Queda identificada foi de 47%. De janeiro a setembro deste ano, os brasileiros gastaram em viagens ao exterior 14,1 bilhões de dólares.

Diante da crise política e financeira que o País enfrenta e com o valor exorbitante do dólar, que inclusive fechou sua cotação no dia 23 de outubro de 2015 em R$ 3,89, os gastos dos brasileiros diminuíram também nas compras realizadas no exterior.

Os gastos caíram, pois com a nossa moeda desvalorizada, o valor da passagem para viajar para fora aumentou, o valor dos hotéis ficou elevado, o valor da comida subiu, o valor do transporte cresceu, dentre outros gastos necessários em uma viagem.

Com os dados coletados e publicados pelo Banco Central foi possível verificar que houve queda na quantidade de dinheiro desembolsado pelo turista brasileiro para compra em outros países. No mês de setembro o valor gasto pelos brasileiros perfaz um montante de 1,26 bilhão de dólares. Foi identificada uma diminuição de 47%, se comparado com o mesmo período do ano passado, quando esse valor totalizou 2,38 bilhões de dólares.

Ainda, foi constatado que durante os primeiros nove meses do ano corrente houve uma grande queda também e essa porcentagem foi de 27,7%, ou seja, nas viagens internacionais os cidadãos do Brasil despenderam 14,1 bilhões de dólares e no último ano esse valor foi de 19,57 bilhões de dólares. Isso demonstra que o poder aquisitivo do brasileiro está reduzindo significativamente frente às dificuldades que o País encara.

Mesmo com a desvalorização do real, os gastos dos gringos aqui no Brasil também caiu 0,1%. O valor deixado pelos estrangeiros no País no último mês foi de 486 milhões de dólares. Se compararmos o valor que gastamos fora e o valor que os visitantes gastam aqui podemos perceber uma diferença de 744 milhões de dólares. Isso representa uma diminuição de 59,1% diante da mesma época do ano de 2014. A quantia deixada pelos estrangeiros até o mês de setembro foi de 4,33 bilhões de dólares.

Por Paula Barretto Guerra

Dólar


Com a alta do dólar, os brasileiros estão gastando menos no exterior. Queda registrada no mês de agosto ficou em torno de 46,2%.

É sabido que estamos em uma enorme crise política no Brasil, face às séries de acontecimentos que abalaram a credibilidade e a confiança de investidores internacionais em nosso País.

Os reflexos da crise econômica que estamos passando têm afetado todos os brasileiros, independente da classe social que pertence. Um dos aspectos que tem contribuído para esse problema é a disparada no preço do dólar. Com essa alta, a moeda americana nos últimos dias vem alcançando patamares estrondosos, chegando a fechar nas bolsas de valores acima dos R$ 4,00. Esses valores estão deixando os brasileiros bastante assustados, pois é considerado um dos mais altos já registrados pelas bolsas de valores nos últimos anos. Só para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2015, o dólar obteve alta de, aproximadamente, 36,42%.

Segundo dados do próprio Banco Central, divulgados na última terça, dia 22, a redução nos gastos, representou só no mês de agosto, uma queda em torno de 46,2%. Com essa alta crescente da moeda americana, os brasileiros estão muito receosos quanto a gastos que realizam fora do Brasil.

Vale registrar ainda que essa redução de gastos no exterior pelos brasileiros, ocorre em um período crítico, pois as consequências da alta no preço do dólar geram reflexos em cascata nos preços de diversos produtos como: alta nos preços/custos de produtos importados, nas viagens internacionais, nas passagens aéreas, diárias em hotéis e ainda, o pior de todos, que é a alta dos juros no uso dos cartões de crédito bem como de débito quando usados no exterior.

Ressalta-se que esse momento é propício para aqueles que querem ganhar um dinheirinho extra, usando do momento para investir na compra e venda de dólares.

Concluindo, antes de sair por aí gastando, faça uma consulta quanto à cotação da moeda, para verificar se é viável ou não, pois as consequências serão elevadas.

Fique atento!

Por Valter Falinácio

Gastos no exterior

Foto: Divulgação


Com o rebaixamento da nota do Brasil, o dólar disparou e atingiu o valor de R$ 4,35.

Um acontecimento negativo e que trouxe diversos impactos indesejados para a economia brasileira foi o rebaixamento da nota brasileira pela Standard & Poor’s. dentre as principais consequência tivemos a grande alta do dólar que ultrapassou o patamar de R$ 4,00 ao bater R$ 4,35. Portanto, esse é um impacto forte no câmbio e que acaba prejudicando diversos setores de nossa economia.

Vale ressaltar que as consequências do rebaixamento da nota brasileira, o que acabou retirando o selo de bom pagador do Brasil, foram imediatas. Portanto, o Governo Federal logo foi em busca de alternativas para conter a alta do dólar. Uma das primeiras medidas em repostas a alta da moeda norte-americana foi o leilão de US$ 1,5 bilhão de linhas de crédito por parte do Banco Central.

Apesar da medida destacada acima, os impactos do aumento do dólar não cessaram. Para se ter uma ideia, o dólar que é vendido aos turistas, ou seja, aquele que engloba tanto o valor da taxa de câmbio à vista como as taxas e margem de lucro de corretoras, alcançou alta de 3% em relação ao valor da semanada retrasada.

Levando em consideração o valor em espécie, às 11h da quinta-feira, 10 de setembro, o valor do dólar chegou a variar entre R$ 4,05 e R$ 4,10 quando as contas foram feitas com a alíquota de 0,38% do Imposto sobre Operações Financeiras. Porém, o resultado foi ainda maior quando o assunto é o cartão pré-pago, haja vista a tributação de nada menos que 6,38%. Nessa categoria o dólar chegou a variar entre R$ 4,25 e R$ 4,35.

Apesar do grande aumento no valor do dólar, as corretoras também acabaram enfrentando problemas. O grande motivo para isso está relacionado à queda na procura do dólar que soma 30%. Com isso, as corretoras buscam oferecer descontos tanto na cotação, bem como a serviços oferecidos aos clientes.

Por Bruno Henrique

Dólar


Para analistas é só questão de tempo para o dólar chegar a R$ 4,50 no Brasil.

As redes sociais gostam muito de fazer brincadeiras com a fatídica crise brasileira que assola o Brasil. Uma dessas brincadeiras é que o Brasil quer se tornar tão chique a ponto de colocar o dólar no mesmo patamar do euro. No entanto, com brincadeiras à parte, especialistas afirmam que nunca se chegou tão perto de apenas U$$ 1 chegar a equivaler R$ 4, algo até então nunca visto na economia do Brasil desde que o plano real foi criado, em fevereiro de 1994.  

Quem opina sobre isso são especialistas em economia e mercado financeiro, que vivem nos Estados Unidos, mas sempre estão observando o sobe e desce quando o assunto é comparar o real com o dólar. Por exemplo, na opinião com um leve toque de otimismo do estrategista cambial, Christian Lawrence, o Brasil vai experimentar uma sensível melhora em seu câmbio, mas, tão curta, que logo o dólar será elevado para o custo de R$ 4. A explicação para isso está na iminência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy deixar o cargo. As especulações não param. De acordo com Win Thin, chefe global de estratégia de mercados emergentes, o dólar pode chegar a R$ 4,50. Como pode isso? Você se pergunta. E o especialista responde que bastam as notícias de que a economia brasileira está um trem desgovernado para que isso ocorra.

Quer outra informação assustadora? O dólar a R$ 4,50 pode ser uma questão só de meses para ser uma realidade.  

Ainda tendo de amargar o rebaixamento como um país pouco confiável para se fazer negócios, o Brasil encontra-se na corda bamba entre agradar os investidores estrangeiros – fazendo investimentos de logísticas e estruturais para isso – ou seguir aos trancos e barrancos investindo no social, na saúde e educação, o que tem assimilado tão poucos recursos para tal que justifica a baixa popularidade da presidenta Dilma Rousseff.  

Somente os próximos meses irão apresentar a cotação do dólar. Numa economia mundialmente integrada, onde tudo muda de forma constante, seria precipitado cravar um valor exato sobre a cotação do dólar. O que resta é torcer e esperar para que a moeda recue. Agora, o que o cidadão comum tem a ver com isso? Simplesmente tudo. Afinal, o trigo (matéria-prima do pão de cada dia) é comprado em dólar. Está explicada agora a razão dele está cada vez mais difícil de ser encontrado à mesa? 

Por Michelle de Oliveira

Dólar e Real


A última quarta-feira foi marcada pelo disparo do preço do dólar comercial, deixando mais apertado o orçamento de quem pretende viajar ao exterior ou comprará a moeda para armazenar em casa. Em São Paulo, nas casas de câmbio, o dólar foi cotado próximo de R$ 3,40. A variação vai de R$ 3,14 (em dinheiro vivo) a R$ 3,35 (no cartão pré-pago), esses valores já incluem o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Vale lembrar que o valor para turistas é sempre mais elevado do que o preço informado no câmbio comercial.

Confira algumas das cotações:

Na Treviso Corretora, em dinheiro o dólar estava R$ 3,17, e R$ R$ 3,28 no cartão pré-pago; na Fair Corretora o valor era de R$ 3,14 em dinheiro, e R$ 3,32 no cartão pré-pago; e na Confidence o dólar estava R$ 3,18 em dinheiro e R$ 3,35 no cartão.

Se você já está com viagem agendada para o exterior em breve, especialistas orientam que é preciso comprar o dólar agora para garantir que você não pague um valor ainda mais alto. Porém, se a programação possui um tempo maior, orienta-se a comprar o dólar aos poucos, dessa forma será possível obter um preço médio.

Você sabe por que os valores são maiores?

Comumente na imprensa o valor do dólar divulgado é o comercial, o qual possui cotação menor do que o comercializado nas casas de câmbio.

O dólar comercial está presente nas movimentações financeiras realizadas pelo governo no exterior, em empréstimos de brasileiros que residem fora do Brasil e também para uso de grandes empresas em movimentações de exportação e importação de mercadorias.

Para as pessoas comuns, o dólar é vendido apenas nas casas de câmbio e seu preço é maior. Comumente, ele é comercializado para pequenos compradores que pretendem utilizá-lo em viagens, na conversão dos débitos realizados em moeda estrangeira no cartão de crédito e também na compra de passagens aéreas. 

Por Rafaela Fusieger

D?lar


A economia brasileira está em queda, ou seja, o ano de 2015 deve ser ainda pior que 2014. Além da expectativa de um “crescimento” próximo ou igual à zero do PIB, recentemente uma pesquisa realizada pela Focus informou que o valor do dólar deve subir ainda mais até o final este ano.

A divulgação do boletim oficial da pesquisa aconteceu na quarta-feira, 18 de fevereiro. Com isso, é especulado que a moeda norte-americana chegue a casa de R$ 2,90 até o final de 2015.

Vale ressaltar que esse aumento na expectativa para o valor do dólar até o final de 2015 pegou muita gente de surpresa. É importante destacar também que até à última pesquisa, a expectativa de aumento era para R$ 2,80. Além disso, para o ano de 2016 também foi registrado um possível aumento no valor da moeda estadunidense, sendo assim, o valor passou de R$ 2,90 para R$ 2,93 (há quatro semanas o valor para 2016 era de R$ 2,85).

Outro detalhe muito importante quanto a esta pesquisa realizada pelo Boletim Focus, é justamente quanto às mudanças que ocorreram no câmbio. Sendo assim, as previsões para 2015 saltaram de R$ 2,73 para R$ 2,81. Já o ano de 2016 também deve ter aumento no câmbio, haja vista a pesquisa registrar uma expectativa de subida de R$ 2,82 para R$ 2,84.

Apesar da expectativa do aumento no valor do dólar, a previsão em si não obteve grandes impactos nas projeções para as contas externas. Dessa forma, a atual expectativa que é de um déficit de US$ 78 bilhões se manteve. Já em relação ao ano de 2016, houve sim um pequeno aumento na atual projeção que passou de US$ 69 bilhões para US$ 69,25 bilhões.

Outra previsão que não sofreu alterações foi o Investimento Estrangeiro Direto, o IED. Segundo a pesquisa Focus o valor deve permanecer em US$ 60 bilhões para os anos de 2015 e 2016.

Além disso, outro dado muito importante também foi divulgado: a dívida líquida do setor público em relação ao PIB. Segundo a pesquisa, essa dívida sofreu um aumento de 37,20% para 38% em relação à última expectativa. Já o ano de 2016 registrou um aumento de dívida de 37,80% para 38,55%.

Por Bruno Henrique

Foto: divulgação


Na última sexta-feira, 13 de fevereiro, foi divulgada pela Agência Efe uma nota na qual consta que os alimentos podem ter seus preços modificados severamente pela alta do Dólar no Brasil. Desde o ano de 2004 não era registrado um valor tão alto da moeda americana. Os alimentos que mais serão impactados nestas alterações do Dólar são legumes, verduras e hortaliças, devido às mudanças de preço dos insumos que são utilizados para a sua produção.

Na sexta, o dólar fechou em R$ 2,834 para venda, esta taxa poderá alterar o valor dos insumos de produção e, consequentemente, espelhar-se no valor dos produtos finais. Essa taxa de câmbio comercial, incentiva à importação de elementos que são usados na produção dos vegetais.

Conforme as informações cedidas pelo Vice-Presidente do Banco Indusval & Partners (BI&P), André Mesquita, os produtos que receberão maior impacto devido às alterações do dólar são verduras, hortaliças e legumes, estes são os que sentirão mais impacto em seus preços. Já alguns commodities como soja, milho, café e também açúcar não serão tão afetados e ainda serão os responsáveis por equilibrar os gastos com os insumos para produzir os outros produtos já que estes são exportados para o exterior. Ainda sobre este assunto André Mesquita afirma que o aumento do dólar é interessante para determinados produtores exportadores e sobre o repasse dos valores que sempre é o consumidor final quem arca com as oscilações.

Por mais que as perspectivas para certos setores possam até parecer positivas, outros não estão sendo beneficiados e encontrarão dias difíceis se tiverem que alterar em muito os seus preços. 

Segundo José Augusto Castro, atual Presidente da Associação de Comércio Exterior no Brasil, a desvalorização da moeda brasileira poderá ser importante para um superávit na balança comercial já que em 2014 esta fechou o ano com um déficit de mais de US$ 3 milhões.

Por Melina Menezes

 

Pre?os dos alimentos


Com a indefinição quanto à futura política econômica do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o dólar opera em alta pelo quarto dia consecutivo até à última quarta-feira (5). A moeda norte-americana estava sendo vendida a R$ 2,5159 por volta das 16h20, com ganho de 0,42% em relação ao dia anterior.

O que mais lança incertezas sobre investimentos no Brasil e preocupa o mercado é a indicação do novo ministro da Fazenda. A presidente já havia comunicado, durante a campanha eleitoral, que o atual ministro, Guido Mantega, não continuaria no cargo.

Embora o jornal "O Estado de S. Paulo" houvesse afirmado que Dilma pretendia anunciar o nome do novo ministro antes da reunião do G20, a presidente disse nessa quarta que não haveria tempo. Ou seja, o mercado só conhecerá o novo indicado depois do dia 16¨de novembro, quando Dilma deve voltar da Austrália, onde se reunirá a cúpula do G20.

O jornal Valor Econômico informou que Dilma e o ex-presidente Lula teriam se reunido para discutir a questão. Lula teria indicado o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles; o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e o ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Vale lembrar que há uma semana atrás a possibilidade da nomeação de Luiz Carlos Trabuco havia animado o mercado, e o dólar havia fechado em queda de 1,42%. Porém, segundo o Valor, Trabuco teria sido convidado para assumir o cargo, porém, havia rejeitado o convite. Rumores apontam que Henrique Meirelles seja o mais cogitado pela presidente.

Com ou sem especulações, o provavel é que só conheceremos o novo ministro da Fazenda após a reunião do G20. Só nos resta observar as reações do mercado frente às notícias.

Em entrevista ao Jornal da Record, Dilma avisou: "Não tente especular, porque não direi como farei". Dilma não pretende discutir um único ministro, mas todo o ministério. Declarou ainda que as novas medidas na economia serão marcadas pelo diálogo.

Por Daniel Cavalcante

Foto: divulgação


No dia 6 de novembro, terça-feira, o preço do dólar caiu na Bovespa sob a expectativa do resultado do processo eleitoral para a presidência dos Estados Unidos que ocorre neste dia. As cotações operaram neste dia apertadas com a maioria dos investidores aguardando o resultado do pleito americano.

O baixo movimento no mercado cambial na terça-feira fez com que o preço do dólar caísse no pregão na Bolsa de Valores do Dow Jones. Em Nova Iorque o clima de suspense também cerca os investidores, com as últimas pesquisas dando uma vitória apertada de Barack Obama.

Por lá, o euro oscilou frente ao dólar sendo negociado a até US$ 1,2816. Na Europa o problema da insolvência do governo grego continua. Sem margem de recursos para continuar a pagar sua dívida o governo de Atenas ameaça dar um novo calote em seus credores. No dia 7 de novembro foi em votação no parlamento grego novas medidas de austeridade fiscal. As mobilizações contra as medida já começaram e uma greve geral de dois dias foi lançada na terça, dia 6, no país deverá parar toda Atenas.

Por Matheus Camargo

Fonte: UOL


Nesta terça (11), o Dólar encerrou com uma leve queda frente ao real. Com isso, foi a quarta sessão seguida de perdas e ficando mais próximo do piso informal de R$ 2.

Ocorreu uma pressão na divisa norte-americana no exterior depois da agência de classificação de riscos Moody’s apontar um alerta sobre o rating dos Estados Unidos.

No Brasil, porém, o dólar não apresentou força para acompanhar o movimento no exterior e cair ainda mais, uma vez que os investidores acreditam que o Banco Central deve intervir frente ao mercado de câmbio, se a moeda comece a ameaçar romper o piso da banda informal de R$ 2 a R$ 2,10.

O dólar teve queda de 0,3% para R$ 2,0165. Nestas últimas três sessões, a divisa teve uma perca de aproximadamente 1%. Para a semana, a desvalorização é de 0,59%. Já no mês de setembro, a desvalorização é de 0,69%.

Para o ano, no entanto, o dólar teve uma alta de 7,92%. Segundo Jankiel Santos, economista-chefe do BES Investimento:

“Quando a moeda começa a chegar perto de R$ 2 já se espera que o BC vai atuar. Esse nível não é mais uma barreira psicológica, é uma barreira efetiva que o BC definiu”.

Foi em 21 de agosto a última vez que o BC atuou no mercado de câmbio, quando o dólar era negociado por volta de R$ 2,01, isso com o exterior pressionando a divisa para baixo.


Dólar Ptax tem queda nesta sexta.

O Dólar Ptax, que é a taxa que serve de referência para a liquidação de vários contratos cambiais, fechou nesta sexta (31) a R$ 2,0372, uma queda de 0,69% sobre a cotação apresentada na quinta, que tinha fechado em R$ 2,0513.

Nesta semana, o Ptax apresentou uma alta acumulada de 0,58%. Com relação ao acumulado do mês de agosto, a taxa caiu 0,62%. Já no ano, a Ptax teve um ganho de 7,98%.

Com a definição da Ptax, os negócios seguem normalmente para os mercados à vista e futuro. Por volta das 13h11, o dólar comercial caía 0,48%, com a cotação de R$ 2,037 na venda.

Já na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar para o mês de setembro apresentava perda de 0,60%, a R$ 2,0375, e o dólar para o mês de outubro estava com um recuo de 0,70%, a R$ 2,040.

O cálculo da Ptax é feito pelo Banco Central (BC) como uma média aritmética e terá como base quatro consultas feitas aos dealers do mercado de câmbio entre as 10 e 13 horas.


Dólar fecha em alta ante ao real.

No final da manhã desta terça (28), o dólar acelerou os ganhos apontados frente ao real depois de abrir o pregão em alta.

Isso acontece em meio ao acirramento da disputa pela formação da taxa de referência do Banco Central (Ptax) dias antes do vencimento do montante de US$ 4,5 bilhões em contratos de swap cambial tradicional.

O fato aconteceu antes também do discurso do presidente do Federal Reserve, Bem Bernanke, na sexta (31), que poderá apontar uma terceira rodada de afrouxamento monetário (QE3).

Segundo especialistas de operações de câmbio, o dólar, neste momento, não apresenta motivos para ter uma queda antes de tais eventos.

Por volta das 11 horas, o dólar à vista negociado no balão se encontrava na máxima, a R$ 20,41, uma alta de 0,44%, de uma mínima ao valor de R$ 2,0330, com leve alta de 0,05%.

A BM&F Bovespa, neste mesmo horário, apresentava que o contrato futuro do dólar para o mês de setembro subia 0,34%, com R$ 2,0440, com a cotação mais alta do dia.

Com relação ao “Dólar BC”, ele subia 0,60%, no valor de R$ 2,0414, depois da primeira coleta desta manhã, por volta das 10h15, a R$ 2,0375.


Cotação Dólar.

De acordo com operadores de câmbio, a volatilidade da moeda americana caiu ao nível mais baixo em um ano.

Eles apontam que isso ocorre devido ao fato de que o Brasil apresenta hoje uma banda informal para a flutuação da moeda americana, com um piso de R$ 2,00 e teto de R$ 2,10.

Desde o mês de julho de 2012, o dólar comercial apresenta oscilação baixa, entre R$ 2,02 a R$ 20,1, tendo pico de R$ 2,04 em 01 de agosto.

Para as corretoras de câmbio, encontramos um indicador de volatilidade que apresenta tal calmaria em comparação às oscilações da moeda dos EUA.

Tal indicador, que calcula os números tendo base nas opções de compra e venda de dólar para 30 dias à frente, dá conta que os investidores esperam uma oscilação de somente 0,6% ao dia.

No segundo semestre de 2011, a oscilação que era esperada batia aos 2,2% por dia.


Dólar encerrou o dia em alta

Após encerrar três dias consecutivos em baixa, a moeda norte-americana fechou esta segunda-feira (20/08) com uma tímida alta.

A valorização do dólar comercial foi de 0,05%, cotado a R$ 2,016 na venda.

De acordo com um economista de banco estrangeiro, o governo conseguiu “encaixotar” o câmbio de maneira sólida e o mercado não tem incentivo para avaliar os limites da banda de flutuação estimados entre R$ 2,00 e R$ 2,10.

Os investidores permanecem na expectativa de estímulos na zona do euro.


Dólar registra queda nesta sexta-feira

A moeda norte-americana opera em queda no início do dia de hoje (17/08), acompanhando a movimentação externa.

Por volta das 09h45, o dólar apresentava queda de 0,08%, cotado a R$ 2,0171 na venda.

Os investidores continuam na expectativa de novas ações dos bancos centrais para estimular a economia mundial.

Ontem, a moeda fechou o dia com pouca oscilação, ficando em queda de 0,21%, a R$ 2,0188 na venda.


Dólar encerrou o dia em queda de 0,21%

A moeda norte-americana teve mais um dia estável ante o real no dia de hoje (16/08) e encerrou em queda.

Os investidores continuam aguardando estímulos dos bancos centrais para poder ocorrer uma recuperação da economia global, e sondaram os dados dos Estados Unidos, atentos à possibilidade do Fed adotar novas medidas.

Portanto, o dólar fechou em queda de 0,21%, cotado a R$ 2,0188 na venda.


Dólar registra queda nesta quinta-feira

Em mais um dia de pouca variação, a moeda norte-americana apresenta-se estável ante o real nesta quinta-feira (16/08).

Aproximadamente às 13h35, o dólar registrava queda de 0,11%, cotado a R$ 2,0208 na venda.

Os investidores continuam aguardando medidas concretas dos bancos centrais para estimular a recuperação econômica mundial. Eles também avaliam os dados dos Estados Unidos, com a expectativa de uma nova rodada de estímulos do Fed (Federal Reserve, banco central americano).

As atenções estão voltadas para o índice da atividade manufatureira do Fed da Filadélfia do mês de agosto, que pode fazer parte da lista de indicadores que diminuem as esperanças de uma nova medida de liquidez do banco central.


Dólar encerrou esta quarta-feira em queda de 0,20%

Mantendo a tendência dos últimos dias, a moeda norte-americana encerrou o dia de hoje (15/08) em leve baixa, não apresentando grandes oscilações ante o real e diante dos dados da produção industrial nos Estados Unidos.

O dólar fechou em queda de 0,20%, cotado a R$ 2,023 na venda. O giro estimado para o interbancário ficou perto de US$ 1 bilhão, podendo ser considerado baixo.

Os investidores seguem cautelosos, aguardando ações concretas de combate à crise da zona do euro.


Dólar opera em queda nesta quarta-feira

A moeda norte-americana continua estável ante o real nesta quarta-feira (15/08), seguindo a tendência dos últimos dias.

Os investidores ainda permanecem cautelosos, aguardando estímulos de combate à crise da zona do euro.

Aproximadamente às 14h30, o dólar estava operando em queda de 0,23%, cotado a R$ 2,0220 na venda.


Dólar encerrou em alta de 0,28% nesta terça-feira

A moeda norte-americana encerrou o dia de hoje (14/08) em alta pelo segundo dia seguido, impulsionada pelos números positivos das vendas varejistas nos Estados Unidos.

O dólar fechou com valorização de 0,28%, cotado a R$ 2,0266 na venda. Com isso, o acumulado mensal da moeda é de queda de 1,1%, e no anual, é de alta de 8,46%.

Ontem, o dólar fechou em alta de 0,36%, a R$ 2,0209 na venda.


Dólar está estável ante o real nesta terça-feira

Depois de interromper uma sequência de quatro quedas consecutivas, o dólar encerrou o dia de ontem em alta, acompanhando a movimentação do mercado exterior, e nesta terça-feira (14/08) apresenta estabilidade ante o real.

Aproximadamente às 13h, a moeda norte-americana registrava alta de 0,23%, cotada a R$ 2,0256 na venda, alavancada pelos dados positivos das vendas varejistas nos Estados Unidos, que subiram 0,8% em julho ante o mês anterior, sendo a primeira alta em quatro meses. Há esperanças de que no terceiro trimestre ocorra no país um crescimento econômico mais rápido e com resultados positivos.


Dólar encerrou o dia em alta de 0,36%

O dólar fechou em alta ante o real no dia de hoje (13/08). O avanço foi de 0,36%, cotado a R$ 2,0209 na venda.

Essa pequena alta deve-se à influência que a moeda sofreu após as revelações de que o Japão cresceu apenas 0,3% no segundo trimestre deste ano, fato que aumentou os temores sobre o crescimento global.

Na semana passada, a moeda norte-americana perdeu 0,70% em relação ao real, diante de expectativas de que o BCE fosse anunciar novas medidas para tentar conter a crise da dívida da zona do euro.

Além disso, os investidores ainda continuam preocupados com a lenta recuperação da economia dos Estados Unidos, e esperam que o Federal Reserve tome alguma atitude para estimular o crescimento do país.


Dólar registra alta nesta segunda-feira

Após o Japão divulgar que seu crescimento foi de apenas 0,3% no 2º trimestre deste ano, alimentando temores sobre o crescimento mundial, a moeda norte-americana reagiu aos quatro dias de queda e vem registrando alta nesta segunda-feira (13/08).

Por volta das 13h25, o dólar crescia 0,73%, cotado a R$ 2,0285 na venda.

Esse movimento de alta também vem sendo observado ante outras moedas emergentes. Vale lembrar que o piso defendido pelo governo brasileiro para o dólar é de R$ 2,00, caso ele chegue a esse patamar algumas medidas poderão ser tomadas para evitar maiores problemas à economia brasileira.


Dólar encerrou em queda nesta sexta-feira

Influenciada pelos dados ruins do superávit da China, a moeda norte-americana encerrou o dia de hoje (10/08) em queda ante o real.

Os investidores estão evitando apostas de risco, incentivando novos temores sobre a recuperação do crescimento mundial.

Por um lado, esses temores puxaram uma tendência de alta para o dólar. Por outro, a aproximação dos R$ 2 e as entradas pontuais de fluxo evitaram maiores ganhos da moeda norte-americana.

Portanto, no fechamento do dia, o dólar registrou queda de 0,14%, cotado a R$ 2,0137 na venda. No acumulado anual, a valorização da moeda é de 7,77%, e no semanal houve queda de 0,7%.


Dólar opera em leve alta nesta sexta-feira

A moeda norte-americana registra leve alta nesta sexta-feira (10/08), influenciada pelas notícias da queda do superávit chinês que indica novos temores sobre a recuperação do crescimento global.

Por volta das 15h10 o dólar estava cotado a R$ 2,017 na venda, com alta de 0,04%.

O Banco Central poderá voltar a intervir no mercado de câmbio caso a moeda chegue aos R$ 2, e isso também vem influenciando o movimento da sessão de hoje.


Dólar encerrou o dia em queda

Após iniciar o dia em alta, o dólar fechou em queda nesta quinta-feira (09/09), com os operadores indicando uma entrada pontual da moeda norte-americana no Brasil, e com a expectativa persistente de que os Bancos Centrais intervenham para conter a crise econômica.

O dólar encerrou em queda de 0,28%, cotado a R$ 2,0165 na venda.

Os operadores acreditam que a moeda ainda poderá se aproximar dos R$ 2, mesmo com o volume fraco de negociações do mercado e com as oscilações pequenas que a moeda vem apresentando. Porém, se o dólar chegar a esse patamar, o Banco Central poderá realizar medidas para evitar que isso aconteça.


Dólar está operando em alta nesta quinta-feira

A moeda norte-americana está operando em alta no dia de hoje (09/08), refletindo a baixa do otimismo dos investidores de que o Banco Central Europeu poderá intervir para combater a crise na zona do euro.

Às 09h18, o dólar apresentava alta de 0,15%, cotado a R$ 2,0253 na venda.

No entanto, os fracos índices da economia chinesa podem impulsionar novamente as expectativas de um novo estímulo monetário para alavancar o crescimento da China, influenciando na cotação do dólar.


Dólar registrou leve queda nesta quarta-feira

Nesta quarta-feira (08/08), a moeda norte-americana encerrou o dia em leve queda ante o real. A sessão foi de fraco volume de negócios, com os investidores ainda à espera de uma ação do BCE em relação à zona do euro.

A formação do preço acompanhou o comportamento das moedas emergentes, como o dólar australiano e o peso mexicano, que ganharam da moeda norte-americana.

A cotação do dólar ficou em R$ 2,022 na venda, com queda de 0,28%. Com isso, neste mês a moeda registra desvalorização de 1,31% ante o real.

O mercado segue tentando se equilibrar, pois ainda há a percepção de que o Banco Central e o governo não querem que o dólar fique abaixo dos R$ 2. Portanto, quando a cotação chega próximo ao piso, como os R$ 2,02 registrados, os compradores começam a aparecer.


Real foi a moeda que mais perdeu em relação ao dólar em 2012

As moedas dos países emergentes vêm sofrendo com o efeito da crise econômica. Os investidores procuram sair do risco e preferem os ativos mais seguros, como o dólar, por exemplo. Mas o resultado disso ocasiona em uma desvalorização em relação à moeda norte-americana. Em terras tupiniquins isso se agrava ainda mais pela atuação do governo no câmbio.

A moeda brasileira é a que mais perdeu em relação ao dólar neste ano. Ou seja, a blindagem falha da economia feita pelo governo faz com que o real continue se depreciando, segundo explicações de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Corretora.

De acordo com os cálculos de Perfeito, a desvalorização do real no ano está acumulada em 8,08% em relação ao dólar. Para ele, o governo pode ter ido longe demais nas medidas para desvalorizar a moeda brasileira visando ajudar a indústria do país.


Dólar apresenta oscilação nesta quarta-feira

A moeda norte-americana apresenta oscilações nesta quarta-feira (08/08). Depois das notícias de que a Alemanha apresentou uma fraca produção industrial e o Banco da Inglaterra não deu indicações de novas medidas monetárias, o dólar acompanhou o movimento da moeda no exterior e registrava alta. Porém, aproximadamente às 12h50, começou a cair, registrando queda 0,19%, indo para R$ 2,0240 na venda.

Ontem, o dólar encerrou o dia praticamente estável pelo segundo dia seguido, cotado a R$ 2,0279 na venda.


Dólar encerrou esta terça-feira em queda

Fechando o dia de hoje com leve queda, o dólar sofreu variações discretas nesta terça-feira.

A moeda norte-americana encerrou o dia com uma desvalorização de 0,07%, a R$ 2,0279 na venda.

O mercado externo influencia os investidores, que continuam esperando novas medidas de estímulo por parte do Banco Central Europeu, ainda mais depois que o presidente da instituição, Mario Draghi, indicou que o BCE poderia retomar seu programa de compra de bônus.


Dólar opera em leve queda nesta terça-feira

A moeda norte-americana opera em leve queda nesta terça-feira (07/08), com pequenas oscilações ante o real.

Às 09h54 o dólar registrava pequena queda de 0,07%, cotado a R$ 2,0278 na venda.

Os investidores ainda apresentam expectativas de novas medidas de estímulo do BCE para ajudar a zona do euro, diminuindo os altos custos do empréstimo da Itália e Espanha, aumentado a vontade pelo risco.


Dólar fica praticamente estável em 06 de agosto

Com a fraca movimentação de negociações e pela cautela dos investidores, que ainda aguardam uma providência do BCE para conter as crise da zona do euro, a moeda norte-americana encerrou o dia de hoje (06/08) praticamente estável ante o real.

O dólar fechou em alta de 0,07%, cotado a R$ 2,0293 na venda.

No acumulado anual a moeda acumula valorização de 8,61%, e no mensal acumula queda de 0,96%.


Dólar encerrou o dia 02 de agosto em alta de 0,30%

A moeda norte-americana encerrou o dia de hoje (02/08) em alta de 0,30%, cotada a R$ 2,051 na venda. No acumulado semanal o dólar apresenta valorização de 1,35%.

Esta alta deve-se ao resultado da reunião do BCE (Banco Central Europeu), onde não foram apresentadas medidas muito significativas pelo presidente da instituição, Mario Draghi, para a recuperação da zona do euro. Com isso os investidores ficaram desapontados, pois esperavam que fossem adotadas medidas imediatas visando diminuir os custos de empréstimo da Itália e da Espanha.


Dólar opera em alta após discurso de Mario Draghi

O dólar iniciou o dia de hoje (02/08) em queda ante o real, mas mudou de rumo após as declarações feitas pelo presidente do BCE, Mario Draghi.

Às 11h50 a moeda norte-americana estava apresentou alta de 0,19%, cotada a R$ 2,0485 na venda.

A grande influência para essa alta foi a notícia de que a taxa de juros da zona do euro continuará em 0,75%, decepcionando os investidores, que esperavam mais após o discurso de Draghi na semana passada.


Dólar: queda de 0,21%, cotado a R$ 2,0446

A moeda norte-americana fechou em baixa nesta quarta-feira (1º/08). No início do dia ela estava com valorização, porém, começou a cair depois que o Bacen optou por não fazer a rolagem dos R$ 4,570 bilhões em contratos de swap tradicional, diminuindo a liquidez do mercado de câmbio e elevando a moeda.

O dólar encerrou com queda de 0,21%, cotado a R$ 2,0446 na venda.

Os investidores aguardam ansiosos a reunião do Banco Central Europeu, que será amanhã, para verificar os possíveis estímulos que poderão ser feitos na zona do euro, já que o Fed não trouxe novas notícias hoje, desapontando quem esperava por mudanças significativas.

Caso sejam anunciadas novas medidas de estímulo monetário pelos bancos centrais, os fluxos irão se dirigir para os mercados emergentes, como o Brasil, influenciando na queda do dólar.


Dólar está em queda nesta quarta-feira

Depois de abrir o dia de hoje (1º/08) em alta, o dólar comercial opera em queda nesta manhã.

Às 09h40, a moeda norte-americana registrava baixa de 0,04%, cotada a R$ 2,049 na venda.

A grande expectativa está voltada para a decisão de política monetária do Fed, que será revelada hoje. Para o dólar, a influência ocorre porque caso uma nova rodada de compra de ativos aconteça, a moeda poderá ser pressionada para baixo em todo o planeta, e consequentemente impactaria a taxa de câmbio também no Brasil.

Outro fator de influência no dólar é a não rolagem dos R$ 4,57 bilhões em swaps tradicionais que vencem hoje.


Dólar encerrou o dia em alta de 0,52%

A moeda norte-americana encerrou o mês de julho com uma valorização de 2% sobre o real. Pelo terceiro dia seguido, o dólar encerrou em alta, registrando hoje (31/07) uma valorização de 0,52%, cotado a R$ 2,049 na venda.

O mercado estava atento às atuações do Bacen, em promover a rolagem dos contratos de swap tradicional que vencem amanhã (1º/08), o que não ocorreu até o fechamento da Bovespa de hoje. Houve influência, também, das expectativas de novas medidas de estímulos que deverão ser realizadas nos próximos dias pelo Fed e BCE.

Portanto, o dólar acumula no semestre uma valorização de 9,66% sobre o real.


Dólar opera em alta nesta terça-feira

Após encerrar o dia de ontem (30/07) em alta de 0,74%, cotado a R$ 2,0383 na venda, o dólar continua avançando nesta terça-feira (31/07).

Às 10h45, a moeda norte-americana subia 0,38%, a R$ 2,0461 na venda.

Os investidores continuam cautelosos, na expectativa de novas medidas de estímulo na zona do euro e com a possibilidade da rolagem dos contratos de swap tradicional, que deverá ser feita amanhã (1º de agosto). Porém, analistas acreditam que o Bacen não fará tal operação, pois com a grande possibilidade de estímulos monetários anunciados no exterior o dólar poderá ficar abaixo de R$ 2, e o governo não quer que isso aconteça.


Dólar fechou em queda pelo segundo dia consecutivo

Hoje, 26 de julho, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,71%, cotada a R$ 2,0224 na venda.

Pelo segundo dia seguido o dólar encerrou em queda, impulsionado pelo otimismo gerado na zona do euro, depois da notícia dada pelo presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, de que irá fazer o que for necessário para impedir que ocorra um colapso na região.

Os mercados ficaram animados com as declarações feitas por Draghi, pois a injeção de liquidez nos mesmos fará com que sejam direcionados fluxos para os mercados emergentes, sendo que esses países apresentam taxas de juros mais elevadas e oferecem aos investidores remunerações mais altas.


Dólar opera em queda de 0,68% nesta quinta-feira

Após comentários do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que afirmou que fará o possível para preservar o euro e conter os altos custos de financiamento de países da região, a moeda norte-americana segue operando em queda nesta quinta-feira (26/07).

Aproximadamente às 10h, o dólar estava cotado a R$ 2,0229 na venda, com queda de 0,68%.

O fator predominante para essa baixa da moeda continua sendo o apetite pelo risco nos mercados internacionais, ainda mais depois dos comentários feitos por Draghi, e pela expectativa da rolagem dos swaps cambiais, que vencem em 1º de agosto.


Cotação do dólar: queda de 0,34% em 25/07

O dólar fechou o dia de hoje (25/07) em queda de 0,34%, cotado a R$ 2,0368 na venda, e R$ 2,0363 na compra.

As grandes influências para essas consecutivas baixas ainda são a expectativa pela rolagem dos US$ 4,6 bilhões em swaps cambiais, que irão vencer em 1º de agosto, e a notícia que um membro do BCE deu sobre a licença bancária que irá aumentar o “poder de fogo” do fundo de resgate permanente da zona do euro.

O euro, por sua vez, fechou em alta de 0,18%, cotado a R$ 2,4739 na venda.


Bovespa opera em queda na tarde desta quarta-feira

Mesmo iniciando o dia em alta, o principal índice da Bovespa está operando em queda.

Às 15h19 o Ibovespa caía 0,11%, aos 52.581 pontos. Portanto, os investidores estão cautelosos diante de decepções em relação a resultados corporativos e de fracos indicadores de recuperação nos Estados Unidos e na Europa.

O movimento de baixa está acentuado, pois as expectativas são grandes de que o banco central norte-americano poderá promover mais um estímulo monetário antes do previsto. Além disso, as especulações de que a zona do euro irá alavancar o “poder de fogo” de seu fundo de resgate permanente ainda estão em pauta.

O dólar comercial também está apresentando queda nesta tarde. Aproximadamente às 14h30, a moeda registrava um recuo de 0,35%, a R$ 2,0367 na venda.


Dólar opera em queda nesta quarta-feira

A moeda norte-americana opera em queda nesta quarta-feira (25/07). Às 09h20 o dólar caía 0,04%, a R$ 2,040 na venda. Na BM&F (Bolsa de Mercadoria e Futuro), o dólar futuro para agosto também recuava em 0,48%, a R$ 2,0405.

A previsão é de que hoje a moeda mantenha essa trajetória de queda, conforme ativos de risco ensaiam uma recuperação internacional.

A aparente queda começou a ser visualizada após os argumentos de Ewald Nowotny, membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE) e presidente do Banco Central da Áustria, que se mostrou a favor da concessão ao fundo permanente de resgate do local de uma licença bancária. Ou seja, aumentaria o “poder de fogo” desse fundo na zona do euro, elevando os riscos e alavancando o euro.

Com isso, os investidores voltaram a comprar euro, fazendo a moeda avançar nesta manhã em 0,64%, a US$ 1,2140.

Outro fator de influência é a expectativa de venda dos swaps cambiais, que equivalem US$ 4,6 bilhões, com o vencimento marcado para o dia 1º de agosto.


Cotação do dólar: R$ 2,0438 na venda

A moeda norte-americana apresentou pouca variação comparada ao real no fechamento do dia de hoje (24/07), ficando em R$ 2,0438 na venda, com alta de 0,09%. No mês a valorização fica em 1,69%, e no ano, em 9,38%.

O dia estava instável e os investidores permaneceram cautelosos, preocupados com a situação da Espanha, que está influenciando o mercado externo.

Outro fator para a pouca valorização do dólar registrada hoje, foi a expectativa de que o Bacen possa trazer ao mercado os contratos de swap cambial (venda do dólar no mercado futuro) que vencem no dia 1º de agosto. Porém, se o Banco Central não fizer isso, o efeito líquido no mercado será de compra, e como a posição comprada (que ganha com a alta do dólar) tem forte atuação, o risco aumenta e o potencial de retorno diminui.


Dólar é cotado a R$ 2,0430 nesta terça-feira

Após dois dias de alta, o dólar mantém sua trajetória e segue subindo nesta terça-feira (24/07).

Às 09h12 a cotação da moeda norte-americana estava em R$ 2,0430, com variação positiva de 0,05%.

Ontem, o dólar fechou o dia com alta de 0,9%, cotado a R$ 2,042.

Pelos problemas em vários países do mundo e a situação da Espanha, que vem preocupando todos os mercados atualmente, o dia de hoje está sendo seguido com cautela.


Cotação do dólar em 23/07: alta de 0,9%

Os investidores estão preocupados com a situação econômica da Espanha, fazendo com que a moeda norte-americana se torne mais interessante e vantajosa para os mesmos.

Sendo assim, o dólar fechou o dia de hoje (23/07) em alta de 0,9%, cotado a R$ 2,042 na venda. Com esse resultado, a valorização da moeda fica em 9,3% no ano, e no mês chega a 1,60%.

Além das preocupações com o estado da Espanha, outro fator que os investidores estão levando em conta é a possível saída da Grécia da zona do euro. Ou seja, o grande temor é que essa situação resulte em uma ruptura do bloco, mexendo bruscamente nos mercados acionários.


Dólar em alta

As informações atuais dos problemas econômicos enfrentados na Espanha e a possibilidade da Grécia sair da zona do euro, refletiram na valorização da moeda norte-americana nesta segunda-feira (23/07).

Às 10h55 o dólar subia 1,05%, cotado a R$ 2,0445 na venda.

Na sexta-feira (20/07), após cinco dias de queda o dólar começou a subir, fechando o dia em alta de 0,47%, a R$ 2,0233 na venda.

Portanto, as dificuldades que estão surgindo nos últimos dias na Europa estão fazendo com que os investidores apostem no dólar como uma boa opção de investimento.


Cotação do dólar: alta de 0,47% em 20/07

As preocupações com a situação da Espanha no dia de hoje (20/07) fizeram com que a moeda norte-americana fechasse em alta de 0,47%, a R$ 2,023, em relação ao real. Com isso, a moeda acumula alta de 8,28% no ano, e queda de 0,68% na semana.

Mesmo com a aprovação de um empréstimo de 100 bilhões de euros feita à Espanha, os investidores ficaram receosos quanto à situação do país, que poderá se unir aos países que buscaram ajuda internacional.

Aumentando as preocupações, a região de Valência afirmou que irá solicitar ajuda financeira de Madri, medida que assustou os mercados e prejudicou os esforços do governo em evitar uma ajuda mais ampla.

Portanto, o temor com a crise europeia fez com que o dólar ficasse mais rentável aos investidores.


Dólar encerrou o dia em queda

A moeda norte-americana encerrou o dia de hoje (19/07) em queda de 0,39%, cotado a R$ 2,0138 na venda.

Os investidores estavam mais otimistas com os resultados financeiros de empresas norte-americanas, e menos preocupados com a crise na zona do euro.

Esta é a quinta sessão seguida em que o dólar registra baixa, acompanhando uma evolução no mercado externo. Sendo assim, nestas últimas sessões, a moeda recuou aproximadamente 1,3% em relação ao real.

Portanto, o que vem ajudando o dólar a permanecer entre os R$ 2,00 e R$ 2,10 estabelecidos por intervenções do Banco Central, é a trégua existente nos últimos dias de notícias negativas do cenário externo.


Cotação do dólar: R$ 2,0175

Ontem (18/07), o dólar encerrou o dia quase estável, em R$ 2,0216, com uma pequena baixa, e hoje (19/07) essa queda ainda continua, fazendo com que os investidores procurem ativos de maior risco.

Às 09h22 a moeda norte-americana registrou baixa de 0,20%, chegando a R$ 2,0175 na venda.

Já, os mercados acionários europeus operavam em alta, e os índices futuros das bolsas de Nova York indicavam que abririam o dia no positivo.


Dólar registrou queda nesta tarde

O dólar apresentava certa valorização na manhã desta quarta-feira (18/07), porém o cenário mudou e a moeda voltou a cair.

Aproximadamente às 14h50 o dólar apresentou um recuo de 0,05%, cotado a R$ 2,0211 na venda. Ontem (17/07), a moeda fechou com queda de 0,71%, cotada a R$ 2,0221.

O mercado ainda irá monitorar as declarações de Ben Bernanke, presidente do Fed (Federal Reserve), durante o dia de hoje.

Já no Brasil, após registrar a entrada de dólares no início de julho, o Bacen (Banco Central) informou nesta quarta-feira que houve mais saída do que entrada de recursos na economia entre os dias 09 e 13 de julho, pois US$ 609 milhões deixaram o país. Isso ocasionou na virada do fluxo cambial, que estava positivo até 06 de julho, deixando-o negativo em US$ 212 milhões até o dia 13/07, no acumulado do mês.


Dólar fechou em queda – 17/07

O dólar encerrou esta terça-feira (17/07) com desvalorização de 0,71%, cotado a R$ 2,022 na venda e R$ 2,021 na compra.

O presidente do Fed (Federal Reserve, Banco Central Americano), Ben Bernanke, deixou evidente que a velocidade da recuperação econômica é baixa e há uma grande dificuldade na redução do desemprego.

Segundo Bernanke, os principais riscos à economia dos Estados Unidos são a crise na zona do euro e o cenário fiscal doméstico. Ou seja, se os políticos não realizarem um acordo para lidar com o fim de uma série de programas de estímulo fiscal (que termina em janeiro de 2013) a economia enfrentará uma recessão e deixará de gerar empregos.

Vale destacar que o Senado dos EUA reagiu negativamente ao pronunciamento do presidente do Fed, elevando o dólar e derrubando as bolsas de valores. Porém, durante a tarde o entendimento de que novas medidas de estímulo estão em pauta mudou o cenário.

O dólar americano também perdeu para as moedas emergentes, como o peso mexicano, o rand sul-africano e o dólar australiano.


Nos anos de 2008 e 2009, o Banco Itaú foi eleito pela revista de negócios Global Finance como o melhor banco de câmbio do Brasil.

Seguindo adiante para não perder a "boa" fama, no segmento corporativo, ou seja para empresas o banco conta com o câmbio on-line que permite que as organizações cotem e fechem operações de qualquer lugar do mundo através do Itaú Empresas 30 horas.

As transações podem ser feitas tanto pela internet quanto pelo celular de forma digital, sem que os contratos de câmbio virem aquela montanha de papéis e dores de cabeça burocráticas tão conhecida das empresas.

Mais informações pelo site www.itau.com.br/pj

Por Teresa Almeida





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