Saiba aqui o que fazer com o relógio com o Fim do Horário de Verão 2016/2017 e confira a hora certa.

O horário de verão irá terminar na meia noite do domingo (19/02). Neste dia, deve-se atrasar o relógio uma hora nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Sul e também no Distrito Federal.

Caso tenha dúvidas na hora de alterar as horas, é possível ligar no número 130 para conferir a hora certa. Na internet, basta pesquisar pelo horário de Brasília ou acessar o site http://www.horariodebrasilia.org/.

O horário de verão foi uma prática implantada primeiramente em 1895 na Alemanha e na Áustria-Hungria. Consiste em adiantar uma hora do relógio durante o verão, fazendo assim com que a luz do sol possa ser aproveitada também no início da noite. Por este motivo, nas regiões em que no verão o período do dia se torna mais longo e o período da noite se torna mais curto, que geralmente são as regiões mais próximas da linha do Equador, o horário de verão se torna extremamente funcional para a economia de energia, reduzindo o consumo causado por lâmpadas e aparelhos que trazem iluminação.

Além disso, é apontado que o único benefício não é apenas a economia de energia, mas também o fato de que diminui consideravelmente a criminalidade nos horários de saída do trabalho.

No entanto, o horário faz com que as pessoas durmam antes e acabem por acordar mais cedo, o que pode trazer sonolência durante o dia e problemas para dormir. As pessoas que mais sentem as consequências devido as mudanças do horário são crianças, idosos e aqueles que mantêm hábitos noturnos.

É importante ressaltar que, devido ao término do horário, os metrôs de São Paulo irão funcionar uma hora a mais. Ou seja, será possível utilizar o metrô até uma hora da manhã do horário novo ou duas horas da manhã do horário antigo. A CPTM também irá funcionar uma hora a mais. As linhas 5-lilás e 15-prata, no entanto, ficarão abertas até às 0h do novo horário.

Ainda não foi divulgado um balanço sobre o quanto de energia foi economizada neste horário de verão. A estimativa era de R$ 147,5 milhões. A empresa Eletropaulo, responsável por 24 cidades do estado de São Paulo, calculou que seus clientes economizaram cerca de 80,8 GW/h, enquanto a Copel do Paraná aponta diminuição de 4,5% do consumo de energia.

Isabela Palazzo


Confira aqui algumas dicas de como economizar na hora de usar o ar condicionado.

Com o valor da conta de luz chegando cada vez mais a níveis estratosféricos e, junto a isso, um calor insuportável que tem acometido principalmente a região sudeste, nordeste e norte do país, os brasileiros têm se visto acossados entre sofrer com as elevadas temperaturas ou pagar mais caro na conta de luz para ter mais de conforto com o uso do ar condicionado.

A questão é que com a velha criatividade nossa de cada dia, transformadas em verdadeiros jogos de cintura, é possível usar o ar condicionado sem que ele pese tanto no orçamento, por meio da conta de luz, que diga-se de passagem, tem sido responsável pela elevação dos índices da inflação nos quatro últimos meses de 2015. Importante para isso é seguir dicas de como usar o ar condicionado de forma econômica e a primeira delas é evitar ao máximo a compra de ar condicionado que não venham com o selo de economia, um tipo de adesivo que dá todas as garantias de que o aparelho não irá sugar muita energia. O Selo Procel é o mais referenciado no mercado nesse sentido, por isso, na compra do seu equipamento faça essa observação.

A segunda dica é não obstruir as laterais e o fundo do ar condicionado, porque isso o forçará a puxar mais energia ainda para que funcione bem, já que suas saídas estão com obstáculos para um funcionamento eficiente.  

A terceira dica é que os filtros do aparelho devem estar sempre higienizados (livres de poeira), o que irá evitar manifestação de doenças alérgicas em quem esteja no ambiente e também poderá oferecer o melhor em potência do ar sem que ele absorva a energia.

Não deixe o ar condicionado ligado sem que ninguém esteja no ambiente. Atitude como essa pode até ser mais cômoda, mas com certeza irá lhe causar um gasto na conta de luz em vão. Melhor mesmo é estar no ambiente para ligá-lo e aguardar que ele, dentro da sua própria potência, torne a temperatura agradável.

Seguindo essas orientações, com certeza você irá se beneficiar do uso do seu aparelho da melhor maneira possível, sendo evitados não apenas sustos na conta de luz, como também as frequentas idas à manutenção.

Por Michelle de Oliveira


Foi aprovado o reajuste médio de 16,78% na tarifa da conta de luz no estado do Rio de Janeiro.

Está previsto mais um aumento na conta de luz, dessa vez o estado afetado será o Rio de Janeiro.

Conforme a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), foi aprovado no dia 4 de novembro um reajuste médio 16,78% na tarifa.

Essa aprovação influencia nas tarifas da distribuidora de energia elétrica Light, com atuação no estado do Rio de Janeiro. A mesma empresa já teve sua tarifa reajustada no mês de março deste ano.

A partir de sábado, dia 7 de novembro, já entra em vigor a alta de 17,2% para tarifas para clientes residenciais e de 15,9% para as tarifas de clientes industriais.

Serão afetados 31 municípios em todo o estado do Rio de Janeiro, compreendendo 3 milhões e 700 mil clientes residenciais e industriais.

Como justificativa, a Aneel alega aumento no custo da compra e no transporte da energia em virtude da baixa do nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do Brasil, incluindo o pagamento de encargos setoriais.

O valor pago pela Light pelo megawatt-hora subir de 123 reais para 147 reais, gerando uma alta de 19,5%. O aumento do custo médio fica compatível com o aumento repassado ao consumidor final.

A Agência Nacional de Energia Elétrica define o percentual como um teto a ser aplicado pelas distribuidoras, mas cada distribuidora tem autonomia para definir o percentual a ser aplicado, podendo ser um percentual inferior ao indicado pela Aneel.

É comum todo ano as tarifas sofrerem um reajuste, dependendo do índice que for indicado pela Aneel. Desde 2014, as tarifas de energia elétrica estão sendo encarecidas devido ao baixo nível de água dos reservatórios.

O objetivo das distribuidoras não é o lucro com a revenda da energia comprada das usinas, mas lucrar com o transporte e distribuição aos seus clientes. Então já era esperado que todo aumento no custo da energia seja repassado ao cliente final.

Por Jean Fretta Pereira

Conta de luz


Novo reajuste pode chegar a 9% aos consumidores residenciais, caso uma decisão judicial tenha de ser cumprida a favor de algumas indústrias de grande porte.

Os brasileiros já podem separar uma fatia maior do seu salário para o pagamento da sua conta de energia elétrica, pois um novo aumento já está bem próximo de ser anunciado.

Este novo reajuste que pode chegar a 9% vai pesar mais ainda na já tão cara conta de luz dos consumidores residenciais, caso uma decisão judicial tenha de ser cumprida. Esta decisão beneficia algumas indústrias de grande porte do País em relação a um encargo que saíra das suas contas de luz e que será pago mais uma vez pela população em geral.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) está realizando uma audiência pública para debater como será cumprida esta liminar judicial conseguida pela ABRACE, uma associação que representa grandes indústrias como a Ambev, Alcoa, Dow e Albras, que utilizam uma grande quantidade de energia elétrica.

De acordo com André Pepitone, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, já foram realizados alguns estudos que indicam que o cumprimento desta decisão judicial obtida pela ABRACE – Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres irá gerar um prejuízo de até 4% ou cerca de R$ 1,1 bilhão entre as distribuidoras de energia, que num primeiro momento ficariam com este encargo oriundo da liminar e num segundo momento, este prejuízo seria repassado aos consumidores residenciais nos próximos aumentos de tarifas.

O diretor geral da Aneel, Romeu Rufino lamentou esta decisão durante uma reunião da Aneel e disse que esta desoneração obtida pela ABRACE para as grandes indústrias causará um enorme impacto entre as distribuidoras de energia e se for repassado em caráter extraordinário para os consumidores causará um impacto muito grande para quem já anda com dificuldades em pagar suas contas de energia elétrica.

Segundo Aline Bagesteiro, coordenadora jurídica da ABRACE, o CDE – Conta de Desenvolvimento Energético, tornou-se um encargo insuportável para a grande indústria e esta liminar obtida nesta segunda-feira (24) teria de ser cumprida em até 72 horas.

André Pepitone lembrou que ainda resta R$ 1,8 bilhão referentes ao período de desoneração de impostos que ainda precisam ser distribuídos nas contas de energia dos consumidores residenciais até o final deste ano e que este rateio terá proporções diferentes de acordo com cada região do País, dependendo de onde se encontre os associados da ABRACE. Os consumidores que mais serão afetados serão aqueles que vivem em áreas de baixa tensão, onde o aumento pode ser superior a R$ 50 por megawatt-hora para cada consumidor.

Por André F.C.

Conta de luz


No Distrito Federal o reajuste na conta da energia elétrica foi de 18,66% e na Paraíba, foi de 10,79%.

Com a atual situação do Brasil com relação à energia elétrica, grande parte do País já sofre os efeitos do aumento do preço do consumo. Agora esse aumento chegou mais uma vez a estados como o Distrito Federal e a Paraíba.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou na última terça-feira (dia 25), reajustes para esses dois estados. São 18,66% para a distribuidora CEB, responsável pela distribuição da energia do Distrito Federal, e 10,79% para a empresa Energisa Paraíba, que fornece a eletricidade em 216 cidades da Paraíba.

No Distrito Federal, os clientes que tiverem a rede de baixa tensão (110 volts) terão um efeito de 18,36% de aumento em suas contas, e os que estiverem na rede de alta tensão (220 volts) sofrerão um pouco mais, om 19,25% de aumento nas contas. O reajuste começou a valer na última quarta-feira e foram atingidas cerca de 960 mil unidades que são atendidas pela concessionária.

Já na Paraíba, os clientes de baixa voltagem terão efeito de aumento em suas contas de 10,51%, e os que estiverem na rede de alta tensão também perceberão um aumento maior: 11,47%. Os novos índices de cobrança começarão a valer somente na próxima sexta-feira (dia 28).

Mas nem todos os estados que estavam na lista do aumento sofreram o reajuste: a Aneel não reajustou as tarifas da Cepisa, distribuidora do grupo Eletrobras, que é responsável pelo fornecimento elétrico do estado do Piauí. Outra distribuidora que não recebeu reajustes foi a Ceal, também do grupo Eletrobras, responsável pelo fornecimento no estado de Alagoas.

Segundo a Aneel, o motivo dessas duas distribuidoras não sofrerem reajustes, foi o elevado índice de inadimplência com encargos do setor elétrico. A agência considerou arriscado elevar ainda mais a conta de estados com históricos de inadimplência.

Resta saber quem pagará a conta. Já que segundo a agência o reajuste é necessário para suprir as demandas de geração de energia atuais.

Por Patrícia Generoso

Reajuste na conta de luz


Redução tarifária da bandeira vermelha será entre 15% e 20% e entrará em vigor a partir de setembro, mas o consumidor deverá notar a queda de apenas 1,6% na sua conta de luz.

A tarifação por bandeiras foi uma solução encontrada pelo Governo para frear o aumento do consumo de energia elétrica, em épocas onde a geração de energia seja mais cara, onde fontes alternativas e mais caras, como termelétricas são ativadas.

O problema é que desde que as bandeiras tarifárias foram implantadas, não houve variação, e a bandeira vermelha continua valendo desde então, mesmo com as medidas de economia e da leve cheia dos reservatórios. Finalmente a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (11/08), que a bandeira tarifária vermelha sofrerá redução entre 15% a 20% de seus custos a partir do mês de setembro.

Porém, com as grandes altas que a energia já sofreu este ano (alta de 47,95% segundo o IBGE), a redução da tarifa seria equivalente a somente 1,6%. No Rio de Janeiro, por exemplo, o consumidor paga uma tarifa de R$ 5,50 por cada 100Kw consumidos. Com a redução, em um cenário otimista, esse valor passaria para R$ 4,40.

A redução na cobrança é devido a uma melhora dos níveis dos reservatórios, graças a um bom período de chuvas. E também a uma conscientização do consumidor, que vem economizando mais, por conta da retração econômica. Finalmente o esforço do consumidor vai ser recompensado, mesmo que um pouco.

A medida de redução da tarifa foi anunciada junto com um Programa de Investimentos em Energia Elétrica, com previsão para os anos de 2015 a 2018 e que pretende contratar um investimento de R$ 186 bilhões para a geração e transmissão de energia durante esses anos.

A presidente Dilma reforçou durante a entrevista que entre faltar energia e pagar um pouco mais, o consumidor deve ficar com a segunda opção e culpou mais uma vez as chuvas pela escassez de água dos reservatórios que abastecem as geradoras de energia elétrica e diz que ao invés de implantar o racionamento no país (medida adotada pelo rival político FHC anos atrás), optou pela alta dos preços para cobrir a geração extra de energia que as hidrelétricas não supriram.

Por Patrícia Generoso

Bandeira vermelha da energia elétrica


Bandeira tarifária continua vermelha para o mês de agosto, sinalizando ao consumidor que é necessário economizar energia.

O consumidor brasileiro já está se acostumando com a grande alta no valor da tarifa da energia elétrica. Parte dessa alta se deve a uma tarifa que é cobrada quando o custo da geração de energia está muito alta: a chamada bandeira tarifária. Quando os níveis de rios e reservatórios estão muito baixos, a bandeira fica vermelha, sinalizando ao consumidor que é necessário economizar energia para que os recursos não se esgotem. A cada 100 KW consumidos o consumidor paga uma tarifa de R$ 5,50, o que vem encarecendo muito a conta do brasileiro.

E as notícias não são otimistas para o segundo semestre desse ano: segundo a Aneel, a bandeira vermelha continuará em vigor para o mês de agosto, pois segundo a agência o custo de geração de energia ainda não está em bons níveis.

Desde que foi instalado o sistema tarifários por bandeiras, em janeiro deste ano, a maioria do país nunca saiu do vermelho. Segundo o governo as termelétricas estão em funcionamento, para suprir as necessidades energéticas do país. Como o custo de fabricação de energia em uma termelétrica é bem mais elevado do que o de uma hidrelétrica, a diferença acaba sendo paga pelo consumidor, que já vem reclamando de tantas tarifas. Algumas famílias vêm adotando medidas drásticas para frear o valor da conta, como eliminar alguns eletrodomésticos supérfluos, trocar luzes incandescentes pelas fluorescentes ou de LED que proporcionam maior economia, diminuir o tempo gasto com TVs ou computadores, dentre outras. E para um país que não está acostumado a poupar, a medida vem sendo bastante difícil.

Agora, as esperanças para que a tarifa diminua seriam ou São Pedro colaborar com uma boa época de chuvas ou o governo investir em energias limpas, renováveis e mais baratas, como a energia eólica. Como o governo não demonstra interesse em diversificar a geração de energia, o que resta a nós consumidores é rezar por mais chuvas.

Por Patrícia Generoso

Bandeira tarifária vermelha


Queda registrada em junho foi de 1,5% impulsionada pelo setor industrial.

O consumo de energia elétrica no Brasil teve uma queda em junho, de 1,5% de acordo com os dados divulgados pela EPE – Empresa de Pesquisa Energética. Levando em consideração o primeiro semestre de 2015, a redução no consumo de energia elétrica foi de 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A EPE também informou que no mês de junho foram consumidos 37.170 gigawatts-hora (GWh), lembrando que a Empresa de Pesquisa Energética é ligada ao Ministério de Minas e Energia, por isso os dados informados têm total credibilidade perante o mercado.

E o maior responsável por esta baixa na redução de consumo foi o setor industrial, nem tanto pela consciência de que é preciso economizar ainda mais o consumo de energia nesta época do ano, por causa da escassez de chuva, mas principalmente pela crise econômica que tem feito com que o consumidor reduza as compras e com as vendas caindo no comércio de um modo geral, as indústrias vão se vendo obrigadas a reduzir a produção.

O setor industrial registrou uma redução no consumo de energia elétrica de 3,7% em junho, enquanto que o setor residencial teve uma redução de 1,1%.

No primeiro semestre deste ano, o consumo de energia elétrica no Brasil ficou 1,1% menor do que foi consumido no mesmo período em 2014, chegando a 235.939 GWh.

A pesquisa divulgada pela EPE mostrou que ainda no primeiro semestre de 2015, a redução no consumo de energia elétrica também esteve relacionada ao baixo consumo do setor industrial, que teve uma queda de 4,2%, enquanto que o consumo no setor residencial apresentou um ligeiro aumento, de 0,3%. O setor comercial também apresentou um crescimento muito inferior ao industrial, chegando a 1,7%.

Estes números são resultados de fatores que juntos contribuíram para a redução no consumo de energia, entre eles, a redução do poder aquisitivo do consumidor brasileiro, as temperaturas que se mantiveram mais amenas, além das tarifas mais elevadas.

Para o segundo semestre deste ano, no setor industrial, com a crise econômica castigando as indústrias, o consumo de energia elétrica neste setor deverá continuar em baixa. Porém, com o aumento das temperaturas, o consumo residencial e comercial poderá apresentar uma ligeira alta.

Por Russel

Consumo de energia elétrica


A alta nos preços das faturas da conta de luz está assustando os brasileiros, mas seguindo algumas dicas é possível economizar energia e segurar os altos valores que aparecem na conta de luz.

De janeiro de 2015 até então, os brasileiros têm ouvido, com temor e desapontamento, a expressão “bandeira vermelha” sobre a conta de luz. Essa expressão sempre advém de representantes de órgão do governo federal para anunciar algo que todo cidadão abomina: aumento na conta de luz. Meses se passaram e a verdade é que os reajustes já podem ser sentidos em torno de 30% a 40% ao mês.

A explicação do governo para isso é bem simples – tarifa vermelha é sinal de que está muito cara a produção de energia no país, um cálculo cujo resultado sempre recai no bolso dos usuários de energia.

No entanto, como brasileiro sabe driblar as situações adversas, já estão atrás de boas dicas para não sofrer tanto quando a conta de luz chegar à sua residência. São sugestões simples de serem seguidas e que resultarão em valores menores a serem pagos na conta do final do mês.

A primeira dica, altamente válida, é fazer uma troca na iluminação da casa. Por exemplo, se as luzes de cada ambiente do seu lar forem incandescentes faça uma experiência e troque pelos modelos fluorescentes, os quais não necessitam sugar tanta energia para gerar uma iluminação eficiente.

A segunda dica é lhe aconselhar a parar com a mania de deixar o carregador do celular sempre na tomada, mesmo que não esteja usando. Atitudes como essas são responsáveis pelo aumento no consumo de energia, o que vai refletir no seu bolso. Ponha o carregador do celular na tomada só quando for realmente abastecer a bateria do seu celular, pois aparelhos em modo stand-by tendem a consumir 12% de energia.

A terceira dica é que, por mais que seja funcional, evite colocar a geladeira perto do fogão na arrumação da cozinha. Acredite, o fogão pode influenciar no consumo de energia da geladeira. Ainda se tratando de eletrodomésticos, deixe para lavar roupas e passá-las quando tiver uma boa quantidade acumulada para o serviço, já que máquinas de lavar e ferro são os grandes vilões no aumento do valor nas contas de luz. Com isso, melhor que o uso desses eletrodomésticos seja feito de uma única vez do que aos poucos.

A quarta e última dica além de ser bem prática também será um apoio para a boa higiene de sua casa: mantenha o filtro do seu ar-condicionado sempre limpo (livre de poeira) para evitar que ele seja sobrecarregado na hora do uso. Também mantenha sempre limpo, igualmente, os lustres e abajures da sua casa – principalmente os transparentes – pois assim eles aproveitarão a máxima potência que a lâmpada tem para oferecer sem necessariamente aumentar o consumo de energia.

Seguindo essas instruções, os resultados serão positivos na economia de energia de sua casa, algo que não apenas o país agradece como também o seu bolso. Afinal, nunca foi tão complicado se estar em dia com o pagamento da conta de luz em meio a uma crise econômica que vem assolando o Brasil com suas altas taxas de desemprego e arrocho fiscal.

Por Michelle de Oliveira

Conta de luz


Foi registrada queda de 2,2% no consumo de energia elétrica em fevereiro de 2015

O consumo de energia elétrica caiu no mês de fevereiro, a queda foi de 2,2% se comparado ao mesmo período de 2014 e mais do que uma economia da população, esta queda reflete diretamente a retração de demanda em praticamente todos os setores. E quem chegou a esta constatação foi a EPE – Empresa de Pesquisa Energética, o relatório foi divulgado no último dia 31 de março indicando que o consumo fechou o mês de fevereiro com 40.489 gigawatts-hora (GWh).

As residências e o setor comercial é que estavam sustentando o crescimento do consumo de energia e nestes a queda foi de 0,9% e 1%, respectivamente. A maior redução foi nas regiões sul e sudeste.

A EPE informou que um dos motivos que contribuíram para esta queda foi o fato do mês de fevereiro contar como menos dias úteis no mês, além do carnaval e também as temperaturas mais baixas no período que também ajudaram na redução do consumo de energia. Mas a retração da atividade econômica também é citada no relatório, como uma das causas da queda no consumo de energia elétrica em fevereiro.

É a primeira vez, desde 2008, que se registra uma redução no consumo de energia nas residências.

A retração na atividade econômica teve um impacto mais significativo no consumo industrial que continua em declínio (-4,6%).

Essa queda no consumo de energia elétrica pelo setor industrial foi em todas as regiões, mas concentrando-se principalmente nas regiões sudeste e sul do país, onde o consumo foi menor em todos os estados destas regiões.

Mas a EPE registrou alta no consumo em outras regiões, como no Norte onde a expansão foi de 5,8%. Já no nordeste, a alta registrada foi de 6,2% e  no Centro-Oeste houve uma alta de 4,9%.

Uma observação feita pela EFE é que esta redução no consumo de energia elétrica não pode ser associada ao aumento das tarifas e que somente nos próximos meses é que a pesquisa irá mostrar se as tarifas irão interferir em uma contínua baixa no consumo da energia.

Por Russel

Energia elétrica


O principal objetivo do horário de verão brasileiro é proporcionar economia de energia para o país. De acordo com dados preliminares do Ministério de Minas e Energia (MME), o horário de verão, que acabou na meia-noite de sábado (21/02), resultou em uma economia de energia de 4,5% nas horas mais influenciadas pela mudança nos relógios das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, entre 18h e 21h.  

Se for considerado todo o consumo dessas regiões desde 19 de outubro, a economia foi de 0,5%.

Segundo o MME, o horário também contribuiu para poupar os reservatórios das usinas hidrelétricas. De acordo com comunicado da pasta, a estimativa de redução no subsistema Sudeste/Centro-Oeste pode ter chegado a até 1.970 megawatts (MW) no horário de ponta. Isso equivale ao dobro da demanda de Brasília entre 18h e 21h. Já no subsistema Sul, a economia pode ter chegado a 625 MW.  

A redução de consumo de energia no Sudeste brasileiro e no Centro-Oeste, considerando todo período de vigência do horário de verão, foi de quase 195 MW médios, suficiente para iluminar a capital do país por um mês. Já no Sul, a economia total foi de 55 MW médios, o equivalente ao consumo mensal da capital catarinense, Florianópolis. Somados, esses 250 MW médios representam 0,5% do total da energia gasta nos estados que adotaram o horário diferenciado.  

O horário brasileiro e verão ainda proporcionou um ganho de armazenamento de energia nas hidrelétricas de 0,4% no sistema Sudeste/Centro-Oeste e de 1,1% na região Sul, segundo dados do MME.  

O governo chegou a cogitar a prorrogação do horário de verão por mais um mês, até o dia 22 de março, devido a atual crise energética. Mas, segundo cálculos, a medida não valeria a pena, pois acarretaria em pouca economia adicional de energia para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.   

Por William Nascimento

Economia de energia el?trica


Quem já recebeu a sua conta de luz neste ano já deve ter percebido o relativo aumento que a mesma teve. Apesar da grande maioria dos clientes das concessionárias de energia elétrica acreditar que o único problema é falta de chuvas há outros fatores por trás desse aumento.

Um dos principais motivos para o aumento que conforme  a região foi muito grande, é o rombo que existe atualmente no setor elétrico. O governo por sua vez se viu na difícil situação de encontrar uma solução para um buraco financeiro estimado em cerca de R$ 3 bilhões. A principal delas é a inclusão de um aumento nas tarifas pagas pelo consumidor.

Entretanto, a coisa não é somente isso e nem fica só aí.

Para quem se lembra lá em 2013 a conta foi até “boazinha” para o bolso dos consumidores. Coisa que não durou muito. Porém desde o ano passado ela começou a subir e vai continuar em 2015. A expectativa de alguns especialistas no setor é de que o aumento possa atingir 40%.

Vejamos alguns dos principais aspectos que contribuíram e contribuem para o aumento na conta de luz:

– Barateamento da conta:

Em 2013 o governo aprovou uma lei para baixar ou ainda acabar com alguns encargos. Isso contribuiu para a baixa nas contas. Entretanto, os planos econômicos e os consumidores também se viram na situação complicada de algo que não deu certo. De fato é um evento da natureza e não se pode controlar, mas a falta de chuva fez com que o plano de reduzir os valores nas contas de luz fosse “por água abaixo”.

Como resultado da falta de água a solução das distribuidoras para ajudar as hidrelétricas foi usar as usinas térmicas que, por sinal, produzem energia mais cara.

– Reajustes:

O reajuste em si é previsto para acontecer apenas uma vez a cada ano. Cada uma das 63 companhias distribuidoras no país tem sua data de reajuste já definida em contrato.

– Bandeiras Tarifárias:

O termo “bandeiras tarifárias” tem sido muito comentado nos últimos tempos. Esse esquema começou a vigorar no primeiro dia do mês de janeiro deste ano. Resumidamente o que o sistema faz é repassar ao consumidor parte dos gastos das distribuidoras – gastos extras – devido ao aumento do custo da energia elétrica.

É de se perguntar por que esse gasto extra existe. É exatamente por aquilo que apontamos pouco antes: as distribuídas se veem obrigadas a comprar energia de termelétricas para suprir a falta das usinas hidrelétricas.

Além dos pontos abordados ainda existem alguns outros. De qualquer forma o consumidor deve se preparar todo mês para aumentos na sua conta e torcer para que as chuvas caiam conforme o necessário. Até lá, resta apenas a alternativa de economizar tanto a água quanto a energia.

Por Denisson Soares

Conta de luz


O cenário atual não irá favorecer a indústria brasileira em 2015, sobretudo na questão energética. A conta de energia pode ficar em média, no mínimo, 43,6% mais cara, além da revisão tarifária e o reajuste de tarifas. A projeção é da Firjan – Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, que ainda revelou que desde 2013 até o fim de 2015 a eletricidade vai subir quase 100%. O que pode elevar ainda mais o custo de diversos produtos que chegam até as casas dos brasileiros.

As perspectivas da entidade levam em consideração o fim dos subsídios na tarifa de energia, além das bandeiras tarifárias e o pagamento de empréstimos para melhorar a situação das distribuidoras de energia.

"A gente está sendo conservador nesses 43,6 por cento", afirmou Cristiano Prado, o assessor de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Firjan, no Fórum de Comercialização de Energia Outlook 2015. Cristiano revelou que o aumento adicional para a indústria irá variar entre 15% e 20% este ano, considerando os reajustes e a revisão tarifária.

Segundo Prado em 2016 se o cenário melhorar haverá um pequeno aumento. O assessor acredita que em 2015 as bandeiras tarifárias dificilmente sairão do vermelho. Dessa forma o preço da energia gerada será o mais caro possível.

"O que acontece é que a indústria está ficando desesperada com essa situação. Está vendo o preço de seu principal insumo numa trajetória crescente, não consegue enxergar uma mudança de curva, de quando é que a gente vai voltar a ver energia que seja competitiva pelo menos num valor próximo ao que a gente encontra internacionalmente", completou Prado.

Levando em consideração que o aumento é repassado para o consumidor, teremos alta nos preços de diversos produtos manufaturados. A crise energética se mostra implacável em todos os segmentos, entretanto o consumidor final, no caso, o brasileiro, será o mais prejudicado, tendo em vista que já irá pagar mais pela energia e pelos produtos que precisam dela para serem fabricados. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Energia el?trica


Nelson Hubner, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, afirma que o setor de geração de energia possuem custos muito dispares entre cada unidade. Para ele, as novas regras deverão corrigir as assimetrias e levar o setor a nivelar seus custos dentro de um certo tempo. Hubner fez a declaração nesta última sexta-feira, 9 de novembro, em sua participação em um  seminário da Confederação Nacional da Indústria.

Para Hubner, o governo estaria regredindo ao regime de tarifa pelo custo. Para ele " a filosofia" do sistema de concessão continua a mesma no setor elétrico. E não há nenhuma surpresa com o novo modelo. Hubner acrescenta ainda que as regras são compatíveis com as que a Aneel pratica.

O diretor-geral da Aneel afirmou também que o levantamento dos custos das usinas de produção de energia elétrica no país buscou informações em oitenta por cento dos centros de geração no Brasil.

Na contabilidade da Aneel, para as novas tarifas e custos foi focado também os custos futuros de usinas novas. Segundo ele, as novas usinas que estão sendo construídas possuem um  custo operacional inferior as antigas usinas, que produzem menos gastando mais.

Por Matheus Camargo


Mauricio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), diz que é preciso relativizar as quedas das empresas concessionárias do setor elétrico na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Segundo ele, as ações estão sempre oscilando.

O presidente da EPE afirma que as quedas no valor de mercado das ações de empresas de energia elétrica não poderiam se justificar por uma "surpresa" por parte dos investidores sobre as novas medidas do Governo tomadas em relação ao setor. Segundo ele, a redução das tarifas de energia elétrica foi amplamente anunciada e não deveria espantar ninguém. Ele ironizou: "só quem não leu jornal não sabia isso".

Tolmasquim disse ainda que se os fundos de investimento ou os analistas esperavam algo diferente e apostaram acima do que era possível nos papéis do setor a responsabilidade cabe a eles. Segundo o executivo, o mercado super estimou os valores das indenizações com ativos não amortizados das empresas e também os preços das tarifas e receitas. Por essa razão houve desapontamento entre os investidores com o anúncio do Governo sobre esses valores em 1º de novembro.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Márcio Zimmermann, ministro de Minas e Energia do Governo Federal, declarou nessa terça-feira, 6 de novembro, que os analistas fizeram avaliações incorretas sobre o mercado de energia elétrica no país, pois suas projeções se deram ignorando o marco regulatório do setor elétrico brasileiro. Segundo ele, isso poderia ter ocasionado erro na precificação dos papéis das empresas concessionárias do setor elétrico brasileiro.

Para Zimmermann era muito precoce a análise de que o Governo Federal iria manter as mesmas regras do marco regulatório do setor elétrico para as novas concessões que começariam a vencer a partir de 2015. Diz o ministro que as próprias empresas concessionárias já deveriam contar com as mudanças, pois conhecem o setor.

O Ministro informou, também, que as relicitações virão já com uma tarifa máxima estabelecida, utilizando os mesmos parâmetros do que foi apresentado paras as novas licitações às empresas no começo de novembro.

As novas regras do governo foram muito mal recebidas pelos investidores da Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa. Nos dias 6 e 7 de novembro as ações das empresas concessionárias do Governo apresentaram forte desvalorização com a notícia das medidas do Governo anunciadas oficialmente às empresas no início deste mês.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


A Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, ratificou que deverá fazer uma audiência pública sobre a revisão da tarifa de energia elétrica. O dispositivo de revisão dos preços da tarifa é conhecido como a Terceira Revisão Tarifária Periódica sobre os serviços da Energisa Borborema. O anuncio foi dado nesta última terça-feira, 6 de novembro.

A audiência versará sobre a proposta inicial da agência o aumento médio de 2,09% no custo de energia na concessionária Energisa que entraria em vigor a partir de quatro de fevereiro de 2013. A Energisa Borborema é uma distribuidora de energia elétrica que atua em 6 municípios de São Paulo, localizados no interior paulista.

A audiência pública faz parte dos procedimentos da Aneel para o controle público dos serviços e da qualidade da energia fornecida pelas empresas concessionárias do setor no país

A ausência pública contará com um período para envio de sugestões de alteração na proposta da Aneel. O período para o recebimento de sugestões sobre a proposta original vai do dia 8 de novembro até o dia 10 de dezembro deste ano.

A audiência pública sobre a revisão tarifária da Energisa Borborema ocorrerá no dia 7 de dezembro de 2012, na cidade de Campina Grande.

Por Matheus Camargo


A Copel, Companhia Paranaense de Energia, apresentou um comunicado nesta segunda-feira, dia 29 de outubro, onde demonstra que o fornecimento de energia elétrica da empresa cresceu 5% nos primeiros nove meses de 2012. O mercado da empresa teve um crescimento de 3,2% nesse período.

Ela foi responsável por um consumo de um 7.396 gigawatts de energia elétrica. Somente a Copel Geração e Transmissão de Energia cresceu um total de 1.029 gigawatts de energia distribuída no período. Ao final do mês de setembro de 2012 a classe de consumo industrial chegou a ocupar 32,4% do mercado cativo da Copel. Isso representa, um total de 84.887 mil consumidores atendidos.

Já, na categoria da classe residencial, o consumo de energia chegou a 4.867 gigawatts. O crescimento da classe foi de 3,8% totalizando um volume de 3.168.888 milhões de consumidores da companhia elétrica.

Na categoria rural o consumo de energia fornecido pela empresa foi de 3.749 gigawatts, o que representa um aumento de 4,8% apenas este ano. Nesse setor a Copel atende  a 374.759 mil consumidores. No setor da classe comercial o consumo de energia chegava 3.749 gigawatts. Isto representa um total de 4,8% do total de energia fornecido pela imprensa.

Por Matheus Camargo

Fonte: A Tarde


A Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica, imporá restrições contra três empresas de energia elétrica no leilão de concessões da rede de transmissão do país. O próximo leilão esta marcado para o dia 5 de dezembro e deve ocorrer na sede da Bolsa de Valores de São Paulo, Bovespa.

A Aneel não tem o poder de impedir que empresas participem do leilão de concessões do setor elétrico, mas pode emitir regras restritivas contra elas. Esse foi o caso para as empresa Furnas, Chesf e Eletronorte, todas pertencentes ao grupo Eletrobrás.

De acordo com as restrições essas empresas poderão participar das negociações, desde que sua participação na compra de concessões com outras companhias não ultrapasse o limite de 49 por cento. Entretanto, elas não poderão fazer ofertas individuais pelos setores em leilão.

A motivação das restrições da Aneel contra essas empresas se deve aos atrasos na entrega de empreendimentos dessas companhias. As empresas apresentaram atrasos superiores a cento e oitenta dias na entra de operação de seus empreendimentos firmados em contrato de concessões anteriores.

A proposta inicial de restrição contra as empresas era de que elas não pudesse participar mais do que em 10% em compras conjuntas no leilão. Porém, posteriormente a restrição foi relaxada.

Segundo Julião Coelho, relator da proposta de restrição aprovada apenas impedir que elas detenham a participação majoritária e, portanto, o controle de gestão das novas concessões já é o suficiente para minimizar os riscos de novos atrasos na entrega de empreendimentos.

Por Matheus Camargo


Hermes Chipp, diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), afirmou nessa quinta-feira (dia 25 de outubro) que acha que seria bom a realização de leilões regionais na região Sul do país. Segundo ele, os leilões do setor elétrico no Sul poderiam ajudar a suprir o abastecimento de energia na região, em casos de falha no sistema. 

Atualmente, a região sul depende de seu abastecimento de energia importada da região Sudeste. A energia importada do sistema de geração sudeste representa um excedente na produção desse sistema. Para Chipp, com leilões a região Sul poderia arcar com a necessidade de energia própria de abastecimento em caso de falhas na rede de transmissão, que atualmente levaria ao desabastecimento na região.

Até janeiro do próximo ano a ONS deverá entregar um estudo avaliando a situação da produção de energia na região Sul do país. Segundo Chipp, a energia da região não apresenta um sistema deficitário. O diretor-geral do ONS disse ainda que os leilões no Sul teriam que ser para geração de energia elétrica através de usinas de matriz térmica, com a queima de gás natural.

Fonte: R7

Por Matheus Camargo


A EPE (Empresa de Pesquisa Energética) declarou por meio de seu presidente, Maurício Tolmasquim, que só haverá o leilão do setor A-3 de energia elétrica se houver demanda por parte das distribuidoras. Isso pode acarretar que não haverá o leilão de A-3 esse ano.

De acordo com Tolmasquim, a Aneel está para avaliar se cassará as concessões das usinas grupo Bertin. Caso isso ocorra, pode abrir espaço para demanda no setor A-3.

Ele afirmou que a realização do leilão "depende primeiro de uma decisão da Aneel sobre as usinas do Bertin", adicionando que a transação depende ainda de "uma nova previsão por parte das distribuidoras para ver se há demanda para o leilão". As declarações foram feitas depois da participação do presidente da EPE no XIV Congresso Brasileiro de Energia, no Rio de Janeiro.

A data prevista para o leilão do setor A-3 era 12 de dezembro, porém, com o cenário indeciso no setor se prevê que o leilão deve sofrer um adiamento. Já o leilão do setor A-5 está confirmado para 14 de novembro, garantiu Tolmasquim.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


O Conselho de Administração da empresa de energia elétrica Transmissão Paulista informou o mercado financeiro na terça-feira, 23 de outubro, que irá cancelar o aumento de capital com subscrição de ações à Bovespa no valor previsto de 28,83 milhões de reais. A empresa usou do direito de retratação para realizar a operação.

A empresa considera também a devolução do dinheiro da integralização de ações. A Transmissão Paulista não conseguiu obter a homologação parcial para o aumento de capital com venda de ações ordinárias nominativas. Com o direito de retratação realizado pela empresa de energia elétrica, ficaram para trás cerca de 1,292 milhões de ações não subscritas dividas entre 546.539 mil ações ordinária nominativas e 745.724 ações preferências nominativas.

As ações em conjunto teriam um valor de mercado no lançamento de 28,83 milhões de reais, que com o cancelamento da subscrição dos papeis deixaram de ser arrecadados pela empresa em sua proposta de aumento de capital com a operação na Bolsa de Valores de São Paulo.

A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista é uma concessionária da rede de transmissão de energia elétrica no Brasil. A empresa é responsável por quase um terço da rede de transmissão de energia no país com mais de doze mil quilômetros de linhas em operação.

Por Matheus Camargo


A presidenta Dilma Rousseff voltou a afirmar, durante cerimônia oficial de inauguração de hidroelétrica em Estreito-MA, o compromisso do governo em reduz as tarifas de energia elétrica no país em 2013. A questão esta polêmica frente as declarações de 14 empresas de energia, atualmente concessionárias para a distribuição e produção, em não renovar seus contratos de concessão junto ao Governo Federal nos novos moldes propostos.

Em seu discurso a presidenta lembrou que hoje praticamente todos os brasileiros têm acesso a energia elétrica. Além disso, Dilma afirmou que os custos da universalização do sistema de distribuição de energia foram arcados pelo estado com a taxação de impostos sobre a energia elétrica e agora ocorre um retorno à sociedade com o barateamento da energia elétrica.

O novo marco regulatório do setor foi desenvolvido pela própria presidenta Dilma Rousseff, na época ministra de Minas e Energia, no segundo governo Lula. No pronunciamento tradicional da Presidência da Republica, na véspera do 7 de setembro, Dilma anunciou publicamente que o governo irá fazer um esforço de redução de impostos para baratear o custo da energia elétrica para consumidores residências e empresas a partir de 2013.

Dilma afirmou ainda na cerimônia: "Fizemos um grande esforço para estabilizar o setor elétrico no Brasil, para que não haja racionamento, para que as melhores práticas de segurança sejam implantadas".

Por Matheus Camargo


Conta de luz poderá ser reduzida em até 10%

Foi anunciado pelo Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, no dia 26 de julho, que o governo irá enviar, em até 30 dias, uma medida provisória que visa cortar todos os encargos do setor elétrico e prorrogar as concessões na área.

Segundo ele, a Aneel está avaliando o impacto que essa redução terá na conta de energia dos consumidores e da indústria. O governo prevê uma queda de aproximadamente 10% na conta de luz.

Para Lobão, a produção de energia elétrica é barata no Brasil, mas vai encarecendo até chegar ao consumidor final, e o governo está tentando retirar estes entraves do setor.

Os cortes ocorrerão na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), e na Reserva Global de Reversão (RGR), além de modificações no Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica). Porém, o Programa Luz para Todos não irá sofrer nenhuma alteração.

O anúncio das novas medidas será feito por Dilma Rousseff, provavelmente no dia 7 de agosto, no Palácio do Planalto. A reunião será feita com empresários brasileiros para debater sobre assuntos relacionados a investimentos no Brasil, e sobre a renovação de concessões nas áreas de energia, ferrovias, portos, rodovias e aeroportos.





CONTINUE NAVEGANDO: