestuário contraíram arrefecimento, com ênfase nos artigos de higiene, cuidado pessoal, roupas e taxa de esgoto e água residencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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