Juros do cartão de crédito encerraram 2015 com o índice de 431,4% ao ano e os do cheque especial, 287% ao ano.

Levando em consideração nosso atual momento econômico é comum que vários fatores oriundos de tal crise comecem a surgir. Um dos principais destaques é, sem sombra de dúvidas, as altas taxas de juros praticadas no Brasil. Dentre tais taxas, podemos destacar os juros do rotativo do cartão de crédito, bem como do cheque especial que encerraram 2015 como as taxas mais altas registradas, segundo o Banco Central através de relatório divulgado em 27 de janeiro de 2016.

Com isso, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito cresceu nada menos que 16,1% apenas de novembro para dezembro de 2015, chegando assim ao seu patamar de 431,4% ao ano. Se compararmos com a mesma taxa em dezembro de 2014 o aumento é de 99,8%. Dessa forma, trata-se da maior taxa registrada na série histórica do Banco Central. Para aqueles que não sabem, o rotativo é a taxa a ser paga pelo consumidor quando o mesmo não efetua o pagamento integral de sua fatura de cartão de crédito.

Porém, não é apenas o juros do rotativo do cartão de crédito que anda em alta. Como destacado no início desta matéria, a taxa do cheque especial também segue em alta. A taxa chegou a impressionantes 287% ao ano em dezembro de 2015, isso significa um aumento de 2,1% em relação a novembro do mesmo ano. Com isso, temos o maior valor desta taxa desde abril de 1995, na ocasião a taxa alcançou o patamar de 288% ao ano. Quando efetuamos a comparação da taxa do cheque especial com dezembro de 2014 o aumento é de 86%.

Além disso, também podemos destacar a subida de 0,4% na taxa do crédito consignado que passou para 28,8% ao ano de novembro para dezembro de 2015. A taxa do crédito pessoal, por sua vez, registrou queda de 2,8% no mesmo período. A taxa média de juros cobrada das famílias também registrou um recuo no período avaliado: queda de 1,1% passando para 63,7% ao ano.

Por Bruno Henrique

Juros


Taxa de juros do cheque especial registrada em setembro foi a maior desde setembro de 1995.

A taxa dos juros do cheque especial é de 12,28% neste mês de outubro, de acordo com a pesquisa do Procon de SP, é o maior índice registrado desde setembro de 1995.

As pesquisas foram realizadas com sete instituições financeiras e foi verificado que cinco bancos aumentaram a taxa do cheque especial e o aumento superou o mês de setembro que foi em torno de 11,90%.

A CEF (Caixa Econômica Federal) passou de 10,35% para 11,38% ao mês, o Santander de 4,21% em relação a setembro, o Banco do Brasil, 3,69%, o Itaú 2,58%, o Bradesco 2,4%. O empréstimo pessoal obteve alta de 6,27% am na média bancária. 

O Banco Bradesco apresentou a maior alta de 6,57% para 6,61% e as demais instituições financeiras permaneceram estáveis, sem alterações.

De acordo com os economistas, as altas taxas de juros acabam prejudicando o crédito no Brasil e impedem a retomada do crescimento da economia, reflexo da taxa Selic. Outra taxa que sofreu aumento foi a do cartão de crédito rotativo que atingiu 345,8% ao ano

As altas taxas de juros comprometem o crédito e vários ramos são afetados dentro da economia como, por exemplo: a produção, as vendas, a antecipação de pagamentos das contas, e, com isso, não se gera uma rotatividade no comércio. O consumidor passa a ter receio na hora de adquirir um empréstimo, um financiamento, pois os juros em caso de atrasos aumentarão a conta, e o consumidor fica mais previnido na hora de contratar um serviço financeiro. 

Com a restrição do crédito o consumidor passa a comprar menos, pois os altos juros consomem as finanças, e faz com que haja o aumento da inadimplência e do calote, e esses índices de aumento das instituições bancárias é uma forma de prevenção e precaução a esses fatores. 

O governo, visando arrecadar mais, aumentou as taxas para que arrecadem mais e possam cumprir com os gastos, mas ao mesmo tempo coloca o consumidor em uma situação difícil, pois o mesmo não poderá continuar consumindo muito, e passa a ficar restrito e à mercê das taxas abusivas dos juros. 

Por Marisa Torres

Dinheiro


Juros do cartão de crédito e do cheque especial aumentaram no mês de agosto, ficando em 350,79% ao ano e 218,17% ao ano, respectivamente. As Pessoas físicas foram as que mais sentiram a alta, pois o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual.

As coisas não vão bem para o consumidor brasileiro. A média de juros para o cartão de crédito chegou a impressionantes 350,79% ao ano. Os números são de um levantamento feito pela Anefac – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade e foram divulgados à imprensa no dia 14 de setembro. Ao mês, a taxa de juros do cartão foi de 13,37%, o que representa 0,34% em relação ao mês de julho.

O cheque especial também não ficou para trás e a taxa ficou em 218,17% ao ano. Uma taxa de 10,14% ao mês, representando um aumento de 0,04 ponto percentual na comparação com o mês anterior. As pessoas físicas são as que mais sofreram, uma vez que o aumento para elas foi de 0,08 ponto percentual, entre os meses de julho e agosto, representando 128,78% ao ano e 7,14% ao mês.

Os juros para pessoas jurídicas foram menores, sendo que a taxa média de juros subiu 0,03 ponto percentual. Em agosto chegou a 61,77%. A pesquisa leva em consideração os juros do cartão de crédito, o cheque especial, o crédito para automóveis, o financiamento pessoal, entre outros indicativos. No caso do cheque especial a taxa foi de 6,99% ao mês.

A CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – também aumentou para os bancos e estes devem repassar uma parcela para os clientes. A medida que aumenta o tributo para 20% (antes era 15%) começou a valer no começo de setembro. Alguns clientes já sentem as medidas adotadas pelas instituições bancárias.

Segundo a Anefac, o aumento dos juros ocorre, principalmente, pelo cenário econômico de incertezas. A alta do dólar, da inflação, o aumento dos impostos e juros foram determinantes para a diminuição do poder aquisitivo das rendas das famílias. Em nota a associação afirmou que o baixo crescimento econômico pode levar a alta do desemprego. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Juros do cartão de crédito


Alta nos juros do cheque especial atingiu o percentual de 10,9% ao mês entre março e abril

Seguindo a onda de aumento nas taxas de juro médio, a taxa de juros do cheque especial também registrou aumento. Vale ressaltar que esta é a modalidade de crédito mais cara do mercado ao lado do rotativo do cartão de crédito. Tal resultado foi constatado através de pesquisa realizada pelo Procon-SP e divulgada na quinta-feira, 16 de abril.

É importante destacar que a pesquisa realizada pelo Procon-SP deixou claro que os maiores bancos do Brasil praticaram aumento na taxa do cheque especial. O juro médio desta modalidade de crédito registrou um pulo de 10,55% ao mês para 10,90% ao mês entre março e abril. Levando em consideração o aumento individual dos bancos, a maior alta foi registrada pelo Banco do Brasil que subiu a taxa de juro para 9,68% ao mês contra 9,16% os anteriores.

Confira abaixo a variação constatada pelo Procon-SP nos principais bancos do país:

– Bradesco: de 10,55% para 10,63% ao mês;

– Caixa Econômica Federal: de 8,19% para 8,65% ao mês;

– HSBC: de 12,37% para 12,62% ao mês;

– Itaú: de 10,56% para 10,64% ao mês;

– Safra: de 9,75% para 10,40% ao mês;

– Banco do Brasil: de 9,16% para 9,86% ao mês;

– Santander: 13,24% para 13,49% ao mês.

Com tal resultado, o Banco Santander continuou com a maior taxa praticada do mercado, 13,49% ao mês na modalidade do cheque especial.

Além disso, é importante destacar que a pesquisa também analisou dados referentes à taxa praticada sobre o crédito pessoal. O juro médio nesta modalidade é de 6,02% ao mês. Nesta modalidade, apenas um banco registrou aumento de tal taxa, o Banco do Brasil passou de 5,15% ao mês contra 5,11% que era a taxa praticada anteriormente.

Tais resultados do Procon-SP comprovam a preocupação dos especialistas que afirmam que o cheque especial não deve ser utilizado. Dessa forma, os economistas alertam que em situações de emergência é indicado que o consumidor pegue empréstimos pessoais ou crédito consignado.

Por Bruno Henrique

Juros do cheque especial


A semana  começou com notícias  não muito agradáveis para os  brasileiros, que  se  depararam com as altas  das  taxas de empréstimo pessoal e cheque especial

Nessa  segunda (09/03), voltou a  subir as  taxas de  empréstimos pessoais e do cheque  especial, registrando a  segunda  alta consecutiva  dos juros nessas duas modalidades, segundo pesquisa do Procon-SP.

De acordo com  a  pesquisa  realizada no dia 3 de março, os sete bancos analisados foram Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

Sendo que dois  bancos (Bradesco e  Santander) aumentaram as taxas do cheque especial e um (Bradesco) aumentou a do empréstimo pessoal.

Os demais  bancos mantiveram  os índices do mês  anterior.

Segundo a fundação, a taxa média do  cheque especial atingiu 10,55% ao mês, superando a do mês anterior, quando a  taxa era de 10,50% ao mês.

Já na  taxa de empréstimo pessoal alcançou 6,02% ao mês, um pouco acima dos 6,01% cobrados no mês anterior.

A maior alta verificada foi no Santander que alterou de 12,99% para 13,24% a.m., o que significa uma variação positiva de 1,92% em relação à taxa de fevereiro. A outra alta constatada foi no Bradesco que registrou variação positiva de 0,96%.

Por causa da alta dos juros, a  fundação alerta ao consumidor para ter cautela antes de  contratar alguma linha de  crédito.

Sugere-se que avalie bem a real necessidade de empréstimo e compare as  taxas cobradas pelos bancos, pois os  juros estão elevados principalmente para os  usuários de  cheque especial.

DEMONSTRATIVO DAS TAXAS DE JUROS PRATICADAS:

Bancos

Empréstimo Pessoal (ao mês)

Cheque Especial (ao mês)

Banco do Brasil

5,11%

9,16%

 Bradesco

6,57%

10,55%

Caixa E. Federal

4,04%

8,19%

HSBC

7,30%

12,37%

Itaú

6,22%

10,56%

Safra

5,40%

9,75%

Santander

7,49%

13,24%

Os  dados acima referem-se às  taxas máximas pré-fixadas para cliente (pessoa física) não preferenciais, independente do canal de  contratação, sendo que, para cheque especial, foi considerado o período de 30 dias e para o empréstimo pessoal, o prazo  de  contrato é de 12 meses.

Por André Escobar

Juros


Janeiro marcou a maior alta dos juros do cheque especial desde abril de 1996, os números divulgados pelo Banco Central na última quarta-feira, dia 25, mostram que os juros chegaram a 208,7% ao ano. Há 18 anos, em 1996, os números chegaram a 212,2% ao ano.

Isso se deve ao crescimento dos juros cobrados pelos bancos nos últimos meses. Em dezembro de 2013, essa linha de crédito estava com taxa de 148,1% ao ano. Levando em consideração os últimos 13 meses, o aumento foi de 60,6 pontos percentuais.

A partir de fevereiro, passaram a ser divulgadas também dados a respeito dos juros bancários do cartão de crédito. Conforme informações do Banco do Brasil, quando os clientes não pagam o valor total da fatura, o valor dos juros chegou a 334% ao ano. O índice mais alto desde junho de 2012, quando marcou 334,3% ao ano. Essa incidência faz com que o cartão de crédito esteja no topo das modalidades de crédito mais caras.  

Os juros altíssimos já foram comentados, inclusive, pelo jornal norte-americano “The New York Times”. Conforme mencionado por eles, determinadas linhas de crédito oferecidas no Brasil “fariam um agiota americano sentir vergonha”. A relação foi feita devido aos cartões de crédito que possuem taxa de juros de mais de 240% ao ano e dos empréstimos bancárias que em determinados casos possuem juros de 100%.

Com todas as taxas, os especialistas são unânimes na questão de que as alternativas como cartão de crédito e cheque especial só devem estar utilizadas em situações de necessidade extrema, com período curtíssimo de uso.

Em relação à taxa média de juros para pessoas físicas, no momento da compra de automóveis, a soma dos juros chegou a 23,8% ao ano em janeiro. Em dezembro de 2014 a taxa era de 22,3%. O atual número é o maior desde fevereiro de 2014. 

Por Rafaela Fusieger

Juros cheque especial


As taxas que os bancos cobram através da solicitação do Cheque Especial são os maiores do mercado, pois existem instituições financeiras que já cobraram até 200,6% de juros ao ano, sendo essa a maior porcentagem desde 1999.

Isso significa que entrar o ano no vermelho está cada vez mais caro, e os brasileiros precisam se atentar a quais são os melhores e os piores bancos para fazer a solicitação desse tipo de empréstimo.

A taxa de juros para aqueles que solicitam o cheque especial pode variar até 100% entre os principais bancos do Brasil.

Em uma pesquisa realizada pela Exame.com foi possível constatar que hoje a Caixa Econômica Federal é a que oferece as menores taxas de juros, e em contrapartida, o Santander é a instituição financeira com as maiores cobranças.

Um cliente que pega hoje o valor de R$ 500 na Caixa vai ter o total a pagar de R$ 529. Sendo isso avaliado após o período de um ano. Porém, se o cliente optar em pegar o mesmo valor no Santander, o valor final que o correntista vai pagar será de R$ 1.061, sendo 100,35% a mais.

Todas as informações sobre o valor cobrado de taxa de juros de cada banco foram fornecidas pelo Banco Central (BC), sendo isso referente ao período de 26 a 30 de janeiro de 2015.

Veja abaixo quais são os melhores e piores bancos para cair no cheque especial:

– A Caixa Econômica Federal cobra 7,34% de juros ao mês e 133,83% ao ano.

– Em segundo lugar vem o Banco do Brasil com a cobrança de 8,53% ao mês e 166,93% ao ano.

– Depois vem o Bradesco com 9,84% ao mês, e juros de 208,38% ao ano.

– O Itaú cobra 9,89% ao mês e 210,12% ao ano.

– O HSBC tem 12,54% de cobrança de juros ao mês e 312,77% por ano.

– E o último banco analisado é o Santander com o total de 12,81% ao mês e 324,69% por ano.

Dessa forma você pode comparar qual é a melhor instituição financeira para você fazer a aquisição do valor emergencial.

Por Yasmin Fernandes Robles

Cheque especial

Foto: Divulgação


Para os consumidores que pretendem utilizar o cheque especial ou empréstimo segundo as pesquisas realizadas recentemente pela Fundação Procon/SP, o momento é de bastante cautela, haja vista que no mês de fevereiro em alguns bancos foi verificado que os juros dessas modalidades de empréstimos subiram.

Após a realização das comparações na pesquisa foi constatado que no Banco do Brasil foram verificados os maiores aumentos das taxas do cheque especial, sendo que a taxa que era de 9,12% passou para 9,16% ao mês. A título de conhecimento nas outras instituições as taxas ficaram da seguinte forma: no Bradesco a taxa que era de 10,41% foi reajustada para 10,45%, já na Caixa Econômica Federal a taxa que era de 7,64% passou a ser de 8,19% e no Banco Safra ela era de 9,5% passou para 9,75%. O certo é que com estes reajustes a taxa média cobrada pelos bancos pelo uso do cheque especial subiu de 10,37% para 10,5%.

Já para o empréstimo pessoal, as alterações também foram significativas, haja vista que os juros dessa modalidade no Banco do Brasil passaram de 5,07% para 5,11% ao mês, já no Bradesco a taxa que era de 6,49% subiu para 6,53%, na Caixa Econômica Federal de 3,91% passou para 4,04% e no HSBC a taxa que era de 6,39% passou a ser de 7,3%. O fato é que a taxa média que os bancos cobram pelo empréstimo pessoal passou de 5,85% para 6,01%.

Sendo assim devido a estes reajustes e a estes aumentos dessas modalidades de crédito, o momento é de bastante cautela para o consumidor que deve fazer uma reflexão e verificar a real necessidade de fazer ou contratar um empréstimo.

Uma boa dica é que o consumidor faça a análise das suas finanças e caso haja a ocorrência de pendências em cartões de créditos ou até mesmo no cheque especial a melhor saída é procurar outras linhas de crédito que tenham juros mais baratos para realizar a quitação das pendências. 

Por Adriano Oliveira

Juros


A Febraban, Federação Brasileira de Bancos, considerou em seu último Informativo Semanal de Economia Bancária, que o crédito rotativo, cheque especial e cartões de crédito, estão pesando expressivamente na economia das famílias brasileiras. Os dados do Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central também confirmam essa informação.

Segundo o relatório do BC o crédito pessoal comprometia, em abril de 2012, 43% da renda da população brasileira. Desse montante, 27% são destinados ao pagamento das linhas de crédito rotativo. Dentre os pagamentos deste a maior parte é destinada aos cartões de crédito que representam 80% do total de dinheiro gasto com pagamento desse tipo de crédito, afirma a Febraban.

Ainda segundo essa entidade, o comprometimento de renda com o pagamento de linhas de crédito no Brasil poderia ser muito menor, caso a maior parte do crédito disponível estivesse concentrada em crédito imobiliário, como nos Estados Unidos. A Febraban afirma que o comprometimento de renda com pagamento de crédito poderia cair no Brasil dos atuais 22,1% para 9,8% se 80% das linhas de crédito brasileiras fossem para gastos imobiliários. Isso ocorreria, pois o crédito imobiliário tem juros menos elevados.

O Relatório do BC aponta, ainda, que os bancos públicos ganharam parcela considerável de mercado de linhas de crédito no último ano. A participação deles passou de 41,8% em julho de 2011 para o patamar 45,1% em julho deste ano.

Os bancos privados tiveram sua parcela reduzida dos anteriores 40,9% para atuais 38% do total do mercado de crédito. Isso ocorreu devido à ofensiva da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, com a redução das taxas de juros em suas linhas de crédito, o que atraiu muitos clientes no período.

Por Matheus Camargo


Apesar de outras formas de pagamento disponíveis, o cheque continua sendo bastante utilizado.

De acordo com uma pesquisa feita pela TeleCheque, empresa que analisa o crédito para esta modalidade de pagamento, o aumento do pagamento de compras via cheque no ano passado foi de 27,62%.

O estudo ainda apontou que, em média, o valor das compras foi de R$ 279,95, também registrando aumento se comparado a 2010, quando foi R$ 219,37. Nesta avaliação, o crescimento foi de R$ 60,58.

A empresa que realizou a pesquisa utilizou como base as transações relacionadas aos setores de alimentação, calçados, educação, combustíveis, automotivos, joalheria, eletroeletrônicos, máquinas e peças, material de construção, loja de departamentos, móveis, saúde, decoração, turismo, serviços, vestuário e entretenimento.

Segundo o estudo, em São Paulo, as compras à vista pagas com cheque tiveram valor médio de R$ 348,57. A prazo, o valor médio foi de R$ 255,85, registrando alta de 38% se comparado ao ano de 2010.

Com essa alta na preferência por compras a cheque, o brasileiro fica sujeito a pagar cada vez mais juros, o que, para o bolso do brasileiro, não é nada interessante.

Fonte: TeleCheque

Por Matheus Camargo


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal avançaram levemente em fevereiro em comparação a janeiro.

Segundo a fundação, o cheque especial foi aquele que registrou a maior variação já constatada desde julho de 2010, ao mesmo tempo em que apresentou incremento de 0,16% em relação aos índices de janeiro de 2011. No empréstimo pessoal, particularmente, a alta chegou a 5,39% ao mês, meio ponto percentual acima do resultado anterior.

Na modalidade cheque especial, o Bradesco conduziu o maior avanço entre as demais redes sondadas, com diferença de 0,34%, para 8,79% ao mês. No Santander a taxa subiu de 9,66% para 9,96% ao mês, no HSCB o índice passou de 9,55% para 9,80%, no Banco do Brasil a alteração foi de 8,05% para 8,15% ao mês, e no Itaú, de 8,75% para 8,85%.

O consumidor deve ter maior atenção neste início de ano, principalmente porque muitos optam por parcelar o IPVA e IPTU, situação que comprime a renda mensal. Uma indicação para este período é contratar uma linha de crédito com taxas mais brandas e focá-la ao pagamento das dívidas, embora o recomendado seja mesmo evitar seu uso por agora.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Procon


Levantamento realizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) revelou que as taxas de juros do cheque especial e dos empréstimos pessoais aumentaram no início de 2011. O estudo assinala que ao primeiro o índice subiu para 9,13% ao mês, contra 9,12% de antes, enquanto ao segundo o avanço chegou a 5,34% ao mês, ante 5,27% registrado anteriormente.

Segundo matéria da Agência Brasil, a instituição bancária Bradesco foi a precursora pelo progresso das taxas. No banco, os juros do cheque especial saltaram para 8,45% (antes era 8,4%), enquanto as taxas dos empréstimos pessoais pularam para 6%, 0,5% acima do índice anterior (5,5%).

Santander, Safra, Itaú, HSBC, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil sustentaram suas taxas de juros. O Bradesco, contrariado com o estudo, assegurou à Agência Brasil não ter alterado seus índices.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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