Pesquisa revelou que no e-commerce brasileiro a média de descontos em compras à vista é de 8%.

Sobre o e-commerce? Ele veio para ficar. Atualmente o varejo apresenta uma queda crescente nas vendas, enquanto isso, o e-commerce mostra um ótimo crescimento. Quem afirma a informação é a Sieve – empresa de inteligência de preços. Para obter o detalhe, o estudo da Sieve foi realizado no mês de agosto, com 305 mil URLs.

Além disso, a empresa analisou mais de 53 mil produtos, em 22 departamentos e analisou mais de 1.500 marcas. O resultado? Segundo a pesquisa, em média, 8% é o desconto que o e-commerce brasileiro oferece nas compras à vista.

De acordo com as informações da Sieve, o desconto pode chegar até a 10%, atingindo principalmente os departamentos de Esporte e Lazer e Câmeras e Filmadoras. Ainda com o levantamento, o setor que atinge o menor desconto é o setor de Cama, Mesa e Banho, apresentando aos brasileiros um desconto de apenas 2%.

O levantamento ainda mostrou a diferença de preços entre o varejo e o e-commerce, que, segundo os dados da pesquisa, a média de preço por item no e-commerce é de R$ 354, enquanto no varejo o valor é de R$ 376,55 – valores atingidos no primeiro semestre deste ano.

Mesmo com a média, é possível notar preço superior em nove departamentos, onde os maiores preços são detectados em setores de produtos de compra mais longa, como telefonia celular, eletrodomésticos e eletrônicos. Já os departamentos de perfumaria, livros e petshop são os que proporcionam preços mais baixos.

Detalhes dos preços nos setores de produtos:

– Eletrodomésticos (R$ 1.537);

– Eletrônicos (R$ 1.228);

– Telefonia Celular (R$ 584);

– Livros (R$ 51);

– Petshop (R$ 92);

– Perfumaria (R$ 148).

Ainda com detalhes do estudo, o mesmo apresenta a categoria com maior e com menor disponibilidade de produtos, juntas ocupam 83% dos produtos nos sites brasileiros. Na categoria com maior disponibilidade de produtos, o estoque de Livros chega a 96%. As Ferramentas ocupam 64%, categoria que possui a menor disponibilidade.

Por Flavinha Santos

Compras no e-commerce


Uma das maiores novidades de 2014 é que o brasileiro poderá abrir seu tão sonhado próprio negócio.

A internet tem contribuído muito com empreendedores de diversas áreas, principalmente da área de vendas, e tem atraído milhares de expectadores para este meio, tanto empreendedores como consumidores. Isso se dá pelo fato da expansão do e-commerce, além da ampliação de tecnologias inovadoras que facilitam consumidores online.

Se você quer se tornar um empreendedor de sucesso na internet, atente-se as dicas a seguir:

  • Primeiramente, analise bem o mercado e o público alvo que quer atingir com seu produto. Deixe muito claro todas as informações a respeito do produto que você está vendendo e sobre os dados de entrega dele.
  • Crie uma loja online com uma página objetiva e fácil de ser navegada pelos consumidores.
  • Facilite sempre a comunicação com seus clientes, procure sempre colocar seus dados para eles tirarem dúvidas.
  • Busque sempre as melhores formas de pagamento e as melhores entregas para seus produtos. Clientes gostam de praticidade.
  • Procure divulgar as novidades de seus produtos na página de sua loja.
  • Planeje sempre. Planejamento é a chave do negócio.
  • Inove em seus produtos, pois quanto mais exclusivo ele for, mais chances ele terá de conquistar um público alvo.
  • Prepare um tempinho do seu dia-a-dia para pensar sobre ideias novas e se dedique exclusivamente para sua loja.
  • Escolha plataformas de criação de lojas virtuais que sejam fácil de manusear e que ofereceram diversas ferramentas para isso, assim você otimizará seu tempo.
  • Promova o marketing de sua loja, crie uma marca, envie e-mails para seus amigos e parentes para promover sua loja, crie um blog com temas atrativos e faça uma página nas redes sociais para que as pessoas possam ter mais acessos e visibilidade de seus produtos.
  • Tenha coragem e planejamento sempre, pois são fundamentais para se ter sucesso em um negócio próprio. Melhor agora do que nunca!  Não perca mais tempo e comece seu negócio próprio, com o tempo você vai aprendendo com ele e vai se ajustando de acordo com o mercado.

Por Daniela Almeida da Silva


O especialista em marketing digital, Conrado Adolpho, criou a ferramenta “I Jumper” para empreender na web e ter lucro. Recentemente, Conrado lançou o livro “I Jumper – O Novo Empreendedor da Economia Digital”, que é disponibilizado gratuitamente na internet através do site www.ijumper.com.br, basta fazer o cadastro e baixar o e-book.

Você já ouviu falar nessa ferramenta? É na verdade, um conjunto de estratégias e técnicas para que o empreendedor, além de desenvolver um produto interessante, também consiga vendê-lo na internet. A primeira e mais importante técnica é o engajamento de pessoas. Depois de definido seu público-alvo e seu nicho de mercado, você que é empreendedor precisa conversar com seus possíveis futuros clientes para entender qual a real necessidade deles. Isso vai te ajudar a desenvolver um produto personalizado para esse público. 

Depois, vem a propaganda, que é a alma do negócio. Mas os anúncios e comerciais devem ser criados para atrair as pessoas, e não para vender os produtos. Se não, o internauta se sentirá "invadido" e rejeitará as informações que você oferece. Outra técnica é a de construção de uma reputação da empresa ou do produto que você está tentando vender. É um processo longo, que não acontece de um dia para o outro.

Segundo o especialista, criar um produto online é mais simples e barato porque não envolve custos de distribuição, estoque e logística de entrega. Com cliques, o produto é vendido. Outra vantagem é que você consegue empreender no seu tempo livre e criar seu negócio aos poucos.

Com a ferramenta, administrar o negócio também é uma tarefa fácil, garante Conrado, que defende ainda que os empreendedores podem criar conteúdo para ser vendido por tempo indeterminado na internet, ou seja, o empreendedor “gasta” tempo uma única vez para gerar o conteúdo digital e colhe os frutos das vendas indeterminadamente. Mora aí o segredo do sucesso e dos lucros que você pode obter com um negócio online!

Para garantir maior segurança e diversão ao conduzir, a Audi recalibrou a suspensão e adotou uma suspensão traseira independente por quatro braços, ao invés do eixo de torção usado no A1 convencional.

Dicas.


O especialista em marketing digital, Conrado Adolpho, criou a ferramenta “I Jumper” para empreender na web e ter lucro. Recentemente, Conrado lançou o livro “I Jumper – O Novo Empreendedor da Economia Digital”, que é disponibilizado gratuitamente na internet através do site www.ijumper.com.br, basta fazer o cadastro e baixar o e-book.

Você já ouviu falar nessa ferramenta? É na verdade, um conjunto de estratégias e técnicas para que o empreendedor, além de desenvolver um produto interessante, também consiga vendê-lo na internet. A primeira e mais importante técnica é o engajamento de pessoas. Depois de definido seu público-alvo e seu nicho de mercado, você que é empreendedor precisa conversar com seus possíveis futuros clientes para entender qual a real necessidade deles. Isso vai te ajudar a desenvolver um produto personalizado para esse público.  

Depois, vem a propaganda, que é a alma do negócio. Mas os anúncios e comerciais devem ser criados para atrair as pessoas, e não para vender os produtos. Se não, o internauta se sentirá "invadido" e rejeitará as informações que você oferece. Outra técnica é a de construção de uma reputação da empresa ou do produto que você está tentando vender. É um processo longo, que não acontece de um dia para o outro.

Segundo o especialista, criar um produto online é mais simples e barato porque não envolve custos de distribuição, estoque e logística de entrega. Com cliques, o produto é vendido. Outra vantagem é que você consegue empreender no seu tempo livre e criar seu negócio aos poucos. Com a ferramenta, administrar o negócio também é uma tarefa fácil, garante Conrado, que defende ainda que os empreendedores podem criar conteúdo para ser vendido por tempo indeterminado na internet, ou seja, o empreendedor “gasta” tempo uma única vez para gerar o conteúdo digital e colhe os frutos das vendas indeterminadamente. Mora aí o segredo do sucesso e dos lucros que você pode obter com um negócio online!

Por Nathália Sartorato


Os produtos do comércio eletrônico apresentaram uma deflação de 0,64% em média no mês de outubro de 2012. Os dados são do índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, em parceria com o site Buscapé. O estudo aponta que em 21 meses os preços no setor de comércio eletrônico estão com uma tendência deflacionária. Somente em agosto de 2011 e em janeiro de 2012 houve alta de preços.

A pesquisa valeu-se de 151 categorias de produtos divididos em 10 grupos. Por categoria, a porcentagem de variação de preços aponta que 73 delas tiveram uma deflação de1,47% e 78 uma inflação de 0,79% no mês de outubro. Já por grupos dentre os dez, oito registraram caida de preços nesse mês. As categorias que apresentaram as maiores quedas foram a de Fotografia, com variação negativa de 2,39%, Eletrônicos com menos 1,62%, e a Telefonia com menos 1,58%.

Em comparação com outubro de 2011, a queda é ainda mais expressiva. O índice apresenta uma deflação de 8,92%. Sendo que nove dos dez grupos tiveram redução de preços. Na mesma base de comparação das 151 categorias, 113 delas tiveram uma deflação, em média, de 9,92%.

As demais categorias tiveram uma variação positiva de 2,09%. Novamente as categorias de Fotografia e Telefonia apresentaram forte deflação, respectivamente de menos 13,07% e menos1,98%.

Por Matheus Camargo


O Brasil está entre os países mais conectados do mundo, ocupa a 5ª posição em um ranking de 20 países, perdendo apenas para ao Japão, Índia, Estados Unidos e China.

De acordo com um estudo realizado pelo Partido dos Trabalhadores, o Brasil já possui 75,9 milhões de pessoas que acessam a internet regularmente. O PT levou em consideração os dados fornecidos pelo e-bit, empresa especializada em monitorar os sites de comércio eletrônico.

De acordo com a consultoria, as lojas que atuam no ambiente virtual movimentaram R$ 540 milhões no ano de 2001 e em 2011 esse valor subiu para R$ 18,7 bilhões, esses valores não levam em consideração as vendas de passagens aéreas e de automóveis, e nem os portais que trabalham com leilões online.

Nas compras referentes ao natal de 2011, o faturamento dessas lojas foi de R$ 2,6 bilhões, um aumento de 18% quando comparado ao ano anterior, sendo que os produtos mais procurados pelos compradores são eletrodomésticos, equipamentos de informática, produtos de beleza, moda e acessórios.

Essas informações serão levadas em consideração pelos senadores na hora de estudar a melhor maneira de distribuir os recursos provenientes do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), nas compras realizadas via internet, para os diversos estados da federação.

Por Joyce Silva


Recentemente a plataforma para sites Vtex fez uma pesquisa com seus clientes para analisar o crescimento do número de acessos aos sites de e-commerce via dispositivos móveis. A empresa está presente em 150 países e é base para sites como Polishop, Daslu, Walmart, Nokia e Trip Linhas Aéreas.

O resultado da pesquisa mostrou que os dispositivos móveis (tablets, celulares e smartphones) são responsáveis por uma porcentagem entre 10% e 15% do número de acessos aos sites de comércio eletrônico no Brasil.

De acordo com Geraldo Thomaz, CEO da Vtex, até dezembro deste ano os dispositivos móveis representarão 20% dos acessos aos sites de clientes da sua plataforma. E, conforme ele, esse número não é devido apenas ao grande número de smartphones no mercado, mas também ao fato de aumentar o número de novos projetos para sites em versão mobile.

Com certeza isso nos mostra que o mercado mobile vem crescendo constantemente e não pode passar despercebido.

Por Guilherme Marcon


Essa semana a consultoria ComScore apresentou a pesquisa "2012 Brazil Digital Future in Focus", que traçou um panorama do uso da internet no país.

De acordo com o estudo, os consumidores do Brasil estão comprando mais pela internet. O aumento foi de 30% em 2011, quando comparado ao ano anterior. Esse crescimento seguiu uma tendência mundial, porém os brasileiros ainda gastam menos tempo em sites de e-commerce que os internautas de outros países. 

Outro ponto abordado pela pesquisa foi com relação às categorias dos sites. Entre os portais analisados, os sites que comparam preços estão entre os mais procurados pelas pessoas que estão dispostas a fazer alguma compra pela internet. A pesquisa apontou que um a cada três consumidores usou esses sites antes de realizar uma compra no ano passado. Em dezembro de 2011, foram realizadas quase 7 milhões de pesquisas nesses portais, o que representa um aumento de 37% quando comparado ao mesmo período de 2010.

Entre os sites mais visitados pelos internautas do Brasil, estão os blogs e os portais de entretenimento, sendo que os especializados em viagens não ocupam uma posição de destaque.

Outra característica dos usuários de internet no Brasil é a crescente procura por sites de notícias.

Por Joyce Silva


Quem está acostumado a comprar pela internet deve saber que está contribuindo para o crescimento do comércio online, principalmente relacionado ao próprio território brasileiro.

Por falar em números, estudos indicam que no ano passado as vendas pela internet movimentaram exatos R$ 18,7 bilhões, com crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a e-bit, empresa especializada em informações sobre o comércio virtual. A meta principal das empresas virtuais para este ano é lucrar 25% a mais do que os valores já indicados.

De acordo com a pesquisa, 32 milhões de consumidores fecharam negócios nos sites de comércio eletrônico cadastrados na empresa. A maioria dos sites são de compras coletivas, que fornecem promoções diversas pela web e movimentam grande parte do comércio online. Em 2010, os números correspondiam a 23 milhões.

A maior surpresa revelada pela pesquisa é que os maiores consumidores de produtos pela web são da classe C. O ranking das mercadorias mais vendidas foi mudando de ano para ano, até que os registros feitos para chegar a tais resultados pudessem ser comprovados.

Fonte: Brasil 247

Por Jéssica Monteiro


Uma recente pesquisa divulgada pela empresa eMarketer apontou um crescimento de 21,9% no segmento de compras feitas pela internet no Brasil, esse percentual representa efetivamente um acréscimo de US$ 19 bilhões se comparado ao ano de 2011.

Ainda segundo o estudo, em 2013 o país poderá ser o responsável por mais da metade das transações online na América Latina.

A explicação para esse bom momento do mercado de e-commerce é o crescimento da economia brasileira.

Apesar dos dados positivos, uma das preocupações do mercado é com relação à chegada de empresas internacionais, porém especialistas apontam que esses investimentos serão vantajosos para o comércio eletrônico no Brasil.

Segundo profissionais de e-commerce, as empresas que pretendem fazer parte do segmento precisam ficar atentas a alguns pontos importantes, como por exemplo, a satisfação do cliente final, esse ainda é um dos maiores motivos de reclamação dos consumidores.

Outro ponto é com relação à segurança desse tipo de site, como essas transações exigem que os usuários informem dados, é importante que o empresário tenha uma loja segura e sem riscos de vazamento de dados.

Por Joyce Silva





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