O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, aponta que a inflação diminuiu o ritmo de crescimento em cinco capitais brasileiras. No geral, o IPC-S de outubro está encerrando o mês em 0,48%. Na terceira semana de outubro o índice era de 0,57%.

Das sete capitais que são base para a pesquisa da Fundação, cinco apresentaram desaceleração do crescimento da inflação. Elas são as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. Somente em  Brasília e Salvador o índice apresentou subida nessa última semana de outubro.

Em São Paulo o índice passou de 0,48% na terceira semana do mês para 0,45% na última semana. No Rio a desaceleração foi de 0,45% para 0,22%. Em Belo Horizonte o índice passou de 0,70% para 0,55%. Já em Porto Alegre o índice foi de 0,80% para 0,61%. Por fim, em Recife o índice foi de 0,72% para 0,62%.

A próxima pesquisa sobre o Índice de Preços ao Consumidor Semanal da Fundação Getúlio Vargas deverá ser divulgada no dia 9 de novembro.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


De acordo com o índice de preços ao consumidor semanal (IPC-S)  a inflação do mês de outubro fechou em 0,48%. A notícia foi dada pela Fundação Getúlio Vargas no último dia 1 de novembro. 

As pesquisas da fundação recobrem cerca de oito classes de produtos. Dessa em seis classes houve desaceleração no ritmo de subida de preços. Dentre elas, a classe de habitação, vestuário, despesas pessoais e educação. A alimentação ficou 0,67% mais cara no período da última semana de outubro contra um aumento de 1,04 % na semana anterior. Os itens de vestuário subiram 0,45% nessa semana contra 0,65% na terceira semana do mês.

Educação, Leitura e Recreação se mantiveram com índice de inflação estável nas duas ultimas semanas de outubro na casa dos 0,20 por cento. A pesquisa mostra que novamente os itens de alimentação puxaram a subida de preços ao consumidor.

A carne bovina voltou a subir cerca de 1,04% nesse período, embora de maneira menos acentuada do que na terceira semana quando apresentou uma variação positiva de preços da ordem de 2,39%.  Já o tomate apresentou uma redução de preços, após sucessivas altas no valor do produto, e caiu cerca de 16,40% nesse período.

Por Matheus Camargo


De acordo com os dados da pesquisa de Índice de Preços ao Produtor, os produtos químicos lideram o aumento de preços para a indústria brasileira no mês de setembro. O índice de preços para as indústria em setembro ficou em uma taxa 0,72% mais alta do que no mês anterior.

Alexandre Brandão, coordenador da pesquisa so IBGE afirma que esse resultado é devido em grande parte pelos preços de produtos químicos, em especial o nafta. Brandão lembra que o nafta teve uma alta de preços expressiva no mês de setembro no mercado internacional. Ele pondera ainda que a taxa de aumento do índice não é só resultado da alta do preço do nafta no mercado internacional.

Segundo ele, os produtos da agroindústria também têm uma participação para a subida do índice inflacionário de produtos para a indústria.

A indústria de alimentos apresentou uma inflação de seus produtos para as empresa numa taxa de 2,07% no mês de setembro. No mês de agosto, esse resultado ficou em 0,82% de subida.

Segundo a pesquisa do IBGE alguns produtos agroindústrias, entretanto, tiveram deflação no período como a soja.

Por Matheus Camargo


O último levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) sofreu variação positiva de 0,6%. O resultado da última semana de março é 0,09 pontos percentuais mais alto do que o índice registrado na semana imediatamente anterior. Nos últimos 12 meses, o índice já acumula alta de 5,5%. Já nos três primeiros meses deste ano, a taxa acumulada chega a 1,66%. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo estudo do IPC-S.

Todos os segmentos pesquisados pela FGV sofreram alta, sendo que são avaliadas sete classes. No entanto, a maior variação positiva ficou com o segmento de Alimentos, que passou de 0,52% para 0,63%. O crescimento foi influenciado principalmente pelas carnes (de -2,06% para -1,05%), carnes e peixes industrializados (de 0,51% para 1,04%) e laticínios (de 0,17% para 0,49%).

Os outros itens ficaram com os seguintes resultados: Educação, Leitura e Recreação (de 0,28% para 0,46%), Vestuário (de 0,27% para 0,61%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,60% para 0,71%), Transportes (de 0,20% para 0,26%), Comunicação (de -0,28% para -0,21%), Habitação (de 1,02% para 1,03%) e Despesas Diversas (de 0,12% para 0,14%).

A próxima avaliação do IPC-S será divulgada no dia 9 de abril, com avaliação até o dia 7 do mesmo mês.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo


A atenção do consumidor deve ser redobrada no atual momento, pois com o início da desaceleração econômica os preços de muitos produtos passaram a sofrer variação, mesmo que ínfimas e oscilantes. Dados expressos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) assinalam que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) variou para 0,83% em 15 de abril, 0,06% inferior ao índice constatado no último levantamento.

De acordo com a FGV, somente o grupo Alimentação pressionou o IPC-S para baixo ao passar de 1,50% para 1,10%. Dos 21 componentes analisados, 13 registraram baixas em suas taxas, ficando a hortaliças e legumes o mais severo arrefecimento, de 8,86% para 5,53%. O índice das frutas, logo em seguida, decresceu de 0,56% positivo para 1,02% negativo, enquanto em pescados frescos a variação deixou 4,49% para abraçar 4,77%.

O único grupo a manter o mesmo índice do levantamento anterior para o mais recente foi Habitação, com taxa de 0,35%.

Os demais grupos, por outro lado, registraram acelerações em suas taxas de variação. O destaque ficou por conta de Transportes, que subiu de 1,49% para 1,71%. Em Despesas Diversas o índice cresceu de 0,16% para 0,34%, enquanto Educação, Leitura & Recreação delineou progresso de 0,34% para 0,48%. Saúde e Cuidados Pessoais, com avanço de 0,73% para 0,81%, e Vestuário, de 1,03% para 1,08%, completam a lista.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados apregoados na última sexta-feira (15) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) desacelerou para 0,56% neste mês, contra taxa de 0,84% registrada em março. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) delineou variação de 0,49%, contra 0,99% de antes.

Segundo a FGV, Bens Finais apresentou decréscimo de 0,94% constatado em março para 0,86% em abril. A subcategoria alimentos in natura descreveu diminuição na taxa do período, de 7,44% para 6,16% no mês atual.

A taxa registrada no grupo Bens Intermediários passou de 0,67% em março para 0,49% no mês seguinte. Das cinco subcategorias examinadas, quatro ilustraram baixa nos índices, com destaque para suprimentos, que arrefeceu de 1,08% para 0,11%.

A taxa relativa a Matérias-Primas decresceu de 1,48% para 0,07% entre março e abril. O maio r recuo constatado foi no algodão em caroço, cujo índice decresceu de 11,44% para 0,04%. Em seguida figurou milho em grão, de 4,71% para 0,84%, acompanhado por café, também em grão, com arrefecimento de 12,01% para 4,94%. As altas foram constatadas em suínos, de -11,17% para 4,48%, cana-de-açúcar, de 1,12% para 3,08%, e soja em grão, de -4,41% para -3,46%.

Outro indicador analisado pela FGV foi o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que no mês variou 0,77% sobre 0,59% registrado em março. Das sete classes estudadas, cinco contabilizaram aumento. Alimentação foi o grupo de maior destaque, com taxa passando de 0,57% para 1,11%. O grupo Vestuário registrou alta de 0,28% para 0,91%, enquanto Transportes descreveu avanço de 1,10% para 1,54%, Saúde & Cuidados Pessoais de 0,54% para 0,71% e Educação, Leitura & Recreação, por fim,de 0,20% para 0,36%.

Em contrapartida, os grupos Despesas Diversas e Habitação inverteram o sentido das categorias acima descritas ao recuarem de 0,98% para 0,20% e de 0,53% para 0,33%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) enunciado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou variação de 0,82% em 15 de fevereiro, ante índice de 1,16% calculado no último levantamento. A entidade assinala que das sete classes de despesas sondadas, cinco contraíram baixa em suas taxas.

O grupo Alimentação, que no transcorrer de 2010 chegou a altas espantosas, foi o grande destaque no atual levantamento ao decrescer de 1,15% para 0,55%. Nesta categoria, o índice de hortaliças e legumes caiu de 11,22% para 8,39%, assim como frutas, de 0,17% para -1,59%, e carnes bovinas, de -1,85% para -2,70%.

Acompanhando a Alimentação, o grupo Educação, Leitura & Recreação registrou baixa de 2,92% para 1,95%, seguido, portanto, pela categoria Transportes, que arrefeceu para 2,21%, contra 2,80% de antes.

Vestuário e Saúde & Cuidados Pessoais registraram abrandamento respectivo de -0,06% para -0,47 e de 0,39% para 0,32%. Diferentemente desses, os grupos Habitação e Despesas Diversas sentiram alta nos índices de variação. O primeiro passou de 0,39% para 0,46% e o segundo, de 1,41% para 1,48%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Dados referentes à segunda quadrissemana de fevereiro indicam que o Índice de Preços ao Consumidor do município de São Paulo (IPC), calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Fipe), apresentou variação de 0,95%, contra taxa de 1,12% da leitura precedente.

Dos sete grupos presentes no IPC da Fipe, três apresentaram baixa em seus índices. Da primeira para a segunda leitura do mês, a categoria Alimentação registrou baixa de 0,29% para 0,06%, assim como Transporte, de 3,24% para 2,47%. A Educação, por sua vez, contraiu a queda mais significativa, de 4,81% da primeira quadrissemana do mês para 3,48%.

Diferentemente dos índices das categorias acima, a taxa do grupo Habitação saltou de 0,58% para 0,67%, a de Despesas Pessoais de 0,89% para 0,90%, a de Saúde de 0,73% para 0,92% e a de Vestuário de 0,15% para 0,28%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fipe


Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indicaram que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou variação de 0,63% no segundo decêndio de janeiro (dos dias 11 a 20), contra 0,75% do resultado registrado no mesmo período de dezembro.

O Índice de Preços ao Produto Amplo (IPA) variou 0,60% no segundo período de dez dias deste mês. No mesmo intervalo de dezembro, por outro lado, o índice contabilizado chegou a 0,77%.

De acordo com a instituição, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ilustrou aceleração de 0,81% no segundo decêndio de dezembro para 0,85% no mesmo período de janeiro. Das sete séries verificadas, quatro contraíram avanços em seus custos, com ênfase ao grupo Educação, Leitura & Recreação, de 0,36% para 1,54%, assim como Transportes, para 1,24%, contra 0,51% de antes.

Somam-se a esses dois grupos as acelerações constatadas em Despesas Diversas, de 0,33% para 0,72%, e Saúde & Cuidados Pessoais, de 0,49% para 0,51%. Por outro lado, Alimentação, Habitação e Vestuário desaceleraram para 1,33%, 0,23% e 0,59%, respectivamente.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), a FGV constatou percentual de 0,33% entre os dias 11 e 20 de janeiro, contra 0,51% do segundo decêndio de dezembro. Materiais, Equipamentos & Serviços e Mão de Obra cresceram para 0,34% e 0,94%, respectivamente, contra índices anteriores de 0,11% e 0,43%, também respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Grande parte da sociedade brasileira pertence à classe C. Dados recentes indicam que a população inserida nesse contexto corresponde a 50,5% do total, esta que também tem aumentado significativamente seus gastos e remunerações na medida em que as oportunidades de emprego e o maior acesso ao crédito avançam. O mesmo, em menor escala, tem ocorrido às classes D e E, efeito constatado, por exemplo, na diminuição das pessoas em situação de extrema pobreza.

As despesas com alimentação e educação cresceram no mês passado para as pessoas que possuem remuneração mensal de um a 2,5 salários mínimos, ou seja, fatia da descrição assinalada anteriormente. De acordo com informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) abraçou o índice de 0,80%.

No acumulado do ano até outubro, exprime o portal de notícias R7, o IPC-C1 aglomera progresso de 5,02% e nos últimos dozes meses encerrados no período em questão, avanço de 5,43%.

Legumes & hortaliças e material escolar (com exceção dos livros) foram os componentes que mais apresentaram crescimento. Nos grupos de Transportes e Despesas Diversas também ocorreu alta, com grande destaque para a cerveja e a gasolina.

Diferentemente, Saúde & Cuidados Pessoais e Vestuário contraíram arrefecimento, com ênfase nos artigos de higiene, cuidado pessoal, roupas e taxa de esgoto e água residencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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