ANEEL informa que Conta de Luz continuará na bandeira vermelha.

Tá afim de uma boa notícia para o mês de maio? Bem, nós também, pois as coisas parecem estar cada vez mais difíceis, principalmente sobre o aumento de impostos, tarifas, das necessidades básicas de qualquer pessoa e de onde puder aumentar mais um pouco, já que o salário mínimo é capaz de suprir todos esses momentos em tempo real, junto de uma carga horária justa de trabalho (ironias do destino).

A "novidade" agora é que a ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, responsável pela distribuição de luz, afirmou que as contas de luz vão continuar seguindo a bandeira vermelha, ou seja, cobrando 3 reais por cada 100 kilowatts-hora patamar 1.

Se você estava esperando que as coisas pudessem dar uma "aliviada" nesse período do mês, eu sugiro que você espere por um colapso, amigo. A medida foi justificada para argumentar sobre o baixo volume de chuvas durante o mês de abril, que não contribuiu para que a reserva de águas aumentasse.

Além disso, outra justificativa bastante interessante é sobre o estímulo ao "consumo consciente" da população por conta da manutenção da bandeira vermelha. É uma justificativa que serve bastante, principalmente quando não temos campanhas sobre consumo consciente para a população e a forma mais eficaz de fazer isso é continuar aumentando a conta de luz dos brasileiros e deixando eles tirarem suas próprias conclusões que "viver apertado" com as contas no final do mês é para o benefício de todos.

Parando para respirar um pouco sobre essa "boa" notícia, temos de lembrar sobre as recentes reformas que o Brasil está "tentando" se meter sem de fato possuir uma base, uma estrutura para aguentar tantas novas medidas que nenhum de nós temos uma boa noção, afinal, o poder de decisão que o povo possui não acaba sendo muito levado em consideração na hora de mais um aumento e da manutenção das taxas altas.

Enquanto isso, assim como muitas outras taxas, contas e impostos que seguem sendo aumentadas, continuamos esperando para que uma grande solução apareça. Mais sendo tirado da população e o sistema sempre continuando usufruindo do seu poder de decisão. Vamos permanecer então esperando as chuvas aumentarem, já que é o que podemos fazer por hora, não é mesmo? E enquanto isso, falta-se luz, o serviço é ruim, não temos todas as necessidades atendidas, em ruas falta-se luz, mas o serviço de cobrança e o remanejamento de custos é o que funciona com brilhantismo nas grandes empresas.

Yamí de Araújo Couto


Bandeira tarifária será vermelha durante este mês de Abril. Para cada 100kWh de energia, a cobrança extra é de R$ 3.

Os consumidores terão a energia mais cara durante este mês. O anúncio de que a bandeira tarifária será vermelha foi divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). É preciso que os consumidores fiquem atentos a cobrança extra de R$ 3 a cada 100 kWh de energia.

De acordo com a Agência, desde fevereiro do ano passado que a bandeira vermelha não é acionada. A Aneel declarou que isto aconteceu agora devido a falta de chuvas.

Para quem é acostumado a pagar suas contas de energia, observou que durante o mês de março a bandeira amarela foi a que vigorou. Isso significa que foi feita uma cobrança extra de R$ 2 para cada 100 kWh consumidos na conta de energia. Já em fevereiro, a bandeira era verde, sem a cobrança extra.

As bandeiras tarifárias indicam como está o custo de produção de energia elétrica no Brasil, se ele aumentou ou não nos últimos meses. Sem a chuva, os reservatórios reduzem seu armazenamento nas hidrelétricas e isso prejudica a produção de energia fazendo com que ela fique mais cara para o consumidor.

Uma informação importante foi divulgada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Segundo o órgão, no fim do ano passado, o Sudeste e Centro Oeste tiveram seus reservatórios das hidrelétricas com capacidade para 70% de produção de energia, o armazenamento médio foi de 33,72%.

No final de fevereiro, o índice subiu para 40,23% e em março estava em 41,51%. Já em março de 2016, os reservatórios registraram 58,27% de armazenamento.

Significado das bandeiras tarifárias

A bandeira verde é a mais esperada pela população. Isso porque ela indica que não há necessidade de geração de energia pelas termelétricas, o que reflete com a ausência de cobrança extra na conta de luz.

Já se a necessidade de geração de energia aumenta, mesmo que seja pouco, a bandeira fica amarela e o consumidor passa a pagar R$ 2 a mais por cada 100kWh consumidos.

No caso da bandeira vermelha, isso acontece quando há necessidade de se produzir mais energia e a cobrança extra nas contas de luz pode chegar a R$3,50 para cada 100 kWh.

Por: Serrana Filetti


Queda no preço da Energia Elétrica deve acontecer somente em 2018.

52,3% foi o aumento nas contas de energia brasileiras nos últimos doze meses segundo o IBGE. Pagar a conta já está virando o pesadelo de muita gente com preços cada vez mais altos e a previsão para melhora nessa situação dá um prazo longo: até 2018.

Eduardo Braga, Ministro de Minas e Energia (MME), afirmou que as tarifas relacionadas à energia só conseguirão voltar a preços competitivos em 2018. Ele também afirma que nos próximos anos a pressão para aumento será menor que aquela ocorrida entre 2014 e 2015. O ministro justificou os aumentos excessivos nos meses mais recentes por uma alta nos preços de geração e transmissão, mas que problemas como esses já ficaram no passado e a situação deve ser normalizar.

Em 2016 a quantidade de eletricidade que cada usina hidrelétrica pode oferecer cairá em até 10%, um dos motivos que farão o preço da energia continuar alta até 2018. Essa diminuição é ocasionada por diversos fatores como seca, assoreamento (acúmulo de resíduos sólidos no fundo das represas que diminui a profundidade) e desvios d’água. Como o plano do governo para gerir essa diminuição ainda está em discussão não existem previsões para o valor que subirá a tarifa energética.

Nesse ano 29 usinas hidrelétricas foram leiloadas como concessões com contratos válidos pelos próximos 30 anos. O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica diz que a conta de luz sofrerá pequenos efeitos com essas concessões, uma boa notícia para quem já viu as contas subirem tanto. O governo tomou a decisão de ceder as concessões para antecipar investimentos e reduzir a queda na distribuição elétrica. Também espera-se que o sistema seja modernizado e torne-se mais seguro.

Devem contribuir para a normalização da tarifa elétrica um pacote de investimento anunciado pelo governo em agosto de R$ 116 bilhões, destinados à geração de energia e R$ 70 bilhões para sua distribuição. Ele tem a previsão de ser aplicado até 2018.

Por Gizele Gavazzi


Foi aprovado o reajuste médio de 16,78% na tarifa da conta de luz no estado do Rio de Janeiro.

Está previsto mais um aumento na conta de luz, dessa vez o estado afetado será o Rio de Janeiro.

Conforme a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), foi aprovado no dia 4 de novembro um reajuste médio 16,78% na tarifa.

Essa aprovação influencia nas tarifas da distribuidora de energia elétrica Light, com atuação no estado do Rio de Janeiro. A mesma empresa já teve sua tarifa reajustada no mês de março deste ano.

A partir de sábado, dia 7 de novembro, já entra em vigor a alta de 17,2% para tarifas para clientes residenciais e de 15,9% para as tarifas de clientes industriais.

Serão afetados 31 municípios em todo o estado do Rio de Janeiro, compreendendo 3 milhões e 700 mil clientes residenciais e industriais.

Como justificativa, a Aneel alega aumento no custo da compra e no transporte da energia em virtude da baixa do nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do Brasil, incluindo o pagamento de encargos setoriais.

O valor pago pela Light pelo megawatt-hora subir de 123 reais para 147 reais, gerando uma alta de 19,5%. O aumento do custo médio fica compatível com o aumento repassado ao consumidor final.

A Agência Nacional de Energia Elétrica define o percentual como um teto a ser aplicado pelas distribuidoras, mas cada distribuidora tem autonomia para definir o percentual a ser aplicado, podendo ser um percentual inferior ao indicado pela Aneel.

É comum todo ano as tarifas sofrerem um reajuste, dependendo do índice que for indicado pela Aneel. Desde 2014, as tarifas de energia elétrica estão sendo encarecidas devido ao baixo nível de água dos reservatórios.

O objetivo das distribuidoras não é o lucro com a revenda da energia comprada das usinas, mas lucrar com o transporte e distribuição aos seus clientes. Então já era esperado que todo aumento no custo da energia seja repassado ao cliente final.

Por Jean Fretta Pereira

Conta de luz


Novo reajuste pode chegar a 9% aos consumidores residenciais, caso uma decisão judicial tenha de ser cumprida a favor de algumas indústrias de grande porte.

Os brasileiros já podem separar uma fatia maior do seu salário para o pagamento da sua conta de energia elétrica, pois um novo aumento já está bem próximo de ser anunciado.

Este novo reajuste que pode chegar a 9% vai pesar mais ainda na já tão cara conta de luz dos consumidores residenciais, caso uma decisão judicial tenha de ser cumprida. Esta decisão beneficia algumas indústrias de grande porte do País em relação a um encargo que saíra das suas contas de luz e que será pago mais uma vez pela população em geral.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) está realizando uma audiência pública para debater como será cumprida esta liminar judicial conseguida pela ABRACE, uma associação que representa grandes indústrias como a Ambev, Alcoa, Dow e Albras, que utilizam uma grande quantidade de energia elétrica.

De acordo com André Pepitone, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, já foram realizados alguns estudos que indicam que o cumprimento desta decisão judicial obtida pela ABRACE – Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres irá gerar um prejuízo de até 4% ou cerca de R$ 1,1 bilhão entre as distribuidoras de energia, que num primeiro momento ficariam com este encargo oriundo da liminar e num segundo momento, este prejuízo seria repassado aos consumidores residenciais nos próximos aumentos de tarifas.

O diretor geral da Aneel, Romeu Rufino lamentou esta decisão durante uma reunião da Aneel e disse que esta desoneração obtida pela ABRACE para as grandes indústrias causará um enorme impacto entre as distribuidoras de energia e se for repassado em caráter extraordinário para os consumidores causará um impacto muito grande para quem já anda com dificuldades em pagar suas contas de energia elétrica.

Segundo Aline Bagesteiro, coordenadora jurídica da ABRACE, o CDE – Conta de Desenvolvimento Energético, tornou-se um encargo insuportável para a grande indústria e esta liminar obtida nesta segunda-feira (24) teria de ser cumprida em até 72 horas.

André Pepitone lembrou que ainda resta R$ 1,8 bilhão referentes ao período de desoneração de impostos que ainda precisam ser distribuídos nas contas de energia dos consumidores residenciais até o final deste ano e que este rateio terá proporções diferentes de acordo com cada região do País, dependendo de onde se encontre os associados da ABRACE. Os consumidores que mais serão afetados serão aqueles que vivem em áreas de baixa tensão, onde o aumento pode ser superior a R$ 50 por megawatt-hora para cada consumidor.

Por André F.C.

Conta de luz


No Distrito Federal o reajuste na conta da energia elétrica foi de 18,66% e na Paraíba, foi de 10,79%.

Com a atual situação do Brasil com relação à energia elétrica, grande parte do País já sofre os efeitos do aumento do preço do consumo. Agora esse aumento chegou mais uma vez a estados como o Distrito Federal e a Paraíba.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou na última terça-feira (dia 25), reajustes para esses dois estados. São 18,66% para a distribuidora CEB, responsável pela distribuição da energia do Distrito Federal, e 10,79% para a empresa Energisa Paraíba, que fornece a eletricidade em 216 cidades da Paraíba.

No Distrito Federal, os clientes que tiverem a rede de baixa tensão (110 volts) terão um efeito de 18,36% de aumento em suas contas, e os que estiverem na rede de alta tensão (220 volts) sofrerão um pouco mais, om 19,25% de aumento nas contas. O reajuste começou a valer na última quarta-feira e foram atingidas cerca de 960 mil unidades que são atendidas pela concessionária.

Já na Paraíba, os clientes de baixa voltagem terão efeito de aumento em suas contas de 10,51%, e os que estiverem na rede de alta tensão também perceberão um aumento maior: 11,47%. Os novos índices de cobrança começarão a valer somente na próxima sexta-feira (dia 28).

Mas nem todos os estados que estavam na lista do aumento sofreram o reajuste: a Aneel não reajustou as tarifas da Cepisa, distribuidora do grupo Eletrobras, que é responsável pelo fornecimento elétrico do estado do Piauí. Outra distribuidora que não recebeu reajustes foi a Ceal, também do grupo Eletrobras, responsável pelo fornecimento no estado de Alagoas.

Segundo a Aneel, o motivo dessas duas distribuidoras não sofrerem reajustes, foi o elevado índice de inadimplência com encargos do setor elétrico. A agência considerou arriscado elevar ainda mais a conta de estados com históricos de inadimplência.

Resta saber quem pagará a conta. Já que segundo a agência o reajuste é necessário para suprir as demandas de geração de energia atuais.

Por Patrícia Generoso

Reajuste na conta de luz


Redução tarifária da bandeira vermelha será entre 15% e 20% e entrará em vigor a partir de setembro, mas o consumidor deverá notar a queda de apenas 1,6% na sua conta de luz.

A tarifação por bandeiras foi uma solução encontrada pelo Governo para frear o aumento do consumo de energia elétrica, em épocas onde a geração de energia seja mais cara, onde fontes alternativas e mais caras, como termelétricas são ativadas.

O problema é que desde que as bandeiras tarifárias foram implantadas, não houve variação, e a bandeira vermelha continua valendo desde então, mesmo com as medidas de economia e da leve cheia dos reservatórios. Finalmente a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (11/08), que a bandeira tarifária vermelha sofrerá redução entre 15% a 20% de seus custos a partir do mês de setembro.

Porém, com as grandes altas que a energia já sofreu este ano (alta de 47,95% segundo o IBGE), a redução da tarifa seria equivalente a somente 1,6%. No Rio de Janeiro, por exemplo, o consumidor paga uma tarifa de R$ 5,50 por cada 100Kw consumidos. Com a redução, em um cenário otimista, esse valor passaria para R$ 4,40.

A redução na cobrança é devido a uma melhora dos níveis dos reservatórios, graças a um bom período de chuvas. E também a uma conscientização do consumidor, que vem economizando mais, por conta da retração econômica. Finalmente o esforço do consumidor vai ser recompensado, mesmo que um pouco.

A medida de redução da tarifa foi anunciada junto com um Programa de Investimentos em Energia Elétrica, com previsão para os anos de 2015 a 2018 e que pretende contratar um investimento de R$ 186 bilhões para a geração e transmissão de energia durante esses anos.

A presidente Dilma reforçou durante a entrevista que entre faltar energia e pagar um pouco mais, o consumidor deve ficar com a segunda opção e culpou mais uma vez as chuvas pela escassez de água dos reservatórios que abastecem as geradoras de energia elétrica e diz que ao invés de implantar o racionamento no país (medida adotada pelo rival político FHC anos atrás), optou pela alta dos preços para cobrir a geração extra de energia que as hidrelétricas não supriram.

Por Patrícia Generoso

Bandeira vermelha da energia elétrica


A alta nos preços das faturas da conta de luz está assustando os brasileiros, mas seguindo algumas dicas é possível economizar energia e segurar os altos valores que aparecem na conta de luz.

De janeiro de 2015 até então, os brasileiros têm ouvido, com temor e desapontamento, a expressão “bandeira vermelha” sobre a conta de luz. Essa expressão sempre advém de representantes de órgão do governo federal para anunciar algo que todo cidadão abomina: aumento na conta de luz. Meses se passaram e a verdade é que os reajustes já podem ser sentidos em torno de 30% a 40% ao mês.

A explicação do governo para isso é bem simples – tarifa vermelha é sinal de que está muito cara a produção de energia no país, um cálculo cujo resultado sempre recai no bolso dos usuários de energia.

No entanto, como brasileiro sabe driblar as situações adversas, já estão atrás de boas dicas para não sofrer tanto quando a conta de luz chegar à sua residência. São sugestões simples de serem seguidas e que resultarão em valores menores a serem pagos na conta do final do mês.

A primeira dica, altamente válida, é fazer uma troca na iluminação da casa. Por exemplo, se as luzes de cada ambiente do seu lar forem incandescentes faça uma experiência e troque pelos modelos fluorescentes, os quais não necessitam sugar tanta energia para gerar uma iluminação eficiente.

A segunda dica é lhe aconselhar a parar com a mania de deixar o carregador do celular sempre na tomada, mesmo que não esteja usando. Atitudes como essas são responsáveis pelo aumento no consumo de energia, o que vai refletir no seu bolso. Ponha o carregador do celular na tomada só quando for realmente abastecer a bateria do seu celular, pois aparelhos em modo stand-by tendem a consumir 12% de energia.

A terceira dica é que, por mais que seja funcional, evite colocar a geladeira perto do fogão na arrumação da cozinha. Acredite, o fogão pode influenciar no consumo de energia da geladeira. Ainda se tratando de eletrodomésticos, deixe para lavar roupas e passá-las quando tiver uma boa quantidade acumulada para o serviço, já que máquinas de lavar e ferro são os grandes vilões no aumento do valor nas contas de luz. Com isso, melhor que o uso desses eletrodomésticos seja feito de uma única vez do que aos poucos.

A quarta e última dica além de ser bem prática também será um apoio para a boa higiene de sua casa: mantenha o filtro do seu ar-condicionado sempre limpo (livre de poeira) para evitar que ele seja sobrecarregado na hora do uso. Também mantenha sempre limpo, igualmente, os lustres e abajures da sua casa – principalmente os transparentes – pois assim eles aproveitarão a máxima potência que a lâmpada tem para oferecer sem necessariamente aumentar o consumo de energia.

Seguindo essas instruções, os resultados serão positivos na economia de energia de sua casa, algo que não apenas o país agradece como também o seu bolso. Afinal, nunca foi tão complicado se estar em dia com o pagamento da conta de luz em meio a uma crise econômica que vem assolando o Brasil com suas altas taxas de desemprego e arrocho fiscal.

Por Michelle de Oliveira

Conta de luz





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