Segundo a pesquisa de preços feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Dieese, inflação dispara na cidade de São Paulo. O resultado para o mês de outubro do Índice do Custo de Vida do Dieese ficou em 0,81 por cento quase o dobro dos 0,41 por cento registrados em setembro.

Novamente os produtos da área de alimentação puxaram os preços para cima. Estes produtos apresentaram uma alta de preços de 1,95% e somente eles tiveram um impacto de 0,59 por cento no valor final do custo de vida medido pelo Dieese.

Segundo a pesquisa, o grupo dos alimentos tiveram uma alta generalizada, em todos os sub-setores, tanto nos alimentos in natura e semi-elaborados com uma expressiva alta de 2,25%, como naqueles industrializados com uma subida de preços de 2,05%. Isso impactou também a alta de preços para comer fora de casa que apresentou uma alta de 1,15%.

Dentro o grupo os alimentos com maiores elevações foram os grãos (como arroz e feijão) que subiram em média 7,85%. Também as Raízes e Tubérculos (como a batata inglesa) subiram expressivamente cerca de 3,82%.

A inflação para os últimos doze meses de acordo com o indicador do Dieese está em 6,43%. O número é bem mais alto do que a meta do Conselho Monetário Nacional para o índice de inflação medido pelo IBGE, o IPCA, no país, que é de 4,50%. Além dos alimentos, os produtos e serviços no setor de habitação, registraram expressiva alta no período chegando patamar de 0,65% de variação positiva, seguidos de itens de saúde, com 0,45%.

Por Matheus Camargo


No mês de agosto, o preço da cesta básica subiu em 15 das 17 capitais que foram avaliadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica que foi divulgada nesta terça (04), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo o departamento, as maiores altas foram registradas nas cidades de Florianópolis (10,92%), Curitiba (4,69%) e Rio de Janeiro (4,09%).

As cidades que apresentaram recuo foram Natal (1,64%) e Belo Horizonte (0,66%).  No segundo mês consecutivo, a cidade de Porto Alegre apresentou o maior valor para a cesta básica, com o preço de R$ 308,27, seguido de São Paulo (R$ 306,02) e Rio de Janeiro (R$ 302,52).

Para os menores valores médios, eles foram observados nas cidades de Aracaju (R$ 212,99), Salvador (R$ 225,23) e João Pessoa (R$ 233,36).

No mês de julho, o preço da cesta básica em Porto Alegre já tinha apresentado um maior valor em centavos do registrado em São Paulo.

A capital paulistana deixou de ter o maior valor para os produtos de primeira necessidade em julho pela primeira vez desde o mês de novembro de 2011.


Cesta básica mais cara foi encontrada em Porto Alegre (RS)

As 17 capitais brasileiras pesquisadas mensalmente pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentaram alta no preço do conjunto da cesta básica de alimentos em julho deste ano.

As maiores altas foram registradas em Belo Horizonte (8,41%), Rio de Janeiro (7,5%) e Porto Alegre (7,03%). Já, as menores foram vistas em Manaus (1,95%) e João Pessoa (1,61%).

O maior valor da cesta básica foi encontrado em Porto Alegre, com o preço de R$ 299,96, seguido de São Paulo, com R$ 299,39. Separados por questão de centavos, São Paulo deixou de ser a capital com o maior custo desde novembro do ano passado, quando o preço da cesta era de R$ 276,31, contra os R$ 279,64 da capital gaúcha (que também era a mais cara do país na época).

Os outros preços mais altos foram vistos em Vitória (R$ 290,80) e Rio de Janeiro

(R$ 290,64).

Do outro lado, os menores preços foram encontrados em Aracaju (R$ 208,14), Salvador (R$ 218,78) e João Pessoa (R$ 233,25).

Com esse resultado, pode-se verificar a alta nos preços no acumulado de janeiro a julho, sendo que os resultados mais expressivos ficaram em Natal (15,45%), Aracaju e João Pessoa (ambas com 14,22%), Fortaleza (11,89%) e Brasília (11,17%). Já, as menores altas ficaram em Florianópolis (1,50%), Salvador (4,77%) e Goiânia (4,85%).

O Dieese também estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário para se viver. Sendo assim, para julho o valor calculado ficou em R$ 2.519,97.

Esse cálculo é feito com base no maior valor registrado para a cesta básica e de acordo com a determinação constitucional, que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as necessidades e despesas do trabalhador e sua família com alimentação, saúde, moradia, vestuário, educação, transporte, higiene, lazer e previdência.


Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o custo da cesta básica em agosto diminui em 17 capitais brasileiras em relação à medição feita em julho. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (5).

Já a Pesquisa Nacional da Cesta Básica apontou o barateamento da cesta básica em 15 capitais do país. Essa pesquisa verifica o preço de 13 produtos alimentícios considerados essenciais. A pesquisa feita compreendeu o período de janeiro a agosto de 2009.

Na pesquisa realizada pelo DIEESE,  a maior queda de preço foi verificada em Natal, 3,22%, seguida por Aracajú, de 3,12% e Fortaleza 3,05%. Já na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, os produtos ficaram 13,05% mais baratos em Aracajú e 11,185 em João Pessoa.





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