Saiba como funciona a inflação e quais os seus tipos.

Muito ouvimos falar sobre inflação. A palavra está presente em diversos lugares, como jornais, noticiários, revistas e conversas de pessoas da área econômica ou comercial. O que poucos sabem é o que essa palavra realmente representa em nossas vidas ou qual a influência dela nas nossas rendas.

Ao contrário do que se pensa, entender um processo inflacionário não é nada complicado. Inclusive, é mais simples do que parece. A inflação nada mais é do que um aumento geral nos preços de mercadorias, produtos e serviços.

Quanto maior a inflação, maiores serão os preços. Significa uma espécie de “inchaço” ou sobrecarga. Quando há muito dinheiro circulando, a moeda torna-se menos valiosa, portanto o poder de compra do dinheiro diminui, ou seja: compra-se menos com a mesma quantidade de dinheiro, isso significa, em suma, uma desvalorização da moeda. Esse quadro é um tanto quanto nocivo para economia do país, pois tira da mão dos trabalhadores o poder de compra.

Tipos de inflação:

Existem alguns fatores que podem desencadear um alto índice de inflação. Vamos a eles:

Inflação de demanda: isso acontece quando há o aumento do consumo e a procura por produtos ou serviços não é suprida pela produção do país ou região. Ou seja: há muito dinheiro para consumir uma tal demanda, mas não há demanda suficiente.

Inflação de custos: esse tipo de inflação acontece quando o custo da produção aumenta muito, não sendo compensado pelo preço aferido pela produção. Ou seja: Não há dinheiro suficiente para custear a produção.

Outro fator que pode elevar a inflação é a emissão descontrolada e exagerada de dinheiro. Essa ação está nas mãos do governo.

Existem vários índices que fazem a medição da inflação. No Brasil, um dos principais é o Índice Geral de Preços (IGP), cujo cálculo é de responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas, juntamente com o Índice de Preços Ao Consumidor (IFPE), medido pela FIPE e ainda outros índices calculados pelo IBGE.

Segundo o que entende-se diante desses conceitos, quando a inflação chega a 0, acontece uma estabilidade ou equilíbrio nos preços dos produtos e serviços em relação ao poder de compra dos consumidores.

Por Carolina B.

Inflação


Vários fatores corroboram para que a inflação seja estabilizada apenas em 2017.

A perspectiva para a inflação não é das melhores. Espera-se que só haja uma estabilidade maior para a alta dos preços em 2017. A explicação para o pessimismo decorre de múltipla motivação.

Na política monetária há uma expectativa de que a meta de inflação anunciada pelo governo sirva de guia para a sociedade e para a economia, porém não é o que tem acontecido.

Deveria haver uma sincronia entre a previsão e um ajuste dos produtores, economia, etc. A previsão governamental deveria trazer certa estabilidade.

Infelizmente isso não tem acontecido, pois um dos motivos cruciais para a estabilidade é o fato das pessoas acreditarem nas metas do governo, algo que não tem ocorrido. Para que isso seja possível o Banco Central deve se esforçar para que a inflação fique perto da previsão inicial, um pouco acima ou um pouco abaixo, no máximo.

Acontece que atualmente a inflação está longe da meta por motivos simples. Basicamente, a sucessão de erros do passado tem feito com que as previsões para a inflação não sejam levadas a sério.

Podemos citar como exemplos de erros a frouxa política de juros praticada pelo BC, a situação fiscal do governo (que gasta mais do que arrecada), reajuste excessivo de tarifas (luz, água, combustível), etc.

Tudo isso corrobora com a instabilidade da inflação e, consequentemente, com uma perspectiva mais longa para que o cenário se torne mais estável.

Por esses e outros motivos relacionados à crise e à recessão econômica, o BC faz novas previsões: a inflação deverá se estabilizar apenas no ano de 2017. É uma previsão mais realista se comparado com as últimas previsões. É uma dura previsão, mas realista ao menos.

Com isso, o consumidor poderá ao menos realizar um planejamento orçamentário mais adequado diante do novo cenário de perspectiva de estabilidade. Esperamos que as previsões e ações governamentais estejam mais adequadas e alinhadas com a realidade.

Por André César

Inflação


Custo de vida dos idosos ficou acima do IPC-BR, que registrou alta de 1,17% no 3º trimestre.

Foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia, Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) na ultima terça-feira, dia 13, o resultado da pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) que a inflação entre os idosos subiu 1,23% no terceiro trimestre de 2015. De acordo com a FGV, a taxa acumulada entre julho e setembro foi de 1,23%, contra aumento de 2,46% no segundo trimestre deste ano.

Segundo os dados apurados, o custo de vida dos idosos ficou acima do Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação em todas as faixas etárias e que subiu 1,17% no terceiro trimestre do ano. Ao todo, o IPC-BR ficou em 9,65%, enquanto o IPC-3i acumulou 10,21% no mesmo período.

Esse índice de preços ficou acima da inflação oficial, de 9,49%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O índice está bem superior ao teto da meta de inflação do Banco Central, que é de 6,5%.

Apesar da alta, a FGV apurou que na passagem do segundo para o terceiro trimestre de 2015, a taxa do IPC-3i registrou decréscimo de 1,23 ponto percentual, ao passar de 2,46% para 1,23%. Ainda conforme a pesquisa alguns itens contribuíram para a deflação, ou seja, subiram menos na passagem de um trimestre para o outro, os principais foram os alimentos  que saíram de uma alta de 2,34% para 0,54%, sobretudo as hortaliças deram um resultado maior, com deflação de 16,33% no terceiro trimestre depois de aumento de 11,85%. 

Ao todo, foram sete das oito classes de despesa que compõem o índice que registraram variação menor. Dentre elas estão os grupos saúde e cuidados pessoais (3,47% para 1,82%), despesas diversas (9,31% para 0,67%), habitação (2,53% para 1,97%), educação, leitura e recreação (2,73% para 0,94%), vestuário (1,98% para 0,24%) e transportes (0,69% para 0,35%).

Por Lilian de Oliveira

Inflação entre idosos

Foto: Divulgação


Em setembro, alta registrada foi de 0,54%, ocasionando o acumulado de 9,49% em 12 meses. Acumulado do ano, de janeiro a setembro, é de 7,64%.

O IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo – apontou um aumento na inflação neste mês de setembro, de 0,54%, atingindo agora 9,49% no período de 12 meses. Os dados foram informados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, confirmando o que o consumidor brasileiro tem vivido no seu dia a dia, pois a cada compra se assusta com o aumento dos preços.

O Governo brasileiro tem como meta o índice de 4,5%, aceitando até 2 pontos percentuais de diferença, para cima ou para baixo. Levando em conta o período de janeiro a setembro deste ano já temos um acumulado de 7,64%, bem acima do acumulado de 2014 que foi de 4,61%, sendo também o maior desde 2003.
A inflação continua subindo, pois em setembro a taxa aumentou mais que o dobro em relação ao mês de agosto que foi ode 0,22% e maior também que o mês de setembro no ano passado que chegou a marcar 0,57%.

Foram pesquisados 9 grupos, dos quais, 4 apresentaram alta e 5 grupos registram queda se comparado com o mês anterior.

No IPCA, o botijão de gás representa 1,07% do índice e foi ele que teve maior influência para esta alta no mês de setembro.

Alta também no setor da habitação que de 0,29% em agosto foi para 1,30% no último mês.

Outros grupos que contribuíram para a alta foram:

– Água e Esgoto: 1,48%;

– Aluguel Residencial: 0,59%;

– Condomínio: 0,45%;

– Energia Elétrica: 0,28%.

Teve 2 grupos que em agosto apresentaram queda e no mês de setembro já voltaram a apresentar alta que foi o da Alimentação e Bebida que de -0,27% em agosto foi para 0,71% em setembro, e o setor do Transporte que de -0,27% em agosto subiu para 0,71% no último mês.

O Vestuário, grupo que também apresentou alta, o destaque é para os calçados que tiveram um aumento de preço em torno de 0,78%.

E os planos de saúde, no grupo Saúde e Cuidados Especiais, apresentaram alta de 1,06% de agosto para setembro.

Em Brasília foi registrada a maior alta, ficando em 1,25%, e Campo Grande registrou o menor índice, de -0,28% onde as contas de energia elétrica tiveram uma queda no preço por causa da redução no PIS/CONFINS.

Por Russel

Inflação


Os alimentos tiveram queda nas vendas e redução nos preços, e isso poderá aliviar a inflação do mês de agosto.

Com a redução nas compras dos brasileiros quando estes vão ao supermercado, os alimentos apresentaram uma queda nas vendas e, consequentemente, tiveram uma redução nos preços e é esta redução que deverá aliviar a inflação do mês de agosto.

Já próximo do dia de divulgação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, as informações obtidas através de duas pesquisas mostram que a inflação poderá ter uma queda no mês de agosto.

Os itens que são considerados como "essenciais" tiveram uma redução no preço em quase todas as 18 capitais onde o Dieese realiza a "Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos".

E o IGP-DI – Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna, também desacelerou neste mesmo período. O cálculo é feito pela FGV – Fundação Getúlio Vargas e a redução foi de 0,58% para 0,40%, sendo mais uma vez uma queda que foi puxada pelo "grupo de alimentação".

Mas os analistas já avaliaram estes resultados e alertam que esta é uma queda pontual, não sendo suficiente para compensar a alta que vem sendo registrada nestes últimos meses.

Os dados obtidos pelo Dieese apontaram que esta queda teria sido graças aos produtos 'in natura' e a cidade de Fortaleza foi a que registrou uma queda maior, com uma redução média em torno de 4,6%, sendo que o tomate se destacou pela queda no preço de 23,53%. Já no Rio de Janeiro, a queda foi menor, ficando em 2,77% e o preço do tomate caiu 23,88%.

A Fundação Getúlio Vargas, através de suas pesquisas, obteve resultado bastante semelhante, pois os alimentos que em julho tiveram uma alta no preço de 0,79% em agosto tiveram uma deflação de 0,11%. Pelos dados da FGV, o tomate teve uma queda de 17,06% no preço e a batata uma deflação de 20,28%.

Mas o motivo desta queda não é apenas pelo fato dos consumidores estarem comprando menos, tem ainda outros fatores ajudando, como a redução dos preços agrícolas e a boa safra registrada.

O único problema é que esta queda não é uma tendência, é só um movimento rápido, ou seja, não tem como afirmar que a inflação já está controlada, pois espera-se alta para os últimos meses de 2015 e também no início de 2016.

Por Russel

Preço dos alimentos

Foto: Divulgação


Alta registrada foi de 0,22%, tendo destaques os grupos de Alimentação, com queda de 0,11%, e o de Habitação, com avanço de 0,36%.

Nesta terça-feira (1º), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou dados do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) para o mês de agosto. De acordo com a instituição, houve uma alta de 0,22% para o mês. Tal resultado demonstra uma pequena desaceleração em relação ao que havia sido registrado na terceira quadrissemana de agosto, quando a alta foi de 0,27%.

O grupo de Alimentação foi o destaque, obtendo uma queda de 0,11%. Já no setor de Habitação houve um avanço de 0,36%, de acordo com números da FGV. Nestes grupos é importante ressaltar o comportamento de alguns itens, como hortaliças e legumes que passaram de -7,29% para -10,28%. A tarifa de energia elétrica também é destaque de 0,61% para -0,59%.

Duas das oito classes que compõem o índice registraram taxas inferiores, destacando o grupo de Alimentação, de julho para agosto. Em contrapartida, o setor de Transportes (de 0,13% para 0,18%), Educação (0,45% para 0,48%), Vestuário (-0,3% para -0,1%), Comunicação (0,21% para 0,36%) e Despesas Diversas (0,09% para 0,12%) mostraram acréscimo.

A inflação é um fator de grande importância para a economia do País. Pela segunda semana, de acordo com o boletim Focus, os analistas diminuíram a previsão. A expectativa é que o índice da inflação fique em torno de 9,28%, antes 9,29%. Mesmo com uma leve queda, a previsão está muito além do teto que foi fixado pelo Governo. A meta inicial era que a inflação ficasse em 4,5% ao ano, com variação de até dois pontos percentuais.

Confira a variação de preços de alguns dos itens averiguados pelo IPC:

  • Roupas (-0,50% para -0,32%);
  • Medicamentos em geral (0,34% para 0,08%);
  • Artigos de higiene e cuidado pessoal (1,11% para 1,19%);
  • Tarifa de eletricidade residencial (0,61% para -0,59%);
  • Mensalidade para TV por assinatura (1,53% para 2,08%);
  • Aluguel residencial (0,45% para 0,42%);
  • Plano e seguro de saúde (0,98% para 0,99%);
  • Refeições em bares e restaurantes (0,69% para 0,77%);
  • Taxa de água e esgoto residencial (1,25% para 1,76%);
  • Condomínio residencial (0,95% para 0,71%);
  • Alimentos para animais domésticos (-0,50% para -0,14%);
  • Salas de espetáculo (0,32% para 1,28%);
  • Batata-inglesa (-17,67% para -20,28%);
  • Serviço de reparo em automóvel (0,19% para 0,58%);
  • Tomate (-14,19% para -17,06%);
  • Banana-prata (-6,33% para -7,29%);
  • Cebola (-5,05% para -9,70%).

Por William Nascimento

IPC-S grupo Alimentação


Regiões metropolitanas de Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) registraram índices de inflação de 10,88% e 10,54%, respectivamente, no acumulado dos últimos 12 meses.

Em uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foram investigados os índices de inflação de diversas regiões do País. Três das regiões apresentaram resultado acima de 10% para a inflação acumulada nos 12 meses até o mês de agosto deste ano.

As regiões metropolitanas de Porto Alegre e Curitiba tiveram índices de dois dígitos para o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao consumidor). Dentre as duas regiões, o resultado mais alto foi registrado em Curitiba, que possui inflação acumulada de 10,88% em 12 meses. Porto Alegre vem logo atrás com índice de 10,54% e Goiânia ocupa a terceira colocação com 10,38% de inflação acumulada.

O IBGE também apurou que outras cinco regiões do país, embora estejam abaixo da casa dos dois dígitos, também tiveram aumentos significativos de inflação. Todas ficaram acima dos 9%: Rio de Janeiro, com 9,92%, São Paulo que registrou 9,73%, Salvador com índice de 9,09%, Recife com 9,07% e Fortaleza registrando também 9,07% de índice inflacionário em 12 meses.

Abaixo da casa dos 9% estão Belém, com 8,76%, Belo Horizonte com 8,25% e Brasília, registrando 8,04%.

O IPCA-15 é calculado semelhantemente ao IPCA, com a diferença somente do período de coleta, que é entre o 16º do mês anterior e 15º do atual mês. Os dados do IPCA-15 são coletados de estabelecimentos comerciais, de prestação de serviços, domicílios (para averiguar o preço de aluguéis e condomínios) e concessionárias de serviços públicos. O índice engloba famílias com rendimento mensal de até 40 salários mínimos e as regiões metropolitanas pesquisadas são as de Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Recife, Salvador, Belém, Goiânia e Distrito Federal. Onze no total.

A média geral para o IPCA-15 em 12 meses está com acumulação de 9,57%, o maior resultado já registrado pelo IBGE desde dezembro do ano de 2003. Naquele ano, o índice chegou a 9,86%.

O resultado apurado pelo IBGE mostra que a crise vem atingindo de forma diferente as diversas regiões do País, mas, no geral, a média é pessimista: um índice de aumento de preços de 9,57% é considerado alto. Basta aos consumidores brasileiros aguardarem ansiosamente o pacote econômico do Governo Dilma, que visa à redução do aumento da inflação e a retomada do controle econômico do País.

Por Patrícia Generoso

Inflação


Índice teve queda em julho, registrando a marca de 0,62%, mas em relação aos últimos 12 meses a marca ficou em 9,56%.

Uma das notícias que foi divulgada nos últimos dias foi a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou na marca de 0,62% no mês de julho de 2015.

Ao passo que ocorreu esse tipo de desaceleração temos ainda uma marca de 9,56% acumulada nos últimos 12 meses e no mês de junho esse registro ficou em 8,89%, conforme informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quais foram os motivos desse tipo de aumento?

Um dos pontos levantados é que a tarifa de energia tem uma grande influência, principalmente pelo fato de ter ficado mais cara e ao mesmo tempo também temos a pressão que é voltada para o Banco Central do Brasil (Bacen) para tentar realizar uma mudança nesse tipo de situação. No caso da conta de energia elétrica o aumento foi de 4,17% e as tarifas de água e esgoto ficaram no valor de 2,44%.

O dólar também é outro fator que tem certo peso nos preços, tanto que quando vemos um IPCA registrado em 0,62% é algo preocupante, pois a última alta foi de 0,91% registrada no ano de 2004.

A pesquisa ainda aponta os seguintes dados, onde podemos destacar que:

  • O grupo da Habitação ficou em 1,52% nesse último mês, o qual era acima de 0,86% do mês de junho;
  • O grupo da Alimentação e Bebidas aumentou 0,65%, ou seja, uma variação de caráter positivo em torno de 0,63% com relação ao mês de junho.
  • O IBGE ainda registrou uma alteração no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) que em julho ficou em 0,58%, enquanto que em Junho a marca foi de 0,77%. Para o ano passado essa marca era de 7,42% em 12 meses, no qual já  alcançou a marca de 9,81%.

Entre tudo isso uma coisa é certa, o governo precisa tomar o mais rápido possível uma decisão para que essa situação não continue ainda repercutindo direto na vida da população brasileira de uma forma negativa e com isso traga grande prejuízo para a vida de todos.

Por Fernanda de Godoi

Inflação


Em julho a inflação caiu para 0,62%, mas no acumulado dos últimos 12 meses registra 9,56%.

O País está passando por uma fase muito complicada com relação a problemas políticos e econômicos, tanto que foi feito um levantamento e constatado que a inflação caiu para 0,62% no mês de julho, mas há um registro de uma acumulação de 9,56% nos últimos 12 meses.

Para entender melhor essa situação, primeiramente precisamos saber que a inflação é medida oficialmente através do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), ou seja, trata-se da análise das despesas das famílias que possuem uma renda de até 40 salários mínimos (chegando até a cifra de R$ 31.520, com base no salário mínimo de R$ 788,00 estipulado a partir de 01/01/2015). Depois disso, é divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e o valor apresentado excede o valor estipulado pelo Bacen (Banco Centra do Brasil), onde o teto da meta da inflação deveria ficar em 6,5%.

Comparando tudo isso, ainda temos a informação que a última vez que o IPCA registrou um índice desse porte foi no mês de novembro de 2003 no valor de 11,02%, fora que também nesse mesmo ano a inflação ficou em 6,85%.

Agora em 2015 a inflação subiu para 6,83% e não existem boas notícias para o fechamento deste ano, pois com o alto aumento dos preços dos alimentos, é bem provável que o IPCA feche o ano em 9,25%.

Podemos ver a manifestação dessa alta em vários tipos de serviços, como:

  • Energia Elétrica que está 4,17% mais cara e em locais como as cidades de Curitiba e São Paulo teve um aumento de 11%;
  • Água e esgoto com aumento médio de 2,44%;
  • Despesas com habitação indo de 0,86% para 1,52%;
  • Artigos de limpeza com um aumento de 0,65%;
  • Aluguel residencial que teve um aumento na casa de 0,49%;
  • Condomínios que ficaram 0,49% mais caros;
  • Alimentos alcançaram preços no valor de 0,65% mais altos.

A coordenadora de Índices de Preço do IBGE, Eulina Nunes dos Santos vê nessa situação mudanças nos hábitos alimentares da população que estão optando por mais comidas feitas em casa do que ir se alimentar em restaurantes, além de demais serviços.

Por Fernanda de Godoi

Inflação


Com a crise econômica e a alta na inflação, os brasileiros estão perdendo a noção dos preços dos produtos. Por isso, é essencial fazer muitas pesquisas em mercados antes de comprar qualquer item.

O brasileiro está ficando literalmente perdido na hora de fazer suas compras, pois com a disparada da inflação, o consumidor já não consegue mais ter um controle de seus gastos, pois a cada compra são novos preços e é preciso retornar com os velhos hábitos de pesquisar muito antes de comprar qualquer coisa.

E com a volta da inflação, o brasileiro está perdendo a noção dos preços, já não sabe se um determinado produto está realmente custando caro por causa da alta ou se é aquele estabelecimento que está cobrando um valor abusivo e isso acaba prejudicando na hora de economizar.

O pior de tudo é que o consumidor brasileiro está perdendo algo importante para manter o controle financeiro, que é a referência de preço e, com isso, acabamos pagando mais caro em produtos supérfluos que até bem pouco tempo atrás, eram comprados com facilidade e que hoje já começam a sumir dos carrinhos de compra, dando lugar àqueles que não podem faltar no dia a dia do brasileiro.

E com uma inflação de quase 10% ao ano, o consumidor brasileiro já não sabe mais dizer o que é caro ou barato e é justamente nesta hora que surgem os oportunistas que vão aumentando o preço além do que deveria e como o consumidor está ciente de que os preços estão subindo, acaba não reparando que os preços estão subindo, porém, muito mais do que deveriam.

Temos como exemplo o preço do kg de tomate que está custando quase o mesmo que o kg da carne.
E aí, os oportunistas alegam que é culpa da inflação, do clima, mas na verdade, os valores estão ficando acima do que deveriam.

O brasileiro perdeu a noção dos preços, não tem como fazer uma referência para saber se um produto realmente vale o que está sendo pedido.

Pesquisar os preços ainda continua sendo a melhor arma para acabar com este oportunismo que tanto prejudica o país. Não acredite quando lhe disserem que um produto está mais caro por causa da inflação, do clima, da gasolina ou algum outro fator.

Faça cotação em vários lugares, anote os preços e compre onde for mais barato, pois só agindo desta forma, os brasileiros conseguirão retomar o controle dos preços e ter forças para continuar combatendo a inflação.

Por Russel

Compras no mercado

Foto: Divulgação


CMN alterou a margem de tolerância para a meta da inflação. A meta é baseada pelo IPCA, que está em 4,5% ao ano em 2017, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

O CMN – Conselho Monetário Nacional – alterou a margem de tolerância para a meta da inflação, diante do cenário econômico. A meta que é baseada na inflação medida pelo IPCA, está em 4,5% ao ano ainda para 2017, porém, a margem de tolerância agora está fixada em 1,5 ponto percentual tanto para mais como também para menos, sendo que antes a margem de tolerância era de 2 pontos.

A mudança não afetou a meta da inflação que desde 2005 segue no patamar de 4,5%, porém, alterou a taxa de tolerância sendo que em 2005 era de 2,5%, em 2006 passou para 2% e agora caiu para 1,5%.

O fato da tolerância ter sido reduzida pode fazer com que o Banco Central não tenha outra saída que não seja apertar mais ainda a política monetária nacional, apesar do Selic já ter sido elevado de 2,75% para 13,75%. Tem ainda o fato de que a inflação este ano no Brasil deverá ficar na média dos 9% e para conseguir reduzir este número nos próximos anos seria preciso um imenso esforço agora.

Mas é interessante observarmos que a meta de inflação não sofreu nenhuma alteração, apenas a margem de tolerância, porém, já é o suficiente para forçar agora um esforço maior para começar o combate à inflação.

Especialistas já estão indicando para o IPCA em 4,5% já em 2017 o que não exigiria medidas drásticas agora.
O que a decisão faz realmente é dar maior credibilidade ao Governo, mostrando que ele está empenhado ao combate à inflação, mas a atual política monetária não deverá sofrer nenhuma modificação.

O Banco Central não perdeu a oportunidade de mostrar-se compromissado em conseguir levar o IPCA aos 4,5% até o final de 2016 e para isso garantiu que contará com determinação e bastante perseverança.
Os analistas são favoráveis ao fato do Governo querer reduzir a meta da inflação para 2017 no intuito de que o país consiga recuperar sua credibilidade, mostrando atuante diante da crise e com poderes para reduzir a inflação, deixando claro que o Governo não perdeu o controle da situação, muito pelo contrário.

Porém, o efeito colateral para este remédio seria a alta elevação dos juros. O segundo mandato de Dilma Rousseff vem enfrentando duras críticas e sérios problemas, por isso o Governo tem pressa de deixar claro para o mercado que o Brasil está sabendo lidar como seus problemas internos e ter a inflação novamente sob controle é questão de tempo, mais precisamente, 2 anos, no máximo.

Por Russel

Inflação


Inflação de março é a maior desde fevereiro de 2003

A atual situação econômica do Brasil traz diversas consequências negativas para a vida do consumidor. A primeira delas é o aumento da inflação. Um grande exemplo disso foi a inflação oficial do país no mês de março que ficou em 1,32%, mais um aumento se comparado a fevereiro que registrou 1,22%. Com isso, essa taxa do mês de março passa a ser a maior desde fevereiro de 2003. Na ocasião a taxa havia alcançado 1,57%. A inflação oficial do país é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA.

Além disso, é importante destacar que em 12 meses o indicador está com alta acumulada de 8,13% que é a maior desde dezembro de 2003. Esse é um cenário bastante desagradável, haja vista o mais recente boletim Focus, do Banco Central, apontar que os economistas do mercado financeiro esperavam que o IPCA atingisse 8,2% no final deste ano. Além disso, o atual valor da taxa já está bastante acima do teto da inflação para 2015 (6,5%).

Um dos principais influenciadores da taxa da inflação de 2015 foi, sem sombra de dúvidas, a energia elétrica. Saiba que a energia elétrica representou nada menos que 50% do índice geral. Um dos principais motivos para a energia elétrica estar entre os destaques da inflação de março foram os aumentos extras.

Apesar disso, é importante destacar que o IBGE já esperava tal resultado. O órgão já havia informado que o reajuste das tarifas de energia elétrica de várias concessionárias do país, bem como o aumento na taxa extra das bandeiras tarifárias, poderia ter um impacto significativo na inflação oficial.

Caso não saiba, a energia elétrica está dentro do chamado grupo de gastos com habitação. Portanto, a variação de preços do grupo foi a maior entre todos os outros, pois foi guiado pelo aumento de tarifas extras da energia elétrica.

Logo após a energia elétrica estão as despesas com alimentação e bebidas. Os preços deste grupo registram subida de 1,17% em março após outro aumento em fevereiro (0,81%).

O registrou desaceleração na alta de preços, saindo de 2,20% para 0,46%.

Por Bruno Henrique

Inflação


O IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), índice usado para medir a inflação no país subiu 1,22% em fevereiro. A taxa de avanço do mês de janeiro havia sido de 1,24%. Quem informou foi o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o IBGE essa é maior taxa registrada para o mês de fevereiro desde 2003 em que a taxa ficou em 1,57%.

Para o acumulado dos últimos doze meses o indicador apresentou uma alta de 7,7%, índice que não era registrado desde 2005 quando o acumulado dos doze meses apresentou alta de 8,05%.

Levando em consideração apenas a inflação em 2015 o acumulado ficou em 2,48%, sendo que no mesmo período de 2014 o acumulado foi de apenas 1,24%. O acumulado para o mês de fevereiro de 2014 foi bem mais baixo que deste ano (0,69%).

Segundo o IBGE, “o aumento dos impostos [PIS, Cofins, IPI dos automóveis, imposto sobre cosméticos] teve influência significativa no IPCA de fevereiro”.

O aumento do preço da gasolina foi um dos grandes responsáveis por essa alta da inflação, pois só no mês de fevereiro a gasolina teve um aumento de incríveis 8,42%. O aumento do preço desse combustível refletiu diretamente no aumento das alíquotas do PIS e COFINS que começou a vigorar no dia primeiro de fevereiro deste ano. Sozinho o aumento no preço da gasolina foi responsável por um quarto do IPCA, representando 25,41% do aumento.

Com o aumento do preço dos combustíveis houve um efeito em cadeia subindo o preço dos demais produtos e serviços. Os gastos com transporte, por exemplo, tiveram um acréscimo de 2,2% sendo o grupo que apresentou o impacto mais elevado no mês.

"O impacto dos impostos [na gasolina] foi muito forte, pesou nas bombas e, em consequência, pesou no bolso do consumidor até mais do que ele se pudesse prever", disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE.

A coordenadora do IBGE afirmou ainda que até 2013 os itens monitorados, como ônibus e energia, foram fundamentais para o controle do aumento da taxa de inflação. "Agora neste início do ano, a pressão dos monitorados tem sido forte, e isso tem modificado o perfil da inflação”, disse a coordenadora do IBGE.

Por Dalmo Rocha

Infla??o


O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas divulgou na sexta-feira (5), o índice oficial que mede a inflação do Brasil, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) referente ao mês de novembro. O índice obteve alta no mês de 0,51%, um percentual ainda maior que o alcançado no mês de outubro, onde o índice oficial teve alta de 0,42%.

No ano o IPCA já acumula alta de 5,58%. Em comparação aos últimos 12 meses, de novembro de 2013 até novembro deste ano, o indicador chegou aos 6,56%, superando o limite estabelecido pelo governo, que é de 6,50% para todo este ano.

A inflação no mês foi puxada principalmente pela elevação nos preços dos alimentos, que tiveram um aumento de 0,77%.  Um dos grandes vilões para esta alta foi o preço da carne, que encareceu 3,46% no mês de novembro, enquanto no mês anterior (outubro), a alta foi de 1,46%. De janeiro a novembro deste ano, o valor da carne já teve um aumento de 17,81%. Segundo especialistas, esta alta ocorreu devido a fatores como seca nos pastos, que obrigou aos produtores a comprarem mais ração para alimentar o gado e tiveram que repassar este custo maior e também a disputas comerciais entre Rússia e Estados Unidos, que possibilitaram um aumento nas exportações para o país russo, que deixou de comprar carne americana para comprar carne brasileira.

Além da carne, outros alimentos colaboraram para a inflação em novembro.  Um dos que mais tiveram aumento foi a batata que aumentou 38,71%, em seguida vem a cenoura que encareceu 12,24%, hortaliças 2,70% e as frutas, que ficaram 2,62% mais caras.

A alta do IPCA de novembro ainda contou com a contribuição do aumento dos preços dos combustíveis, que nas refinarias aumentaram 3% e nas bombas de combustíveis ficaram 1,99% mais caros. As tarifas de energia elétrica também tiveram reajustes, chegando a pesar 1,67% a mais no bolso dos consumidores.

Por André F.C.


Em São Paulo, no mês de março existe a estimativa de um aumento da inflação ao comparar com fevereiro de 2014, conforme indica o IPC (Índice de Preços ao Consumidor).

Na segunda semana de março aconteceu um novo aumento na inflação e por consequência os especialistas se demonstram sádicos quanto ao desejo do Banco Central (BC) de atingir a meta de 4,5% nos índices inflacionários. De acordo com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), durante o período houve aumento de 0,68%, valor 11% superior ao comparar com a primeira prévia semanal do mês.

Ao levar em conta a estatística da FIPE, se considera “alimentação” como o setor que teve maior inflação durante a segunda semana de março. O índice fechou em 1,41% no período. Também aconteceu um aumento nos índices inflacionários com destaque nos seguintes setores:

  • Despesas Pessoais: De 0,67% para 0,56%.
  • Transportes: De 0,67% para 0,81%.

Entre os setores que ficaram em limite inferior no Índice de Preços vale destacar: Vestuário (0,18%); Educação (0,18%); Saúde (0,39%) e Habitação (0,31%).

Maria Isabel Hammes, que possui uma coluna no Zero Hora online, desacredita no fato de que a inflação no ano deve ficar na casa dos 4,5%, conforme espera os representantes do BC (Banco Central). A especialista indica que o governo faz propaganda de que vai atuar no setor de alimentos, quando na verdade não realiza nada além do que a obrigação de governar.

Hammes atenta ao fato de que embora o governo diga que tem atenção ao setor de alimentos, a verdade no setor funciona de forma diferente na vida real. A colunista indica que conforme o tempo aumentam os preços da alimentação no Brasil em valores além do que o salário mínimo pode sustentar.

Para Alexandre Tombini, presidente do BC, a principal influência na inflação alta no Brasil se encontra no setor dos alimentos.

Por Renato Duarte Plantier


Governantes indicam que o FGTS necessita correção de acordo com a TR (Taxa Referencial), política parecida com o que acontece na conta poupança. Do contrário, o Fundo fica inviável para conceder crédito com juros baixos, sanar trabalhadores que foram despedidos, entre outros benefícios.

Por outro lado, trabalhadores se reúnem com ações na justiça no sentido de obrigar governantes a corrigir o Fundo conforme as variações na taxa de inflação. No Brasil existem aproximados 50 mil processos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que reivindicam valorização dos valores no Fundo.

Por conta do excesso de trabalho idêntico, o STJ julgou os casos como recursos repetitivos e em consequência encaminhou a decisão para as instâncias inferiores na esfera da justiça federal e estadual.

Entre as principais ações conjuntas contra a revisão do FGTS vale o destaque ao recurso do SINDIPETRO (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo de Pernambuco e Paraíba), grupo que luta contra a decisão do TRF (Tribunal Regional Federal), que ao invés de promover mudanças continuou com a política atual para corrigir o FGTS, ou seja, conforme a TR.

O Partido da Solidariedade no Supremo também luta para modificar o quadro de renda do Fundo. De forma prática a decisão final cabe ao STJ que vai analisar a ação que indica existir inconstitucionalidade nas políticas monetárias do FGTS.

O ministro Luís Roberto Barros já afirmou de forma pública que não pretende decidir de forma provisória (liminar) o projeto e que deseja encaminhar o projeto ao plenário.

De acordo com as ações que se encontram nos tribunais do Brasil, alega-se que na média acontecem perdas financeiras além do que oitenta por cento em termos de renda. Quem tinha mil reais durante o ano de 1999 no FGTS deveria ter no começo do primeiro semestre de 2014 a quantia de R$ 2.586 ao considerar os valores corrigidos conforme a inflação.

Por Renato Duarte Plantier

FGTS

Foto: Divulgação


Houve um tempo não muito distante, em que o Brasil enfrentava o caos na economia. A inflação, então um dragão que soltava fogo para todos os lados, elevava os preços dos alimentos, vestuários e o que mais estivesse ao seu alcance. O resultado era o preço subindo às alturas, atualizados a todo o momento. Valores registrados pela manhã, eram alterados ao longo do dia.

Com a introdução do Plano Real e a estabilização da moeda, a inflação conseguiu ser dominada, aliviando a vida de todos. Porém, como todo cuidado é pouco, a economia precisa sempre ser monitorada, pois qualquer mudança, por mínima que seja, pode ser um motivo para que o preço de algum item saia do controle.

É o caso agora da carne e das roupas, que tiveram aumento considerável no mês de Outubro de 2013, afetando o índice da inflação.

Enquanto em Setembro de 2013 o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) registrou inflação de 0,35%, ocasionada pela alta das passagens aéreas e pelos alimentos derivados do trigo, em Outubro a alta do preço da carne e dos itens de vestuário foram os responsáveis por elevar a inflação em 0,57%.

No caso da carne, a média de aumento foi de 3,17% (aumento maior na carne bovina) e um dos motivos para isso ficou por conta dos problemas da entressafra, ocasionada por más condições na pastagem, que recaíram na quantidade de animais para abate. Consequência, crescimento da exportação de carne por causa da sua baixa oferta no mercado interno.

Com relação aos itens de vestuário, eles foram os que mais apresentaram alta de preços em Outubro, com um aumento na inflação de 1,13%. Um dos motivos para isso se deve à aproximação do final de ano, quando aumenta a busca da população por novos artigos em todas as esferas e, principalmente, por roupas. Neste segmento, o vestuário feminino liderou o aumento (1,34% de aumento), seguida dos tecidos, roupas masculinas e roupas infantis. No entanto, no índice anual as roupas femininas aparecem em último.

Na visão do governo, a alta do índice de inflação de Outubro, apesar de tudo, permaneceu dentro da expectativa.

Por Alessandra de Sousa


O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou no dia 26 de julho que a inflação está sob controle e encontra-se em queda. Segundo ele, existem dados que revelam essa tendência.

Guido Mantega esteve presente na audiência de Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados e criticou quem se opôs aos parlamentares que rejeitaram as medidas criadas pelo governo para controlar a inflação. De acordo com Mantega, as donas de casa já estão verificando a redução de preço no supermercado, pois houve desoneração da cesta básica. Para ele, a situação não é ruim como dizem, mas tem pessoas querendo levar vantagem maximizando a situação.  

O ministro afirmou que a inflação continua se mantendo dentro da meta esperada pela equipe econômica nos últimos anos e que em alguns momentos os preços se elevaram devido as condições climáticas do Brasil e a elevação do preço das commodities.

Os preços dos alimentos pressionaram a inflação, mas agora os índices já estão registrando queda. A previsão é que até o final do ano a inflação reduza e que essa redução permaneça durando o próximo ano.

Por Jéssica Posenato


Segundo a pesquisa de preços feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Dieese, inflação dispara na cidade de São Paulo. O resultado para o mês de outubro do Índice do Custo de Vida do Dieese ficou em 0,81 por cento quase o dobro dos 0,41 por cento registrados em setembro.

Novamente os produtos da área de alimentação puxaram os preços para cima. Estes produtos apresentaram uma alta de preços de 1,95% e somente eles tiveram um impacto de 0,59 por cento no valor final do custo de vida medido pelo Dieese.

Segundo a pesquisa, o grupo dos alimentos tiveram uma alta generalizada, em todos os sub-setores, tanto nos alimentos in natura e semi-elaborados com uma expressiva alta de 2,25%, como naqueles industrializados com uma subida de preços de 2,05%. Isso impactou também a alta de preços para comer fora de casa que apresentou uma alta de 1,15%.

Dentro o grupo os alimentos com maiores elevações foram os grãos (como arroz e feijão) que subiram em média 7,85%. Também as Raízes e Tubérculos (como a batata inglesa) subiram expressivamente cerca de 3,82%.

A inflação para os últimos doze meses de acordo com o indicador do Dieese está em 6,43%. O número é bem mais alto do que a meta do Conselho Monetário Nacional para o índice de inflação medido pelo IBGE, o IPCA, no país, que é de 4,50%. Além dos alimentos, os produtos e serviços no setor de habitação, registraram expressiva alta no período chegando patamar de 0,65% de variação positiva, seguidos de itens de saúde, com 0,45%.

Por Matheus Camargo


De acordo com o índice de preços ao consumidor semanal (IPC-S)  a inflação do mês de outubro fechou em 0,48%. A notícia foi dada pela Fundação Getúlio Vargas no último dia 1 de novembro. 

As pesquisas da fundação recobrem cerca de oito classes de produtos. Dessa em seis classes houve desaceleração no ritmo de subida de preços. Dentre elas, a classe de habitação, vestuário, despesas pessoais e educação. A alimentação ficou 0,67% mais cara no período da última semana de outubro contra um aumento de 1,04 % na semana anterior. Os itens de vestuário subiram 0,45% nessa semana contra 0,65% na terceira semana do mês.

Educação, Leitura e Recreação se mantiveram com índice de inflação estável nas duas ultimas semanas de outubro na casa dos 0,20 por cento. A pesquisa mostra que novamente os itens de alimentação puxaram a subida de preços ao consumidor.

A carne bovina voltou a subir cerca de 1,04% nesse período, embora de maneira menos acentuada do que na terceira semana quando apresentou uma variação positiva de preços da ordem de 2,39%.  Já o tomate apresentou uma redução de preços, após sucessivas altas no valor do produto, e caiu cerca de 16,40% nesse período.

Por Matheus Camargo


Segundo Carlos Hamilton Araújo, o Banco Central deve continuar sua politica monetária de metas de inflação. Carlos é diretor de Política Econômica do Banco Central. Ele afirma que as metas de inflação são um compromisso do BC com a estabilidade dos preços dos produtos no Brasil.

Em seu discurso no IV Fórum Banco Central de Inclusão Financeira, o diretor do BC informou que sem o compromisso com as metas de inflação, as demais ações da instituição perderia sua eficiência econômica. Ele afirmou ainda que sem as metas de inflação não teria sido possível realizar a grande expansão da carteira de crédito no país como vem ocorrendo nos últimos dois anos.

Hamilton avalia que em treze anos de adoção de metas de inflação com um cumprimento das metas nos últimos oito anos, o sistema financeiro brasileiro se consolidou e ganhou estabilidade. Com a avaliação positiva da política do BC a respeito, ele confirma que a instituição irá continuar a seguir uma condução da política monetária focada na estabilidade dos preços. Ele avaliou ainda que o índice inflacionário medido pelo IPCA deve ficar dentro da meta para o ano de 2013, alcançando um valor de 4,5 por cento.

Por Matheus Camargo


A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico,  OCDE, publicou pesquisa nesta última terça feira, 30 de outubro, onde mostra que a inflação do ano de 2012 apresentou uma aceleração em 34 países.

No mês de setembro, de acordo com a pesquisa,  a inflação ficou em 2,2% mais alta em relação ao mesmo mês do ano passado. Na comparação com o mês de agosto o índice subiu cerca de 0,4%. Segundo a organização a aceleração no índice de inflação foi puxado pela alta dos preços de energia elétrica que tiveram um aumento anual até setembro de 2012 de 5,1 %.

Ainda de acordo com a pesquisa, os preços dos alimentos apresentaram uma desaceleração ficando 2,1% mais caros em setembro. No Brasil os índices inflacionários não têm seguido essa tendência. O setor de alimentos vem puxando de maneira constante nos últimos meses o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) medido pelo IBGE.

Excluindo o grupo de produtos que mais subiram o núcleo da inflação medida pela OCDE a taxa desacelerou em 6% no mês de setembro em relação a agosto. A inflação é medida em 34 países que fazem parte do bloco econômico.

Por Matheus Camargo


Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, afirmou que não deve ocorrer a redução da meta da inflação para esse ano. De acordo com ele, embora fosse desejável uma redução da meta de inflação no Brasil a situação da crise internacional não permite que essa medida fosse adotada.

Tombini avalia que é preciso verificar quais serão os resultados das políticas monetárias dos países avançados nos próximos anos. O temor é de que elas poderão provocar uma forte alta da inflação em suas economias.

Atualmente a meta de inflação do governo para 2012 é de 4,50%. Segundo o relatório Focus do Banco Central, está previsto que a inflação efetiva do ano fique em 5,44%. No ano passado o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, ficou em 6,5% no limite máximo da meta do governo. Tombini ressalta que "nós temos que ter a missão de tornar a inflação mais convergente com a dos nossos parceiros comerciais".

O presidente do BC avalia que o mundo passa hoje por um processo de "grande injeção de liquidez". Através de um forte aumento da base monetária nos países desenvolvidos para conseguir contornar a crise mundial. Esse processo, entretanto, pode ter resultados nefastos em médio e longo prazo com subidas expressivas nos índices de preços ao consumidor. Tombini reiterou sobre isso: "temos que avaliar essa questão com cuidado".

Por Matheus Camargo

Fonte: Hoje em Dia


No dia 19 de outubro, o IBGE divulgou o resultado do indicador IPCA-15, com os resultados do índice de preço ao consumidor de espectro amplo para os primeiros quinze dias do mês. O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação do mês medida pelo IPCA.

O IPCA-15 para os primeiros quinze dias de outubro apresentou uma alta média de 0,65 pontos percentuais. Esse valor é o teto das estimativas projetadas para o índice no período, que variavam entre 0,55% e 0,65%. O dado preocupa, pois parece consolidar uma tendência de alta de preços, com os índices inflacionários aumentando sucessivamente.

Pelos os dados, os alimentos novamente lideram o ranking da alta de preços. Esse grupo de produtos pesquisados subiu 1,56% na primeira quinzena de outubro, acima dos 1,08% apresentado no mesmo período em setembro. Um dos itens que mais subiram dentro do grupo foi o arroz, com uma alta de impressionantes 11,91%. Houve também uma subida expressiva do preço da batata-inglesa, que ficou em média 19,23% mais cara no período. No conjunto das fortes altas dos preços dos alimentos há ainda a cebola, com 9,97% e as carnes, que ficaram 2,92% mais caras.

Como ocorreu no índice do IPCA-15 de setembro, outro grupo que puxou a inflação para cima foi a habitação. Esse grupo também apresentou uma alta em outubro superior a alta de setembro, ficando agora 0,72% mais cara frente aos 0,43% do mês passado.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), a inflação teve aumento em seis de sete capitais no fechamento do mês de agosto.

As informações foram divulgadas nesta terça (04), pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador apontou uma aceleração em São Paulo, de 0,24% na terceira semana, para 0,28%, dados da última semana do mês de agosto.

A inflação também se elevou no Rio de Janeiro (de 0,51% para 0,55%); Porto Alegre (de 0,42% para 0,64%); Recife (0,28% para 0,42%); Belo Horizonte (0,14% para 0,27%); e Brasília (0,28% para 0,48%).

Somente em Salvador que a taxa de inflação medida pelo IPC-S cedeu de 0,46% para 0,44%, no mesmo período em questão.

Ainda de acordo com a FGV, na véspera, o conjunto das sete capitais pesquisadas, o índice subiu 0,44% no fechamento para o mês de agosto. Na terceira semana do mês passado o número era de 0,34%.

No encerramento do mês de julho, o indicador apontava avanço de 0,22%.


IPC registrou alta de 0,16% na 1ª quadrissemana de agosto

O indicador que mede a inflação da cidade de São Paulo, IPC (Índice de Preços ao Consumidor), registrou alta de 0,16% na primeira prévia de agosto deste ano, em comparação ao mês de julho, que apresentou 0,13%. Porém, segundo a Fipe, em relação à taxa de 0,19% da primeira prévia de julho, o índice teve uma desaceleração.

O grupo habitação registrou variação positiva no período analisado, ficando em 0,16% ante 0,09% visto em julho. Já, o grupo alimentação registrou queda, indo de 0,53% em julho para 0,36% na 1ª semana de agosto.

O grupo transporte permaneceu na escala negativa, saindo da deflação de 0,36% em julho para uma deflação de 0,32% na 1ª quadrissemana deste mês.

Despesas pessoais apresentou aceleração, passando de 0,33% visto em julho para 0,52% na prévia de agosto. O item saúde também subiu, de 0,39% (julho) para 0,54% (1ª prévia deste mês).

O grupo educação teve baixa, indo de 0,31% (julho) para 0,26% (1ª semana de agosto). Por fim, o item vestuário permaneceu em deflação, de 0,63% (julho) para 0,33% (1ª parcial deste mês).


IGP-M do 1º decêndio de agosto teve variação de 1,21%

Segundo a FGV, a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) do 1º decêndio de agosto (medido entre 21 e 31 de julho) teve variação de 1,21%.

O índice serve como base para o reajuste dos aluguéis, e no acumulado dos últimos 12 meses terminados em agosto, ficou registrado em 7,49%.

Os preços medidos pelo IPA (Índice de Preços por Atacado) tiveram variação de 1,25% para 1,73%, no período analisado. Já, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) registrou 0,39% ante 0,79% da última análise feita.

Outro índice que integra o IGP-M, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), apresentou desaceleração no 1º decêndio de agosto, ficando em 0,08% contra 0,19% registrado um mês antes.

Sobre o IGP-M:

O cálculo do IGP-M é composto pelo IPC, IPA e INCC. Esses indicadores medem a inflação de alguns itens, como: bens de produção, bens de consumo, preços de aluguéis, transportes, condomínios, entre outros.

Portanto, o Índice Geral de Preços – Mercado mede os níveis de inflação para toda a população, sendo utilizado para o cálculo dos reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (para contratos antigos).


Previsão da inflação para 2012 foi elevada novamente

Segundo a pesquisa Focus do Banco Central divulgada no dia de hoje (10/08), a projeção para a inflação neste ano foi elevada pela 5ª vez seguida, para 5,11% ante 5% na semana anterior.

Já, a perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi reduzida, para 1,81% ante 1,85% de antes.

A expectativa para a Selic ficou mantida em 7,25% no final deste ano.

E a produção industrial teve um ajuste de -1% neste ano em relação à retração de -0,69% de antes. De acordo com o IBGE, a produção da indústria apresentou queda de 3,8% no 1º semestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

Por fim, a projeção para o crescimento do PIB em 2013 ficou mantida em 4%, e a previsão para a expansão da indústria caiu de 4,4% para 4,3% para o ano que vem.


IPC-S avançou para 0,40% na 1ª quadrissemana de agosto

Segundo a FGV, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) avançou para 0,40% na 1ª quadrissemana de agosto, ante 0,22% registrado na prévia da última semana de julho. Em comparação a primeira semana de julho (0,19%), o índice também foi maior.

Em todas as capitais pesquisadas pela FGV o IPC-S avançou, indo de 0,26% para 0,41% em São Paulo; de 0,47% para 0,69% no Rio de Janeiro; de 0,12% para 0,17% em Belo Horizonte; de 0,21% para 0,45% em Salvador; de 0,01% para 0,24% em Recife; e de 0,14% para 0,37% em Porto Alegre. Em Brasília houve uma estabilidade de preços, pois a variação foi pequena, indo de -0,03% para 0,0%.

Já, entre as oito classes de despesas que compõe o indicador, seis apresentaram alta em suas taxas. O grande destaque ficou para o grupo alimentação, que foi de 1,02% na última semana de julho para 1,62%, impulsionado pelas hortaliças e legumes, que tiveram a alta de 26,26%.

Os outros grupos que registraram alta na 1ª prévia de agosto foram: educação, leitura e recreação (de 0,27% para 0,40%); saúde e cuidados pessoais (de 0,23% para 0,38%); comunicação (de 0,28% para 0,29%); vestuário (de -0,88% para -0,66%); e transportes (de -0,49% para -0,48%).

Por outro lado, o grupo habitação apresentou queda na variação, indo de 0,18% para 0,14%.


IGP-M registrou alta de 1,21% na 1ª prévia de agosto

Segundo a FGV, a primeira prévia de agosto do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) foi a mais elevada desde a primeira leitura de junho de 2010 (2,21%), com a alta de 1,21%.

A alta nos preços das matérias-primas brutas no atacado, de 1,41% para 3,63%, fortaleceu a inflação atacadista, que foi de 1,25% para 1,73% de julho para agosto, na primeira análise do IGP-M. O atacado corresponde a 60% do total do índice.

As commodities agrícolas foram os grandes destaques entre as matérias-primas brutas no atacado. As altas dos preços do milho em grão (de -0,42% para 18,05%) e da soja em grão (de 9% para 9,93%) foram essenciais para a taxa mais elevada de preços. Esses produtos sofrem com os problemas climáticos, que prejudicaram as safras no início do ano, refletindo na menor oferta no mercado doméstico.

Além disso, o que ajudou a elevar a inflação no atacado foi o impacto do segundo reajuste no valor do diesel, pois em consequência disso o preço do produto saiu da alta de 3,94% para 6% na primeira prévia de julho, sendo a mesma na prévia vista em agosto.

Porém, o IGP-M do mês total de agosto não deverá ser tão alto quanto o de julho (que aumentou 1,34%), pois o mês passado teve o impacto do reajuste do preço da gasolina, fator que não irá influenciar o resultado do índice em agosto.


IPC-S: Alta na 3ª prévia de julho

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou nesta segunda-feira (23/07) que o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) avançou para 0,28% na 3ª quadrissemana de julho. Na semana anterior a inflação estava registrada em 0,22%.

Das oito classes de despesa que compõe o índice, seis apresentaram alta. O principal grupo que elevou o índice, foi o de Alimentos, que passou de 0,96% na 2ª semana, para 1,16%, na 3ª.

Segundo a FGV, os maiores influenciadores positivos para esta alta foram os itens tomate (alta de 57,06%), cenoura (alta de 28,13%), tarifa de ônibus urbano (alta de 0,84%), refeições em bares e restaurantes (alta de 0,60%) e aluguel residencial (alta de 0,48%).

Já, as influências negativas foram: automóvel novo (-1,11%) e usado (-2,22%), etanol (-1,65%), gasolina (-0,67%) e tarifa de eletricidade residencial (-0,61%).


IGP-10: alta em julho de 2012

O IGP-10 (Índice Geral de Preços-10) apresentou crescimento de 0,96% no mês de julho de 2012, segundo informações da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgadas na terça-feira (17/07). Em comparação ao mês passado, o levantamento apontou uma alta de 0,74% no índice.

A principal influenciadora para esta elevação foi a aceleração dos preços no atacado.

No acumulado deste ano a alta registrada foi de 3,84%. Porém, desde julho de 2011 a inflação ficou em 6,03%.

Já, o IPA-10 (Índice de Preços ao Produtor Amplo-10), um dos componentes do IGP-10, também subiu 1,23%, se comparado ao mês de junho, que registrou alta de 0,73%.

O IPC-10 (Índice de Preços ao Consumidor-10), que também compõe o IGP-10, avançou 0,19%, ante a alta de 0,33% visto no mês passado. Nesse caso, o grupo Despesas Diversas contribuiu para a aceleração, passando de 3,03% para 0,11%.

Por fim, o INCC-10 (Índice Nacional de Custo da Construção-10), apresentou alta de 0,84%, contra 1,67%.

Sobre o IGP-10:

O índice calcula os preços ao consumidor, ao produtor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior ao dia 10 do mês de referência.


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) no início desta semana voltou a elevar a perspectiva de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011, tendência que já se repete pela sexta semana seguida. A taxa anterior, de 6,26%, foi majorada para 6,29%. A 2012, por outro lado, o índice se manteve em 5,00% pela segunda semana seguida.

Em relação à taxa básica de juros da economia, a Selic, o BC manteve a taxa de 2011 em 12,25% pela terceira semana consecutiva, mas para 2012 aumentou a perspectiva para 11,75%, comportamento que se repete desde o levantamento anterior.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 foi mantida em 4,00%. Para o próximo ano, o BC elevou sucintamente o índice, de 4,24% da última semana para 4,25% de agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) enunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,82% em 15 de fevereiro, ante índice de 1,16% calculado no último levantamento. A entidade assinala que das sete classes de despesas sondadas, cinco contraíram baixa em suas taxas.

O grupo Alimentação, que no transcorrer de 2010 chegou a altas espantosas, foi o grande destaque no atual levantamento ao decrescer de 1,15% para 0,55%. Nesta categoria, o índice de hortaliças e legumes caiu de 11,22% para 8,39%, assim como frutas, de 0,17% para -1,59%, e carnes bovinas, de -1,85% para -2,70%.

Acompanhando a Alimentação, o grupo Educação, Leitura & Recreação registrou baixa de 2,92% para 1,95%, seguido, portanto, pela categoria Transportes, que arrefeceu para 2,21%, contra 2,80% de antes.

Vestuário e Saúde & Cuidados Pessoais registraram abrandamento respectivo de -0,06% para -0,47 e de 0,39% para 0,32%. Diferentemente desses, os grupos Habitação e Despesas Diversas sentiram alta nos índices de variação. O primeiro passou de 0,39% para 0,46% e o segundo, de 1,41% para 1,48%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam variação de 1,03% do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) em fevereiro, 0,54 ponto percentual acima do índice de 0,49% registrado no mês passado.

A FGV aponta alta de 1,16% na variação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) no mês, contra 0,35% de janeiro. Os dados referentes a Bens Finais avançaram de -0,35% no mês passado para -0,19% de agora. Os produtos in natura, segundo a fundação, apresentaram ascensão de -3,65% para 0,29%.

A taxa referente ao grupo Bens Intermediários variou para 0,87% em fevereiro, ante índice de 0,62% de janeiro. Neste caso, quatro dos cinco subgrupos examinados contabilizaram incremento em seus percentuais, com destaque para materiais e componentes à manufatura, uma vez que o índice deste pulou de 0,75% para 0,94%. A FGV assoalha que Matérias-Primas Brutas registraram expansão de 3,10% no período atual, 2,27% acima do índice abalizado em janeiro (0,83%).

O Índice de Preços ao Consumidor variou 0,92% em fevereiro, ante 0,90% do mês passado. Das sete classes de despesas calculadas, cinco representaram alta no mês, com ênfase liderada pelo grupo Transportes, o qual concretizou salto de 1,07% para 2,45%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Não é somente o brasileiro que se assusta quando vai ao supermercado. Essa é uma tendência mundial: a alta nos preços dos alimentos. Talvez Malthus estivesse certo. Segundo tal autor, haveria uma época em que o número da população cresceria em Progressão Geométrica enquanto o alimento disponível em Progressão Aritmética, o que causaria muita fome e miséria no mundo.

O que acontece agora é que o planeta está enfrentando a força da natureza. As enchentes e o calor intenso destroem grandes plantações. Assim, com pouca oferta, os preços sobem. No entanto, só não aconteceu um aumento maior porque houve boa produção em alguns países da África.

E com o advento da tecnologia, o homem certamente conseguirá driblar mais essa crise. 

Por Flávia Yoshitani


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acelerou no mês de novembro e chegou a registrar 0,83% de alta. Em outubro, o índice só chegou a 0,75%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o maior índice registrado desde abril de 2005, onde a alta foi de 0,87%.

Em comparação com o mês de novembro do ano passado, onde a inflação registrou alta de 0,41%, o IPCA acumulou alta de 5,63%. Isso significa que o índice ficou acima do centro da meta (4,5%) no período de um ano. Desde janeiro desse ano, a inflação somou 5,25%.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa





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