O IGP-DI (Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna), indicador da Fundação Getúlio Vargas, apresentou uma variação negativa de 0,31% para o mês de outubro deste ano, contra uma inflação de 0,88% no mês setembro. O resultado das pesquisas da FGV foi anunciado na quarta-feira, dia 7 de novembro.

A taxa de inflação medida pelo IGP-ID está dentro das expectativas dos analistas financeiros, de acordo com pesquisa da AE-Projeções. Eles previam uma deflação de 0,40% a até uma alta de 0,20%. A mediana das projeções dos analistas estava apontando uma deflação de 0,15%, o que foi superada pela apresentação dos dados da pesquisa.

Com esse resultado deflacionário para o mês de outubro o índice IGP-DI acumula uma inflação de 7,12% no ano de 2012, até agora. Para o período dos últimos doze meses a variação acumulada do índice é de uma alta de 7,41%.

A fundação informou na divulgação da pesquisa que o índice é composto de três indicadores diferentes: o IPA-DI, o IPC-DI e o INCC-DI. Eles medem preços, respectivamente, no mercado, no atacado, no varejo e nos materiais de construção. Desses apenas os preços de produtos no mercado de varejo apresentou alta este mês, com 0,54% de variação positiva.

Por Matheus Camargo

Fonte: Exame


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nessa segunda-feira, dia 5 de novembro, uma pesquisa sobre o  Índice de Confiança do Comércio. De acordo com os dados da pesquisa, o indicador ficou em 130,6 pontos em outubro, uma subida diante dos 128,0 pontos do mês anterior.

Com isso, o índice de confiança dos empresários do comércio nacional está chegando perto do patamar histórico, segundo a FGV. Esse patamar é de 130,8 pontos. Esse dado indica para a fundação um sinal de aquecimento no setor.

Esses resultados foram obtidos após sucessivas quedas da confiança dos comerciantes sobre os resultados do setor no Brasil. Comparado com os meses de agosto a outubro de 2011, os resultados que fecharam outubro desse ano apresentam uma queda de 0,7 por cento. Em relação às médias do indicador entre julho e setembro de 2011, no mesmo período desse ano a queda é de 3,1 por cento.

Com a diminuição da queda em comparação com os mesmos períodos do ano passado, o comércio parece ver suas expectativas de bons negócios avançarem nos últimos meses de 2012. No setor do varejo restrito, varejo ampliado (setor de venda de automóveis e materiais de construção) e no setor de atacado, houve índices melhores nessas bases de comparação.

Por Matheus Camargo


De acordo com o índice de preços ao consumidor semanal (IPC-S)  a inflação do mês de outubro fechou em 0,48%. A notícia foi dada pela Fundação Getúlio Vargas no último dia 1 de novembro. 

As pesquisas da fundação recobrem cerca de oito classes de produtos. Dessa em seis classes houve desaceleração no ritmo de subida de preços. Dentre elas, a classe de habitação, vestuário, despesas pessoais e educação. A alimentação ficou 0,67% mais cara no período da última semana de outubro contra um aumento de 1,04 % na semana anterior. Os itens de vestuário subiram 0,45% nessa semana contra 0,65% na terceira semana do mês.

Educação, Leitura e Recreação se mantiveram com índice de inflação estável nas duas ultimas semanas de outubro na casa dos 0,20 por cento. A pesquisa mostra que novamente os itens de alimentação puxaram a subida de preços ao consumidor.

A carne bovina voltou a subir cerca de 1,04% nesse período, embora de maneira menos acentuada do que na terceira semana quando apresentou uma variação positiva de preços da ordem de 2,39%.  Já o tomate apresentou uma redução de preços, após sucessivas altas no valor do produto, e caiu cerca de 16,40% nesse período.

Por Matheus Camargo


A FGV, Fundação Getúlio Vargas, emitiu uma correção sobre os dados da sua pesquisa sobre o Índice de Confiança do Consumidor, publicados na manhã dessa última quinta-feira, 25 de outubro. Segundo a correção, o índice de outubro ficou 5,1 por cento mais elevado em relação ao índice do mesmo período do ano passado.

Em vez de 2,1 por cento como publicado pela manhã. Outra correção feira foi para o comparativo do mês de setembro, que ficou 5,9 por cento mais elevado do que o do mesmo período do ano passado em vez dos  1,8 por cento anunciados.

Dessa forma, o avanço da confiança dos consumidores em outubro subiu e apresentou uma variação negativa de 0,3 por cento. O indicador da confiança do consumidor utiliza-se de uma escala que vai de 0 à 200 pontos. Quanto maior o número, mais confiança os consumidores teriam em seus ganhos projetados. O índice de outubro ficou em 121,7 pontos contra 122,1 pontos do mês passado.

A pesquisa foi feita em dois mil domicílios no país distribuídos entre sete capitais. Ela recobriu o período de primeiro de outubro até o dia 22 do mês. No comunicado em que lançou os dados a FGV considera ainda que há uma relativa estabilidade da confiança do consumidor, sendo a variação negativa pequena. Ela decorreria da percepção dos consumidores da melhora da situação atual.

Por Matheus Camargo


De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), a inflação teve aumento em seis de sete capitais no fechamento do mês de agosto.

As informações foram divulgadas nesta terça (04), pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador apontou uma aceleração em São Paulo, de 0,24% na terceira semana, para 0,28%, dados da última semana do mês de agosto.

A inflação também se elevou no Rio de Janeiro (de 0,51% para 0,55%); Porto Alegre (de 0,42% para 0,64%); Recife (0,28% para 0,42%); Belo Horizonte (0,14% para 0,27%); e Brasília (0,28% para 0,48%).

Somente em Salvador que a taxa de inflação medida pelo IPC-S cedeu de 0,46% para 0,44%, no mesmo período em questão.

Ainda de acordo com a FGV, na véspera, o conjunto das sete capitais pesquisadas, o índice subiu 0,44% no fechamento para o mês de agosto. Na terceira semana do mês passado o número era de 0,34%.

No encerramento do mês de julho, o indicador apontava avanço de 0,22%.


IPC-S sobe em 6 capitais brasileiras

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou alta em seis das sete capitais pesquisadas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), entre a primeira e a segunda semana de julho de 2012.

O maior aumento foi registrado em Brasília (DF), saindo de 0,16% na primeira semana e passando para 0,29% na segunda. As outras capitais foram: Rio de Janeiro (RJ), com 0,41% na primeira para 0,49% na segunda; São Paulo (SP), com 0,09% para 0,17%; Belo Horizonte (MG), com 0,14% para 0,15%; Porto Alegre (RS), com 0,08% para 0,09%; e Recife (PE), com -0,07% para -0,03%.

A única capital que apresentou queda na inflação foi Salvador (BA), indo de 0,48% para 0,22%.

A média nacional registrada na segunda semana de julho foi de 0,22%, com 0,03 ponto percentual acima da obtida na semana anterior.

Sobre o IPC-S:

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal é verificado semanalmente e indica a variação de preços no período de um mês.


Empresário confiante é sinônimo de investimentos, aumento da mão de obra e lançamentos de produtos ou serviços pelo país e, dependendo da atuação, pelo mundo afora. Se a descrição é oposta, começam haver preocupações. Por isso, medidas devem ser adotadas caso a queda desse tal otimismo comece a ficar ampla.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Indústria (ICC) apresentou estabilidade em março, ao decair de 112,5 para 112,4 pontos, já com dados sazonalmente ajustados. Embora a queda seja inexpressiva, é a terceira vez seguida, em termos mensais, que isso ocorre.

A FGV aponta que após esse baque no ICC, este é o nível mais baixo constatado desde novembro de 2009, ocasião em que 109,6 pontos foram registrados.

O Índice da Situação Atual (ISA) avançou 0,8% entre fevereiro e março, para 113,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE), porém, decresceu 1%, para 111,7 pontos, o patamar mais ameno desde novembro do ano passado. O ISA, por sinal, conseguiu crescimento significativo em função do nível de satisfação da indústria com o ambiente dos negócios.

O levantamento da FGV também indica que as perspectivas do setor são menos otimistas se delimitada a produção para os próximos três meses, uma vez que o indicador recuou para 128,5 pontos.

Deve haver um temor, atualmente, quanto aos números futuros da economia brasileira. Os especialistas vêm alertando para o alto consumo, mesmo após a adoção de medidas dirigida pelo Banco Central (BC). Por consequência, o empresário se sente impelido a ter mais cautela.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV





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