A FGV, Fundação Getúlio Vargas, emitiu uma correção sobre os dados da sua pesquisa sobre o Índice de Confiança do Consumidor, publicados na manhã dessa última quinta-feira, 25 de outubro. Segundo a correção, o índice de outubro ficou 5,1 por cento mais elevado em relação ao índice do mesmo período do ano passado.

Em vez de 2,1 por cento como publicado pela manhã. Outra correção feira foi para o comparativo do mês de setembro, que ficou 5,9 por cento mais elevado do que o do mesmo período do ano passado em vez dos  1,8 por cento anunciados.

Dessa forma, o avanço da confiança dos consumidores em outubro subiu e apresentou uma variação negativa de 0,3 por cento. O indicador da confiança do consumidor utiliza-se de uma escala que vai de 0 à 200 pontos. Quanto maior o número, mais confiança os consumidores teriam em seus ganhos projetados. O índice de outubro ficou em 121,7 pontos contra 122,1 pontos do mês passado.

A pesquisa foi feita em dois mil domicílios no país distribuídos entre sete capitais. Ela recobriu o período de primeiro de outubro até o dia 22 do mês. No comunicado em que lançou os dados a FGV considera ainda que há uma relativa estabilidade da confiança do consumidor, sendo a variação negativa pequena. Ela decorreria da percepção dos consumidores da melhora da situação atual.

Por Matheus Camargo


Este ano deve ser um período de consolidação e confirmação de números. Por isso, a expansão econômica registrada em 2010 não deverá se repetir, situação inclusive reconhecida pelo Banco Central (BC), que aguarda alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 4,50% – segundo dados divulgados na última segunda-feira (14).

No ano passado, a economia, por sinal, convergiu com a confiança dos brasileiros, situação que se refletiu na alta dos números de vários setores, entre os quais o varejo. Levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) assinala que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 1,4% em fevereiro sobre janeiro, para 162,2 pontos.

De acordo com a federação, o resultado chegou a esse patamar porque os consumidores continuam confiantes em relação à continuidade dos patamares positivos sobre o emprego e a renda. A confiança é constatada, ressalta a Fecomercio, quando o ICC ultrapassa 100 pontos, uma vez que sua escala varia de zero a 200 pontos.

A Fecomercio assinala que o resultado registrado em fevereiro indica que o sentimento mais negativo de início do ano em relação ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), ao Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e aos materiais escolares melhoraram.

Por Luiz Felipe T. Erdei





CONTINUE NAVEGANDO: