Balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,222 bilhões no 1º semestre de 2015. Somente em junho houve um superávit de US$ 4,527 bilhões.

Em meio ao cenário econômico bastante complicado em 2015, uma notícia bastante agradável surgiu: a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 2,222 bilhões no primeiro semestre de 2015. A balança comercial nada mais é que a diferença entre exportações e importações. Portanto, o resultado apresentado é positivo e indica que o país exportou mais do que importou. Esses são números oficiais do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercial Exterior.

Com este resultado, esse passa a ser o melhor resultado para o referido período desde o ano de 2012. Nesta ocasião também havia sido registrado um superávit no primeiro semestre. É importante destacar que um dos protagonistas neste resultado foi o mês de junho. Apenas em junho, a balança conseguiu registrar superávit de US$ 4,527 bilhões. Com este resultado foi possível se recuperar do até então saldo negativo de US$ 2,305 bilhões que vinha sendo acumulado desde maio.

Como já foi destacado acima, o mês de junho foi um dos principais destaques para o saldo positivo no primeiro semestre. As exportações em junho conseguiram somar, ao todo, US$ 16,628 bilhões, enquanto isso as importações conseguiram registrar US$ 15,101 bilhões. Com isso, o resultado apresentando no mês de junho foi o segundo melhor para o mês, perde apenas para junho de 2009 onde foi registrado superávit de US$ 4,603 bilhões.

Um dos principais fatores que influenciaram o bom resultado da balança comercial em junho foram as importações referentes à safra de grãos do país, sendo o principal destaque a soja. Além disso, outro grande destaque foi a exportação no valor de US$ 690 milhões referentes a uma plataforma de petróleo.

Esse resultado trouxe uma melhoria significativa quando o assunto é o acumulado do ano. O grande motivo dessa melhoria está diretamente relacionado com a queda das importações, haja vista as mesmas estarem caindo com maior velocidade que as exportações. O acumulado do ano registra que desde janeiro foram exportados US$ 94,329 bilhões, um recuo de 14,7% se considerarmos a média diária. Seguindo o mesmo ritmo, porém, com intensidade maior, as importações registram um recuo de 18,5%.

Apesar do resultado positivo em junho e uma leve recuperação no acumulado, é importante destacar que todas as categorias de produtos do mercado brasileiro vêm sofrendo quedas durante o ano. Uma das principais quedas quando comprada ao ano de 2014 está nos produtos básicos que já registram recuo de 21,6%.

Por Bruno Henrique

Balança comercial


A Companhia Nacional de Abastecimento, Conab, afirma que há um forte aumento nos embarques de milho brasileiro nos últimos meses. A Conab prevê que a exportação dde milho em 2012 deve chegar a 19 milhões de toneladas. As declarações foram dadas por Silvio Porto, diretor da Conab.

Entre julho a outubro deste ano as exportações do cereal acumulam um montante de 11,270 milhões de toneladas. Isso representa um volume 107% maior do que foi exportado no mesmo período de 2011. Com isso, chegou-se a 59% das exportações previstas pela Conab. A safra de milho vai até junho de 2013.

O diretor da Conab afirma que o estoque dessa safra, para o período de entre-safra, deve chegar a 8 milhões de toneladas. Isso não justificaria os preços autos do milho atualmente. Segundo ele, em algumas localidades já foram observadas recuos no preço do milho no mês passado.

Porém, as cotações de preço do milho continuam altas, em virtude da retração das exportações de milho dos Estados Unidos. Essa diminuiçao da participação do milho norte-americano no mercado internacional teria favorecido o aumento da demanda do milho brasileiro.

Por Matheus Camargo


Em setembro as exportações de carnes suínas brasileiras tiveram o melhor resultado do ano segundo notícia divulgada em 13 de setembro pela ABIPECS, Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína. Segundo a associação, as exportações de carne suína alcançaram o volume de 60,44 mil toneladas somando uma receita de 157,65 milhões de dólares para o setor. Apesar da queda média dos preços em 5,14% em relação ao mesmo período do ano passado.

A ABIPECS informa também que apesar dos bons resultados, as exportações continuam concentradas para três localidades: Rússia, Hong Kong e Ucrânia. Desse a Ucrânia é o maior mercado consumidor de suínos brasileiros com 23,49% do volume total exportado, seguindo pela Rússia com 23,04% e Hong Kong na seqüência. Outros grandes compradores da carne suína brasileira nesse ano foram Angola e Singapura.

No acumulado do ano de 2012, o Brasil exporto 428,18 mil toneladas e arrecadou uma receita de 1,09 bilhão de dólares, valor esse 2,13% maior que a receita do mesmo período do ano passado. As exportações de carne suína para nossos vizinhos da Argentina apresentam  resultados bem diferentes, houve uma redução de 43,27% no volume da exportação e 39,96% na receita frente ao mesmo período do ano passado.

Na mesma matéria a associação denuncia as medidas que considera ilegal sobre a barreira sanitária por parte do governo da África do Sul, o que tem prejudicado o setor, afirmam. Pedem a intervenção do Ministério das Relações Exteriores para resolver a questão.

Fonte: Abipecs

Por Matheus Camargo


Superávit na balança comercial: queda de 53,2% até a 3ª semana de julho

Segundo as informações divulgadas nesta segunda-feira (23/07) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações brasileiras ultrapassaram as importações em US$ 1,470 bilhão, até a terceira semana do mês de julho (até o dia 22). Com isso, o saldo comercial ficou 53,2% menor se comparado ao mesmo período de 2011, quando registrou US$ 3,138 bilhões.

Portanto, o valor das exportações é de US$ 14,229 bilhões, e o das importações é de US$ 12,759 bilhões.

O saldo anual ficou positivo em US$ 8,540 bilhões, pois no acumulado as exportações somam US$ 131,443 bilhões e as importações, US$ 122,903 bilhões.

Já, no acumulado mensal, a média por dia útil ficou em US$ 948,6 milhões, apresentando uma queda de 10,5% com relação ao mesmo período de 2011 (US$ 1,060 bilhão).

Analisando somente a 3ª semana deste mês (entre os dias 16 e 22), as exportações somaram US$ 4,940 bilhões, superando as importações em US$ 758 milhões.

Segundo o governo, as três categorias de produtos que influenciaram nessa retração foram: manufaturados (-7,8%), semimanufaturados (-9,4%) e básicos (-12,9%).





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