Inadimplência com cheques caiu em junho de 2012

Segundo uma pesquisa da Telecheque, divulgada no dia 19 de julho, a taxa de inadimplência com cheques registrou queda no mês de junho, ficando em 2,80%, se comparada ao mês anterior, que ficou em 3,41%. Já, no mesmo mês de 2011 a taxa ficou em 2,58%.

Dentre os principais motivos para o atraso do pagamento está a falta de fundos, que corresponde a 77,5%. Depois aparecem os cheques sustados (8,9%), “roubos e furtos” (3,8%), fraudes (1,4%), e os demais motivos (8,4%).

Na comparação geográfica, o Sudeste corresponde a 49% da taxa inadimplência, seguido do Nordeste, com 20%, do Sul, com 18%, Norte, com 8%, e Centro-Oeste, com 5%.

O valor médio dos cheques usados aumentou 18,08%, passando de R$ 284,53 para R$ 335,98, entre junho de 2011 e junho de 2012.


Dados divulgados pela Serasa Experian revelam que durante o mês de abril a quantidade de cheques sem fundo diminuiu em relação a março deste ano.

No mês de abril, foram devolvidos 2,08% dos cheques em todo o Brasil. Em março de 2012 esse número foi de 2,19%.

Os economistas da Serasa Experian explicam que normalmente o mês de março costuma ter uma taxa de devolução de cheques um pouco maior devido à última parcela do IPVA e de algumas despesas escolares, como renovação da matrícula e compra de material escolar, por exemplo. Esses compromissos acabam alterando o orçamento.

O Acre, durante o primeiro quadrimestre deste ano, foi o estado que teve o maior número de cheques devolvidos, com 15,78%. Já o Rio de Janeiro foi o estado oposto e teve o menor número, com apenas 1,65%.

No comparativo entre as regiões, a Nordeste apresentou o maior percentual, com 2,04%. Já a região Sudeste teve o menor índice, com apenas 1,52%.

Esses e outros dados podem ser encontrados no site da Serasa Experian.

Por Natali Alencar


De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Telecheque, o número de cheques que tiveram problemas apresentou um aumento no último mês. Segundo o estudo, esse índice teve alta de 10,94% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Este ano, o índice de inadimplência foi de 3,65%, enquanto que em 2011 esse valor foi de 3,29%.

Vários foram os problemas apresentados, sendo que a falta de fundos foi o principal fator. Segundo a pesquisa, 77,53% dos cheques voltaram por falta de fundos, os outros motivos foram sustação (com 8,77%), roubo ou furto (com 4,11%), fraude (com 1,92%), entre outros.

A região que apresentou mais problemas com cheques nesse período foi a Centro-Oeste (com 39,22%), seguida pela região Sul (com 18,97%), Nordeste (com 16,93%) e Sudeste (com 10,97%). A região Norte foi a única que apresentou redução, passou de 4,82% em 2011 para 3,78% em 2012.

O valor dos cheques, em média, também apresentou alta de 18,87%, passou de R$ 267,74 para R$ 318,25. Isso fez com que o ticket médio também tivesse alta, esse aumento foi impulsionado pelo crescimento do poder aquisitivo dos brasileiros. 

Por Joyce Silva


Apesar de outras formas de pagamento disponíveis, o cheque continua sendo bastante utilizado.

De acordo com uma pesquisa feita pela TeleCheque, empresa que analisa o crédito para esta modalidade de pagamento, o aumento do pagamento de compras via cheque no ano passado foi de 27,62%.

O estudo ainda apontou que, em média, o valor das compras foi de R$ 279,95, também registrando aumento se comparado a 2010, quando foi R$ 219,37. Nesta avaliação, o crescimento foi de R$ 60,58.

A empresa que realizou a pesquisa utilizou como base as transações relacionadas aos setores de alimentação, calçados, educação, combustíveis, automotivos, joalheria, eletroeletrônicos, máquinas e peças, material de construção, loja de departamentos, móveis, saúde, decoração, turismo, serviços, vestuário e entretenimento.

Segundo o estudo, em São Paulo, as compras à vista pagas com cheque tiveram valor médio de R$ 348,57. A prazo, o valor médio foi de R$ 255,85, registrando alta de 38% se comparado ao ano de 2010.

Com essa alta na preferência por compras a cheque, o brasileiro fica sujeito a pagar cada vez mais juros, o que, para o bolso do brasileiro, não é nada interessante.

Fonte: TeleCheque

Por Matheus Camargo


Utilizado em menor número em relação a cartões de créditos, o cheque ainda é uma das maneiras oferecidas pelo comércio na aquisição de bens. Pequenos hotéis e pousadas situadas em regiões interioranas dos Estados fazem uso dessa modalidade como garantia de pagamento quando o consumidor não porta "dinheiro vivo".

Levantamento realizado pela Equifax assinala que no mês passado 1.447.405 cheques foram devolvidos, baixa de 13,03% em comparação a dezembro de 2010. No confronto anual nova queda, mas de 16,60%.

Segundo Alcides Leite, consultor do Centro de Conhecimento da Equifax, a diminuição sazonal nas vendas realizadas pelo comércio e o incremento da renda, além da inserção do 13º salário na economia e o período de férias, possibilitaram melhores condições de o consumidor honrar suas dívidas.

Contudo, Leite acredita que nos próximos meses poderá haver alta da inadimplência devido às medidas adotadas recentemente pelo Banco Central (BC) no que se refere às taxas de juros.

De acordo com a assessoria de imprensa da Equifax, o volume de títulos protestados cresceu 1% em janeiro sobre dezembro, mas em relação ao primeiro mês do ano passado ocorreu baixa de 9,86%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os jovens da geração Y possivelmente observaram seus pais adquirem máquinas de lavar, televisores, aparelhos de sons e outros utensílios por meio de pagamento em dinheiro vivo ou via cheques. A segunda modalidade referida tem caído em desuso entre boa parte dos brasileiros por inúmeros motivos, um deles a expansão da possibilidade de portar cartões de crédito ou débito, dois meios mais simplificados.

Como consequência dessa tendência, falta de pagamentos no pré-datado passou a ser constatada. Pesquisa divulgada pela Serasa Experian, empresa de análise de crédito, assinala que a inadimplência com cheques caiu 1,8% entre janeiro e outubro de 2010, abraçando, deste modo, o menor nível visualizado dos últimos seis anos.

Segundo a Serasa, os cartões são os preferidos tanto nas compras a prazo como à vista, pois os cheques possuem várias burocracias (consultas, referências pessoais, endereço, telefone etc.) e os plásticos não. Basta digitar uma senha e/ou assinar um recibo.

Para Wagner Tadeu Pinto, diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o principal motivo da tendência de maior usabilidade de cartões ante cheques é a segurança, uma vez que os cidadãos creem que o valor transferido chegará ao destinatário.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7





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