WhatsApp Business é uma nova versão do Whatsapp voltada para negócios e empresas.

Quem não usa o Whatsapp hoje dia? Eu acredito que poucas pessoas ainda não utilizam esse aplicativo em seu smartphone, principalmente porque hoje a comunicação através do uso desse mensageiro aproximou ainda mais as pessoas.

Quem imaginaria que você pudesse se comunicar da maneira que hoje é feito, de diversas formas, por texto, voz e vídeo?

A tecnologia avança a cada dia e startups são desenvolvidas para solucionar muitos problemas. O Whatsapp foi desenvolvido para atender a necessidade dos usuários para se comunicarem com outras pessoas em tempo real, além disso, enviar vídeos e fotos ao mesmo tempo.

No ano de 2015, o aplicativo alcançou a marca de mais de 900 milhões de usuários e neste mesmo ano foi atualizado para ser usado no computador, através do navegador Google Chrome e posteriormente foi liberado para o Mozilla Firefox e Ópera.

Facebook compra o Whatsapp

Em 2014,o Facebook compra o aplicativo por 16 bilhões de dólares, dividindo parte em dinheiro, cerca de US$ 4 bilhões, e outros US$ 12 bilhões em ações do próprio Facebook e os fundadores do Whatsapp são incorporados ao conselho administrativo do Facebook.

Whatsapp para Negócios

Após ser comprado pelo Facebook muitos usuários começaram a se questionar como o Whatsapp seria em um futuro próximo e como o Facebook tiraria rendimentos deste aplicativo, já que o app foi disponibilizado gratuitamente sem custos aos seus usuários.

Com mais de 1,3 bilhão de usuários espalhados pelo globo terrestre, o Whatsapp não era apenas usado por pessoas, ele começou a ser um canal de comunicação para milhares de empresas.

Se você tem um empreendimento e está lendo este artigo tenho certeza que também utiliza este mensageiro para seus negócios. No último dia 18 de janeiro a versão Whatsapp Business (para negócios e empresas) foi lançada em diversos países e agora foi liberado aqui no Brasil.

A promessa é revolucionar a forma como as empresas se comunicam com seus clientes. A fase de testes acabou e o que era tão aguardado por muitos empresários finalmente está disponível para Android.

Whatsapp Corporativo

Se tornar mais presente no mundo corporativo, ou seja, os empreendedores poderão separar seus contatos pessoais dos contatos profissionais e negócios. Além disso, o Whatsapp Business tem algumas funcionalidades estendidas da versão original.

Você é um empreendedor ou trabalha na área de comunicação com os clientes da sua empresa e quer levar esta novidade para facilitar esse contato, continue lendo este texto até o final e descubra onde baixar e quais são as novidades que este aplicativo traz para o mundo empresarial.

Download e funcionalidades

Como baixar o Whatsapp para negócios ou Business?

Para você fazer o download desta nova versão do Whatsapp basta acessar este link http://bit.ly/whatsapp-android-negocios que está disponível apenas para o sistema Android.

A versão para iPhone, segundo informações, será liberada em breve.

Clientes Verificados

Se você perceber ao lado do nome de um de seus contatos um selo verde com um ticket ✔ quer dizer que o Whatsapp fez uma verificação do seu contato e identificou um perfil comercial, ou seja, este contato é uma conta empresarial ou comercial.

O lado bom desta nova funcionalidade é que você pode diferenciar seus contatos pessoais dos de negócios.

Como usar as funcionalidades?

Para usar as funcionalidades da nova versão do Whatsapp será necessário fornecer alguns dados sobre a empresa como endereço, telefone e a descrição do ramo de negócios que a empresa atua.

Esses dados serão verificados e irá comprovar a autenticidade das empresas. Segundo informações não será necessário informar CNPJ.

Uma das funcionalidades são as “respostas rápidas”, ou seja, você poderá programar respostas como um chatbot do Facebook desta forma agilizar o atendimento, envio de mensagens padronizadas, bem como saudações e informações de horário de funcionamento ou ausência.

Outra novidade é que poderá ser identificado quem recebeu, leu ou abriu a mensagem enviada, ou seja, um monitoramento de suas ações voltado ao marketing e também uma ferramenta para uso estratégico pelas empresas.

Migrar conversas

Uma novidade é que será permitido você migrar suas conversas da sua conta pessoal para a conta business. Em breve novas funcionalidades para auxiliar nas respostas automáticas devem ser liberadas.

Portanto, fique atento às novas informações e baixe seu Whatsapp Business e comece a integração com seus clientes de forma mais profissional.

Gostou deste artigo? Compartilhe com seus amigos e empresários que você conhece nas redes sociais e também deixe seu comentário.

Por Marcio Ferraz

Whatsapp Business


App liberado pela Receita Federal promete descomplicar questões mais burocráticas dos MEI.

A Receita Federal lançou nesta semana (10 de julho) um aplicativo que auxilia os microempreendedores individuais (MEI) em seus negócios. O aplicativo é capaz de emitir boletos e também de verificar o pagamento dos mesmos.

O App MEI possui um moderno layout e é muito fácil de utilizar. O programa já está disponível nas versões iOS e Android, sendo que as duas versões são gratuitas.

Como todos já sabem, o MEI — microempreendedor individual — é um trabalhador independente que tem seu próprio negócio legalizado, emitidor de notas fiscais e que fatura no máximo R$ 60.000,00 por ano. A novidade tem como objetivo principal o aumento de facilidades para “resolução de problemas burocráticos”, por exemplo, emitir boletos de pagamento, conferências de pagamento, acompanhamento da situação tributária do microempreendedor, entre outros serviços que antes era mais difícil de se ter acesso.

Por meio deste programa virtual é possível obter informações sobre os dados de cadastro do microempreendedor individual, como por exemplo, a situação tributária da empresa, a natureza jurídica, nome e endereço cadastrados.

Para os interessados, o App também possibilita que o empreendedor faça uma espécie de “Quiz” que serve principal e unicamente para testar os conhecimentos sobre o assunto. No final deste questionário o usuário poderá dar sugestões e nota para o aplicativo de auxílio.

O programa já está disponível para ser baixado gratuitamente, os utilizadores do Android e iOS já o encontram nas lojas virtuais (Playstore e Apple Store).O aplicativo, que se chama "APP MEI", promete ser uma ótima ferramenta de auxílio para os microempreendedores individuais brasileiros – MEI, pois com ele é possível poupar muito tempo e ter as informações literalmente na palma das mãos, já que através do celular não será necessário encarar grandes filas e esperas no telefone para obter a resolução de questões burocráticas.

Você que é um microempreendedor, baixe o APP MEI e faça um teste. Depois conte-nos sobre a experiência deixando um comentário sobre a novidade lançada pela Receita Federal.

Carolina B.


Confira aqui os principais pontos que mudam nos direitos dos trabalhadores com a Reforma Trabalhista.

Na noite da última terça-feira, dia 11 de julho de 2017, depois de mais de 10 horas de reuniões, o Senado Brasileiro votou e decidiu aprovar novas reformas trabalhistas. A votação teve 50 votos a favor e 26 votos contra. As reformas já passaram pela Câmara dos Deputados e segue agora para a aprovação do presidente Michel Temer.

Os pontos aprovados foram os seguintes:

– A quantidade de horas de trabalho passa a ser um acordo entre patrão e empregado.

– Férias, parcelamentos e participação nos lucros também vai ser decidido entre empregado e empregador.

– A jornada de trabalho vai ser de 30 ou 26 horas semanais, com mais dias, o empregado vai ter mais dias de férias.

– O período de férias poderá ser dividido em até 3 vezes.

– As grávidas e as lactantes apresentando riscos de se expor a riscos físicos e químicos podem pedir afastamento do emprego.

– Contribuir com o sindicato de cada profissão, passa a ser uma decisão do trabalhador.

– Trabalhadores que exercem suas funções em casa, também passam a ter normas próprias.

– O período para intervalo de almoço passa a ser um acordo entre patrão e funcionário.

– Foram também mudadas normas para trabalhos que forem não contínuos, aqueles que podem sofrer paralisação.

– O tipo de roupa usada no local de trabalho, passa a ser decidido pelo empregador.

– Autônomos podem ser contratados para realizar trabalhos particulares.

– O patrão vai ser o único responsável pelo transporte do empregado.

– A contratação de demitidos por uma empresa e ser contratada por uma organização terceirizada precisará de um prazo de 18 meses para essa contratação.

Essas reformas têm o prazo de 120 dias, ou seja, 4 meses para serem adotadas e elas serão obrigatórias. Elas ainda vão ser publicas no Diário da União. Os políticos que votaram a favor acreditam que essas leis vão beneficiar os trabalhadores e deixar as regras mais modernas, além de aumentar o número de vagas de empregos. Já os que votaram contra alegam que essas reformas vão minimizar o direito dos trabalhadores e prejudicar as suas condições nas empresas que trabalham. Ainda precisa do veredicto final, do presidente Michel Temer. Espera-se que essas reformas ajudem aos trabalhadores brasileiros ou estrangeiros que atuem no país.

Isabela Castro.


Veja aqui o que muda com as novas regras do Simples.

Algumas mudanças para as pequenas empresas e empreendedores participarem do Simples Nacional, ou "Supersimples", foram aprovadas pelo governo. Além da maioria das empresas pagarem menos impostos, o funcionamento de pequenos negócios ficará mais fácil, uma vez que vários impostos serão pagos num único boleto.

A primeira mudança está no limite anual de faturamento que deve subir, beneficiando mais empresas. As micros e pequenas empresas irão se beneficiar com esta mudança, por conta das altas cargas tributárias enfrentadas por esta categoria. Este reajuste não é feito a 10 (dez) anos e começa a valer a partir de janeiro de 2018

Com esta nova regra, o Microempreendedor Individual (MEI) passa a ter um faturamento anual de R$ 81 mil, o que neste ano ainda é de R$ 60 mil. As microempresas tiveram o faturamento anual elevado, de R$ 360 mil, para R$ 900 mil. Já as pequenas empresas passaram de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões. A esperança para este limite máximo é que chegasse a R$ 7,2 milhões, beneficiando ainda mais empresas.

Uma outra novidade está ligada diretamente ao parcelamento de dívidas em impostos, que pela nova regra, passa para 120 meses, o que antes era dividido em 60. Dois detalhes são observados, as dívidas são até o mês de maio de 2016 e as parcelas não devem ser menores que R$ 300,00. Segundo especialistas, esta regra deveria ser para as dívidas até agosto, sendo que a lei foi sancionada em outubro.

A terceira mudança irá beneficiar as empresas iniciantes que buscam apoio financeiro, conhecido como "start-up", e irá melhorar a situação do "Investidor Anjo", que passou a valer a partir de janeiro deste ano. Com a nova regra, este investidor pode aplicar o seu dinheiro sem se tornar sócio daquela empresa que recebeu a sua "ajuda", melhorando a sua segurança jurídica. Com a regra antiga, este "Anjo" deveria se tornar sócio minoritário e ter a preocupação dos trâmites legais da empresa.

Uma redução de seis para cinco anexos também foi observada, com um anexo para o comércio, outra para a indústria e três para serviços.

Outra mudança é a redução de 20 (vinte) tipos de alíquotas para 6 (seis) e o modo como se calcula, que fica assim: A Receita Bruta acumulada "vezes" a Alíquota Nominal "menos" a Parcela a reduzir, este resultado se "divide" com a Receita Bruta acumulada.

Operações de empréstimos e financiamentos agora pode ser incluídas no chamado "Fomento Mercantil" e novas atividades foram incluídas no Simples Nacional, como as micros e pequenas cervejarias, vinícolas e outros produtores de bebidas alcoólicas, serviços médicos com atividade de medicina própria, representações comerciais, auditoria, consultoria, entre outras.

Devo mencionar que um especialista em contabilidade deve ser consultado, pois são muitos os detalhes desta nova regra.

Por: Fernando Dias


Aprenda aquii como abrir uma loja franquia da Contém 1g.

Para quem já cansou de trabalhar para os outros, tem algumas economias na conta e pretende abrir seu próprio negócio, temos uma boa opção de franquia que pode render um bom dinheiro. A famosa marca de cosméticos e maquiagem, Contém 1g, oferece opções para abertura de franquias em várias cidade do país.

A empresa já conta com 133 lojas e 59 quiosques espalhados pelo Brasil, além de estar presente a mais de 30 anos no mercado e sua marca é uma das mais consolidadas atualmente. Desde 2000, a Contém 1g abriu o sistema de franquias e depois de 17 anos, o sistema pode ser uma excelente opção para novos empreendedores.

A empresa decidiu recentemente a abertura de mais 35 lojas e 5 quiosques em todo o Brasil, pois houve uma redução considerável no investimento para abertura de pontos de venda, o que pode atrair muita gente para o ramo. O principal foco de negócio da Contém 1g são as cidades que tem menos de cinquenta mil habitantes e as lojas serão de 30 metros quadrados nesse caso. A Contém 1g tem como mira, as cidades de Sinop/MT, Passos/MG, Formosa/GO, Rondonópolis/MT, Sertãozinho/SP, entre outras. A empresa fez um pesado investimento de cerca de R$ 1 milhão no lançamento de sua mais nova linha de maquiagens e vai vender mais de 100 mil novos itens do produto com a intenção de suprir a grande demanda do mercado brasileiro.

Para quem deseja abrir uma franquia da Contém 1g, o investimento total é cerca de R$ 195 mil, a taxa de franquia de R$ 30 mil, taxa de royalties de 20%, taxa de propaganda da marca de 3% do faturamento bruto, a metragem da loja deverá ser de, no mínimo, 30 metros quadrados. O faturamento mensal médio é cerca de R$ 70 mil, a lucratividade de 12 a 20% desse valor e o prazo para retorno do investimento fica em torno de 24 a 36 meses, dependendo das vendas em geral. Para quem tem um pouco menos de recurso financeiro, pode abrir um quiosque da marca e o investimento total é em torno de R$ 140 mil reais e a taxa de franquia é de R$ 15 mil, sendo as outras informações semelhantes ao investimento em loja física. Vale a pena tentar para quem não quer ter patrão mais.

Rodrigo Souza de Jesus


Saiba aqui o que você deve fazer para abrir uma loja da Nutty Bavarian.

Para quem não quer mais ter patrão, horário de trabalho, dispõe de algumas economias na conta e pretende abrir seu próprio negócio, temos uma boa opção de franquia que pode render um bom dinheiro. A franquia Nutty Bavarian é uma das mais famosas do mundo, pois adota o sistema de quiosques que comercializam as deliciosas nozes glaceadas, além de ser um sucesso de vendas.

Fundada na cidade americana de Orlando, em 1989, a Nutty Bavarian conta com mais de 800 quiosques de vendas em todo o mundo, localizados em aeroportos, pontos turísticos das cidades, shoppings e alguns eventos em geral. No Brasil, a rede de franquias Nutty Bavarian só chegou em 1996, trazida pela empresária Adriana Auriemo, que viu uma possibilidade de negócio de alto retorno e com investimento baixo. O mercado brasileiro já conta com 70 pontos de vendas localizados nos maiores shoppings do país e as nozes, além de serem muito saborosas, são altamente nutritivas e fazem muito bem para a saúde. A grande vantagem é que os quiosques da Nutty Bavarian podem ser instalados em locais de grande movimentação de pessoas, o que pode significa altas vendas garantidas, além de precisar de somente de um ponto de energia elétrica, ao contrário da loja física, que requer maior investimento de dinheiro e material. Como os quiosques funcionam todos os dias da semana, das 10 até às 22 horas, inclusive domingos e feriados, recomenda-se que a equipe de trabalho seja composta de pelos menos, três funcionários.

Para quem deseja abrir uma franquia da Nutty Bavarian, os valores de investimento são os seguintes: a taxa de franquia pode variar de R$ 97 até R$ 108 mil, de acordo do modelo do quiosque escolhido, o capital de giro fica em torno de R$ 10 mil, os royalties são 8% do faturamento bruto mensal do quiosque, a taxa de publicidade gira em torno de 3% do faturamento bruto mensal da unidade e o retorno do investimento é de cerca de 6 a 18 meses, dependendo das vendas em geral. Para quem quiser saber mais informações sobre a empresa, pode acessar o site da mesma www.nuttybavarian.com.br. A empresa é considera uma das opções do ramo de alimentos mais em conta na hora de abrir um negócio, pois tem um retorno alto e um investimento baixo, se compararmos com outras franquias.

Rodrigo Souza de Jesus


Saiba aqui como funciona e como se cadastrar no MEI.

Muitas pessoas tem um grande objetivo que é ser dono(a) do seu próprio negócio. Trabalhar com o que gosta de fazer, exercer suas habilidades, conquistar independência financeira, entre muitos outros benefícios.

O mundo empresarial é visto por muitos como a oportunidade para ter uma empresa, ser reconhecido e ter muito sucesso fazendo o que ama de verdade.

No entanto, se aventurar nesse caminho sem ter um plano de negócios e também, não buscar informações antes para se formalizar como empresário, é um risco muito alto e uma tendência para falência em pouco tempo.

Quer saber como se formalizar como empresário? Continue lendo este artigo e saiba quais passos são necessários para iniciar suas atividades neste mundo dos negócios.

Como a informalidade virou oportunidade

Muitos trabalhadores no Brasil trabalham de maneira informal, ou seja, não tem uma carteira assinada, um registro de empregado em empresa ou até mesmo uma licença para trabalhar como autônomo ou constituir uma empresa.

Para que esses trabalhadores pudessem estar dentro da legalidade, foi criado no Brasil em Julho de 2009 o MEI (Microempreendedor Individual), com o objetivo de legalizar os autônomos e micro empresários e provar que é muito mais rentável do que o serviço informal.

O que é o MEI?

O MEI no Brasil é o empresário que trabalha individualmente, por conta própria e está legalizado como pequeno empresário.

A atuação do MEI independe de estabelecimento fixo, como no caso das empresas virtuais, que direcionam totalmente seus negócios na internet.

Características do MEI

O Microempreendedor Individual possuí algumas características que são muito importantes saber antes de se tornar realmente um empresário formalizado. Vejam quais são elas:

· É uma empresa individual, sem sócios;

· Seu faturamento médio é aproximadamente R$ 5.000,00 por mês;

· É possível ter um empregado com salário de até 1(hum) salário mínimo ou o piso da categoria, o que vale é o de maior vencimento;

· A atividade da empresa tem que estar enquadrado dentro do Anexo XIII do Simples Nacional;

· É proibido ter outra empresa em seu nome ou participar como sócio ou administrador.

Como se tornar MEI?

A partir de julho de 2009, se tornar um empresário no Brasil ficou muito simples e fácil, é a porta que permite a entrada de novos empreendedores neste mundo empresarial.

A formalização pode ser feita pelo próprio empreendedor. O Sebrae possuí diversos canais de informação, na qual é possível tirar todas as dúvidas para seguir este caminho.

Para saber mais e se formalizar acesse este endereço: http://www.portaldoempreendedor.gov.br/mei-microempreendedor-individual.

Existem alguns passos e cuidados que devem ser seguidos para se tornar um MEI. A primeira a se observar é a atividade comercial.

Qual é a minha atividade comercial?

Não são permitidas todas as atividades comerciais para se tornar MEI. Para saber se sua atividade comercial se enquadra nos requisitos, é preciso consultar no Portal do Empreendedor a lista de atividades.

A lista completa das atividades permitidas ao MEI está neste endereço eletrônico: http://www.portaldoempreendedor.gov.br.

Essa atitude deve ser a primeira coisa a ser feita, mesmo antes de criar seu plano de negócio.

Minha atividade não está na lista, o que fazer?

Se a atividade que você quer exercer não estiver relacionada na lista, o empreendedor então deverá procurar outra formalização, nestes casos, uma Sociedade Limitada ou uma Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada).

Quais são os limites para se tornar um Microempreendedor Individual?

Como esta modalidade de empresa não permite sociedade, ou seja, sócios, também existe um limite de faturamento anual para continuar como MEI.

O faturamento permitido pode chegar até R$ 60.000,00 por ano, não podendo ultrapassar este valor. Por conta disso, segundo os consultores do Sebrae, é muito importante saber realmente se a modalidade do negócio está correta.

Quais são as taxas que o MEI tem que pagar?

Como o MEI está enquadrado no Simples Nacional, as taxas federais são isentas. Desta forma, o único valor mensal a ser debitado será de R$ 47,85 para comércio ou indústria, R$ 51,85 no caso de prestação de serviços ou R$ 52,85 se for comércio e serviços.

Todas estas quantias serão atualizadas anualmente de acordo com o salário mínimo e também estas taxas são destinadas ao ICMS ou ISS e a Previdência Social.

Através destas contribuições o Microempreendedor poderá gozar dos benefícios que o Governo Federal oferece que são: auxílio doença, maternidade, aposentadoria, entre outros mais.

Documentos para Formalização

Quando acessar o site do portal http://www.portaldoempreendedor.gov.br tenha em mãos CPF, Título de Eleitor e número do recibo do imposto de renda do responsável pela empresa.

Emissão de Nota Fiscal é possível?

Sim, é possível, desde que haja a formalização junto à esfera Federal e Estadual, no entanto, é necessário ir até a Prefeitura do seu município e fazer o CCM (Cadastro de Contribuinte Mobiliário).

Com esta inscrição, você poderá emitir nota fiscal para comprovar a prestação dos serviços, tendo em vista que esta atividade recolhe impostos para o município.

Meu negócio está crescendo e agora?

Ultrapassou os limites permitidos de R$ 60.000,00, haverão taxas proporcionais pelos valores excedentes, desde que estes valores não ultrapassem os R$ 72 mil permitidos.

No ano seguinte, automaticamente o MEI passa para ME (Micro Empresa). Além disso, deverá pagar os valores retroativos ao faturamento do ano anterior.

Devido à cobrança deste retroativo, ser tudo de uma vez só, muitas empresas fecham as portas por não conseguir arcar com estes custos.

Este artigo foi útil para você? Então compartilhe com todos os interessados em se tornar um empresário individual.

Marcio Ferraz


Confira aqui quais são as melhores cidades para empreender.

Em tempos de crise abrir um negócio parece ser uma atitude nem um pouco apropriada. Porém, para quem está motivado a empreender um novo negócio, veja em quais cidades é mais recomendável para se instalar.

A Endeavor, organização que apoia empreendedores, onde promove a cultura do empreendedorismo em diversos países, efetuou um estudo que identificou as melhores cidades para abrir um negócio.

Este estudo feito pela organização já é conhecido por diversas cidades do Brasil e utilizam este guia para que possam se esforçar e melhorar suas condições para que novos empreendedores tenham condições de criar seus negócios locais.

Desafio para as cidades

O grande desafio das cidades em uma época de conturbação política e econômica é oferecer melhores condições para as empresas se manterem ativas.

Em um tempo em que o país possui um dos maiores índices de desemprego, ultrapassando a marca de 12 milhões pessoas, será possível para ajudar estas empresas que querem se desenvolver?

Criar alternativas para as empresas poderem crescer é o papel das cidades que querem ser polo para o empreendedorismo, ou seja, necessita muito esforço e comprometimento dos governos.

Exemplo de Porto Alegre

Um dos exemplos que as cidades poderiam seguir é Porto Alegre, ao longo dos últimos 15 meses, ela se esforçou na redução da burocracia para que houvesse a abertura de empresas.

Em anos anteriores,quando foram iniciados estes estudos, a capital gaúcha, levava mais de 200 (duzentos) dias para que fosse registrado um negócio. No entanto, até o fim deste ano, empresas que oferecem baixo risco, farão o registro em até 5 dias.

Ranking das melhores cidades para abrir um negócio segundo Endeavor

Para formar o ranking das melhores cidades para se montar um negócio, foi desenvolvido alguns critérios, na qual foi estruturado 7 (sete) pilares: ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura empreendedora.

Ao todo são 32 cidades que constam o ranking, vejam a seguir quais são elas e em que se destacam:

1º lugar – São Paulo

Em anos anteriores, Florianópolis (2ª colocada) se destacava no ranking. Porém, no ano de 2016, São Paulo abriu boa vantagem sobre a cidade do Estado de Santa Catarina. O destaque da cidade paulistana é por conta da sua potência econômica, além das boas condições de mercado, acesso a capital e sua conectividade, motivo este que eleva o nível de todo estado. Atração para empreendedores de alto impacto. Destaca-se também por sua infraestrutura.

2º lugar – Florianópolis

Uma ilha localizada mais distante, porém, ainda é empreendedora. Nas edições dos estudos feitos nos anos de 2014 e 2015, no primeiro ano liderou e no segundo, ficou empatada com São Paulo. Já neste ano, ficou um pouco mais distante de São Paulo e ocupa o 2º lugar.

Embora continuando com seus resultados muito bons no que diz respeito a planejamento e na importância do desenvolvimento econômico com políticas públicas, perdeu a briga para o item que trata a inovação. A proporção de mestres e doutores é a maior por empresa.

3º lugar – Campinas

Qualidade de vida, custos mais baixos, capital humano e inovação. Campinas é a cidade do interior paulista, junto com São José dos Campos (6ª colocada) e Sorocaba, melhor colocada e que põe o estado de São Paulo bem mais forte no ranking. Campinas foi a cidade eleita como a que possui o menor tempo para que seja regularizado um imóvel, cerca de 94 dias.

A lista segue…

Em 4º lugar Joinvile com 6,962 pontos, subindo cinco posições em relação as edições dos outros anos, seguida por: Vitória, São José dos Campos, Porto Alegre, Sorocaba, Maringá, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Caxias do Sul, Blumenau, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Uberlândia, Recife, Londrina, Aracaju, Goiânia, Natal, Teresina, Cuiabá, Salvador, Belém, João Pessoa, Manaus, Fortaleza, São Luis, Campo Grande e por último Maceió.

Conforme dito, no estudo as cidades apresentaram melhorias, reinventaram iniciativas para melhorar o ambiente para os empreendedores, bons exemplos copiados para inspirar.

Se você ou sua empresa quer se instalar em uma dessas cidades, analise de acordo com suas necessidades e procure nos governos.

Marcio Ferraz


Confira aqui uma lista com as piores cidades para empreender no Brasil.

Os especialistas são unânimes quando afirmam que antes de abrir qualquer negócio o novo empreendedor deve fazer uma pesquisa sobre a atividade a ser desenvolvida, público e ponto. É bem comum vários empreendimentos que tinham tudo para dar certo, fecharem as portas antes mesmo de um ano de atividades. O motivo do fracasso? A região em que se encontram.

Enquanto existem cidades em que os empreendimentos crescem e se desenvolvem, há também aquelas que não são tão favoráveis na abertura de novos negócios. Neste post você vai conhecer as 10 capitais que se encaixam nesse perfil desfavorável aos empreendimentos novos.

  • Fortaleza: é uma capital que possui muitos problemas como uma infraestrutura deficiente, em que os centros comerciais estão muito distantes. Além disso, existe a falta de segurança pública.
  • Teresina: se enquadra no mesmo perfil de Fortaleza, uma capital com problemas de infraestrutura.
  • Cuiabá: não atrai investidores, sofrendo um abandono econômico que não estimula a abertura de um novo empreendimento.
  • Belém: também não é uma boa opção, considerando o número de leis relacionadas a tributação, diante de tantas adversidades o empreendedor não consegue se manter.
  • São Luís: a falta de segurança pública e o aumento da violência influenciam na abertura de novos empreendimentos.
  • Manaus: além de problemas de infraestrutura, os entraves burocráticos também não estimulam novos empresários.
  • Salvador: embora seja muito badalada, para novos negócios não oferece atrativos, pois a começar pela burocracia, a insegurança pública leva a não atração de investidores.
  • Aracaju: apesar de possuir pontos negativos como as demais, ainda apresenta uma receptividade maior.
  • Natal: tão linda, mas ainda tão fechada para novos empreendimentos pelos mesmos motivos das demais capitais.
  • Maceió: de todas, é apontada como a pior, possuindo problemas de estrutura, falta de investimentos e segurança pública.

A listagem acima, feita com base do levantamento anual sobre capitais e empreendedorismo (Endeavor), mostra cidades lindas, muito conhecidas e surpreendentemente com baixos índices de empreendedorismo. Os motivos são claros, mas poderiam ser eliminados se houvesse um apoio maior a essas capitais, cujos empreendedores esbarram nos problemas de responsabilidade pública e de entraves legais. Fatores que não atraem novos investidores e nem favorecem o desenvolvimento dos poucos empreendimentos presentes nessas regiões.

Sirlene Montes


Receita Federal passará a excluir Empresas com Débitos do Simples Nacional.

A Receita Federal do Brasil informou que empresas do Simples Nacional serão notificadas, a partir de setembro, caso seja encontrado pendências tributárias ou previdenciárias. De forma que as empresas precisam correr para se regularizar, senão sofrerão exclusão por ofício do Regime Simplificado de Tributação. Diante disso, quem não pagar o débito pode perder todos os benefícios, sendo assim, o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, dá o seu alerta a pessoa jurídica que precisa verificar sua tributação.

NÃO SEJA NOTIFICADO

A notificação da exclusão do Regime Simplificado se dará a partir de 26 de setembro de 2016 em todo Brasil, porém, os peritos da Confirp recomendam que as empresas que possuem débitos paguem ou parcelem imediatamente o valor pendente. 

ACESSE O PORTAL DO SIMPLES NACIONAL

Para visualizar a notificação que será dada por Ato Declaratório Executivo (ADE), basta entrar no endereço eletrônico tributário (DTE-SN – Domicílio Tributário Eletrônico) no qual fazem parte todas às empresas do Simples Nacional, com exceção dos MEI, lá encontrarão um anexo único do ADE com o valor da pendência. Também é possível fazer isso pelo Atendimento Virtual (e-CAC), no site da Receita Federal, através de certificado digital ou código de acesso.

REGULARIZE SUAS PENDÊNCIAS

As empresas que no prazo de 30 dias, depois de notificadas pelo ADE através da plataforma eletrônica, efetuarem a regularidade total de seus débitos, tornarão sua exclusão sem efeito, por extinção da causa, não precisando dispor-se a qualquer procedimentos relativo a RFB, ou seja, não constará mas nenhuma irregularidade e ainda se dará como se nunca tivesse havido irregularidade. Caso contrário, tornará efeito a partir de 1º de janeiro de 2017.

Enfim, a regularização das pendências frente à exclusão no Regime Simplificado de Tributação é dos males o melhor para as empresas, pois a perda dos benefícios são diversas, exemplificando temos a redução de encargos previdenciários e a forma simplificada de recolhimento dos tributos. Por isso é melhor prevenir e verificar se a empresa possui notificações, pois algumas as vezes nem sabem que estão com pendências ou porque esqueceram ou porque calcularam errado o tributo.

ELIZA MARIA AVOLIO DE SOUZA


Instituição oferece cerca de 50 mil vagas em cursos para diversas áreas.

O Sebrae irá disponibilizar 50 mil vagas para cursos nos próximos 12 (doze) meses. As vagas serão destinadas aos empreendedores cadastrados no programa chamado "Super MEI".

Ser um "MEI" significa ser um Microempreendedor Individual, onde este será enquadrado no Simples Nacional, ficando isento dos tributos federais, como o PIS, IPI, Cofins, CSLL e Imposto de Renda. A característica monetária de um MEI é que o seu faturamento não seja superior a R$ 5 mil por mês ou R$ 60 mil por ano e quanto ao quadro de funcionários, ter no máximo um empregado recebendo o piso da categoria ou um salário mínimo. A taxa mensal para ser um MEI é de R$ 45,00 para comércio ou indústria, R$ 49,00 para prestadores de serviços e R$ 50,00 para comércio e serviços.

Para se cadastrar no MEI, o futuro empreendedor individual deve acessar o site www.portaldoempreendedor.gov.br e fazer a inscrição conforme os formulários de cadastro. Após este processo e o recolhimento da guia de pagamento, o MEI já cadastrado com o seu CNPJ deve agora acessar o site www.supermei.sebraesp.com.br, ligar para a central de atendimento do Sebrae (0800 570 0800) ou comparecer em algum dos escritórios regionais do Sebrae no estado de São Paulo e se cadastrar para ter acesso exclusivo ao conteúdo do "Super MEI". O mesmo processo de inscrição neste programa pode ser feito por Microempreendedores Individuais já cadastrados anteriormente.

Havendo a formalização do MEI cadastrado, este receberá um curso com 8 (oito) horas de duração em gestão comercial e financeiro para se preparar com os conceitos básicos em administração. Após este passo, o Senac e o Centro Paula Souza farão a capacitação técnica com os cursos de 20 (vinte) a 50 (cinquenta) horas, preferencialmente no período noturno.

São 160 (cento e sessenta) cursos nas áreas de agricultura, alimentos e bebidas, artesanato, automotivo, beleza, comércio varejista, construção civil, couro e calçados, eletroeletrônica, eventos, informática, madeira, metalmecânica, serviços diversos, turismo e vestuário.

Escolhendo a área de interesse, conforme as opções oferecidas de cada região, as turmas serão formadas e terão de 16 (dezesseis) a 20 (vinte) pessoas. No site do Sebrae podemos encontrar os cursos oferecidos e o seu conteúdo programático.

Os cursos oferecidos serão gratuitos e o Sebrae de São Paulo irá investir cerca de R$ 25 milhões. Os cursos, caso fossem pagos, custariam de R$ 300,00 a R$ 1.000,000.

Por Fernando Dias


Espaço terá 2,6 mil metros quadrados e receberá empreendedores, investidores e mentores interessados em trocar experiências sobre startups.

O dia 13 de junho vai marcar a abertura de oportunidades que o Google vai oferecer para as pessoas que são empreendedoras. Elas poderão conhecer o espaço que a gigante da internet abrirá em São Paulo, mais precisamente no bairro Paraíso.

Chamado de Google Campus, a novidade trata-se de um espaço para os empreendedores, investidores e mentores deste segmento para que possam aperfeiçoar, criar e trocar suas experiências sobre startups que podem ajudar no desenvolvimento de nosso país.

Serão seis andares disponibilizados para o Google Campus em São Paulo, com 2,6 mil metros quadrados. Os interessados em conhecer o espaço poderão fazer a inscrição como visitante ou como um possível residente do mesmo.

Link para inscrição como visitante: www.campus.co/sao-paulo/pt/sign-up.

Link para a inscrição como futuro residente: https://gfepublic.secure.force.com.

Essa iniciativa do Google teve o seu anúncio feito no ano de 2014 e o projeto sai do papel em 2016. Além do espaço que fica aberto em São Paulo, o Google também conta com sedes semelhantes em Madri, Londres, Seul, Tel Aviv e Varsóvia.

O que é uma startup?

Para muitos, qualquer pequena empresa que esteja em um período inicial de trabalho pode ser apontada como uma startup. Porém, outra vertente dá conta que uma startup é uma empresa que apresenta custos sobre a sua manutenção bem reduzidos, mas tem a possibilidade de crescimento rápido e boa geração de lucros.

Atualmente, há outra definição que está satisfazendo tanto os investidores como pessoas que são especialistas nessa área. Ela atenta para o fato que uma startup é um grupo de pessoa que procura por um modelo de negócios escalável e repetível, sendo que as mesmas trabalham em condições de uma incerteza extrema.  

Nesse cenário de incerteza vamos observar que não há como apontar que a ideia em questão e o projeto da empresa vão de fato dar certo, ou então, que possam, ao menos, se apresentarem sustentáveis. O ser repetível é a possibilidade que ela tem para entregar o seu produto mais de uma vez em escala ilimitada, sem que que haja diversas customizações ou adaptações para cada tipo de cliente.

O escalável da startup é crescer sempre, sem que esse fato influencie no seu modelo de negócio. 


Confira aqui algumas dicas para o gerenciamento e sucesso de sua empresa.

A gestão é um dos pilares fundamentais para o gerenciamento e o sucesso de uma empresa, seja ela de pequeno ou médio porte. Normalmente quando uma empresa almeja um crescimento, poderá trazer algumas complicações na folha de pagamento. Para que isso não ocorra é necessário um bom gerenciamento que possibilite bons resultados e o estabilizar dos seus funcionários.

Com um bom planejamento e um quadro de funcionários sólido, alinhado e satisfeito, conseguimos assim ter um uma boa estrutura e funcionalidade para os negócios.

Em algumas empresas o gerenciamento é feito por dois departamentos, o RH e o departamento financeiro, que fará com que o gestor tenha as melhores informações dos seus negócios no que se refere a sua equipe como também a sua folha de pagamento, que por sua vez se torna uma das suas maiores responsabilidades. No mundo atual a ineficiência da folha de pagamento traz desmotivação, provocando retenção dos mais talentosos de sua equipe.

Para isso, um bom plano de cargos e salário, por mais simples e objetivo, pode ser a chave para o crescimento, fazendo com que tenham aumento em sua produtividade, refletindo diretamente nos ativos da empresa.

De acordo com as leis trabalhistas, empresas com mais de dez funcionários é obrigatório o registro na folha de ponto, seja ele manual ou eletrônico, pois desse modo teremos um melhor controle das horas trabalhadas, trazendo benefícios tanto para os funcionários quanto para os empresários, fidelizando a jornada diária, além das horas extras trabalhadas e outros fatores.

Contudo, como possuímos um sistema tributário complexo, devemos reduzir ao máximo os erros e as imprevisibilidades, como multas, sanções, atraso em pagamento, etc. Para isso, toda e qualquer finança precisa ser acompanhada de perto, tornando assim o processo de constas a pagar e receber uma forma mais simplificada e eficiente, evitando surpresas indesejáveis a longo e até mesmo a curto prazo.

Por M. O Lucas


Confira aqui as principais vantagens e desvantagens de se ter o próprio negócio.

Muitas pessoas se perguntam se devem trabalhar para si próprio ou para outros. Por vezes, seus sonhos de carreira, formação acadêmica te jogam por um caminho inevitável, trabalhar em grandes organizações, ter plano de carreira, inúmeros benefícios, parece tentador, e se você está no mercado de trabalho, principalmente em tempos de crise, em uma posição sólida como está, talvez sua pergunta já esteja respondida.

Porém, quando não conquistamos o cargo perfeito, ou mesmo tendo um dia ocupado o mesmo, mas não no momento, essa pergunta não se cala.

Ter o próprio negócio tem seus riscos, variações financeiras, desafios incalculáveis. Porém, sua liberdade de criação e sua tomada de decisão não passa por nenhum superior que poderá te "podar". Suas "asas" ficam soltas e seus vôos podem ir muito mais longe do que se espera. Ainda tem o lado financeiro, por mais risco que o negócio corra, os louros são colhido apenas por você.

Se você se matar de trabalhar, por horas e horas, inclusive nos finais de semana, os lucros obtidos por esse esforço adicional serão seu, não será apenas uma pequena recompensa chamada de hora extra ou banco de horas, será o aumento do lucro da sua empresa.

Atualmente, infelizmente, um assunto recorrente é a crise econômica no Brasil e a quantidade de vagas formais fechadas no país. Muitas pessoas estão passando dificuldades e vendo seu poder aquisitivo decrescer em alta velocidade. Ter o próprio negócio irá lhe permitir passar pela crise um tanto mais calma e ainda, por que não gerar emprego.

Outro ponto favorável é que depois da crise, quando a oferta de vagas aumentar e os salários forem compatíveis com as exigências da vaga, caso você queira voltar para o outro lado, sendo empregado, terá em seu currículo uma época de desafios e não um espaço em branco. Terá em seus currículo um cargo e uma função de liderança, de sua própria empresa, que com certeza muito lhe ensinará tanto para a vida profissional quanto pessoal.

Por Vivian Schetini


A maior queda foi registrada no Centro-oeste, com 17,8% de retração

Recentemente o Sebrae de São Paulo divulgou uma pesquisa na qual as MPEs (Micro e Pequenas Empresas) no Grande ABC chegaram a ter uma retração de 10,6% em relação ao seu faturamento. Esse número foi comparado com o mesmo período de 2014.

De qualquer forma, em um cenário mais abrangente, o desempenho apresentado por essas empresas não chegou a ser tão péssimo quanto o apresentado pela média estadual que, neste caso, foi de 14,8% nas vendas.

Para se ter uma ideia do quão significativo é esse número, basta considerarmos que desde 2005 é a pior média histórica.

Letícia Aguiar, consultora do Sabrae/SP, ressalta que os resultados apresentados foram feitos com uma fraca base de comparação. Um exemplo é que no primeiro mês de 2014 as companhias que se enquadram nesse porte na região obtiveram uma alta de 2,2% em suas receitas. Em contrapartida, no estado, o crescimento apontado foi de 12,6%.

Cenário nacional na busca por crédito

O Indicador Serasa Experian também fez uma análise sobre as empresas. De acordo com os dados obtidos no mês de novembro de 2014, aquelas empresas que buscaram por crédito chegaram a um recuo de 10% se comparado com o mês anterior.

Nesse meio, diversos aspectos precisam ser considerados, segundo os economistas da Serasa Experian. Conforme as análises desses economistas – ainda nos últimos meses de 2014 – o mês de novembro teve uma menor quantidade de dias úteis, se comparado com o mês anterior.

Além disso, o aumento do custo do crédito, o dinamismo pouco atraente do mercado econômico, além da falta de confiança dos empresários, contribuíram de forma negativa na questão da procura de crédito pela empresas.

De qualquer maneira, o que de fato ficou evidenciado é de que a demanda empresarial por crédito no período apontado pela pesquisa recuou em todas as regiões do Brasil. O maior destaque fica por conta do Centro-Oeste, com uma queda de 17,8%. As menores retrações ficaram com o Norte e Nordeste.

Por Denisson Soares

Foto: divulgação


O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, cada vez mais exigências caem sobre os candidatos, e os salários ditam as regras das qualificações. Não esta fácil se manter bem nessa competição. Porém, mesmo que você esteja bem no mercado de trabalho sabe se está sendo bem remunerado? Já parou para pensar se sua função, suas responsabilidades estão de acordo com os salários praticados n mercado?

Desde 2013, a comunidade online Love Mondays, reúne experiências de pessoas anônimas, com relatos tantos de funcionários sobre seus empregadores e vice-versa. Aproveitando dessa estratégia começaram a traçar um perfil  sobre salários em cada categoria e em cada empresa. A co-fundadora e presidente da Love Mondays, Luciana Caletti, contou que a ideia é visualizar os salários em empresas específicas. Ela afirma que as pesquisas apontam os salários médios praticados de cargos com nível superior de escolaridade.  

No Brasil, a ferramenta avalia de forma anônima tudo que os funcionários de determinadas empresas pensam a respeito de seus salários e benefícios, prós e contras de cada contratante, e também o seu nível de satisfação como, por exemplo, oportunidades de trabalho, ambiente de trabalho, planos de carreira, qualidade de vida, benefícios, etc.

Para tais conclusões foram analisadas mais de 1.500 opiniões. Entre as empresas com maior número de avaliações o destaque fica com a IBM, a Accenture e a Riachuelo. De acordo com Luciana a ideia é tornar a Love Mondays uma fonte de informação para profissionais que estão querendo mudar o rumo de suas carreiras.

Os dados podem ser conferidos por todos, para isso basta fornecer os seus próprios dados, para alimentar o sistema com outras instituições e outros dados. Mas não se preocupem, as informações são fornecidas por todos sem necessidade de identificação.

Assim, o objetivo que é garantir a confiança e sigilo de dados, e ainda assim possam ser monitorados pela empresa, e seu conteúdo possa ser divulgado respeitando o perfil de cada tipo de profissional.

Por Vivian Schetini


O Cade conclui essa semana uma investigação de cinco anos sobre a formação de cartel no setor de cimento da indústria brasileira. Com o resultado da investigação, a Procuradoria do Cade recomenda a punição ao "cartel do cimento". Segundo o Cade, as seis maiores empresas do setor formaram ilegalmente um cartel para manipular os preços do cimento no Brasil. Com a operação eles teriam ganhado mais de R$ 6 bilhões entre 2002 e 2006.

Durante as buscas por provas da formação do cartel, foram encontradas informações decisivas nas sedes das empresas Itabira Agro Industrial (Grupo Nassau), Holcim, Votorantim Cimentos, Lafarge, Camargo Corrêa (InterCement), Cimpor e a Companhia de Cimento Itambé. As buscas tiveram participação da Polícia Federal e do Ministério da Fazenda.

Com a investigação do Cade concluída, o próximo passo é o veredicto do Conselho Deliberativo do órgão, que deve anunciar sua decisão até o início de 2013. O procurador público Luiz Augusto Lima, que faz parte do conselho do Cade, informou que apresentará seu parecer sobre o caso até o fim de outubro.

As sete maiores empresas do setor de cimento do país possuem uma participação de 90% no mercado. A empresa de cimentos Lafarge acabou sendo excluída do processo após pagar multa de R$ 43 milhões ao Cade, por meio de um acordo. A Cimpor também tentou fechar um acordo com Cade para ser excluída do processo, mas o órgão recusou a sua proposta.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Chegou a oportunidade de obter o investimento necessário para tirar do papel uma boa ideia de negócio. Trata-se da 2ª edição do desafio “Sua Ideia Vale um Milhão”, realizado pelo Buscapé Company.

O desafio consiste em um processo de seleção de projetos para empreendedores que desejam colocar em prática suas ideias e lançar produtos comercialmente viáveis. 

O Buscapé busca propostas voltadas, preferencialmente, para os setores de “Social Commerce” e/ou “Mobile Commerce”.

O candidato que tiver o seu projeto escolhido será premiado com um investimento de R$ 300 mil e a oportunidade de ter o Buscapé como sócio da empresa.

As propostas serão avaliadas pela comissão da empresa e não há limite de vencedores. Na edição passada, por exemplo, quatro startups chegaram até o fim.

As inscrições começam no dia 4 de junho e encerram no dia 30 de agosto. Para inscrever-se é necessário acessar o site www.suaideiavaleummilhao.com.br.

Clique aqui e acesse o regulamento.

Por Rafaela Fusieger


O Governo Federal está com planos de emprestar, até 2013, R$ 3 bilhões através do Crescer, programa do Governo Federal cujos recursos são administrados pelo Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.

Atualmente o Crescer presta serviço a empreendedores informais, microempreendedores e microempresas com faturamento de até R$ 120 mil por ano. Os valores para empréstimo variam entre R$ 100 e R$ 15.000, porém o dinheiro deve ser usado apenas como capital de giro ou para investimento na empresa.

Para quem tem interesse, é possível negociar os prazos de pagamento com as instituições financeiras que operam com esse tipo de linha de financiamento, os juros são de mais ou menos 8% ao ano. O lado bom do Crescer é sem dúvida o seu diferencial, pois o relacionamento dos empreendedores acontece direto com o banco e mesmo após receber o empréstimo o cliente continua recebendo instruções de qual a melhor maneira de utilizar o dinheiro.

Segundo Carlos Alberto Santos, diretor técnico do Sebrae, o empreendedor tem a ajuda para analisar, dentro de uma boa gestão financeira,  se o endividamento pode ser bom para os negócios, pois não há crédito que resolva os problemas da empresa se esta não possuir uma excelente gestão financeira.

Por Guilherme Marcon


Segundo dados divulgados pelo Sebrae, as micro e pequenas empresas de São Paulo devem fechar o ano de 2011 com um aumento de faturamento real da ordem de 3,5% em relação ao ano passado.

Se comparado com o mesmo período do ano anterior, o desempenho foi relativamente baixo. Estes índices já indicam algumas desacelerações que a economia nacional pode registrar em 2012. Já é previsto que os empresários, como um todo, terão uma redução nas vendas e no faturamento de suas empresas.

Para não ser pego de surpresa, o empresário deve estar preparado para momentos de baixas vendas, o que requer uma revisão no planejamento para manter a saúde financeira da empresa.

Luis Lobrigatti, consultor do Sebrae-SP, indica que um ótimo passo é começar o ano sem dívidas, evitando assim comprometer o caixa da empresa.

Outra dica dada por Lobrigatti é que os empresários procurem analisar se é possível reduzir custos. Um bom cálculo é reservar 80% do lucro da empresa para o pagamento de dívidas e poupar o restante para futuros investimentos ou situações de emergências.

Por último, o consultor orienta os empresários a estarem sempre bem informados e atualizados. Para isso, a realização de cursos para atualização profissional e para melhorar a gestão do seu negócio é essencial.

Por Natali Alencar


Levantamento erguido pela Serasa Experian mostra que a perspectiva do crédito às empresas arrefeceu 0,5% entre fevereiro e março de 2011, para 100,8 pontos, em outras palavras a sexta baixa mensal seguida do indicador. Deste modo, o ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, e as medidas de restrição ao crédito começaram a ser mais sentidas pelos empresários.

De acordo com a Serasa, o ambiente de desaceleração da economia, sobretudo no segundo semestre de 2011, deve exercer pressão sobre o crédito focado à atividade produtiva. Economistas da entidade preveem que a demanda das companhias por capital de giro propende a ser mais modesta.

Diferentemente do observado entre as empresas, o Indicador de Perspectiva do Crédito ao Consumidor apresentou estabilidade entre fevereiro e março após 11 baixas mensais seguidas, culminando em 99,6 pontos. Entretanto, o crédito ao consumidor deverá, no decorrer dos meses, manter o desenho de paulatina desaceleração.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um negócio nem sempre é bem sucedido. Sonhos e idealizações podem se transformar em cinzas caso um planejamento ocorra de forma irregular, além do próprio mercado de atuação de determinado empreendimento, que dita regras tanto explicáveis como inexplicáveis.

A crise financeira do biênio 2008 e 2009 expôs ao mundo o quanto o cenário internacional pode afetar o sucesso de negócios. Entretanto, como para o Brasil os principais efeitos do colapso são praticamente situações do passado, cabe enumerar, aqui, alguns dados da atualidade.

O Indicador de Inadimplência das Empresas divulgado pela Serasa Experian ilustra elevação de 1,5% na inadimplência das empresas entre janeiro e março de 2001. Considerando-se apenas o mês passado, a instituição registra baixa de 0,6% no confronto anual e salto de 16,3% na base comparativa mensal.

Os economistas da Serasa creditam ao resultado o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, além da valorização do real e a paulatina recuperação mundial como motivadoras sobre os caixas das empresas (por isso o aumento de 1,5% da inadimplência). Mesmo em meio a esse conjunto de fatores, a atividade econômica no país tem segurado com unhas e dentes a configuração de um cenário pior.

A inadimplência nas micros e pequenas empresas subiu 1,7% entre fevereiro e março, taxa superior à registrada nas médias empresas, que descreveram recuo de 3,0%. Nas grandes empresas o índice ascendeu 1,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Empresário confiante é sinônimo de investimentos, aumento da mão de obra e lançamentos de produtos ou serviços pelo país e, dependendo da atuação, pelo mundo afora. Se a descrição é oposta, começam haver preocupações. Por isso, medidas devem ser adotadas caso a queda desse tal otimismo comece a ficar ampla.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Indústria (ICC) apresentou estabilidade em março, ao decair de 112,5 para 112,4 pontos, já com dados sazonalmente ajustados. Embora a queda seja inexpressiva, é a terceira vez seguida, em termos mensais, que isso ocorre.

A FGV aponta que após esse baque no ICC, este é o nível mais baixo constatado desde novembro de 2009, ocasião em que 109,6 pontos foram registrados.

O Índice da Situação Atual (ISA) avançou 0,8% entre fevereiro e março, para 113,0 pontos. O Índice de Expectativas (IE), porém, decresceu 1%, para 111,7 pontos, o patamar mais ameno desde novembro do ano passado. O ISA, por sinal, conseguiu crescimento significativo em função do nível de satisfação da indústria com o ambiente dos negócios.

O levantamento da FGV também indica que as perspectivas do setor são menos otimistas se delimitada a produção para os próximos três meses, uma vez que o indicador recuou para 128,5 pontos.

Deve haver um temor, atualmente, quanto aos números futuros da economia brasileira. Os especialistas vêm alertando para o alto consumo, mesmo após a adoção de medidas dirigida pelo Banco Central (BC). Por consequência, o empresário se sente impelido a ter mais cautela.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV


Um novo empreendimento gera, invariavelmente, dúvidas na cabeça daquele ou daqueles que o idealizam. A incerteza entre algo que venha a se concretizar e oferecer bons frutos e o pessimismo sobre alguma derrocada é apenas um dos questionamentos. De todo jeito, várias são as entidades prontas a atender toda e qualquer necessidade dos empresários de primeira viagem.

No ano passado, 1.370.464 empresas foram estabelecidas no Brasil, salto de mais de 100% em comparação às 680.881 concebidas em 2009. Essa alta não significa apenas o bom ambiente econômico do país, mas também as ações realizadas pelo Programa Empreendedor Individual, que em 2010 foi responsável por mais de 752 mil formalizações, praticamente 55% de todo o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) registrado no período.

Na concepção de Luiz Barreto, presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), esses resultados indicam que aos poucos os brasileiros têm adquirido conhecimentos sobre as vantagens de seguirem pelo caminho da formalização. A economia brasileira, nos últimos anos, foi importante fator para esse aumento.

O Empreendedor Individual abrange vários segmentos de atuação. Eis uma ferramenta importante para quem já tem um negócio informal ou àqueles que almejam criar sua própria empresa. Seguir orientações profissionais, de longa data, é diminuir o árduo caminho do empreendedorismo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae


Uma medida a ser adotada, ainda em processo de definições, poderá afetar as atividades de várias empresas brasileiras para além das fronteiras. A União Europeia (UE) almeja ostentar uma lei que comportará a eliminação de companhias do Brasil de licitações públicas no continente europeu, em resposta a iniciativas apreciadas protecionistas. Além da nação gerida por Luiz Inácio Lula da Silva, outras fazem parte da ideia.

Segundo reportagem apregoada pelo Estadão, a medida faz parte da tática de comércio exterior lançada recentemente pela UE para a próxima década, pois os europeus acreditam estarem perdendo campo internacional, tanto que para combater essa tendência, a União Europeia está disposta a enfrentar os obstáculos conferidos por Brasil, Rússia, Índia e China (BRICs), além de outros emergentes.

No total são seis os países inclusos nas pretensões do bloco. Além do já citado BRIC, figuram também Japão e Estados Unidos. A abrangência do Brasil assinala que a nação precisa alargar, abrir seu mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Incubadora Raiar da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) abre, a partir da próxima quinta-feira, dia 09, inscrições para jovens que desejam apoio para desenvolver seus projetos de negócios.

Serão oferecidas sete vagas, que serão voltadas a empresas nascentes que se focam na produção de produtos e prestação de serviços, são oferecidas também pela Raiar assessoria para elaboração do plano de negócios.

Os candidatos devem entregar de 9 de setembro a 8 de outubro , seu plano de negócio em duas vias, uma impressa e uma por meio eletrônico, além de currículo dos empreendedores, ficha de inscrição, CPF e RG (cópias dos mesmos) dos sócios, conforme postado no documento do site www.pucrs.br/raiar.

Para a elaboração do plano de negócios o atendimento funciona ás quartas-feiras, durante à tarde, de acordo com o agendamento proposto.

Informações pelo telefone (51) 3320-3673 ou raiar@pucrs.br.

Por R.D.


Contando com parceiros como a Endeavor, Vivo Empresas, Staples, Blackberry, Walmart e Dicico, o Visa empresarial chega ao mercado corporativo como um cartão que disponibiliza linhas de crédito, assim como capital de giro para as empresas interessadas.

Com o Visa Empresarial, e única e exclusivamente com ele, é possível fazer parte do Clube de Negócios Visa Empresarial que proporciona conteúdo com exclusivadade como dicas e ferramentas necessárias para gerir e gerenciar seus negócios, painel de negócios, rede de empreendedores, dicas e outras histórias de sucesso.

Para participar do programa e do clube acesse o site da VISA  e desfrute do melhor para sua empresa.

Por Teresa Almeida


As empresas brasileiras têm acreditado no potencial do Brasil, em termos particulares a cada setor, e da própria população tupiniquim. O crescimento percebido nos últimos meses é reflexo de iniciativas do governo federal, tanto no sentido quantitativo como no qualitativo. A propagação de ideologias, portanto, foram peças fundamentais para a nação ter gerido com certa facilidade medidas de estímulo, tanto que no primeiro trimestre deste ano o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou elevação ante os três meses anteriores.

Embora exista aguardada queda no aquecimento da atividade varejista e outros segmentos, o número de companhias nacionais na busca por crédito ascendeu 0,5% no mês passado em comparação a junho depois de travar 90 dias seguidos de arrefecimento. O diagnóstico, emitido pela Serasa Experian, avaliou, também, que em confronto a julho de 2009, um recuo de quase 2% fora assinalado.

Mesmo assim, no acumulado anual até julho, existe aumento na demanda em 7,7% ante o período igual do ano passado. Economistas da entidade, de acordo com o portal de Economia Terra, avaliam o poder de reação visto em julho como fator sinalizador da retomada do desenvolvimento econômico no país, embora mais ameno daquele registrado no início deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Começou a valer na última quarta-feira  uma lei que obriga os comércios e empresas que prestam serviços de todo o Brasil a ter um exemplar do Código de Defesa do Consumidor nos estabelecimentos, para que os clientes possam consultá-lo quando necessário.

De acordo com a lei, sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, o estabelecimento que descumprir o requisito e não manter um exemplar no Código de Defesa do Consumidor poderá receber uma multa de até R$ 1.064,10.

O Código de Defesa do Consumidor traz informações a respeito dos direitos dos consumidores em relação ao setor de varejo e serviços. Em 2010, o CDC, como é conhecido, completa 20 anos de vigência no Brasil.

Por Luana Neves





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