Liberação de créditos da Nota Fiscal Paulista foi adiada em 6 meses, sendo que as pessoas que iriam retirar os valores em outubro de 2015 só poderão retirá-los em abril de 2016.

O Governo do Estado de São Paulo pegou muita gente de surpresa ao anunciar que foi adiado em seis meses o prazo/calendário referente à liberação de créditos resultantes do serviço da Nota Fiscal Paulista. O anúncio foi realizado na última terça-feira, 7 de julho. Dessa forma, os cidadãos que fazem parte do serviço e que deveriam retirar os valores em outubro de 2015 apenas poderão realizar o serviço em abril de 2016. A resolução oficial foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo, edição de 4 de julho.

É importante destacar que, segundo o governo de Geraldo Alckmin, a medida de adiar o calendário foi tomada com base no intuito de preservar os recursos, ou seja, guardar potenciais investimentos para áreas de maior prioridade e interesse público. Com essa medida, o governo não precisa elevar a carga tributária e acaba não atingindo os principais setores da economia paulista bem como os contribuintes.

Além disso, juntamente com tal medida o governo também anunciou o corte de 30% para, no máximo, 20% da taxa do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços, o chamado ICMS. Vale destacar que é justamente essa a taxa que é reservada aos créditos que são retirados posteriormente pelos participantes do serviço. O governo afirma que a decisão tomada visa principalmente à ampliação da distribuição de vários recursos em áreas como, por exemplo, a saúde que possui seus repasses vinculados de forma direta com a arrecadação do ICMS.

Outro detalhe importante é que a medida em si apenas é válida para os créditos de ICMS que foram calculados em relação às compras que foram feitas ainda no primeiro semestre de 2015. Os usuários que ainda possuem créditos referentes a outros períodos podem utilizá-los normalmente.

Em contrapartida com essas medidas, o governo também anunciou a ampliação da quantidade de bilhetes que irão participar dos sorteios mensais. Além disso, também haverá o pagamento do prêmio principal no valor de R$ 500 mil todos os meses.

Por Bruno Henrique

Nota Fiscal Paulista

Foto: Divulgação


O diretor executivo do Bradesco, Luiz Carlos Angelotti, prevê que o crédito no Brasil deve se ampliar em 15% em 2013. Um dos fatores favoráveis à ampliação do crédito no país teria sido a estabilidade do índice de inadimplência.

O Bradesco, segundo Angelotti, deve publicar suas expectativas de ampliação de crédito para 2013 junto com o próximo demonstrativo financeiro da instituição, em janeiro próximo. No período entre julho e setembro a carteira de crédito do banco atingiu um patamar de R$ 371,674 bilhões. Isso significa um aumento de 11,8% em relação ao mesmo período de 2011. O maior aumento ocorreu para os correntistas, como pessoas jurídicas, que subiu 13,3%.

O resultado é abaixo da meta do banco para o período, porém, Angelotti afirma que a instituição cumprirá  a meta de expansão para o ano de 2012. Segundo o diretor do Bradesco, a instituição atingirá o 'guidance' com o resultado do quarto trimestre. Ele destacou ainda que a equipe econômica do banco prevê que o último trimestre deve apresentar uma significativa elevação na tomada do crédito e, dessa maneira, fazer o resultado da expansão da carteira de crédito do banco entrar dentro da meta para o ano de 2012.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Matheus Camargo


O Governo Federal irá fornecer linha de crédito especial para pessoas com algum tipo de deficiência. O benefício é voltado para deficientes que possuem rendimento mensal de até dez salários mínimos. O objetivo é que esse dinheiro seja usado para comprar equipamentos, como carros que sejam adaptados, cadeiras de rodas, mouses alternativos, computador portátil com o recurso de leitura em Braille e lupas eletrônicas.

Todo o recurso solicitado deverá ser investido em serviços e bens que possam contribuir, de alguma maneira, com a locomoção e ampliação das habilidades funcionais dos deficientes.

A lei já foi publicada no Diário Oficial da União, sendo que cada instituição financeira oficial irá receber um subsídio máximo de R$ 25 milhões anualmente para ser investido nesse microcrédito.

Cada deficiente deverá apresentar no momento da contratação os documentos necessários exigidos por cada uma dessas instituições, a liberação do recurso ficará sujeita ao cumprimento de todas as exigências. O dinheiro deverá ser usado sob os termos explicados acima, caso ele seja usado para outra finalidade, a transação será cancelada.

Por Joyce Silva


A Caixa Econômica Federal (CEC) bateu mais um recorde no quesito de concessão de crédito imobiliário aos seus clientes. De acordo com informações divulgadas nesta semana pela instituição bancária, até o dia 24 de agosto, a Caixa Econômica atingiu o volume recorde de R$ 44 bilhões em empréstimos no setor imobiliário.

A Caixa Econômica finaliza, em média, 4 mil contratos por dia de crédito imobiliário, segundo a instituição. Com o crescimento da oferta e da demanda, a expectativa é que a CEC disponibilize R$ 60 bilhões em crédito imobiliário até o final do ano.

Em comparação ao primeiro semestre do ano passado, os seis primeiros meses do ano acumularam um crescimento de R$ 10 bilhões em relação à concessão de crédito imobiliário.

Por Luana Neves


O Banco Central (BC) informou nesta semana que o volume de crédito oferecido pelas instituições bancárias aumentou 1,2% no mês passado. De acordo com o BC, o montante oferecido em crédito chegou a R$ 1,54 trihão. A marca de crédito no mês é inédita no país.

Segundo a instutição, entre os meses de maio de 2009 e maio de 2010 o volume de crédito oferecido pelos bancos no Brasil cresceu cerca de 18,4%.

Apesar do aumento do volume de crédito oferecido pelos principais bancos brasileiros, crescimento da oferta de crédito desacelerou em julho, já que o volume de crédito havia apresentado alta de 2,1% em maio de 2010 e 2% em junho de 2010, segundo o Banco Central.

Por Luana Neves


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Por Teresa Almeida


As empresas brasileiras têm acreditado no potencial do Brasil, em termos particulares a cada setor, e da própria população tupiniquim. O crescimento percebido nos últimos meses é reflexo de iniciativas do governo federal, tanto no sentido quantitativo como no qualitativo. A propagação de ideologias, portanto, foram peças fundamentais para a nação ter gerido com certa facilidade medidas de estímulo, tanto que no primeiro trimestre deste ano o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou elevação ante os três meses anteriores.

Embora exista aguardada queda no aquecimento da atividade varejista e outros segmentos, o número de companhias nacionais na busca por crédito ascendeu 0,5% no mês passado em comparação a junho depois de travar 90 dias seguidos de arrefecimento. O diagnóstico, emitido pela Serasa Experian, avaliou, também, que em confronto a julho de 2009, um recuo de quase 2% fora assinalado.

Mesmo assim, no acumulado anual até julho, existe aumento na demanda em 7,7% ante o período igual do ano passado. Economistas da entidade, de acordo com o portal de Economia Terra, avaliam o poder de reação visto em julho como fator sinalizador da retomada do desenvolvimento econômico no país, embora mais ameno daquele registrado no início deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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