Saiba aqui como usar o site do Serasa para renegociar suas dívidas.

Atire a primeira pedra quem nunca esqueceu de quitar uma conta ou, ainda, não fez o cálculo exato do dinheiro do mês e acabou deixando vencer um boleto bancário. Se você já passou por qualquer uma dessas situações, deve saber que, em alguns casos, a companhia para a qual você está devendo irá incluir o seu CPF na lista de inadimplentes, como o Serasa. Esses locais são muito utilizados posteriormente como uma referência das instituições ou dos bancos para a garantia de boas qualificações, seja para oferecer empréstimos ou créditos, por exemplo. Então, se o seu nome consta na lista de devedores, é bem possível que você tenha vários problemas na hora de financiar imóveis, obter crédito ou, ainda, solicitar cartões de lojas específicas.

Nome sujo. E agora? Apesar de ser uma situação no mínimo incômoda, “limpar” o seu nome não exige medidas tão drásticas como se imagina, sendo inclusive muito fácil de fazer. Isso porque o próprio Serasa já criou uma ferramenta que possui o nome de “Serasa Limpa Nome”, que ajuda na resolução de tal problema na modalidade online. Sendo assim, a ideia é de que os usuários possam consultar de forma muito prática os seus possíveis débitos que estejam no seu CPF, de forma a renegociar também as suas dívidas com alguns descontos e com o pagamento parcelado.

Porém, é muito importante lembrar que ainda são poucas empresas que estão participando desse sistema. Todavia, sabe-se que esse já abrange boa parte das prestadoras de serviços voltados para as telecomunicações, bancos, companhias de cartão de crédito e instituições de educação. Podem-se citar entre elas as seguintes participantes: Itaú, Santander, Vivo, Porto Seguro Cartões, Recovery, Net/Claro/Embratel, Tricard, CredSystem e Ipanema Credit Management.

Então, se você ficou curioso e quer saber como fazer para limpar o seu nome, fique ligado nas dicas que nós te daremos a seguir. Vamos a elas.

Como faço para “limpar” o meu nome?

Para limpar o nome é muito simples. Se você tiver qualquer dívida, basta se cadastrar na plataforma do Serasa, disponível no site do órgão no endereço eletrônico https://www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online/. Nesse link, é possível consultar o seu número de CPF e, também, se cadastrar na plataforma. Para a última opção, é só clicar em “Cadastre-se”. É possível vincular também à plataforma por meio de uma conta particular no Facebook ou no Google.

Feito o cadastro na ferramenta, o usuário precisa clicar em “Listagem de Ofertas”. Por esse local é possível fazer a checagem das propostas para a renegociação de uma dívida para um determinado CPF. Somente estarão disponíveis tais detalhes se as empresas se dispuserem a renegociar.

No local intitulado “Meus Acordos, ainda é possível consultar pelas dívidas que já foram renegociadas e imprimir os boletos para os pagamentos dos eventuais parcelamentos dos débitos que serão renegociados.

Sem proposta de renegociação: o que fazer? E, além de tudo que já foi citado, no mesmo portal ainda é possível verificar se ainda há dívidas que estão ativas no seu CPF e que ainda não tenham tido quaisquer propostas para renegociação por meio da plataforma “Limpa Nome”. Para visualizar essa opção, basta clicar em “Serasa Consumidor”.

No caso dos débitos sem uma proposta para o seu pagamento, é indicado que o devedor entre diretamente em contato com a própria empresa para que seja feita a renegociação da dívida. Isso porque muitas organizações ainda não estão cadastradas na plataforma, utilizando de outros meios para entrar em contato com o consumidor. Porém, a tendência é de que sempre mais empresas acabem se cadastrando para esse sistema. Com isso, o futuro nesse sentido é tanto o de facilitar a vida de quem tem as contas a receber, como de garantir praticidade para aqueles que possuem as dívidas pendentes de pagamento.

Kellen Kunz


Confira aqui algumas dicas para melhorar a organização de suas contas.

O final de ano se aproxima e isso é sinônimo de aumento de gastos para a maioria dos Brasileiros. Nessa época do ano, as pessoas começam a se preparar para as festas, compram presentes para amigos e familiares, roupas para usar no Natal e Ano Novo, investem na reforma da casa, entre outros gastos. Em muitos casos, esses gastos excedentes acabam indo parar na fatura do cartão de crédito, ou pior, novos empréstimos são contratados, o limite do cheque especial vira opção ou dívidas importantes são deixadas de lado.

Para não cair nas armadilhas de final de ano e acabar gastando mais do que ganha, é preciso ter muita cautela. Ainda mais quando o comércio se organiza para atrair a atenção de potenciais compradores, oferecendo vantagens, promoções e liquidações que podem fazer o consumidor perder o foco e o controle das finanças. Se você quer saber como se organizar de forma a começar 2019 no azul, acompanhe nossas dicas e veja como manter o orçamento na palma das mãos.

Organizando a vida financeira

Não é muito difícil encontrar pessoas que não têm ideia de quanto gastam por mês. A água e chocolate comprados no trajeto de casa para o trabalho, a cerveja ou refrigerante com os amigos no fim do expediente e a pizza com a família aos finais de semana compõem a lista de despesas não contabilizadas durante o mês. A maioria das pessoas costuma anotar apenas as despesas mais básicas, como a conta de luz, água e internet, por exemplo. Esse costume configura erro, pois, os pequenos gastos podem se transformar em valores exorbitantes quando calculados.

A solução para manter tudo em ordem é colocar na planilha todos os gastos, pequenos ou grandes. Após somados, eles precisam ser debitados da quantia líquida arrecadada por mês e o saldo final precisa ser positivo. Se ao contabilizar você perceber que só conseguirá pagar o valor mínimo das compras com o cartão de crédito, deixando parte da dívida para o mês seguinte, sentimos informar que seu orçamento não fecha e, talvez, a solução seja deixar de fazer compra com essa modalidade de pagamento. Na dúvida prefira pagamentos em dinheiro, mas somente se estiver sobrando. Tentar não cair na ilusão do cheque especial é outra dica importante.

Cartão de crédito não significa mais dinheiro

Algumas pessoas entendem o cartão de crédito como complemento de renda. É essa mentalidade que leva o consumidor a ir ao supermercado e utilizar o crédito como forma de pagamento, por exemplo. É preciso entender que os gastos com alimentos se repetirão todos os meses, portanto, se houver necessidade de usar a modalidade de crédito, evite parcelar, deixando parte da dívida para o mês seguinte.

Segundo especialistas, cerca de 40% da renda mensal é gasta com a compra de alimentos e esse valor deve estar incluso no orçamento mensal. Se o valor destinado às compras de mês não for suficiente, o ideal é rever a lista de compras e evitar o que for dispensável. Refrigerantes, salgadinhos e aperitivos podem ser deixados de lado, nesse caso. Se houver a possibilidade de mudar para uma marca mais barata, mas com qualidade similar, não hesite em mudar. Outra opção é ir atrás das promoções agendadas que alguns mercados fazem e, quem sabe, ir em mais de um supermercado ou ir também no dia das promoções mais vantajosas.

Imponha limite ao orçamento

Como já ressaltamos, a planilha de gastos é a única forma de saber se seu salário cobre todas as despesas. Feito isso, você poderá saber onde você pode reduzir gastos ou em que área você pode investir mais dinheiro.
Se você planeja viajar no final do ano, determine previamente um valor para gastar enquanto estiver viajando. Isso evitará surpresas e aperto financeiro ao retornar. Além disso, você precisa estar ciente que a chegada de um novo ano é sinal de reajuste. Aumento na mensalidade do colégio ou da faculdade e até mesmo reajuste nos serviços prestados por companhias de água e luz precisam ser previstos antes de gastar demais no passeio.

Não há nada de errado com as lembrancinhas

Se você já anotou, somou e debitou todas as despesas do salário e descobriu que precisa mesmo economizar, comece a cortar despesas imediatamente. Se a intenção é presentear os entes queridos nas festas de final de ano, considere dar apenas lembranças ao invés de presentes muito caros. No entanto, se você está com o orçamento estourado, o ideal é descartar os mimos esse ano.

Boas marcas também entram em liquidação. Através do site da sua loja preferida você pode pesquisar as opções de roupas e montar um look para o fim de ano gastando menos. Ir à loja tendo em mente o que procura ajuda a evitar o excesso na hora da compra. Dá para se vestir bem gastando pouco e a internet pode ser sua aliada nesse momento.

Tome medidas radicais

Se é tempo de radicalizar, radicalize. Ruas e edifícios comerciais são uma tentação nessa época. Esses locais estão sempre tumultuados e repletos de promoções irresistíveis. Portanto, se houver a possibilidade de trocar o trajeto, mude. Você pode guardar uma pequena quantia em dinheiro na carteira somente para emergências, evitando carregar muitos cartões e se tornar presa fácil na hora da tentação.

Em tempos de crise, o consumidor precisa policiar as finanças rigorosamente. O ideal é tentar pagar todas as dívidas ou boa parte dela. Renegocie, se houver essa possibilidade. Reserve uma parte da renda para possíveis despesas, compra de remédios, por exemplo, e pense no décimo terceiro salário como um dinheiro extra e não como parte do orçamento, mas, se precisar, use para quitar as dívidas e começar 2019 no azul.

Por Nanny Cunha


Evento irá até o final do mês de novembro de 2017.

A grande maioria das pessoas passa por dificuldades financeiras em algum momento da vida e com isso não conseguem arcar com seus compromissos financeiros. Devido a isso, acabam deixando de fazer pagamentos a certas instituições e com isso a suas despesas e dívidas só vão aumentando. Uma forma de solucionar essa falta de pagamento que dos credores é a renegociação da dívida. Muitas empresas fazem esse procedimento nos dias atuais, usando recursos como: diminuir os juros, parcelando em mais vezes o valor total da conta, dentre outros. Muitas organizações fazem essa renegociação através do Serasa. Já que de tempos em tempos, a empresa de negociação realiza o seu tradicional feirão de renegociação de dívidas. Popularmente conhecido como “feirão limpa nome”, tem previsão de início no próximo dia 06 de novembro de 2017.

A edição deste ano vai começar no dia 06 de novembro, como dito acima, e vai durar até o último dia do mês de novembro, ou seja, dia 30. Os consumidores que possuem dívidas e querem renegociar suas contas, através desta iniciativa promovida pelo Serasa, precisam seguir este passo a passo:

– Primeiramente, eles precisam consultar a instituição em que existe o débito, se eles vão participar do feirão.

– Caso a resposta seja positiva, o consumidor deve acessar o seguinte endereço eletrônico: https://www.serasaconsumidor.com.br/feirao/. No site, o consumidor deve informar o número de seu Cadastro de Pessoa Física, o CPF e através dessa plataforma vai se ter o início a renegociação com a supervisão do Serasa. Para que tanto o consumidor quanto a empresa consigam um acordo em que nenhuma das partes saíam prejudicadas.

Nesta edição, o número de empresas está maior ainda. Visto que as organizações estão vendo que essa pode ser uma solução mais rápida e menos burocrática do que entrar com uma ação judicial contra o cliente, por exemplo. Já que pendências como essa podem levar anos na justiça nacional.

Nesta edição, vão participar entidades de diferentes setores, como: bancos, lojas, empresas de telefonia, dentre outras. Além disso, uma outra vantagem desse “feirão limpa nome” é que todo o procedimento de renegociação da dívida é feito através da internet. Então, você consumidor, não precisa nem sair de casa. Tudo é feito com a maior segurança, protegendo os seus dados. E também, segundo o Serasa, os descontos neste ano podem chegar até 90%.

As empresas também estão dispostas a renegociar prazos, valores, a conversa pode ser feita ainda por telefone, chat ou até por troca de mensagens eletrônicas, os e-mails.

Para facilitar ainda mais a vida do consumidor, algumas empresas já saíram na frente e já disponibilizaram exemplos de acordo e até os boletos de pagamento, que o consumidor pode imprimir em casa e pagar em casas loterias ou instituições bancárias. Para se ter uma ideia do sucesso dessa iniciativa, no feirão do ano de 2016, mais de 300 mil pessoas conseguiram tirar os seus nomes na lista de credores inadimplentes no Brasil e puderam voltar a comprar normalmente, sem nenhum problema. Pessoas que não possuem dívidas, mas querem consultar como está a situação de seu nome, também podem informar o número do CPF na plataforma.

Para a edição deste ano, estima-se que o número de participantes do “Feirão Limpa Nome da Serasa” deve ser maior ainda. Visto que o número de pessoas com dívidas cresceu, em relação ao ano passado. Hoje, no Brasil existem mais de 60 milhões de pessoas que possuem algum débito em aberto. A dívida dessas pessoas chega ao montante de mais de R$ 200 bilhões de reais. Esse tipo de serviço prestado pelo Serasa se mostra bastante eficiente. Você que possui alguma dívida, faça os seus cálculos, pense quanto do seu orçamento familiar você pode destinar para pagar suas contas sem fazer com que você e sua família passem por grandes dificuldades. Boa sorte!

Isabela Castro.


Saiba aqui o que muda com as novas regras do crédito rotativo no cartão.

O Banco Central do Brasil (BCB) determinou novas regras para utilizar o rotativo dos cartões de crédito. A mudança já é válida a partir do dia 3 de abril (segunda-feira). Confira aqui quais são as principais alterações.

restrição para pagar o valor mínimo da fatura. Não será mais possível escolher essa opção de pagamento por vária vezes subsequentes no ano. Antes, funcionava da seguinte maneira: o cliente, para evitar a inadimplência, deveria pagar até a data de vencimento pelo menos 15% do montante total da fatura do cartão do crédito. Assim, o saldo devedor seria cobrado com juros no próximo mês. Caso o consumidor não conseguisse realizar o pagamento integral, seria possível efetuar o pagamento do valor mínimo novamente e por quantas vezes quisesse.

Para evitar a conhecida "bola de neve" que esse tipo de pagamento pode gerar aos consumidores, o BCB estabeleceu que eles podem quitar 15% do valor da fatura, como antes. Todavia, não é mais permitido realizar essa operação seguidas vezes. De acordo com as novas regras, os bancos devem ofertar uma linha de crédito para que os clientes parcelem a dívida. Os prazos e taxas de juros serão negociados. Alguns bancos já divulgaram que os juros cobrados serão menores do que aqueles cobrados com o parcelamento do cartão de crédito. A variação está entre 1,99% e 9,99% por mês.

É válido esclarecer que o cliente pode, a qualquer tempo, mesmo antes do prazo para pagamento da conta do cartão, extinguir a dívida, pagando o valor total. O Banco Central esclarece que essa alternativa é para que os clientes, acostumados ao uso rotativo dos cartões de crédito, não acumulem dívidas com juros exorbitantes. Essa determinação visa por fim ao uso sem fim do pagamento mínimo e ao descontrole financeiro.

As taxas menores permitem menos dívidas. Mas os clientes devem ficar atentos ao financiamento dos débitos que venha a fazer junto aos bancos para não ficar inadimplente. Avalie o seu orçamento financeiro e faça um acompanhamento dos gastos para evitar déficit.

A mudança foi divulgada pelo BCB em 26 de janeiro (quinta-feira).

O Banco Central foi instituído em 1964. Trata-se de uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda responsável pela política monetária e cambial do Brasil.

Melisse V.


Evento para renegociar dívidas acontece de 27 de março a 2 de abril de 2017.

O Serasa Experian, por meio do Serasa Consumidor, estará promovendo entre os dias 27 de março e 02 de abril, o Liquida Dívidas. Vai ser uma oportunidade para que pessoas que estejam em situação inadimplente possam renegociar suas dívidas e ter a possibilidade de limpar o nome.

De acordo com a entidade, serão oferecidos descontos que poderão variar conforme o credor e a situação da dívida. Mas, a depender do caso, eles poderão chegar até 90%.

A campanha Liquida Dívidas irá possibilitar ao consumidor, além de fazer a renegociação dos valores, de efetuar o pagamento das contas vencidas no site da entidade ou até mesmo pessoalmente naquelas empresas que estiverem participando do projeto. Ainda para este fim, serão colocados a disposição 20 mil postos e canais exclusivos de atendimentos.

Quem quiser consultar os endereços e horários de funcionamento poderá verificar essas informações no site www.liquidadividas.com.br.

O número de inadimplentes no Brasil

De acordo com estudo realizado pela Serasa Experian, em janeiro deste ano, o recorde de inadimplência foi batido. Os números apontam para 59,7 milhões de pessoas com as contas atrasadas em todo o Brasil. Para se ter uma ideia mais ampla da gravidade da situação, basta dizer que 40% dos adultos estão com problemas para quitar suas contas.

Para regularizar tudo e voltar a ter o nome limpo o consumidor deverá fazer uma consulta no site www.liquidadividas.com.br. Isso para saber se a empresa para a qual deve está participando do projeto.

Outra orientação para o inadimplente é revisar as contas antes de acessar o serviço. Ou seja, analisar tudo com atenção para saber o quanto dispõe para o pagamento das contas sem que o orçamento fique ainda mais comprometido.

No espaço de tempo que compreende a realização do evento, aquelas empresas que estiverem participando irão apresentar propostas exclusivas para os seus clientes que estão com as contas atrasadas.

Algumas das empresas que estão participando do Liquida Dívidas são as seguintes: Pernambucanas, Portocred, Cemig, Kredilig, Bemol, Compesa, Koerich, Calcard, Tricard, Qualicorp, BV Financeira, TIM, SKY, Banco Honda, Enel, Oi, Caixa Econômica Federal, AES Eletropaulo, Unibanco, Recovery e Banco Itaú.

Lembrando aos interessados que as renegociações das dívidas poderão ser feitas diretamente com cada credor que irá oferecer opções de atendimento pessoal nas lojas, por chat ou por telefone.

Para saber mais acesse o site do serviço: www.liquidadividas.com.br.

Por Denisson Soares


Confira aqui algumas dicas de como renegociar dívidas com o banco.

A cada ano o índice de inadimplência de brasileiros aumenta de forma considerável. Número que aumentou ainda mais em 2016, em decorrência da forte crise econômica pela qual o país vem atravessando.

A maioria dos inadimplentes brasileiros possuem dívidas com instituições bancárias, cujos juros são altos e assim a cada ano a dívida vai se tornando maior e mais difícil de ser quitada.

E com a chegada de um novo ano, a maioria dos bancos procuram seus devedores para propor uma negociação da dívida. O que pode ser uma boa oportunidade para quem deseja pagar e tirar o nome do cadastro negativo.

Se você faz parte do grupo de brasileiros que possuem alguma dívida com algum banco ou instituição credora e deseja fazer um acordo para pagar o que deve e tirar seu nome do cadastro de inadimplentes, veja aqui as dicas de como fazer um bom acordo:

– Antes de procurar a instituição a qual você possui débitos faça uma lista com todos os seus gastos mensais e essenciais e veja o que sobra. Com base nesse valor estipule um valor que você possa pagar sem comprometer as dívidas fixas e essenciais. Dessa forma, já leve esse valor anotado e o apresente.

– Antes de fechar o acordo procure se informar sobre as taxas de juros. Se as taxas estiverem muito altas, não assine o novo contrato. Há bancos que tentam se aproveitar nesse quesito. Por isso pesquise. Para realizar essa pesquisa, consulte em http://www.bcb.gov.br/pt-br/#!/c/TXJUROS/ ou peça ajuda a alguém que entenda melhor. Se caso as taxas estejam realmente abusivas, faça outra proposta e se a instituição credora se negar a baixar os valores, faça uma denúncia ao Banco Central ou ao PROCON. Nesse caso, os bancos acabam cedendo.

Depois de assinado o acordo, comprometa-se a pagá-la. Para não ficar enrolado, procure cortar os gastos supérfluos. E sempre que aparecer um dinheiro extra, como o 13º, por exemplo, use-o para abater no valor da dívida, assim você termina de pagá-la mais rápido e se livra da dívida e dos juros mais cedo.

Em tempos de crise, uma dica importante é evitar os financiamentos a longo prazo.

Sirlene Montes


Evento busca negociar dívidas dos consumidores e limpar o nome no Serasa.

Para quem deseja retirar o nome do Serasa e deixar de ter restrições de crédito, está previsto para o período que vai do dia 08 até o dia 26 deste mês, o Super Feirão Limpa Nome, serviço que será disponibilizado para pessoas de todo o Brasil, através do site www.serasaconsumidor.com.br/feirao, oferecendo propostas de negociação de dívidas.

Ao negociar suas dívidas em atraso, o cidadão pode contar com condições de pagamento favoráveis e ainda descontos acordados diretamente com os seus credores.

Em uma pesquisa realizada pelo Serasa Experian, o equivalente a 59,3 milhões de pessoas se encontram com dívidas atrasadas, o que significa que 40% da população brasileira faz parte do quadro de inadimplentes.

O Super Feirão em sua versão online possui parceria com muitas empresas credoras, que estarão à disposição de quem quiser negociar suas dívidas. O site funcionará 24 horas por dia, para assim facilitar o contato e o acordo entre as partes, sem cobrar nada pelo serviço.

Para fazer uma negociação é muito simples, basta acessar o link www.serasaconsumidor.com.br/feirao e preencher um cadastro com seus dados pessoais. O sistema realizará uma busca no Serasa onde aparecerá as dívidas constantes em seu nome e estabelecerá uma conexão com as empresas credoras, deixando a disposição telefone, e-mail e chat, para que ocorra a negociação.

Dessa forma, o cidadão devedor e seus credores estarão em contato direto e podem chegar a um acordo, sendo que nesses casos as empresas oferecem descontos relevantes e formas diferenciadas de pagamento, facilitando ao consumidor a quitação da dívida e a remoção do nome na lista do Serasa. E em alguns casos todo o processo da negociação pode ser feito pela internet, até mesmo a emissão dos boletos já com os descontos.

O Super Feirão Limpa Nome se configura em uma forma inteligente de negócio, que beneficia todas as partes envolvidas no processo, pois com o nome “limpo” o consumidor não passa mais a ter restrição de crédito, podendo realizar novas aquisições ou negociações em bancos. Já as empresas credoras, por sua vez, não ficam com o prejuízo financeiro.

Se você está com o seu nome negativado no Serasa Experian, não perca a oportunidade de limpar o seu nome. Acesse e site e saiba mais informações.

Sirlene Montes


Serasa realiza um feirão online para os endividados poderem negociar suas dívidas com as empresas e limpar seus nomes.

A Serasa oferece feirão online para quem está com dívidas e pretende limpar o nome. Consumidores terão até o dia 14 de novembro para participar da oportunidade. A versão presencial ocorrerá nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

A partir desta terça-feira (03 de novembro), a Serasa Experian oferece o Feirão Limpa Nome para auxiliar os devedores a saírem da lista dos credores de restrição ao crédito. Os consumidores podem renegociar dívidas com até 40 empresas de diferentes setores.

Para participar do Feirão Limpa Nome, basta acessar o site www.serasaconsumidor.com.br/superfeirao e preencher um cadastro para a participação efetiva.

Como negociar com a empresa?

Ao cadastrar, você terá que escolher o nome da empresa para a renegociação. Logo, aparecerá uma lista com as dívidas em aberto e os canais de atendimentos para lhe auxiliar no processo (telefone, e-mail, chat).

O momento da negociação é propício porque os dois lados (consumidor e empresa) estão precisando fazer um acordo. O consumidor pode entrar em contato direto com a empresa para a renegociação. É importante para o consumidor fazer um orçamento prévio antes de sair fechando o acordo. Caso você não tenha planejamento financeiro para a negociação, você pode entrar numa bola de neve ainda maior. As empresas precisam de dinheiro e o consumidor quer se livrar o mais rápido possível das temidas dívidas. Entretanto, salientando mais uma vez, é importante para o consumidor ter o pé no chão para não transformar o pesadelo da dívida em um monstro maior.

Dependo da negociação, um boleto pode ser gerido a partir de uma proposta realizada pela própria empresa. As propostas são realizadas de forma individualizada. Os descontos são incríveis, podendo chegar a até 95%.

Não perca seu tempo. Para saber mais, acesse o site oficial e fique por dentro de todo o processo: www.serasaconsumidor.com.br/superfeirao.

Por Felipe Pancheri Colpani

Feirão Limpa Nome


4 entre 10 brasileiros assumem que não conseguirão pagar suas dívidas e o grande problema está em pagar a fatura do cartão de crédito.

Uma pesquisa feita pela CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas – e pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito, confirmou o que muitos já suspeitavam: os brasileiros não estão conseguindo pagar suas dívidas! A pesquisa apontou que, de cada 10 devedores, 4 assumem que não conseguirão pagar suas dívidas que, na maioria das vezes, são dívidas do cartão de crédito.

A pesquisa foi realizada em todas as capitais brasileiras e o resultado foi o mesmo, 4 a cada 10 cidadãos inadimplentes não vão pagar suas dívidas porque não têm condições, ou seja, 45% dos entrevistados.

Outro fato curioso mostrado por esta pesquisa é que a população das classes C, D e E possuem uma perspectiva muito maior de que irão continuar inadimplentes, porque não têm a menor previsão de quando irão quitar seus débitos.

Nas classes C, D e E, 46% assumem que continuarão inadimplentes, enquanto que nas classes A e B este número cai para 32%.

O mais preocupante é que a pesquisa apontou que 44% dos que estão com dívidas assumiram que a situação atual é bem pior do que neste mesmo período em 2014.

Mais da metade dos entrevistados, 52%, informaram que o motivo de não pagarem suas dívidas é que o valor contraído é bem superior à renda mensal, o que torna inviável até mesmo uma negociação amigável com os credores.

Em 2014 o valor médio das dívidas em atraso era de R$ 4 mil e este ano foi para R$ 5,4 mil, um aumento real de 23%. Na média, os inadimplentes estão devendo duas vezes e meia mais do que ganham, ou seja, uma família com renda entre R$ 789,00 e R$ 1.576,00 – que equivale entre 1 a 2 salários mínimos – estaria com uma dívida equivalente a R$ 4,4 mil.

E o cartão de crédito, mais uma vez, é o grande vilão da história, pois 42% dos entrevistados apontaram que a fatura do cartão de crédito é a sua principal dívida, enquanto outros 41% indicaram que é nos cartões das lojas que estão suas maiores dívidas.

Por Russel

Pagar dívidas


Dívidas dos brasileiros se deram em transações efetuadas a cartões de crédito, lojas em geral, financeiras, prestadoras de serviços, entre outras.

Com toda a crise que o Brasil está passando a Serasa Experian divulgou esta semana que a inadimplência do consumidor subiu no começo do 2º semestre.

Para ter uma ideia de como isso é preocupante essa pesquisa acabou revelando que no mês de julho essa marca ficou em 0,6% e se compararmos com relação ao mês de julho do ano passado temos o valor de 19,4%, sem esquecer que o acumulado dos 7 primeiros meses de 2015 comparados com o mesmo período no ano passado chegou em 16,8% e, com isso, temos um povo que a cada dia não consegue sair tão cedo do “vermelho”.

Em qual área essa inadimplência é mais acentuada?

Por incrível que pareça a maior marca vem de serviços que não são diretos da área bancária, onde podemos destacar transações efetuadas a cartões de crédito, lojas em geral, financeiras, prestadoras de serviços (onde temos aqueles que oferecem serviços de telefonia, fornecimento de água, energia elétrica etc.) e outras, onde tivemos um aumento considerável de 3,5% e isso não aumentou mais por causa das dívidas dos bancos.

A dívida dos bancos teve uma queda de 2,2% e com isso deixou o avanço do índice mensal estagnado, mas ao mesmo tempo continua a causar preocupação aos especialistas, pois mesmo com tudo isso o valor médio das dívidas que não são de ordem bancárias cresceu em torno de 10,0% dos meses de janeiro a julho de 2015, se levarmos em consideração os mesmos meses, mas durante o ano de 2014.

Outros dados revelados na pesquisa foram que:

  • A inadimplência direta com relação aos bancos teve um valor médio, um crescimento, e ficou em 0,9%;
  • O Cheque sem Fundos também teve um valor médio que alcançou um aumento e chegou ao registro de 10,4%;
  • Os Títulos Protestados conseguiram um valor médio que obteve uma queda, chegando a 1,9%;
  • E o desemprego constantemente aumentando junto com os juros que a cada dia ficam bem mais altos e além da inflação exorbitante faz com que a vida financeira do consumidor fique muito prejudicada e, com isso, a população acaba tendo problemas para conseguir colocar todas as contas em dia.

Por Fernanda de Godoi

Inadimplência


Em julho, o número de dívidas regularizadas diminuiu em 8,34%.

O número de brasileiros endividados cresceu nos últimos tempos. Só em julho, o percentual de dívidas regularizadas diminuiu em 8,34%, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados são do indicador de recuperação de crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) juntamente com a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

Trata-se da sexta queda seguida e a segunda queda mais intensa desde o início de 2013. Se comparado ao mês de junho, a diminuição de 0,40% do número de brasileiros inadimplentes que pagavam as dívidas em atraso e tiveram os CPFs retirados dos órgãos de proteção ao crédito. No acumulado de janeiro até julho, o percentual de consumidores que negociaram as dívidas também foi negativo, de -5,39%.

A economista chefe do SPC, Marcela Kawauti, informou em nota, que a diminuição do indicador está intrinsecamente relacionada ao cenário da economia. Segundo ela, os brasileiros têm sentido os efeitos da crise, que acarretou em um menor crescimento da renda. Além disso, o desemprego cresceu, fazendo com que os consumidores priorizassem determinadas contas, contribuindo para a piora na recuperação do crédito.

Segundo o SPC, o brasileiro inadimplente deve, em média, sete vezes mais do que ganha e isso acaba comprometendo a diminuição do endividamento. O agravamento recorrente dos indicadores de quitação de dívidas, diminuição das vendas a prazo e inadimplência mostra que o ano é de cautela. O consumidor deve se resguardar em 2015 e se precaver. O ideal é fazer uma reserva financeira para lidar com as adversidades e optar sempre pelo pagamento à vista.

O brasileiro está mais precavido quanto às compras a prazo. Segundo dados do CNDL e do SPC, a diminuição de compras a prazo foi de 3,26% em julho, em relação ao mesmo mês do ano passado. Também é a sexta queda seguida, computada desde janeiro de 2014 e o indicador revelou que há queda em 12 dos últimos 19 meses. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Endividados


Com a constante alta dos juros, os brasileiros tendem a utilizar o cheque especial ou o cartão de crédito, e isso faz com que o risco de ficarem endividados aumente.

Com a taxa Selic chegando novamente a níveis exorbitantes, a ideia de utilizar opções como o cheque especial ou o crédito rotativo do cartão de crédito é uma péssima opção para o consumidor. O Copom elevou a taxa de juros em 0,5% ao mês, podendo chegar a 13,75% ao ano, o que fez com que os juros médios cheguem ao patamar de 11,49% ao mês somente durante o mês de julho. Isso quer dizer que quem pegou R$ 100 no cheque especial no começo do mês, parará R$ 111,49 ao virar do mês.

É importante a conscientização do consumidor quanto aos riscos do ciclo do endividamento durante épocas de alta nos juros. Geralmente a dívida tende a crescer cada dia mais, como uma “bola de neve”, o que compromete não só a vida econômica, mas também setores, como a vida familiar, profissional e até mesmo a área da saúde.

O consumidor brasileiro tem a cultura do consumismo, onde armadilhas financeiras, como o crédito do cheque especial ou do cartão de crédito, são usadas indiscriminadamente, fazendo com que as dívidas cresçam em uma proporção assustadora. Funciona mais ou menos assim: se falta dinheiro para pagar uma conta, o consumidor utiliza o cartão de crédito ou o cheque especial, como uma forma de “complementar a renda”. Só que no próximo mês, o dinheiro gasto para o pagamento das dívidas do mês anterior fará falta para os compromissos do mês vigente, fazendo com que outras linhas de crédito sejam acionadas, o que gera um ciclo vicioso sem fim. Quando se dá conta, o consumidor está sem saída para quitar suas dívidas.

Para evitar o ciclo do endividamento é necessária uma série de medidas, como fazer um levantamento de todas as dívidas, dando prioridade as que têm juros maiores e, portanto, crescem com mais rapidez, aliado ao pagamento das contas, o consumidor deve fazer uma reeducação financeira, cortando gastos desnecessários e aprendendo a viver com o que tem.

Para quem deseja sair do ciclo do endividamento, ou mesmo não entrar neste, algumas financeiras oferecem cursos de educação financeira. Uma das iniciativas mais famosas são os cursos oferecidos gratuitamente pela BM&FBovespa, na modalidade presencial e a distância. Investir seu tempo em um desses cursos pode ser o diferencial para uma vida financeira mais saudável.

Por Patrícia Generoso

Dívidas


É preciso muita determinação e organização para conseguir se livrar das dívidas neste momento de crise econômica.

Com a atual crise, tem muito brasileiro endividado e que não está conseguindo se livrar de vez das dívidas adquiridas. Se você se encaixa neste perfil, saiba que é possível eliminar as dívidas, porém, você terá que ser determinado e muito organizado.

Não adianta ler as dicas, achar interessante, mas não colocá-las em prática, isso não vai ajudar em nada. Então vamos ver o que você precisa começar a fazer agora para se livrar das suas dívidas.

O primeiro passo é saber exatamente quanto você deve, para quem você deve, quando a dívida deverá ser paga e de quanto é o juro cobrado. O endividado que faz este controle já está com meio caminho andado para se ver livre das dívidas, porque é muito importante que você tenha este controle, pois só com ele você conseguirá se livrar das dívidas.

Feito isso, é hora de organizar o orçamento, porque você só vai se livrar de suas dívidas depois que pagá-las e quanto mais rápido fizer isso, melhor.

Tendo a relação de tudo que deve, você vai procurar negociar juros menores, prazos maiores se for preciso, mas não adianta a pessoa ficar do lado de lá querendo te ajudar, se do lado de cá você não está cortando gastos para sobrar dinheiro para você pagar as dívidas.

Então é hora de termos um outro controle, onde você irá anotar o seu rendimento mensal e todos os seus gastos, porque a primeira coisa a ser feita, é fazer com que você gaste menos do que ganha, pois esta é a primeira forma de conseguir com que sobre dinheiro para ir quitando as dívidas. O segundo passo é verificar em seu orçamento, quais os gastos podem ser eliminados de vez e quais os que podem ao menos ser reduzidos.

Isto não significa que você terá que deixar que sair com os amigos, deixar de ir ao cinema ou se divertir, mas até quitar as dívidas, sacrifícios serão necessários, então veja o que você poderá fazer para reduzir os gastos e anote tudo!

Não deixe de anotar, porque você vai ter que se cobrar no final de cada semana, analisando a semana que passou e vendo se você conseguiu atingir todas as metas. E sabendo quanto está economizando a cada semana, poderá calcular o tempo que vai demorar para pagar as dívidas.

Como foi dito no início, você terá que ser determinado e muito organizado, mas no final verá que valeu a pena todo o sacrifício, ao se ver livre de todas as dívidas.

Por Russel

Quitar as dívidas


Queda no percentual das famílias com dívidas é a segunda consecutiva de 2015.

Com o aumento da taxa de desemprego e a inflação subindo era esperado que o brasileiro ficasse endividado, porém uma a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostrou que o percentual de famílias com dívidas caiu para 61,9% este mês. Essa é a segunda queda consecutiva de 2015.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor foi realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. No mês passado, 62% das famílias se encontravam com dívida, em 2014, no mesmo mês, o percentual era de 63%.

De acordo com a Confederação a alta das taxas de juros, a moderação do crescimento do crédito, a alta de inflação e a queda real da remuneração dos trabalhadores provocaram impactos nos índices de inadimplência de forma negativa. A pesquisa mostrou que 77,4% das famílias endividadas estão devendo faturas do cartão de crédito. Financiamento de carro atrasado representa 13,5% das famílias e carnês representam 16,3%.

Brasileiro permanece com dívidas:

Mesmo com a queda no percentual de endividados, o índice dos brasileiros que permanecerão com dívidas subiu para 8,1%, ou seja, são pessoas que sabem que não conseguirão quitar os débitos. Essa é a maior alta desde outubro de 2011, esse percentual em julho de 2014 era de 6,65% enquanto no mês passado era de 7,9%.

A quantidade de famílias que responderam que estão com muitas dívidas também aumentou chegando ao total de 12,9%.

Essa pesquisa também revelou que o tempo médio de atraso no pagamento é de 59,8 dias, enquanto em 2014 o atraso médio era de 61,3 dias. O comprometimento da renda com pagamento de dívidas em atraso é de 7,1 meses para a maioria dos endividados, porém 33,7% deles responderam que vão demorar mais de um ano para conseguir deixar as contas em dia como o desejado.

Para sair das dívidas a melhor opção é aposentar o cartão de crédito e só voltar a gastar depois de já ter quitado as contas que estão em aberto.

Por Jéssica Posenato

Endividamento das famílias

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34% dos consumidores estão com a renda comprometida com dívidas, e a expectativa para os próximos 12 meses não é nada animadora.

Se antes era baixo o otimismo quanto à economia para o resto do ano, agora a falta de otimismo é para os próximos 12 meses e com o aumento da inadimplência a situação se agrava ainda mais, tanto para quem deve quanto para quem fica sem receber.

Atualmente no Brasil, cerca de 34% dos consumidores estão com sua renda comprometida com as dívidas e um dos principais motivos é o desemprego que continua crescendo e deixando famílias inteiras em situação difícil.

A pesquisa "Perfil do Consumidor Inadimplente", foi realizado no segundo trimestre deste ano e mais de mil consumidores participaram, sendo todos eles inadimplentes. Estes consumidores foram à unidade de atendimento Boa Vista SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito – e deram detalhes de suas dívidas e a situação financeira que viviam.

O resultado, quando comparado com o primeiro trimestre deste ano, aponta que de um trimestre para o outro, o número de consumidores que passaram a ter sua renda comprometida com as dívidas subiu 12%, o que é muito preocupante, pois as previsões para este segundo semestre não são nada animadoras, já que estão sendo programados aumentos para a conta de luz e também para a gasolina e isso eleva os preços de um modo geral na economia brasileira.

E a pesquisa ainda apontou que para 31% destes consumidores, o desemprego é a causa da inadimplência. A segunda causa da inadimplência, atingindo 28% dos entrevistados, é o descontrole financeiro e para 13% o motivo apontado é o empréstimo feito para amigos e parentes.

Uma curiosidade apontada por esta pesquisa é que para 22% dos entrevistados, a compra de móveis e eletroeletrônicos foi que levou à inadimplência e quando questionados o que pretendem comprar quando quitarem suas dúvidas, somente uma minoria disse que voltarão a comprar móveis e eletroeletrônicos. A grande maioria disse que tem intenção de comprar um veículo, ficando em 40% dos entrevistados. 16% disseram que pretendem comprar um imóvel. E somente 9% têm intenção de voltar a comprar móveis e eletroeletrônicos.

Especialistas apontam a falta de um planejamento financeiro como um agravante para a situação neste segundo semestre, pois se o consumidor se endividou para pagar móveis e eletroeletrônicos, o que dizer então quando este mesmo consumidor assumir dívidas ainda maiores como de automóveis e até de imóveis!

Mesmo estando empregado, se não houver controle financeiro, a inadimplência tende a ser alta, por isso, gerar empregos ajuda, mas não resolve o problema da inadimplência no país. É preciso criar uma cultura entre o consumidor brasileiro de evitar gastos desnecessários e ter um controle maior dos gastos realmente necessários.

Por Russel

Dívida

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Foram registradas altas em janeiro e fevereiro nas devoluções de cheques por insuficiência de fundos

Momentos difíceis na economia  brasileira, e pelo segundo mês seguido o número de  devoluções de cheque por insuficiência de fundo aumentou.

No mês de janeiro  a  devolução chegou a  2,06% e no mês  de  fevereiro chegou a 2,19%. Em fevereiro do ano passado chegou a  1,99%, os dados são  do Indicador Serasa divulgados nesta quinta-feira, 19.

Esse resultado  foi o segundo maior para um mês de  fevereiro de toda a série histórica, perdendo apenas para  a inadimplência de  2,32% registrada em fevereiro de  2009. Pois naquela  época, a inadimplência com cheques estava em alta devido ao impacto da crise financeira deflagrada em setembro de 2008.

Segundo o Serasa Experian, a alta da inadimplência com cheques reflete as dificuldades financeiras dos consumidores neste início de  ano, que  estão  sendo determinadas pela alta da inflação, aumento do desemprego e  sucessivas elevações das taxas de  juros.

Na  região norte, a devolução de cheques em fevereiro foi de  7,20% do total de  cheques compensados, maior que a devolução  de  6,31% registrada para  janeiro. Em fevereiro do ano passado a  devolução  de cheques  pela  segunda  vez por falta de  fundo na  região  havia  sido de 4,03% do  total de cheques  compensados.

Na região Nordeste a devolução foi de 6,28% do  total de  cheques  compensados, maior que a devolução de 5,54% registrada para  janeiro. No mesmo período no ano passado  a  devolução pela  segunda vez por falta de  fundo na  região havia  sido de  3,85% do total de  compensados.

Na região Sudeste, a devolução de cheques em  fevereiro foi de  1,32% do total de  cheque compensado, maior que a  de janeiro que  foi de  1,25%. No mesmo período no ano passado a devolução pela  segunda vez por  falta de fundo foi de  1,55% do total de compensados.

Na região Sul, a devolução de  cheques em fevereiro  foi de 4,50% do total de  cheques compensados, maior que a  de janeiro que  foi de  4,29%. No mesmo período no ano passado a devolução pela segunda  vez por  falta de fundo havia  sido  de 2,00% do total de  compensados.

Na região Centro Oeste, a devolução  de  cheques em  fevereiro foi de 5,01% do total de cheques compensados, maior que a  devolução de 4,75% registrada em janeiro. No mesmo período no ano passado a  devolução pela  segunda vez por  falta de  fundo na região  havia  sito de  2,81% do total de  compensados.

Por André Escobar

Cheque

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As famílias brasileiras estão cada vez mais endividadas. Esta afirmação foi concluída após uma pesquisa feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que todos os meses faz uma pesquisa para avaliar o nível de endividamento das famílias brasileiras.

A Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor) realizada todos os meses, constatou que, atualmente, 57,8% das famílias brasileiras estão endividadas no mês de fevereiro de 2015, o que representou uma alta em relação à pesquisa feita no mês de janeiro de 2015, na qual demonstrou um índice de 57,5%.

As dívidas mais relatadas pelos participantes da pesquisa, foram dívidas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros, sendo que, por incrível que possa parecer, houve uma diminuição no endividamento das famílias em comparação ao mesmo período do ano passado, que relatou 62,7% em fevereiro de 2014.

Houve uma diminuição no endividamento, porém, o índice ainda é muito alto e demonstra a gravidade da crise econômica que o país vive.

A pesquisa também revelou a situação das famílias com dívidas ou contas em atraso, sendo que esse índice demonstrou que 17,8% das famílias brasileiras estão com contas atrasadas, sendo que também houve uma queda em comparação a fevereiro de 2014, quando o índice alcançou 19,7%.

Agora, o percentual das famílias super endividadas que perderam o poder de pagar suas próprias dívidas, se tornando inadimplentes, aumentou em relação ao ano passado. Este ano, esse percentual está em 6,4%, sendo que ano passado esse índice estava em 5,9%.

Especialistas afirmam que as famílias acabam comprometendo sua renda com gastos extras, que são comuns em todo início de ano, o que explica o aumento do endividamento nesse período.

Outro fator inerente na pesquisa é a diminuição desses índices. A tendência é de queda, ano a ano, pois as famílias brasileiras estão mais cautelosas na hora de adquirir dívidas, não somente pela alta taxa de juros oferecidas, mas também pelo medo do futuro econômico do país.

Por Rodrigo da Silva Monteiro


É cada vez maior o número de brasileiros que não conseguem manter suas contas em dia, e o atual momento econômico do país tem contribuído bastante para este fato.

De acordo com informações do Banco Central (BC), hoje no Brasil 45,88% da renda anual das famílias está comprometida para a quitação de suas dívidas. Deste percentual, 11% da população possui débitos em atrasados com o cheque especial e cerca de 39% dos consumidores têm dívidas com o crédito rotativo do cartão de crédito.

Estas dívidas em atraso, tanto com o cheque especial quanto no cartão de crédito, acabam se tornando verdadeiras bolas de neve, pois os juros praticados pelos bancos e administradoras de cartões de crédito são extremamente elevados e os consumidores não conseguem se livrar destes débitos facilmente.

No mês de novembro 2014, o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC registrou uma elevação nos índices de inadimplência entre os consumidores. Esta alta representa um percentual 3,37% maior que em novembro de 2013.

Atualmente, são 55 milhões de consumidores brasileiros que estão com contas em atraso, segundo fontes do SPC Brasil.

Para a economista chefe da entidade, as causas que mais contribuem para o avanço da inadimplência no Brasil estão ligadas à alta na taxa de juros, a alta da inflação, o fraco desempenho econômico que assola o país e a falta de confiança da população na economia.

E um dos fatores que podem contribuir para a diminuição das taxas de inadimplência em médio prazo é, exatamente, a falta de confiança que os consumidores estão sentindo em relação à economia hoje, pois, desta forma, a população está reduzindo seus gastos e têm optado por não fazerem parcelamentos de longo prazo, devido a este cenário de insegurança gerado pela economia.

Em uma pesquisa realizada com 2 mil pessoas pelo Boston Consulting Group – BCG, que foi baseada em dados do último Censo realizado pelo IBGE, percebe-se que, além da desconfiança com a economia, os consumidores estão mais dispostos a quitarem suas dívidas e que pretendem diminuir suas despesas em 2015, pois, mesmo com o aumento salarial que acontecerá a partir de janeiro desse ano, estes entrevistados creem que o valor dos seus salários não terá a mesma capacidade de aquisição de antes.

A pesquisa do BCG mostrou também que os entrevistados estão com uma consciência maior sobre a importância de se economizar neste momento, tanto para se prevenirem contra crises econômicas ainda maiores que as enfrentadas atualmente, quanto para fugirem das altas taxas de juros dos financiamentos e dos crediários.

Esta mudança na conduta dos consumidores já foi sentida no comércio neste final de ano com relação às compras de natal, onde o nível das vendas foi o menor registrado dos últimos 11 anos.

Por André F.C.

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O brasileiro está pagando menos suas dívidas. É o que mostra um relatório do Banco Central, que afirmou que houve aumento na taxa de inadimplência das pessoas físicas em relação aos empréstimos bancários com recursos livres (não levando em consideração o crédito rural e habitacional), que mensuram os atrasos de mais de 90 dias nos pagamentos. A taxa voltou a subir em julho e é preocupante.

A inadimplência de pessoas físicas nas operações bancárias passou de 6,5% em junho para 6,6% em julho e esta é a maior medição desde maio desse ano, quando o percentual foi de 6,7%.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel: “O aumento em julho não tem significância, dada a magnitude. Os atrasos de 15 a 90 dias, que são um indicador antecedente relevante para a inadimplência, continuaram recuando. Evoluíram favoravelmente. Isso dá mais robustez ainda à percepção de que a inadimplência encontra-se em patamar historicamente baixo e estável".

As empresas também estão com dificuldade em pagar. A taxa de inadimplência em operações bancárias subiu de 3,4% para 3,5%, sendo este o percentual mais alto desde maio, quando chegou a 3,7%.

No somatório da taxa total de inadimplência, que engloba operações de pessoas físicas e jurídicas, houve alta de 4,8% em junho para 4,9% em julho. Trata-se do maior percentual desde maio, quando os números chegaram a 5%.

Vale ressaltar que neste montante não são considerados os créditos habitacionais e rurais, além das operações do BNDES Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social.

Nessa perspectiva, o governo ainda anunciou medidas de estímulo ao crédito, que pode aumentar essa taxa de inadimplência. É mais uma tentativa para ajudar no crescimento da economia brasileira, cujos níveis estão aquém do esperado, no ano de 2014.

Entre as medidas, estão a liberação de R$ 25 bilhões para os bancos emprestarem aos clientes e medidas para facilitar o financiamento de imóveis. 

Por Robson Quirino de Moraes

Foto: divulgação


Por mais que você não goste muito de falar sobre dinheiro e finanças e que esse assunto não faça parte da sua realidade, saiba que a tranquilidade financeira (ou a falta dela) é um fator muito impactante na carreira profissional e na vida pessoal.

Alguns padrões de consumo dos jovens ainda não estão completamente estabelecidos e bem resolvidos em suas vidas. O entendimento de processos financeiros está longe de ser uma preocupação desse público, que sempre costuma se ocupar mais com gastos do que com investimento de dinheiro.

O mau uso do dinheiro provoca um estrago na carreira e na vida pessoal, e isso costuma ser maior do que se imagina. Pessoas financeiramente insatisfeitas não encontram motivação nenhuma no trabalho e acham saída em uma situação econômica menos irregular. A pessoa vive em um estado de ansiedade e muitas vezes as dívidas só tendem a aumentar. Há um imediatismo muito grande por conta do êxtase permanente, tornando o indivíduo um escravo da privação e da frustação. 

De acordo com uma pesquisa realizada recentemente pela Cia de Talentos com 35 mil jovens, verificou-se que os que estão iniciando agora no mercado de trabalho estão melhorando a forma de como encarar o dinheiro. 

Antes era comum vermos jovens gastando seu dinheiro em compras, festas ou viagens, bem como também vestindo roupas novas e caras semanalmente e gastando mais de R$ 100,00 quando saem para diversão noturna.

De alguma maneira, isto não está errado, desde que não se torne um problema e traga noites mal dormidas de grande preocupação. Existe ainda a falta de interesse em investir em educação e cultura, por exemplo, pois não sabem o valor de investir em um capital intelectual, como cursos ou estudo de idiomas, pois experiências internacionais são fatores que podem propiciar estabilidade financeira no futuro.

A melhor dica, com certeza, é consumir de forma consciente, dosar os gastos excessivos e planejar o futuro.

Foto: Getty Images

Por Daniela Almeida da Silva


Já não é de hoje que a empresa de Eike Batista, a OGX, não vai bem das pernas. As ações despencam desde que foi anunciada que a Bacia de Tubarão Martelo na Bacia Campos iria produzir apenas 5 mil barris de petróleo por dia e não os 20 mil esperados tanto pelos acionistas quanto pelos credores, que são implacáveis quanto aos dividendos da companhia e podem não entrar em acordo para o pagamento das dívidas. E as coisas podem ficar ainda piores, já que se a coisa continuar da forma que está a empresa não terá dinheiro e poderá falir.

Segundo o relatório de reestruturação da empresa, a companhia necessita de US$ 250 milhões até abril do ano que vem para continuar viva. Esses recursos podem vir de um novo empréstimo, investimentos ou aumento de capital. Isso só para manter as atividades da empresa, que deve pagar US$ 89 milhões para credores. O capital da empresa deve aumentar com o início das produções na Bacia de Campos, em novembro, mas só começa a vender petróleo em janeiro de 2014.

Caso as coisas fiquem boas para o lado da OGX, é possível que a empresa consiga fazer um acordo, principalmente com a venda de ativos da OGX no Maranhão. O que ocasionaria um perdão de parte da dívida e converteria o saldo em ações da empresa, totalizando entre 42% e 57% de participação da OGX. Em tese, a solução salvaria a empresa de Eike Batista, que pode até pedir recuperação judicial.

A recuperação funciona assim: a OGX fica impedida de ser processada por seis meses e nesse período mantém suas atividades para que possa saudar suas dívidas. Esse é o último recurso antes da falência se os credores não aceitarem nenhum argumento para a quitação das dívidas da companhia brasileira. Algumas fontes afirmam que a OGX não irá incluir a unidade de gás natural e esta será vendida para outras empresas de Eike.

Por Robson Quirino de Moraes


A empresa Vagas Tecnologia anunciou uma pesquisa que aponta quem um em cada quatro trabalhadores busca um emprego temporário para pagar dívidas. Os dados são sobre os currículos cadastrados em sua base de dados.

De acordo com a pesquisa, cerca de 59% dos trabalhadores que buscam empregos temporários já tem outra fonte de renda fixa. Estes profissionais estariam à procura de uma renda extra para conseguir quitar dívidas acumuladas.

Esses dados estão em consonância com as análises sobre o grau de endividamento das famílias brasileiras. De acordo como informações do Banco Central, cerca de 22,44% das famílias no Brasil estão comprometidas com o pagamento de dívidas. Entre julho e setembro, o grau de inadimplência dos contratos de empréstimo realizados no país ficou em 7,9%.

Fernanda Diez, da Vagas Tecnologia, afirma que houve uma mudança no perfil dos candidatos aos empregos temporários. Segundo ela, anteriormente essas vagas de trabalho eram buscadas por pessoas que não tinham uma renda fixa, ou seja, estavam desempregas e buscavam obter alguma renda com as oportunidades de trabalho no final do ano. Agora, os candidatos estão mais interessados em arrumar uma complementação em sua renda já existente.

Esses candidatos que já possuem renda fixa geralmente tendem a buscar empregos temporários em setores com horários flexíveis de trabalho, como no setor de comércio e de serviços.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


Os ministros de finanças da União Européia está examinando saídas diferentes para a Grécia, que não um novo abatimento da dívida pública do país. Afirma a revista alemã Spiegel, em sua edição de domingo, 4 de novembro.

Uma das saídas para evitar novo abatimento da dívida grega pode ser o corte das taxas de juros dos empréstimos realizados ao país durante a operação de resgate internacional quando do colapso do pagamento da divida externa grega.

O  Banco Central Europeu, BCE, analisa a aceitação de títulos da dívida grega de curto prazo para garantir financiamento ao país. Outra medida estuda é a devolução, por parte do BCE, dos dividendos ganhos os títulos da dívida grega de volta ao governo do país.

Segundo a publicação alemã, os  ministros de finanças da União Européia estariam  buscando um forma de dar maiores garantias de sobre os papeis da divida grega para facilitar sua venda. Dessa forma garantindo outra fonte de financiamento da dívida grega.

Eles estudariam ainda, de acordo com a publicação alemã, uma recapitalização dos bancos gregos com recursos do fundo de resgate da União Européia. Esse é um dos recursos previsto pelo Mecanismo de Estabilidade Européia.

Em reunião no dia 4 de novembro o G-20, grupo dos vinte países mais ricos do mundo, deve começar a exercer pressão sobre a Europa para definir a situação da dívida grega. Atualmente não se considera que a dívida da Grécia esteja dentro de patamares sustentáveis.

Por Matheus Camargo


Famílias comprometem42% da renda com dívidas

Segundo uma pesquisa feita pela Proteste Associação de Consumidores, as dívidas comprometem 42% da renda familiar dos brasileiros.

A análise foi feita com famílias dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, com renda média de R$ 2.401.

Segundo o estudo, as famílias têm pelo menos 3 dívidas ativas. Porém, aproximadamente 23% das famílias têm 5 ou mais dívidas, sendo as maiores relacionadas a cartões de crédito, crediários em lojas, e parcelamento de faturas.

O endividamento é maior entre famílias da classe C, com 46,36% da renda comprometida. As famílias de classe A e B comprometem 35,10% da renda, e, por fim, as famílias de classe D comprometem 26%.

Segundo a pesquisa, o uso do cartão de crédito e o não pagamento integral da fatura são os responsáveis pelo endividamento das famílias da classe C, sendo que o gasto médio é de até R$ 500.

Aproximadamente 30% dos entrevistados afirmaram que não quitaram nenhuma dívida ainda.

De acordo com a Proteste, o “labirinto sem saída” das famílias começa quando é realizado um empréstimo para quitar outro e a dívida acaba não sendo liquidada.


Percentual de famílias endividadas aumentou em julho deste ano

Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada no dia 25 de julho, o percentual de endividamento das famílias brasileiras registrou alta pelo segundo mês seguido, passando de 57,3% em junho, para 57,6% em julho.

As principais contas em atraso são: cartão de crédito, dívidas de cheque pré-datado, empréstimo pessoal, carnê de loja, prestação de seguros e de carros.

Em relação ao mês de julho do ano passado, este número permanece em um patamar inferior, pois foi observado que 63,5% das famílias estavam endividadas.

Na comparação entre junho e julho, e anual, o percentual recuou, ficando em 21,0% do total em julho deste ano, diante de 23,2% em junho de 2012 e 23,7% em julho de 2011.

Por fim, as famílias que afirmaram não ter condições de pagar suas contas apresentaram uma queda no percentual deste mês, ficando em 7,3% em comparação aos meses de junho de 2012 e julho de 2011, quando os indicadores registraram 7,5% e 8,1%, respectivamente.


De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceira com o SPC Brasil, o número de consumidores inadimplentes apresentou a segunda alta consecutiva. O aumento chegou a 0,97%, quando comparado os meses de fevereiro de 2012 e 2011.

Segundo a Confederação, a pesquisa revela uma situação persistente de endividamento por parte da população nesses primeiros meses do ano.

Ainda segundo a instituição, duas variantes contribuíram para essa situação. A primeira variante corresponde à combinação das altas taxadas de juros e da retirada de incentivos para o consumidor, essa medida estava em vigor até meados do ano de 2011. A outra variante aconteceu no segundo semestre do ano passado, quando o crescimento econômico do país foi considerado abaixo do esperado devido à crise que atinge países europeus, ou seja, o agravamento da crise econômica mundial.

Outro ponto abordado pelo estudo foi com relação às vendas a prazo, que apresentaram uma queda superior a 5%, quando comparados os meses de fevereiro e janeiro desse ano.

Uma boa notícia para o setor foram os números referentes aos cancelamentos de registros, esse índice mede o crédito e sua recuperação no segmento de varejo. De acordo com o estudo, esse número foi positivo e fechou o mês com alta de 0,27%.

Por Joyce Silva


Muito se comenta nos principais noticiários do país sobre a atual desaceleração econômica, então motivada por fatores oriundos de medidas do governo federal e de outras fontes. Entretanto, o consumidor paulista continua a consumir, ao mesmo tempo em que seu endividamento apresenta recuo.

Estudo divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) aponta que o percentual de paulistas com dívidas arrefeceu para 48,3% no mês de abril, contra índice de 52,8% de março. Traduzido em números, são menos 160 mil famílias endividadas entre os períodos.

A federação pondera que a alta confiança do paulista em vários pontos da economia e o número de trabalhadores atuando no mercado contribuíram para uma taxa mais baixa no mês. Além dessa constatação, os lares do Estado de São Paulo passaram a ter menos contas em atraso, uma vez que o índice baixou de 17,2% para 14,3%.

Nem sempre é possível terminar o mês com a remuneração adquirida por meio de um trabalho formal ou informal. Contudo, o Ipea aponta que apenas 5,1% das famílias sondadas pelo estudo não possuem qualquer condição de pagar parte ou o total de suas dívidas.

No próximo semestre, porém, a confiança pode diminuir na medida em que as iniciativas do Banco Central (BC) forem mais bem percebidas. O consumidor, não apenas o paulista, precisa ficar de olhos abertos para que o otimismo não dê vazão a novos endividamentos, embora uma situação leve a outra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Natal e Ano Novo. Duas datas próximas, porém distintas em suas finalidades. A grande diferença entre uma e outra é a compra de presentes para 25 de dezembro, acarretando em grandes despesas para o consumidor – geralmente estendidas nas faturas de cartões de crédito a partir de janeiro seguinte.

Embora especialistas tenham endossado a teoria de contenção de gastos do 13º salário para a quitação de dívidas e ao pagamento de impostos do ano seguinte – IPTU e IPVA –, nem todos seguiram as sugestões. Dados divulgados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) por meio da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) revelam que o nível de endividamento dos residentes na cidade de São Paulo subiu de 45,7% em dezembro para 51,2% em janeiro.

Lares com renda mensal de até dez salários mínimos correspondem, atualmente, a 55% do total do endividamento. Traduzindo o percentual em números, a quantidade de famílias com dívidas avançou para 1,836 milhão neste mês – antes era 1,639 milhão.

Segundo a Fecomercio, o aumento dos índices de endividamento no início de 2011 é reflexo dos níveis de confiança do consumidor em dezembro, bem como a contração de novas dívidas para o Natal e para a virada de ano.

Outro fator constatado pela Fecomercio é de incremento no número de lares com contas atrasadas, avançando de 13% no mês passado para 15% em janeiro. Novamente, revela a federação, as famílias com renda entre um e dez salários mínimos representam o maior índice, de 17%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fecomercio


Nesta terça-feira, 16 de novembro, o Procon de São Paulo está lançando um programa para auxiliar os consumidores que estão com superendividamento.

As pessoas que se enquadram no caso poderão ir até um dos postos de atendimento do órgão, onde receberão preparação psicoeducacional para audiências coletivas, as quais serão realizadas pelo Tribunal de Justiça, através do setor de conciliação.

O projeto piloto para ajudar os superendividados na renegociação de suas dívidas junto aos credores terá uma duração de total de cinco meses, e uma capacidade de atender cerca de trezentos consumidores. A previsão de início de atendimento é para o mês de dezembro deste ano.

Por Elizabeth Preático


Para aquelas pessoas que estão endividadas e encontram dificuldades para liquidar de vez com as dívidas, confira aqui algumas dicas do que fazer para acabar com as dívidas.

A palavra chave para se livrar das dívidas é Planejamento Pessoal. Primeiramente identificar onde estão os seus gastos e levantar quanto você esta gastando além do que recebe. Após isso verificar como e no que você esta gastando este dinheiro. A partir dai, você consegue estabelecer quais são os seus gastos prioritários e assim poderá realizar um planejamento e corte de alguns gastos para sair das dívidas.

Confira no vídeo abaixo mais algumas dicas de como sair das dívidas e o que não fazer quando se está endividado:





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