Saiba aqui como funciona e quais são as vantagens de aplicar o seu dinheiro na poupança.

Se você tem interesse em aprender mais sobre investimentos, confira aqui informações sobre o investimento mais popular no Brasil: a poupança.

Sobre a poupança

A poupança é uma opção de aplicação considerada mais acessível e segura, uma vez que é garantida pelo próprio governo federal. Além disso, é tida como adequada tanto para grandes investidores, quanto para pequenos.

As regras de funcionamento são definidas pelo Banco Central do Brasil (BCB) e há leis que regulamentam seu funcionamento. Atualmente, a remuneração equivale a 0,5% de juros por mês, sobre o montante depositado. Ainda deve ser incluso no cálculo, a variação da taxa referencial (TR).

Assim, quanto mais tempo você deixar o valor aplicado na poupança, maior será seu retorno.

Embora seu retorno seja baixo, comparado com outras aplicações, como por exemplo os títulos públicos, é um investimento considerado simples, isento de imposto de renda e de taxas administrativas.

Como o rendimento depende do valor da taxa básica de juros (SELIC), os ganhos ficam limitados a 6,17% no período de um ano, somando a variação da TR, quando a SELIC supera 8,5% ao ano.

Já no cenário em que a taxa básica de juros do Brasil fica inferior a 8,5%, a correção da poupança é limitada a 70% dessa taxa, mais a TR, calculada pelo BCB. Esse é o cenário atual do país, quando a SELIC está em 7,5%.

Como funciona?

O investidor deposita um montante em dinheiro na conta poupança que tenha em algum banco. A esse valor será adicionado os juros mensais, 30 dias após a data de aplicação, com rendimento regulamentado pelo Banco Central.

Se você não possui conta poupança, mas deseja abrir uma em algum banco, confira o que é necessário fazer:

1) Separar documentos – entre eles RG, CPF e comprovante de residência;

2) Apresentar documentos ao banco para que sua conta poupança seja aberta;

3) Realize seus depósitos – para que seu dinheiro comece a render, é necessário que você faça depósitos na sua conta poupança.

Outra informação que quem investe em poupança precisa saber é que o seu dinheiro não fica parado na conta. Os bancos utilizam os valores depositados para fomentar outros créditos, como o imobiliário, por exemplo. Como retorno de ter usado seu dinheiro, você recebe um rendimento do banco.

Cada banco pode oferecer diferentes modalidades de poupança, considerando vinculação à conta corrente, acessibilidade a outros dependentes e com limites de movimentações por mês para realizar movimentações bancárias, como transferências, pagamentos, vinculação com benefícios de programas do governo, entre outros.

É vantajoso ter poupança?

Apesar de não oferecer uma rentabilidade alta, é indicado para quem não possui um montante grande, mas que deseja guardar seu dinheiro, para aqueles investidores que desejam obter retorno em curto prazo e para as pessoas que preferem ter uma reserva em dinheiro, para situações de emergência, por exemplo, uma vez que o dinheiro da poupança pode ser sacado a qualquer tempo. Assim, não é necessário autorização prévia do banco, como ocorre em outros tipos de investimentos.

Outra vantagem da poupança é que não se exige valor mínimo para começar o investimento. Assim, você pode começar a aplicar seu dinheiro, mesmo que em pequena quantidade. O objetivo é não deixar de investir. Caso a conta passe meses sem movimentação, poderá ser encerrada.

Para ter poupança, não precisa ser maior de idade. Isso permite que os pais ou representantes legais comecem a guardar dinheiro para os filhos ainda que menores de 16 anos.

Histórico da poupança

No Brasil, investir em poupança é algo bem tradicional. Sua criação no país ocorreu no século 19. O objetivo era salvar o dinheiro da inflação para garantir a capacidade de compra.

Melisse V.


Renda fixa e variável, Fundos de investimento e Ações são bons investimentos para os diferentes perfis neste ano.

Em época de crise, é importante investir dinheiro em um negócio seguro e com boa rentabilidade. Mas fica a dúvida, aonde investir?

O investimento mais recomendado ainda é a renda fixa. No ano de 2017, a previsão é que a taxa de juros real permaneça em torno de 6%, considerado um bom índice.

Para aquele investidor com um perfil mais conservador, o indicado é que ele invista em títulos de renda fixa, com ativos pós-fixados. Para investimentos de curto prazo, os melhores títulos são os CDBs (certificado de depósito bancário) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliário). A vantagem das CDB e das Letras é que elas são isentas de imposto de renda para pessoas físicas. Mas, devem ser verificados os prazos de resgate e as taxas.

Ainda para o investidor conservador, outra escolha boa são os Fundos de investimento. É importante verificar as taxas de cada um e as modalidades, pois alguns fundos são de risco alto.

Já para os mais arrojados vale fazer investimentos de renda variável, como em ouro e commodities.

Vale ressaltar que neste ano de 2017, a safra agrícola foi muito boa e investir em commodities agrícolas é um bom negócio. A negociação delas ocorre na Bolsa de Mercadorias (BM&FBovespa). Esse tipo de investimento é de renda variável e tem um risco maior do que os investimentos em renda fixa.

E também para os investidores aventureiros, há a opção de se investir em ações em bolsas de valores.

A terceira opção válida para investimento é sobre a moeda americana: Dólar.

Todavia, devido a volatilidade das moedas, é difícil para a pessoa física trabalhar neste mercado, pois ele não tem acesso fácil as cotações do dólar comercial e acaba investindo nas cotações do dólar turismo. Isso faz com que o investidor perca muito dinheiro devido às variações cambiais imprevisíveis. Mesmo os investidores com perfil arriscado, não gostam muito de operar neste mercado devido a sua grande flutuação. Todavia, as flutuações podem ser bem lucrativas também, sendo um investimento a ser considerado após uma análise bem detalhada do mercado.

É bom procurar boas corretoras para fazer uma análise dos melhores mercados para aplicar o dinheiro. A expectativa é que a economia melhore aos poucos e o PIB tenha um crescimento discreto.

Por Anneliese Gobbes Faria

Melhor investimento


Algumas corretoras citam ações da Petrobras e do Itaú Unibanco como as melhores para se investir em junho de 2017.

Segundo pesquisa feita pela EXAME.com, os papéis da Petrobras foram indicados ainda mantendo a liderança no mês de junho de 2017, considerando a opinião de 13 corretoras.

Em segundo lugar, figuram as ações do Itaú Unibanco (ITUB4). Já os papéis da Klabin (KLBN11) e da B3 (BVMF3), completam as primeiras colocações, com 7 indicações cada, para o mês de junho.

Melhores indicações

Conforme a corretora Planner, as ações da Petrobras foram mantidas em sua carteira devido a acreditarem que a queda das ações no mês de maio ocorreu devido ao cenário político do país, não tendo portanto, neste momento, nenhuma correlação com as operações da empresa.

A preferida da Planner é a ação do Itaú Unibanco, quando da questão “setor bancário”. Historicamente a ação do banco tende a superar as expectativas do mercado.

Ainda com relação à indicação do Itaú Unibanco, pelos analistas da Planner, os mesmos indicam em relatório que: mesmo com os resultados de fora do Brasil, no caso da América Latina, que estão abaixo do esperado pelo mercado, a visão deles será mantida, tendo em vista que o posicionamento nos mercados estrangeiros, tem a tendência de contribuir de forma muito positiva para o banco.

Eles também esperam que uma melhoria na situação da atividade econômica brasileira, bem como um ciclo de baixa na taxa de juros, venha a melhorar o cenário, tendo em vista o setor dos bancos no país.

Conforme relatório do Bradesco, o processo de incorporação da Cetip irá trazer ganhos em potencial para atratividade e sinergia da B3. Por outro lado, os analistas da Guide acreditam que a tendência de elevação do dólar, por tendência, beneficiará a operação da Klabin, que possui facilidade na exportação do excedente de produção da celulose.

Veja as melhores indicações, segundo a Planner:

· BB Seguridade (BBSE3)

· Itaúsa (ITSA4)

· Klabin (KLBN1)

· Lojas Americanas (LAME4)

· Multiplan (MULT3)

· Odontoprev (ODPV3)

· Petrobras (PETR4)

· Taesa (TAEE11)

· Telefônica Brasil (VIVT4)

· TUPY (TUPY3)

E segundo o Bradesco:

· B3 (BVMF3)

· Banco do Brasil (BBAS3)

· BRF (BRFS3)

· Cesp (CESP6)

· Itaú Unibanco (ITUB4)

· Petrobras (PETR4)

· Renner (LREN3)

· Rumo (RAIL3)

· Suzano (SUZB5)

· Usiminas (USIM5)

Por Silvano Andriotti

Ações


Dicas de como investir o dinheiro e obter bons rendimentos neste ano de 2017.

Para o ano de 2017, tanto os pequenos investidores quanto os de maiores portes deverão estar bastante atentos na hora de investir o seu dinheiro nas aplicações disponíveis no mercado. Esta expectativa foi criada desde novembro de 2016 quando a chamada taxa Selic passou a cair em virtude da mudança da política econômica implantada pelo governo atual.

Atrelada à queda da Selic, o mercado financeiro também se prepara para uma queda gradativa na taxa básica de juros, o que pode influenciar no mercado financeiro e consequentemente no panorama das aplicações bancárias do país.

A partir das avaliações feitas pelos órgãos de controle da economia no país como o Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM), a expectativa gerada com a queda das taxas de juros pode não ser prejudicial assim. A avalição da principal instituição financeira do país, o Banco Central (BC) aposta na manutenção da taxa de juros em dois dígitos, o que favorece algumas aplicações.

Diante deste panorama, o mercado financeiro deverá focar sua atenção em algumas aplicações para este ano de 2017. São elas: a renda fixa, os títulos pós-fixados ligados à variação da taxa Selic e a CDI, as aplicações no Tesouro Direto, os CDBs, os LCs, os LCAs e LCIs. Além disso, para quem é mais conservador e apenas que ter um rendimento mínimo, para não deixar o dinheiro parado no banco e sem correr riscos, a poupança ainda é uma opção, apesar de ser a última para quem pretende ganhar dinheiro com as correções monetárias.

Uma das aplicações que deverá continuar a despontar em 2017 será a compra dos chamados títulos públicos. Ou seja, o pequeno investidor, a partir de uma pequena quantia que não chega nem a R$ 50,00 poderá adquiri-los na sua agência bancária ou nas corretoras de valores de sua confiança. A vantagem desta aplicação é a sua correção atrelada à variação da Selic, entretanto, o ganho ocorre em proporção inversa. Ou seja, quando esta cair de valor, a taxa de juros deverá manter elevada, favorecendo a quem tem dinheiro investido neste tipo de investimento.

Outro tipo de aplicação que deverá se sobressair em 2017 serão as chamadas LCIs e LCAs. A primeira são as chamadas Letras de Crédito Imobiliário e a segunda, as Letras de Crédito do Agronegócio. As LCIs são voltadas para o financiamento do setor do agronegócio no país e as LCAs relacionam-se ao capital investido para a realização do financiamento de imóveis. A vantagem deste tipo de investimento é a total isenção de pagamento de imposto de renda. Por outro lado, o investidor que deseja ter este tipo de aplicação em sua carteira de investimento deverá desembolsar uma fatia maior de dinheiro na compra, além de ter que esperar um longo prazo para desfrutar de seus rendimentos.

Uma boa opção, principalmente para quem não tem uma grande capital para investir são as já tradicionais CDBs e LC (Letras de Câmbio). Com um rendimento um pouco superior a poupança, elas são uma alternativa à velha caderneta de poupança. A vantagem é que os juros são pós-fixados e seguem a variação do CDI, o que pode garantir taxas maiores de lucratividade.

Para 2017, o investidor deve ficar bastante atento, pois, caso se confirme a tendência de queda da Selic, os rendimentos poderão ser afetados por esta volatilidade.

Por Emmanoel Gomes

Investimentos


Valor foi o pior resultado no mês de setembro desde o ano de 1995. No ano, a poupança já soma uma perda correspondente a R$ 53,791 bilhões.

No mês de setembro do ano corrente a caderneta de poupança registrou uma saída líquida de R$ 5,293 bilhões. O montante corresponde ao pior resultado no mês de setembro desde o ano de 1995. No ano, a poupança já soma uma perda correspondente a R$ 53,791 bilhões.

No último dia 6 (terça-feira) o Banco Central informou que o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) teve um prejuízo de R$ 5,377 bilhões no último mês. A poupança rural, ao contrário, obteve saldo positivo de R$ 83,384 milhões.

O desempenho ruim da caderneta de poupança tem múltipla motivação. Uma delas é a persistente alta dos preços, impulsionada pela alta da inflação. Outro fator que contribui é a fraqueza no mercado de trabalho, esses fatores prejudicam o poder de compra do consumidor, que tem como opção a retirada de recursos da caderneta de poupança. A alta da taxa Selic (taxa básica de juros da economia) também pesa contra a poupança, pois faz com que outros investimentos fiquem mais interessantes.

A queda marca o 9º mês seguido que a poupança registra déficit. O investimento, apesar de ser mais conservador e de pouco risco, torna-se cada vez menos atrativo para os investidores.

O cenário atual da poupança reflete diretamente no financiamento imobiliário, uma vez que pelas regras do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), 65% dos recursos da caderneta devem ser direcionados, obrigatoriamente, para o crédito habitacional.

O aspecto que sofre consequências diretas do mau desempenho da caderneta de poupança é a concessão de empréstimos. Com a escassez de recursos, muitos bancos modificam as regras para realizar empréstimos, mudanças essas que dificultam a concessão do crédito por parte do consumidor.

A reação em cadeia provocada pela recessão da economia prejudica o consumidor em vários aspectos: dificuldades para adquirir imóvel próprio, altas sucessivas na inflação, restrições para concessão de empréstimos, alta taxa de juros, dentre outros. Ficamos na expectativa de uma retomada da economia para o ano de 2016.

Por André César

Poupança


O rating indica qual o risco de calote que o investidor deve correr ao colocar dinheiro em empresas ou países. É uma forma segura dos investidores acompanharem o desenrolar da economia de um País em que irão investir.

Entenda o que é um grau de investimento:

Primeiro: O rating é uma nota que indica qual o risco de calote que o investidor deve correr ao colocar dinheiro em empresas ou países. Por exemplo, se uma empresa, oferece suas ações, mas ao mesmo tempo certo risco aos investidores, essa sofre uma opinião sobre tais condições para que os investidores não saiam perdendo. O que acarreta falta de dinheiro, consequentemente.

Quando a agência declara que a empresa tem um selo de boa pagadora, então fica mais fácil dela receber investimento, empréstimos etc. por ter uma fama de calote baixíssima.

No caso do Brasil, a crise afetou o modo como o país sofrerá influência diante de investimentos, com declarações da Moody’s. Após uma grande empresa (S&P) retirar o tal selo do Brasil, ainda sofremos uma ameaça feita por outra.

A Moody’s é uma agencia de classificação de risco de renome mundial, e está comentando a falta de segurança em se distribuir capital para a economia brasileira. Mas mesmo assim, os bancos continuam com capitalização e devem ser capazes de absorver quaisquer que sejam suas percas.

O centro afetado nesse tiroteio de moedas é a Petrobras, que terá seu desempenho operacional afetado pelos fracos preços de petróleo, metais e agrícolas.

Os níveis de investimentos são medidos por siglas que podem até parecer confusas no início, mas depois que vemos em qual situação o Brasil se encontra, fica fácil entender. Sendo eles: (Moody’s)

Bom pagador (em ordem decrescente): Aaa, Aa1, Aa2, Aa3, A1, A2, A3, Baa1, Baa2, Baa3.

Risco de calote (em ordem decrescente): Ba1, Ba2, Ba3, B1, B2, B3, Caa1, Caa2, Caa3, Ca, C.

O Brasil será capaz de manter a posição, caso o desempenho seja reposto em 2016. Tendo seu Rating em “Baa3” que é o menor dos níveis de investimentos.

Por Caio Magalhães

Agências de risco


Reservando apenas 8% do seu salário todo mês é possível garantir uma aposentadoria tranquila.

Com a crise financeira e o futuro incerto, tem mais brasileiro se preocupando com o futuro e, claro, com a aposentadoria. Só que com um salário pequeno não é possível economizar muito, então como seria possível fazer um bom investimento para garantir a aposentadoria?

Quando se fala em aposentadoria o melhor investimento é a longo prazo e, claro, encontrando uma forma de fazer suas economias renderem mais ao longo dos anos em que você estará juntando o dinheiro.
Até bem pouco tempo atrás, as pessoas abriam uma poupança e iam depositando um pouquinho todos os meses, mas isso não compensa mais, porque o dinheiro na poupança sofre desvalorização, então quem coloca dinheiro na poupança está é perdendo dinheiro.

Outra dica muito importante é aprender a gastar menos do que você ganha. Ninguém consegue planejar um futuro seguro que os gastos excedem o salário. Você não precisa deixar de comprar as coisas que precisa para economizar, basta reservar cerca de 8% do seu salário todo mês, reservando este valor para um investimento que garanta rendimento para seu dinheiro até sua aposentadoria.
Claro que, quanto mais novo o trabalhador for, melhor será sua aposentadoria, porque conseguirá juntar um montante maior, mas nunca é tarde para começar a pensar no futuro.

Uma boa alternativa para investir o seu dinheiro é em "títulos públicos", por exemplo, o Tesouro IPCA+ oferece bons juros acrescidos da inflação. Você deve escolher os que têm vencimentos mais distantes e todo mês comprar mais títulos.

Importante também é que a pessoa tenha disciplina, porque no início ela está pensando na aposentadoria e começa a juntar dinheiro, só que quando ela consegue atingir um valor mais alto já muda os planos, pensa em comprar um carro 0Km, um imóvel ou fazer uma viagem para o exterior.

É preciso definir que o dinheiro separado mensalmente para a aposentadoria não será utilizado para outro propósito. Mesmo recebendo um salário pequeno você pode e deve já começar a pensar em sua aposentadoria. Acesse o site do Tesouro e veja como é fácil começar um investimento seguro com apenas R$ 30,00www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto.

Por Russel

Investir na aposentadoria


Tesouro Direto é um ótimo investimento para aqueles que possuem um perfil conservador e não querem aplicar o dinheiro na poupança.

Para quem possui um perfil mais conservador e não arrisca em investimentos mais arriscados como os papéis da Bolsa de Valores, o Tesouro Direto sempre foi um dos investimentos mais visados. O Tesouro Direto é um programa de compra e venda de títulos do Governo Federal. Os títulos públicos são bem mais seguros que a maioria dos outros investimentos e trazem um bom retorno ao investidor. E as notícias são excelentes para quem escolheu esse papel: na última segunda-feira (dia 21), os títulos que são oferecidos pelo Tesouro Direto e que tem vencimento previsto para o ano de 2025 apresentaram uma rentabilidade de 16,08%.

Segundo Daniel Zamboni, assessor de investimentos da BR Investe, é um bom momento para aplicar nesse título. Ele aconselha os investidores a escolherem esse papel para seus investimentos pessoais.

Os títulos do Tesouro Direto são pré-fixados e caso a inflação recue num futuro próximo, o Banco Central deverá optar pela redução das taxas de juros do país e isso irá favorecer quem tiver um maior investimento nesse tipo de papel.

Porém, mesmo que o investimento seja empolgante, o especialista diz que o investidor precisa ter cautela. Como muitas pessoas não conhecem bem a marcação de mercado, vender o título antes que ele vença pode significar um bom ganho ou um prejuízo. Segundo ele, o melhor a se fazer é ir investindo nesses fundos com cuidado, aumentando gradualmente o valor do investimento, de acordo com queda da taxa de juros. Caso haja uma grande queda, quem se garantiu com uma taxa prefixada terá um bom lucro.

Assim como o tesouro Direto, o Tesouro IPCA+ pode render até 7,7% de forma real. Uma taxa excelente, mas assim como nos prefixados, é preciso estar atento às oscilações do mercado.

E em épocas de crise, o especialista afirma que o Tesouro Direto é a aplicação mais segura do país no momento (e também uma das melhores em rentabilidade). Segundo ele, o Tesouro Nacional é o melhor credor atualmente no país.

Por Patrícia Generoso


Em agosto, o CDB atingiu o valor de R$ 474,37 bilhões.

Conforme o noticiado nos principais meios de comunicação do país, a poupança teve uma grande retirada no último mês. Isso é reflexo da crise econômica do país, que acabou forçando o brasileiro a usar suas reservas para manter suas contas em dia e honrar seus compromissos, e também culpa do baixo rendimento da caderneta de poupança.

Na contramão dessa tendência de queda de investimentos está o CDB. Ao contrário da poupança, que teve dois meses seguidos de queda, o Certificado de Depósito Bancário teve aumento na sua captação pelo segundo mês consecutivo. Os CDBs são a principal fonte de recursos dos bancos.

No final do mês de agosto, o estoque de fundos do CDB era de R$ 474,37 bilhões, R$ 3 bilhões a mais do que no mês de julho, que também já havia registrado uma alta de quase R$ 7 bilhões em relação ao mês anterior.

O superintendente de produtos da Cetip, Fábio Zenaro, acredita que um dos motivos dessa contramão entre os dois fundos de investimento, seja a migração de clientes da poupança para o CDB, que está rendendo bem mais. A taxa utilizada para os rendimentos do fundo é a DI, que estava em 14,13% ao ano, no final do mês de agosto, enquanto que a rentabilidade da poupança atingia apenas 6% ao ano, mais TR.

Zenaro também acredita que o aumento do CDB seja produto do fluxo dos recursos advindos de Letras de Crédito Agrícola, e Letras de Crédito Imobiliário, que possuem isenção no Imposto de renda. Esses fundos perderam alguns investidores, pois no mês de agosto, o governo mudou as regras para resgate das novas emissões. A partir da data, o prazo mínimo para resgate do investimento passou a ser de 90 dias o que diminuiu o interesse do público, segundo o especialista. Então esse público passou a adotar, como alternativa o CDB, que tem um bom rendimento e possibilita o resgate mais cedo.

Por Patrícia Generoso

CDB


A poupança é o pior investimento deste ano. Os melhores investimentos são Tesouro Direto, Dólar e CDB.

É hora de ser conservador nos investimentos, dizem os especialistas. Como as taxas de juros estão altas, assim como o desemprego, que atingiu o maior índice desde o ano de 2010 e a inflação chegando a 9,25% no período de 12 meses, quem possui dinheiro para investir deve procurar soluções de renda fixa.

Segundo os especialistas em investimentos, os melhores papéis são o do Tesouro IPCA+ e o Tesouro Selic, pois o primeiro protege quanto às altas da inflação e o Tesouro Selic segue a alta dos juros para rentabilizar seus investidores.

Poupança está em baixa:

Além de pagar um rendimento muito baixo (0,5% ao mês, mais TR) a poupança não aproveita a alta dos juros para rentabilizar para seus investidores, o que faz com que perca a competitividade perante seus concorrentes que utilizam as alterações dos juros para remunerar o rendimento aos clientes. Mesmo os fundos que cobram altas taxas de administração (acima de 1%, por exemplo) são uma excelente opção para o investidor nesse momento econômico do país.

Como se não bastasse todos esses pontos negativos, no primeiro semestre deste ano, a poupança foi considerada a pior aplicação do ano, pois rendeu menos que a inflação por sete meses seguidos. Portanto, é hora de retirar o dinheiro da poupança, onde ele ficaria parado e investir em um fundo com maior rendimento e com segurança parecida.

Se a poupança não é um bom investimento, confira os principais fundos em alta:

Tesouro Direto – Acompanha a alta dos juros e não sofre grandes variações diariamente. É preciso estar atento ao vencimento do papel, para não tirar o dinheiro antes e perder rendimentos.

Dólar – Com o dólar em alta o investidor pode optar pelo fundo cambial. Quem precisa planejar gastos futuros, como viagens e estudo, pode aproveitar as variações para comprar a moeda aos poucos, sem maiores prejuízos.

CDB – Não tem taxa de administração, mas desconta Imposto de Renda. É um investimento a médio ou longo prazo: quanto mais tempo com dinheiro investido, mais se ganha. E quanto menor o banco, maior o rendimento também. E o investidor ainda conta com uma segurança a mais: a proteção do Fundo Garantidor de Créditos no limite de até R$ 250 mil por cada CPF.

Por Patrícia Generoso

Investimentos


A economia brasileira vem passando por diversas dificuldades desde o ano de 2014. Dessa forma, presenciamos alta nos juros e diversas outras medidas impopulares que o Governo Federal adotou visando superar a atual crise econômica. Um grande exemplo de aumento está na alta da taxa básica de juros da economia, a chamada taxa Selic. Essa taxa já chegou ao valor de 12,75% ao ano. Com isso, a poupança acabou perdendo atração e os investimentos em fundos ganharam mais destaque.

Para aqueles que não sabem, o aumento da taxa Selic para 12,75% ao ano acabou beneficiando os investimentos em renda fixa. Dentre esses investimentos, podemos destacar: DI, CDBs, LCIs e LCAs. Com isso, aqueles que possuem dinheiro para aplicar em tais investimentos poderão ganhar mais juros através de tais modalidades, pois as mesmas pagam uma porcentagem do CDI, uma taxa que é fixada diariamente pelos bancos e sempre acompanha a evolução da Selic.

Apesar do grande destaque dos investimentos em fundos, a poupança perdeu bastante competitividade neste atual cenário. Outro fator que acaba influenciado na baixa da poupança é a inflação. Portanto, os economistas recomendam um investimento baixo em poupanças, sendo que alguns dos economistas sequer cogitam a opção de investimento neste segmento, mesmo que a quantia seja baixa.

Uma das grandes sugestões dos economistas é o investimento em títulos do Tesouro Direto que estiverem atrelados à taxa Selic. No entanto, caso esteja interessado em investir através de fundos, a dica é buscar opções com taxas de administração inferiores a 1%.

O atual cenário é bastante complicado para investimentos, haja vista os juros elevados, pois neste cenário a Bolsa costuma não ter um bom desempenho. "Apesar de termos até ótimas opções de compras em um ambiente de retração econômica, as ações terão perda de valor e os dividendos pagos pelas empresas serão reduzidos frente a resultados ruins em seus balanços", destacou Miguel Ribeiro de Oliveira, economista da Anefac.

Além disso, para aqueles que pretendem investir no dólar, saibam que tal investimento não é aconselhado pelos especialistas. Porém, se o investidor pretende efetuar gastos na moeda estrangeira, o investimento pode ser lucrativo.

Por Bruno Henrique

Investimento

Foto: Divulgação


Todos gostariam de poder administrar melhor seu salário, mas, não é qualquer um que tem essa aptidão, já que é mais fácil gastar do que economizar. Antes do mais nada, saiba que economizar demasiadamente nem sempre é o melhor jeito de administrar seu dinheiro. Se todos os meses você tem dificuldade em administrar o seu salário, aprenda agora por meio das dicas abaixo:

1. Assim que você pegar a sua renda, ou o seu salário, já separe ele pela metade, meio a meio. Uma metade, você reserva para pagar suas contas mais emergentes, como água, luz, IPTU, telefone, internet, fatura de cartão de crédito, mensalidade da escola das crianças, etc. Já a outra metade do dinheiro, você reserva apenas para despesas pessoais e coisas de mais necessidade, como despesas de supermercado, medicamentos, etc. Dessa mesma metade, guarde pelo menos de 10% a 20% para lazer e para pequenos gastos que você tiver durante o mês, como gasolina para o carro, o salão de beleza da sua esposa, manutenções da sua casa, etc.

2. Invista sempre. Outra maneira de usar seu dinheiro de forma inteligente é investindo. De tipos de investimentos o mercado está cheio, cabe a você saber qual deles se encaixa no seu perfil. Por isso, antes do mais nada, identifique primeiro qual perfil de investidor você tem. Um perfil de investidor vai de conservador a um investidor mais agressivo no mercado. Esteja atento a isso, pois o seu perfil também tem que condizer com o seu tipo de renda e o quanto você quer investir. Para isso, pesquise mais a respeito de cotas, juros, poupanças, ações, dividendos, etc. É importante ressaltar que você deve investir conforme sua renda. Comece com uma pequena porcentagem e depois vá aumentando conforme os seus gastos forem diminuindo e assim sobrar mais dinheiro. Para isso, será necessário também que você gaste menos ou pechinche mais quando for gastar, para que assim seu dinheiro renda mais.

Por Daniela Almeida da Silva


É de conhecimento geral que todos os trabalhadores trabalham a vida toda e sonham no final da sua carreira ter uma aposentaria que seja muito confortável e que dê para cobrir todas as despesas pessoais, além de sobrar dinheiro para luxos como viagens, um bom carro e porque não uma boa casa.

Contudo, para aqueles desconhecem, conforme a previsão do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), as tendências com relação à aposentadoria dos brasileiros vão totalmente de encontro a esses anseios dos trabalhadores de ter uma aposentadoria farta, uma vez que segundo os estudos dessa instituição até o ano de 2060 a população, no Brasil, acima de 65 anos deve superar os atuais 14,9 milhões chegando a, aproximadamente, 65 milhões de idosos. Fato este que irá impactar sobremaneira o sistema previdenciário do país, devido ao grande número de idosos aposentados que teremos nessa ocasião.

Uma excelente opção para o trabalhador ainda continuar sonhando com uma aposentadoria farta é a previdência privada, uma vez que ela permite que o trabalhador faça uma reserva, em vida, para que em um momento de necessidade ou na velhice retire um bom valor para ter um pouco mais de conforto.

Então que tal se aposentar com R$ 1 milhão em mãos?

Vamos dar algumas sugestões que irão demonstrar como esse sonho pode virar realidade muito fácil na vida de muito brasileiros, basta um pouco de controle e planejamento das finanças.

Para se ter R$ 1 milhão em 40 anos, por exemplo, se uma pessoa a partir dos 20 anos de idade juntar R$ 520,00 aos 60 anos ela terá R$ 1 milhão.

Uma outra possibilidade é se com os mesmos 20 anos a pessoa juntar, apenas R$ 254 por mês e com uma ajuda de R$ 50.000 aos 60 anos ela também alcançará a sua meta.

Outra alternativa seria para os pais que pensam no futuro dos filhos, haja vista que se a partir de um ano de idade os pais começarem a poupar R$ 160,00, aos 40 anos o filho já terá R$ 1 milhão em mãos.

Então fica a dica, no momento de incerteza em que estamos vivendo atualmente, vale a pena procurar uma instituição financeira e simular como será o seu futuro financeiro.

Por Adriano Oliveira

Aposentadoria


Cada vez mais os pais vêm ensinando seus filhos desde cedo a pouparem suas finanças. Um deseja realizar uma viagem ao exterior e conhecer a Disney nos Estados Unidos, outro sonha em realizar a sua festa de 15 anos e outro sonha em juntar dinheiro para destinar a um Instituto de pacientes com câncer. Afinal de contas o que todas essas crianças têm em comum? Juntar dinheiro e conseguir o desejado.   

Essa medida vem sendo amplamente adotada e inserida nas grades curriculares de algumas escolas particulares de Belo Horizonte/MG, juntamente com apoio da associação de pais de alunos das escolas e com certeza trará reflexos positivos no futuro dessas crianças, que é termos jovens e adultos mais conscientes quanto a noções de economia e o que realmente pode gastar, para não ficarem tão endividados.

Segundo especialistas em educação financeira o primeiro passo a estimular seu filho ou até mesmo você a poupar é a conversa aberta e espontânea em família sobre o tema. Discutir o assunto é fundamental e mostrar a criança que o primeiro passo é aprender a sonhar e descobrir quanto custam os sonhos seja ele em curto, médio ou longo prazo.

Outro detalhe que especialistas recomendam é que cada criança, orientada principalmente pelos pais, adquira um cofrinho e passe a ter o hábito de recolher suas pequenas economias, pois por menor que seja essa quantia, chega-se a um determinado valor, basta ter força de vontade que se consegue alcançar e ter aquele objeto ou aquela viagem tão sonhada.

Finalmente aos pais ficam as dicas para ajudarem seus filhos: Estabeleçam  algumas tarefas a seus filhos para que eles ganhem um dinheirinho extra, Faça passeios mais econômicos, Evite ir toda semana ao shopping, Incentive o seu filho a obter boas notas na escola. Se essas pequenas dicas forem seguidas, você terá dado um grande passo com seu filho sobre a importância em aprender a economizar.

Por Valter Falinácio

Crian?as poupam dinheiro

Foto: Divulgação


Com a indefinição quanto à futura política econômica do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o dólar opera em alta pelo quarto dia consecutivo até à última quarta-feira (5). A moeda norte-americana estava sendo vendida a R$ 2,5159 por volta das 16h20, com ganho de 0,42% em relação ao dia anterior.

O que mais lança incertezas sobre investimentos no Brasil e preocupa o mercado é a indicação do novo ministro da Fazenda. A presidente já havia comunicado, durante a campanha eleitoral, que o atual ministro, Guido Mantega, não continuaria no cargo.

Embora o jornal "O Estado de S. Paulo" houvesse afirmado que Dilma pretendia anunciar o nome do novo ministro antes da reunião do G20, a presidente disse nessa quarta que não haveria tempo. Ou seja, o mercado só conhecerá o novo indicado depois do dia 16¨de novembro, quando Dilma deve voltar da Austrália, onde se reunirá a cúpula do G20.

O jornal Valor Econômico informou que Dilma e o ex-presidente Lula teriam se reunido para discutir a questão. Lula teria indicado o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles; o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e o ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Vale lembrar que há uma semana atrás a possibilidade da nomeação de Luiz Carlos Trabuco havia animado o mercado, e o dólar havia fechado em queda de 1,42%. Porém, segundo o Valor, Trabuco teria sido convidado para assumir o cargo, porém, havia rejeitado o convite. Rumores apontam que Henrique Meirelles seja o mais cogitado pela presidente.

Com ou sem especulações, o provavel é que só conheceremos o novo ministro da Fazenda após a reunião do G20. Só nos resta observar as reações do mercado frente às notícias.

Em entrevista ao Jornal da Record, Dilma avisou: "Não tente especular, porque não direi como farei". Dilma não pretende discutir um único ministro, mas todo o ministério. Declarou ainda que as novas medidas na economia serão marcadas pelo diálogo.

Por Daniel Cavalcante

Foto: divulgação


Quem tem algum dinheiro guardado na poupança pode investi-lo em outros fundos de investimentos com uma rentabilidade maior. Uma das aplicações que mais tem atraído os brasileiros é o Tesouro Direto. Trata-se dos Títulos Públicos, ativos de renda fixa, ou seja, o rendimento do valor investido é fixo e não variável como a poupança, que muda de acordo com a Taxa Selic. Para não complicar muito, é importante saber que os ativos de renda representam maior segurança e você saberá quanto irá receber no final.

O investidor é quem escolhe como irá investir seu dinheiro, tendo entre as opções mais interessantes as LTN (Letras do Tesouro Nacional), NTN-F (Notas do Tesouro Nacional – Série F) e NTN – B (Notas do Tesouro Nacional Série B). O ideal é que o investidor saiba que a taxa pré-fixada será maior que a taxa de juros básica da economia. Além disso, essas aplicações permitem ter o rendimento é nominal.

A LTN refere-se um título pré-fixado, ou seja, seu rendimento é definido na hora da compra. A vantagem desse tipo de título é o fluxo de pagamento simples, ou seja, o investidor aplica seu dinheiro e o valor de face (valor investido mais a rentabilidade).

A NTN – F refere-se a um título pré-fixado, e não há atualização no valor nominal. A vantagem é que o investidor pode negociar com ágio ou deságio de acordo com a oferta e a procura. O pagamento pode ser feito a cada seis meses a partir da data de emissão do título. No caso da NTN-F os pagamentos são feitos no primeiro dia de cada semestre.

A NTN-B é semelhante a NTN – F. Trata-se do empréstimo ao governo por meio da compra de títulos. Depois o próprio governo paga, mas com juros e é aí que há o retorno do dinheiro investido. Para saber mais sobre como investir, vá até seu banco e converse com o gerente. 

Por Robson Quirino de Moraes


A caderneta de poupança, reconhecida como um bom investimento nos anos 90, quando as altas inflações garantiam uma alta rentabilidade, vive momentos de oscilação, acompanhando a instabilidade do mercado financeiro brasileiro.

O Banco Central revela que, no mês de setembro, os depósitos da poupança superaram os saques em R$ 1,36 bilhão. O saldo total da caderneta passou de R$ 638,474 bilhões no mês de agosto para R$ 643,413 bilhões no mês de setembro. A informação foi divulgada pelo Banco Central na última segunda-feira, dia 06 de outubro.

Foram R$ 145,095 bilhões depositados e R$ 143,725 bilhões sacados. Contudo, no mês de setembro do ano passado, os depósitos superaram os saques em R$ 6,695 bilhões, uma diferença significativa para o mesmo período do ano corrente.

Acumulando os meses de janeiro a setembro de 2014, a poupança obteve captação líquida positiva de R$ 15,5 bilhões.

Mesmo com os altos e baixos, a poupança continua sendo uma boa opção para os investidores, principalmente para os pequenos e médios investidores, com um perfil mais conservador, uma vez que a caderneta de poupança é um investimento de baixo risco e que tem rentabilidade estável e segura.

A poupança chegou a ter sua rentabilidade abaixo da maioria dos investimentos entre os anos de 2011 e 2012, com uma baixa significativa da rentabilidade mensal. Contudo, com as mudanças nas taxas de juros e a taxa Selic, além de algumas mudanças adotadas pelo Governo Federal, a velha poupança voltou a ter rentabilidade mensal na casa de 0,5% ao mês, o que voltou a atrair novos investidores.

Outra vantagem da caderneta de poupança é a isenção de imposto de renda e outros impostos, diferente de outros investimentos que, apesar de ter maior rentabilidade mensal, descontam-se alguns impostos, o que acarreta, em muitos os casos, na equiparação dos lucros mensais ou até mesmo em uma superação da caderneta de poupança, se comparado a investimentos como CDB e CDI.

Por André César

Foto: divulgação


Os brasileiros estão ficando mais ousados e alguns até deixam a tradicional Poupança para investirem na Bolsa. Mas logo descobrem que investir na Bolsa requer mais trabalho, uma vez que na Poupança basta depositar seu dinheiro e conferir os rendimentos mensais, enquanto que na Bolsa seu dinheiro poderá ter que ficar investido por um longo período até dar um retorno satisfatório. E uma pessoa que conseguiu faturar R$ 420 mil na Bolsa, mas agora pretende sair, qual a melhor opção para investir o dinheiro?

Adquirir um imóvel para alugá-lo é um bom investimento, seja para aluguel residencial ou comercial, mas é preciso ter muito cuidado, verificando a localização do imóvel, vizinhança, infraestrutura do bairro e se há projetos futuros para a região, como a construção de avenidas, aeroportos, parques, shoppings, presídios, etc.

Vale lembrar ainda que, o dinheiro aplicado em um imóvel, para ser recuperado pode levar um bom tempo, já que para que um imóvel seja bem vendido, não pode ter pressa.

Mas, se a pessoa não quiser investir em um imóvel, quais seriam as outras opções? A aplicação sempre depende do aplicar, ou seja, se a pessoa é mais cautelosa, a poupança poderá ser a melhor alternativa, apresentando vantagens e desvantagens. A vantagem seria da praticidade e segurança, além do fato de que, todo mês você tem o seu rendimento, sendo assim, se precisar do dinheiro, basta esperar que se completem os 30 dias, para você ter o seu rendimento e então poderá sacar seu dinheiro. A desvantagem é que a poupança rende cerca de apenas 0,5% ao mês, o que é muito pouco diante de outros investimentos.

Aplicando R$ 420 mil na poupança você terá um rendimento de R$ 2.100,00 mensais. Se a poupança for a sua opção, a dica é não sacar todo o rendimento, procure reduzir suas despesas para que o rendimento de R$ 2.100,00 seja suficiente para você cobrir seus gastos mensais e ainda sobre um pouco, para você deixar em sua poupança e ir aumentando o seu capital. Se puder obter uma fonte de renda, para não mexer no rendimento de sua poupança, então seria perfeito.

Mas com um capital de R$ 420 mil, o LCI/LCA se torna opção de investimento bem melhor que a poupança. Basta conversar com seu gerente para ver as vantagens, sendo que se puder deixar por um período maior nesta aplicação as vantagens serão maiores que na poupança.

Por Russel

Dinheiro

Foto: Divulgação


Você possui caderneta de poupança ou pensa em abrir uma? Se a resposta for positiva, esse artigo certamente irá auxiliá-lo a definir se essa é a melhor escolha. Vamos lá:

Se você parar para avaliar o rendimento da poupança durante alguns meses, perceberá que ele altera mês a mês. Conforme o valor investido, talvez não seja tão fácil notar, mas quem possui um valor relevante certamente perceberá a diferença. Para comprovar essa informação é simples: faça uma simulação do rendimento da poupança, utilizando um mesmo valor, em meses distintos. Isso é possível com a Calculadora do Banco Central, clique aqui para acessá-la.

Embora a caderneta de poupança esteja entre os investimentos favoritos dos cidadãos do Brasil, especialistas afirmam que ela não é 100% segura, tendo seu risco variado entre diferentes bancos.

Em comparação aos demais investimentos, a poupança é vista como segura e prática, porém os ganhos com ela são bem menos significativos que os demais. Exceto se na poupança estiver aplicado um valor alto, isso pode render muito, inclusive há pessoas que utilizam o rendimento como um salário.

Há períodos em que o rendimento da poupança fica menor que o da inflação em alguns produtos, portanto é possível encontrar no mercado financeiro outras aplicações financeiras que ofereçam melhores retornos para quem investe, bem como segurança em relação aos riscos. Para se ter ideia, o rendimento da poupança fica na casa dos 6% ao ano.

Se você está satisfeito com o rendimento da poupança, uma opção para melhorar ainda mais é o Certificado de Depósito Bancário (CDB), papel de renda fixa emitido por bancos. Assim como a poupança, eles são seguros, fáceis de resgatar, mas podem fornecer rendimentos maiores.

Para quem quer uma alternativa melhor que a poupança, são indicadas as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), Títulos do Tesouro Nacional, e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). 

Por Rafaela Fusieger

Investimentos

Foto: Divulgação


Ter um dinheiro guardado na poupança já foi apontado como um dos melhores investimentos, mas isso foi há muitos anos atrás. Atualmente, quem tem dinheiro guardado na poupança pode acabar tendo é prejuízo. O problema é que muita gente acaba optando pela poupança pelo costume e não porque fez uma avaliação e viu que esta seria a melhor opção para o seu caso. Não existe o melhor investimento, existem investimentos que são melhores para uma ou outra situação.

Quem tem uma renda baixa e consegue separar apenas R$ 100 por mês deve pensar muito antes de escolher onde aplicar seu dinheiro. E tem o fato de que em determinado momento um investimento pode ser o melhor, mas depois de certo tempo poderá deixar de ser interessante e então é hora de buscar uma nova opção.

Quem está começando a fazer uma economia agora, com R$ 100 por mês, certamente vai ficar na dúvida se consegue um bom investimento, pois muitas aplicações exigem que o montante tenha um valor mínimo e assim a pessoa acaba ficando mesmo com a poupança.

Realmente, quanto maior for o seu capital, melhores serão as opções de escolha para você aplicar o seu dinheiro, mas nem por isso a poupança é a única alternativa para quem está começando agora. O dinheiro aplicado na poupança está rendendo na média de 0,5% ao mês, mais a Taxa Referencial, o que é muito pouco. Ao ano, a poupança rende pouco mais de 6%. Mas vale lembrar que a poupança é isenta do Imposto de Renda.

Uma boa alternativa é optar pela poupança no início e ir depositando os R$ 100,00 todos os meses. Depois de um tempo, quando tiver um montante maior, poderá optar pelos fundos de investimentos, mas cuidado, pois o Imposto de Renda incide sobre estes fundos, sendo:

  • 22,5% para aplicações até 180 dias;
  • 20,0% para aplicações de 181 a 360 dias;
  • 17,5% para aplicações de 361 a 720 dias;
  • 15,0% para aplicações acima de 720 dias.

Neste caso, quanto mais tempo seu dinheiro ficar aplicado melhor, então tenha a certeza de que neste período você não precisará mexer no seu dinheiro.

E enquanto seu dinheiro fica aplicado, você pode continuar economizando seus R$ 100,00 mensais na poupança, assim, quando sua aplicação vencer, se não estiver precisando do dinheiro, você poderá juntá-lo ao que está na poupança e fazer uma nova aplicação, única e com um montante maior, conseguirá melhores opções.

Por Russel


A poupança já foi um bom investimento. Há alguns anos atrás quem guardava seu dinheiro na poupança poderia fazer uma boa economia. Atualmente, aplicar seu dinheiro na poupança é um péssimo negócio.
Apesar disso, mais da metade da população brasileira que tem um dinheiro para investir, acaba optando pela poupança e o motivo é simples: falta de conhecimento.

O brasileiro tem essa cultura, de poupar na poupança e fica com preguiça de se informar sobre outros investimentos.

Quem aplica seu dinheiro na poupança, tem um rendimento médio ao mês de apenas 0,5%, não chegando nem a 7% ao ano. Quem aplica dinheiro na poupança dificilmente terá seu dinheiro corrigido de verdade.

O LCI e o CDB são ótimas opções de investimentos e que poderiam estar sendo utilizados por muitos brasileiros que continuam preferindo a poupança, por falta de interesse em se informarem sobre essas formas de investimentos.

Para se ter uma ideia, enquanto a inflação garante um rendimento bruto de 6,8%, o CDB quase atinge a casa dos 10%.

Se você reservar um tempo para fazer um controle financeiro, em pouco tempo poderá investir no LCI e LCA, garantindo maior rentabilidade e contando com a mesma segurança oferecida pela poupança.
O importante, ao investir seu dinheiro no LCI e LCA, é que você tenha um controle feito para poder saber que sua aplicação deverá ficar no banco por um período superior a 1 ano.

Outra alternativa mais interessante à poupança, são os CDBs de Liquidez Diária, além dos fundos DI, sendo que estes cobram o IR e também o IOF, mas mesmo assim são mais vantajosos, principalmente para quem precisará retirar parte do dinheiro antes do período de 1 mês.

Poupança hoje em dia, é somente para quem tem uma quantia muito pequena para investir, sendo que muita gente prefere a poupança até mesmo para não gastar o dinheiro, porque sabe que se ficar em casa, vai acabar comprando algo, mesmo sem precisar.

Para garantir maior rendimento então, a dica é “Controle Financeiro”. Se você tem uma poupança, continue depositando seu dinheiro nesta conta até conseguir um montante que lhe permita partir para outra aplicação.

E enquanto isso, gaste um tempo com seu gerente, conversando sobre as aplicações que o banco oferece e converse até com gerentes de outros bancos, para saber quando você poderá deixar de vez a poupança para investir seu dinheiro em uma aplicação que possa, de fato, garantir-lhe melhores rendimentos.

Por Russel

Dinheiro

Foto: Divulgação


Todo profissional trabalha na expectativa de receber do empregador certa quantia que lhe servirá para a subsistência. Entretanto, não importa se a pessoa é um catador de recicláveis ou um bancário, lidar com dinheiro é algo um tanto complicado.

Mas o melhor, e apesar de ser bastante simples, é que existem diversas dicas que podem ajudar qualquer pessoa a lidar quando o assunto é o dinheiro ganho. Christopher Pollock, um consultor de serviços financeiros, por meio do site Quora deu algumas dicas de premissas em relação a finanças pessoais que qualquer profissional (não importando o quanto ganhe) deveria conhecer segundo ele. Abaixo listamos algumas delas:

– Transforme o que gasta em investimento: a regra é bastante simples quando se observa que qualquer quantia gasta é uma espécie de investimento. Pode ser uma viagem ao exterior (um investimento de lazer). A dica que fica é que seja qual for o dinheiro gasto ele tem que ser gasto com algum propósito, útil de preferência.

Gastar menos do que ganha: apesar de ser uma regra básica é uma das mais difíceis de seguir. É preciso ter muita disciplina para isso, ou então o sujeito acabará na lista dos endividados.

– Aprenda sobre finanças: qualquer trabalhador deveria ter um mínimo possível de conhecimento sobre o assunto. Uma observação interessante é que o brasileiro, em geral, não é muito “ligado” no tema. Seja uma exceção.

– Cuidado com os falsos profetas: tão importante quanto saber sobre finanças é saber ainda mais quem são os melhores “conselheiros”.  Todo trabalhador tem um objetivo que planeja tornar concreto por meio do seu trabalho. Para atingir esse objetivo é comum pedir opiniões de diversas pessoas. É aí que se deve tomar cuidado. Geralmente se procura conselhos de familiares, amigos e conhecidos. Na verdade qualquer um pode e deve se informar com um profissional. Um bom exemplo disso é alguém que quer investir em ações pedir informações para quem conhece do setor é bem melhor que o amigo dono do bar (a não ser que ele seja um investidor).

– Preparando a aposentadoria: as pessoas têm o hábito de confiar por completo no INSS. Na verdade a coisa não é bem assim. Ninguém sabe o que acontecerá depois que se aposentar. Então é bom pensar nisso desde já para garantir um futuro melhor, mesmo que a aposentadoria seja boa. É bom criar o hábito de guardar dinheiro e investi-lo.

Por Denisson Soares

Dinheiro

Foto: Divulgação


A poupança já não é tão atraente quanto alguns anos atrás, principalmente depois da nova regra de rendimento, e isso leva muita gente a buscar novos investimentos. Quem tem algo em torno de R$ 30 mil e tempo para esperar, pode escolher entre diferentes investimentos, como a alocação dos recursos em Letras de Crédito Imobiliário, o LCIs ou o Certificado de Crédito bancário, o CDB. Conheça mais sobre cada uma delas e suas vantagens:

O LCIs é um fundo de investimento em que o investidor empresta seu dinheiro ao banco e este irá financiar obras e demais empreendimentos imobiliários e o investidor recebe de acordo com os juros e taxas que podem incidir.

O CDB é semelhante, contudo, o empréstimo é feito para empresas e para o governo e o investidor também recebe a diferença de juros referentes a este empréstimo.

Ambos os investimentos possuem uma semelhança em relação à caderneta de poupança: são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) com o limite de até R$ 250 mil. O retorno também é maior do que a poupança, sendo que o LCIs pode render entre 80% e 90% do valor investido, dependendo do período.

Vale ressaltar que tanto o CDB quanto o LCIs são investimentos que não se pode retirar o dinheiro a qualquer tempo e é necessário aguardar até o momento firmado em contrato.

É importante se atentar ao evento come-cotas, que acontece apenas com quem aplica seu dinheiro em fundos de investimentos e é a antecipação da cobrança do imposto de renda sobre o lucro que o fundo de investimento renderá.

A cobrança ocorre sempre nos meses de maio e novembro, sendo que o recolhimento se dará sobre o número de cotas que o investidor possui em seu fundo de investimento. O que diminui a quantidade de cotas que os investidores tem, daí o nome come-cotas.

Por Robson Quirino de Moraes

Foto: divulgação


No mês de agosto, segundo informações do Banco Central, os depósitos superaram os saques na caderneta de poupança em cerca de R$ 518 milhões. Mas este número não é animador, visto que esta foi a menor entrada de recursos para meses de agosto desde 2006. Na época houve uma retirada de R$ 280 milhões.  

No acumulado deste ano, a captação da poupança somou R$ 14,16 bilhões, a menor entrada de recursos para este período do ano desde 2011. Se comparado ao anterior, houve uma queda bastante acentuada de 66,4%.  

Segundo o Banco Central, em agosto deste ano, os depósitos somaram R$ 135,57 bilhões, enquanto que as retiradas ou saques atingiram o valor de R$ 135,05 bilhões. O volume de rendimento creditado nas contas dos investidores alcançou R$ 3,6 bilhões no mês passado.  

Os números que não são animadores refletem, segundo especialistas, o cenário econômico brasileiro. A alta da inflação e o nível de endividamento das famílias brasileiras contribuíram significativamente para a queda de volume de entrada de recursos na poupança neste ano. Além disso, o processo, de aumento dos juros básicos da economia, conhecido como taxa Selic, diminuiu a rentabilidade da poupança frente a outras alternativas de investimento. Desta forma o brasileiro está optando por utilizar seu dinheiro em outros investimentos e deixando de lado o 'arquivamento' financeiro por meio da caderneta de poupança.  

Segundo cálculos da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), com a aparente estabilidade da taxa de juros em 11% ao ano desde o final do mês de maio, as aplicações na renda fixa mantêm um bom nível de atratividade e ganham do investimento na caderneta de poupança na maioria das situações.  

No entanto, especialistas avaliam que a poupança pode ser uma boa opção de investimento em algumas situações. Para pequenos poupadores o investimento na poupança pode ser o ideal. A opção também é bem-vinda para pessoas que buscam formar uma reserva em dinheiro para emergências.

Por William Nascimento

Poupan?a

Foto: Divulgação


Em meio a grande incerteza que será o ano de 2015, haja vista o sobe e desce dos candidatos à Presidência da República, o mercado financeiro brasileiro tem passado por muitas mudanças e dúvidas. Por isso, é muito importante se manter atento na hora de aplicar o seu dinheiro. A Bolsa de Valores de São Paulo, BM&FBovespa, teve um grande destaque em 27 de agosto, pois a mesma chegou aos 61 mil pontos, algo inédito desde janeiro de 2013. Em contrapartida o dólar caiu 0,82% passando para R$ 2,24.

Apesar da grande disparada da Bolsa de Valores de São Paulo os analistas financeiros acreditam que este é um momento de reflexão e muita calma quanto aos investimentos. A grande preocupação é justamente quanto à incerteza do cenário econômico brasileiro nos próximos meses e no próximo ano. O consultor da Corretora DX Investimentos, Ivens Filhos, explicou que essa onda de otimismo pode acabar rápido ou durar muito e essa incógnita é a grande barreira. Vale ressaltar que nos últimos meses a bolsa vem reagindo de forma positiva quando a candidata do PT a reeleição, Dilma Rousseff, tem resultados negativos.

O consultor ainda fez o seguinte comentário: “Esse não é um bom cenário para investir, principalmente para quem não tem experiência. As ações da Petrobras, por exemplo, chegaram a oscilar 7% de um dia para outro”. O principal objetivo do comentário é alertar justamente aqueles que não têm experiência no mercado financeiro e se encontram afobados com esse grande otimismo após a Bolsa de Valores de São Paulo chegar a 61 mil pontos. Ele ainda completou: “Começar a operar na Bolsa em momento de alta não é aconselhável. Pelo contrário, é hora de retirar o dinheiro”.

Apesar das várias incertezas no cenário econômico brasileiro parece que apostar nos papéis de renda fixa é uma opção muito boa. Isso é resultado da taxa básica de juros (Selic) de 11% ao ano nesta área de investimentos. Além disso, outra vantagem muito interessante é que neste tipo de negócio o investidor poderá saber de forma antecipada quanto irá receber. “Até outubro, a volatilidade será muito alta no mercado. Por isso, operações conservadoras são mais aconselháveis, principalmente se há pouco dinheiro envolvido. O ideal é aplicar em títulos de alguma forma atrelados à Selic, mesmo que a tendência da taxa de juros seja de queda (já que a inflação tem cedido)”, explicou René Garcia, que é ex-diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Por Bruno Henrique

Investimentos

Foto: Divulgação


Economizar uma parte do salário todo mês não é fácil. Tarefa mais árdua ainda é saber escolher um investimento certo para essas economias mensais. Cada objetivo de investimento tem algumas opções que podem ser atraentes para o poupador.

O site da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) realizou uma pesquisa em que perguntava ao internauta qual era sua maior dificuldade em relação ao dinheiro. As respostas eram: a) ganhar dinheiro; b) gastar de forma consciente; c) poupar; d) aplicar em produtos do mercado financeiro e e) planejar seus objetivos e orçamento

Até a última segunda-feira de janeiro, 40% dos participantes haviam escolhido a opção "Aplicar em produtos do mercado financeiro" como a tarefa mais difícil, depois veio as opções "poupar" e "gastar dinheiro de forma consciente", com 20% cada uma delas.

Depois das respostas da pesquisa, a superintendente de investimentos da Anbima, Ana Leoni, listou sete dicas para auxiliar os internautas:

1 – O poupador precisa definir e focar os seus objetivos. Por exemplo: o dinheiro juntado é para aposentadoria ou para comprar uma casa?

2- O perfil do investidor deve ser definido logo. Cada indivíduo reage de forma diferente. Uns são conservadores outros mais liberais. O poupador tem que perceber se é mais tolerante ao risco ou não.

3- É preciso conhecer todos os tipos de investimento disponíveis. Buscar as informações de cada um é também um dos primeiros passos a tomar antes de aplicar o dinheiro.

4- A disciplina deve seguir o perfil do indivíduo. Antes de fazer uma viagem, por exemplo, é preciso planejar e buscar saber o destino e quanto custará o roteiro escolhido.

5- É difícil começar e decidir sobre investimento sem uma ajuda profissional. Procurar alguém capacitado para orientar, vai ajudar o poupador a aplicar o dinheiro no melhor investimento do seu perfil.

6- Ofertas de produtos e serviços financeiros estão por toda a parte, por isso, cuidado! O investidor não deve colocar o seu dinheiro em um investimento que não conhece bem e nem quando sente intolerância por ele.

7- A última e não menos importante é lembrar sempre que a vida e o dinheiro é do poupador. A responsabilidade da escolha final deverá ser dele, o profissional será somente a ajuda, e não a decisão de onde investir.

Por Carolina Miranda

Foto: divulgação


Nesta última quarta-feira, o Banco Central anunciou o aumento da taxa básica de juros, a Taxa Selic, que passa de 10% para 10,50%. Embora sendo considerada uma das maiores taxas de juros no mundo, é possível ganhar dinheiro com este cenário. O aumento na taxa de juros permite que investimentos em fundos fixos e  DI se tornem vantajosos para aqueles que querem ganhar dinheiro com o movimento dos mercados e suas aplicações.

Os mais rentáveis em longo prazo seria a compra de Títulos do Tesouro Nacional, cuja compra se caracteriza como sendo um empréstimo ao governo, com as taxas definidas e valores fixos proporcionarão a garantia de lucro ao final do período. Segundo os analistas financeiros o mais viável é dissolver seus investimentos em várias modalidades, tais como: fundos fixos, DI, Títulos do Tesouro, Poupança e Ouro.

De acordo com os especialistas em Economia, para aqueles que desejam investir seu dinheiro, há duas modalidades que são: os títulos pré-fixos e os pós-fixos. Nos títulos pré-fixos o lucro é calculado referente ao valor da taxa básica de juros no momento da compra, mas é um investimento que corre o risco de ganhar menos, porém, gera menos incerteza devido ao seu valor já estar estabelecido pela taxa de juros no momento do investimento, ou seja, no momento da aplicação você já sabe o seu rendimento. Em relação aos títulos pós-fixos é um investimento mais interessante e de maior risco, devido ao mesmo acompanhar os movimentos do mercado e das variações da taxa básica de juros, corre-se o risco de ganhar mais ou perder investimentos em momentos de queda de juros.

De acordo com as projeções econômicas, as taxas de juros tendem a subir, pois a Taxa Selic também é utilizada para conter as altas de preços e serviços no mercado, garantindo assim um controle maior da inflação.

 Por Claudemir Pereira

Ganhar dinheiro

Foto: Divulgação


Como investir no tesouro direto?

O Tesouro Direto vendeu em outubro R$ 251,6 milhões em títulos, valor 14,3% superior ao de setembro de 2012. No mês, 4.135 novos participantes se cadastraram na modalidade de investimento de títulos garantidos pelo governo federal e com custos baixos de operação.

O número total de investidores cadastrados ao fim do mês de outubro atingiu 321.667, o que representa incremento de 20,2% nos últimos doze meses. Destaca-se a participação de pequenos investidores. As vendas de título até R$ 5 mil representaram 63,3% do volume aplicado em outubro. O valor médio por operação no mês foi de R$ 13.264.

Os títulos públicos são emitidos pelo governo federal com o objetivo de arrecadar recursos e, em troca, o investidor recebe sua aplicação com adicional, que varia de acordo com taxas de juros, índices de inflação, câmbio ou uma taxa fixa, definida na hora da compra.

Como investir no Tesouro Direto

A compra e venda de títulos públicos pode ser feita pelo próprio investidor ou por um agente autorizado, banco ou corretora. As operações podem ser feitas pela internet, no site do Tesouro ou no site de instituição financeira que tenha seu site integrado ao site do programa.

Em 2012, o Tesouro Direto anunciou medidas para atrair mais investidores. O valor mínimo por aplicação em compras agendadas, que antes era de R$ 100, baixou para R$ 30. Já para as compras não agendadas, o valor mínimo para compra caiu de 20% para 10% do valor total do título. Além disso, o teto mensal de compras por pessoa física subiu de R$ 400 mil para R$ 1 milhão.

Outro incentivo é a redução da taxa de negociação da BMamp;FBovespa. A partir da terceira compra realizada pelo agendamento prévio, a porcentagem cai de 0,10% para 0,05%, e caso o cliente opte pelo reinvestimento de seus rendimentos, será isentado desta taxa de negociação.

Quem não quiser se preocupar em gerenciar as operações poderá autorizar bancos e corretoras a efetuar compras e vendas dos títulos públicos. O site do Tesouro disponibiliza informações sobre esses agentes.

O retorno do investimento dependerá do tipo de título escolhido. Existem títulos prefixados, nos quais o investidor sabe exatamente quanto vai receber na data de vencimento do título já no momento da compra. Esse tipo é adequado para investimentos de médio prazo.

Há também títulos pós-fixados, com a rentabilidade vinculada a um indexador. Essa indexação pode ser à taxa básica de juros, a Selic, ecomendada para investimento de curto e médio prazo. Já os títulos indexados ao IPCA, inflação oficial, são recomendados para investimento de médio longo prazo, como aposentadoria, compra da casa própria ou educação dos filhos.

Confira aqui o quanto cada título rende.

Uma vez comprados, o investidor pode aguardar o vencimento do papel (data predeterminada para resgate do título), quando os recursos são depositados em conta. Os títulos podem ser resgatados sempre que necessário, antes do vencimento, pelo seu valor de mercado, uma vez que o Tesouro Nacional garante a recompra de seu título todas as quartas-feiras.

As taxas de administração e de custódia são baixas mínimo de 0,3% ao ano sobre o valor do título e o Imposto de Renda só é cobrado no momento da venda ou vencimento do título, para títulos pós-fixados.

Conheça os títulos

Entre os títulos prefixados estão as Letras do Tesouro Nacional (LTN), cujo rendimento é recebido no vencimento; e as Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F), com rendimento recebido ao longo do investimento, por meio de cupons semestrais de juros, e na data de vencimento, o que possibilita aumento de liquidez e oportunidade de reinvestimento.

Entre os pós-fixados, estão as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), cuja rentabilidade está atrelada à taxa Selic; as Notas do Tesouro Nacional série B Principal (NTN-B – Principal), atreladas ao IPCA; e as NTN-B, também indexadas ao IPCA, mas com pagamentos de juros semestrais ao investidor.

Balanço

Em outubro, destacou-se a demanda por títulos indexados ao IPCA, cuja participação nas vendas atingiu 77,3%, maior valor desde o início da série. Os títulos prefixados ficaram em segundo lugar entre os mais vendidos, com participação de 17,5% do total das vendas. Os títulos indexados à taxa Selic apresentaram participação de 5,2% nas vendas no mês.

As vendas de títulos com prazo entre 1 e 5 anos representaram 29,4% do total, e os títulos com prazo acima de 5 anos corresponderam a 70,6% do total, maior valor desde o início da série, reafirmando o papel do Tesouro Direto como opção de poupança de médio e longo prazo.

O estoque total do Tesouro Direto, que representa os títulos públicos em poder dos investidores, é de R$ 9,2 bilhões (incremento de 2,7% sobre o mês anterior e de 32,8% sobre outubro de 2011). Para consultar o Balanço do Tesouro Direto em sua versão completa acesse aqui.


Guido Mantega, ministro da Fazenda, disse nessa terça-feira, dia 6 de novembro, que as contas do Governo farão parcialmente a dedução dos investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para se aproximar da meta de superávit fiscal de 2012. A ideia seria deduzir parcialmente os gastos com o PAC para fazer as contas do Governo atingirem a meta de superávit de 2012, que é de R$ 139,8 bilhões.

Segundo ele, o Ministério da Fazenda tem autorização da Presidência da República para deduzir até R$ 45 bilhões em investimento para cumprir a meta do superávit. A situação das contas do Governo para cumprir a meta de economizar cerca de 3,1% do PIB em 2012 ficou prejudicada pela redução de receita com impostos esse ano. Os principais motivos para a redução de receitas desse ano são o fraco desempenho da economia (que deve crescer por volta de 1,5%) e o grande montante de desonerações fiscais anunciadas pelo Governo no início do ano como medida para enfrentar a crise econômica mundial.

Mantega disse ainda que não pretendia utilizar todo o dinheiro autorizado para fazer a dedução com investimentos, porém, a situação de arrecadação do Governo deve obrigar a realizar essa medida. Mantega lembrou ainda que o Governo Federal perdeu em arrecadação esse ano o valor de R$ 45 bilhões.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) estudou refazer a classificação dos fundos de investimento nacional. O estudo com as novas classificações deve ser publicado no primeiro semestre de 2013.

O resultado do estudo poderá demorar para sair, embora a questão seja prioritária para a Anbima, em virtude da dificuldade e delicadeza do processo.

Segundo a Associação, existem no Brasil cerca de 48 tipos diferentes de fundos de investimento. A reclassificação pode ter consequências importantes no mercado financeiro nacional.

Um dos objetivos da reclassificação dos fundos é facilitar a oferta desses produtos financeiros no mercado. Segundo analistas, isso é vital para que se possa atrair novos investidores para esses fundos.

Reagrupando os fundos com estratégias e características familiares, os investidores poderão compreender melhor as vantagens e os riscos associados ao investimento de cada um dos fundos.

Num cenário de queda da taxa de juros, os investimentos nos fundos passam a ser cada vez mais atraentes. A Anbima pretendia publicar o estudo e a reclassificação ainda esse ano, porém, o prazo teve que ser estendido para acomodar as discussões necessárias para realizar as mudanças.

Fonte: O Estado de São Paulo 

Por Matheus Camargo


O valor dos investimentos estrangeiros diretos no Brasil, os IEDs, somou US$ 4,393 bilhões em setembro e deve fechar outubro com mais de US$ 6 bilhões. Os números divulgados pelo BC surpreenderam os analistas de mercado brasileiros.

Até sexta-feira, 19 de outubro, os investimentos estrangeiros no Brasil em outubro já tinham alcançado US$ 3,8 bilhões. Para o economista da Tendências Consultoria Econômica, Silvio Campos Neto, é uma surpresa esse resultado.

Campos Neto prevê que no ano de 2012 o saldo de entrada de investimentos no país deve chegar a US$ 62 bilhões. De acordo com os dados do BC, o saldo de 2012 até setembro já estava em US$ 47,576 bilhões.

Luís Afonso Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica, também se disse positivamente surpreso com os resultados do saldo de investimento direto estrangeiro no país. Ele reitera que no começo do ano, com resultados magros, o previsto era muito inferior do que isso. Entretanto, a situação se inverteu nos últimos meses, relatou Lima.

Segundo Lima, há três fatores que explicam os bons resultado do IED para 2012. O primeiro são as obras de infraestrutura para os megaeventos esportivos que ocorrerão no país nos próximos anos. O outro é a participação da indústria do petróleo e a de exploração de minérios nesses investimentos. Por fim, ele ressalta o crescimento da classe média brasileira, o que tem sido acompanhado pelas empresas estrangeiras a fim de aumentar suas vendas de produtos para essa faixa da população.

Por Matheus Camargo


Dados coletados nos pregões da Bovespa mostram que as aplicações em fundos imobiliários tiveram uma expressiva alta esse ano. O número de investidores nos fundos imobiliários passou de 35.282 para 46.959, até o fim de agosto de 2012.

O motivo é o rendimento expressivo dos fundos. Segundo o índice Ifix, que mede o comportamento de 44 fundos de investimento na Bolsa de Valores de São Paulo, o papeis dos fundos imobiliários tiveram uma alta de 31,5% entre julho e setembro deste ano,  enquanto o índice da Ibovespa para as principais ações brasileiras tiveram ganhos de apenas 4,27%.

Os fundos imobiliários são criados por investidores, que juntam seus recursos para aplicar em vários imóveis. Eles pagam um retorno sobre o investimento inicial com alugueis ou através da venda de imóveis com valorização.

Com as altas de preço no mercado imobiliário brasileiro nos últimos dois anos, os fundos têm retribuído cada vez mais seus investidores. Porém, alguns analistas começam a lançar um sinal amarelo sobre o crescimento dos fundos, pois há rumores de que o mercado imobiliário está inchando seus preços acima do padrão da demanda.

Um pesquisador do Instituo Insper avalia que: "Se as taxas de juros continuarem caindo e os bancos continuarem dando crédito, dificilmente os preços dos imóveis vão cair". Resumindo, a avaliação comum entre os economistas e analistas é de que os preços devem se manter altos no mercado imobiliário no próximo período.

Por Matheus Camargo


A região Nordeste deve receber em 2012 investimentos de 804 milhões de reais da Ambev. Esse montante faz parte do conjunto total de 2,5 bilhões de reais investidos pela maior cervejaria do país somente nesse ano.

Segundo informações da Ambev, do total de investimento dirigido ao Nordeste, a maior parcela por unidade de produção será recebida pela fábrica de Aquiraz, no Ceará, com 375 milhões de reais em investimento. Essa fábrica receberá a implantação de produção de cerveja e melhorará suas instalações de produção de refrigerantes.

Ainda de acordo com a cervejaria, esses investimentos devem resultar na criação de 800 postos de emprego no total. Os grandes investimentos da empresa e seu sólido crescimento fizeram os valores das ações da Ambev disparar em seu preço na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) esse ano. 

Só no último mês o valor das ações AMBV4 saíram de 76,21 reais o valor da unidade em 8 de setembro e passaram a ser negociadas num valor 84,46 reais no final do pregão de 17 de outubro, última quarta-feira.   

A Ambev lidera entre as empresas brasileiras com ações na BOVESPA, com o maior ganho de valor de mercado entre janeiro e setembro desse ano, apresentado uma subida de 42%.

Por Matheus Camargo
 


Emissão de debêntures de infraestrutura aumentarão

Segundo Otavio Yazbek, presidente interino da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o programa de logística anunciado ontem, de R$ 133 bilhões, poderá acelerar as emissões de debêntures de infraestrutura, pois os investimentos não podem ser financiados pelos bancos.

O BNDES irá financiar cerca de 80% do valor previsto, e o restante será obtido através de títulos de renda fixa, por exemplo.

De acordo com Yazbek, o Brasil tem uma grande oportunidade de desenvolver o mercado de renda fixa, principalmente o secundário, em meio ao panorama de queda de juros, atraindo os investidores para esse segmento.

O Senado aprovou, na semana passada, uma série de esclarecimentos na Lei 12.431, que oferece a isenção de IR a investidores que aplicam em títulos mobiliários para investimentos em projetos, como de infraestrutura. Esses títulos são as debêntures e CRIs.

Segundo Yazbek, iniciativas como a da Cetip, que lançou uma nova plataforma eletrônica de negociação de ativos, contribuem para uma maior transparência do mercado após a negociação, porém é preciso que isso também aconteça na pré-negociação. Ele também citou que a desindexação do mercado é mais um atrativo para o mercado de renda fixa.


7,5 mil km de rodovias serão duplicados e 10 mil km de ferrovias serão construídos

O governo anunciou no dia de hoje (15/08) um pacote de concessões de rodovias e ferrovias com investimento de R$ 133 bilhões ao longo de 30 anos, sendo R$ 79,5 bilhões nos 5 primeiros anos. O objetivo desta medida é dar mais fôlego para a economia do Brasil.

O anúncio foi feito pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e logo após a presidente Dilma Rousseff realizou um discurso.

O “Plano Nacional de Logística: Rodovias e Ferrovias”, como foi chamado, prevê a duplicação de 7.500 km de rodovias e a construção de 10 mil km de ferrovias, em parceria com empresas privadas através de concessões.

O total investido para as rodovias será de R$ 42 bilhões, e para as ferrovias, R$ 91 bilhões.

Para administrar o programa, será criada a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), sob o comando de Bernardo Figueiredo.

Outras concessões para aeroportos e portos serão anunciadas nas próximas semanas.

O financiamento das ferrovias terá juros de até 1%, com carência de até 5 anos e amortização de 25 anos. Já, para as rodovias, os juros serão de até 1,5%, com carência de até 3 anos e amortização em 20 anos.


Para quem não possui dívidas, e deseja investir e poupar, deve estar se perguntando: qual é a melhor opção de investimento em tempos de tantas crises?

Com as fortes oscilações nas Bolsas de Valores, a melhor opção para as pessoas que não querem correr riscos são os investimentos de renda fixa, como poupança, fundos de renda fixa e títulos do tesouro direto, que são títulos de dívidas garantidos pelo Governo Federal, por exemplo.

Os investimentos em renda variável, mais especificamente Ações em Bolsa de Valores, são recomendáveis somente para longo prazo, ou seja, para investidores que não precisarão resgatar estes recursos nos próximos dois anos, pelo menos.

E para quem possui dívidas, a boa estratégia é estabelecer uma prioridade para pagá-las, começando com as que têm juros mais altos como ''cheque especial'' e parcelamento de cartão de crédito.

Uma dica para se livrar deste tipo de dívida é substituí-las por dívidas mais ''baratas'', por exemplo, vender seu carro usado para quitar suas dívidas e comprar um carro novo com financiamento mais barato.

O importante é planejar as finanças. Muitos problemas financeiros podem ser evitados e muitos sonhos podem ser realizados.

O planejamento é fundamental para atingir suas metas e passar o ano todo com ''dinheiro no bolso''.

Por Daniela Almeida da Silva


Ações: preferência dos investidores

Uma pesquisa realizada pela Nielsen apontou que as Ações são a preferência dos investidores em âmbito global.

A Ásia foi a região mais receptiva ao mercado de ações, sendo que 73% das pessoas fazem investimentos neste tipo de ativo. Já, a América Latina apresentou-se mais conservadora aos investimentos de renda variável, com 29% das pessoas investindo.

Os norte-americanos ficaram logo atrás dos asiáticos, com 67% de pessoas investindo. Outras regiões, como a Europa e o Oriente Médio/África, atingiram os índices de 49% e 43%, respectivamente.

Porém, outras formas de investimento também apresentaram bons índices. Por exemplo, os fundos de investimento ganharam destaque na América do Norte, com 57% de pessoas aplicando. O ouro e outros metais preciosos registraram sucesso no Oriente Médio/África, com 41% dos investidores. Os títulos de dívidas públicas também ficaram entre os mais preferidos dos asiáticos, com 36% das pessoas.

Por fim, os derivativos não foram destaque em nenhuma das regiões, com exceção da Ásia, que registrou 27% de aplicações nesta classe.


De acordo com o Tesouro Nacional, o número de investimentos federais cresceu 23,5% no primeiro trimestre de 2012, quando comparado ao mesmo período de 2011.

Segundo a instituição, o valor total desses investimentos (considerando as obras públicas e o Programa Minha Casa, Minha Vida) foi de R$ 15,7 bilhões.

O principal aumento aconteceu no mês de março, sendo que o crescimento acumulado no primeiro bimestre foi de 3,3% quando comparado ao ano passado.

Os investimentos também apresentaram aumento no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). De janeiro a março, o gasto foi de R$ 8 bilhões, isso representou um crescimento de 46,9% quando comparado ao primeiro trimestre de 2011. Quando comparados mensalmente, o investimento no PAC em janeiro e fevereiro apresentou um ritmo mais lento do que no mês de março desse ano.

O investimento em obras públicas é uma das prioridades do atual governo. Segundo os índices divulgados pelo governo, somente o Programa Minha Casa, Minha Vida foi o responsável por cerca de R$ 900 milhões em investimentos.

Vale lembrar que em outras obras públicas, o volume de investimentos apresentou queda, mas segundo o secretário do Tesouro Nacional, esses investimentos serão retomados nos próximos meses.

Por Joyce Silva


As cadernetas de poupança não sofrerão nenhum tipo de alteração, essa foi a informação passada por Guido Mantega, Ministro da Fazenda.

Segundo o Ministro, a atual gestão não pretende adotar nenhuma mudança radical com relação às poupanças.

A justificativa foi dada em meio a uma série de fatores que despertaram a preocupação de especialistas. Segundo alguns profissionais, a crescente redução de juros feita pelo governo poderá fazer com que grandes investidores passem a adotar as cadernetas de poupança em detrimento aos fundos de investimentos. Essa tem sido a principal preocupação de analistas em todo o país.

Com essas seguidas reduções de juros, as poupanças poderão ser um investimento mais vantajoso, principalmente por não haver a necessidade de prestar contas à Receita Federal através do Imposto de Renda, além disso, esse investimento não exige o pagamento de taxas administrativas cobradas pelos bancos.

Outro problema apontado pelos analistas é o fato de que outros fundos são compostos por títulos que pertencem ao governo e que muitas vezes são usados para refinanciar dívidas públicas.

O Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, já havia feito um pronunciamento sobre o assunto, na ocasião ele afirmou que os investimentos feitos na poupança não possuem ligação nenhuma com a DPF – renegociação da Dívida Pública Federal, mas a afirmação não acalmou o mercado financeiro que continua preocupado com as medidas que vem sendo adotadas pelo governo.

Por Joyce Silva


O Brasil tem correspondido bem às expectativas das empresas nacionais e estrangeiras devido a inúmeros fatores. A desvalorização do dólar diante do real é somente a ponta do iceberg dessa nova tendência.

Estudo relacionado pela Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) assinala que o número de empresas abertas na unidade federativa aumentou 8,7% em 2010 em comparação a 2009. Em dados mais elucidativos, 41.025 novos negócios foram gerados no período, contra pouco mais de 37,7 mil no ano anterior.

Para Carlos de La Rocque, presidente da entidade, o avanço de novos negócios já era aguardado, porém o índice constatado superou todas as perspectivas. O segmento de roupas e acessórios foi o destaque no ano passado, com 16.846 do total. Salões de beleza se postaram em seguida, com exatos 8.585 novos empreendimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online





CONTINUE NAVEGANDO: