Enquanto os empregados têm comemorado o vasto número de feriados que teremos ao longo do ano de 2015, um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que os nove feriados nacionais, os sete pontos facultativos, além dos 43 feriados estaduais, podem acarretar perdas para a indústria que chegam ao montante de R$ 64,6 bilhões. De todos os feriados estaduais, 32 ocorrem em dias de semana.

O estudo mostra que a perda calculada com os feriados representa 4,8% da produção da indústria brasileira. No ano passado, o índice foi de 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial. Para 2015, o PIB industrial está estimado em R$ 1,355 trilhão.

As perdas ocorrem tanto para as indústrias quanto para o governo, pois com os feriados as indústrias param a produção e, consequentemente, o governo arrecada menos impostos. Estima-se que R$ 18 bilhões, da indústria de transformação, deixem de ir para os cofres do governo.

Obviamente, as perdas mais significativas estão nas regiões com mais indústrias no Brasil – São Paulo (R$ 19,5 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 10,1 bilhões) e Minas Gerais (R$ 6,4 bilhões).

Ao longo de 2015 somente oito estados não terão feriados estaduais em dias úteis, são eles: Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pará, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

Uma das soluções apontadas pela Firjan é mudar os feriados que caem em dias úteis para segunda-feira ou sexta-feira, dessa forma, minimizaria os riscos de diminuir a competitividade da indústria nacional e auxiliaria a meta de redução do custo Brasil. Outra questão é que, ao transferir os feriados para o início ou fim da semana, diminui-se a chance de haver “enforcamentos” de dias úteis. Afinal, em diversos feriados que ocorrem, por exemplo, na terça-feira, muitas indústrias acabam emendando o feriado, não tendo expediente também na segunda-feira.

Por Rafaela Fusieger

Calend?rio


O cenário atual não irá favorecer a indústria brasileira em 2015, sobretudo na questão energética. A conta de energia pode ficar em média, no mínimo, 43,6% mais cara, além da revisão tarifária e o reajuste de tarifas. A projeção é da Firjan – Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, que ainda revelou que desde 2013 até o fim de 2015 a eletricidade vai subir quase 100%. O que pode elevar ainda mais o custo de diversos produtos que chegam até as casas dos brasileiros.

As perspectivas da entidade levam em consideração o fim dos subsídios na tarifa de energia, além das bandeiras tarifárias e o pagamento de empréstimos para melhorar a situação das distribuidoras de energia.

"A gente está sendo conservador nesses 43,6 por cento", afirmou Cristiano Prado, o assessor de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Firjan, no Fórum de Comercialização de Energia Outlook 2015. Cristiano revelou que o aumento adicional para a indústria irá variar entre 15% e 20% este ano, considerando os reajustes e a revisão tarifária.

Segundo Prado em 2016 se o cenário melhorar haverá um pequeno aumento. O assessor acredita que em 2015 as bandeiras tarifárias dificilmente sairão do vermelho. Dessa forma o preço da energia gerada será o mais caro possível.

"O que acontece é que a indústria está ficando desesperada com essa situação. Está vendo o preço de seu principal insumo numa trajetória crescente, não consegue enxergar uma mudança de curva, de quando é que a gente vai voltar a ver energia que seja competitiva pelo menos num valor próximo ao que a gente encontra internacionalmente", completou Prado.

Levando em consideração que o aumento é repassado para o consumidor, teremos alta nos preços de diversos produtos manufaturados. A crise energética se mostra implacável em todos os segmentos, entretanto o consumidor final, no caso, o brasileiro, será o mais prejudicado, tendo em vista que já irá pagar mais pela energia e pelos produtos que precisam dela para serem fabricados. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Energia el?trica


A produção da indústria brasileira registrou recuo de 2% no mês de maio e reverteu os ganhos de abril que foram de 1,9%. A pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que desde fevereiro essa foi a baixa mais acentuada deste ano. Porém o recuo de 2% não foi suficiente para transformar o acúmulo no ano em porcentagem negativa, pois alguns setores continuaram a crescer.

Se comparado com o mês de maio do ano de 2012, a atividade fabril teve alta de 1,4 % sendo o segundo resultado positivo da comparação até agora, porém a atividade se mostrou menos intensa se comparada ao mês anterior, no caso fevereiro de 2013. No acumulado do ano, a produção brasileira teve alta de 1,7%, mas nos últimos doze meses teve queda de 0,5%.

Os fatores que influenciaram o recuo de 2% no mês de maio foram os veículos automotores com queda de 2,9%, as máquinas e equipamentos com queda de 5% e os alimentos que tiveram queda de 4,4%. Das 27 atividades, apenas 12 delas tiveram avanço e porcentagem positiva na comparação anual.

Por Jéssica Posenato


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou a pesquisa que mostra um recuo no valor real da folha de pagamento dos trabalhadores do setor industrial no Brasil. O recuo é de 2,1% no mês de setembro frente ao mês de agosto deste ano.

A folha de pagamento real de setembro aumentou em relação ao mesmo período do ano de 2011. O aumento foi de 1,4%. No acumulado para o ano a folha de pagamento do setor industrial teve um crescimento de 3,2%. Comparado com os dados dos últimos 12 meses, contados a partir de setembro, o aumento foi de 3,0%.

Na comparação com mesmo período de 2011 a folha de pagamento teve uma alta em 11 localidades, das 14 pesquisadas pelo IBGE. Em especial no Rio de Janeiro, com uma alta de 6,9%. No Estado do Paraná a alta foi de 4,5%. Nas regiões Norte e Centro-Oeste houve aumentos de 3,2%. Na região metropolitana de São Paulo houve uma queda de 0,2%.

Das atividades pesquisadas pelo IBGE, 9  tiveram aumentos de um total de 18. O maior aumento da folha de pagamento foi nas atividades industriais de refino de petróleo e produção de álcool, com uma variação positiva de 7,7%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Diário de Pernambuco


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que houve uma queda na produção industrial no Brasil nos últimos 12 meses. De acordo com os dados, a queda acumulada nesse período é de 3,1%.

André Macedo, gerente da coordenação da indústria do IBGE, afirmou que o setor industrial precisa apresentar melhora na sua performance nos últimos meses do ano para evitar que fique estagnado. De acordo com a pesquisa do IBGE  o setor industrial apresentou uma queda de 1% em relação ao mês de agosto no mês de setembro deste ano. O mau resultado do setor industrial, de acordo com analistas de mercado, já era esperado.

Na comparação com setembro de 2011 a produção industrial caiu 3,8% neste ano. Nesta base de comparação os analistas esperavam uma queda de até 4,30%.

Mesmo com a queda apresentada no mês de setembro, o 3º trimestre teve um bom resultado para a indústria com uma alta de 1% no período. Esse resultado interrompeu uma tendência de queda no setor industrial que já se seguia há quatro trimestres consecutivos

Entre julho e setembro deste ano todos os setores da indústria apresentaram alta em sua produtividade. O setor que apresentou a maior alta foi o de bens de consumo duráveis. Esse setor aumentou sua produtividade em 5,2% neste período. O setor de bens de capital subiu 0,5 % neste período e o setor de bens intermediários subiu cerca de 1,1%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


O banco HSBC divulgou pesquisa que determina o Índice de Gerentes de Compras. O índice serve para medir a atividade da indústria no Brasil. De acordo com a pesquisa, as industrias  brasileiras registraram um resultado positivo em outubro. Este é a primeira melhora no índice desde março. Em setembro, a produtividade das industrias teria alcançado cerca de 50,2 pontos  em outubro frente aos  49,8 de setembro.

Informa o HSBC que índices acima de 50 pontos indicam aumento de atividade industrial. Segundo André Loes, economista chefe do HSBC no Brasil o índice de produtividade industrial obtido em outubro é uma evidência da recuperação econômica no país. Ele afirma que mesmo que o nível da atividade seja modesto, ele demonstra que a economia está voltando a ganhar fôlego no Brasil.

Por outro lado, a pesquisa do HSBC aponta também aspectos negativos. Segundo ela, o volume de novos pedidos de exportação voltou a cair no mês de outubro. Essa é a terceira vez que o índice apresenta queda. O resultado ruim das exportações seria ainda uma conseqüência da crise na Europa que teria levado a uma retração do consumo nos países da zona do euro.

Por Matheus Camargo


Segundo uma pesquisa divulgada pela Fiesp a confiança dos empresários do setor industrial no Brasil caiu no mês de outubro deste ano. De acordo com a pesquisa Sensor, a confiança dos empresários industriais paulistas atingiu 50,6 pontos no indicador utilizado.

Com este valor, o indicador de confiança caiu em relação ao mês de setembro deste ano. Em setembro o indicador apontava um índice de 52,3 pontos de acordo com os dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. A pesquisa foi divulgada no dia 30 de outubro.

Segundo os dados da pesquisa, dos 5 itens que compõe o indicador da federação 3 apresentaram uma queda e apenas 1 apresentou aumento em outubro. Um dos indicadores apresentou estabilidade durante o período.

O indicador sobre os itens de estoque saiu de 40,8 pontos em setembro para um valor de 44,7 pontos em outubro, sendo este o único que apresentou um aumento no período. O indicador do item de emprego passou de 49,8 pontos em setembro para o valor de 46,2 pontos em outubro.

A avaliação dos empresários do setor industrial em relação ao mercado também apresentou queda no período. Este item passou de 59,3 pontos em setembro para um valor de 55,5 pontos em outubro.

Por Matheus Camargo

Fonte: R7


Robson Andrade afirma que setor de indústrias de autopeças deve ser beneficiado pelo governo federal com abatimento de impostos. Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria, quer que o governo faça uma nova extensão de um ano no regime especial de tributos para o setor.

Segundo o presidente da CNI ,o programa de regime especial de tributos ajuda na atração de investimentos nas indústrias automobilísticas. Isso deve ser repassado também para as indústrias de autopeças, segundo Robson.

Se o governo não adotar essa medida o setor de autopeças pode migrar para outros países e o Brasil ficaria apenas com as montadoras de carros. Isso acarretaria uma perda de empregos no setor de autopeças, que é responsável por boa parte dos trabalhos das empresas automobilísticas no país.

As declarações de Robson Andrade foram feitas após a participação dele em reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial. A reunião com os representantes do governo e dos industriais ocorreu em Brasília, nesta quinta-feira, dia 31 de outubro. Esta reunião foi convocado pelo governo federal para debater com os industriais os resultados e as perspectivas do plano “Brasil Maior”.

Por Matheus Camargo


O Índice de Produção Industrial no Brasil é medido pelo IBGE em 14 localidades pesquisadas. Apesar de 9 das 14 regiões terem apresentado índices positivos no mês de agosto frente aos resultados de julho, o resultado geral continua a tendência de queda iniciada em outubro de 2010, alcançando agora a variação negativa de 2,9% no acumulado dos últimos doze meses e é a pior taxa desde janeiro de 2010, onde se registrou a queda de 5% da produção industrial.

Os Estados que mais sofreram com a queda da produção industrial no acumulado dos últimos doze meses foram Rio de Janeiro, na liderança, com menos 4,9%, seguido de perto por São Paulo, com menos 4,8%, na sequência Santa Catarina, com variação negativa de 4,2%, depois Ceará, com 3,6%, e Espírito Santo, com 3,5% de queda.

Alguns Estados apresentam resultados positivos nos últimos doze meses. Dentre eles, os com melhores resultados são: Goiás, com 7% disparado na frente do crescimento, seguido do Paraná, com 3,9% e Pernambuco, com 3,8% de expansão.

Em relação ao mês de julho, o Índice de Produção Industrial de agosto, considerando as regiões pesquisadas, apresenta um ritmo de crescimento em 9 das 14 regiões. Goiás recuperou parte das perdas do índice de julho frente a junho, quando registrou uma baixa de 13,3%, ficando agora com 10,3% de alta. É a região com maior crescimento em agosto seguido do Amazonas, com 7,6%, Rio Grande do Sul, com 4,8%, Minas Gerais, com 3,3% e Paraná, com 3,0%.  

Por Matheus Camargo


Segundo um levantamento realizado pela Abima (Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias), o setor de pães industrializados no Brasil cresceu 56% no período de quatro anos, o estudo foi realizado em parceria com a empresa de consultoria Nielsen e levou em consideração os anos de 2007 a 2011.

O valor das transações envolvendo o setor chegou a atingir R$ 3,2 bilhões. Foram analisados também os bolos feitos industrialmente, que cresceram 46% (levando em consideração o mesmo período) e atingiram um patamar de R$ 590 milhões no ano passado.

Com relação ao volume comercializado, o pão de forma alcançou um valor superior a 990 milhões de toneladas, já os bolos alcançaram a marca de 299 milhões.

Para o presidente da Abima, Claudio Zanão, esse resultado é o reflexo da procura das pessoas por uma alimentação mais saudável, o que fez com que o consumo de pão aumentasse nos últimos anos. Para ele, os brasileiros procuram variedade de pães, como os integrais e os com grãos, por esse motivo as empresas costumam lançar diversas novidades constantemente.

A pesquisa também analisou o consumo per capita dos pães. De acordo com os dados divulgados, cada habitante consumiu 5,2 kg de pão em 2011, sendo que em 2007 esse valor era de 4,2 kg. Já com relação aos bolos, o consumo subiu de 1,2 kg em 2007 para 1,6 kg em 2011.

Por Joyce Silva


Dados mensurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizaram queda de 0,2% na produção da indústria em todo o país entre agosto e setembro deste ano, já com ajuste sazonal. Nove dos 14 locais estudados escrituraram arrefecimento, com destaque para o Rio Grande do Sul (-2,3%) devido à interrupção de atividades na produção de álcool e refino de petróleo.

No confronto de setembro deste ano em relação ao mês igual de 2009, porém, a atividade na indústria cresceu 6,3% em 12 das 14 áreas consultadas. O único local com índice negativo foi a Bahia, pois segundo o portal de Economia Terra houve baque na produção dos segmentos de veículos automotores e de papel e celulose.

Um pouco mais além dos meses imediatamente anteriores, informações descritas pelo IBGE revelaram expansão em todas as áreas entre julho e setembro ante período análogo do ano passado. Na passagem entre abril e junho para os três meses seguintes os 14 locais representaram diminuição no ritmo de desenvolvimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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