O termo energia renovável tem no nome sua principal característica: ser inesgotável, pois independentemente da quantidade de utilização, o uso é renovável. Os avanços na última década foram consideráveis, com novidades frequentes sobre maneiras peculiares de gerar energia. Atualmente, entre os principais exemplos de energia renovável conhecidas e viáveis estão a solar, eólica, biogás e etanol.

Biogás: há quem considere o biogás como a fonte de geração de energia mais natural de todas. Isso porque ele é obtido a partir de lixo orgânico, como cascas de frutas e verduras geradas domesticamente e em estabelecimento comerciais, também excrementos de animais podem ser convertidos em gás. Atualmente, o biogás tem sido utilizado para a produção de energia elétrica e de biofertilizantes.

Eólica: ela é produzida utilizando cata-ventos que conseguem converter o vento captado pelas pás em energia elétrica. A energia eólica é uma forma de geração de energia limpa, porém ainda não é a mais utilizada, devido ao impacto visual e sonoro que podem causar, além da intermitência do vento que é prejudicial para a geração de energia.

Etanol: para produzir etanol é preciso promover a fermentação de amido e de outros açúcares. O etanol, também conhecido como álcool etílico, tem como características ser altamente inflamável e incolor, e é bastante utilizado em automóveis. O etanol é considerado renovável porque tem como matéria-prima diversas plantas cultivadas pelo homem, entre elas batata, beterraba, cana-de-açúcar, milho e mandioca.

Solar: para gerar energia solar é preciso instalar dos painéis solares fotovoltaicos, normalmente feitos de silício. Depois disso, sempre que a luz do sol atingir os painéis, de forma automática ela é transformada em eletricidade. Já é habitual ver residências e empresas fazendo uso desta alternativa, pois não é preciso dispor de um grande investimento para instalar os equipamentos.

Maximização da produção de energia renovável

A Novozymes, multinacional que tem em sua base princípios de sustentabilidade e biologia, trabalha com a pesquisa e desenvolvimento de soluções enzimáticas para maximizar a produção de biocombustíveis, como o etanol e o biogás. Com as enzimas da Novozymes a indústria consegue produzir mais, melhorar a qualidade dos biocombustíveis gerados e, ao mesmo tempo, economizar água e energia durante a produção. No site Bioblog (www.bioblog.com.br) estão disponíveis diversas informações e curiosidades sobre o universo de biosoluções da Novozymes.


Saiba aqui o que fazer com o relógio com o Fim do Horário de Verão 2016/2017 e confira a hora certa.

O horário de verão irá terminar na meia noite do domingo (19/02). Neste dia, deve-se atrasar o relógio uma hora nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Sul e também no Distrito Federal.

Caso tenha dúvidas na hora de alterar as horas, é possível ligar no número 130 para conferir a hora certa. Na internet, basta pesquisar pelo horário de Brasília ou acessar o site http://www.horariodebrasilia.org/.

O horário de verão foi uma prática implantada primeiramente em 1895 na Alemanha e na Áustria-Hungria. Consiste em adiantar uma hora do relógio durante o verão, fazendo assim com que a luz do sol possa ser aproveitada também no início da noite. Por este motivo, nas regiões em que no verão o período do dia se torna mais longo e o período da noite se torna mais curto, que geralmente são as regiões mais próximas da linha do Equador, o horário de verão se torna extremamente funcional para a economia de energia, reduzindo o consumo causado por lâmpadas e aparelhos que trazem iluminação.

Além disso, é apontado que o único benefício não é apenas a economia de energia, mas também o fato de que diminui consideravelmente a criminalidade nos horários de saída do trabalho.

No entanto, o horário faz com que as pessoas durmam antes e acabem por acordar mais cedo, o que pode trazer sonolência durante o dia e problemas para dormir. As pessoas que mais sentem as consequências devido as mudanças do horário são crianças, idosos e aqueles que mantêm hábitos noturnos.

É importante ressaltar que, devido ao término do horário, os metrôs de São Paulo irão funcionar uma hora a mais. Ou seja, será possível utilizar o metrô até uma hora da manhã do horário novo ou duas horas da manhã do horário antigo. A CPTM também irá funcionar uma hora a mais. As linhas 5-lilás e 15-prata, no entanto, ficarão abertas até às 0h do novo horário.

Ainda não foi divulgado um balanço sobre o quanto de energia foi economizada neste horário de verão. A estimativa era de R$ 147,5 milhões. A empresa Eletropaulo, responsável por 24 cidades do estado de São Paulo, calculou que seus clientes economizaram cerca de 80,8 GW/h, enquanto a Copel do Paraná aponta diminuição de 4,5% do consumo de energia.

Isabela Palazzo


Queda no consumo foi de 4,1% em abril, se comparado ao mês de março. Principal influência foi o baixo desempenho da indústria energética.

O Sistema Interligado Nacional, o SIN, informou que a carga média de energia foi de 63.894 megawatts médio no mês de abril. Tal resultado traz uma queda de 1,3% se levarmos em consideração o mesmo mês no ano passado. Além disso, na comparação direta com o mês de março de 2015 o recuo foi ainda maior: 4,1% no consumo de energia. É importante ressaltar que tais dados foram divulgados pelo Boletim de Carga Mensal na última quarta-feira, 6 de maio.

Além disso, é importante destacar que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que este recuo é um resultado direito do baixo desempenho da indústria em questão. Caso não saiba, o setor vem realizando diversos tipos de ajustes no nível de produção, haja vista o aumento de estoque e a diminuição da demanda interna. Outro grande causador deste recuo é a redução no nível de atividade do setor de comércio e serviços.

Quando o assunto são os resultados por região, o Nordeste é o único subsistema do país que conseguiu registrar crescimento de carga em abril quando comparado ao mesmo período em 2014. Dessa forma, o Nordeste conseguiu registrar ao todo um avanço de 5,5%. Já quando a comparação é feita com março, o aumento da carga média é de apenas 0,4%. Apesar disso, os resultados do Nordeste no acumulado de 12 meses é bastante positivo: alta de 4% até o mês de abril.

Em contrapartida, as demais regiões do país não conseguiram acompanhar o Nordeste e registram recuo no consumo de energia em abril. Dentre as quedas, o mais expressivo é sem sombra de dúvidas o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que por sinal representa 60% do SIN. O recuo neste subsistema foi de 3,1%. Quando a comparação é feita com março de 2015 o recuo neste subsistema é de 4,1%.

O subsistema Sul, que conta com carga média de 10.661 MW em abril, alcançou recuo de 0,9% quando comparado com o mesmo período em 2014. Já em relação à comparação com março de 2015, esse subsistema apresentou um dos maiores recuos: 10,6%. Já a carga acumulada do no subsistema Sul em 2015 é de 3% em 12 meses até o mês de abril.

Apesar de registrar carga média de 5.204 MW em abril, o subsistema Norte contou com recuo de 1,9% se comparado a abril de 2014 e um aumento de 1,3% quando a comparação é feita com março de 2015.

Por Bruno Henrique

Consumo de energia





CONTINUE NAVEGANDO: