Consumidores podem realizar a pesquisa gratuita através do site da empresa.

Para os consumidores que andam preocupados com o seu nome sujo na praça, a Boa Vista SCPC oferece mais um serviço online para os consumidores que desejam ter um bom nome na tentativa de obter um bom crédito para realizar a suas transações financeiras.

A partir de agora, qualquer pessoa poderá saber quais são as suas chances de conseguir um empréstimo junto a qualquer instituição financeira. A Boa Vista lança o serviço de consulta de pontuação de qualquer pessoa (scores), que é utilizado de forma rotineira pelas empresas e instituições bancárias que trabalham com a oferta de crédito a seus clientes.

Para ter acesso ao serviço, o consumidor deverá se cadastrar no site https://www.boavistaservicos.com.br/ e seguir todos os passos para que possa ter o nome consultado junto a uma plataforma de avaliação que engloba a participação de várias instituições financeiras. Para cada consulta é atribuído uma pontuação que pode ir de zero a mil. Quanto mais próximo de atingir os mil pontos, maiores são as chances dos consumidores poderem conseguir um bom empréstimo.

Quais são os critérios para que os consumidores possam atingir uma boa pontuação ?

Pelo atual sistema oferecido pela Boa Vista SCPC, para que o consumidor possa ter uma boa performance de pontos (scores), ela precisa prestar atenção em alguns detalhes de sua vida financeira:

1 – Ter uma vida financeira organizada, ou seja, conseguir pagar os seus compromissos financeiros em dia;

2 – Não ter o nome negativado;

3 – Para quem está pagando empréstimos junto a instituições financeiras ou financiamentos, é bom sempre estar sempre em dia com seus compromissos;

4 – Manter sempre os seus dados como o CPF em dia, ou seja, sempre estar consultando o seu cadastro a fim de verificar se não há nenhuma operação ilícita ou não autorizada que envolva o seu nome.

5 – Cuidado com a quantidade de empréstimos feitos nos últimos tempos. A avaliação da plataforma leva em consideração a quantidade e a frequência de vezes que um consumidor pediu dinheiro emprestado na praça e isto pode levar a um rebaixamento de sua quantidade de pontos.

Enfim, o novo serviço oferecido pela Boa Vista visa favorecer os bons pagadores e regular as operações de crédito junto às instituições financeiras para que possam ter menos prejuízo.

A plataforma utilizada atualmente opera com cerca de 300 milhões de cadastros de consumidores em todo o país e recebe uma média superior a seis milhões de pedidos de análise de dados de clientes diariamente.

Emmanoel Gomes


Confira quais são as melhores opções de franquias para investir em 2017

Considerando uma pesquisa elaborada pelo Empreendedores Web, foi apresentada a lista das melhores opões de franquias para investir neste ano. Os dados a seguir levam em conta o potencial do mercado e a situação complicada pela qual o país está passando. Mesmo com a crise, ainda há boas opções de franchising em 2017.

Os novos empreendedores têm optado cada vez mais pelas franquias, sendo elas uma alternativa boa de investimento e um ramo no qual há uma grande variedade de alternativas.

Mesmo com a crise que assola o nosso país, há alguns setores que são resistentes aos problemas comuns do mercado e, por isso, aparecem como favoritos no ramo das franquias, sendo uma ótima alternativa de investimento.

Tendo como foco as denominadas franquias baratas e de baixo investimento, que no geral são as que os micro, pequenos e médios empreendedores mais buscam, a pesquisa desenvolvida listou os seguintes setores:

· Setor de franquias de beleza & estética: tem apresentado um crescimento bastante elevado nos últimos anos e, mesmo com a crise, mostra-se um setor resistente, sendo considerada uma das dez melhores opções para investir. Quem deseja montar um salão de beleza e quer começar com bagagem, é uma das opções mais certeiras. No Brasil, há várias opções de franquias neste setor, em especial as que estão relacionadas a procedimentos não invasivos, como a Home Depil, entre outras.

· Setor de microfranquias: o segmento que também está em uma crescente, representa 6% do mercado nacional e é uma grande aposta para este ano. Tendo investimento máximo de 80 mil, é possível abrir uma franquia em diversos segmentos. É o caso das franquias referentes a serviços domésticos e manutenção, como a Dr. Resolve.

· Setor de serviços: trata-se de um segmento com baixo investimento inicial e com o qual é possível criar uma franquia home based. São diversas opções, desde serviços domésticos, setor de viagens, consultorias profissionais, até marketing. Neste segmento, foi eleita como melhor opção a que se refere aos setores de reformas e manutenção, bem como as relacionadas à saúde, como a Home Angels.

· Setor de franquias virtuais: é um dos que vem mostrando a taxa de crescimento mais elevada no país, tendo como características o baixo investimento inicial e a possibilidade de desenvolver um trabalho home office, o que atrai muitos novos empreendedores. As franquias de lojas virtuais ganham destaque, uma vez que cresce também o comércio eletrônico no país. Deve-se investir no e-commerce, mas evitar programas do tipo marketing multinível, pois apresentaram problemas nos últimos anos, como BBom e TelexFree.

· Setor de marketing digital: as franquias de marketing digital ainda estão começando no Brasil, mas trata-se de um setor com grande potencial. Para fazer parte do segmento é necessário adquirir conhecimento na área de marketing online, que pode ser obtido por cursos e treinamentos em marketing digital. Os exemplos de boas franquias nesta área são: Guia-se e Elefante Verde.

· Setor Pet: os pets shops têm apresentado um grande crescimento no Brasil, tudo o que se relaciona aos cuidados com os animais domésticos ganha público, tendo em vista que, mesmo com a crise, as pessoas não abrem mão de tratar dos seus pets. Um exemplo de boa franquia para investir neste setor é a PetShop Móvel.

· Setor de alimentação: trata-se de um setor que cresce no Brasil e no mundo. Comida nunca sai de moda, não é mesmo? A aposta neste setor são as pizzarias, formato tradicional ou delivery (menor investimento) ou as lanchonetes, como a Subway.

Iris Gonçalves


Codefat libera R$ 5 bilhões para capital de giro de micro e pequenas empresas.

Para uma empresa ser considerada micro empresa, geralmente ela precisa ter um faturamento anual de aproximadamente 240 mil reais e empregar no máximo até 9 pessoas. Já as pequenas empresas recebem um faturamento anual entre 240 mil reais e 2,4 milhões, empregando entre 20 e 99 pessoas.

No dia 9 de maio (segunda-feira) foi autorizado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), a contribuição de 5 bilhões de reais no capital de giro de micro e pequenas empresas. Sendo que 2 bilhões de reais serão oferecidos pelo FAT e 3 bilhões de reais pelo BNDES. Entretanto, somente as empresas que tem o faturamento bruto de até 3,6 bilhões de reais ao ano terão o direito ao financiamento.

De acordo com Miguel Rossetto, ministro do Trabalho e Previdência Social, esse investimento nas micro e pequenas empresas contribuirá para preservar os empregos e gerar oportunidades para os jovens. Assim sendo, as empresas que contem 10 ou mais funcionários serão obrigadas a contratar um jovem aprendiz. E terão que manter os demais empregos por 12 meses.

O limite máximo de financiamento que o FAT oferecerá para cada empresa é de R$ 200.000,00 e as empresas terão o prazo de 4 anos para o pagamento do dinheiro, com uma taxa de 12% ao ano. Já o financiamento do BNDES, as empresas terão 3 anos para o pagamento do dinheiro, com um acréscimo de 9,6% ao ano.

Esses financiamentos têm como objetivo diminuir o número de desemprego que há hoje no Brasil, envolvendo o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) e o decreto que foi assinado pela presidente Dilma Roussef, que tem como objetivo aumentar o número de oportunidades para os jovens no mercado de trabalho através da Lei de Aprendizagem.

O MTPS (Ministério do Trabalho e Previdência Social) supõe que aproximadamente 100 mil empresas utilizarão os financiamentos oferecidos pelo FAT e BNDES, concedendo assim R$ 50.000,00 para o capital de giro de cada empresa. Se o número de empresas que solicitar o financiamento coincidir com o número estimado pelo MTPS, 1,5 milhão de empregos serão preservados e cerca de 100 mil jovens aprendizes serão contratados até dezembro de 2017.

Aline Aparecida Feitosa Dias


Governo liberou instituições financeiras a concederem crédito consignado para refinanciamento de dívidas de cartão de crédito.

As dívidas dos brasileiros podem estar com os seus dias contados. É o que diz a mídia recentemente, sobre o Governo ter liberado instituições financeiras a concederem crédito consignado para refinanciamento de dívidas de cartão de crédito.

A medida foi sancionada por nada mais nada menos que a presidenta Dilma Rousseff, que assinou um decreto que passou a valer a partir do mês de julho.

Apesar do crédito ser consignado, ou seja, descontado no holerite do trabalhador – o que facilita para muitos – as taxas de juros poderão vir absurdamente altas, pois se trata de um empréstimo. Alguns críticos temem o aumento da dívida ao invés de saná-la, pois muitas pessoas não têm educação financeira para lidar com um recurso a mais para pagar, aumentando ainda mais as despesas pessoais do trabalhador.

Outro fator preocupante desse recurso além da taxa alta, é a qualidade dos empréstimos da maioria dos bancos brasileiros, pois dependerá muito da proporção do valor inteiro recorrido pelo trabalhador. Esse decreto permite que as instituições de crédito liberem empréstimos de até 35% do valor total do salário do trabalhador.

Mesmo o empréstimo consignado sendo de pouco risco, é preciso ter muita cautela na hora de escolher uma instituição financeira para recorrer ao recurso. Só para ilustrar como exemplo, nos EUA, os bancos cobram apenas 15% ao ano de juros de cartões de crédito, enquanto no Brasil, os consumidores pagam cerca de 85% dos cartões de crédito e 27% de juros só de empréstimos consignados. Nos EUA o porcentual maior de crédito são as hipotecas, que equivalem cerca de 70% da economia americana, enquanto aqui no Brasil esse valor cai para 32%.

Vale lembrar que esse recurso pretende beneficiar primordialmente pessoas físicas, e com dívidas acumuladas de cartão de crédito.

Por Daniela Almeida da Silva

Empréstimo consignado


Como todos os anos, nesta mesma época as pessoas que tiveram renda superior ao montante estipulado pela Receita Federal têm que transmitir a famosa Declaração do Imposto de Renda. E sempre surge muitas dúvidas como o que declarar, como declarar, e também surgiu uma pequena dúvida sobre aquele empréstimo que sempre tem em todas as famílias.

Pois então, como declarar o dinheiro emprestado a um parente, que pode ser irmão, primo, pai, filho e etc. É muito fácil e simples, ao fazer a declaração entre na ficha Bens e Direitos a operação de Empréstimo e nesta deverá constar o CPF e nome completo da pessoa que pediu o empréstimo. Claro que em contrapartida o parente que recebeu este empréstimo deverá informar na declaração dele na ficha de Dívidas e Ônus, os dados da pessoa que lhe forneceu o empréstimo. Com todos os dados informados e passados ao fisco claro que não haverá nenhum problema e principalmente informando tudo certo. E ressaltando que quanto mais cedo, quem está obrigado a declarar, transmitir a declaração de imposto de renda, evita a correria e transtorno de lentidão do site da Receita Federal ao transmitir, e sempre procure alguém habilitado para estar fazendo esta declaração para não correr risco de preencher alguma ficha errada, e acarretar em problemas futuros com o fisco.

Ressaltamos quem está obrigado a declarar são aqueles e receberam rendimentos tributáveis cuja soma anual foi superior a R$ 25.661,70, e rendimento isentos não tributáveis cuja soma foi superior a R$ 40.000,00. Quem obteve ganho de capital em qualquer mês na alienação de Bens e Direitos, quem optou pela isenção do imposto de renda sobre ganhos de capital auferido na venda de imóveis residenciais cuja renda deste imóvel seja destinada a aquisição de imóveis residenciais localizados no país no prazo de 180 dias contados da celebração no contrato de venda nos termos do art. 39 da Lei 11.196, de 21 de novembro de 2005.

E lembramos que o prazo para apresentação da declaração termina em 30 de abril de 2014.

Por Antônia Mendes

Imposto de Renda

Foto: Divulgação


Embora muitas pessoas acreditem que é impossível fazer um empréstimo com o nome sujo, há algumas financiadoras que oferecem esse serviço para quem está na lista de devedores do SPC ou Serasa. O grande problema desse tipo de empréstimo é que as taxas de juros são altíssimas e a dívida aumenta muito. Por isso, só deve optar por essa modalidade quem não tem outra opção.

Empréstimo

Foto: Divulgação

Para se ter uma ideia, os juros chegam a 24,68% ao mês ou 1.311% ao ano. Se o montante solicitado for dividido em 8 vezes, a dívida pode se tornar maior do que o dobro do valor inicial. Por exemplo, que solicitar R$ 5.000,00 divididos em 8 parcelas, pagará um total de R$ 11.982. Isso acontece porque o risco da financiadora é muito grande, visto que a pessoa já está devendo e nem sempre terá condições de arcar com as parcelas.

Para fazer um empréstimo consignado com o nome sujo, é necessário se dirigir a uma instituição financeira que ofereça esse serviço, levando o CPF, RG, comprovante de renda e comprovante de endereço. O nome não será consultado e, no caso de novo cliente, as financiadoras costumam oferecer no máximo R$ 5.000,00 para o primeiro empréstimo. 

Por Milena Godoy


O Governo Federal está com planos de emprestar, até 2013, R$ 3 bilhões através do Crescer, programa do Governo Federal cujos recursos são administrados pelo Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.

Atualmente o Crescer presta serviço a empreendedores informais, microempreendedores e microempresas com faturamento de até R$ 120 mil por ano. Os valores para empréstimo variam entre R$ 100 e R$ 15.000, porém o dinheiro deve ser usado apenas como capital de giro ou para investimento na empresa.

Para quem tem interesse, é possível negociar os prazos de pagamento com as instituições financeiras que operam com esse tipo de linha de financiamento, os juros são de mais ou menos 8% ao ano. O lado bom do Crescer é sem dúvida o seu diferencial, pois o relacionamento dos empreendedores acontece direto com o banco e mesmo após receber o empréstimo o cliente continua recebendo instruções de qual a melhor maneira de utilizar o dinheiro.

Segundo Carlos Alberto Santos, diretor técnico do Sebrae, o empreendedor tem a ajuda para analisar, dentro de uma boa gestão financeira,  se o endividamento pode ser bom para os negócios, pois não há crédito que resolva os problemas da empresa se esta não possuir uma excelente gestão financeira.

Por Guilherme Marcon


Segundo o que foi decidido hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os bancos que trabalham com microcrédito produtivo em breve estarão habilitados para utilizar essas linhas de crédito em empréstimos para deficientes. Estes empréstimos poderão ser utilizados para a compra de bens e serviços, como cadeira de rodas, muletas, próteses e aparelhos auditivos.

De acordo com Sérgio Odilon dos Anjos, chefe do Departamento de Normas do Banco Central, a medida ainda não está válida e em breve será divulgada uma lista com todos os produtos que poderão ser comprados com esse crédito. A lista será feita em parceria com o Ministério da Fazenda, o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Direitos Humanos.

A taxa de juros para este tipo de empréstimo não poderá passar de 2% ao mês. Além disso, a tarifa de abertura de crédito não pode exceder 2% do total do crédito cedido.

A linha de crédito também terá algumas regras importantes. Não terá direito quem ganhar mais que dez salários mínimos mensais, o valor máximo que poderá ser emprestado é de R$30 mil e os bens adquiridos não poderão ser utilizados para fins de comércio.

Fonte: G1

Por Jéssica Posenato


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal avançaram levemente em fevereiro em comparação a janeiro.

Segundo a fundação, o cheque especial foi aquele que registrou a maior variação já constatada desde julho de 2010, ao mesmo tempo em que apresentou incremento de 0,16% em relação aos índices de janeiro de 2011. No empréstimo pessoal, particularmente, a alta chegou a 5,39% ao mês, meio ponto percentual acima do resultado anterior.

Na modalidade cheque especial, o Bradesco conduziu o maior avanço entre as demais redes sondadas, com diferença de 0,34%, para 8,79% ao mês. No Santander a taxa subiu de 9,66% para 9,96% ao mês, no HSCB o índice passou de 9,55% para 9,80%, no Banco do Brasil a alteração foi de 8,05% para 8,15% ao mês, e no Itaú, de 8,75% para 8,85%.

O consumidor deve ter maior atenção neste início de ano, principalmente porque muitos optam por parcelar o IPVA e IPTU, situação que comprime a renda mensal. Uma indicação para este período é contratar uma linha de crédito com taxas mais brandas e focá-la ao pagamento das dívidas, embora o recomendado seja mesmo evitar seu uso por agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e dos empréstimos pessoais aumentaram no início de 2011. O estudo assinala que ao primeiro o índice subiu para 9,13% ao mês, contra 9,12% de antes, enquanto ao segundo o avanço chegou a 5,34% ao mês, ante 5,27% registrado anteriormente.

Segundo matéria da Agência Brasil, a instituição bancária Bradesco foi a precursora pelo progresso das taxas. No banco, os juros do cheque especial saltaram para 8,45% (antes era 8,4%), enquanto as taxas dos empréstimos pessoais pularam para 6%, 0,5% acima do índice anterior (5,5%).

Santander, Safra, Itaú, HSBC, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil sustentaram suas taxas de juros. O Bradesco, contrariado com o estudo, assegurou à Agência Brasil não ter alterado seus índices.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A taxa de juros do empréstimo pessoal nas instituições financeiras brasileiras teve queda neste mês, de acordo com informações levantadas pela Fundação Procon de São Paulo.

Segundo a pesquisa divulgada pelo Procon nesta semana, a taxa média dos juros cobrados pelos bancos foi de 5,35% ao mês. O levantamento foi feito entre os dias 2 e 3 de setembro.

Participaram da pesquisa o Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander. Os bancos Unibanco e Banco Real não participam mais da pesquisa do Procon-SP.

Dos bancos pesquisados pela Fundação Procon, apenas o Itaú aumentou sua taxa de juros de 5.98% para 6,02% ao mês.

Por Luana Neves


Parece que durante os meses de julho e agosto as pessoas com baixa renda mensal, até R$ 500,00, resolveram pisar no freio e recorrer menos às atraentes ofertas de crédito oferecidas pelas instituições financeiras.

É o que revela uma recente pesquisa do SERASA Experian a partir da qual  foi constatada uma diminuição de 0,03% dos empréstimos nos referidos meses. Contudo, a pesquisa sofreu forte influência das regiões brasileiras em que a renda mensal per capita é muito baixa (Norte e Nordeste).

No geral, a concessão de empréstimos cresceu significativamente e acumula a cinco altas consecutivas em 2009. Só em  julho deste ano, o volume de dinheiro emprestado por bancos e instituições financeiras superou o mesmo período de 2008 em 3,5% e continuou em alta em agosto.

O segundo semestre é de crescimento para o setor. É a crise que se afasta e o dinheiro que circula.





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