Fed não oferecerá novos estímulos na economia

Controlando a expectativa de todos, o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) informou nesta quarta-feira (1º/08) que não oferecerá novos estímulos monetários na economia. A recuperação está sendo lenta até o momento, mas a decisão foi de deixar a taxa de juros inalterada, ou seja, entre zero e 0,25%.

Com isso, o objetivo é de sustentar a recuperação econômica dos Estados Unidos e manter a inflação controlada. O Fed deverá manter os juros baixos até meados de 2014.

A autoridade monetária afirmou, ainda, que irá acompanhar a evolução da economia de perto, oferecendo acomodação adicional caso seja necessário, visando promover uma forte recuperação econômica e uma melhora das condições do mercado de trabalho, em relação à estabilidade de preços.

Segundo membros do Fed, a taxa de desemprego (que está em 8,2%) diminuirá lentamente, e os problemas nos mercados financeiros globais ainda representam riscos para as perspectivas econômicas.


Dólar fechou em queda – 17/07

O dólar encerrou esta terça-feira (17/07) com desvalorização de 0,71%, cotado a R$ 2,022 na venda e R$ 2,021 na compra.

O presidente do Fed (Federal Reserve, Banco Central Americano), Ben Bernanke, deixou evidente que a velocidade da recuperação econômica é baixa e há uma grande dificuldade na redução do desemprego.

Segundo Bernanke, os principais riscos à economia dos Estados Unidos são a crise na zona do euro e o cenário fiscal doméstico. Ou seja, se os políticos não realizarem um acordo para lidar com o fim de uma série de programas de estímulo fiscal (que termina em janeiro de 2013) a economia enfrentará uma recessão e deixará de gerar empregos.

Vale destacar que o Senado dos EUA reagiu negativamente ao pronunciamento do presidente do Fed, elevando o dólar e derrubando as bolsas de valores. Porém, durante a tarde o entendimento de que novas medidas de estímulo estão em pauta mudou o cenário.

O dólar americano também perdeu para as moedas emergentes, como o peso mexicano, o rand sul-africano e o dólar australiano.


Presidente da nação estopim da crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009 e do mais recente entrave global devido à injeção de US$ 600 bilhões na esfera econômica local por meio de seu banco central (Federal Reserve), Barack Obama, dos Estados Unidos, avaliou na última quinta-feira, 10 de novembro, que uma economia forte de seu país é essencial para a recuperação de todo o planeta.

Em discurso emitido com foco na cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias), Obama pediu aos participantes do grupo deixarem para trás as disparidades e perpetrarem sua parte para estimular o desenvolvimento econômico. Em sua visão, quando isso ocorrer todos sairão ganhando.

Conforme carta enviada aos líderes do G20, Obama endossou que a força da moeda dos Estados Unidos depende da própria economia do país. Avaliou, de acordo com a agência de notícias Reuters, que assim como os Estados Unidos precisam mudas seus trejeitos para gerir recuperação forte e estável, outras economias que dependeram de exportações em outras ocasiões – no intuito de encobrir a fragilidade de sua própria demanda – também necessitam de modificações.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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