Consumidores podem realizar a pesquisa gratuita através do site da empresa.

Para os consumidores que andam preocupados com o seu nome sujo na praça, a Boa Vista SCPC oferece mais um serviço online para os consumidores que desejam ter um bom nome na tentativa de obter um bom crédito para realizar a suas transações financeiras.

A partir de agora, qualquer pessoa poderá saber quais são as suas chances de conseguir um empréstimo junto a qualquer instituição financeira. A Boa Vista lança o serviço de consulta de pontuação de qualquer pessoa (scores), que é utilizado de forma rotineira pelas empresas e instituições bancárias que trabalham com a oferta de crédito a seus clientes.

Para ter acesso ao serviço, o consumidor deverá se cadastrar no site https://www.boavistaservicos.com.br/ e seguir todos os passos para que possa ter o nome consultado junto a uma plataforma de avaliação que engloba a participação de várias instituições financeiras. Para cada consulta é atribuído uma pontuação que pode ir de zero a mil. Quanto mais próximo de atingir os mil pontos, maiores são as chances dos consumidores poderem conseguir um bom empréstimo.

Quais são os critérios para que os consumidores possam atingir uma boa pontuação ?

Pelo atual sistema oferecido pela Boa Vista SCPC, para que o consumidor possa ter uma boa performance de pontos (scores), ela precisa prestar atenção em alguns detalhes de sua vida financeira:

1 – Ter uma vida financeira organizada, ou seja, conseguir pagar os seus compromissos financeiros em dia;

2 – Não ter o nome negativado;

3 – Para quem está pagando empréstimos junto a instituições financeiras ou financiamentos, é bom sempre estar sempre em dia com seus compromissos;

4 – Manter sempre os seus dados como o CPF em dia, ou seja, sempre estar consultando o seu cadastro a fim de verificar se não há nenhuma operação ilícita ou não autorizada que envolva o seu nome.

5 – Cuidado com a quantidade de empréstimos feitos nos últimos tempos. A avaliação da plataforma leva em consideração a quantidade e a frequência de vezes que um consumidor pediu dinheiro emprestado na praça e isto pode levar a um rebaixamento de sua quantidade de pontos.

Enfim, o novo serviço oferecido pela Boa Vista visa favorecer os bons pagadores e regular as operações de crédito junto às instituições financeiras para que possam ter menos prejuízo.

A plataforma utilizada atualmente opera com cerca de 300 milhões de cadastros de consumidores em todo o país e recebe uma média superior a seis milhões de pedidos de análise de dados de clientes diariamente.

Emmanoel Gomes


Carlos Alberto dos Santos, diretor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), afirmou que continua apostando na expansão do crédito para as pessoas jurídicas e para o crédito imobiliário. Segundo dos Santos, o grande número de microempresas e empreendedores com empréstimo em pessoa física proporciona grande espaço para a expansão de setores.

Segundo ele, as pessoas estão contraindo dívidas através do sistema do cheque especial. Ele afirmou ainda que o Sebrae, de acordo com seus dados, aponta que 90% dos novos empreendedores não buscam crédito na forma de pessoa jurídica.

De acordo com os dados da instituição, o Brasil deve ter 22 milhões de pessoas no comando do seu próprio negócio até o ano de 2022. Essas informações fazem com que o Sebrae acredite ser possível uma expansão expressiva do crédito para pessoas jurídicas no Brasil durante os próximos anos.

As informações do diretor do Sebrae foram dadas durante o painel de inclusão financeira no Brasil, que foi realizado no 4º Fórum do Banco Central sobre o tema. A atividade acontece desde segunda-feira, dia 28 de outubro, na cidade de Porto Alegre.

Fonte: R7

Por Matheus Camargo


As pessoas físicas devem receber, até o final do ano, uma oferta ainda maior de crédito. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as operações de crédito para o consumidor devem subir cerca de 21,7% em 2010.

A carteira de crédito para as pessoas físicas em 2011, segundo a Febraban, deve aumentar em 17,8%. O aumento da oferta de crédito está diretamente ligada ao crescimento da economia e aumento do consumo das classes C e D.

As operações de financiamento ligadas à compra de automóveis devem superar o crescimento do ano passado em 17,4%.

Para as pessoas jurídicas, o crescimento da oferta de crédito em 2010 ficará em 20,8% – 1,1 ponto percentual acima do crescimento obtido no ano passado para este grupo.

Por Luana Neves


Prosseguindo os últimos dados referentes ao desenvolvimento das vendas a crédito, os primeiros quinze dias de outubro registraram crescimento de 3,1% diante da quinzena inicial de setembro. Isto foi favorecido pela recuperação do crédito e pela confiança do consumidor.

Segundo Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), os resultados sinalizam boas premissas para este final de ano, mesmo após a crise que assolou grande parte dos países nos últimos meses.

Conforme noticiado durante a semana, as consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da ACSP apresentaram baque de -8,6% em relação ao mesmo período de 2008, isto pertinente à primeira quinzena. Em comparação com setembro de 2009, constata-se alta de + 3,1% beneficiado pela recuperação da confiança e crédito do consumidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Parece que durante os meses de julho e agosto as pessoas com baixa renda mensal, até R$ 500,00, resolveram pisar no freio e recorrer menos às atraentes ofertas de crédito oferecidas pelas instituições financeiras.

É o que revela uma recente pesquisa do SERASA Experian a partir da qual  foi constatada uma diminuição de 0,03% dos empréstimos nos referidos meses. Contudo, a pesquisa sofreu forte influência das regiões brasileiras em que a renda mensal per capita é muito baixa (Norte e Nordeste).

No geral, a concessão de empréstimos cresceu significativamente e acumula a cinco altas consecutivas em 2009. Só em  julho deste ano, o volume de dinheiro emprestado por bancos e instituições financeiras superou o mesmo período de 2008 em 3,5% e continuou em alta em agosto.

O segundo semestre é de crescimento para o setor. É a crise que se afasta e o dinheiro que circula.


Em ritmo vertical as taxas de juros de crédito registram uma queda mensal pelo sexto mês consecutivo. De acordo com o levantamento feito pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, a taxa de juros para operações de crédito, que em junho era de 7,26 % reduziu para 7,21% em julho, anotando o menor imposto desde dezembro de 2007.

O vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira, noticiou que de acordo com o pesquisado neste mês, as taxas demonstram o retorno das condições de crédito anteriores à crise em setembro/2008, bem como a ampliação das mensalidades dos financiamentos e a redução dos juros das operações de crédito.

Ainda foram registradas taxas menores às taxas médias cobradas pelo comércio, que passaram de 6,06% para 6,04%, taxas de crédito direto ao consumidor, reduzindo de 2,78% para 2,75%, e os impostos referentes a empréstimo pessoal em financeiras, que caíram de 11,17% para 11,09%.





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