Uma das grandes polêmicas em 2013 foi justamente o escândalo envolvendo a denúncia de um ex-funcionário do Banco do Brasil, banco estatal brasileiro bastante conhecido e com milhares de clientes em todo o país.

Caso ainda não esteja por dentro do assunto saiba que a polêmica teve início após a demissão de um funcionário do Banco do Brasil, tal demissão por justa causa foi motivada pelo fato do funcionário em questão ter se dirigido ao Ministério Público Federal para efetuar denúncias contra a instituição.

O cidadão, entre as denúncias, informou que o Banco do Brasil que estava cometendo vários tipos de crimes, entre eles, um esquema de fraude por parte da direção, gerentes e demais funcionários da empresa estatal.

Como já foi citado, após tudo isso o banco resolveu demiti-lo por justa causa, porém, o processo tomou outros rumos e o funcionário demitido saiu vencedor. Mais informações a respeito você encontra na continuação deste artigo.

Saiba que o funcionário demitido por justa causa conseguiu que a Justiça do Trabalho revertesse à demissão por justa causa em uma dispensa imotivada. Dessa forma, o delator em questão conseguiu uma multa de R$ 250 mil, resultantes do processo de danos morais por parte do Banco do Brasil.

É importante ressaltar que para o Tribunal Regional do Trabalho, era absolutamente inaceitável, que o empregado fosse demitido por justa causa após efetuar denunciar os vários crimes cometidos por parte dos funcionários da estatal.

Além disso, é importante destacar que uma demissão por justa causa é uma demissão ocasionada por mau procedimento e indisciplina por parte de um funcionário em questão e, como já citado acima, o TRT não enxergou isso, haja vista que o a demissão foi motivada após o funcionário do Banco do Brasil realizar uma denúncia onde o mesmo informa uma série de irregularidades da estatal para com os seus clientes e até mesmo outros empregados do banco.

Por Bruno Henrique

Foto: divulgação


O Banco do Brasil aumentou expressivamente sua participação no mercado internacional de operações financeiras com um crescimento de mais de 160% em 2012. Segundo dados do banco, a participação do BB no mercado internacional de renda fixa entre janeiro e setembro de 2012 cresceu 162,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Nos três primeiros trimestres de 2012, o mercado de operações financeiras internacionais cresceu em média 23,3% esse ano. Dessa maneira os capitais internacionais captados por empresas brasileiras somaram um montante de US$ 36,7 bilhões até agora. Deste montante, o BB foi responsável por US$ 17,2 bilhões. No mesmo período de 2011, a participação do banco público tinha sido de US$ 6,5 bilhões de um total de US$ 29,8 bilhões em operações.

Paulo Caffarelli, vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank do BB, acredita que essa evolução expressiva ocorreu por meio de planejamento e cooperação das áreas de mercado de capitais e negócios internacionais do BB. Ele enfatiza também o investimento do BB na Ásia, que possibilitou a criação do BB Securities na região com operação 24 horas por dia no mercado externo.

Por Matheus Camargo


O Idec, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, divulgou pesquisa essa semana que mostra que bancos brasileiros teriam aumentado seus lucros em cobranças de tarifas em 33% entre junho de 2011 e junho de 2012.

As receitas dos bancos com tarifas tem sido um dos alvos no Governo Federal esse ano. A presidenta Dilma Rousseff ordenou os bancos público Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil a cortar suas tarifas e por competição pressionar os bancos privados a segui-los. A tática deu certo e o Itaú sinalizou redução de  suas tarifas em proporções semelhantes aos dos bancos públicos, em volta de 6%.

De acordo com o estudo do Idec, as instituições financeiras teriam aumento seu lucros com tarifas cobradas dos clientes em média de 52,43 reais por cliente para 2011 para um patamar de 69,86 reais em 2012.

Ione Amorim, economista que coordenou a pesquisa afirma que "É preciso mais transparência.” Na cobrança de taxas bancárias no Brasil. Ele afirma ainda que “o Banco do Brasil, por exemplo, descontinuou vários pacotes de serviços.” E se pergunta se o banco conseguiu fornecer corretamente e em tempo, as mudanças para seus clientes.

Desde abril de 2008 há uma nova normatização no sistema financeiro brasileiro sobre cobrança de taxas de serviços bancários publicada pelo Banco Central. O teor da medida consiste em padronizar e regulamentar as cobranças, deixando as taxas e suas funções melhor determinadas.

Por Matheus Camargo
 


Um Economista e ex-dirigente da Federação Brasileira de Bancos alerta que a expansão da carteira de crédito por parte de bancos púbicos pode ameaçar o equilíbrio do mercado financeiro brasileiro.

Roberto Luís Trosteranalisa que o crescimento de 71% da carteira de crédito disponibilizado no mercado pela a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil nos últimos doze meses pode ser uma estratégia que colocará em risco o equilíbrio do mercado de crédito nacional.

Os dados foram disponibilizados pelo relatório do Banco Central sobre a política de crédito nacional em agosto. Segundo o relatório do BC os bancos públicos lideram a expansão do crédito no último período e aumentaram significativamente sua participação total no mercado de crédito nacional.

Nos últimos meses, a expansão da concessão de crédito pelo o BB e a Caixa veio associada com políticas de redução da taxa de juros e de corte nos custos da tarifa. Essas políticas, diretamente associadas a decisões do Governo Federal, vêm impondo um aumento da competitividade no mercado financeiro nacional e já tem surtido efeitos nos bancos privados que nos últimos dias anunciaram corte nas taxas de juros e em preços de tarifas.

Troster afirma que essa política arrojada de competição dos bancos públicos pode ser insustentável. Segundo ele: “O problema é que os índices de eficiência das instituições públicas são piores e elas não suportam as reduções de taxas de juros”.

Outros analistas são menos pessimistas e afirmam que o crescimento da participação desses bancos no mercado de crédito tem sido sustentado por níveis de inadimplência que se mantém constantes.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Lucro líquido do Banco do Brasil foi de R$ 3,008 bi no 2º trimestre

Nesta terça-feira (14/08), o Banco do Brasil revelou o seu lucro líquido obtido no segundo trimestre deste ano. Com queda de 9,7% sobre o ganho obtido um ano antes, o lucro líquido do banco foi de R$ 3,008 bilhões. Na comparação com o mesmo período do ano passado, foi registrada alta de 20,2%.

A inadimplência da carteira de crédito foi de 2,1% no 2º trimestre, representando alta de 0,1 ponto percentual ante o mesmo período de 2011 e queda de 0,1 ponto percentual se comparado ao 1º trimestre deste ano. Esse resultado é menor do que o do SFN (Sistema Financeiro Nacional), que teve 3,8% de inadimplência no mesmo período analisado.

Já, a carteira de crédito ampliada, que abrange garantias prestadas e títulos privados, avançou 20,3% na comparação anual e 7,5% na trimestral, indo para R$ 508,183 bilhões. Ainda, o Banco do Brasil afirmou que encerrou o semestre com participação de mercado de 19,5%, sendo líder do SFN.

Além disso, segundo o BB, o crédito alavancou as receitas financeiras, pois as de intermediação financeira registraram R$ 28,6 milhões no 2º trimestre, obtendo alta de 10,4% em comparação ao 1º tri. Já, as receitas de operações de crédito e leasing resultaram em R$ 18,2 milhões, ou seja, uma alta de 5% ante os R$ 17,3 milhões vistos no mesmo período de 2011.


Após o anúncio da baixa de juros feito por diversos bancos brasileiros, públicos e privados, o Banco do Brasil reduziu ainda mais a sua taxa de juros.

A segunda baixa é uma consequência da redução da taxa Selic divulgada pelo Governo Federal. Os juros, assim como da primeira vez, serão menores tanto para clientes Pessoa Física quanto Jurídica.

É importante ressaltar que essa baixa de juros é voltada para os correntistas que optarem pelo pacote de serviço Bom para Todos. As novas taxas passarão a valer a partir do dia 23 de abril, segunda-feira.

A cesta de serviço Bom para Todos começou a vigorar no dia 12 de abril após o primeiro anúncio de redução feito pela instituição, sendo que foram reduzidos os juros para o cheque especial, crédito pessoal, entre outras operações. 

Os mais favorecidos com a nova taxa foram os beneficiados do INSS que efetuaram empréstimos consignados. Antes da nova baixa de juros, as taxas cobradas eram de 0,85% ao mês, com esse novo pacote o percentual caiu para 0,79% mensais.

Para aqueles que pretendem financiar um veículo, as taxas nesse caso também serão reduzidas, de 0,99% para 0,95%. Já o cheque especial terá a taxa de 1,38%

Por Joyce Silva


Em um mês de operação o Banco Postal já contabilizou a abertura de mais de 142 mil contas, desse total mais de 140 mil foram abertas por pessoas físicas.

O Banco Postal é uma iniciativa do Banco de Brasil e dos Correios e corresponde à implantação de postos voltados para realização de transações financeiras como abertura e pagamento de contas, além de depósitos e saques. Segundo as duas entidades, o Banco Postal já apresenta um volume de mais de seis milhões de atendimentos referentes a todos os serviços prestados.

Segundo o Banco do Brasil esse número ficou acima do previsto, e a tendência é que ele continue em crescimento, segundo o presidente da instituição, Aldemir Bendine, a projeção para 2012 já teve que ser modificada, passou de 1,7 milhão para 2,2 milhões de contas que ainda serão abertas.

O projeto abrange mais de cinco mil cidades brasileiras, sendo que ainda faltam 192 municípios para serem atendidos. A previsão é que essas localidades ganhem os seus postos nos próximos anos.

O Banco Postal foi uma solução encontrada para levar às camadas mais pobres da população os diversos serviços bancários. Segundo dados divulgados pelo Banco do Brasil, o número de clientes da instituição financeira referente às classes C, D e E é de mais de 30 milhões.

Por Joyce Silva


O Banco do Brasil apresentou a sua nova linha de crédito voltado para pessoas com deficiência, o BB Crédito Acessibilidade. O novo produto da instituição irá oferecer crédito de até R$ 30 mil com juros de 0,64% ao mês, o prazo máximo de pagamento será de 60 meses. A nova linha de crédito poderá ser contratada para a aquisição de equipamentos que visam melhorar a qualidade de vida do deficiente.

O Conselho Monetário Nacional já aprovou a transação, de acordo com as regras o contratante deverá apresentar um comprovante de renda mensal de até dez salários mínimos e a carência para o pagamento da primeira parcela será de 59 dias.

Entre os produtos que poderão ser comprados com o dinheiro estão computadores, cadeiras de rodas, tablets, impressoras, entre outros. A novidade foi apresentada em uma cerimônia realizada no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília.

O evento contou com a participação da ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que ofereceu total apoio ao público que se insere no Programa Viver sem Limites, e do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência Física, Antônio José Ferreira, que ressaltou o fato da linha de crédito ser o primeiro passo do Programa.

Por Joyce Silva


O mundo atual é marcado pela alta tecnologia. A integração de sistemas e diferentes plataformas em um único produto e/ou serviço ocorre vastamente e em consonância aos cidadãos cada vez mais exigentes. Há anos os consumidores têm para si uma série de mecanismos que facilitam o seu dia-a-dia, desde o pagamento de contas via internet até aquisição de produtos pela rede – só para citar exemplos.

No intuito de facilitar ainda mais a vida de seus correntistas, o Banco do Brasil anuncia o lançamento de novas versões do Autoatendimento Setor Público e do Gerenciador Financeiro para iPod Touch e iPhone.

Voltado para pessoas jurídicas, o Gerenciador Financeiro é a principal ferramenta desse público, permitindo, deste modo, a efetivação de aproximadamente 400 transações, sejam pela própria internet, sejam por aparelhos celulares. O Autoatendimento Setor Público, ou AASP, é usado pelas esferas do governo federal, estadual e municipal, bem como pelos órgãos públicos e autarquias.

De acordo com o BB, o sistema, basicamente internet banking, entra em vigor nos próximos dias, sempre dentro das normas de segurança do Banco. Por enquanto,  as 15 principais transações serão dispostas aos usuários.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco do Brasil





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