Segundo o indicador de inflação IPCA, índice de Preços ao Consumidor Amplo, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, os preços dos alimentos tiveram uma alta de 1,36% no mês de outubro deste ano. Os dados forma divulgados nesta última quarta-feira, 7 de novembro.

Com esse resultado o setor de alimentos continuam sua liderança nas altas de preço no país. Eles tiveram um impacto correspondente a 54% do total da inflação registrada no período. O índice de inflação medido pelo IPCA ficou para o mês de outubro na taxa de 0,59%, uma elevação frente ao IPCA medido em setembro.

Alguns dos itens de alimento que mais subiram este mês foram o arroz, que registrou uma alta média de preços de 9,88%, em setembro o arroz já havia subido bastante e tinha alcançado a marca de 8,21% de reajuste de preços. Com esse valor somente esse item teve um impacto de 0,06 por cento no total de 0,59 por cento da inflação do mês de outubro.

O segundo maior impacto no índice do IPCA também foi de um produto alimentício, as carnes. As carnes ficaram em média 2,04% mais caras em outubro e impactaram o indice em 0,05 por cento. As carnes também apresentam o segundo mês consecutivo de forte inflação.

Em setembro o item ficou 2,27% mais caros. Em seguida no ranking dos item com maior impacto sobre o IPCA está a categorias da refeição fora do domicílio. Comer fora de casa ficou cerca de 0,70% mais caro em outubro, impactando em 0,03 por cento a inflação total medida pelo IPCA.

Por Matheus Camargo


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicaram que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou variação de 0,63% no segundo decêndio de janeiro (dos dias 11 a 20), contra 0,75% do resultado registrado no mesmo período de dezembro.

O Índice de Preços ao Produto Amplo (IPA) variou 0,60% no segundo período de dez dias deste mês. No mesmo intervalo de dezembro, por outro lado, o índice contabilizado chegou a 0,77%.

De acordo com a instituição, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ilustrou aceleração de 0,81% no segundo decêndio de dezembro para 0,85% no mesmo período de janeiro. Das sete séries verificadas, quatro contraíram avanços em seus custos, com ênfase ao grupo Educação, Leitura & Recreação, de 0,36% para 1,54%, assim como Transportes, para 1,24%, contra 0,51% de antes.

Somam-se a esses dois grupos as acelerações constatadas em Despesas Diversas, de 0,33% para 0,72%, e Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,49% para 0,51%. Por outro lado, Alimentação, Habitação e Vestuário desaceleraram para 1,33%, 0,23% e 0,59%, respectivamente.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), a FGV constatou percentual de 0,33% entre os dias 11 e 20 de janeiro, contra 0,51% do segundo decêndio de dezembro. Materiais, Equipamentos & Serviços e Mão de Obra cresceram para 0,34% e 0,94%, respectivamente, contra índices anteriores de 0,11% e 0,43%, também respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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